Parque do Piqueri
set30

Parque do Piqueri

Publicado em 30 de setembro de 2013 INFRAESTRUTURA Áreas de estar, pista de Cooper, bicicletário, campo de futebol de areia, quadra de campo, quadras poliesportivas, aparelhos de ginástica, playgrounds, lago, palco para apresentações, estacionamento, sanitários, conchas de bocha. Na área do parque funciona também o Ponto da Leitura (SMC). PARTICULARIDADES O nome Piqueri faz alusão à tribo indígena que habitava a área localizada na confluência do Ribeirão Tatuapé e do Rio Grande, atual Tietê. A área do parque corresponde à antiga Chácara do Piqueri que em 1976, que foi definitivamente incorporada ao patrimônio municipal.     Possui vegetação composta por eucaliptal, alameda de sibipirunas, bambuzal e bosques heterogêneos. Destacam-se alecrim-de-campinhas, casuarina, espatódea, faveira, grevílea-gigante, ingá-banana, jacarandá-mimoso, jatobá, jerivá, magnólia-branca, paineira, pau-ferro e pau-incenso. Foram registradas 152 espécies, das quais 5 estão ameaçadas como a grumixama, o pinheiro-do-paraná e a unha-de-vaca-do-campo. Conta com aproximadamente 90 espécies de fauna, incluindo peixes, sapo-cururu, tigres-d’água e cobra-de-duas-cabeças, que, na verdade, trata-se de um lagarto serpentiforme. Setenta e nove espécies de aves, com destaque para a família dos pica-paus, sabiás, papagaios e maracanãs, papa-moscas tiranídeos e, saíras e sanhaçus – traupídeos, que reúnem grande número de espécies. Há registros interessantes de anambé-branco-de-rabo-preto, sabiá-ferreiro, saíra-ferrugem, saí-azul e saí-andorinha que chamam atenção pela beleza da plumagem ou canto. Ouriço-cacheiro representa o mamífero do parque. PARQUE DO PIQUERI R. Tuiuti, 515 – Tatuapé Subprefeitura Mooca Área: 97.200 m² Funcionamento: diariamente das 6h às 18h / 6h às 19h (horário de verão) Fone: (11) 2097-2213 Informações da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente...

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Trânsito para com cruzamentos fechados
set30

Trânsito para com cruzamentos fechados

Publicado em 30 de setembro de 2013 Se o bom senso predominar, todos ganharão Há muito que o trânsito tirou a decantada tranquilidade do Tatuapé devido ao fluxo de automóveis, gerado pelo aumento de residências (veja o gráfico abaixo) e moradores com alto poder aquisitivo. Essa tranquilidade existe, mas o que há 15 anos ainda podia ser presenciado em relação ao antigo bucolismo predominante no bairro está quase completamente extinto. São poucos os dias e horas em que as ruas estão tranquilas. Nem mesmo as madrugadas escapam ao trânsito e ao barulho. As necessidades da nova sociedade que se delineia expandindo-se em todas as direções, criam também novas costumes aos quais nem todos se adaptam e então surgem os conflitos. O agravamento do trânsito e suas consequências podem ser sentidos no nervosismo e na ansiedade dos motoristas nos horários de pico na parte da manhã e a tarde, mas também no horário de saída das escolas. O transporte de alunos influencia tanto nessa demanda, que nos períodos de férias escolares a diminuição circulação de automóveis é facilmente detectada, não só no Tatuapé, mas nas principais vias da cidade. Além desse fator, ainda há de se pesar toda a logística que envolve a manutenção da infraestrutura do bairro propriamente, criada através de Shoppings, Faculdades, Comércio, Prestação de Serviços e das próprias escolas.     Essas situações já fazem parte do cotidiano do Tatuapé e dificilmente serão alteradas de modo a se obter a velha tranquilidade de outrora, isso ficou no passado e só podemos observar a decantada paz interiorana através de lembranças e memórias. Mas existem situações onde pequenas atitudes poderiam aliviar bastante a tensão causada aos motoristas nas principais vias do bairro, por exemplo. O bom senso de não fechar os cruzamentos é uma atitude educada e de respeito àquele que pode ser seu amigo ou vizinho. Essa atitude pouparia desavenças e constrangimentos como as discussões que ocorrem entre motoristas, xingamentos e buzinaços. Além disso, um amigo não teria de olhar para outro e ver que ele está interrompendo sua passagem num cruzamento ou dificultando seu livre acesso por qualquer motivo, pois apesar de o Tatuapé ter crescido tanto, a permanência das famílias mais antigas e muitas que aqui chegaram no início do boom imobiliário, se reconhecem e acabam se cruzando a todo momento. É possível mudar, mudando a atitude....

