#JUNHO VERMELHO: campanha para incentivar a doação de sangue
jun01
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Dança com a cia. Jant-bi – École des Sables

  Assista o vídeo e conheça a Jant-bi Terça-feira, 7 de outubro de 2014, às 13h10 Sesc Pinheiros Endereço: Rua Paes Leme, 195 Tel.: 11 3095.9400 Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h. Sábados das 10h às 21h, domingos e feriados das 10h às 18h. Estacionamento com manobrista (vagas limitadas): Veículos, motos e bicicletas. Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h. Taxas (para veículos e motos): Para atividades no Teatro Paulo Autran, preço único: R$ 6,00.   Dança Cia. Jant-Bi Jigeen [Senegal] Afro-Dites / Kaddu Jigeen! é a primeira criação da companhia Jant-Bi Jigeen. A coreografia conta a história de nove jovens mulheres senegalesas de olhar afiado que falam e dançam suas vidas a partir de sua visão sobre a sociedade moderna do Senegal, abordando a alegria e o amor, a ironia e o senso de humor, por meio de um olhar cáustico sobre hábitos e costumes de seu país. O espetáculo foi criado na École des Sables, localizada na vila Toubab Dialaw (Senegal), um centro internacional dedicado à dança africana tradicional e contemporânea, sob direção artística de Germaine Acogny e Patrick Acgony. Duração: 70 minutos Local: Teatro Paulo Autran Não é permitida a entrada após o início do espetáculo Venda limitada a quatro ingressos por pessoa...

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Instituto Italiano promove mesa redonda sobre 1ª Guerra Mundial
out07
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Praça Roosevelt é ocupada pelas crianças
out06

Praça Roosevelt é ocupada pelas crianças

Segunda-feira, 6 de outubro de 2014, às 18h53 Atrações infantis do Circuito Cultural reúnem 5.000 pessoas na Praça Roosevelt. Programação do Circuito Cultural de São Paulo conta com mais de 1.600 atividades distribuídas em 159 equipamentos da cidade até o fim do ano.       SECOM/PMSP – Mais de 5.000 crianças e pais ocuparam desde a manhã deste sábado (4) a Praça Roosevelt, no centro, para conferir as atrações e os shows que fazem parte do Circuito São Paulo de Cultura. Até o fim do ano serão 1.600 atividades voltadas para o público infantil, espalhadas por 159 equipamentos públicos da cidade para comemorar o Dia das Crianças, celebrado no próximo dia 12. Além de atividades lúdicas, pintura em rosto, artesanato com produtos recicláveis e até grafite, o evento que é uma ação da Secretaria Municipal de Cultura em parceria com o programa de proteção a primeira infância São Paulo Carinhosa, contou com grandes shows. As crianças foram encantadas com um teatro da Peppa Pig, animação que narra a história de uma porquinha cor-de-rosa e sua família, uma apresentação da banda Pato Fu e o Grupo Giramundo, além do espetáculo “Gigantes do ar”, da companhia Pia Fraus. “A iniciativa de ter uma programação com as crianças é muita boa, porque com o medo, levamos sempre eles para passear em shoppings ou lugares fechados. Aqui são atividades culturais, com espaço aberto para correr e brincar com segurança e isso aguça a criatividade das crianças”, afirmou a massoterapeuta, Cintia Amorim, 26 anos, que conferiu a programação com o sobrinho Vinícius de 4 anos e o filho Pedro de 3 anos. A primeira dama e coordenadora do programa São Paulo Carinhosa, Ana Estela Haddad, também aproveitou as atrações neste sábado (4). Além dos shows da Peppa Pig e da Companhia Pia Fraus, ela ainda assistiu a apresentação do grupo Conto em Letras. “O quanto antes você consegue ter contato com essas possibilidades culturais, inclusive as mais eruditas, maior a chance de você apreciar [cultura futuramente]. Além disso, são oportunidades de convivência, de socialização e de fortalecimento dos laços familiares”, disse Ana Estela Haddad durante o lançamento da programação no dia 1º. Acompanhada pelos filhos Letícia de 4 anos e Pedro de 3 anos, a professora Jéssica Chaves, 34 anos, saiu de Pirituba para curtir um momento de lazer com as crianças. Como costuma ir mais ao teatro com os filhos e eles já estão mais adaptados ao tipo de diversão, a gratuidade das atrações do Circuito Cultural chamam a atenção. “Costumo levá-los ao teatro com frequência, mas é pago. Até compro nos sites de promoção ou compras coletivas, mas é importante que...

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Ciclovias de SP ganham música do grupo Pequeno Cidadão
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Debate avalia primeiro semestre do Conselho Participativo
ago22

