Planos de saúde devem cobrir especialidade psicológica
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Planos de saúde devem cobrir especialidade psicológica

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014, às 18h58   Você sabia que o atendimento psicológico é direito dos usuários de planos de saúde? Vivemos em uma sociedade de consumo e de informação, sobretudo rápidos. Quem vive nas grandes cidades é tomado por um cotidiano cada vez mais caótico, com transporte público ruim, trânsito, serviços de má qualidade, violência, entre outros problemas. O stress do dia a dia tem levado muitas pessoas a buscar acompanhamento psicológico. O problema é que, em geral, esses tratamentos não são baratos. Mas o que muita gente não sabe é que esse tipo de atendimento é coberto pelos planos de saúde. O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) é a lista de todos os procedimentos obrigatórios que os planos devem oferecer ao consumidor, destinado aos beneficiários de contratos firmados a partir de janeiro de 1999, quando entrou em vigor a lei que regulamentava planos. Nesta lista, se encontram sessões de psicoterapia, de psicólogos e terapias ocupacionais. A grande maioria dos planos apresenta em seu quadro de associados especialistas da área, já que eles são uma exigência no rol de procedimentos. Se o profissional estiver cadastrado, o procedimento deve ser gratuito. Caso o consumidor opte por um profissional de fora do plano, é importante que ele esteja atento aos valores e consultar bem se a operadora possui opções de reembolso. Agora, se o plano não tiver nenhum profissional cadastrado, o valor das consultas deve ser restituído integralmente, cabendo medidas legais caso isso não seja cumprido. Para procedimentos comuns, procurados pelo próprio beneficiário, o limite estabelecido – e ampliado em 2010 – é de 40 sessões por ano com psicólogos ou terapeutas ocupacionais, e 12 sessões de psicoterapia. Mas em casos extraordinários, quando há prescrição médica ou urgência, o tratamento não apresenta limite e a operadora é obrigada a arcar com o procedimento pelo tempo de sua duração. É preciso, claro, analisar caso a caso, e o cliente deve ficar atento para não arcar com gastos que não lhe cabem. Por incrível que pareça, essas medidas costumam ser respeitadas, e raramente há conflitos entre operadoras e consumidores quando a questão é tratamento psicológico. A empresa ganha em trazer para seu quadro um bom leque de profissionais e o beneficiário ganha ao ter seu direito assegurado, podendo realizar um tratamento importante sem maiores gastos. Mas vale lembrar que, caso as operadoras descumpram essa obrigatoriedade, ela poderá ser advertida, multada e até em último caso ter sua venda de planos suspensa pela ANS. É importante então que, caso encontre problemas, o beneficiário faça a reclamação à agência e assegure, assim, o...

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Parlamento alemão votará sobre fim de acordo nuclear com Brasil
out31

Parlamento alemão votará sobre fim de acordo nuclear com Brasil

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014, às 18h11 Partido Verde diz que pacto bilateral, em vigor desde 1975, não condiz com a atual política para o setor na Alemanha, que está banindo aos poucos energia atômica. Votação será no início de novembro. Por Clarissa Neher O Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, em vigor desde 1975, pode ser cancelado por Berlim em 2015. O Partido Verde entrou com uma moção no Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão) pedindo o fim da cooperação bilateral no setor. A decisão deve ser debatida e votada no próximo dia 6 de novembro. “Perante a decisão alemã de banir a energia nuclear, o acordo com o Brasil é anacrônico e inconsequente. A decisão de não utilizar mais energia nuclear na Alemanha ocorreu porque seus riscos são muito maiores do que o estimado. Por isso, é errado fomentar a energia nuclear no exterior”, afirma a deputada Sylvia Kotting-Uhl, uma das autoras do projeto, em entrevista à DW Brasil. No documento apresentado, o partido alega que a cooperação Alemanha-Brasil não contribuiu de fato para melhorar a segurança em Angra 1 e 2, apesar de isso ser um dos argumentos para a manutenção do acordo. Segundo o texto, as usinas foram construídas em uma região de risco, sujeita, por exemplo, a deslizamentos de terra. Além disso, argumenta o Partido Verde, o governo alemão também não evitou a continuação das obras para a construção de mais uma usina, a Angra 3. “É difícil imaginar como o governo quer trazer mais segurança diante do que, na perspectiva alemã, são condições catastróficas em Angra. É preocupante a utilização desse argumento de manter a segurança para a manutenção do acordo”, afirma o texto. Os verdes apontam também outros fatores para o fim da parceria: o fato de o Brasil buscar o domínio sobre o ciclo de combustão de urânio, o que possibilitaria a produção de armas; a intenção brasileira de construir cinco submarinos nucleares; e a recusa do país em assinar o protocolo adicional do Tratado de Não Proliferação Nuclear da Agência Internacional de Energia Atômica. “O governo alemão precisa mostrar, com o cancelamento do acordo, que não apoia a posição nuclear brasileira. Uma renovação silenciosa do acordo não combina com a decisão de banir a energia nuclear na Alemanha”, diz Kotting-Uhl, que também é porta-voz para assuntos relacionados à política nuclear do Partido Verde. Maioria no Parlamento O acordo entre os dois países foi assinado em 1975 e sua vigência inicial era de 15 anos, podendo ser prorrogado por períodos de cinco anos, caso nenhuma das partes o cancele. Até agora, ele já foi estendido cinco vezes. Para ser anulado, um dos países...

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Presidente vai vetar prazo para prorrogação de lixões
out31
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Projeto de Lei obriga boa gestão na Saúde
out31

Projeto de Lei obriga boa gestão na Saúde

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014, às 08h32 Proposta cria lei de responsabilidade sanitária para punir má gestão no setor. Agência Câmara | Reportagem – Tiago Miranda | Edição – Pierre Triboli Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 7585/14, do Senado, que cria a Lei de Responsabilidade Sanitária (LRS) para punir maus gestores públicos na área da saúde. A punição prevista na proposta vale para presidente, governadores e prefeitos, além dos responsáveis pelos órgãos de direção do Sistema Único de Saúde (SUS) em cada ente. O gestor poderá ser punido com a perda do cargo e inabilitação por até cinco anos, de acordo com a Lei dos Crimes de Responsabilidade (1.079/50). O projeto define como crime de responsabilidade sanitária, por exemplo, deixar de prestar serviço de saúde; transferir recurso do fundo de saúde para outra conta; ou dar informações falsas no relatório de gestão. Caso o gestor deixe de estruturar o fundo de saúde ou não dê condições para funcionamento do conselho de saúde, ele poderá ter multa de 10 a 50 salários mínimos, além de advertência. O texto altera a Lei 8.080/90, que regula as ações e serviços de saúde em todo o território nacional. De acordo com o autor do projeto, senador Humberto Costa (PT-PE), a legislação atual não pune o mau gestor. O senador afirma que, atualmente, a única punição é impedir a transferência de recursos do Ministério da Saúde a estados e municípios até a comprovação dos servidos prestados. “Isso não pune o mau gestor, apenas prejudica a execução das políticas de saúde pública e cria transtornos ainda maiores para a população”, argumenta. Planejamento A responsabilização do gestor será avaliada se ele deixar de cumprir as políticas de saúde definidas em um plano plurianual para o setor. A proposta determina que os planos de saúde sejam plurianuais com programação anual e definição de metas e recursos financeiros a ser usados. Os planos devem buscar ampliar o acesso a ações e serviços de saúde, com qualidade e humanização do atendimento; reduzir desigualdades regionais e de riscos à saúde; e aprimorar mecanismos de gestão, financiamento e controle social. Segundo o projeto, os planos devem ser aprovados pelo conselho de saúde municipal, estadual ou federal e farão parte da lei orçamentária do ente relacionado. Qualquer mudança no plano precisará ser aprovada pelo conselho de saúde e estar de acordo com o orçamento anual. O texto proíbe a transferência de recursos não prevista no plano, exceto em casos de emergência ou calamidade pública. Comissões A organização dos gestores em saúde deve ser feita em comissões tripartite, com representação federal, estadual e municipal; ou bipartite, com representantes municipais e...

