Justiça aprova implantação de ciclovias em São Paulo, ganha Prefeitura
jul28
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Cicloativistas discutem a infraestrutura das ciclovias da cidade
maio20
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Comissão de Trânsito faz balanço das ciclovias em São Paulo, no Tatuapé liga nada a lugar nenhum
maio01
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Ciclovias enfrentam críticas
fev26

Ciclovias enfrentam críticas

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 17h12 As ciclovias já enfrentam duras críticas sobre o alto custo e a verdadeira utilidade. Gerson Soares As manifestações contrárias que chegam dos moradores e comerciantes, referem-se ao estacionamento para os veículos – espaço em plena extinção na cidade – entre outras reclamações. Os custos também estão sendo questionados, já que o quilômetro das ciclovias paulistas chegam a custar o dobro de outros países e até mais. Quando se pensa na utilidade das ciclovias que estão sendo instaladas, como a extensão que acaba de ser inaugurada na Vila Carrão, vem a dúvida sobre o preparo físico dos usuários. O local é bastante acidentado e em relação a Avenida Conselheiro, está localizado em lugar alto com ladeiras que irão colocar qualquer usuário em boa forma, caso contrário terá de empurrar a sua bike em vários trechos. Quando o sentido é outro, a praticidade para quem vai ao trabalho, por exemplo, também não se pode esperar chegar impecável. As mulheres também reclamam, lembrando da vaidade. O fato é que as ciclovias vieram para ficar e na cidade não há mais espaço para estacionar os veículos. Com isso, os estacionamentos particulares cobram quanto querem, luxo reservado para quem pode pagar. A bike acaba sendo uma opção, mas ainda falta muito para estar entre a melhor. No Tatuapé, onde na prática a ciclovia inexiste, o ciclista precisa ficar atento, já que os motoristas disputam o mesmo espaço, e pior ainda, apostando corrida com as bikes (leia a matéria: Disputa de carros e bicicletas no bairro: isto é possível?), que pela melhor mobilidade e agilidade acabam chegando antes dos carros ao final de cada quarteirão, onde o trânsito é cada vez mais...

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Ciclovias atingem 100 Km em SP
out23

Ciclovias atingem 100 Km em SP

Quinta-feira, 23 de outubro de 2014 às 19h15 Cidade alcança a marca de 100 quilômetros de ciclovias implementadas neste ano. A marca foi alcançada nesta quinta-feira (23) com a entrega de mais 8,2 quilômetros de via no Jardim Helena, na zona Leste. Circuito é interligado com estação da CPTM. SECOM/PMSP – A cidade de São Paulo alcançou nesta quinta-feira (23) a marca de 100 quilômetros de ciclovias implementados desde junho de 2014, quando teve início o projeto SP 400km, com a entrega de mais 8,2 quilômetros de vias segregadas para bicicletas no Jardim Helena, na zona leste da capital. O percurso se soma a um trecho de 3,7 quilômetros, em funcionamento na região desde o último dia 12. O prefeito Fernando Haddad acompanhou a entrega do novo trecho.     “Já temos muitos ciclistas aqui, mas nós podemos ter ainda mais. São Paulo hoje tem aproximadamente 500 mil ciclistas. Seria razoável que tivéssemos 1,5 milhão de ciclistas. O cidadão não precisa andar de bicicleta todos os dias, mas deveria fazer pelo menos um trajeto, em um ou dois dias por semana, para chegar ao trabalho. A saúde do paulistano vai melhorar, assim como o ar que a gente respira e o tempo de deslocamento das pessoas da casa para o trabalho e do trabalho pra casa”, afirmou Haddad. O circuito na área tem hoje 11,9 quilômetros e proporciona ligações do Jardim Helena com São Miguel Paulista, além de integrar-se com a Estação Jardim Helena – Vila Mara da CPTM. Nos trechos das avenidas Oliveira Freire e Dr. José Artur da Nova, a ciclovia foi instalada sobre as calçadas, que foram alargadas para melhor conforto e segurança tanto dos ciclistas quanto dos pedestres. A obra foi financiada com recursos do Fundo de Desenvolvimento Urbano (Fundurb). Ouça a música e leia a letra criada para o Projeto das Ciclovias na cidade Ciclovias de SP ganham música do grupo Pequeno Cidadão   Segundo a pesquisa Origem/Destino do Metrô, realizada em 2007, o Jardim Helena possui o maior número de usuários de bicicleta do município. A integração intermodal com o sistema metroferroviário é forte característica da região, já que o deslocamento para o trabalho aparece como um dos principais motivos das viagens realizadas. Apesar de não usar o trem com tanta frequência, a artesã e líder comunitária Andreia dos Santos Ribeiro, 48, realiza inúmeros percursos no bairro de bicicleta. “Vou até o posto de saúde, levo meus filhos na escola, vou à padaria e ao açougue, tudo de bicicleta. Trazer a ciclovia para o bairro foi uma ótima medida, pois agora nós conseguimos andar com segurança, agora os motoristas nos respeitam”, disse. A...