Debate avalia primeiro semestre do Conselho Participativo

Sexta-feira, 22 de agosto de 2014 às 15h11 Por Roberto Vieira – CMSP A Câmara Municipal de São Paulo realizou na noite desta quinta-feira (21/8) debate para avaliar os primeiros seis meses de trabalho do Conselho Participativo da cidade. A reunião foi uma iniciativa do vereador José Police Neto (PSD), autor de uma emenda parlamentar que cria o Conselho por meio da Lei de Reforma Administrativa.     “Todos os conselheiros sabiam da dificuldade que existia em relação ao diálogo com a prefeitura. A partir da participação deles, hoje conseguimos levar ao poder público as opiniões de pessoas que estão envolvidas com as questões locais. Assim ocorreu com o Plano Diretor, os planos de bairros e orçamento regional”, analisou Cláudio Vieira, do projeto Adote um Vereador. Djair de Almeida, conselheiro em Jacanã/Tremembé, apontou as ocupações irregulares como um dos grandes desafios de sua região. “Nós estamos travando uma luta para conseguir a regularização e a urbanização de algumas áreas. A falta de moradia é um grande problema que temos que resolver”, destacou. Alguns conselheiros admitiram estar ainda em fase de aprendizagem. “Como o Conselho é uma coisa nova, nós estamos aprendendo muito e inicialmente procuramos nos interar mais sobre nossa atuação”, afirmou um dos conselheiros do distrito de Itaquera, João Estevam da Silva. “Eu não consigo analisar nosso trabalho neste primeiro semestre porque estamos ainda aprendendo”, completou Clara Politi, representante dos conselheiros imigrantes da subprefeitura de Pinheiros. Police Neto lembrou sobre os próximos desafios dos conselheiros neste segundo semestre de 2014. “Temos que analisar como o Conselho participará da elaboração do primeiro orçamento do município de sua gestão, fato que será discutido até o final deste ano”, pontuou. Sobre o Conselho Participativo Criado em 2013, o Conselho Participativo Municipal é um organismo da sociedade civil, reconhecido pelo Executivo, que visa assegurar a participação representativa e consultiva da população no planejamento e fiscalização das ações e gastos públicos nas regiões, como também sugerindo ações e políticas públicas nos territórios. Os conselheiros foram eleitos através do voto direto e representam todos os distritos da cidade de São Paulo. Cada Conselho possui um número de integrantes que varia entre 19 e 51 representantes, estabelecidos de acordo com a distribuição das subprefeituras e seus...

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Ibirapuera completa 60 anos nesta quinta
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Viaduto do Chá é iluminado por LED
ago11

Viaduto do Chá é iluminado por LED

Segunda-feira, 11 de agosto de 2014 às 19h15 Um dos principais cartões postais da cidade, o Viaduto do Chá ganhou nova iluminação. Os postes históricos instalados nos 240 metros da via sustentam agora 45 lâmpadas de LED, que reproduzem melhor as cores e economizam até 50% de energia elétrica em comparação às lâmpadas de vapor de sódio. A informação é da Secretaria Municipal de Serviços.     “A nova iluminação complementa a já existente nos baixos do viaduto – também em LED –, implantada por ocasião da Copa do Mundo. Ao destacar diversos monumentos, nosso objetivo é o de contribuir para tornar a cidade mais iluminada e, consequentemente, mais bela, despertando a atração turística”, explica o engenheiro Alberto Serra, diretor do Departamento de Iluminação Pública...

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Campanha leva conhecimentos de genética ao metrô
jul30

Campanha leva conhecimentos de genética ao metrô

Quarta-feira, 30 de julho de 2014 às 19h18 Breno França, do USP Online Uma iniciativa do Instituto de Biociências (IB) da USP vai levar conhecimento científico sobre genética aos paulistanos que usam o metrô e também aos estudantes de Ensino Médio de todo o Estado de São Paulo. O Centro de Pesquisa sobre Genoma Humano e Células-Tronco, um dos Centros de Pesquisa Inovação e Difusão (Cepid) ligados à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), criou cartazes e um hot site para divulgar a campanha “Semelhantes, mas diferentes”, dentro do Projeto Semear Ciência. A intenção dos organizadores é despertar a curiosidade do público para os assuntos ligados à genética, dando conta de uma de suas missões, que é a difusão do conhecimento. “Os centros de pesquisa da Fapesp têm que cumprir três funções: ‘pesquisa’, ‘transferência de tecnologia’ e ‘educação e difusão’. Dentro desses pilares, surgiu a ideia de levar um pouco dos conhecimentos científicos de genética para a população em geral”, conta a professora Eliana Dessen, uma das criadoras do projeto. A campanha alerta as pessoas sobre a semelhança genética que outros seres vivos guardam com o ser humano, reafirmando a teoria da evolução das espécies concebida por Charles Darwin, ainda no século 19. A professora revela que no início a ideia era fazer uma exposição no metrô. Uma exposição com painéis maiores em uma única estação. “Depois, nós pensamos na possibilidade de fazer os painéis menores que podem ser distribuídos e expostos em diversos locais”, conta. Ao todo serão cerca de 200 cartazes espalhados no metrô de São Paulo, expostos de agosto a setembro deste ano. Além disso, as peças também serão colocadas em terminais de ônibus e possivelmente dentro dos coletivos, atingindo ainda mais pessoas. Apesar da intenção inicial ser alcançar os usuários do transporte público paulistano, “a ideia evoluiu” e se ampliou para atender às escolas públicas do estado. A equipe entrou em contato com a Secretaria de Educação e os cartazes também serão distribuídos para as 3775 escolas de Ensino Médio localizadas em São Paulo. Além dos cartazes informativos, o programa também prevê uma vídeo-conferência que vai orientar os professores sobre como abordar o assunto na sala de aula. Uma vídeo-conferência está marcada para o dia 8 de agosto com os 91 professores coordenadores de núcleos pedagógicos do estado. Eles vão receber orientações, conhecer os cartazes, o hot site e entre outras informações. “A partir disso, estarão capacitados para orientar os respectivos professores”, projeta Eliana. Divulgação Depois de seis meses de trabalho, desde a concepção da ideia até a elaboração dos cartazes, a iniciativa agora se encaminha para a fase final...

