Endereços das Feiras orgânicas em SP e no Brasil
jan26

Endereços das Feiras orgânicas em SP e no Brasil

Com o objetivo de tornar os produtos orgânicos mais acessíveis aos consumidores e fomentar uma alimentação saudável, o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) realiza o Mapa de Feiras Orgânicas e Grupos de Consumo Responsável.

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Banco Mundial financia projeto de apoio a agricultores familiares na Paraíba
out30

Banco Mundial financia projeto de apoio a agricultores familiares na Paraíba

Mais de 44 mil agricultores familiares em áreas rurais se beneficiarão de um empréstimo de 50 milhões de dólares aprovado na semana passada (20) pelo Banco Mundial para o projeto Desenvolvimento Rural Sustentável da Paraíba.

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Levedura modificada aumenta a produção de açúcar da cana-energia
set14

Levedura modificada aumenta a produção de açúcar da cana-energia

Nos últimos anos começaram a ser cultivadas no país variedades de cana obtidas a partir do cruzamento das espécies Saccharum officinarum e Saccharum spontaneum, denominadas cana-energia, que apresentam maior teor de fibras e robustez.

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Laranja pode tornar-se geneticamente resistente a pragas agrícolas, vídeo
nov15

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Uma das frutas mais consumidas no Brasil e no mundo, a laranja pode tornar-se geneticamente mais tolerante a doenças.

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Produção alada
nov08

Produção alada

Ninhos da abelha nativa mamangava devem estar disponíveis nos próximos meses para venda a produtores de maracujá. Quando presente na plantação, essa abelha aumenta o número de frutos nos maracujazeiros por meio da polinização.

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Cidades Comestíveis encoraja a criação de hortas comunitárias em São Paulo
out13

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Projeto do Redes e Ruas criou plataforma colaborativa para os futuros hortelões e ofereceu 48 horas de atividades no Centro Cultural São Paulo.

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Goldemberg recebe prêmio em reconhecimento às suas pesquisas em energia
set24

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O prêmio foi entregue durante a 15ª Conferência Internacional sobre Açúcar e Etanol, em São Paulo, que teve como tema central os desafios e oportunidades e o planejamento para o futuro.

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Preços recebidos pela Agropecuária paulista: alta de 0,92% em agosto de 2015
set22

Preços recebidos pela Agropecuária paulista: alta de 0,92% em agosto de 2015

Em resumo, no mês de agosto, 14 produtos apresentaram alta de preços (10 de origem vegetal e 4 de animal) e 5 apresentaram queda (4 vegetais e 1 de origem animal).

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IEA é o mais novo pólo de ensino PECEGE – ESALQ
mar28

IEA é o mais novo pólo de ensino PECEGE – ESALQ

Sábado, 28 de março de 2015, às 12h07   O Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e a Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz (Esalq/USP), através do Pecege, firmaram parceria para oferecer cursos de MBA à distância e outros cursos e oficinas voltados ao setor de gestão e marketing em agronegócios. Os funcionários da SAA (Gabinete, Apta, Codeagro, CDA, Cati e Codasp) terão direito a 10% de desconto, se realizarem a inscrição através do Polo de Ensino IEA/Pecege e a R$ 100,00 de desconto pela pontualidade de pagamento das mensalidades do MBA. Os cursos oferecidos no formato de MBA à distância são: Gestão em Agronegócios, Gestão de Projetos, Marketing e Agronegócios. Os interessados podem acessar o site do IEA (www.iea.sp.gov.br) e preencher a ficha de inscrição. Os cursos tem datas de início diferentes, para mais informações entrar em contato com Sato@iea.sp.gov.br ou ligar (11) 5067-0466 ou com a secretaria de cursos do Pecege (www.pecege.org.br) ou pelo tel. (19)...

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IEA discute o uso da água pela agropecuária
mar28

IEA discute o uso da água pela agropecuária

Sábado, 28 de março de 2015, às 11h49   IEA – Longe de ser um problema superado, a escassez hídrica volta ao centro das discussões sobre o uso responsável de recursos naturais. “Não se justifica o alarmismo em torno do sumiço da água, que obrigaria as pessoas a migrar em busca de abastecimento, nem a afirmação de que a principal causadora disso seja a agropecuária”, afirmam Eduardo Castanho Filho e Mário Olivette, pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e Adriana Damiani, executiva pública.     A abordagem clássica da produção de água é dada pelo ciclo hidrológico, cuja quantificação se faz por meio do balanço hídrico de bacias hidrográficas, ressaltam os pesquisadores. No Brasil, esse trabalho é feito pela Agência Nacional de Águas (ANA. Em seu mais recente relatório, a agência divulgou que 72% da água utilizada o foi na agricultura irrigada, ocasionando as mais disparatadas interpretações, dando a entender que o consumo da irrigação é o mesmo da agropecuária. Note-se que área atualmente irrigada no Brasil é de cerca de 8% da área agrícola plantada com grãos (54 milhões de hectares). Ressalte-se que a Política Nacional de Irrigação, disciplinada pela Lei n. 12.787, tem como objetivos, dentre outros, “incentivar a ampliação da área irrigada e o aumento da produtividade”. Os autores ressaltam que a produção de água se dá pela infiltração, a qual ocorre quase que exclusivamente pelo meio rural. Pelo uso do solo no Brasil, pode-se observar que a imensa maioria do país é rural, mas com a população altamente concentrada nas áreas urbanas (quase 85% dos habitantes, em 2,4% da área). Isso gera implicações óbvias tanto na produção quanto no consumo de água, e nas relações entre oferta e demanda. Quanto mais urbanizada a área, menor será a evapotranspiração das plantas, aumentando o escoamento superficial e reduzindo bastante a infiltração. Além disso, a qualidade dessa água que escorre é de péssima qualidade. É notório que a questão hídrica é muito abrangente, afirmam os pesquisadores. No entanto, é preciso ressaltar que não se pode confundir consumo de água pela irrigação com necessidades de água das atividades agropecuárias e florestais e há espaço para ganhos de conservação de água e racionalização do consumo por meio da adoção de técnicas apropriadas. O meio urbano depende cada vez mais da produção de água do meio rural e que, no limite e existe um arcabouço jurídico capaz de favorecer a implementação das medidas propostas, dentre elas a adoção de uma política pública proativa de criação de reservas florestais estadualizadas e em locais estratégicos do ponto de vista dos recursos...

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Preços agropecuários sobem 1,94% em outubro
nov14

Preços agropecuários sobem 1,94% em outubro

Sexta-feira, 14 de novembro de 2014, às 18h43   Em outubro, carnes, frutas e grãos apresentaram alta de preços. Mas sobremesa ficou mais barata com a queda do trigo, ovos, leite e cana de açúcar. O IqPR – Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista registrou alta de 1,94% no mês de outubro de 2014%), informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Os produtos que apresentaram altas foram: o tomate para mesa (32,85%), a banana nanica (23,22%), feijão (17,11%), a batata (10,74%), o café (9,03%), carne suína (8,13%), laranja para mesa (7,66%), carne de frango (4,40%), o milho (3,12%), carne bovina (3,05%), arroz (1,88%), laranja para indústria (1,55%) e o amendoim (1,52%). As condições climáticas com calor e falta de chuva, associado a dificuldade de irrigação devido ao baixo volume de água, prejudicou a produção do tomate para mesa elevando os preços recebidos pelos produtores. No caso da banana, a seca que atingiu o vale do Ribeira gerou perdas que diminuíram a oferta do produto no mercado paulista e, consequentemente, elevaram os preços recebidos pelos produtores, afirmam José Alberto Angelo, Danton Bini e Celso Luís Vegro. Para o feijão e a batata, tem-se leve redução da oferta que elevou os preços, porém essas variações altas refletem mais aos preços baixos praticados no mês anterior, quando se teve boa produção. No café, a anomalia climática incidente no primeiro trimestre de 2014 (e que se mantém com o início da primavera) sobre os principais cinturões cafeicultores, impôs prejuízos à formação e enchimento dos frutos com diminuição da peneira, má formação e chochamento das sementes. Em razão dessa ocorrência houve reflexos sobre a precificação do produto por parte dos operadores do mercado (nacional e internacional), estabelecendo fortes altas em suas cotações. Para a laranja de mesa, a forte estiagem que acometeu as plantações durante todo o ano de 2014 reduziu a oferta do produto devido a perda da qualidade do fruto, aumentando o preço recebido pela caixa de 40,8 Kg comercializada pelos produtores paulistas. Na carne bovina, os motivos climáticos diminuíram a disponibilidade de pastagens para os pecuaristas de carne, o que reprimiu a presença de seus produtos no mercado, elevando seus preços na média em 3,05% neste mês. Na comparação de outubro/14 com outubro/13, a carne bovina registra alta de 22,90%. Já os produtos que apresentaram as maiores quedas de preços foram: o trigo (6,43%), a soja (4,65%), os ovos (2,51%), algodão (1,81%), o leite cru resfriado (0,63%) e a cana de açúcar (0,37%). A queda da cotação do trigo (commoditie) é reflexo da boa produção nos países da...

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Estudos para defesa contra a vassoura-de-bruxa
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Pesquisadoras avaliam o Banco Ceagesp de Alimentos
out30

Pesquisadoras avaliam o Banco Ceagesp de Alimentos

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014, às 17h19 Bancos de Alimentos são programas destinados a arrecadar, selecionar, processar (ou não), armazenar e distribuir produtos alimentícios considerados inadequados à comercialização, mas sem restrição de caráter sanitário e próprios para o consumo. Os alimentos são repassados a instituições da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O Banco CEAGESP de Alimentos é abastecido por produtos, que foram descartados na comercialização, doados por produtores e permissionários e, esporadicamente, por empresas do entorno do Entreposto e instituições públicas, esclarecem as pesquisadoras Priscilla Fagundes, Katia Nachiluk e Rosana Pithan, do IEA e Lenise Mondini, do Instituto de Saúde e Alessandra Figueiredo, assistente executivo do CEAGESP. “Os alimentos apreendidos, antes de serem encaminhados para a doação, aguardam um prazo em torno de 24 horas (salvo verduras e flores, cujo prazo é de 12 horas) para regularização. Essa regularização depende do motivo da apreensão, mas, na maioria dos casos, é necessário que se pague uma multa. Na maioria das vezes os alimentos doados são aqueles em que o valor da multa supera o valor da mercadoria, ou ainda quando o responsável pela mercadoria não consegue regularizar a situação no prazo estipulado, afirmam as autoras do artigo. O Banco também pode contar com doações feitas por instituições públicas, embora estas sejam esporádicas. No caso da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os produtos são provenientes de compras que a Companhia faz do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo federal, e são doados para Banco CEAGESP, sendo basicamente farinhas e grãos. Após a triagem dos produtos e da determinação de sua perecibilidade, a equipe do Banco identifica o número de entidades que podem ser beneficiadas e entra em contato para que possam fazer a retirada no mesmo dia ou no dia seguinte. O público atendido é oriundo de insti-tuições sem fins lucrativos como hospitais, casas de recuperação, asilos, abrigos, creches, núcleos socioeducativos, associações de moradores de bairros, cooperativas, outros bancos de alimentos, prefeituras e organizações não governamentais (ONGs). No período de nove anos, a doação de alimentos cresceu de 446,28 t para 2.306,84 t ao Banco CEAGESP. Mas, alguns entraves foram detectados: baixa participação dos permissionários; pequeno número de veículos que impedem uma maior captação dos produtos doados; e desperdício ocasional pela falta de aviso em caso de a entidade não poder retirar o alimento. Para ampliar a captação de produtos há necessidade de maior mobilização e conscientização dos permissionários do Entreposto, gerando esforços na busca de recursos externos que possam maximizar a...

