Atleta e professora da Xtreme faz reflexões sobre as competições


Terça-feira, 6 de maio de 2017 às 20h25


Cynthia Massom, campeã nas duas primeiras etapas do Circuito Paulista de 2017, fala sobre os treinos e sua experiência.

A participação em competições envolve uma série de fatores psicológicos e não apenas as habilidades e técnicas individuais. Para alguns é um momento de solidão, enquanto outros se sentem plenamente acolhidos pela torcida. É o que se depreende das palavras de Cynthia Massom que diz ter tido sucesso lutando com competidoras mais fortes e pesadas, mas por outro lado ter perdido para adversárias menores e teoricamente mais fracas.

 

Cynthia, com os companheiros de treino Marcão (E) e Guilhotina (D), durante a II Etapa do Circuito Paulista de Jiu Jitsu. Foto: CM

 

Cynthia beija sua medalha. Foto: CM

“O Jiu Jitsu é cinquenta por cento que você vai ganhar e cinquenta por cento que vai perder, não tem nada certo. Eu já lutei com meninas grandes, com o dobro do meu peso e ganhei, assim como já lutei com outras meninas menores e perdi. E, com o mesmo peso que eu, ganhei e perdi. Aprendi que é gostoso ganhar, mas perder também, porque o perder te incentiva a treinar mais, a ir para frente”. Cynthia ainda comenta sobre as sensações que percebe durante as competições – são vários campeonatos que tem participado e obtido bons resultados.

De acordo com ela, os campeonatos a ensinaram muito a viver. “Em todos os momentos da sua vida, você sempre vai ter alguém te ajudando, só que tem momentos nos quais estamos enfrentando tudo sozinhos”. Para Cynthia o incentivo começa desde os treinos. “Eles são pesados, tem que ter foco, mas chega na luta você treinou uma coisa e fez outra, mas faz parte. O maior orgulho é ver a sua equipe junto com você durante as competições, ver os nossos mestres lutando, nos quais a gente se espelha “.

 

Em seu momento de entrar na área de competição. Foto: CM

 

 

 

A professora de educação física e lutadora de Jiu Jitsu, deixa sua mensagem para quem está em dúvida sobre as competições e até sobre que tipo de exercício escolher. “Quando você está treinando, você tem a sua ‘família’ junto com você nas dificuldades, mas quando entra na área de luta, precisa se lembrar de cada detalhe, naquilo que as pessoas te ajudaram na trajetória para chegar ao campeonato”. Sobre a escolha, ela parece ter optado por uma das mais antigas artes marciais: o Jiu Jitsu.

Mestre Jorge Patino "Macaco", líder da Gold Team Mundial e Mestre Fabiano "Pedra" Victorino, líder da Xtreme Gold Team. Foto: divulgação / arquivo pessoal

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