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Prefeitura vai transformar Chácara do Jockey em parque público
jul25
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Em quatro anos, Minhocão poderá virar parque
jul22

Em quatro anos, Minhocão poderá virar parque

Terça-feira, 22 de julho de 2014 às 18h42 Passagem para o sossego Vereadores e moradores se unem para tentar transformar o Elevado Costa e Silva em Parque Minhocão Sob o título “Passagem para o sossego” a revista Apartes, órgão da Câmara Municipal de São Paulo publicou uma reportagem, sobre o assunto. Leia um trecho da matéria. por Rodrigo Garcia / Revista Apartes / CMSP Considerada uma obra feia, mas útil (ou útil, mas feia), o Elevado Costa e Silva há 43 anos marca a cidade de São Paulo com engarrafamentos, poluição e barulho. Muitos urbanistas comparam a via de 2,8 km a uma cicatriz. Mas durante a semana, das 21h30 às 6h30, e aos domingos e feriados, tudo muda. Os carros dão lugar a bicicletas, patins, skates e carrinhos de bebê. Os estressados motoristas são substituídos por homens, mulheres e crianças em busca de diversão.       Nesses períodos, o Minhocão (como o elevado é mais conhecido) fica fechado para o trânsito. Na prática, a via se transforma em um parque linear, ainda que não oficialmente. Pensando nisso, a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) analisa o Projeto de Lei (PL) 10/2014, que, gradualmente, aumenta os períodos de proibição do tráfego no elevado e torna a via suspensa, de fato, no Parque Minhocão. O projeto, apresentado pelos vereadores José Police Neto (PSD), Nabil Bonduki (PT), Toninho Vespoli (PSOL), Ricardo Young (PPS), Goulart (PSD), Natalini (PV) e Floriano Pesaro (PSDB), proíbe o trânsito de veículos no elevado em várias etapas. Se a proposta se tornar lei, em até três meses após a sanção do prefeito o tráfego será proibido também aos sábados; nove meses depois, ficará fechado nas férias escolares; em dois anos, o horário em que fica fechado durante a semana será ampliado; em três anos, pela manhã só funcionará no sentido bairro-centro e à noite no sentido centro-bairro. Finalmente, após quatro anos, o trânsito de veículos ficará proibido e o Parque Minhocão irá se tornar...

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Não esmoreça com prevenção à dengue
jul17

Não esmoreça com prevenção à dengue

Quinta-feira, 17 de julho de 2014 às 12h54   Cerca de 70% dos 14.551 casos confirmados se concentram entre o fim de março e início de maio. Em relação à semana passada, o número de confirmações subiu 6,37%. As informações são da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de São Paulo. Os dados foram publicados no último dia 10 deste mês. O levantamento divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde mostra que o total de casos de dengue confirmados na cidade de São Paulo neste ano chegou a 14.551. Esse número é 6,37% maior que na semana passada. Mais de dois terços dos casos acumulados do ano (68,35%) se concentra no período de seis semanas entre março e maio*. Com isso, a taxa de incidência (acumulada) da cidade é de 129,3 (casos para cada 100 mil habitantes), considerada média de acordo com o Ministério da Saúde. Como o número de notificações (registros não confirmados) já começa a apresentar queda, desde a semana passada a Secretaria Municipal de Saúde não está fazendo mais a classificação de distritos por estágio de transmissão de dengue. Esta classificação estava sendo feita a partir da incidência acumulada no ano, e não reflete mais a situação atual de baixa transmissão da doença no município. Os números consideram as notificações recebidas nas primeiras 27 semanas epidemiológicas e variam na medida em que os casos registrados pelas unidades de saúde públicas e privadas são confirmados. Apesar do crescimento de casos confirmados nas últimas semanas, o número de notificações começou a desacelerar, e já é possível concluir que o pior período da dengue neste ano já está superado. Isso de acordo com as informações da Prefeitura, porém fica difícil não contestá-lo. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), dez óbitos por dengue foram registrados na cidade neste ano (um em fevereiro e nove em abril). Conforme tabela fornecida pela SMS, para o cálculo que engloba as primeiras 27 semanas, a incidência da doença em 2010 foi de 5.799 casos, em 2011 de 4.090, 2012 com 1.066, 2013 foram 2.499 e em 2014 os números chegam a 14.551, até agora, beirando seis vezes mais doentes do que no ano passado. Ações de combate Até ontem (16 de julho), novas ações de combate à dengue estavam programadas nas regiões leste, centro-oeste e sul da cidade. Segundo a programação da SMS, na zona leste, mais de 200 agentes nas subprefeituras de Cidade Tiradentes, Ermelino Matarazzo, Guaianases, Itaim Paulista, Itaquera, São Mateus e São Miguel Paulista visitarão imóveis para bloqueio de criadouros e nebulizações, além disso, eles também distribuirão toucas para caixas d’água. Na região centro-oeste, as ações serão nas subprefeituras da Lapa e Pinheiros,...

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Ibirapuera caminha para se tornar sexagenário
jul14

Ibirapuera caminha para se tornar sexagenário

    Segunda-feira, 14 de julho de 2014 às 21h18   Parque do Ibirapuera completa 60 anos de existência em agosto. Inaugurado em 21 de agosto de 1954, o Parque do Ibirapuera está prestes a completar 60 anos de existência. Com uma média de cerca de 300 mil visitantes por fim de semana, a área verde é um dos maiores símbolos da cidade de São Paulo. O sexagenário Ibirapuera figura como oitavo maior parque do mundo. Assista o vídeo publicado no dia 11 de julho,  pela TV Câmara São Paulo, órgão de comunicação da Câmara Municipal de São...