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Agropecuária brasileira: origem natural e humana
out25

Agropecuária brasileira: origem natural e humana

Sábado, 25 de outubro de 2014, às 07h59 Indicação geográfica: Pesquisadora do IEA apresenta panorama da legislação e registro no Brasil. O Brasil possui um grande número de produtos agropecuários com qualidade diferenciada e que podem ter identidade vinculada a sua origem geográfica, cultural, biológica, climática e étnica, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.     “A IG, assim como as marcas e os nomes comerciais, tem como objetivo diferenciar os produtos e indicar a sua origem comercial ou geográfica. Por agregar valor ao produto, a IG pode propiciar o desenvolvimento local gerando renda adicional ao produtor rural”, afirma Geni Satiko Sato, pesquisadora do IEA. Existem duas modalidades de IG: Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO). A definição de IG é apresentada no artigo 176 da Lei n. 9.279/1996. A IP indica o nome geográfico que tenha se tornado conhecido pela produção ou fabricação de determinado produto, ou prestação de determinado serviço. A DO indica o nome geográfico do local que designa produto, ou serviço, cujas qualidades ou características se devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos os fatores naturais e humanos. Até 30 de setembro de 2014, foram registrados no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) 5 DOs e 20 IPs de produtos oriundos do setor agrícola brasileiro. No total, 37 produtos possuem IGs no Brasil; no entanto, ainda há muito trabalho a ser realizado nesta área, pois países europeus, como a França, possuem mais de 500 selos distintivos de...

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Saldo da balança comercial de SP é de US$ 9,13 bilhões
out22

Saldo da balança comercial de SP é de US$ 9,13 bilhões

Quarta-feira, 22 de outubro de 2014 às 09h30 Complexo sucroalcooleiro, carnes, soja, suco de laranja e produtos florestais responderam por 79,7% das vendas setoriais paulistas. De janeiro a setembro de 2014, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 38,50 bilhões (22,2% do total nacional), e as importações, US$ 65,00 bilhões (37,3% do total nacional), registrando déficit de US$ 26,50 bilhões. Em relação a janeiro a setembro de 2013, o valor das exportações paulistas caiu 7,7% e o das importações 3,3%, aumentando em 4% o déficit comercial, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O agronegócio paulista apresentou exportações decrescentes (-13,8%), atingindo US$ 13,71 bilhões. As importações aumentaram (+0,9%), somando US$ 4,58 bilhões, e o saldo, de US$ 9,13 bilhões, foi 19,6% menor que o do período de janeiro a setembro do ano de 2013. “Destaque-se que as importações paulistas nos demais setores, excluindo o agronegócio, somaram US$ 60,42 bilhões para exportações de US$ 24,79 bilhões, gerando um déficit externo desse agregado de US$ 35,63 bilhões de janeiro a setembro de 2014. Assim, conclui-se que o comércio exterior paulista seria mais deficitário não fosse o desempenho do agronegócio estadual, afirma o pesquisador José Roberto Vicente, autor do artigo. Os cinco principais grupos nas exportações do agronegócio paulista, no período de janeiro a setembro de 2014, foram: complexo sucroalcooleiro (US$ 5,03 bilhões, com as exportações de álcool representando 12,4% desse total); carnes (US$ 1,93 bilhão, em que a carne bovina respondeu por 79,9%); complexo soja (US$ 1,44 bilhão); sucos (US$ 1,28 bilhão, dos quais 98,2% referentes a sucos de laranja); e, produtos florestais (US$ 1,24 bilhão). Esses cinco agregados representaram 79,7% das vendas externas setoriais paulistas. A participação das exportações do agronegócio paulista no total do Estado diminuiu 2,5%, enquanto a participação das importações aumentou 0,2%, na comparação dos períodos de janeiro a setembro de 2013 e 2014. A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 0,70 bilhão de janeiro a setembro de 2014, com exportações de US$ 173,63 bilhões e importações de US$ 174,33 bilhões. O déficit comercial diminuiu 60,2%, em função da queda nas exportações (-2,2%) inferior à das importações (-2,8%). Os cinco principais grupos do agronegócio brasileiro nas exportações de janeiro a setembro de 2014 foram: complexo soja (US$ 29,24 bilhões); carnes (US$ 12,84 bilhões); complexo sucroalcooleiro (US$ 7,52 bilhões); produtos florestais (US$ 7,38 bilhões); e café (US$ 4,68 bilhões). Esses cinco agregados responderam por 81,2% das vendas externas do agronegócio nacional. Em relação ao agronegócio brasileiro, as exportações setoriais de São Paulo no período de janeiro a setembro de 2014 representaram 18,1%, ou seja,...

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Anomalia climática afeta plantio em SP
out15

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Quarta-feira, 15 de outubro de 2014 às 18h33 IEA discute anomalia climática e seus impactos sobre as culturas paulistas O risco e a incerteza incidente nos negócios agropecuários estão intrinsecamente vinculados à variável clima. Divulgou-se amplamente que, no primeiro trimestre de 2014, incidiu sobre as lavouras e pastagens a denominada anomalia climática, caracterizada por escassez de precipitações, elevada temperatura média (dia e noite) e alta radiação solar. Em seu conjunto, esses fatores climáticos trouxeram importantes perdas econômicas para os cultivos em plena fase de desenvolvimento e frutificação, ressalta o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Iniciada a temporada de plantio da safra de verão e retomado o manejo agronômico das culturas perenes (café, laranja, cana e pastagens), “os tomadores de decisão da agropecuária paulista se deparam com novo distúrbio climático, caracterizado pelo atraso no retorno das precipitações ou de sua incidência, porém, de forma irregular e em baixos volumes, incapazes ainda de destravar o início do plantio”, afirmam Celso Vegro, José Roberto da Silva, Katia Nachiluk, Marisa Zeferino Barbosa, Maximiliano Miura, Rosana Pithan e Priscilla Fagundes, pesquisadores do IEA, responsáveis pelo artigo. As previsões das variáveis climáticas ao longo da primavera no Centro-Sul, especificamente no território paulista, formuladas pelas principais agências de meteorológicas, indicam a retomada das precipitações com alguma irregularidade e variação nos volumes para o mês de outubro, devendo se elevar em termos de frequência e quantidade nos meses de novembro e dezembro. Quanto à temperatura, há relativa unanimidade de que as médias se situarão acima dos patamares históricos para o período. O retorno das precipitações por si só traz consigo dias nublados que, por sua vez, diminuem o impacto da radiação solar. O déficit hídrico acumulado até setembro de 2014 não foi zerado pelo irregular regime de precipitações que se iniciou com a chegada da primavera (excetuando-se a sub-região do Vale do Ribeira), não se prevendo que ocorram volumes significativos de precipitações ao longo da primeira quinzena de outubro (massa de ar seco bloqueando a subida das frentes frias). A baixa umidade do solo associada à exigência de substanciais volumes para recuperar a capacidade de campo constituem obstáculos imediatos para o êxito de decisões de plantios mais precoces.   Assuntos relacionados Clima e os plantios mais precoces Anomalia climática afeta plantio em SP...

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Clima e outros fatores tornam voláteis as cotações do café
out13

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Segunda-feira, 13 de outubro de 2014, 12h25 IEA aponta padrão volátil na curva futura das cotações do café. Agronegócios – Em setembro, os mercados de dólar e juros futuros na BM&F-Bovespa tiveram variações positivas. O mercado acredita que o FED (Federal Reserve System ou o equivalente ao Banco Central brasileiro) deverá antecipar a elevação da taxa básica de juros da economia ainda no primeiro trimestre, motivando a maior procura pela moeda. Assim, a curva de câmbio exibiu desvalorização do real (mais de 9% de perda no mês), informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Na Bolsa de Nova York, nos contratos de café arábica (em segunda posição), houve declínio nas cotações do produto na comparação das médias semanais, embora a trajetória futura aponte para alta nas cotações. “As cotações para dezembro de 2014, registradas na primeira semana do mês, alcançavam US$¢203,06/lbp, declinando para US$¢183,55/lbp na quarta semana. O registro de queda nas exportações brasileiras de café verde em agosto (-13,7%) não foi suficiente para deter o movimento baixista”, afirmam Celso Vegro, pesquisador do IEA e Félix Schouchana, economista e consultor de Mercados Futuros, autores do artigo. Aparentemente, dois fatores propiciaram tal baixa nas cotações: retorno das precipitações (ainda que esparsas e em baixos volumes) e divulgação no princípio do mês, por parte de instituição pública, de previsão para safra brasileira 2015/16 acima das 48 milhões de sacas. A média de preços recebidos pelos cafeicultores em setembro de 2014 na região de Franca (principal polo da cafeicultura paulista) foi de R$430,08/sc., segundo dados do IEA/CATI, representando incremento de 1,06% frente ao registrado no mês anterior. Grandes incertezas pairam sobre o potencial da safra brasileira 2015/16 e consultorias internacionais estimam colheita inferior a 40 milhões de sacas, quantidade insuficiente para atender as demandas interna e externa. Esse cenário de escassez trará mais incerteza ao mercado que, ademais, percebe no padrão climático vigente, nos principais cinturões de cultivo da rubiácea, fator de agudização das anomalias registradas no primeiro semestre do...