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Privilégios e estação inacabada põe em dúvida ciclovias no bairro
out17
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Haddad fala das ciclovias e estações de bikes no Tatuapé
out08

Haddad fala das ciclovias e estações de bikes no Tatuapé

Quarta-feira, 8 de outubro de 2014, às 14h56 – Atualizado às 18h39 A cidade está passando por mudanças promovidas pela Prefeitura. Mobilidade urbana ligada ao transporte público, iluminação, ocupação de ruas e praças com eventos, virada cultural e esportiva. Estes são alguns exemplos de ações interessantes e que merecem destaque positivo. Outra iniciativa em prol dos munícipes, mas que ainda tem opositores, até mesmo entre quem pratica exercícios regularmente são as ciclovias.     Em sua visita ao bairro, na manhã desta quarta-feira (8), o prefeito Fernando Haddad declarou que não há nada contra os carros, mas que é a favor de mudanças e demonstra entusiasmo quando fala da implantação das faixas exclusivas para bicicletas. Ao nos dirigirmos para o evento que ocorria na entrada do Parque Esportivo do Trabalhador (PET – muito mais lembrado pelo antigo nome Ceret), logo no início desta reportagem, encontramos Sueli que observadora não se conteve em dizer: “A ciclovia termina aqui. Quando vai ficar pronta?”, ao perceber que a lente de nossa câmera estava voltada para o final da faixa exclusiva das bikes, na esquina da Rua Nello Bini com a Rua Eleonora Cintra, em frente ao Ceret. Sueli disse mora no bairro desde que nasceu e contou sobre seu filho que precisa ir até a faculdade. “Existe uma faixa de ciclovia na Praça Ituzaingó, mas não tem continuidade. Precisaria descer pela Rua Coelho Lisboa, Rua Serra de Bragança”, exemplificou. Apesar da nova modalidade em transporte ser o assunto do momento, Sueli afirma que são necessárias outras linhas de ônibus para o centro. “Nós não temos como ir do Tatuapé para o Centro, só há uma linha de ônibus, que sai da Silvio Romero, e o Metrô. Meu filho estuda na Consolação e gostaria de usar a ciclovia como alternativa”. Sobre as ciclovias o Prefeito reafirmou nesta manhã no encontro com a imprensa e diversos usuários do parque que até o final de 2015 todas as estações e ciclovias estarão interligadas. “São 400 quilômetros. Essa distância dá para ir até o Rio de Janeiro”, exagerou ao perguntarmos sobre as estações que estão sendo instaladas no bairro. “Todas as estações serão interligadas”, disse ao questionarmos as obras nas ruas Emílio Mallet e Euclides Pacheco. Portanto, os adeptos ao uso da bicicleta como meio de transporte terão de aguardar mais um tempo. Mas, segundo nos informou Haddad, onde há estações também haverá ciclovias.   Assuntos relacionados Haddad fala das ciclovias e estações de bikes no Tatuapé Haddad está mudando o estilo da cidade e o Tatuapé faz parte Prefeitura entregará nova iluminação no...

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Ciclovias de SP ganham música do grupo Pequeno Cidadão
out03
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88% dos paulistanos aprovam ampliação de ciclovias, revela pesquisa
set19

88% dos paulistanos aprovam ampliação de ciclovias, revela pesquisa

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 16h59 Segundo a pesquisa realizada pelo Ibope a pedido da Rede Nossa São Paulo, faixas exclusivas para ônibus tem apoio de 90% dos entrevistados. Desde janeiro de 2013, mais de 350 quilômetros de vias segregadas para ônibus foram construídas. PMSP / SECOM – Uma pesquisa sobre mobilidade urbana divulgada nesta quinta-feira (18) mostra que 88% dos entrevistados são a favor da construção e ampliação das ciclovias. O levantamento também mostra que 90% são favoráveis à ampliação das faixas exclusivas para ônibus. A pesquisa foi realizada pelo Ibope, a pedido da Rede Nossa São Paulo, e aborda os mais diversos aspectos da mobilidade na cidade. O instituto ouviu 700 pessoas entre os dias 29 de agosto e 3 de setembro. A margem de erro é de 4 pontos percentuais.     Após a apresentação dos dados da pesquisa, o prefeito Fernando Haddad defendeu o envolvimento da sociedade para adotar medidas que ampliem a mobilidade urbana. “Essa é uma agenda que os partidos não deveriam disputar, mas somar ao governo para construiremos até mais rápido tudo que vem sendo feito na cidade. E o apoio às ciclovias é de 88% – mesmo apoio às faixas de ônibus -, apesar de ser um modal que ainda carece de muitas políticas do ponto de vista educacional e pedagógico”, disse. A construção de 400 quilômetros de ciclovias até o fim de 2015 é uma das metas da Prefeitura de São Paulo. Somente neste ano, a capital já ganhou 58,3 quilômetros. Outras medidas de incentivo ao uso da bicicleta como transporte prioritário foram as inaugurações do bicicletário público no Largo da Batata e da ciclopassarela sobre a Marginal Pinheiros. A avenida Paulista também vai ganhar ciclovia no canteiro central. Já a criação de faixas exclusivas para ônibus aumentou a velocidade dos coletivos e causou economia de tempo para usuários do sistema de transporte coletivo da cidade de São Paulo, segundo estudos realizados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Atualmente, São Paulo conta com mais de 440 quilômetros de vias segregadas à direita, sendo que desde janeiro do ano passado, com a operação “Dá Licença para o Ônibus”, foram implantados 357,5 quilômetros. “Esse grande apoio dos paulistanos para a bicicleta e para a ciclovia é importante para a cidade porque é um serviço não motorizado. Isso ajuda quem precisa desse tipo de transporte, ajuda do ponto de vista ambiental e do ponto de vista da saúde. Portanto, ajuda a cidade. Isso é importante e só nos encoraja ainda mais a continuarmos nesse projeto de implantação dos 400 km de ciclovia na cidade de São Paulo”, afirmou o secretário...

