CERET e o Jardim Anália Franco

Centro Educativo, Recreativo e Esportivo do Trabalhador (CERET) na época da sua inauguração em 1974. Rubens Pimentel, antigo morador e sócio nº 40 do clube, cedeu esta belíssima imagem para documentar suas lembranças em reportagem de Ana Lúcia Sorrentino Garé, no ano de 2002.

Centro Educativo, Recreativo e Esportivo do Trabalhador (CERET) na época da sua inauguração em 1974. Rubens Pimentel, antigo morador e sócio nº 40 do clube, cedeu esta belíssima imagem para documentar suas lembranças em reportagem de Ana Lúcia Sorrentino Garé, no ano de 2002.O atual PET (Parque Esportivo dos Trabalhadores), chamava-se CERET e assim deve ser lembrado por muito tempo. As mudanças pelas quais passou foram várias e sua vasta área esteve sob o comando de sindicatos, governadores e prefeitos. Porém o parque jamais deixou de fazer parte da vida de muitos moradores que ali se exercitam, caminham, praticam esportes ou simplesmente reservam algumas horas para o lazer.

As árvores, que nesta imagem vemos ainda em fase de crescimento, hoje atingiram dimensões tais, que frondosas exercem bucolismo e encanto às alamedas e o entorno do parque, cuja fundação incentivou o loteamento de uma gleba que pertencia à Associação Feminina Beneficente e Instrutiva, criada pela Educadora Anália Franco. Essa iniciativa, cercada de zelo pelas crianças pobres que assistia, incentivaria a construção dos edifícios de alto padrão que caracterizam o local conhecido hoje por Jardim Anália Franco. Com os recursos da venda dos lotes, entre outros, a associação mantinha suas obras assistenciais.

Rubens Pimentel, nascido em 10 de fevereiro de 1942, muito colaborou com o início das atividades do CERET, sendo registrado como sócio número quarenta. O antigo morador orgulha-se de residir no mesmo endereço do bairro até hoje, exemplificando com esse perfil a maneira de ser do morador do Tatuapé, que raramente o troca por outro bairro da cidade.

Do lado de fora do parque, estacionados ao lado dos muros, tendo a lua e as estrelas por inspiração, muitos jovens paravam seus automóveis para namorar, formando filas de carros. Após o início das construções e a expansão imobiliária essa prática foi abandonada, mas o parque continua sendo um local aprazível para muita gente.

Da obra Memórias do Tatuapé | IX Edição Histórica | Dezembro/2012 | Editor: Alô São Paulo | Foto: ALOIMAGE | Título original: Fundação do CERET incentivou a criação do Jardim Anália Franco

Author: alotatuape

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