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Pesquisadores do IEA avaliam emprego formal agropecuário em SP
out08

Pesquisadores do IEA avaliam emprego formal agropecuário em SP

Quarta-feira, 8 de outubro de 2014, às 16h30 – Atualizado às 19h48 IEA – O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou em agosto de 2014 o desempenho do emprego formal brasileiro de 2013. Os dados são provenientes da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), que organiza as declarações prestadas por todos os estabelecimentos com vínculos ativos e carteira assinada, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Em 2013, constatou-se que o Brasil teve um crescimento de 3,1% na geração de empregos em comparação ao ano anterior. Os setores de serviços e comércio foram os que tiveram maior crescimento, 3,8% e 3,1%, respectivamente, e juntos concentraram 72,7% do total de empregos com carteira assinada. Já a agropecuária teve o menor desempenho dentre todos os setores, com aumento de 0,9% no número de postos de trabalho formais. O Estado de São Paulo tem importância significativa na geração de empregos com carteira assinada, afirmam Carlos Eduardo Fredo e Alceu de Arruda Veiga Filho, pesquisadores do IEA e Thiago Lisboa, assistente agropecuário da Codeagro (Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios), autores do artigo. São Paulo representa 28,7% do total de empregos formais e registrou crescimento de 1,7%. A geração de empregos foi impulsionada principalmente pelo setor de serviços, que teve um aumento de 130.476 vagas formais (+1,8%), e pelo de comércio, com 58.812 (+2,2%). “O setor agropecuário paulista foi o único que apresentou retração na geração de empregos, com perda de 15.620 postos de trabalho (-4,5%). Registre-se que foi o segundo ano consecutivo de queda no emprego formal neste setor”, esclarecem os autores. Estudo do Instituto de Economia Agrícola, publicado em abril de 2014, avaliou o desempenho mensal, a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) para o ano de 2013. Por meio desta base, é possível avaliar o número de admissões e desligamentos mensais em todos os setores econômicos, ou seja, a flutuação do emprego formal. Nesse estudo, constatou-se a perda de postos de trabalhos formais no setor agropecuário para o ano de 2013, diminuindo em 15.200 empregos. Verificou-se, também, que a atividade econômica responsável para essa perda tinha sido o cultivo de laranja. O custo com mão de obra nas etapas de colheita e tratos culturais bem como a saída de muitos produtores do setor citrícola foram alguns fatores influentes na perda de emprego do setor...

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Produtos orgânicos em São Paulo
set30

Produtos orgânicos em São Paulo

Terça-feira, 28 de setembro de 2014, às 09h12 A organização dos agricultores para defender as feiras orgânicas de São Paulo. As feiras sempre foram vistas pelo movimento de agricultura orgânica nacional e internacional como fundamentais para o avanço deste padrão tecnológico. Por colocar diretamente em contato produtor e consumidor, estabelecem-se as condições de confiança e credibilidade que tornam as atividades de troca personalizadas, não impessoais como no mercado convencional, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.     “Do ponto de vista do produtor, ao conhecer seus consumidores e suas famílias, o comprometimento com a qualidade do produto deixa de ser uma exigência burocrática e legal, para se tornar uma questão ética e de comprometimento pessoal, afirma a pesquisadora Yara Chagas de Carvalho. Para o consumidor, a feira é um meio de conhecer a procedência dos produtos que consome, além de estimular o consumo de maior gama de produtos de época. Do ponto de vista do movimento, a feira é um local de encontro, troca, difusão de conhecimento, atração de novos adeptos e integração de movimentos sociais diversos, ressalta a pesquisadora. Há cerca de um ano e meio, a prefeitura de São Paulo convidou várias entidades do movimento orgânico do Estado para ajudarem a organizar uma feira semanal nas proximidades do parque Ibirapuera. O objetivo do programa foi estimular a conversão para produção orgânica de agricultores, em todos os municípios da sub-bacia do Guarapiranga. Foi neste cenário que surgiu a feira orgânica no local mais nobre da cidade: o Modelódromo, nas vizinhanças do parque Ibirapuera. A feira reúne produtores de várias regiões do Estado: Botucatu, região metropolitana de São Paulo e Campinas, Vale do Paraíba, Ibiúna, Rio Claro, além do sul de Minas Gerais e também um atacadista certificado que traz produtos da agricultura familiar de todo país. Assuntos relacionados Feiras orgânicas em São Paulo Endereços das Feiras orgânicas em SP e no Brasil A feira logo se tornou aos olhos de todos um local de referência no Estado. A garantia da qualidade orgânica dos produtos é de responsabilidade do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), mas há de se reconhecer a limitada capacidade de fiscalização. A feira do Ibirapuera assume, assim, o papel de experiência piloto para se construir novas relações com o poder público municipal responsável pelo espaço e pela autorização das feiras e com a esfera federal responsável pela regulação do mercado orgânico. Recentemente, os participantes da feira (produtores e consumidores) foram surpreendidos pela prefeitura de São Paulo (Secretaria de Esportes), informando a impossibilidade de continuidade da feira naquele local. Os agricultores foram gradativamente se mobilizando...

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ITR deve ser entregue até o dia 30
set26

ITR deve ser entregue até o dia 30

Sexta-feira, 26 de setembro de 2014, às 15h01 Proprietários de terra podem consultar valores no site do IEA O prazo para entrega do ITR vai até o 30 de setembro. A declaração é obrigatória para áreas com mais de 30 hectares. A declaração do ITR – Imposto Territorial Rural é obrigatória para os proprietários rurais com áreas acima de 30 hectares. O imposto varia de 0,03% a 20% sobre o valor da terra nua, alerta o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Para calcular o imposto devido, o produtor deve acessar o site do Instituto (www.iea.sp.gov.br) e acessar o atalho “Preço de Terras – ITR”. Na próxima tela, definir o tipo de terra (campo, cultura de primeira ou de segunda, pastagem e reflorestamento); o período (para o cálculo do imposto, usar dados referentes a novembro de 2013) e o EDR – Escritório de Desenvolvimento Rural. Caso o usuário não saiba a qual EDR pertence o município em que a propriedade se encontra, pode buscar no atalho “Consultar EDR”, que se encontra à direita na tela. A declaração deve ser feita até 30 de setembro de 2014 (terça-feira) e quem não respeitar o prazo, paga multa de 1% ao mês sobre o imposto devido. Quem não fizer a declaração do ITR fica impedido de tirar a certidão negativa de débitos, que é um documento necessário para o financiamento agrícola e o registro de compra e venda da propriedade. A declaração só pode ser feita pela internet, basta acessar o site da Receita Federal e baixar o...

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set23

Pesquisador do IEA analisa a curva futura das cotações do café

Terça-feira, 23 de setembro de 2014, às 13h11   Em agosto, os mercados de juros e dólar futuros na BM&F-Bovespa tiveram variações insuficientes para modificar a trajetória das cotações do café, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. A conjuntura permanece pautada por forte incerteza entre os operadores do mercado quanto à ocorrência de eventual déficit no suprimento global para o período 2015/16, decorrente da prolongada anomalia climática que incide sobre os principais cinturões produtivos do país. Esse fenômeno climático conduziu o mercado de café para condição bastante adversa em que seus principais operadores se expõem a acentuado risco. Na Bolsa de Nova York, os contratos de café arábica (segunda posição) exibiram tendência de alta, porém, com dois momentos distintos, pois, enquanto as médias semanais para a primeira, segunda e terceira semanas foram declinantes, houve mudança de patamar para as cotações a partir da quarta do mês. “A média de preços recebidos pelos cafeicultores em agosto de 2014 na região de Franca, Estado de São Paulo (principal polo da cafeicultura paulista), foi de R$425,59/sc., segundo dados do IEA/CATI, representando incremento de 11,43% frente ao registrado no mês anterior” afirmam Celso Vegro, pesquisador do IEA e Félix Schouchana, consultor de Mercados Futuros. Convertendo-se para real, a cotação registrada na quarta semana do mês para a posição de março de 2015 alcança-se o valor de R$618,26/sc., ou seja, diferença de R$192,67/sc. frente à cotação praticada no mercado francano. Tal diferencial é suficientemente elevado para que legitime a estratégia de contratação do hedge para parcela da mercadoria produzida. Na Bolsa de Londres, acompanhando a aceleração nas cotações de arábica, a média dos contratos futuros de café robusta mudou de patamar na última semana do mês, ou seja, ainda mais expressiva que aquela exibida pelo arábica. O contexto de elevada incerteza ainda domina a formação dos preços do arábica e do robusta. Esse tipo de conjuntura de mercado tanto atrai uns (de menor aversão ao risco) quanto afasta outros investidores (de maior aversão ao risco). Com a safra 2015/16 de arábica recém-iniciada no país, torna-se possível estabelecer estratégia comercial favorável à captura de rentabilidade para a...

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Preços agropecuários fecham agosto em alta de 0,99%
set19
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Saldo da balança comercial atinge US$ 8,03 bilhões
set17

Saldo da balança comercial atinge US$ 8,03 bilhões

Quarta-feira, 17 de setembro de 2014, às 19h18 De janeiro a agosto de 2014 as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 33,87 bilhões (22% do total nacional) e as importações, US$ 56,86 bilhões (37% do total nacional), registrando um déficit de US$ 22,99 bilhões, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O agronegócio apresentou exportações decrescentes (-14,2%), atingindo US$ 12,11 bilhões, enquanto as importações setoriais tiveram acréscimo (+1,2%), somando US$ 4,08 bilhões, resultando em diminuição de 20,4% no saldo comercial em relação aos oito primeiros meses de 2013, atingindo US$ 8,03 bilhões.     Há que se destacar que as importações paulistas nos demais setores, excluindo o agronegócio, somaram US$ 52,78 bilhões para exportações de US$ 21,76 bilhões, gerando um déficit externo desse agregado de US$ 31,02 bilhões. “Assim, podemos concluir que o déficit do comércio exterior paulista só não foi maior devido ao desempenho do agronegócio estadual, cujo saldo manteve-se positivo, embora decrescente”, afirma José Roberto Vicente, pesquisador do IEA. A participação das exportações do agronegócio paulista no total do Estado retrocedeu 2,4%, enquanto as importações apresentaram aumento de 0,5% na comparação do período janeiro-agosto de 2014 com o de 2013. A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 0,25 bilhão de janeiro a agosto de 2014, com exportações de US$ 154,02 bilhões e importações de US$ 153,77 bilhões. O superávit comercial ocorreu em função de queda nas exportações (-1,7%) inferior à das importações (-4,1%). Em relação ao agronegócio brasileiro, as exportações setoriais de São Paulo representaram 17,9%, ou seja, 2,6% a menos que nos oito primeiros meses de 2013, enquanto as importações representaram 36,3%, percentual superior ao verificado no ano passado...