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Conheça o plano de Ciclovias da cidade de SP
ago29

Conheça o plano de Ciclovias da cidade de SP

Sexta-feira, 29 de agosto de 2014 às 16h31 São Paulo terá 400 quilômetros de ciclovias até o final de 2015. Conheça o projeto divulgado pela Prefeitura, que segundo o órgão vai estimular o uso de bicicleta na capital paulista.     A Prefeitura de São Paulo pretende implementar 400 quilômetros de ciclovias até o final de 2015. De acordo com a SECOM (Secretaria de Comunicação da Prefeitura) esta é a Meta 97, do Programa de Metas, que será realizada a partir do projeto SP 400km. Este ano, a capital já ganhou 11,6 quilômetros; a meta é fechar 2014 com 200 quilômetros implementados. Ciclovias da cidade de São Paulo Conheça o plano completo Atualmente, a cidade conta com 82,41 quilômetros de vias segregadas exclusivamente para o deslocamento de ciclistas. Nesta semana, a região do Tatuapé, Zona Leste, recebeu o primeiro trecho de ciclovia. Em julho deste ano, a cidade ganhou mais 10 quilômetros na avenida Cruzeiro do Sul e no centro da cidade. Outras medidas de incentivo à bicicleta como transporte prioritário foram as inaugurações do do bicicletário público no Largo da Batata e da ciclopassarela sobre a Marginal Pinheiros. Para estimular o uso da bicicleta como meio de transporte na cidade, o projeto SP 400km realizará as intervenções com um custo reduzido, articulado com o transporte público e também visando reduzir acidentes em vias de circulação de ciclistas....

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Crateras continuam se formando no bairro, esta flagramos no Belenzinho
mar06

Crateras continuam se formando no bairro, esta flagramos no Belenzinho

Gestão anterior na Prefeitura, que priorizou a criação de ciclovias – em grande parte do Tatuapé são inúteis – e a batalha contra o uso dos carros, se esqueceu da manutenção das ruas e avenidas. A consequência é o número de buracos que surgem a cada dia.

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Tatuapé: obra largada na metade na Av. Ver. Abel Ferreira agrava congestionamentos
fev08

Tatuapé: obra largada na metade na Av. Ver. Abel Ferreira agrava congestionamentos

Na mesma avenida o descaso com o dinheiro público, utilizado em ciclovias sem demanda para o investimento feito.

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Tatuapé 45 graus: formato de estacionamento aproveita melhor o espaço público
out29

Tatuapé 45 graus: formato de estacionamento aproveita melhor o espaço público

A Prefeitura de São Paulo tem investido bastante energia em lazer e ciclovias no intuito de democratizar os espaços públicos da cidade. Outras ações nesse sentido são os parklets e a polêmica do fechamento das ruas para brincar e até tomar sol, como na Avenida Paulista.

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Ciclovia no Carrão, liga Rua Taubaté à Atucuri
fev26