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Amazônia acumula 762 mil km² de desmatamento em 40 anos
out31

Amazônia acumula 762 mil km² de desmatamento em 40 anos

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014, às 08h32 Isso é o que afirma o estudo do pesquisador do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Inpe. Agência Brasil | Reportagem: Elaine Patricia Cruz | Edição: Nádia Franco Até o ano passado, o desmatamento acumulado na Floresta Amazônica, em 40 anos de análise, somou 762.979 quilômetros quadrados (km²), o que corresponde a três estados de São Paulo ou a 184 milhões de campos de futebol. É o que revela o relatório O Futuro Climático da Amazônia, coordenado pelo pesquisador Antonio Donato Nobre, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O relatório, divulgado na tarde desta quinta-feira (30) na Sala Crisantempo, na zona Oeste de São Paulo, reúne várias estudos feitos sobre a região e é destinado à população leiga. O objetivo é universalizar o acesso a mais de 200 estudos e artigos científicos e diminuir o que o pesquisador chama de “ignorância” sobre os problemas ambientais. Nobre calcula que a ocupação da Amazônia já destruiu 42 bilhões de árvores, ou seja, mais de 2 mil árvores por minuto, de forma ininterrupta, nos últimos 40 anos. Somando-se o desmatamento e a degradação (que considera áreas verdes, mas inutilizadas) da floresta, a destruição da Amazônia alcança mais de 2,062 milhões de km². De acordo com o relatório, o desmatamento pode pôr em risco a capacidade da floresta de rebaixar a pressão atmosférica, exportar sua umidade para outras regiões pelos chamados “rios voadores” e regular o clima, induzindo à seca. Os efeitos sobre a Região Sudeste, mais especificamente no estado de São Paulo, que enfrenta uma grande seca, ainda estão sendo estudados, mas Nobre acredita que parte disso seja reflexo do desmatamento da Mata Atlântica e do aquecimento climático. “Estamos na UTI climática”, afirmou o pesquisador, comparando o problema do clima ao de um paciente internado em um hospital. Segundo Nobre, é difícil prever se o “paciente” – no caso, a Amazônia – vai reagir, embora ainda exista uma solução para o problema. “Quando se está no processo de UTI no hospital, o médico vai dizer a que horas você vai morrer? Não vai. Depende do seu organismo e de muitos fatores, e o que o médico pode fazer é o que está ao alcance dele: informar. O que estou fazendo é informando sobre o problema ambiental na Amazônia. E acho que tem uma solução: desmatamento zero para anteontem e replantar em esforço de guerra. Mas, antes disso, um esforço de guerra real é acabar com a ignorância”, enfatizou. De acordo com Nobre, o esforço para zerar o desmatamento é insuficiente, já que é preciso também...

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Deputados querem julgamento Pleno do STF
out31

Deputados querem julgamento Pleno do STF

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014, às 08h10 Câmara entra com ação contra julgamento de deputados por turma no STF. Agência Câmara – A Câmara dos Deputados entrou na tarde desta quinta-feira (30) com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação pretende questionar o julgamento de parlamentares pelas duas turmas da Corte, formadas por cinco ministros cada, e não pelo Pleno, composto por 11 ministros. Desde maio, uma mudança no regimento do STF (ER 49/2014) transferiu do Plenário para as turmas, das quais o presidente do tribunal não participa, a competência para julgar ações penais de deputados, senadores e ministros de Estado. O objetivo foi desafogar a pauta e acelerar os processos. O secretário-geral da Mesa da Câmara, Mozart Vianna de Paiva, avaliou que a intenção pode ter sido boa, mas considerou a alteração inconstitucional. “Historicamente, o constituinte colocou deputados e senadores, na Constituição, no mesmo nível do presidente da República, do vice-presidente da República, dos ministros do Supremo e do procurador-geral da República. Todos a serem julgados pelo Supremo”,...

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Nasa: Observatório de Raios-X Chandra faz 15 anos
out30
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São Paulo recebe maior feira automobilística da América Latina
out30

São Paulo recebe maior feira automobilística da América Latina

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014, às 20h33   Durante abertura do evento, Geraldo Alckmin destacou os avanços do setor no Estado de São Paulo. Teve início nesta quinta-feira, 30, o 28º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo. O evento, realizado no Anhembi até dia 9 de novembro, recebe montadoras nacionais e estrangeiras que apresentam as últimas novidades do setor. Na abertura do evento, o governador Geraldo Alckmin destacou os avanços da indústria automobilística no Estado. “São Paulo é a capital da indústria automobilística com quase 43% da indústria. Uma indústria que gera muito emprego, que tem cadeia produtiva longa, que agrega valor e é vanguarda na ciência, no design e na tecnologia”. O governador também falou sobre as expectativas para o setor em 2015 e reforçou o apoio do governo do Estado. “Daremos toda infra-estrutura para que esse setor cresça. É bom que ele cresça porque tem importância social e econômica. Daremos todo apoio por meio do Pró-Veículo, incentivo fiscal, formação de profissionais com as Etecs e Fatecs e infra-estrutura”, finalizou. Do Portal do Governo do Estado Veja mais imagens no alotatuape facebook Assuntos relacionados Saiba como chegar e aproveitar ao máximo o Salão do Automóvel São Paulo recebe maior feira automobilística da América Latina Salão do Automóvel 2014 Salão do Automóvel e GP de F1, juntos até dia 9 na...

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Salão do Automóvel e GP de F1, juntos até dia 9 na cidade
out30

Salão do Automóvel e GP de F1, juntos até dia 9 na cidade

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014, às 20h Salão do Automóvel e GP de Fórmula 1 gerarão mais de R$ 450 milhões para cidade. De acordo com prefeito, que participou da abertura do 28º Salão Internacional do Automóvel, a cidade se tornará o maior destino turístico da América Latina até 2017. Parceria Público-Privada será lançada para modernizar Complexo do Anhembi. Os dois grandes eventos internacionais que São Paulo receberá até o próximo dia 9 de novembro, o 28º Salão Internacional do Automóvel e o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, injetarão mais de R$ 450 milhões na economia da cidade. O Salão do Automóvel, aberto nesta quinta-feira (30), continuará até 9 de novembro no Complexo do Anhembi, na zona norte, e o GP Brasil de Fórmula 1 acontece entre os dias 7 e 9, no Autódromo de Interlagos, na zona sul. A geração da receita para o município foi anunciada pelo prefeito Fernando Haddad, durante a cerimônia de abertura do Salão do Automóvel, nesta quinta-feira (30). A feira receberá mais de 750 mil visitantes no período, de acordo com a organização. Já o GP Brasil de Fórmula 1 atraiu quase 130.000 turistas no ano passado. “Estamos falando de um impacto econômico na cidade de São Paulo da ordem de R$ 450 milhões. Essa é a nossa previsão em relação a que os turistas que moram fora da cidade vão trazer para São Paulo nos hotéis, restaurantes e serviços. É uma feliz coincidência que os dois eventos aconteçam simultaneamente”, afirmou Haddad. Segundo Haddad, estudos como o de uma rede internacional de cartões de crédito mostram que a cidade será o maior destino turístico da América Latina até 2017, superando a Buenos Aires e Cidade do México. Esse sucesso, de acordo com o prefeito, se deve em boa parte a eventos como o Salão do Automóvel e por isso, a ideia é lançar uma parceria público-privada para modernizar o entorno do Complexo do Anhembi. “A previsão é que até 2017, São Paulo seja o maior destino turístico da América Latina, muito por conta das atividades promovidas pelo setor privado que escolheu a cidade para desenvolver suas atividades”, afirmou o prefeito. “Temos aqui uma área de 300 mil metros quadrados, que é toda do município. Como vocês sabem, tenho um interesse particular pelo rio Tietê. Acho que as duas margens do rio Tietê são a fronteira que vão dar cara definitiva para a cidade, como as grandes cidades do mundo fizeram. Por isso, vamos lançar uma PPP para repensar essa área que é de propriedade da SPTuris”, disse Haddad. “É importante elogiar a iniciativa da Prefeitura de modernizar o Anhembi. Todos nós...