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Rússia libera compra de produtos brasileiros
set13

Rússia libera compra de produtos brasileiros

Sábado, 13 de setembro de 2014, às 12h33 No entanto, apesar do embargo Russo a produtos de diversos países devido a crise na Ucrânia, é necessário cautela para o mercado de carnes e leite, afirma IEA. A Rússia proibiu as importações das carnes bovina, suína e de aves, pescado, leite, queijo, legumes e frutos provenientes dos Estados Unidos e União Européia, além da Austrália, Canadá e Noruega, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Isso ocorreu após esses países anunciarem sanções nas áreas de finanças, tecnologia e defesa. Nos últimos dias, a Rússia decidiu permitir que os produtos lácteos sem lactose, concentrado de proteína e outros produtos antes proibidos voltem a ser comprados no Brasil.     A medida poderá beneficiar o mercado de alguns desses produtos brasileiros, pois a Rússia, segundo informações do Mapa (Ministério da Agricultura, Agropecuária e Abstecimento), já liberou 93 estabelecimentos para exportar carnes, miúdos de carnes, aves, miúdos de aves, suínos, miúdos de suínos e produtos lácteos. “O fato é considerado muito positivo para algumas cadeias produtivas envolvidas, principalmente pelos setores de carne suína e bovina in natura, que já têm neste país o principal destino de suas exportações”, afirma Rosana Pithan, pesquisadora do IEA. Entretanto, a carne de frango pode ter a maior oportunidade, já que há possibilidades de ampliar as exportações rapidamente, pois o setor tem possibilidade de rápida expansão de sua produção, pois o ciclo produtivo da avicultura é curto (cerca de 40 dias), ressalta a pesquisadora. No setor de suínos há certa cautela, pois o mercado brasileiro teve por muito tempo grande dependência do mercado russo e tem procurado, há alguns anos, diversificar os mercados. Em relação à carne bovina, além de ser atualmente o maior exportador, o Brasil tem também o maior rebanho comercial, apesar de menor produtividade que os Estados Unidos. A grande novidade neste setor é a abertura para a compra de miúdos. O mercado russo poderá abrir uma perspectiva de aumento de vendas, o que, por outro lado, poderá alterar os preços para cima e levar os frigoríficos a optar por esse mercado em detrimento de outros que pagam menos, inclusive o mercado interno, o que afetaria diretamente os preços ao consumidor brasileiro, apesar da demanda ser fraca no momento. No setor de lácteos, essa é considerada uma boa oportunidade. Segundo Carlos Humberto Mendes de Carvalho, presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados do Estado de São Paulo (Sindileite), o setor tem muito interesse de exportar leite para a Rússia, mesmo que no momento os preços do mercado interno estejam mais compensadores....

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Oferta e demanda de milho em SP
set12

Oferta e demanda de milho em SP

Sexta-feira, 12 de setembro de 2014, às 09h30 IEA divulga a segunda estimativa de oferta e demanda de milho no Estado de São Paulo. A segunda estimativa de oferta e demanda de milho no Estado de São Paulo em 2014, mantém a tendência de queda, pelo segundo ano consecutivo, da oferta e da demanda do cereal, afirmam Maximiliano Miura e Alfredo Tsunechiro, pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.     O quinto levantamento de previsão da safra agrícola 2013/14, realizado em junho deste ano, ratifica a previsão de levantamentos anteriores, de queda da produtividade da cultura de verão (primeira safra), em decorrência da longa estiagem em todo o estado. A produtividade média da cultura de sequeiro caiu 23% em relação a 2012/13, enquanto a da cultura irrigada sofreu redução de 21,9%. O efeito combinado da adversidade climática com a retração da área plantada (11,5%) resultou numa grande queda de produção (31,4%) da primeira safra. A produção de milho safrinha (segunda safra) também deve cair (11,8%), devido à redução da área plantada (14,3%), embora se espere produtividade com crescimento ligeiramente superior (2,8%) à do ano passado. “A produção total de milho em 2014, no Estado de São Paulo, de 3,66 milhões de toneladas, se confirmada, deverá ser a menor dos últimos 14 anos, diminuindo 25,8% em relação à safra 2012/13. Com estoque inicial 1,9% menor que o do ano passado, a disponibilidade interna de milho no Estado, de 4,268 milhões de toneladas, cai 23,1% em 2014 (temporada 2013/14) em relação a 2013, afirmam os pesquisadores. Do lado da demanda, foram mantidas as estimativas de consumo e de exportação da primeira estimativa de 2014, de acordo com informação dos representantes dos segmentos da cadeia produtiva do milho no Estado de São Paulo. As relações de troca do milho (frango-milho, ovo-milho, suíno-milho, boi-milho e leite-milho) com produtos de origem animal no trimestre março-maio de 2014 apresentaram-se mais favoráveis em relação a igual período de 2013, exceto para os criadores de aves de postura. Cresce o consumo de milho pela indústria de moagem (1,5%). O balanço da oferta e demanda de milho no Estado em 2014 mostra, tal como se observou na primeira estimativa de 2014, elevação substancial da importação (de outras regiões do país) do cereal (28,5%), para compensar a quebra da safra paulista na temporada 2013/14. O volume importado passa a corresponder a 61% do consumo estadual, reproduzindo o mesmo nível da primeira...

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A moratória da soja
set03

A moratória da soja

Quarta-feira, 3 de setembro de 2014, às 15h17 A “moratória da soja” é consequência de uma campanha lançada pelo Greenpeace em abril de 2006 a partir de dados que demostraram, a grandes consumidores da Europa – entre as quais, a rede McDonalds –, que a expansão da soja fomentava o desmatamento ilegal na Amazônia. Diante da reação à campanha, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a Associação Brasileira dos Exportadores de Cereais (ANEC) – responsáveis pelo comércio de mais de 90% da soja produzida no país – e entidades não-governamentais firmaram um boicote à compra de grãos oriundos de áreas desmatadas na Amazônia após 24 de julho de 2006.     A moratória da soja exigiu não apenas a conformidade ambiental dos produtores do grão como, ainda, o compromisso com o desmatamento ilegal zero. A fim de implementar os termos do acordo, seus participantes criaram o Grupo de Trabalho da Soja (GTS), composto pela Abiove, ANEC, e as entidades Greenpeace, WWF, Ipam e TNC. Em 2008, o acordo recebeu apoio do Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente e do Banco do Brasil, que suspendeu o acesso ao crédito a produtores com identificados como protagonistas de desmatamento ilegal. Além de fornecer aos produtores informações sobre a moratória e as regras do Código Florestal, o GTS desenvolveu um sistema de monitoramento da dinâmica do desmatamento relacionada à produção de soja no bioma amazônico. Paralelamente, os representantes dos compradores assinaram o Pacto pela Erradicação do Trabalho Escravo e incluíram nos contratos de compra de soja cláusulas específicas possibilitando-lhes romper o negócio caso houvesse descumprimento dos termos do acordo. A vigência da moratória da soja correspondeu a um período em que a taxa anual de desmatamento, calculada pelo Prodes, se desacoplou do crescimento da produção agropecuária na Amazônia brasileira. Ou seja: enquanto o desmatamento caiu aos níveis mais baixos desde 1988, a produção agropecuária na região continuou a crescer. Analistas avaliam que esse fato se deveu a um conjunto de medidas e iniciativas adotadas tanto pelo poder público (federal estadual e municipal) quanto pelo Ministério Público, setor privado e ONGs. A moratória da soja é citada como um desses casos. Acordo chega ao fim em dezembro de 2014 Apesar de algumas dificuldades, o acordo entre os integrantes da moratória da soja vinha sendo renovado desde 2007. Porém, no último mês de janeiro, os participantes anunciaram que esta seria a última renovação, com data prevista para até 31 de dezembro de 2014. As associações argumentam que o monitoramento teria indicado que “a expansão da soja não é um importante vetor de desflorestamento do bioma Amazônia”, apontando um estudo...

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Produção e venda de máquinas agrícolas em queda
set03

Produção e venda de máquinas agrícolas em queda

Quarta-feira, 3 de setembro de 2014, às 14h57   IEA / Apta — O mercado de máquinas agrícolas automotrizes exibiu, no primeiro semestre de 2014, acentuada queda no total das vendas (-18%), frente à igual período do ano anterior, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Nos primeiros seis meses do ano, foram produzidas 40.407 máquinas agrícolas, representando 7.970 máquinas a menos que a quantidade contabilizada no primeiro semestre de 2013. Tanto as vendas para o mercado interno quanto às exportações declinaram, empurrando para baixo o desempenho do segmento.     O declínio do mercado de máquinas agrícolas, aparentemente, não afetou o número de postos ocupados nas montadoras, pois, no primeiro semestre de 2014, houve contratação de 113 novos funcionários, totalizando 20.869 empregados. “Em contrapartida, dificilmente a receita cambial repetirá os US$3,55 bilhões contabilizados em 2013, pois, entre janeiro e junho de 2014, ela foi de apenas US$1,53 bilhão. Tradicionalmente, o mercado externo para máquinas agrícolas automotrizes brasileiras é concentrado no bloco de países que compõem o Mercosul e alguns poucos países africanos. A crise econômica instalada na Argentina, principal destino das exportações brasileiras, puxou as vendas para baixo, afirmam Celso Vegro e Célia Roncato Ferreira, pesquisadores do IEA responsáveis pelo artigo. As quantidades comercializadas mais expressivas são esperadas para o segundo semestre do ano, coincidindo com o plantio da safra de verão no Centro-Sul. Porém, o arrefecimento do mercado no princípio de 2014, após recorde de produção e vendas em 2013, dificilmente recuperará as vendas mensais para patamares acima das 6 mil maquinas ao mês. Considerando as vendas por unidade da federação, o Estado de São Paulo permanece líder na demanda por máquinas agrícolas automotrizes, representando 17,7% desse mercado, seguido pelo Paraná (15,4%), Rio Grande do Sul (15,3%) e Minas Gerais (10,7%). Esses quatro estados concentram, aproximadamente, 60% das vendas para o mercado interno. Tão logo ocorra a recuperação econômico/financeira do segmento sucroenergético, as vendas em São Paulo deverão se distanciar ainda mais dos demais estados, uma vez que, no boom vivenciado no segmento entre 2006 e 2007, o mercado paulista representou 36% do total de vendas internas. A permanente renovação da frota de máquinas agrícolas é elemento sine qua non na estratégia de incremento da competitividade dos cultivos e criações nacionais, pois vigora a tendência de substituição de máquinas de menor potência por equipamentos maiores, de menor custo operacional e melhor desempenho em campo, otimizando as tarefas com redução de custos....