Ciclovia no Carrão, liga Rua Taubaté à Atucuri

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 13h19 Atualmente a cidade possui 235,3 quilômetros de vias destinadas aos ciclistas. Meta é alcançar 400 quilômetros de ciclovias até o fim do ano. SECOM – A Vila Carrão, na zona Leste da cidade, ganhou nesta quarta-feira (25) uma ciclovia com 2,2 quilômetros de extensão e o prefeito Fernando Haddad visitou o novo trecho na companhia do secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto. A via exclusiva para bicicleta passa pelas ruas Engenheiro Pegado, Rogério Giorgi e João Vieira Prioste, entre as ruas Atucuri e Taubaté, e é, em grande parte, paralela à Avenida Conselheiro Carrão, informa a secretaria executiva de Comunicação da Prefeitura da cidade de São Paulo (SECOM). “A ciclovia se integra a outros investimentos que estão sendo feitos na área da mobilidade, como expansão dos trilhos e a expansão dos corredores e faixas de ônibus. É um projeto difícil porque a malha cicloviária não existe na cidade de São Paulo, então ela não está conectada. Ela só estará plenamente conectada a partir do final do ano. Isso vai começar a sugerir que as pessoas possam pensar a mobilidade de uma maneira diferente”, afirmou Haddad. Atualmente a cidade possui 235,3 quilômetros de vias destinadas aos ciclistas. Desse total, 172,3 quilômetros foram inaugurados desde junho de 2014. Os demais 63 quilômetros foram herdados da gestão anterior. A meta da Prefeitura é viabilizar uma malha cicloviária de 400 quilômetros até o final deste ano. “Estamos ampliando nossa rede cicloviária nos mais diversos pontos da cidade. Trata-se da construção de uma malha que fará ligações com pontos estratégicos de mobilidade, como terminais de ônibus e estações do metrô, além de equipamentos como escolas, praças e bibliotecas”, disse o secretário. Segundo Tatto, o projeto de ciclovia para a região prevê que ela chegue até a Radial Leste. O novo percurso é bidirecional em toda a sua extensão, sempre ao lado da calçada. Em sua demarcação estão sendo utilizados, aproximadamente, 6.000 metros quadrados de sinalização horizontal, 48 placas de trânsito que indicam a circulação exclusiva de bicicletas e 133 placas de regulamentação e advertência. Avenida Paulista e Minhocão Em janeiro deste ano, começaram as obras das ciclovias na Avenida Paulista e sob o Elevado Presidente Costa e Silva (Minhocão). Juntas, as vias somarão quase nove quilômetros exclusivos para as bicicletas. As obras têm previsão de duração de aproximadamente 180 dias. Com quatro quilômetros de extensão, a ciclovia da Avenida Paulista fará conexão com 11 ciclovias ligando às regiões do Centro, Pacaembu, Ibirapuera e Vila Mariana, entre outras. Para o trecho da Avenida Bernardino de Campos, estão previstas ainda obras para aterramento da fiação elétrica. O projeto...

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Fechar cruzamentos pode custar R$ 85 e 4 pontos na carteira
nov05

Fechar cruzamentos pode custar R$ 85 e 4 pontos na carteira

  Quarta-feira, 5 de novembro de 2014, às 15h55 Rua Itapura e Emílio Mallet, no Tatuapé é um exemplo da falta de educação e ansiedade de muitos motoristas. O motorista que chega ao bairro, se depara com inúmeros cruzamentos, principalmente entre as ruas Tuiuti e Antonio de Barros no sentido Norte e da Radial Leste até a Rua Emília Marengo em toda a sua extensão – que vai do final da Rua Serra do Japi até se encontrar com a Rua Antonio de Barros. A maioria desses cruzamentos, estão dispostos em linhas retas, devido aos inúmeros loteamentos das antigas chácaras e plantações existentes no bairro. Mas existem outros, que mesmo nem tanto lineares, fazem parte das intersecções mais famosas, como da Rua Francisco Marengo com a Emílio Mallet e Euclides Pacheco e tantos outros, onde o fluxo de veículos vai continuar aumentando. O que esses cruzamentos não têm em comum são os semáforos, determinando o tempo e o fluxo do trânsito, ainda respeitados pelos motoristas, pois a maioria sabe administrar a ansiedade e o seu próprio tempo, já entenderam que a cada dia o bairro recebe mais veículos em suas ruas e não adianta ter tanta pressa nem provocar acidentes. Mas existe uma parcela de espertos e maus motoristas que insistem em fechar os cruzamentos, ultrapassar semáforos no vermelho, forçar a passagem ou atrasar demais, ou seja, dirigir de forma incoerente com o fluxo do qual seu veículo apenas faz parte. Ao contrário do pensam, fechar um cruzamento provoca transtornos e irrita até mesmo os mais pacatos. Os leitos carroçáveis das ruas, como diria a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), são para locomoção dos veículos e todos têm o direito de usá-las, não há privilégios. O ato, se flagrado pelos agentes do CET, gera multa de R$ 85,13 e 4 pontos na carteira do motorista infrator, que se enquadra no artigo 182, parágrafo VII, código 563-00 – parar na área de cruzamentos, prejudicando veículos/pedestres. O ideal seria que cada motorista tivesse consciência de olhar à frente e conduzir com bom senso, respeitando a faixa de pedestres, ciclovias e deixando a via livre para quem cruza, quando o fluxo assim favorecer. No caso da Rua Emílio Mallet e Itapura, vemos motoristas acima da velocidade normal, fechando os outros veículos, buzinando, arriscando suas vidas e a de outros para chegar aos dois colégios existentes nesses locais e desembarcar os filhos. Um péssimo exemplo que será lembrado pelas crianças, que pensarão ser normal dirigir dessa forma. Se a educação e as multas falharem para chamar a atenção dos imprudentes, lembrem-se os motoristas mais afoitos que em pouco tempo, seu familiar, um...