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O maior felino das Américas
set27

O maior felino das Américas

Publicado em 27 de setembro de 2013 A onça-pintada às vezes deixa a impressão de ser menor do que a sua fama, mas isso não é bem verdade. Ocorrendo desde a América do Norte até a Argentina e Paraguai, o belíssimo animal varia em tamanhos podendo pesar entre 56 a 96, mas já foram registrados machos pesando até 160 Kg, o que equivale ao peso de uma leoa ou tigresa. Por sua vez, as fêmeas menores tiveram registros de apenas 36 Kg, mas normalmente são 10 a 20% menores do que os machos. A pintada, como também é chamada pelos caboclos brasileiros, é um dos mais ariscos dentre os felinos, e no Brasil os maiores exemplares são encontrados no Pantanal. No comprimento, assim como no peso, as onças também apresentam variações conforme as regiões de seu habitat. os indivíduos chegam a medir entre 1,2 m a 1,95 m entre as pontas do focinho e da cauda, sendo esta a de menor extensão dentre os grandes felinos, com 45 a 75 cm, enquanto a dos leopardos chega a ser 25 cm maior e a dos leões varia entre os 90 a 105 cm (machos) e 70 a 100 cm (fêmeas). O hábil caçador é o terceiro maior entre os grandes felinos, ficando abaixo dos tigres e leões, mas sua mordida ganha deles em força ficando a impressionantes 910 kgf, o dobro da mordida dos leões. Essa força é capaz de quebrar o casco de tartarugas, uma de suas presas. Devido ao biotipo de suas presas, como as antas que podem pesar 300 kg, o felino desenvolveu um corpo robusto e atarracado. Suas pernas são mais curtas e grossas considerando seu peso corporal, se comparadas ao de leões e tigres. A cabeça das onças são maiores e arredondadas se olharmos lado a lado com a dos leopardos, com quem são normalmente confundidas. A semelhança é grande, mas suas manchas variam em número, tamanho e formato. A onça assume um lado místico e de beleza entre os povos primitivos das Américas e certamente a ocorrência de indivíduos com variação melânica causava terror ou admiração, sendo esse misticismo usado até mesmo em filmes sobre a selva. A onça-preta é na verdade um poliformismo que ocorre nessa espécie, numa frequência que pode variar até 6% nas populações selvagens, segundo os estudos. O amarelo-acastanhado também pode ocorrer nessa mesma proporção. Na onça-preta, as rosetas características da espécie, podem ser vistas de perto sob a luz; uma visão rara e belíssima da natureza. Seus nomes variam entre os povos e locais onde habitam. Vejamos alguns deles: “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino...

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Entidades filantrópicas e beneficentes
set26
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Nanotecnologia e a vida na Terra
set26