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Aumentam vendas de fertilizantes
ago29

Aumentam vendas de fertilizantes

Sexta-feira, 29 de agosto de 2014 às 16h59 Pesquisadores do IEA preveêm novo recorde de vendas de fertizantes em 2014 As entregas de fertilizantes aos produtores brasileiros, no primeiro semestre de 2014, totalizaram 12.987 mil toneladas, superando em 6,9% o recorde apresentado para o mesmo período em 2013, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Essa maior demanda reflete a antecipação de compras para a safra 2014/15 aproveitando a retração dos preços dos fertilizantes e o aumento nas vendas para o milho safrinha e trigo.   Entre janeiro e junho de 2014, o Estado do Mato Grosso, maior produtor nacional de soja e algodão, liderou o ranking nas entregas (2.735 milhões de toneladas de produtos), sendo responsável por 21,1% do total nacional. Na região Sudeste, as vendas aumentaram em Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. “O estado de São Paulo, porém, registrou queda nas entregas de 7,3%, influenciado pela redução da demanda da cana-de-açúcar em razão da severa estiagem ocorrida no primeiro trimestre do ano, época de plantio de novos talhões”, afirmam Célia Roncato Ferreira e Celso Vegro. Entretanto, dada a sazonalidade típica nas vendas de fertilizantes, pode ocorrer recuperação parcial ou até total nas vendas em São Paulo, completam os pesquisadores do IEA. Em 2013, as vendas de fertilizantes no Brasil cresceram 5,2% em relação ao ano anterior, perfazendo o total de 31.082 milhões de toneladas de produtos, quantidade que se constituiu em recorde histórico. Em 2013, aumentaram as importações brasileiras de fertilizantes (10,5%), as quais totalizaram 21.619 milhões de toneladas de produtos. O cloreto de potássio continuou sendo o principal produto importado, respondendo por 35,3% do total. No caso das matérias-primas para produção de fertilizantes, houve incremento nas importações de apenas 1,8% no referido período. A demanda por fertilizantes para a safra 2014/15 permanece aquecida. Segundo fontes do setor, mesmo diante de um cenário de baixa nos preços internacionais de grãos, sobretudo milho e soja, estima-se novo recorde nas entregas de fertilizantes ao consumidor final no Brasil em 2014. A previsão é de que a comercialização de fertilizantes atinja cerca de 32 milhões de toneladas de produto, acima da quantidade observada em 2013, que foi de 31.082 milhões de...

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Caem preços de treze produtos do agronegócio
ago15
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Caem contratações do sucroalcooleiro
ago11

Caem contratações do sucroalcooleiro

Segunda-feira, 11 de agosto de 2014 às 18h42   Setor sucroalcooleiro diminui as contratações formais. O setor sucroalcooleiro paulista registrou, no primeiro semestre de 2014, queda no número de admissões de trabalhadores formais quando comparado ao mesmo período do ano anterior, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no primeiro semestre de 2013 foram contabilizadas 111.141 admissões formais, número superior quando comparado ao mesmo período em 2014, que foi de 83.833, variação negativa de 32,6% no total de admissões formais. Tradicionalmente, o mês de abril apresenta pico de contratações para a safra da cana de açúcar. “Em abril de 2013, atingiu-se a marca de 34.196 contratações, enquanto no mesmo período de 2014, o número registrado foi de 24.703. Note-se também que, em quaisquer meses do período em 2014, o número de contratações ficou abaixo do ano anterior, esclarece o pesquisador Carlos Eduardo Fredo, especialista no tema. O setor sucroalcooleiro tem como característica a contratação de elevado número de trabalhadores no período da colheita, promovendo a dispensa ao término da mesma. Por essas informações, infere-se que até o término deste ano o saldo de empregos seja baixo, inclusive com perda de vagas de emprego, alerta Fredo. Informações do Instituto de Economia Agrícola e da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral avaliaram que 81,3% da área de cana de açúcar destinada ao corte na safra 2012/13 foi colhida de forma mecanizada. A distribuição do total de admissões em 2014 entre as regiões administrativas do Estado de São Paulo também ficou abaixo do registrado no ano anterior. Apesar da intensificação da mecanização da colheita, muitas regiões ainda demandam um grande número de trabalhadores, como é o caso de Ribeirão Preto, uma das principais regiões produtoras do estado, ou Araçatuba e São José do Rio Preto, regiões de expansão da cana de açúcar, e Campinas, que apresenta problemas de declividade; assim o processo de mecanização é menos avançado do que em outras regiões e por isso a colheita manual ainda se faz presente. “Conclui-se que o mercado de trabalho no setor sucroalcooleiro foi afetado nos últimos anos por dois problemas, um de caráter conjuntural, que é a crise econômica do setor, e outro estrutural, referente às mudanças na etapa da colheita, substituindo o emprego manual dos cortadores de cana-de-açúcar pela mecanizada, o que afetou o número de contratações. Estudos mais aprofundados são necessários para entender como foi o processo de requalificação e realocação desses trabalhadores dentro ou fora do setor sucroalcooleiro, bem como o número de...

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Agricultura familiar brasileira, maravilha
ago06
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Agronegócios: Lavoura e Pecuária
jul22

Agronegócios: Lavoura e Pecuária

Terça-feira, 22 de julho de 2014 às 17h29 Instituto de Economia Agrícola de São Paulo analisa os sistemas de integração lavoura–pecuária na recria de bovinos de corte. IEA – Estudo divulgado no último número da revista Informações Econômicas analisa os custos de implantação de modelos de Integração Lavoura Pecuária (ILP), em fazendas de pecuária de corte, na região de São José do Rio Preto, São Paulo, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. “A pesquisa mostra que os resultados econômicos podem ser favoráveis a este tipo de sistema produtivo no médio/longo prazo”, afirmam os autores: Marli Mascarenhas, pesquisadora, diretora do IEA; Roberto Molinari, Célio Luiz Justo, José Luiz Viana, Edmar Mendes, pesquisadores da APTA na UPD São José do Rio Preto e Denyse Chabaribery, pesquisadora autônoma.     A produção de bovinos no Estado de São Paulo é realizada quase exclusivamente em regime de pastagens, as quais ocupavam no último levantamento censitário agropecuário realizado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, 39% do total das áreas agrícolas do Estado, ou seja, 8,1 milhões de hectares, e estavam presentes em 72% das suas Unidades de Produção Agropecuária. A atividade pecuária bovina gera o segundo maior Valor de Produção Agropecuária (VPA) do Estado, inferior apenas à cana-de-açúcar. “Analisando estas informações, pode-se afirmar que a produtividade das pastagens, aliada ao seu manejo adequado, é estratégica para o desenvolvimento do agronegócio paulista, por estar relacionada diretamente à eficiência da produção pecuária e conseqüentemente à geração de renda”, ressaltam os pesquisadores. O experimento avaliado foi implantado em uma área de 26 ha com pastagem de Brachiaria decumbens formada há mais de 15 anos, não degradada, dividida em 24 piquetes de acordo com um delineamento em blocos casualizados. Seis (6) tratamentos foram instalados em 2006: (T1) Pasto remanescente, com manutenção do manejo anterior; (T2) Pasto remanescente com exploração mais intensiva; (T3) lavoura de milho, seguida de dois anos de pastagem; (T4) lavoura de milho, seguida de um ano de pastagem; (T5) lavoura de milho em dois anos consecutivos, seguidas de um ano de pastagem; (T6) lavoura de milho em dois anos consecutivos seguidas de dois anos de pastagem. Com exceção das parcelas do tratamento T1, que possui uma área de 1,5 ha, o tamanho das demais é de 1,0 ha. Os tratamentos T3 a T6 são sistemas de manejo com integração lavoura-pecuária enquanto que os tratamentos T1 e T2 são exclusivamente a pasto. A diferença entre os dois tratamentos com pastagem permanente é que no T1 são aplicados 45 kg de N/ha/ano enquanto que no T2 são usados 90 kg...

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Biocombustíveis
jul21

Biocombustíveis

Segunda-feira, 21 de julho de 2014 às 21h28 IEA analisa a produção de biocombustíveis e commodities agrícolas IEA – Na última década a produção de biocombustíveis ganhou maior importância frente ao desafio de reduzir a dependência em relação ao petróleo com o fomento às fontes de energia renováveis. Nesse sentido, a produção triplicou no período ao alcançar 153,5 milhões de litros em 2014, com o equivalente a 80% de etanol e o restante de biodiesel, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.       No artigo intitulado Biocombustíveis e Commodities Agrícolas, Marisa Zeferino Barbosa, pesquisadora do IEA, analisa as perspectivas para produção de biocombustíveis e de suas matérias-primas no âmbito mundial e nos principais países produtores. Segundo a pesquisadora, para a produção mundial de etanol é esperado crescimento de 4,1% ao ano até 2022, enquanto a de cereais deve aumentar apenas 1,4% a.a. Nos Estados Unidos, que são os maiores produtores de milho e concentram metade da produção de etanol, a taxa de crescimento para o biocombustível é de 3,8% a.a. enquanto para a produção de cereais o país apresenta praticamente a mesma taxa verificada para o mundo. “Para a produção de etanol no Brasil, onde o biocombustível compõe a matriz energética desde os anos 1970, é previsto o aumento mais acentuado à taxa de 5,1% a.a. A expansão no cultivo da cana-de-açúcar deverá suprir as necessidades de matéria-prima, a exemplo do verificado na última década, quando a área colhida e a produção apresentaram acréscimos de 70% e de 79%, respectivamente. Na safra 2013/14 devem ser colhidos 9,9 milhões de hectares que deverão proporcionar 27,5 milhões de metros cúbicos de etanol”, salienta Marisa. A projeção para a produção de biodiesel no âmbito mundial indica crescimento de 4,5% a.a., ou seja, mais do que o dobro do previsto para a de óleos vegetais, de 2% a.a. Do lado da demanda é possível observar que o emprego de óleos vegetais para fins de produção de energia passou de 15% para 24% da demanda total entre 2004/05 e 2013/14, o que reforça a expectativa de aumento acelerado na produção do...