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ACSP, CIEE e Barro Branco homenageiam 32
jul10

ACSP, CIEE e Barro Branco homenageiam 32

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 16h33 Homenagem resgata os ideais do movimento constitucionalista por José Maria dos Santos Diário do Comércio (DC) – Um inédito e instigante capítulo acaba de ser acrescentado ao acervo de referências da Revolução Constitucionalista de 1932. O fato, que foi anunciado em linhas gerais na edição de anteontem do DC, ganhou relevo no seminário realizado na terça-feira (8) pelo Centro de Integração Empresa Escola (CIEE). Trata-se de um diário de guerra anotado pelo soldado paulista José Amaral Palmeira num singelo caderno escolar de 80 folhas doado pela sua família, que a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) transformaram no livro 1932 – Um relato inédito. Nele, o autor descreve os dias vividos na frente de combates na região de Mogi Mirim/Itapira, a cerca de 200 quilômetros da Capital. Porém, antes de detalhá-lo, é justo destacar as particularidades do seminário referido. O evento, dirigido por Ruy Altenfelder e Luiz Gonzaga Bertelli, respectivamente presidente do conselho de administração e presidente-executivo do CIEE, ocorre regularmente nesta época do ano e tem a finalidade de apresentar ensaios de estudiosos do assunto, alusivos àquela resistência armada democrática. O poeta Paulo Bomfim também estava presente no evento. Coube a Rogério Amato, presidente da ACSP, apresentar e lançar o diário de Palmeira. O livro traz um posfácio do historiador Paulo de Assunção, cujos comentários sobre aqueles dias incertos do País e principalmente de São Paulo deitam luzes sobre episódios pouco conhecidos da Revolução, como é o caso do Batalhão Esportivo, no qual José Amaral Palmeira se alistou. Fazia sentido, pois na sua condição de jornalista esportivo, cronista do extinto periódico liberal Correio de São Paulo no qual assinava suas matérias sob o pseudônimo de Joral, seu destino era combater em um grupamento formado exclusivamente por homens ligados aos esportes. A propósito, o célebre atacante Arthur Friedenreich (1892-1969), conhecido como El Tigre devido à sua ágil técnica em campo, que brilhou nos principais clubes do Brasil e na Seleção, estava ao seu lado nas trincheiras. Conforme lembrou Rogério Amato, a opção de Amaral deve ter sido sofrida. Ele tinha apenas 18 anos e a sua decisão extremada, no sentido de colocar a vida em jogo em favor de uma ideia, encontrou pesada resistência da família e da namorada. Naturalmente, os temores eram naturais. De certo modo acabaram se confirmando, pois o rapaz veio a morrer um ano depois vítima de problemas renais agravados pela aspereza do front e pelos meses de prisão na Ilha Grande, no litoral fluminense, depois que a revolução foi sufocada. A edição deste livro...

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Idosos podem ter VidAtiva
jul04

Idosos podem ter VidAtiva

Sexta-feira, 4 de junho de 2014 às 9h32   Programa oferece cartão pré-pago a pessoas da terceira idade de baixa renda para uso de academias e clubes credenciados. Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude (SELJ) – O governador Geraldo Alckmin entregou, nesta quinta-feira, 3, mais 400 cartões do programa VidAtiva a idosos da capital e dos municípios de Suzano, São Caetano do Sul, Arujá, Biritiba Mirim e Mairiporã. O programa permite o uso de academias e clubes por pessoas da terceira idade por meio de um cartão magnético com valor pré-pago de R$ 57 ao mês. É dada prioridade de inscrição aos idosos em situação de vulnerabilidade social ou que tenha prescrição médica indicando a prática de atividade física como medida preventiva ou curativa. “Estamos entregando novos cartões do programa VidAtiva para que os idosos façam ginástica de graça em academias e clubes inscritos em todo o Estado. Isso significa mais saúde e maior longevidade para as pessoas da terceira de idade”, disse Alckmin. Com este lote, o Governo totaliza 2.004 cartões entregues desde o começo do programa, em dezembro de 2013, sendo 811 só na capital, e 112 clubes e academias inscritos em todo o Estado. A meta é chegar a 3.000 idosos participantes até o fim de julho e 5.000 mil neste ano, com investimento total de R$ 2,1 milhões em 2014. Segundo informações da SELJ, quando lançado, o programa tinha cinco pólos de atuação, hoje em plena atividade, cada um com 600 vagas destinadas: Santos, São José do Rio Preto, Bauru, Grande São Paulo e Capital. Atualmente, estão sendo estruturados novos pólos em São José dos Campos, Campinas, Sorocaba, Franca, Barretos, Ribeirão Preto, Marília, Araçatuba e Presidente Prudente. Condições para participar do programa: I – ter no mínimo 60 (sessenta) anos de idade. II – ter renda familiar mensal não superior a três salários mínimos (R$ 2.172,00). III – não ser proprietário, titular de aquisição, herdeiro, legatário ou usufruir de bens móveis, imóveis ou direitos, cujos valores ultrapassem a quantia equivalente a R$ 96.850,00. IV – não possuir recursos financeiros em aplicações ou investimentos em valor superior a 12 (doze) salários mínimos federais (R$ 8.688,00). Os idosos interessados devem comparecer às Inspetorias ou Diretorias de Esporte e Lazer de sua cidade levando originais e cópias de RG, CPF e comprovantes de renda e residência. As academias, por sua vez, devem enviar para a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude a seguinte documentação: cartão do CNPJ, cópia simples do contrato social ou estatuto, cópia simples do RG e do CPF do responsável legal pela academia ou clube que consta no contrato social/estatuto e ficha de inscrição preenchida....