Nanotecnologia e a vida na Terra

Publicado em 26 de setembro de 2013   Esta ciência já está bastante difundida, faz muito tempo que nos acompanha, só não percebemos. Não é para menos! Afinal, estamos falando de medidas atômicas ou muito abaixo delas. Nesta introdução ao assunto em nosso site, vamos partir do início para melhor entendermos como surgiram as fantásticas possibilidades devido esse conhecimento científico.       O precursos do conceito de Nanotecnologia foi Richard P. Feynman, embora não tenha usado esse termo em sua palestra para a Sociedade Americana de Física, no dia 29 de Dezembro de 1959, quando apresentou suas ideias acerca do assunto. O termo, propriamente dito, só seria utilizado primeiramente pelo professor Norio Taniguchi em 1974, para descrever as tecnologias que permitam a construção de materiais numa escala de 1 nanômetro. A Nanotecnologia, também conhecida por Nanotech, consiste no estudo de manipulação da matéria em escala atômica e molecular, com medidas entre 1 a 100 nanômetros. O desenvolvimento de componentes e materiais se aplicam a diversas áreas que vão desde a medicina até a engenharia. Seu princípio básico é estruturá-los a partir dos átomos, considerados os tijolos básicos da natureza. Pensar em uma escala nano (atômica) é imaginar medidas infinitamente pequenas. Um bom exemplo é este: Imagine uma praia com 1 Km de extensão e um grão de areia de 1 mm, este grão compara-se à praia assim como o nanômetro para 1 metro. O desenvolvimento dessa tecnologia permite avanços revolucionários. Veja na prática alguns exemplos onde a nanotech já é aplicada: – Tecidos resistentes a manchas e que não amassam; – Filtros de proteção solar; – Tratamentos tópicos de Herpes e Fungos; – Nano-cola, capaz de unir qualquer material a outro; – Produtos cosméticos.     Mas não é só isso, é muito mais. Para exemplificar, vejamos como a nano pode ser aplicada ao esporte. A engenheira Mecânica Philipa Oldham, membro da IMechE (Institution of Mechanical Engineers – UK) Instituição de Engenheiros Mecânicos do Reino Unido, afirma que o futuro ainda reserva boas surpresas. “Ao longo dos próximos anos veremos uma onda de novas tecnologias de ponta na engenharia. No entanto, muitos órgãos esportivos ainda se recusam a se envolver com os engenheiros para descobrir qual o efeito que esses avanços possam ter. É vital para os esportes que eles possam se envolver para garantir que os avanços sejam introduzidos de forma justa e aberta para o mundo esportiva não ser pego de surpresa”. A BAE Systems adaptou um sistema de laser de tempo (laser-timing) para treinamento de ciclistas. Inicialmente criado para uso militar é capaz de medir o tempo em um milionésimo de segundo, simultaneamente para 30...

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Glastonbury: Histórias e lendas
set26

Glastonbury: Histórias e lendas

Publicado em 26 de setembro de 2013 Alquimia, lendas, história e ciência se misturam aos mistérios da antiguidade, como por exemplo, em Glastonbury condado de Somerset – Inglaterra, onde supostamente teriam sido sepultados o rei Arthur e a rainha Guinevere. Para esse local sir Lancelot se retirara em penitência pela morte de Arthur. E assim se propagam as Lendas Arturianas. Muito antes desses episódios, diz a lenda que José de Arimatéia teria chegado a Glastonbury com o Santo Graal, taça usada na última ceia entre Jesus e os apóstolos, a aproximadamente 30 anos após a crucificação e que ali teria sido construída a primeira igreja britânica para guardá-lo. Porém, os historiadores atribuem a origem dessa lenda à Idade Média, época em que relíquias religiosas e peregrinações eram negócios lucrativos para as abadias, no caso a abadia Lady Chapel. Nela teriam sido encontrados em 1.191 os corpos do rei e sua rainha. Verdades ou lendas, a realidade da Arqueologia e as peregrinações às ruínas da Abadia Lady Chapel, Chalice Well ou ao Tor em Glastonbury, mostram que existe naquela localidade uma energia diferente. A maioria dos historiadores e pesquisadores como o brasileiro Giuliano José Forniarini, relatam que a abadia foi erguida por José de Arimatéia, membro do Sinédrio “homem rico, bom e justo (Jo 19:18)”, que foi contrário à sentença de morte para Jesus. Após conseguir sepultar o corpo de Cristo, Arimatéia não é mais mencionado na Bíblia. Ele teria viajado para a Bretanha (Britania) depois de livrar-se da prisão, devido a sua própria influência de negociante junto aos romanos. Conforme os historiadores, a possível data de fundação da igreja é o ano 37 d.C., a primeira do Ocidente. Ao local, peregrinos chegam em busca de energias renovadoras e os Celtas também acreditavam existir nesse lugar uma das portas de acesso ao outro mundo, assim como atribuíam-lhe a localização da mística e misteriosa Ilha de Avalon. “A herança espiritual de Glastonbury é incomparável e rica de uma mitologia insuperável, de grande misticismo, que pode nos transportar a planos superiores, pois segundo a lenda, foi o local em que o essênio José de Arimatéia depositou o Graal”, escreveu H. Gerenstadt, escritora que se dedica aos estudos enigmáticos das Lendas Arturianas. Além das ruínas da abadia, a Tor (ou colina, no antigo idioma gaélico, a linguagem dos povos célticos) também é outro ponto de peregrinação. Existem túneis e cavernas no interior da Tor, com estalactites formadas pelas correntes de água que fluem sem parar. Esse manacial é conhecido como White Spring. Mas existe outro manacial tão interessante quanto este no local, chamado Chalice Well, onde se afirma estar depositado o Graal. A...