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Agronegócios: Preços caíram em junho
jul16
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Agronegócios: SP importa mais e exporta menos
jul13

Agronegócios: SP importa mais e exporta menos

Domingo, 13 de julho de 2014 às 11h03   Mesmo assim, segundo o IEA, a balança comercial paulista fecha o semestre com superávit de US$ 5,87 bilhões em comparação com 2013. No primeiro semestre de 2014, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 24,90 bilhões (22,5% do total nacional), e as importações, US$ 41,85 bilhões (37% do total nacional), registrando déficit de US$ 16,95 bilhões, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O agronegócio paulista apresentou exportações decrescentes (-12,1%), atingindo US$ 8,90 bilhões. Como as importações aumentaram (+0,7%), somando US$ 3,03 bilhões, o saldo, de US$ 5,87 bilhões, foi 17,6% menor que o do primeiro semestre do ano de 2013. José Roberto Vicente, pesquisador do IEA, destaca que as importações paulistas nos demais setores, excluindo o agronegócio, produziram um déficit de US$ 22,82 bilhões no período. Assim, “conclui-se que o comércio exterior paulista seria mais deficitário não fosse o desempenho do agronegócio estadual”.   Segundo o pesquisador, os cinco principais grupos nas exportações do agronegócio paulista, no primeiro semestre de 2014, foram complexo sucroalcooleiro (US$ 3,09 bilhões), carnes (US$ 1,23 bilhão, em que a carne bovina respondeu por 79,7%), complexo soja (US$ 1,09 bilhão), produtos florestais (US$ 869,74 milhões) e sucos (US$ 833,45 milhões, dos quais 98,0% referentes a sucos de laranja). Esses cinco agregados representaram 79,9% das vendas externas setoriais paulistas. A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 2,49 bilhões no primeiro semestre de 2014, com exportações de US$ 110,53 bilhões e importações de US$ 113,02 bilhões. O decréscimo do déficit comercial (-19,2%) ocorreu em função de queda nas exportações (-3,4%) inferior à das importações (-3,8%). Os cinco principais grupos do agronegócio brasileiro nas exportações do primeiro semestre de 2014 foram: complexo soja (US$ 20,20 bilhões); carnes (US$ 8,15 bilhões); produtos florestais (US$ 4,87 bilhões); complexo sucroalcooleiro (US$ 4,50 bilhões); e, café (US$ 2,91 bilhões). Esses cinco agregados responderam por 82,7% das vendas externas do agronegócio nacional. Em relação ao agronegócio brasileiro, as exportações setoriais de São Paulo no primeiro semestre de 2014 representaram 18,1%, ou seja, menos 2,3% que em igual período de...

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Safra do trigo traz boa notícia
jul10

Safra do trigo traz boa notícia

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 17h55 Trigo: São Paulo pode ter a maior produção dos últimos 10 anos IEA – A produção brasileira de trigo, em 2014, de acordo com a previsão de safra do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), deverá atingir o volume recorde de 7,8 milhões de toneladas, representando um acréscimo de 36,5%, decorrente de uma previsão de expansão de área de 20,3% e de rendimento de 2,9 t/ha. Em São Paulo, o levantamento de abril do Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) e da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), órgãos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento acusa expansão de 16% na área cultivada com o cereal e elevação correspondente da produção de 48%, situando-se, respectivamente, em 64,7 mil hectares e 206,3 mil toneladas.       “Daqui para frente, a preocupação dos agricultores é o risco de frustração de safra devido ao comportamento do clima e também de eventuais mudanças no mercado, como via de regra tem acontecido nos últimos anos”, alerta José Roberto da Silva, pesquisador do IEA. As previsões de organismos internacionais de estudos climáticos, como a Organização Meteorológica Mundial da Organização das Nações Unidas, preveem o desenvolvimento do fenômeno climático “El Nino” a partir de meados do ano, o que pode acarretar variações como, por exemplo, excesso de chuvas e/ou estiagens. “Na época de se decidir e planejar o plantio, os preços se apresentam alvissareiros; depois, pela ocasião da comercialização, entram em declínio, fato normal, considerando oferta e procura. Porém, no caso do trigo, o Brasil não é autossuficiente, cuja produção representa apenas 50% do consumo”, complementa Silva. A retomada dos trabalhos da Câmara Setorial de Trigo de São Paulo, no final de 2013, tem focado a agenda no sentido de direcionar que a escolha de sementes por parte dos agricultores coincida com aqueles cultivares que apresentem a qualidade exigida pelo mercado consumidor de farinha. Na ultima reunião da Câmara, foram discutidos esses temas. O segmento da moagem apresentou um rol de variedades de trigo que, segundo eles, têm qualidade e potencial de uso, mas é preciso que essa seleção seja feita em conjunto com os diversos segmentos, notadamente os da produção agrícola, os da empresas de melhoramento genético (entre outros) e os públicos de pesquisa e produção de sementes. Para tanto, “é necessário o estabelecimento de um programa robusto de produção de sementes, um reforço nos programas de melhoramento genético e um acompanhamento também conjunto do mercado, dos volumes de estoques, tanto oficiais como os da indústria, são informações importantes para subsidiar o planejamento da produção de trigo e obter melhor eficiência da cadeia, reforça Silva.    ...

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Panorama da Suinocultura no Estado de SP
jun27

Panorama da Suinocultura no Estado de SP

Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 15h40 IEA – A suinocultura paulista, diferentemente da praticada no Sul do país, não tem como característica a concentração em conglomerados de processamento, nos quais a produção de animais para o abate é obtida pelo sistema de integração aos abatedouros, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Semelhante ao que ocorre no setor avícola, a suinocultura praticada em São Paulo é constituída principalmente por uma variada gama de produtores, normalmente independentes, que podem ou não estar vinculados aos abatedouros.     O número de suínos enviados para o abate por São Paulo em 2013 foi de aproximadamente 1,77 milhão de cabeças, cerca de 4,9% do total nacional, que é de 36,0 milhões de cabeças. O rebanho nacional de suínos tem como destaque, com 49,5%, os estados do Sul. São Paulo aparece em quinto lugar, com 4,6%. “A produção brasileira está inserida em uma grande cadeia de produção mundial. Segundo previsão do USDA, espera-se uma produção global de 107,4 milhões de toneladas. Os principais países produtores são: China, com 53,8 milhões (50,1%); União Européia, com 22,5 milhões (21%), Estados Unidos, com 10,6 milhões (9,9%), e demais países, com 18,9 milhões (19%). O Brasil com sua produção prevista para 2014 de 3,3 milhões (3,1%) participa deste ranking na quarta posição. Nas exportações, a carne suína é menos representativa que as carnes bovina e de frango”, informa Carlos Bueno, pesquisador do IEA. O Valor Bruto da Produção (VBP) paulista para a carne suína, calculado pelo IEA em 2013, ficou em torno de R$434,7 milhões. A produção está concentrada nos Escritórios de Desenvolvimento Rural (EDRs) de Sorocaba, Avaré e Bragança Paulista, que representam 37% do total de suínos abatidos. Comparativamente a 2012, a suinocultura aumentou sua participação no VBP paulista. Esse aumento da participação ocorreu principalmente devido ao comportamento dos preços médios recebidos pelo produtor. A média dos valores nominais de 2013 apresentou um crescimento de 20,7% em relação a 2012, ou seja, a média do valor da arroba suína em 2012 foi de R$53,00, enquanto em 2013 foi de R$64,00. O total de mais de 3 milhões de toneladas de carne suína brasileira produzida em 2013 garantiu o consumo brasileiro estimado de 15,6 kg/per capita/ano. Os números da suinocultura paulista indicam que ano a ano ocorre queda na produção e, para 2014, não parece ser diferente. Contudo, a suinocultura paulista enfrenta problemas de difícil resolução, como falta de escala na produção, custos de produção elevados, concorrência com outras atividades agropecuárias de maior rentabilidade e falta de aptidão cooperativista. Soma-se a estes problemas...

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Alta do leite afeta índice inflacionário
jun23

Alta do leite afeta índice inflacionário

Segunda-feira, 23 de junho de 2014 às 12h23 ANALISE DAS PERSPECTIVAS DE LÁCTEOS NA ENTRESSAFRA 2014 IEA — O volume total de leite adquirido pela indústria brasileira, em 2013, segundo o IBGE, foi de mais de 23 bilhões de litros. Em relação ao ano anterior, o crescimento foi de 5,6%. Em cinco anos, o aumento chegou a 20,1%; desse total, o Estado de São Paulo respondeu pela aquisição de 10,7% de litros do produto e o volume captado se manteve estável, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.     Sob essa perspectiva, São Paulo é o quarto estado em volume captado, tendo à sua frente Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Dados do IEA, em relação à produção total do estado dos últimos cinco anos, apontam para a estabilidade da produção com alta significativa no último ano, quando aumentou 20,9% em relação a 2012, alcançando 2,202 bilhões de litros, destaca a pesquisadora Rosana Pithan. A estiagem de vários meses no período da safra, desde o fim de 2013, nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, comprometeu a qualidade e a disponibilidade de pastagens para a produção de leite. Isso levou a produção a entrar na entressafra, em maio, já com os preços em alta. O clima também afetou a produção de milho e soja, principais itens da composição da ração utilizada pela pecuária, elevando os custos desse insumo necessário para suplementar a dieta dos animais em lactação. Outra questão enfrentada por produtores que fazem uso de silagem é a maior dificuldade no seu preparo devido à baixa produção e qualidade da matéria-prima disponível, que ainda precisou ser processada antes do ponto de maturação, resultando em uma complementação de menor qualidade e volume. Os preços médios recebidos pelos produtores de leite do Estado de São Paulo em 2013, foram favoráveis à atividade leiteira em toda a entressafra. Em dezembro, já em plena safra, quando seria esperado maior volume de produção, os preços não tiveram o comportamento característico deste período devido à frustração da produção e mantiveram-se nos níveis de agosto certa estabilidade até abril, quando iniciaram o aumento relativo à entressafra, partindo então de um patamar bastante elevado. No varejo, segundo dados do IEA, os preços do leite longa vida, depois de queda no início do período de safra, em 2013, passam a subir a partir de março de 2014. Comparando-se os preços de 2014 com os de 2013, observa-se que em janeiro, fevereiro, março e abril, os preços estiveram 8,6%, 4,1%, 9,5% e 7,8% superiores, respectivamente, aos praticados nos mesmos meses do ano anterior. Os...