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Salão do Automóvel e GP de F1, juntos até dia 9 na cidade
out30

Salão do Automóvel e GP de F1, juntos até dia 9 na cidade

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014, às 20h Salão do Automóvel e GP de Fórmula 1 gerarão mais de R$ 450 milhões para cidade. De acordo com prefeito, que participou da abertura do 28º Salão Internacional do Automóvel, a cidade se tornará o maior destino turístico da América Latina até 2017. Parceria Público-Privada será lançada para modernizar Complexo do Anhembi. Os dois grandes eventos internacionais que São Paulo receberá até o próximo dia 9 de novembro, o 28º Salão Internacional do Automóvel e o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, injetarão mais de R$ 450 milhões na economia da cidade. O Salão do Automóvel, aberto nesta quinta-feira (30), continuará até 9 de novembro no Complexo do Anhembi, na zona norte, e o GP Brasil de Fórmula 1 acontece entre os dias 7 e 9, no Autódromo de Interlagos, na zona sul. A geração da receita para o município foi anunciada pelo prefeito Fernando Haddad, durante a cerimônia de abertura do Salão do Automóvel, nesta quinta-feira (30). A feira receberá mais de 750 mil visitantes no período, de acordo com a organização. Já o GP Brasil de Fórmula 1 atraiu quase 130.000 turistas no ano passado. “Estamos falando de um impacto econômico na cidade de São Paulo da ordem de R$ 450 milhões. Essa é a nossa previsão em relação a que os turistas que moram fora da cidade vão trazer para São Paulo nos hotéis, restaurantes e serviços. É uma feliz coincidência que os dois eventos aconteçam simultaneamente”, afirmou Haddad. Segundo Haddad, estudos como o de uma rede internacional de cartões de crédito mostram que a cidade será o maior destino turístico da América Latina até 2017, superando a Buenos Aires e Cidade do México. Esse sucesso, de acordo com o prefeito, se deve em boa parte a eventos como o Salão do Automóvel e por isso, a ideia é lançar uma parceria público-privada para modernizar o entorno do Complexo do Anhembi. “A previsão é que até 2017, São Paulo seja o maior destino turístico da América Latina, muito por conta das atividades promovidas pelo setor privado que escolheu a cidade para desenvolver suas atividades”, afirmou o prefeito. “Temos aqui uma área de 300 mil metros quadrados, que é toda do município. Como vocês sabem, tenho um interesse particular pelo rio Tietê. Acho que as duas margens do rio Tietê são a fronteira que vão dar cara definitiva para a cidade, como as grandes cidades do mundo fizeram. Por isso, vamos lançar uma PPP para repensar essa área que é de propriedade da SPTuris”, disse Haddad. “É importante elogiar a iniciativa da Prefeitura de modernizar o Anhembi. Todos nós...

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Cidade ganhará mais 8.000 estacionamentos de bikes
out29

Cidade ganhará mais 8.000 estacionamentos de bikes

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 19h28   Cidade ganhará mais 8.000 paraciclos para estacionar as bicicletas em locais públicos. Atualmente, São Paulo conta com 4.606 vagas para bicicletas sendo 4.382 em bicicletários e outras 226 em paraciclos. Locais de grande circulação vem ganhando paraciclos e licitação servirá para adquirir mais 8.000 novos equipamentos. Atualmente, São Paulo conta com 4.606 vagas para bicicletas sendo 4.382 em bicicletários e outras 226 em paraciclos. Locais de grande circulação vem ganhando paraciclos e licitação servirá para adquirir mais 8.000 novos equipamentos. Além da criação de 100 quilômetros de ciclovias para dar segurança aos usuários de bicicletas, a Prefeitura de São Paulo também vem trabalhando para ampliar os locais de paradas, conhecidos como paraciclos. Após a inauguração do bicicletário municipal com 102 vagas no Largo da Batata, na zona oeste, realizada em agosto, o município está estruturando um processo licitatório para adquirir 8.000 novos paraciclos para se somarem aos 113 equipamentos existentes. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o Termo de Referência para aquisição dos paraciclos está sendo finalizado e o modelo de contratação será divulgado em breve. Com a medida, a cidade poderá saltar das atuais 4.606 vagas de paradas para mais de 20.000 vagas. Atualmente, existem 4.382 em bicicletários, a maioria ligado as estações do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e outras 223 vagas em paraciclos instalados em toda a cidade. “Com a ampliação da malha cicloviária, existem mais pessoas pedalando e por isso, é importante ter mais paraciclos e bicicletários para que essas pessoas sejam estimuladas a usarem a bicicleta. Se o cidadão usa a bicicleta para a metade do caminho e não encontra um local de parada para seguir viagem com outro modal, acaba desistindo”, afirmou o diretor do Instituto Ciclo BR, Felipe Aragonez. Apesar do processo de aquisição dos 8.000 equipamentos, as opções de pontos de paradas para ciclistas já estão sendo ampliadas em todas as regiões pela Prefeitura. Com a intensificação do projeto SP 400 km, locais como os largos São Francisco e Paissandú, Vale do Anhangabaú, a Rua Doutor Falcão, na região central, a avenida Cruzeiro do Sul, na zona norte, e a praça Braúna, na zona leste, foram alguns que ganharam paraciclos. “Há um avanço, mas ainda é claro que a cidade ainda é carente de estruturas para ciclistas”, disse o diretor do Instituto Ciclo BR. De acordo com Aragonez, seria importante que a iniciativa privada também adotasse a implementação de paraciclos, em especial, em áreas de grandes circulações como shopping centers e regiões estritamente comerciais. Para ele, o papel das ciclovias e dos ciclistas é cultural, mas...