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Saiba como chegar e aproveitar ao máximo o Salão do Automóvel
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Saiba como chegar e aproveitar ao máximo o Salão do Automóvel

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014, às 20h29   Para facilitar o acesso dos cerca de 750 mil visitantes esperados, no período de 30 de outubro a 9 de novembro de 2014, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, a Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora do evento, informa detalhes de infraestrutura e serviços. Transporte Gratuito Para os visitantes que utilizarem o metrô, haverá serviço gratuito para transporte da estação e terminal rodoviário Tietê, na linha azul, durante todos os dias da semana. Aos fins de semana funcionará também transporte gratuito no terminal rodoviário e estação da Barra Funda (linha vermelha). O ônibus que leva os visitantes gratuitamente funcionará a partir de uma hora antes da abertura do Salão do Automóvel até uma hora após o fechamento do evento. Estacionamento Somando as vagas do Anhembi – 4.987 – incluindo outros estacionamentos da região, são aproximadamente 13.400 vagas para carros. Dentro do complexo do pavilhão os preços praticados serão: Preços – Automóvel/Vans: R$ 40; Motocicletas: R$ 30; Ônibus/Micro-ônibus: R$ 70; Caminhões: R$ 120. Haverá também estacionamento gratuito para bicicletas, próximo à entrada do Auditório Elis Regina (Portão 37). Linhas de ônibus Para acesso às ruas Santa Eulália e Paineira do Campo e Praça Campo de Bagatelle utilizando ônibus 106A/10 – Metro Santana – Itaim Bibi 107P/10 – Mandaqui – Pinheiros 175T/10 – Metrô Santana – Metrô Jabaquara 178A/10 – Metrô Santana – Lapa 287A/10 – Penha – CEASA 701U/10 – Jaçanã – Butantã/USP 1177/10 – Term. A.E. Carvalho – Estação da Luz Para Av. Olavo Fontoura 278A/10 – Penha – CEASA 9717/10 – Jd. Almanara – Santana Utilize o site da SPTrans (www.sptrans.com.br) ou a central de atendimento (156) para confirmar as linhas indicadas antes de sair de casa, possíveis alterações em itinerários podem ocorrer com o tempo. Alimentação Nesta edição, serão cinco praças de alimentação com mais de 15 marcas de lanchonetes e restaurantes distribuídas em 2.800m². Mobilidade Para os visitantes com dificuldades de locomoção ou necessidades especiais, a organização do evento tem disponível: cadeiras de roda (motorizadas), área de estacionamento exclusiva, serviço preferencial para credenciamento, banheiros adaptados e rampas de acesso. As cadeiras de roda precisam ser solicitadas na Sala de Segurança e estão sujeitas a disponibilidade. Atendimento médico Uma unidade com recursos de pronto-atendimento será instalada próxima ao Portão 13. Durante a realização do Salão, uma equipe de médicos e enfermeiros fica à disposição, oferecendo segurança e qualidade do serviço. Guarda-volumes Haverá serviço de Guarda-Volumes próximo ao Portão de Saída do Pavilhão. Valor do serviço R$15,00 (por acesso) Serviço: Salão Internacional do Automóvel de São Paulo 2014 Data: 30 de outubro a 9 de novembro de 2014 Local: Pavilhão...

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Salão do Automóvel 2014
out30

Salão do Automóvel 2014

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014, às 20h12 Evento tem abertura com a presença do Governador de São Paulo e do Prefeito da cidade. Com previsão de atrair mais de 750 mil pessoas ao pavilhão do Anhembi, ao longo de 10 dias de feira, Salão do Automóvel recebe elogios. A cerimônia de abertura do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo recebeu hoje, dia 30 de outubro, o governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin e o prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad. Também compareceram os ministros Gilberto Occhi (Cidades) e Mauro Borges (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior). Alckmin destacou o fascínio que o carro exerce, além de ser um campeão na geração de empregos. “A indústria automobilística tem importância social e econômica, e traz a vanguarda da ciência, da energia limpa. Nosso estado contribui com isso porque cobra 12% de ICMS no etanol – que gera menor emissão de poluentes – enquanto o resto do Brasil é 25%”. O governador também comentou que o Rodoanel está em vias de finalizar a construção, e a ampliação das rodovias dos Bandeirantes, Ayrton Senna e Imigrantes, por exemplo. O prefeito Fernando Haddad fez referência ao potencial turístico que o Salão do Automóvel explora, principalmente neste ano, quando acontece logo antes da etapa brasileira da Fórmula 1. “São Paulo é o primeiro destino turístico do Brasil, e caminha para ser o principal da América Latina. A partir de 2017, devemos superar Buenos Aires e Cidade do México, principalmente por conta das atividades do setor privado. Juntos, o Salão do Automóvel e a Fórmula 1 devem reunir 250 mil pessoas não residentes na cidade.” Esses dois eventos reunidos gerarão cerca de R$ 450 milhões, somente de pessoas vindas de fora. Haddad também prevê a reforma do Pavilhão de Exposições do Anhembi, cujo projeto deve ser lançado em 2015. “Vamos repensar a ocupação pública em toda a marginal do rio Tietê. Não há incompatibilidade entre o transporte público e o privado. Devemos caminhar para o que toda cidade moderna faz, e não confundir propriedade com uso racional”. “Ressalto a qualidade do Salão do Automóvel de São Paulo. Não devemos para nenhum dos outros grandes salões mundiais, e isso não é gratuito. Nossa indústria merece, pois todos os maiores players estão agora fabricando aqui”, comentou o ministro Mauro Borges, que ressaltou também a política do Inovar-Auto, e a isenção de IPVA para automóveis híbridos, aplicada na cidade de São Paulo. “Sugiro agora que os governos federais e estaduais estudem implantar o IPVA gratuito para híbridos elétricos, assim como fez a cidade de São Paulo”. Também participaram da solenidade Luiz Moan (presidente da...

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Pesquisadoras avaliam o Banco Ceagesp de Alimentos
out30

Pesquisadoras avaliam o Banco Ceagesp de Alimentos

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014, às 17h19 Bancos de Alimentos são programas destinados a arrecadar, selecionar, processar (ou não), armazenar e distribuir produtos alimentícios considerados inadequados à comercialização, mas sem restrição de caráter sanitário e próprios para o consumo. Os alimentos são repassados a instituições da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O Banco CEAGESP de Alimentos é abastecido por produtos, que foram descartados na comercialização, doados por produtores e permissionários e, esporadicamente, por empresas do entorno do Entreposto e instituições públicas, esclarecem as pesquisadoras Priscilla Fagundes, Katia Nachiluk e Rosana Pithan, do IEA e Lenise Mondini, do Instituto de Saúde e Alessandra Figueiredo, assistente executivo do CEAGESP. “Os alimentos apreendidos, antes de serem encaminhados para a doação, aguardam um prazo em torno de 24 horas (salvo verduras e flores, cujo prazo é de 12 horas) para regularização. Essa regularização depende do motivo da apreensão, mas, na maioria dos casos, é necessário que se pague uma multa. Na maioria das vezes os alimentos doados são aqueles em que o valor da multa supera o valor da mercadoria, ou ainda quando o responsável pela mercadoria não consegue regularizar a situação no prazo estipulado, afirmam as autoras do artigo. O Banco também pode contar com doações feitas por instituições públicas, embora estas sejam esporádicas. No caso da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os produtos são provenientes de compras que a Companhia faz do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo federal, e são doados para Banco CEAGESP, sendo basicamente farinhas e grãos. Após a triagem dos produtos e da determinação de sua perecibilidade, a equipe do Banco identifica o número de entidades que podem ser beneficiadas e entra em contato para que possam fazer a retirada no mesmo dia ou no dia seguinte. O público atendido é oriundo de insti-tuições sem fins lucrativos como hospitais, casas de recuperação, asilos, abrigos, creches, núcleos socioeducativos, associações de moradores de bairros, cooperativas, outros bancos de alimentos, prefeituras e organizações não governamentais (ONGs). No período de nove anos, a doação de alimentos cresceu de 446,28 t para 2.306,84 t ao Banco CEAGESP. Mas, alguns entraves foram detectados: baixa participação dos permissionários; pequeno número de veículos que impedem uma maior captação dos produtos doados; e desperdício ocasional pela falta de aviso em caso de a entidade não poder retirar o alimento. Para ampliar a captação de produtos há necessidade de maior mobilização e conscientização dos permissionários do Entreposto, gerando esforços na busca de recursos externos que possam maximizar a...