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Governo de SP estará à frente da tecnologia
jul03

Governo de SP estará à frente da tecnologia

Quinta-feira, 3 de julho de 2014 às 7h47 Governador anuncia gestão do Parque Tecnológico do Estado de São Paulo. Parque Tecnológico na capital será o primeiro a ser administrado integralmente pelo Estado. SDECTI – O governador Geraldo Alckmin assinou ontem (2), a autorização para que o Parque Tecnológico do Estado de São Paulo seja administrado diretamente pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI), por meio de sua Subsecretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Na cerimônia, realizada no núcleo do parque, situado na região do Jaguaré, na capital, também foi assinado um protocolo de intenções com o Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), que prevê a instalação de uma aceleradora de empresas. “Aqui nasce o Parque Tecnológico Jaguaré, com 88 mil m². Estamos entregando hoje a primeira etapa. Com certeza muitas empresas terão interesse em vir para o Parque Tecnológico Jaguaré, porque aqui é o ambiente de inovação e pesquisa”, ressaltou Alckmin.     De acordo com o secretário da SDECTI, Nelson Baeta Neves Filho, o documento firmado vai orientar a criação de um Conselho Estratégico para gestão do parque, que deverá ser formado pela SDECTI, Universidade de São Paulo (USP) e Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). “Em seu primeiro mandato, o Conselho será presidido pela USP, o que contribuirá para a interação da comunidade acadêmica, institutos de pesquisas e iniciativa privada”, explicou. Sobre o Parque Tecnológico do Estado de São Paulo Localizado na zona oeste da capital, o Parque Tecnológico do Estado de São Paulo está instalado no entorno da Avenida Engenheiro Billings, junto ao maior polo de Ciência, Tecnologia e Inovação da América Latina (USP, IPT, Ipen e Butantan). O complexo é voltado aos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), Saúde, Nanotecnologia, Novos Fármacos e Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em acessibilidade, usabilidade e comunicabilidade para pessoas com deficiências e outros. O empreendimento terá área total superior a 200 mil m², contando com terrenos do Governo do Estado (46 mil m²), da USP (40 mil m²) e do IPT (200 mil m²).     De acordo com as informações da SDECTI, na área correspondente ao Governo, já está implantado e equipado o prédio do núcleo, com 6 mil m², que recebeu mais de R$ 18 milhões em recursos para obras e equipamentos. A edificação está preparada para abrigar empresas, centros de inovação, laboratórios de pesquisa, escritórios de financiadoras de projetos, serviços de administração, apoio, disponibilizando ainda espaços para eventos, com auditórios e locais para exposições. Outros R$ 5,4 milhões são investidos no entorno do parque, que compreende jardinagem, paisagismo e estacionamento. As adequações estão em fase de...

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Bom Prato no Limão
jul01

Bom Prato no Limão

Terça-feira, 1º de julho de 2014 às 18h06   Alckmin inaugura 46ª unidade do Bom Prato no bairro do Limão. Nova unidade servirá 1,5 mil refeições diárias de segunda a sexta-feira. Secretarias de Desenvolvimento Social (SDS) e de Gestão Pública (SGP) – O governador Geraldo Alckmin inaugurou nesta terça-feira, 1º de julho, a 46ª unidade do Bom Prato, no bairro do Limão, zona norte da capital. Atualmente existem 45 unidades no Estado, sendo 21 localizadas na capital e as demais na Grande São Paulo, no interior e no litoral. A rede de restaurantes Bom Prato serve diariamente 77,7 mil refeições, entre almoço e café da manhã. “É com muita alegria que estamos inaugurando mais uma unidade do Bom Prato, o programa social melhor avaliado do Governo. O melhor remédio que existe é uma alimentação saudável e aqui a população encontra uma alimentação nutritiva, de qualidade e a um preço acessível”, afirmou Alckmin. “Tem o café da manhã por R$ 0,50 e almoço por R$ 1. Desde sua inauguração, o programa já serviu mais de 120 milhões de refeições”, informou. O Governo do Estado investiu R$ 350 mil para adequação do imóvel e instalação de equipamentos, além de garantir R$ 1,52 milhão em subsídio da alimentação durante 24 meses. Os recursos estaduais somam R$ 1,87 milhão, assegurando alimentos balanceados e nutritivos a um baixo custo para o usuário. De segunda a sexta-feira, serão servidos 300 cafés da manhã (das 7h às 9h) por R$ 0,50 ao usuário e 1.200 almoços (das 10h30 até o término da cota) por R$ 1. O valor da refeição é o mesmo desde o lançamento do programa Bom Prato, em 2000.     Sobre o Bom Prato O programa de segurança alimentar do Governo do Estado de São Paulo foi criado em dezembro de 2000 com o objetivo de oferecer, à população de baixa renda, refeições saudáveis e de alta qualidade a custo acessível. O almoço, com 1.200 calorias, feito de arroz, feijão, salada, legumes, farinha de mandioca, um tipo de carne, pãozinho, suco e sobremesa (geralmente uma fruta da época) tem custo de R$ 1 para o usuário. Já o café da manhã tem leite com café, achocolatado ou iogurte, pão com margarina, requeijão ou frios e uma fruta da estação. A refeição tem 400 calorias em média e custa R$ 0,50. O serviço foi implantado em todos os restaurantes do Estado em setembro de 2011. Desde a implantação do Programa Bom Prato, já foram servidas mais de 123 milhões de refeições e investidos mais de R$ 279 milhões entre custeio das refeições, implantação e revitalização das unidades. Novo posto do Acessa São Paulo...