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Cidade de SP caminha para cumprir Agenda Ambiental
out14

Cidade de SP caminha para cumprir Agenda Ambiental

Terça-feira, 14 de outubro de 2014 às 12h54 Cidade de São Paulo ocupa posição pioneira em reciclagem de resíduos sólidos. Com a inauguração das duas primeiras centrais mecanizadas de triagem da América Latina e ampliação da coleta seletiva, cidade iniciou processo inédito. Meta é aumentar o percentual de reciclagem de 2% para 10%, até 2016. SECOM / PMSP – São Paulo iniciou um processo inédito na reciclagem de resíduos sólidos com a instalação das duas primeiras centrais mecanizadas de triagem da América Latina, que vão permitir triplicar a capacidade de processamento de recicláveis e a ampliação da coleta seletiva de lixo com a aquisição de 11 caminhões. A meta é aumentar o percentual de reciclagem em São Paulo de 2% para 10%, até 2016, conforme as informações da Secretaria de Comunicação da Prefeitura da cidade de São Paulo. De acordo com a secretaria, com a abertura das duas centrais mecanizadas, uma em Santo Amaro e outra em Ponte Pequena, e investimentos nas cooperativas, a capacidade de reciclagem chega a 7% dos resíduos gerados na cidade. Hoje a cidade produz, no total, 10,5 mil toneladas de resíduos por dia. Deste montante, os orgânicos são 50%, cerca de 35% é resíduo seco com possibilidade de ser reciclado e um porcentual de 18% é rejeito. Por isso, se considerarmos somente a porcentagem de resíduos secos, com as quatro centrais a cidade irá processar cerca de 45% dos recicláveis produzidos. Na agenda ambiental da cidade está ainda a reutilização dos resíduos orgânicos por compostagem, para redução da quantidade de materiais enviados aos aterros sanitários. Um projeto-piloto distribuirá 2.000 composteiras domésticas e levantará informações para a ampliação dessa política. Os avanços no manejo adequado do lixo integram um conjunto de melhorias do meio ambiente da cidade, que inclui ainda a implantação de 400 quilômetros de ciclovias até 2015, a qualificação do transporte público e a adoção das lâmpadas de LED para a iluminação pública.   Assuntos relacionados Cidade de SP caminha para cumprir Agenda Ambiental Contribua com a reciclagem de lixo, é bacana e fará bem para a cidade Prefeitura lança projeto inédito de compostagem doméstica...

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Haddad está mudando o estilo da cidade e o Tatuapé faz parte
out08

Haddad está mudando o estilo da cidade e o Tatuapé faz parte

Quarta-feira, 8 de outubro de 2014, às 15h43 – Atualizado às 18h56 Gerson Soares O jeitão da cidade aos poucos vai mudando e parece ser esse o objetivo do prefeito Fernando Haddad. A impressão que fica é a de que será possível enxergar, dentro de pouco tempo, o horizonte de uma nova mentalidade administrativa. É o que se espera.     Faixas vermelhas com sinalização abundante já fazem parte da cidade, são as ciclovias. No lugar o cinza, palhaços e cadeiras de praia, crianças brincando. Ao invés de caminhos desviados pelas drogas, jovens se empenham nos esportes na virada esportiva e a cultura retoma o seu devido lugar. Será que São Paulo pode ficar mais colorida, iluminada e alegre? Claro que sim. Na agenda desta quarta-feira (8) do prefeito da cidade estava o Centro Esportivo e Recreativo dos Trabalhadores, mais conhecido como Ceret, que apesar da troca de nomenclatura – atualmente denomina-se Parque Esportivo dos Trabalhadores (PET) – continua sendo o lugar onde milhares de pessoas se exercitam, correm ou apenas caminham pelas alamedas, há poucos meses duramente criticadas pela falta de investimentos da prefeitura.     Segundo Haddad, a prefeitura recebeu o parque precariamente por 20 anos e devido à legislação não podia investir. “Então o que eu fiz, fui até o governador e ele cedeu a administração do parque à prefeitura por 99 anos. Com esse entendimento nós começamos a planejar os investimentos. Agora, por 99 anos, o parque é da cidade e isso nos permite planejá-lo por décadas”, explicou o prefeito. Lembrando a nova iluminação recém-inaugurada, Haddad disse que o Ceret vai estar no mesmo nível dos outros parques municipais, uma reivindicação mais do que antiga dos frequentadores e moradores. “Isto aqui não ficar devendo nada para Ibirapuera, Parque do Carmo e tudo o que está sendo feito nos parques municipais vai ser feito no Ceret”, afirmou comparando.     Haddad foi acolhido carinhosamente pelas moradoras que o abraçaram e pousaram para fotos. Uma das anciãs da qual não foi possível saber o nome, disse que veio só para vê-lo. “Já que não teve exercício eu vim só para cumprimentá-lo”. Os selfies também não faltaram. Foi registrada a presença do superintendente da Associação Comercial do Tatuapé, José Sampaio Teixeira que cumprimentou Haddad, além de outros moradores conhecidos do bairro e amigos das caminhadas matinais que prestigiaram a presença de Haddad e seus secretários. “Os equipamentos da terceira idade, o Celso já se comprometeu a multiplicar e reparar, porquê? Eu vim a saber que aqui a frequência é tão grande que chega a fazer fila para usar os equipamentos”. O prefeito afirmou que a cidade está sendo pensada...