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IEA aponta tendências para café brasileiro
jun21

IEA aponta tendências para café brasileiro

Sábado, 21 de junho de 2014 às 11h59 Reversão de expectativas na curva futura das cotações do café. Instituto de Economia Agrícola (IEA) — Os mercados de contratos futuros de juros e câmbio registraram significativas altas, tanto para o índice (juros) quanto para a paridade real/dólar, informa o IEA/Apta da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O baixo crescimento da economia brasileira, associado à má qualidade dos gastos públicos, produziu piora do quadro macroeconômico de médio prazo. Sob efeito sazonal representado pela intensificação do ritmo de colheita da safra 2014/15, no Brasil, as cotações na Bolsa de Nova York passaram a exibir tendência baixista. A oferta de lotes de cafés dessa safra produziu recorde de embarques do produto no mês para clientes internacionais. Essa condição, associada a declarações de analistas do mercado e autoridades do governo central de que os efeitos da anomalia climática, ocorrida no primeiro trimestre, não tiveram o impacto antes imaginado, concedeu suporte à intensificação do movimento de venda e, consequentemente, declínio das cotações. “A média de preços recebidos pelos cafeicultores em maio de 2014 na região de Franca (principal polo da cafeicultura paulista) foi de R$426,19/sc., segundo dados do IEA/Cati. Na posição futura de setembro de 2014 para a quinta semana do mês, a cotação atingia os US$¢181,75/lbp. Procedendo-se com as necessárias conversões, essa cotação representa R$557,73/sc., ou seja, diferença de R$131,54/sc. frente à cotação praticada na praça de Franca, revelando que a contratação de hedge configura postura estratégica para uma comercialização favorável”, afirma Celso Vegro, pesquisador do IEA. Vegro salienta que, na Bolsa de Londres, no mês de maio, as cotações do robusta não foram contaminadas pela baixa do arábica, mantendo ligeira tendência de alta. O diferencial entre as espécies estimulou os torrefadores a ampliar a fatia de robusta no blend, pressionando as origens e oferecendo suporte para cotações mais firmes. Refletindo a tendência de baixa em Nova York, os fundos e os grandes investidores incrementaram a posição vendida em maio. O incremento de vendas acelerou-se a partir da terceira semana, sem, porém, alterar substancialmente o montante líquido que permaneceu rondando os 30 mil contratos. Em contrapartida, os comerciais e indústrias aproveitaram o enfraquecimento dos preços para aumentar, cautelosamente, sua posição comprada, passando de 60.706 para 63.106 contratos, um aumento de quase 4%. O ritmo de incremento de posições vendidas não deverá se intensificar, mesmo que os gestores se alinhem com as perspectivas mais favoráveis para a safra brasileira. A razão dessa postura vincula-se à apreciação de seu trabalho por parte dos aplicadores, pois sendo ainda o café a commodity que mais se valorizou no ano, não possuir tal contrato na carteira...

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A organização das comunidades que vivem em área de preservação
jun18
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Como andam os salários no campo?
jun17

Como andam os salários no campo?

Terça-feira, 17 de junho de 2014 às 11h41 Salários rurais de abril estão disponíveis no site do Instituto de Economia Agrícola do Estado de São Paulo. Os dados sobre salários rurais, obtidos com base nas informações dos técnicos das Casas de Agricultura dos municípios do Estado de São Paulo, referentes ao mês de abril de 2014, já estão disponíveis no site e podem ser acessados a partir do Banco de Dados, informam os pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Os dados estão disponíveis por EDR – Escritório de Desenvolvimento Rural e por Região Administrativa – RA do Estado de São Paulo, em 6 categorias de trabalho: Diarista a seco; Volante; Administrador; Tratorista; Mensalista e Capataz. “Das categorias de trabalhadores rurais disponibilizadas pelo IEA em abril de 2014, somente a categoria de Diarista a seco conseguiu uma remuneração que supera a perda sofrida com a inflação. As demais categorias obtiveram reajustes inferiores à inflação aferida no período (7,6%), sendo a categoria de Administrador a que acumulou a maior perda”, afirmam os pesquisadores Celma da Silva Lago Baptistella e Carlos Eduardo Fredo, responsáveis pelas informações. O levantamento é realizado duas vezes por ano, em abril e novembro. A descrição de cada uma das categorias está disponível no site:...

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IEA registra alta do arroz, tomate, cana-de-açúcar e laranja
jun10

IEA registra alta do arroz, tomate, cana-de-açúcar e laranja

Terça-feira, 10 de junho de 2014 às 10h16   Preços agropecuários: alta de 0,65% no fechamento do mês de maio. Instituto de Economia Agrícola — O IqPR – Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista registrou alta de 0,65% no mês de maio de 2014, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. No período, apresentaram majoração positiva: o tomate para mesa (30,15%), a cana-de-açúcar (5,03%), o arroz (3,58%) e a laranja para indústria (3,08%) foram aqueles que no mês de maio de 2014.     Os produtos que apresentaram quedas de preços neste mês foram: a laranja para mesa (28,55%), banana nanica (22,49%), batata (17,29%), ovos (13,05%), feijão (12,72%), carne de frango (8,78%), algodão (8,42%), milho (7,39%), carne suína (6,20%), amendoim (4,44%), trigo (4,15%), leite cru resfriado (2,81%), soja (2,49%) e café (1,51%), destacam José Alberto Angelo e Danton Leonel de Camargo Bini, pesquisadores do IEA, responsáveis pelo levantamento. No geral, as quedas de preços no mês de maio/14 refletem uma desaceleração de preços uma vez que nos meses de março e abril os preços registraram altas significativas, ora causadas pelo clima ora pela escassez de oferta do produto. Acumulado nos últimos 12 meses No acumulado dos últimos 12 meses (maio/13 a maio/14), o IqPR registrou variação positiva de 18,39%. Os produtos que tiveram preços com incrementos em patamares mais elevados que a inflação acumulada nos últimos 12 meses foram: banana nanica (59,97%), café (44,05%), laranja para indústria (43,90%), carne suína (33,97%), carne bovina (26,38%), carne de frango (21,25%), laranja para mesa (19,32%), milho (17,77%), soja (16,41%), trigo (10,73%), leite cru resfriado (8,90%), cana-de-açúcar (7,43%), e arroz (6,58%). Apenas os ovos (2,67%) apresentaram variações positivas abaixo da inflação acumulada nos últimos 12 meses. Já os produtos que apresentaram reduções de preços foram o feijão (44,07%), batata (15,03%), soja (4,48%), amendoim (4,05%) e algodão...

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Novidades no site do IEA: Banco de legislação
jun03

Novidades no site do IEA: Banco de legislação

03 de junho de 2014 às 19h42 Buscando tornar seu site cada vez mais dinâmico e funcional, o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, passa a oferecer aos usuários mais um serviço: o Banco de Legislação, informa Paulo José Coelho, pesquisador do Instituto. A criação do Banco de Legislação se deu em função da necessidade de facilitar a consulta dos pesquisadores do IEA que perdiam muito tempo para localizar uma determinada legislação quando estavam elaborando um artigo e deu tão certo que a direção do Instituto resolveu disponibilizar o serviço para todos os usuários do site. “O Banco de Legislação conta atualmente com 154 diplomas legislativos (leis, decretos, etc.), sobre agricultura e meio ambiente. Mas, a ideia é que seja atualizado diariamente”, afirma a executiva pública Adriana Damiani, consultora jurídica do IEA. A consulta ao Banco de Legislação é muito simples e rápida. Para iniciar a pesquisa, o usuário deve acessar o site do Instituto (www.iea.sp.gov.br); buscar “Produtos & Serviços” na barra de menu e selecionar o atalho “Legislação”. Na tela seguinte, o usuário pode escolher o tipo de diploma legislativo que necessita e o período que deseja consultar (datas inicial e final). Também é possível clicar em Todos e pesquisar todas as postagens. Se optar pela busca, o usuário pode escolher uma palavra chave ou o número da lei que deseja pesquisar, nesse caso o número deve ser grafado da forma em que foi publicado no Diário Oficial. Por exemplo: Lei 11.076, criada em 30/12/2004 e publicada em...

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Como o clima está afetando o mercado e a produção de café
maio23

Como o clima está afetando o mercado e a produção de café

“Anomalia climática & reflexos sobre as lavouras e o mercado” foi o tema da palestra apresentada por Celso Vegro, pesquisador científico do Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, durante o Ciclo de Seminários e Estudos IEA. O objetivo do evento era discutir as interfaces entre a anomalia climática – fenômeno caracterizado pela escassez de precipitações, baixa umidade relativa do ar e alta incidência de luminosidade – que incidiu no primeiro trimestre de 2014 no Centro-Sul, tanto sobre a produtividade das lavouras quanto a formação de expectativas em torno das cotações para o produto. A Segunda Estimativa da Safra Cafeeira Paulista 2014/15, fruto da parceria entre o IEA, a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab/Mapa), estima produção comercial superior a 4,2 milhões de sacas de 60 kg de café beneficiado, resultado 4,68% menor que o da primeira estimativa da safra 2014/15. Porém, o pesquisador alerta que tanto o volume como a renda relativos à faixa de produção comercial poderão apresentar grande oscilação negativa em função do baixo peso das sementes, alerta o pesquisador. Vegro apresentou ainda os resultados de um estudo empírico em que analisa os efeitos da anomalia climática sobre uma planta irrigada e outra de sequeiro. A observação desses dois talhões durante os três primeiros meses de 2014 permitiu constatar a extensão dos prejuízos que a combinação de fatores climáticos imprimiu à planta sem irrigação, na qual se observou um alto percentual de chochamento dos frutos. Leia sobre Anomalia climática e como está afetando a agricultura em São Paulo Os efeitos do clima sobre as lavouras paulistas, em especial sobre o café, ainda podem reservar prejuízos. Segundo Vegro, existe a possibilidade de que outro fenômeno já bastante conhecido, o El Niño, provoque chuvas no período de colheita do fruto, o que acarretaria deterioração da qualidade e consequente reflexo no mercado já bastante sensível. O próximo levantamento que será realizado em julho poderá confirmar ou não essa tendência. Para ele, pode-se esperar preços em patamares que remunerem o cafeicultor ao menos para esta e a próxima safra. Celso Luís Rodrigues Vegro é engenheiro agrônomo e mestre em Desenvolvimento Agrícola e Sociedade. As informações são do...