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Mestre Geral Song Un Kim
set26

Mestre Geral Song Un Kim

Publicado em 26 de setembro de 2013 Hapki-Do: Conjunto de energia e força da mente Mestre Geral Song Un Kim ou apenas mestre Song, como o chamam, é envolto num clima de sabedoria prestes a explodir, mas para absorver essa explosão precisaríamos de muitas semanas ou meses e assim mesmo não conseguiríamos apreender o suficiente para transmitir tantos conhecimentos acumulados ao longo de 39 anos dedicados ao Hapki-Do tradicional. Modesto, humilde e atencioso, nos recebeu em sua academia duas vezes para concluírmos esta reportagem, que transcrevemos agora. Existem registros sobre o Hapki-Do numa época tão distante quanto o ano 670 d.C. com o surgimento de guerreiros conhecidos por hwarangs no reino unificado da dinastia Sin-la (668–935 d.C.) – que ocupou o território da península aonde está localizada a Coréia. Os hwarangs eram comparavéis aos samurais japoneses ou aos cavaleiros medievais europeus. Essa tropa elitizada foi formada por aristocratas e militares com o propósito de proteger o reino recém formado, através da união dos reinos de Sin-La (o mais adiantado), Baekje e Goguryeo. O nome Coréia é proveniente da dinastia Koryo (918-1392). O treino dos hwarangs consistia em técnicas no uso de lanças, espadas, arco e flecha, montaria perfeita, além da disciplina mental e física (influências do Budismo e Taoísmo), complementadas com o uso dos pés e mãos para lutar. O código de honra Hwarang-do era composto por cinco itens: 1 – Obediência ao Rei; 2 – Respeito aos pais; 3 – Lealdade para com os amigos; 4 – Nunca recuar ante o inimigo; A partir dessa filosofia originou-se o Hapki-do que significa: hap = conjunto, ki = força da mente (energia), do = caminho, doutrina. Com a modernidade os itens foram sendo adaptados mas não perderam a essência, como podemos observar no atual código de honra: 1 – Amar a Pátria; 2 – Confraternização mútua; 3 – Não recuar um só passo na luta; 4 – Respeitar os pais; 5 – Ajudar os fracos. O Hapki-do foi adotado pela guarda pessoal do Presidente da República coreana, após a I Guerra Mundial e após a segunda grande guerra mundial passou a ser mais difundida. Possui 3.876 golpes, incluindo chutes, saltos, socos, torções, balões, defesa contra faca, manejos de bastões, espadas e outras técnicas. Sendo a luta mais popular da Coréia, hoje é praticado também em quase todo o globo. Começou a ser difundido no Brasil, a partir da chegada oficial do Grão Mestre Park Sung Jae, em 1971, que iniciou suas aulas junto ao Exército Brasileiro, incentivado pelo Coronel Paulo da Silva Freitas pelo qual foi condecorado Patrono do Hapki-Do no Brasil. Um de seus discípulos foi o mestre Carlos...

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Médicos sem fronteiras
set25