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Simpósio em Washington destaca importância de pesquisar a Amazônia
out29

Simpósio em Washington destaca importância de pesquisar a Amazônia

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 12h44 Por Heitor Shimizu, de Washington Agência FAPESP — A FAPESP realizou nesta terça-feira (28/10), em Washington, um simpósio que reuniu pesquisadores dos Estados Unidos e do Estado de São Paulo para apresentar resultados de estudos sobre a Amazônia, em diversas áreas do conhecimento. O encontro “FAPESP-U.S. Collaborative Research on the Amazon” foi organizado em parceria com o Departamento de Energia (DOE) dos Estados Unidos e com o Brazil Institute do Woodrow Wilson International Center for Scholars. Realizado no auditório do Brazil Institute, o encontro reuniu mais de 120 pessoas, público formado principalmente por cientistas, especialistas em conservação da biodiversidade e jornalistas. O discurso de abertura do simpósio foi proferido por Ernest Moniz, secretário de Energia dos Estados Unidos, para quem a Amazônia tem importância fundamental nas questões relacionadas às mudanças climáticas globais. Ele classificou também o momento atual de crítico e transformador para que se possa lidar com o desafio das mudanças climáticas. “A Amazônia é um dos ecossistemas mais vitais do mundo, importante globalmente em muitas dimensões, uma delas a das mudanças climáticas, um dos maiores desafios de nosso planeta. Parte do pano de fundo, nesse contexto, é que, para o Brasil e para os Estados Unidos, os dois países continentais e maiores economias das Américas, os caminhos para a diminuição da emissão de dióxido de carbono têm sido diferentes. No Brasil, mais voltado aos desafios do gerenciamento da Amazônia e, nos Estados Unidos, a desenvolvimentos em oferta e demanda de energia, como na substituição de carvão por gás natural, e em medidas voltadas à eficiência energética, como veículos mais eficientes”, disse. “Estamos em um período crítico e precisamos de um momento transformador para poder lidar com o desafio das mudanças climáticas globais. Não podemos ficar parados. Precisamos das melhores mentes, dos melhores cientistas, para compreender as mudanças que estão ocorrendo nas florestas tropicais e os efeitos que as mudanças no clima hoje e no futuro implicam globalmente nesses ecossistemas e como melhor preservá-los”, disse Moniz. Entre as pesquisas apresentadas no simpósio estiveram trabalhos que integram a campanha científica Green Ocean Amazon (GoAmazon), um programa do DOE conduzido em parceria com a FAPESP e com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Voltado a verificar como o processo de urbanização de regiões tropicais afeta os ecossistemas locais e o clima global, o GoAmazon reúne pesquisadores dos dois países, que coletam e analisam dados ambientais na região de Manaus, tanto na área metropolitana como na floresta, em um gigantesco laboratório a céu aberto. “Esperamos que a colaboração GoAmazon represente uma contribuição importante em meio às contínuas e...

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Córrego Rapadura finalmente vai ter mais uma passagem
out29

Córrego Rapadura finalmente vai ter mais uma passagem

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 19h33   Passagens sobre córregos terão investimentos de R$ 4,5 milhões. Projeto prevê intervenções em 89 pontos de 21 subprefeituras da cidade. O objetivo é garantir melhor acesso e maior segurança aos usuários, eliminando eventuais riscos em função das condições até precárias de algumas dessas travessias.   A Prefeitura de São Paulo deu início à reconstrução de pontes de pedestres que passam exclusivamente por córregos em 89 pontos de 21 subprefeituras da capital, com o investimento de R$ 4,5 milhões. O projeto começou com as intervenções no entorno do Córrego Rapadura, na Vila Carrão, zona leste da cidade. O prefeito Fernando Haddad visitou nesta terça-feira (28) as intervenções no Córrego Rapadura, que foi escolhido para ser o piloto deste projeto devido à necessidade viária local, além de ser uma antiga reivindicação da população. “Eu vim conhecer a tecnologia desta obra que, com um jeito simples, consegue resolver problema comum na cidade. Aqui vai ter a faixa do ciclista, o lugar do pedestre e a faixa do carro para atravessar com segurança”, afirmou o prefeito Haddad. A obra no córrego Rapadura, na Vila Carrão, teve custo de R$ 280 mil. Com o início das obras, as antigas “pinguelas” receberam uma nova estrutura chamada de aduelas – armações de concreto pré-fabricadas e hidraulicamente adequadas para garantir a fluidez do córrego e criar uma passagem segura aos pedestres. O objetivo dessas intervenções é garantir melhor acesso e maior segurança aos usuários, eliminando eventuais riscos em função das condições até precárias de algumas dessas travessias. Em algumas regiões, as estruturas comportarão a passagem de carros, como esta da rua Pero Nunes, na região da subprefeitura Aricanduva/Formosa, onde o prefeito esteve. “Faz muito que é pedido esta ponte. É uma região que não tem passagem. Então a pessoa tem que andar de oito a dez quarteirões até a Avenida Conselheiro Carrão porque não tem como atravessar. Agora, com a ponte, não precisa ir até a avenida, onde tem muita demanda de carros para ir ao outro lado do quarteirão”, disse o subprefeito de Aricanduva/Vila Formosa, Quintino Simões Pinto. Após a conclusão do projeto piloto, “pinguelas” de outras 20 subprefeituras receberão intervenções: Butantã, Campo Limpo, Capela do Socorro, Cidade Ademar, Ermelino Matarazzo, Freguesia/Brasilândia, Guainases, Ipiranga, Itaquera, Itaim Paulista, Jabaquara, Jaçanã/Tremembé, Parelheiros, Penha, Pirituba/Jaraguá, Perus, Santo Amaro, Santana/Tucuruvi e São Mateus, São Miguel. Cada um dos 89 locais que receberão intervenções foi indicado pela subprefeitura local. Além da instalação das aduelas, também é realizada a adequação das pistas nas extremidades dessas travessias e a adequação do sistema de drenagem do local e do leito carroçável, quando necessário. Da Secretaria...