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Votação do Plano Diretor é adiada
jun28

Votação do Plano Diretor é adiada

Sábado, 28 de junho de 2014 às 6h05 Com informações de Rodolfo Blancato Edição final: Alô São Paulo CMSP – A sexta-feira (27) amanheceu com a mesma face em frente a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP). Se a ideia dos manifestantes do MTST é atormentar os trabalhadores e vereadores da CMSP, o objetivo está sendo alcançado. Porém, já se nota o desgaste da relação pacífica entre eles, onde a revolta manifestada pelos vereadores conta contra.     Segundo informou a assessoria da CMSP, os vereadores paulistanos encerraram durante a noite de quinta-feira (26) as discussões do projeto do novo PDE (Plano Diretor Estratégico) da cidade. O debate durou cerca de quatro horas – o dobro do exigido pelo Regimento Interno. A intenção da base de apoio ao governo era aprovar a proposta ontem (27). Para tanto, o presidente José Américo (PT) convocou sessões extraordinárias de manhã, à tarde e de madrugada – esta última para o caso de votação se estender além do planejado. O projeto já havia sido discutido por meia hora na tarde da quarta-feira (25), quando o relator do PDE na Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente, Nabil Bonduki (PT), defendeu a aprovação. Ontem o primeiro a falar foi o presidente da comissão, Andrea Matarazzo (PSDB), que considera que o texto ainda não está maduro para ir a plenário. “O Plano Diretor evoluiu bastante, graças ao trabalho dos 55 vereadores. Esses são os pontos que eu entendo que precisam ser melhorados, e eu acho que não temos tempo para tratar esses assuntos e votar a proposta amanhã”, comentou Matarazzo. O tucano discorda de algumas medidas, como a limitação da altura dos prédios nos miolos dos bairros. Para ele, regras como essas deveriam ser estabelecidas em planos regionais, respeitando as particularidades de cada local. Em defesa do projeto, Paulo Frange (PTB) lembrou que ele está sendo debatido há quase um ano na Câmara, período no qual incorporou dezenas de contribuições dos vereadores e da sociedade em geral. “Eu estou em meu quinto mandato, e nunca vi nessa casa um processo de trabalho legislativo com essa intensidade, com tantas audiências públicas”, elogiou o petebista. “Tem artigos que precisam ser corrigidos sim, mas em sua maioria são correções técnicas, o que é natural em um projeto tão grande.” A primeira sessão foi convocada para as 11h desta sexta-feira e os debates se prolongaram durante o dia, porém a votação do PDE foi adiada novamente. Os vereadores mais atentos, chamaram a atenção para as emendas e substitutivos que estão sendo propostos, lembrando que uma vírgula pode alterar o texto original. Analisando o que disse Andrea Matarazzo, observamos...

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Vereadores chegam a acordo com MTST
jun28

Vereadores chegam a acordo com MTST

Sábado, 28 de junho de 2014 às 8h56 Rodolfo Blancato CMSP – O líder do PT, Alfredinho, afirmou na noite desta sexta-feira (27/6) que o governo chegou a um acordo com o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) sobre o projeto que permite a construção de moradias populares da ocupação Copa do Povo, na Zona Leste. Atualmente, o local é uma zona predominantemente industrial, não podendo receber habitação de interesse social.     Anteontem já havia sido feito um acordo com o líder do PSD, José Police Neto, para que a alteração fosse incluída em um substitutivo para uma proposta de sua autoria, o Projeto de Lei (PL) 209/2011. Originalmente, o projeto tratava apenas da readequação de edifícios subutilizados para abrigar moradia popular, mas o autor aceitou protocolar um substitutivo para incluir a questão da Copa do Povo. Mais cedo, antes do início da sessão, a proposta foi debatida em uma audiência pública. Àquela altura, ainda existiam divergências em torno do texto. Guilherme Boulos, coordenador do MTST, questionou um dos artigos do texto, que não permitia que os imóveis erguidos no terreno fossem destinados para o programa federal Minha Casa, Minha Vida – Entidades, no qual os beneficiados são indicados por movimentos sociais. “Na medida em que o projeto coloca a restrição da demanda ao cadastro da Sehab, ele está restringido o empreendimento a uma única modalidade. Nós não achamos cabível nem que seja o escopo desse projeto”, afirmou o militante. “Nós não queremos furar fila. O que nós queremos é que seja resguardada também a possibilidade de se fazer pela modalidade entidades.” Segundo Alfredinho, será aprovada uma emenda extinguindo a restrição ao programa federal. Ele ressaltou, entretanto, que as moradias não serão destinadas apenas a membros do MTST. “O cálculo que se tem é que vamos conseguir construir mais unidades do que foi combinado com eles (MTST). Então, esse excedente será distribuído para outros movimentos da própria região”, disse o petista. No início da noite, o presidente da Câmara, vereador José Américo (PT), o líder do governo, Arselino Tatto (PT), e o líder do PT, Alfredinho, deixaram o plenário e foram explicar aos manifestantes acampados na porta do Palácio Anchieta que os projetos da Copa do Povo e do Plano Diretor não seriam votados nesta sexta-feira, como era esperado, já que haviam ainda trâmites formais a serem concluídos. Eles, porém, garantiram que ambos os projetos serão votados e aprovados na sessão da segunda-feira (30/6).   Saiba mais Votação do Plano Diretor é adiada Principais propostas do Plano Diretor Estratégico Líder do governo na Câmara diz que PDE será aprovado segunda-feira Vereadores chegam a acordo com MTST Vereadores se...