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Marina defende redução de impostos para bikes
set23

Marina defende redução de impostos para bikes

Terça-feira, 23 de setembro de 2014, às 16h33 No Dia Mundial sem Carro, Marina defende ciclovias e redução de impostos na fabricação de bicicletas     No início da manhã desta segunda-feira (22), Marina Silva participou de um ato para marcar o Dia Mundial sem Carro, na região central de Brasília. Acompanhada pelo candidato do PSB ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, ela assinou uma carta reconhecendo as reivindicações da União Brasileira dos Ciclistas. A candidata à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil defendeu a redução dos impostos na fabricação de bicicletas, a criação de ciclovias e o incremento do transporte público de qualidade como pontos importantes da agenda de mobilidade urbana. O Programa de Governo de Marina e Beto Albuquerque defende o incentivo à mobilidade não motorizada (a pé e de bicicleta) por ser o modo mais sustentável de começar a mudar a realidade nas cidades, em especial no sistema de intermodalidade. Depois do evento, Marina participou da abertura da V Assembleia Geral Eletiva da Associação Nacional de Educação Católica (Anec), onde defendeu hoje a adoção de políticas públicas que corrijam a remuneração do professor brasileiro e apóiem sua qualificação...

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Haddad pedala em ciclovia do Tatuapé
ago05

Haddad pedala em ciclovia do Tatuapé

Terça-feira, 5 de agosto de 2014 às 19h01   A Subprefeitura Mooca informa que foi inaugurado um trecho para ciclistas no Tatuapé.     Conforme informado pelo órgão, o objetivo da Prefeitura é alcançar a marca de 400 km de novas ciclovias na cidade, até 2015. Nesse sentido, o prefeito Fernando Haddad, o secretário municipal dos transportes Jilmar Tatto e o subprefeito da Mooca, Evando Reis, entregaram ontem (4) um trecho de 1,1 km de extensão, na Av. Vereador Abel Ferreira, no Tatuapé. O trajeto monodirecional ao lado do canteiro central, em ambos os sentidos da avenida, conecta a Av. Salim Farah Maluf à Av. Regente Feijó, atendendo estudantes e trabalhadores da região. Para a obra foram usados, aproximadamente, 3.500 m² de sinalização horizontal, 15 placas de trânsito indicando “Circulação exclusiva de bicicletas”, 45 placas de regulamentação e advertência, além de outros materiais. O novo percurso faz parte de um extenso projeto que pretende ampliar a malha cicloviária na região, ligando universidades e áreas de lazer como o Clube Escola Mooca, Clube Escola Tatuapé e...

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Principais propostas do Plano Diretor Estratégico
jun28