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Ponte de elétrons
out29

Ponte de elétrons

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 13h Por Marcos de Oliveira Revista Pesquisa FAPESP – O grafeno pode duplicar a produção de energia elétrica em biocélulas a combustível, como demonstrou um grupo de pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do ABC (UFABC), em Santo André, na Região Metropolitana de São Paulo. Descoberto em 2004 por Andre Geim e Konstantin Novoselov, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, o grafeno, além de render o Prêmio Nobel de Física aos dois pesquisadores pelos experimentos realizados, provocou uma corrida mundial em busca da utilização desse novo material caracterizado por ser uma folha de carbono com espessura atômica e detentor de propriedades elétricas, mecânicas e ópticas.     Os pesquisadores brasileiros, sob a liderança do professor Frank Crespilho, do IQSC-USP, mostraram no artigo de capa da edição de setembro da revista Physical Chemistry Chemical Physics que folhas de óxido de grafeno presas em fibras flexíveis de carbono facilitam a transferência de elétrons em biocélulas a combustível, dispositivos que convertem energia química em energia elétrica com a ajuda de enzimas e podem ter como combustível, por exemplo, a glicose existente no sangue para suprir de eletricidade marca-passos ou dispensadores subcutâneos de medicamentos. As biocélulas são uma fonte de energia alternativa ainda restrita a laboratórios. As biocélulas desenvolvidas em São Carlos são semelhantes a baterias e possuem dois eletrodos de fibra de carbono flexível, o cátodo, o polo positivo, e o ânodo, negativo. Elas são uma das mais recentes novidades em estudos no campo das fontes energéticas. Uma das opções de combustível para esse dispositivo é o uso da garapa, o caldo de cana repleto de açúcares. As biocélulas podem ter tamanho microscópico ou serem maiores, do tamanho de pequenas caixas plásticas que podem receber a garapa para gerar eletricidade e recarregar baterias de celulares, tabletsou até notebooks. Uma célula pode fornecer uma tensão elétrica um pouco maior que 1,0 volt (uma pilha do tipo AA, por exemplo, tem 1,5 volt). O grupo de Crespilho já trabalha com esses equipamentos desde 2010 (ver Pesquisa FAPESP nºs 182 e 205). Pensando em melhorar o desempenho elétrico desses dispositivos, os pesquisadores colocaram folhas de óxido de grafeno entre o eletrodo e a enzima glicose oxidase. Com isso, a transferência de elétrons para a célula aumentou em pelo menos duas vezes, o que representa o dobro de produção de eletricidade. O processo de liberação de elétrons ocorre pela oxidação da glicose, que acontece na superfície do ânodo, onde é colocada a enzima glicose oxidase produzida a partir do fungo Aspergillus niger. Com isso, os elétrons...

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Crise da água em SP: geólogos querem usar Guarani
out29

Crise da água em SP: geólogos querem usar Guarani

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 16h17 Geólogos estudam meio de usar Aquífero Guarani para aliviar crise do Cantareira. Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli Geólogos da Universidade de São Paulo (USP) elaboram um estudo para saber se é possível retirar água do Aquífero Guarani para abastercer a região de Piracicaba, aliviando o Sistema Cantareira. A proposta é analisar a viabilidade da construção de 24 poços artesianos no município de Itirapina, região oeste do estado, onde o aquífero pode ser acessado de forma rasa. A análise será apresentada, em aproximadamente um mês, ao comitê criado pelo governo estadual para administrar a crise hídrica no Cantareira. Hoje (27), o sistema chegou a 13% da capacidade de armazenamento, após o início da utilização da segunda cota do volume morto. O professor Reginaldo Bertolo, do Instituto de Geologia, explica que o estudo inclui a simulação, por meio de um modelo matemático, da extração de 150 mil litros de água por hora. “Queremos avaliar se o aquífero suporta essas vazões em longo prazo”, apontou. A análise baseia-se em um artigo publicado em 2004 por um grupo da Universidade Estadual Paulista (Unesp). De acordo com o trabalho, a região de Piracicaba fica distante cerca de 60 quilômetros (km) em linha reta, o que diminui os custos de um transporte da água direta para a capital. Outra vantagem é que o desnível geográfico entre as regiões de captação e consumo favorece o deslocamento. Mesmo em fase de pré-viabilidade técnica, Bertolo acredita que essa pode ser uma alternativa interessante para o abastecimento de parte da região que deveria receber água do Cantareira. Ele destaca, no entanto, que é preciso fazer o uso sustentável dessa água para evitar novas crises. “A gente precisa ter a recarga no aquífero para que ele continue dando água. Se a gente tiver em longo prazo a certeza de que a chuva vai continuar caindo e o aquífero recarregado, uma vazão de 1 metro cúbico por segundo é uma vazão segura”, apontou. O Aquífero Guarani é a maior reserva estratégica de água doce da América Latina. Atualmente, o aquífero abastece a maior parte das cidades do oeste paulista. “Observe que a crise de abastecimento de água está mais crítica nos municípios do centro-leste do estado”, avaliou. Isso ocorre, segundo Bertolo, porque eles têm maior segurança hídrica com a água oriunda dos aquíferos Bauru e Guarani. Entre os municípios abastecidos dessa forma, o professor destaca Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Araçatuba, Presidente Prudente, Marília, Bauru, entre outros. Ele explica que a profundidade das águas subterrâneas exige tecnologia complexa de engenharia, similar à utilizada para encontrar petróleo,...

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Cidade ganhará mais 8.000 estacionamentos de bikes
out29

Cidade ganhará mais 8.000 estacionamentos de bikes

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 19h28   Cidade ganhará mais 8.000 paraciclos para estacionar as bicicletas em locais públicos. Atualmente, São Paulo conta com 4.606 vagas para bicicletas sendo 4.382 em bicicletários e outras 226 em paraciclos. Locais de grande circulação vem ganhando paraciclos e licitação servirá para adquirir mais 8.000 novos equipamentos. Atualmente, São Paulo conta com 4.606 vagas para bicicletas sendo 4.382 em bicicletários e outras 226 em paraciclos. Locais de grande circulação vem ganhando paraciclos e licitação servirá para adquirir mais 8.000 novos equipamentos. Além da criação de 100 quilômetros de ciclovias para dar segurança aos usuários de bicicletas, a Prefeitura de São Paulo também vem trabalhando para ampliar os locais de paradas, conhecidos como paraciclos. Após a inauguração do bicicletário municipal com 102 vagas no Largo da Batata, na zona oeste, realizada em agosto, o município está estruturando um processo licitatório para adquirir 8.000 novos paraciclos para se somarem aos 113 equipamentos existentes. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o Termo de Referência para aquisição dos paraciclos está sendo finalizado e o modelo de contratação será divulgado em breve. Com a medida, a cidade poderá saltar das atuais 4.606 vagas de paradas para mais de 20.000 vagas. Atualmente, existem 4.382 em bicicletários, a maioria ligado as estações do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e outras 223 vagas em paraciclos instalados em toda a cidade. “Com a ampliação da malha cicloviária, existem mais pessoas pedalando e por isso, é importante ter mais paraciclos e bicicletários para que essas pessoas sejam estimuladas a usarem a bicicleta. Se o cidadão usa a bicicleta para a metade do caminho e não encontra um local de parada para seguir viagem com outro modal, acaba desistindo”, afirmou o diretor do Instituto Ciclo BR, Felipe Aragonez. Apesar do processo de aquisição dos 8.000 equipamentos, as opções de pontos de paradas para ciclistas já estão sendo ampliadas em todas as regiões pela Prefeitura. Com a intensificação do projeto SP 400 km, locais como os largos São Francisco e Paissandú, Vale do Anhangabaú, a Rua Doutor Falcão, na região central, a avenida Cruzeiro do Sul, na zona norte, e a praça Braúna, na zona leste, foram alguns que ganharam paraciclos. “Há um avanço, mas ainda é claro que a cidade ainda é carente de estruturas para ciclistas”, disse o diretor do Instituto Ciclo BR. De acordo com Aragonez, seria importante que a iniciativa privada também adotasse a implementação de paraciclos, em especial, em áreas de grandes circulações como shopping centers e regiões estritamente comerciais. Para ele, o papel das ciclovias e dos ciclistas é cultural, mas...