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Líder do governo na Câmara diz que PDE será aprovado segunda-feira
jun28

Líder do governo na Câmara diz que PDE será aprovado segunda-feira

Sábado, 28 de junho de 2014 às 9h10 Rodolfo Blancato CMSP – O líder do governo na Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), Arselino Tatto (PT), foi à tribuna do plenário na noite desta sexta-feira (27/6) para afirmar que o Plano Diretor só será votado na próxima segunda-feira (30/6). Ontem, a expectativa da situação era aprovar o projeto hoje.     Segundo Tatto, não haveria tempo suficiente para analisar todas as emendas protocoladas pelos vereadores. “Não é falta de vontade política, é uma questão operacional. São muitas emendas, emendas importantes que precisam ser analisadas. Isso não dá pra fazer de afogadilho. Trata-se da lei mais importante que temos na cidade”, disse o petista. No entanto, ele garantiu que o governo terá os 33 votos necessários para aprovar o projeto na segunda. “Uma coisa eu posso garantir para vocês: o Plano Diretor será votado na segunda-feira!”, afirmou Tatto, se dirigindo às galerias, onde militantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) pressionavam pela votação ainda hoje. O movimento está acampado em frente à Câmara desde a última quarta-feira (25/6) e, segundo os líderes do grupo, só deixará o local quando o Plano Diretor for aprovado. Eles também pedem a mudança da legislação para permitir a construção de moradias populares no terreno da ocupação Copa do Povo, na zona leste.   Saiba mais Votação do Plano Diretor é adiada Principais propostas do Plano Diretor Estratégico Líder do governo na Câmara diz que PDE será aprovado segunda-feira Vereadores chegam a acordo com MTST Vereadores se dividem sobre acampamento do MTST em frente à...

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Principais propostas do Plano Diretor Estratégico
jun28

Principais propostas do Plano Diretor Estratégico

Sábado, 28 de junho de 2014 às 7h24   CMSP – Em tramitação desde o ano passado, o novo Plano Diretor Estratégico de São Paulo (PDE) vai definir as diretrizes para o desenvolvimento urbano no município nos próximos 16 anos. Elaborado pela prefeitura e aperfeiçoado pela Câmara após nove meses de debates, o projeto tem o objetivo de criar uma cidade mais funcional e justa para seus moradores. Para isso, a proposta prevê uma série de medidas, como a aproximação da moradia e do emprego, a prioridade ao transporte público e a diminuição do déficit habitacional do município.   Os membros da Comissão de CPUMMA (Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente) responsáveis pela elaboração do PDE, estão assim definidos pelos vereadores: Presidente Andrea Matarazzo (PSDB) Vice-presidente Paulo Frange (PTB) Relator Nabil Bonduki (PT) Demais integrantes Dalton Silvano (PV) José Police Neto (PSD) Nelo Rodolfo (PMDB) Toninho Paiva (PR) Apenas o substitutivo do PDE, votado no último mês de abril, forma um caderno de 136 páginas. O que veremos aqui é um resumo das principais e mais polêmicas propostas debatidas com a sociedade e entre os vereadores. Leia a seguir: Cidade compacta A construção de prédios altos na cidade, hoje dispersa, será reordenada, concentrando o adensamento construtivo e populacional ao longo dos eixos de transporte de massa. O plano propõe tornar a cidade mais “compacta”, com mais pessoas morando em áreas já urbanizadas, reduzindo deste modo, os deslocamentos, e aproximando moradia e emprego. Ao mesmo tempo, áreas mais periféricas receberão maior infraestrutura e emprego, com a implantação dos Polos de Desenvolvimento Econômico, o que também contribuirá para reduzir os deslocamentos. O processo de adensamento ao longo dos eixos, somado ao desenho da malha de corredores de ônibus estruturados na cidade e a construção de ciclovias, contribuirá para a racionalização do uso do automóvel. Por outro lado, as zonas estritamente residenciais serão preservadas e haverá um limite de altura de 28 metros nos miolos dos bairros, evitando os espigões. Dessa forma, o plano regulará a atuação do mercado imobiliário, levando-o para onde a cidade deve crescer e restringindo onde não deve mais. Recriação da zona rural Após 12 anos de extinção, a zona rural, no extremo-sul da cidade, será recriada e abrangerá 25% do território paulistano. O objetivo é conter a expansão horizontal da cidade, proteger o que resta do cinturão verde e fazer essas áreas serem melhor utilizadas, criando emprego e renda com atividades que garantam a preservação do meio ambiente, como a agricultura orgânica e o ecoturismo. Limite de vagas de garagens Na construção de novos prédios, será permitida sem cobrança extra a construção de uma vaga...

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Vereadores se dividem sobre acampamento do MTST em frente à Câmara
jun28

Vereadores se dividem sobre acampamento do MTST em frente à Câmara

  Vídeo publicado pela TV Câmara São Paulo, mostra integrantes do MTST acampados em frente à Câmara Municipal de São Paulo e as opiniões divergentes de vereadores. Publicado em 27/06/2014 Trabalhadores sem-teto acampam em frente à Câmara Municipal há três dias. É pressão para que a revisão do plano diretor da cidade seja votada, a manifestação divide os vereadores.   Sábado, 28 de junho de 2014 às 9h52 CMSP – Em entrevista à TV Câmara, os vereadores Coronel Telhada (PSDB) e Juliana Cardoso (PT) comentaram a decisão do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) de acampar em frente à Câmara para pressionar pela aprovação do Plano Diretor. Enquanto Telhada qualifica o ato como “uma afronta à democracia”, Juliana acredita que a ocupação é uma forma válida de protesto.   Saiba mais Votação do Plano Diretor é adiada Principais propostas do Plano Diretor Estratégico Líder do governo na Câmara diz que PDE será aprovado segunda-feira Vereadores chegam a acordo com MTST Vereadores se dividem sobre acampamento do MTST em frente à...