Principais propostas do Plano Diretor Estratégico

Sábado, 28 de junho de 2014 às 7h24   CMSP – Em tramitação desde o ano passado, o novo Plano Diretor Estratégico de São Paulo (PDE) vai definir as diretrizes para o desenvolvimento urbano no município nos próximos 16 anos. Elaborado pela prefeitura e aperfeiçoado pela Câmara após nove meses de debates, o projeto tem o objetivo de criar uma cidade mais funcional e justa para seus moradores. Para isso, a proposta prevê uma série de medidas, como a aproximação da moradia e do emprego, a prioridade ao transporte público e a diminuição do déficit habitacional do município.   Os membros da Comissão de CPUMMA (Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente) responsáveis pela elaboração do PDE, estão assim definidos pelos vereadores: Presidente Andrea Matarazzo (PSDB) Vice-presidente Paulo Frange (PTB) Relator Nabil Bonduki (PT) Demais integrantes Dalton Silvano (PV) José Police Neto (PSD) Nelo Rodolfo (PMDB) Toninho Paiva (PR) Apenas o substitutivo do PDE, votado no último mês de abril, forma um caderno de 136 páginas. O que veremos aqui é um resumo das principais e mais polêmicas propostas debatidas com a sociedade e entre os vereadores. Leia a seguir: Cidade compacta A construção de prédios altos na cidade, hoje dispersa, será reordenada, concentrando o adensamento construtivo e populacional ao longo dos eixos de transporte de massa. O plano propõe tornar a cidade mais “compacta”, com mais pessoas morando em áreas já urbanizadas, reduzindo deste modo, os deslocamentos, e aproximando moradia e emprego. Ao mesmo tempo, áreas mais periféricas receberão maior infraestrutura e emprego, com a implantação dos Polos de Desenvolvimento Econômico, o que também contribuirá para reduzir os deslocamentos. O processo de adensamento ao longo dos eixos, somado ao desenho da malha de corredores de ônibus estruturados na cidade e a construção de ciclovias, contribuirá para a racionalização do uso do automóvel. Por outro lado, as zonas estritamente residenciais serão preservadas e haverá um limite de altura de 28 metros nos miolos dos bairros, evitando os espigões. Dessa forma, o plano regulará a atuação do mercado imobiliário, levando-o para onde a cidade deve crescer e restringindo onde não deve mais. Recriação da zona rural Após 12 anos de extinção, a zona rural, no extremo-sul da cidade, será recriada e abrangerá 25% do território paulistano. O objetivo é conter a expansão horizontal da cidade, proteger o que resta do cinturão verde e fazer essas áreas serem melhor utilizadas, criando emprego e renda com atividades que garantam a preservação do meio ambiente, como a agricultura orgânica e o ecoturismo. Limite de vagas de garagens Na construção de novos prédios, será permitida sem cobrança extra a construção de uma vaga...

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Prefeitura lança projeto inédito de compostagem doméstica
jun16

Prefeitura lança projeto inédito de compostagem doméstica

Segunda-feira, 16 de junho de 2014 às 17h39 Fase inicial distribuirá 2.000 composteiras em toda a cidade. Processo permite reaproveitar resíduos orgânicos na forma de adubo. Objetivo é reduzir a quantidade de resíduos enviados aos aterros. SECOM – O prefeito Fernando Haddad lançou nesta segunda-feira (16) um projeto inédito de compostagem doméstica, que irá distribuir 2.000 composteiras para reutilização de resíduos orgânicos. O processo transforma restos de alimentos em adubo e reduz a quantidade de resíduos enviados aos aterros da cidade. O projeto integra a agenda ambiental da cidade de São Paulo, que inclui a criação de centrais mecanizadas de triagem de resíduos sólidos, a implantação de 400 quilômetros de ciclovias e a adoção das lâmpadas de LED para a iluminação pública. As informações são da secretária executiva de Comunicação da Prefeitura.     “Depois da entrega da central mecanizada de triagem, que vai cuidar dos resíduos secos, nós estamos iniciando um projeto em São Paulo para cuidar dos resíduos orgânicos, que pode ser aproveitado na forma de adubo orgânico, para hortas comunitárias, nos parques e nas praças. A nossa meta é diminuir em 20 anos 80% do resíduo que vai para aterro hoje e que ocupa espaço precioso na cidade, que deveria estar sendo usado para parques ou CEUs”, afirmou Haddad. Em 5 de junho, a Prefeitura inaugurou no bairro de Ponte Pequena a primeira central mecanizada de triagem da América Latina, que tem capacidade de processar 250 toneladas de resíduos sólidos por dia. Segundo o prefeito, nesta fase inicial, as composteiras serão distribuídas em caráter experimental, para avaliar os hábitos da população e formatar o melhor modelo para ampliação da escala do projeto. Durante o evento, realizado no Centro Educacional Unificado (CEU) Casablanca, zona sul, Haddad também afirmou que a ampliação da compostagem será realizada com o reaproveitamento dos resíduos orgânicos produzidos no preparo das mais de um milhão de refeições servidas na escolas municipais. O financiamento das iniciativas é realizado pelas empresas Loga e Ecourbis, concessionárias da coleta de lixo. “Nós não estamos colocando recursos orçamentários da Prefeitura para este programa. O contrato que nós temos com as empresas de coleta prevê que 0,5% do que é pago todo mês seja investido em educação ambiental. Este programa então está sendo financiado com os recursos das concessionárias”, explicou o secretário Simão Pedro da secretária de Serviços. Quando depositados nos aterros sanitários, os resíduos orgânicos resultam em problemas ambientais, como por exemplo a formação de chorume tóxico, que pode infiltrar-se no solo e contaminar a água subterrânea. Diariamente, são enviados para o aterro sanitário 18 mil toneladas de resíduos, sendo 10 mil toneladas de resíduos domésticos. Dos resíduos domésticos,...

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