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Extração de peles de animais é proibida em SP
out29

Extração de peles de animais é proibida em SP

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 19h01   São Paulo sanciona lei que proíbe a criação de animais para extração de peles. Lei tem intuito de preservar animais usados na indústria de casacos e acessórios. Com o intuito de preservar os animais usados na indústria de casacos e acessórios, como coelhos, raposas, visons, texugos, focas, coiotes, esquilos e chinchilas, a medida será publicada no Diário Oficial de quarta-feira, 29 Foi sancionada nesta terça-feira, 28, a lei que proíbe a criação ou manutenção de animais para extração de peles. O Projeto de Lei 616 de 2011 foi aprovado no dia 17 de setembro na Assembleia Estadual. Atualmente, o Brasil é um dos maiores produtores e o segundo maior exportador de peles de chinchila do mundo, atrás apenas da Argentina. Com o intuito de preservar os animais usados na indústria de casacos e acessórios, como coelhos, raposas, visons, texugos, focas, coiotes, esquilos, e, em maior número, chinchilas, a medida será publicada no Diário Oficial de quarta-feira, 29. A lei prevê mais de R$ 10 mil de multa, por animal, ou 500 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (UFESP´S) para a empresa que descumprir a lei, e o dobro no caso de reincidência. A regulamentação da lei se dará em regime de urgência. Do Portal do Governo do...

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Saiba como registrar um BO online
out29

Saiba como registrar um BO online

    Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 18h45   Entenda melhor como e o que é preciso para registrar um Boletim de Ocorrência online. Quanto mais informações lembrar, mais ajudará o andamento das investigações. O Boletim de Ocorrência, também conhecido como BO, é a comunicação entre o cidadão e a autoridade policial para registrar um crime. É possível recorrer ao distrito policial mais próximo ou então registrar pela internet. O procedimento é fácil e simples. Assista ao vídeo e confira quais casos podem ser registrados pela internet e fique atento aos...

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Sistema Produtor Alto Tietê
out29

Sistema Produtor Alto Tietê

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 10h31 O SPAT (Sistema Produtor Alto Tietê) é um conjunto de cinco reservatórios (ou barragens) localizados entre Suzano e Salesópolis, concebidos visando o aproveitamento múltiplo de recursos hídricos, com ênfase para o controle de enchentes, abastecimento público, irrigação, diluição de esgotos e lazer. Proposto dentro dos estudos do Plano HIBRACE – numa época em que o problema de enchentes na RMSP não era agravado pelo uso e ocupação cada vez mais indevida do solo; pela impermeabilização acentuada do solo; e grande quantidade de lixo jogado no Tietê -, teve sua implantação iniciada pela barragem de Ponte Nova, localizada no rio Tietê, no município de Salesópolis. A conclusão das obras ocorreu no início da década de 70.   De uma forma global, os cinco reservatórios (Ponte Nova, no rio Tietê, na divisa dos municípios de Salesópolis e Biritiba Mirim; Paraitinga, no rio Paraitinga, em Salesópolis; Biritiba, no rio Biritiba, na divisa dos municípios de Biritiba Mirim e Mogi das Cruzes; Jundiaí, no rio Jundiaí, em Mogi das Cruzes; e barragem de Taiaçupeba, no rio Taiaçupeba, na divisa de Mogi e Suzano), dão auxílio importante para a redução nas vazões do Tietê e afluentes próximos à barragem da Penha,somando-se as obras de ampliação da calha do rio, especialmente no trecho Penha-Edgard de Souza. Naturalmente a preservação das várzeas do Tietê a montante da Penha, também se reveste da maior importância para que os objetivos das obras na calha a jusante sejam, na prática, efetivamente alcançados. Rio Tamanduateí Uma das mais importantes sub-bacias do Alto Tietê, a bacia hidrográfica do rio Tamanduateí, com 323 km² abrange zonas centrais de importantes cidades como São Paulo, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano, Diadema e Mauá. O Tamanduateí, nasce na Gruta Santa Luzia no município de Mauá e depois de percorrer 36 km desemboca no rio Tietê. Funciona como uma grande galeria de águas pluviais, apresentando variações bruscas no nível d’água, quando das precipitações pluviométricas que ocorrem com maior incidência no período de chuvas fortes, de outubro a março. No século XIX as inundações causadas pelo rio Tamanduateí na chamada Várzea do Carmo, hoje Parque D. Pedro, provocavam muitos danos às populações ribeirinhas, exigindo medidas, a exemplo da execução de obras de canalização, como forma de prevenir epidemias em consequência das enchentes.     Na década de 70 começou a ser implantado o projeto que levaria à minimização dos problemas das cheias provocadas pelo transbordamento do rio Tamanduateí. A saída então vislumbrada foi a sua canalização, iniciada pelo DAEE em abril de 1978, a partir da sua foz, no rio Tietê. Por atravessar uma área densamente...

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MP ajuíza ação para revisão do volume de água retirado do Alto Tietê
out29

MP ajuíza ação para revisão do volume de água retirado do Alto Tietê

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 09h39 Promotores pedem liminar para evitar “irreversíveis danos ambientais”. O Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (GAEMA) – Núcleo Cabeceiras e da Promotoria do Meio Ambiente da Capital, ajuizou, nesta terça-feira (28/10), ação civil pública ambiental, com pedido de liminar para que sejam suspensos imediatamente os limites máximos de vazão e para que seja feita revisão imediata do volume de água que tem sido retirado do Sistema Produtor do Alto Tietê (SPAT), autorizado pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) à Companhia de Saneamento Ambiental (SABESP). De acordo com a ação, proposta pelos Promotores de Justiça Ricardo Manuel Castro, Secretário do GAEMA Cabeceiras, e José Eduardo Ismael Lutti, da Promotoria do Meio Ambiente da Capital, a medida é urgente “para que sejam prevenidos os irreversíveis e graves danos ambientais, de maneira a se efetivar uma gestão integrada entre recursos hídricos e meio ambiente”. Segundo os Promotores, devem ser adotadas as medidas necessárias para assegurar que no prazo máximo de cinco anos o Sistema Alto Tietê esteja recuperado em seu volume útil e integral e deve ser definido um volume estratégico a ser preservado ao final de cada período de planejamento. A ação também pede que a SABESP, “no período máximo de um ano, promova a integral recuperação ambiental, com o emprego exclusivo de espécies nativas em caráter heterogêneo, das áreas de preservação permanente de 100 metros contados de seu nível máximo, de todos os reservatórios que compõe o SPAT”.   Leia a ação   Assuntos relacionados Sistema Produtor Alto Tietê MP ajuíza ação para revisão do volume de água retirado do Alto...

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Alvorada Nova convida para o Chá Beneficente anual
out29
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Exposição Utopia em SP
out28

Exposição Utopia em SP

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 18h29 Museu da Energia de São Paulo promove exposição que revela o universo particular dos paulistanos. Intitulado “Utopia: a cidade que eu quero viver”, evento mostra diferentes olhares sobre uma nova versão de vida e cidadania. De 25 de outubro a 29 de novembro, o Museu da Energia de São Paulo, instituição mantida pela Fundação Energia e Saneamento, promove a exposição fotográfica “Exposição Utopia: a cidade que eu quero viver”. Aberto gratuitamente ao público, o evento acontecerá das 10 às 17 horas. Idealizada pela Via Cultural – Instituto de Pesquisa e Ação pela Cultura, a mostra reúne 40 fotografias que revelam universos particulares de São Paulo registrados pelos próprios moradores da Capital. As imagens captadas foram inspiradas pela ideia de utopia e da ressignificação da cidade e seus espaços. A seleção das fotos que compõem a exposição resulta de um concurso cultural promovido nas redes sociais, convidando os paulistanos a pensarem na cidade sob um olhar poético. A proposta foi de reunir visões múltiplas e cartográficas de São Paulo, apresentando o cotidiano da população por meio de fotos que projetam momentos inspiradores. Serviço Exposição Utopia: a cidade que eu quero viver De 25/10 a 29/11 Horário: das 10 às 17h Local: Alameda Cleveland, 601 – Bairro Campos Elíseos – São Paulo Entrada gratuita Sobre a Fundação Energia e Saneamento Criada em 1998, a Fundação Energia e Saneamento pesquisa, preserva e divulga o patrimônio histórico e cultural do setor de energia e de saneamento ambiental. Atuando em várias regiões do Estado de São Paulo por meio da Rede Museu da Energia e do Núcleo de Documentação e Pesquisa, localizado na capital, realiza ações culturais e educativas que reforcem conceitos de cidadania e incentivem o uso responsável de recursos naturais. Empresas mantenedoras AES Eletropaulo, Sabesp e Cesp Clique no botão para ver todas as imagens em nossa página do facebook Exposição Utopia em...