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PDE, ZEIS e o Inferno de Dante
jun26

PDE, ZEIS e o Inferno de Dante

Quinta-feira, 26 de junho de 2014 às 8h07 – atualizado às 10h12 Gerson Soares CMSP – No final da sessão plenária de ontem (25), vereadores exaltados como José Police Neto (PSD), que tiveram problemas com integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto) que continuam acampados em frente à Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), para defender seus interesses na votação das ZEIS. Os debates estiveram voltados para o projeto do Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo (PDE). Segundo o líder do governo, vereador Arselino Tatto (PT), foi firmado acordo com as lideranças dos partidos para que as sessões desta quarta e quinta-feira fossem utilizadas exclusivamente para discussão do projeto. Segundo, informações da CMSP, até sexta-feira, o PDE deve ser colocado em pauta para votação final. O relator do projeto, vereador Nabil Bonduki (PT), ocupou a tribuna nesta quarta para defender o substitutivo do PDE. “O planejamento urbano serve para organizar a cidade, estabelecendo regras para o uso e ocupação de solo e os programas públicos para as próximas três gestões municipais. São Paulo não pode mais se expandir horizontalmente. Precisamos agora conter esse processo para evitar que haja mais degradação de áreas de proteção ambiental e estabelecer claramente para onde a cidade vai se desenvolver a partir de agora”, disse.       O presidente da Comissão de Política Urbana, vereador Andrea Matarazzo (PSDB), será o primeiro a discursar sobre o projeto. Em seguida, segundo promessa do presidente da CMSP, vereador José Américo (PT), será a vez de Gilberto Natalini (PV), seguido dos demais vereadores inscritos, na sessão desta quinta-feira. Para garantir que todos os vereadores tenham tempo para discutir o projeto, o presidente da Câmara convocou a sessão ordinária e mais três extraordinárias. O vereador Arselino Tatto (PT) usou o plenário para defender o vereador José Police Neto (PSD), duramente criticado por integrantes do MTST, que o acusam de ser o ‘vereador das empreiteiras’. “90% dos projetos do vereador Police são relacionados à moradia popular, por isso são injustas as críticas e acusações que foram feitas. Dialogamos com o movimento e eles entenderam que cometeram um erro. Quero dizer que o vereador tem a solidariedade de toda base do governo”, disse Tatto. Integrantes do MTST estão acampados e afirmam que ocuparão as imediações da CMSP até a votação do PDE, pressionando os vereadores. O líder do movimento, Guilherme Boulos acusa os vereadores, entre eles Police Neto, de estarem fazendo lobby nas aprovações de interesse das empreiteiras. Nesse sentido fica mesmo sem explicação a liberação para construção de edifícios no interior dos bairros, que antes era de proibição para construções acima de oito andares no interior...

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Plano Diretor pode ser votado durante recesso parlamentar
jun25

Plano Diretor pode ser votado durante recesso parlamentar

Quarta-feira, 24 de junho de 2014 às 10h52 Rodolfo Blancato/CMSP Edição final: Alô São Paulo Caso o projeto do novo Plano Diretor não seja aprovado até o fim do mês, a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) poderá ter sessões durante o recesso parlamentar, que começa em primeiro de julho. A informação foi dada a jornalistas pelo líder do PT, vereador Alfredinho, durante a sessão plenária do dia 14. Naquela tarde, os vereadores da base de apoio ao prefeito Fernando Haddad tentaram iniciar a discussão do projeto, mas não conseguiram quórum para manter a sessão aberta.     Segundo o petista, o governo ainda não alcançou os 33 votos necessários para a aprovação do plano. “Todos os vereadores têm suas demandas, suas reivindicações, mas não é possível atender a todos. Então nós temos que conversar, construir um entendimento.” Alfredinho foi um dos parlamentares que receberam uma comitiva de manifestantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto), juntamente com o presidente José Américo (PT), Adilson Amadeu (PTB) e Juliana Cardoso (PT). O movimento reuniu milhares de manifestantes em frente ao Palácio Anchieta para pressionar pela aprovação do projeto e a inclusão da ocupação Copa do Povo, na zona leste, entre as Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) previstas no plano. As ZEIS são áreas nas quais o poder público tem a obrigação de promover habitação de interesse social. Elas também possuem regras diferenciadas para a construção de novos edifícios, desincentivando empreendimentos de alto padrão.       No encontro, os vereadores reafirmaram o esforço de votar o projeto até o fim do mês. Por sua vez, os manifestantes informaram que permanecerão acampados em frente à Câmara até que o plano seja aprovado. “Serão por volta de 250 pessoas nesse primeiro momento, mas a ação será massificada conforme a necessidade”, afirmou a militante Jussara Basso, uma das coordenadoras do movimento. A pressão dos manifestantes, que chegaram a fechar os acessos ao edifício da Câmara durante a tarde, foi criticada pelos parlamentares da oposição, que qualificam a atitude do movimento como uma “chantagem”. “Acho que é um tipo de pressão inaceitável você acampar, fazer o que fizeram aqui hoje, que é fechar a Câmara, sitiar todas as entradas e saídas”, disse vereador Andrea Matarazzo (PSDB). A intenção do governo é aprovar o substitutivo protocolado na semana passada pelos vereadores da Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente. A princípio, a transformação da Copa do Povo em Zeis seria realizada em um projeto separado, mas como a oposição está obstruindo a leitura do projeto, o presidente José Américo (PT) disse a jornalistas que cogita incluir a questão no próprio Plano Diretor através...

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