Médicos sem fronteiras

Publicado em 25 de setembro de 2013   Médicos Sem Fronteiras ou Médecins Sans Frontières, somente pelo uso destes termos muito pode ser deduzido sobre o sentimento que criou esta organização médico-humanitária internacional, respeitada por sua independência política e religiosa, que se mantem atuando em qualquer parte do mundo sobre o lema de levar ajuda às pessoas que precisam, além disso sua missão também é tornar públicas as mais diversas situações com que se defrontam. Isso só é possível graças às doações que recebem mundialmente; só no Brasil são mais de 50 mil doadores. “A organização foi criada em 1971, na França, por jovens médicos e jornalistas, que atuaram como voluntários no fim dos anos 60 em Biafra, na Nigéria. Enquanto a equipe médica socorria vítimas em uma brutal guerra civil, o grupo percebeu as limitações da ajuda humanitária internacional: a dificuldade de acesso ao local e os entraves burocráticos e políticos faziam com que muitos se calassem frente aos fatos testemunhados. MSF surge, então, como uma organização médico-humanitária que associa socorro médico e testemunho em favor das populações em risco”. O texto entre aspas foi reproduzido na íntegra do site www.msf.org.br, que pertence à organização, pois assim como ele descreve com simplicidade a grande iluminação que deve atuado em prol de sua criação, a abnegação dos mais de 30 mil profissionais que trabalham pelo alívio das dores e sofrimentos humanos ainda permanecem imperceptíveis, inaudíveis para muita gente. Essa situação já mudou bastante com o acesso às novas tecnologias de divulgação e a própria globalização das notícias deve ter beneficiado sobremaneira esse trabalho grandioso, mas sempre há muito por fazer num mundo tão conturbado e atribulado por guerras, fome ou sinistros interesses. Em 1999, Médicos Sem Fronteiras, recebeu o Prêmio Nobel da Paz “em reconhecimento pela ação humanitária imparcial e independente, livre de qualquer influência política ou militar”. E o trabalho continua há mais de 40 anos. DIÁRIO DE BORDO Kelly Cavalete – Enfermeira Parte 8 – Moçambique, 18 de janeiro de 2013 Feliz ano novo, pessoal! Por aqui, mais uma passagem de ano em projeto, longe dos familiares, dos antigos amigos… Vem aquela dor da saudade e o questionamento sobre os objetivos da vida. Mas, no final, a decisão é a de seguir em frente e continuar a luta pela garantia dos direitos humanos a todas as pessoas; mais especificamente, o acesso à saúde. Passou o Natal, o ano novo e os centros continuaram como se nada estivesse acontecendo. Lotados de pacientes, as mesmas problemáticas. Semana passada aconteceu um encontro muito importante para a análise dos serviços prestados nas unidades sanitárias: o Comitê Provincial, no qual todos os...

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Nikola Tesla
set25

Nikola Tesla

Publicado em 25 de setembro de 2013 Olhe a sua volta e veja o quanto você está cercado por tecnologia, a iluminação, aparelhos eletrodomésticos, o rádio que você escuta em casa ou no carro, o controle remoto de sua televisão. Mas quem inventou a tecnologia que possibilitou o grande avanço tecnológico para alcançarmos o conforto que a eletricidade nos proporciona no mundo moderno? O seu nome é Nikola Tesla, grande inventor na área eletromagnética. Esse cientista, nascido no dia 10 de Julho de 1856, em uma aldeia do então Império Austríaco chamada Smiljian, hoje pertencente à Croácia, foi o responsável por inovações tecnológicas que mudaram completamente os hábitos de vida de pessoas no mundo inteiro. Algumas de suas teorias trouxeram contribuições para disciplinas estudadas ainda hoje como robótica, física nuclear e física teórica. Nikola Tesla possuiu uma vida controversa onde foi intitulado gênio e louco ao mesmo tempo. Tesla foi considerado por muitos um cientista maldito, este fato se deve a histórias relacionadas a suas experiências, algumas conhecidas por todos nós devido às suas contribuições concretas e outras de fatos não confirmados que envolvem paranormalidades, contatos de terceiro grau e até experimentos de guerra secretos. O cientista freqüentou a escola em Korlav e conseguiu completar quatro anos de estudo em três, nesta mesma escola foi acusado de ser trapaceiro por conseguir resolver um complicado problema de matemática em questão de minutos. Aos vinte cinco anos estudou um novo sistema de energia elétrica que transformaria o mundo, o sistema de corrente alternada, que conseguia gerar mais energia sem muito desperdício, o contrário da energia de corrente continua de Thomas Edison. Como não conseguiu patrocínio para seus experimentos em sua terra natal, viajou para os EUA onde rapidamente foi contratado pelo próprio Thomas Edison que percebeu o potencial do jovem cientista. No entanto essa parceria não se manteve por muito tempo, pois ao desconfiar que Edison queria se apropriar de suas ideias, Nikola Tesla se isolou cuidando sozinho de suas pesquisas. Nesse período foi creditada a ele a invenção de um circuito sintonizado em que se baseia o rádio que em seguida seria dado como descoberto por Guglielmo Marconi. Tesla fazia verdadeiros shows em suas palestras e demonstrações, o que não atraia a simpatia de grande parte dos cientistas da época, mas para o grande público que o assistia ele fazia um show com descargas elétricas e raios saindo de esferas brilhantes, lâmpadas acendendo em suas mãos sem precisar de fio algum. Suas apresentações inspiraram filmes como “O Grande Truque”, além de muitos outros filmes de ficção científica. Seu comportamento tanto em suas palestras como em declarações – nas quais dizia...

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