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WiFi Livre chega à Praça Sílvio Romero
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Governo quer derrubar MP que estende prazo para o fim dos lixões
out28

Governo quer derrubar MP que estende prazo para o fim dos lixões

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 16h41 No dia 15/10, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, declarou a discordância do governo federal quanto à prorrogação do prazo para o fim dos lixões, encerrado em agosto deste ano. O anúncio veio de encontro ao texto da Medida Provisória (MP) 651/14, aprovado um dia antes pela Câmara dos Deputados com a intenção de ampliar o prazo até 2018. Agora, a proposta segue para o Senado. Tanto a extinção dos lixões, quanto a instalação de aterros sanitários para destinação adequada dos resíduos sólidos são metas previstas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010. Outras definições contidas na resolução são a implantação da reciclagem, do reuso e da compostagem, além do tratamento de resíduos e da coleta seletiva. Adiamentos Neste contexto, a elaboração de planos de resíduos sólidos são caracterizados como requisitos para que estados e municípios recebam verbas do governo federal para investir no segmento. Ainda assim, a MP, aprovada na Câmara, amplicou o prazo de entrega destes planos até 2016, sendo a data inicial 2012. “Prorrogar por mais quatro anos para que tipo de solução?”, questionou Izabella. De acordo com ela, a ampliação do prazo perde o sentido na medida em que não são compreendidas as peculiaridades de cada município, tais como os turísticos ou com menos de 50 mil habitantes e aqueles em zona de fronteira, que teriam menos receita. Um dos aspectos destacados pela ministra foram os quase 2,3 mil municípios que cumpriram a lei. “Porque esses cumpriram e os outros não? Essas discussões têm que vir para a mesa para que possamos construir o melhor arcabouço legal para erradicação dos lixões”, avaliou. Ela acrescenta que este tipo de análise é essencial para determinação de critérios sólidos capazes de identificar os reais desafios do Brasil no tratamento de resíduos sólidos. Uma das opções para as cidades que descumpriram o prazo é assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público, que fiscaliza a execução da lei. Os gestores municipais que não se adequaram à política, poderão responder por ação civil pública, por improbidade administrativa e crime ambiental. Fonte: Master Ambiental, com informações da Agência Brasil e do Portal...

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Todos arcarão com a vitória do atual governo
out28

Todos arcarão com a vitória do atual governo

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 08h45 – atualizado às 13h20 Assim é a democracia, onde a maioria vence, mesmo que por pouco. Gerson Soares Quem votou a favor de Dilma Roussef, concorda com a pior educação e a maior desvalorização dos professores do ensino público em todos os tempos, onde os alunos brasileiros ficam entre os piores colocados da América Latina, sem citar Europa, América do Norte e Ásia. Concorda com a situação dos hospitais públicos, com os investimentos pífios em saúde perante as estatísticas mundiais. A falta de segurança nos remete a uma das propostas do candidato Aécio Neves, da qual não abriu mão nem mesmo para ter o apoio de Marina Silva, a de mudar a maioridade legal. Essa mudança – que terá no Senado o apoio do eleito José Serra – vai de encontro aos crimes absurdos, como o que foi cometido no bairro do Belém em São Paulo, onde um menor matou um jovem na porta de casa para roubar um celular. E o de outro menor, que disse abertamente à imprensa ter matado a namorada, por motivo fútil, a poucos dias de completar 18 anos, por saber que não seria punido com o rigor que sua frieza merece. Hoje, a população e a polícia temem os bandidos, não por serem covardes, sim porque as leis conferem mais direitos de proteção e defesa aos criminosos, do que aos que procuram ter uma vida dentro daquilo que se espera ser normal, como trabalhar, estudar, construir uma família, ver os filhos e os netos crescerem e um dia morrer em paz. Quem votou a favor da continuidade, concorda que a maior potência da América Latina, que oscila na 7ª posição entre as economias mundiais, permita haver pessoas que sobrevivam da comida e daquilo que recolhem dos lixões nas grandes cidades. Aqueles que não quiseram trocar a presidência concordam que a corrupção é um costume e deve continuar, apesar de todo o empenho da Justiça em desmontar esquemas que beneficiam empresas, partidos e políticos ligados ao atual governo, como vem sendo mostrado e divulgado pela imprensa mundial. Os bilhões desviados, certamente serviriam para melhorar o desenvolvimento do país, justamente nas regiões que apoiaram a continuidade. Que nos perdoem a sinceridade, mas se em doze anos, tudo o que foi descrito aqui não mudou, esperar que nos próximos quatro anos um milagre aconteça é muita ingenuidade. O Rio São Francisco, que assiste a construção de um curso artificial para suas águas, sendo construído há anos sob o pretexto de levar água ao Nordeste e que já consumiu muito mais dinheiro e extrapolou os prazos previstos, que o...

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Cada metade tem o que merece
out28

Cada metade tem o que merece

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 07h59 – atualizado às 13h05 Com o país literalmente dividido, Dilma Roussef do Partido dos Trabalhadores recebe da metade da população mais quatro anos para governar o país, uma decisão que fez beirar o desejo de separatismo. Gerson Soares O Brasil já demonstrou isso antes, uma vez por São Paulo e outra pelo Rio Grande do Sul, dois Estados brasileiros que votaram contra Dilma. Separar a nação, que se dividiu entre a parte mais desenvolvida e a mais dependente, é o pensamento que vem a mente da metade que pede mudanças já. A eleição disputadíssima mostrou claramente ao mundo que uma parte do país avança e outra ainda não consegue alcançar independência do governo. Generalizando, a metade que elegeu Dilma Roussef para um segundo mandato, é aquela onde tudo ou quase tudo está atrelado aos favores da máquina governamental, que soube controlar bem os seus investimentos cobrando o retorno dos benefícios doados a essas populações através do bolsa família, auxílio isso e aquilo. Enquanto essa situação for mantida, todo o país pagará caro. Por um lado, aqueles que recebem os benefícios ficam acomodados à situação precária em que vivem e talvez, não enxerguem que com a melhoria do aparelhamento básico que deve obrigatoriamente ser providenciado pelo governo, sua situação já deveria ter melhorado, com melhor educação, desenvolvimento e principalmente justiça. Por outro lado vem o pensamento de quem trabalha para conseguir e almejar uma vida melhor. O Sul e o Sudeste, além do Centro-Oeste que votaram contra Dilma, possuem as áreas mais desenvolvidas do país nos mais diversos setores da economia. Essa infraestrutura foi construída através da industrialização e do comércio, enquanto o Norte e o Nordeste, inclusive Minas Gerais, tiveram experiências mais restritas aos coronéis – grandes proprietários de terras, espécies de senhores feudais modernos que detêm o poder econômico e o povo sob seu jugo. A parte do país que votou a favor de Aécio quer ver a água chegar ao Nordeste, mas esse fenômeno natural, o da seca e desertificação de algumas áreas, foi agravado e explorado ao longo das décadas através da fome e da pobreza. O Brasil remete dinheiro e poder ao Norte e ao Nordeste há tanto tempo que já se perde a conta. A região precisa se desenvolver e quem deve promover isso é o governo que detém as ferramentas para tanto. Os auxílios ajudam, mas parece que a ideia é torná-los perpétuos; ao invés de resolver os problemas, tapa-se o sol com a peneira. E é para isso que chamamos a atenção. Uma visão mais ampla nos leva a esta conclusão. Logicamente que se...

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Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula
out27

Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 12h14 Reeleita, presidente destaca união e reforma política em primeiro discurso. Mariana Jungmann – Agência Brasil Edição: Fábio Massalli A presidente reeleita Dilma Rousseff falou em união e reformas em seu primeiro discurso após o resultado das urnas. Em Brasília, Dilma negou que o país esteja dividido e pediu paz entre todos. “Conclamo, sem exceção, todas as brasileiras e brasileiros a nos unirmos em favor de nossa pátria, de nosso país, do nosso povo. Não creio que essas eleições tenham dividido o país. Entendo que elas tenham mobilizado ideias e emoções, às vezes contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca por um futuro melhor para o Brasil”, disse.     A presidente disse também que entendeu o recado das urnas sobre a necessidade de mudanças. “O caminho é muito claro. Algumas palavras e temas dominaram essa campanha. A palavra mais repetida, mais falada, foi mudança. O tema mais amplamente convocado foi reforma. Sei que estou sendo reconduzida para ser a presidente que irá fazer as grandes mudanças que a sociedade precisa”, disse. Segundo a presidente, a primeira reforma que ela buscará será a política. Dilma disse que vai procurar o Congresso Nacional para conversar, assim como movimentos da sociedade civil. Ela voltou a insistir na necessidade de um plebiscito para “dar força e legitimar” a reforma. “Entre as reformas, a primeira e mais importante deve ser a reforma política. Deflagrar essa reforma, que é de responsabilidade do Congresso, deve mobilizar a sociedade por meio de um plebiscito, de uma consulta popular. Somente com um plebiscito nós vamos encontrar a força e a legitimidade para levar adiante este tema. Quero discutir isso com o novo Congresso eleito. Quero discutir igualmente com os movimentos sociais e as forças da sociedade civil.” Em seguida, Dilma voltou a prometer empenho no combate à corrupção. “Terei um compromisso rigoroso com o combate à corrupção, fortalecendo os mecanismos de controle e propondo mudanças na legislação para acabar com a impunidade, que é a protetora da corrupção”, disse Dilma. Na área econômica, a presidente disse que vai promover “com urgência” ações localizadas na economia para a recuperação do ritmo de crescimento com a manutenção de empregos e da renda dos trabalhadores. O combate à inflação também será uma prioridade, segundo ela. “Vou estimular, o mais rápido possível, o diálogo e a parceria com todos os setores produtivos do país”, disse. Por fim, Dilma disse que hoje está “muito mais forte, mais serena e mais madura” para a tarefa que lhe foi delegada.   Assuntos relacionados “Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou...

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O maior golfinho de água doce do mundo
out27

O maior golfinho de água doce do mundo

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 15h23 Animal tem sido utilizado como isca para pesca de peixe com baixo valor comercial. Populações estão sendo reduzidas a uma taxa de 10% ao ano desde que o consumo de piracatinga aumentou na Colômbia. Símbolo de diversas lendas da Amazônia, o boto-cor-de-rosa (Inia geoffrensis) é o maior golfinho de água doce do mundo. Também conhecido como boto-vermelho ou boto-da-amazônia, o animal é endêmico das bacias dos rios Amazonas e Orinoco. Dentre os golfinhos de água doce, é o que apresenta a maior distribuição geográfica, ocorrendo em uma área de cerca de 7 milhões de quilômetros quadrados e podendo ser encontrado em seis países da América do Sul: Bolívia, Brasil, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. Sua coloração pode variar de cinza-escuro a rosa brilhante, dependendo da idade e do sexo do animal, porém machos adultos e sexualmente ativos são muito mais rosados devido à intensa despigmentação. Os olhos são pequenos, mas possuem boa acuidade visual tanto dentro quanto fora d’água. A nadadeira caudal é larga; as nadadeiras peitorais são grandes, largas e espessas; e a nadadeira dorsal é longa e baixa. Machos adultos são bem maiores e mais robustos que as fêmeas, atingindo no máximo 2,55 metros de comprimento e podendo pesar 200 kg. As fêmeas chegam a medir 2,25 metros de comprimento e pesar 155 kg. Essencialmente piscívoro, o animal alimenta-se de mais de 45 espécies de peixes, embora existam registros de ingestão de caranguejos e tartarugas. Como predadores aquáticos de topo da cadeia alimentar, os botos exercem a importante função de manter as populações de peixes sadias e em equilíbrio, removendo os indivíduos parasitados e doentes e consumindo as espécies mais abundantes. Sem predadores naturais, uma das ameaças à espécie é a captura acidental em redes de pesca. Além disso, os botos têm sido utilizados como isca para pesca da piracatinga (Calophysus macropterus), peixe também conhecido como urubu-d’água por se alimentar de restos de animais mortos. Toneladas de piracatinga são exportadas para a Colômbia, onde é bastante aceita pela população. De acordo com a Fundação Omacha (Colômbia), a população de Bogotá, maior consumidor deste peixe, desconhece a forma como ele é capturado, assim como de que se trata de um animal carniceiro. A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) ainda não classifica o boto-cor-de-rosa como ameaçado de extinção por ser uma espécie da qual se tem “dados insuficientes”, mas as autoridades brasileiras o classificam como “vulnerável”. Reprodução Assim como outras espécies aquáticas, a reprodução do boto está fortemente associada ao ciclo hidrológico da região. Depois de uma gestação de cerca de 11 meses, nasce um único filhote, de...

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Oposição aumenta após eleições
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Oposição aumenta após eleições

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 12h36 Cientistas políticos avaliam desafios do futuro governo com oposição mais forte. Mariana Jungmann – Agência Brasil Edição: Fábio Massalli O resultado geral das eleições deste ano pode conduzir as forças políticas a rearranjos que, em última instância, podem levar o PT a, após 12 anos, ter que governar com uma base de apoio mais coesa e homogênea. É o que diz o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB), Leonardo Barreto, ao confrontar a reeleição da presidente Dilma Rousseff com a nova composição do Congresso Nacional, onde cresceu o número de parlamentares da oposição, e nos estados. “PT e PMDB perderam deputados, e a oposição ganhou parlamentares. Será um novo desafio, mas acho que, com isso, a presidente tem a oportunidade de trabalhar com uma base mais enxuta e, ao mesmo tempo, mais coesa e homogênea. Há, sim, essa oportunidade de reconstrução”, disse o cientista político à Agência Brasil. Para Barreto, o reflexo da vitória de Dilma sobre Aécio Neves (PSDB) por pouco mais de 3% dos votos válidos obrigará a presidente a se sentar com representantes de todos os setores, inclusive da oposição, e negociar novas propostas e projetos se quiser cumprir a promessa de campanha de transformar seu segundo mandato em um “governo de ideias novas”. “Ela agora tem o desafio de revitalizar a energia do governo, de não deixar que o desgaste dos primeiros quatro anos de qualquer governo torne seu segundo mandato mais difícil que o primeiro. Para isso, vai ter que ser criativa, investir nas reformas que o país precisa e chamar todos os setores para conversar”, comentou Barreto, destacando que, já em seu discurso de vitória, Dilma fez um chamamento à paz e à união de todos, se comprometendo a abrir espaços de diálogo. “Se ela conseguir colocar isso em prática, há uma janela de oportunidades para que o país possa, de fato, experimentar algo novo nos próximos quatro anos. Além disso, a própria presidente, na sua fala, demonstrou ter feito uma boa leitura da mensagem que as pessoas vem passando nas ruas desde 2013: que a grande mudança que elas querem é uma mudança dos hábitos e das instituições políticas”. Já para o professor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB) Paulo Roberto da Costa Kramer, o governo federal terá ainda mais difículdades para pautar e aprovar sua agenda a partir da próxima legislatura, pois a oposição se consolidou em meio à disputa eleitoral acirrada deste ano. “A oposição, que parecia moribunda durante a maior parte dos últimos 12 anos, recebeu um impulso fundamental durante a campanha. As vitórias...

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