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Preços agropecuários fecham o mês de abril em alta
maio15

Preços agropecuários fecham o mês de abril em alta

O IqPR – Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista registrou alta de 3% no mês de abril, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Dentre os produtos que apresentaram alta de preço, laranja para indústria (32,51%), batata (30,36%), laranja para mesa (23,18%), leite cru resfriado (11,39%) e banana nanica (10,38%) foram os que mais se destacaram. “A falta de chuva foi o principal fator indicativo das elevações repassadas às cadeias produtivas que sofreram os maiores impactos”, afirmam os pesquisadores José Alberto Angelo, Danton Bini e Rosana Pithan, autores do artigo. Nas laranjas, segundo informações obtidas na região de Bebedouro, a alta ocorreu devido ao calor excessivo que aumentou a demanda pelo produto em um momento com poucas variedades de citros ofertadas no mercado. Para a batata, produto perecível e de grande consumo, principalmente no período da semana santa, a procura maior que a oferta elevou suas cotações. Já no final de abril, essas cotações começaram a recuar com a entrada da safra da seca. O mesmo acontece com a banana, com a produção afetada, teve seus preços majorados, e no final de abril apresenta o recuo das cotações com oferta maior do produto, porém com o tamanho dos cachos menores. No caso do leite cru resfriado, cuja variação mensal foi de 11,39%, a seca que ocorreu nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, em plena safra, comprometeu as pastagens afetando a produção. Exigiu-se, com isso, que o produtor aumentasse seus custos devido à necessidade de suplementar a alimentação do gado. Os produtos que apresentaram quedas mais expressivas de preços neste mês foram: o tomate para mesa (33,60%), o amendoim (5,57%), a carne de frango (5,14%), o milho (4,55%) e o algodão (3,16%). Acumulado nos últimos 12 meses No acumulado dos últimos 12 meses (abril/13 a abril/14), o IqPR registrou variação positiva de 13,37%. Os produtos que tiveram preços com incrementos em patamares mais elevados que a inflação acumulada nos últimos 12 meses foram: banana nanica (74,09%), laranja para indústria (52,49%), café (47,62%), laranja para mesa (38,65%), batata (31,59%), carne suína (29,03%), carne bovina (25,83%), soja (21,68%), leite cru resfriado (19,26%), milho (17,36%), trigo (16,33%), arroz (14,43%), ovos (13,18%) e carne de frango (11,04%). Já os produtos que apresentaram reduções de preços foram o tomate para mesa (38,36%), o feijão (31,06%) e a cana-de-açúcar (3,30%). As informações são do Instituto de Economia...

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Agrishow 2014: IEA e SMA avaliam os sete anos do protocolo agroambiental
abr29

Agrishow 2014: IEA e SMA avaliam os sete anos do protocolo agroambiental

“Protocolo Ambiental – Panorama de 2007 a 2014” é o tema do painel que será apresentado pela pesquisadora Marli Dias Mascarenhas Oliveira, diretora do Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento e Isabel Fonseca Barcellos, diretora do Departamento de Desenvolvimento Sustentável da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, na próxima quarta-feira, 30 de abril, em evento promovido pelo Canal Rural, na Agrishow 2014. São Paulo é o maior produtor de cana de açúcar do país, respondendo por 55% da produção nacional, o que lhe garante a primeira posição na produção e exportação de açúcar e etanol. O mais importante produto da agropecuária paulista, que em 2013 atingiu quase 47% do VPA (Valor da Produção Agropecuária), conforme levantamento realizado pelo IEA, também está na mira dos ambientalistas e procura se adequar às diretivas do Protocolo Agroambiental e melhorar as condições de trabalho. Os dados apontam uma grande mudança desde o início do protocolo na safra 2006/2007, quando mais de 65% da cana colhida em São Paulo era submetida à queima. No ano de 2013, mais de uma centena de unidades agroindustriais e milhares de fornecedores de cana, por meio de suas associações, obtiveram o Certificado Etanol-Verde. As signatárias do Protocolo são responsáveis por aproximadamente 94% da produção paulista e 48% da produção nacional de etanol. Estas e outras informações, além de um diagnóstico do setor e avaliação de todos os aspectos que envolveram os sete anos de implantação do Protocolo Ambiental serão abordadas pelas pesquisadoras. Após a apresentação, haverá um debate sobre o tema. Os participantes do evento também poderão conhecer as publicações do Instituto de Economia Agrícola e obter mais informações sobre os produtos e serviços do IEA, basta comparecer ao estande da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Serviço: Painel: Protocolo Ambiental – Panorama de 2007 a 2014 Data: 30/04 Horário: 9h30min Local: Auditório do estande do Canal Rural na Agrishow. Rua B1A1 – próximo à portaria principal.   Saiba mais sobre a Agrishow Agrishow 2014 foi aberta pelo governador de SP Alckmin promete mais recursos para a agricultura estadual...

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Agrishow 2014 foi aberta pelo governador de SP

Alckmin anuncia licitação do Museu da Agricultura e investimentos para o setor na Agrishow 2014. Na abertura do evento, ocorreu ainda o lançamento da PTV Eletrônica e o anúncio oficial da campanha de vacinação contra a febre aftosa. O governador Geraldo Alckmin anunciou ontem (28), em Ribeirão Preto, a licitação do Museu da Agricultura, que será instalado entre a Agrishow e a Estação Experimental da Agricultura, do Governo do Estado. Com projeto de R$ 16 milhões, o museu terá edital publicado em 30 dias. As informações são da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), segundo o órgão estadual, o futuro espaço será interativo, abrigará exposições e contará com acervo composto por máquinas, implementos e equipamentos, além de material histórico, numa parceria com a Secretaria da Cultura. “O museu mostrará toda a história da evolução tecnológica do setor. E será também virtual, possibilitando às pessoas do país inteiro e do exterior acessarem”, informou Alckmin. “Não é um museu na acepção da palavra, que dá uma sensação de coisa estática e passada. Ele tem características diferentes, por ser essencialmente interativo, dinâmico e de olhar para o futuro. Cada instalação tem de dar um ensinamento ou criar uma perplexidade”, descreveu Sérgio Silva de Freitas, presidente do Catavento e responsável pelo Museu da Agricultura. O projeto é assinado pela arquiteta Lara Grimaldi Pereira Rojas. Segundo Freitas, a ideia é abranger a agricultura em todos seus aspectos, além do econômico, como o social, o de sustentabilidade e o tecnológico. Também haverá exibição de maquinário antigo. “Queremos mostrar a evolução desse setor, o que foi feito no passado e o quanto está crescendo. Mas não é para agrônomos, é para não-agrônomos! Imagino dois tipos de público: nos fins de semana, famílias; durante a semana, estudantes.” A próxima etapa é a construção do prédio, que ocorre em paralelo com o “recheio”, ou seja, a criação das instalações por uma equipe composta por cenógrafos, decoradores e os executores. O projeto executivo do prédio está pronto, deve ser licitado em 30 dias e a obra concluída em um ano e meio, salvo dificuldades extraordinárias. Nesse período, as instalações também ficarão prontas. O sucesso do Catavento, com cinco anos de existência e público entre dois e três mil visitantes por dia, foi o que motivou o governador a convidar Freitas para encabeçar o novo projeto. “É essa experiência e as parcerias de sucesso que vamos trazer ao Museu da Agricultura”, disse o responsável pelo Museu.   Saiba mais sobre a Agrishow Alckmin promete mais recursos para a agricultura estadual Agrishow 2014: IEA e SMA avaliam os sete anos do protocolo...

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Preços agropecuários sobem 5,74% em março
abr09

Preços agropecuários sobem 5,74% em março

Essa é a estimativa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento – Instituto de Economia Agrícola do Estado de São Paulo. Mas a alta dos preços nas feiras livres e supermercados parecem muito maiores e afetam também as hortaliças. Leia a notícia. O IqPR – Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista registrou alta de 5,74% no mês de março, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Tomate para mesa (95,53%), banana nanica (85,41%), batata (80,49%), feijão (42,54%), ovos (28,64%) e o café (27,94%) foram os produtos que apresentaram as maiores altas. No caso do tomate para mesa, a alta é conseqüência do aumento da temperatura no começo do verão, que propiciou à produção do tomate a campo e em estufa um ciclo de tempo muito curto, levando a escassez nos meses de fevereiro e março. A expectativa é que para o mês de abril, parte da produção volte à normalidade e com quedas nas cotações. O mesmo ocorreu para a batata e o feijão, que com o efeito do forte calor também tiveram suas produções afetadas, diminuindo-se assim suas ofertas e elevando seus preços, explicam os pesquisadores José Alberto Angelo, Danton Bini, Humberto Araújo e Luis Carlos de Almeida. O expressivo aumento no preço da banana nanica foi resultado da conjunção de dois fatores. O primeiro, relacionado ao aumento natural da demanda com início das aulas e o segundo foi o resultado de um longo período de estiagem e altas temperaturas nos meses de janeiro e fevereiro que comprometeu não só a safra em andamento, pela queima dos cachos formados, como também retardou a formação de novos cachos. Essa situação contribuiu para reduzir sensivelmente a oferta desse produto em momento de alta demanda. Na sequência, os ovos também se destacam pela ascensão bastante elástica no mês de março, após o elevado nível de descarte de aves realizado pelo setor em janeiro que diminuiu a oferta e aumentou o preço do produto recebido pelos granjeiros. Adiciona-se o período da quaresma com demanda aquecida e do aumento dos preços da soja e milho que eleva o custo de produção com a ração mais cara, repassando ao valor final dos ovos essa ascensão. A falta de chuva no período de desenvolvimento dos grãos dá indícios de uma menor produção de café para a safra 2013/14, com inicio da colheita no mês de abril/2014. Com a evolução da colheita, os números dessa perda da produção serão mais consistentes. Outros sete produtos apresentaram alta em março de 2014: milho (13,77%), carne de frango (8,48%), amendoim (7,34%), trigo (7,07%), carne bovina (6,25%), soja...

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Alckmin inaugura nova sede da Secretaria de Agricultura e Abastecimento
abr04
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Preços agropecuários fecham fevereiro em alta de 2,99%
mar13

Preços agropecuários fecham fevereiro em alta de 2,99%

A maior alta foi observada nos preços da laranja para mesa; ovos, café e tomate também apresentaram reajustes expressivos. Banana nanica e as carnes suína e de frango sofreram queda. O IqPR – Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista registrou alta de 2,99% no mês de fevereiro, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Neste período, 10 produtos apresentaram alta de preços (8 de origem vegetal e 2 de origem animal) e 9 apresentaram queda (6 vegetais e 3 de origem animal). “Destaca-se o clima quente e a falta de chuvas como principal indicativo desse reajuste repassado pelos produtores às cadeias produtivas, que sofreram maiores impactos por estes fatores”, afirmam os pesquisadores Danton Leonel de Camargo Bini e José Alberto Angelo, autores do artigo. Dentre os produtos em alta, a laranja para mesa apresentou o maior reajuste (27,18%). A seca e o calor reduziram a qualidade e consequentemente a oferta das variedades temporãs colhidas nessa época do ano. Na sequência, os ovos (22,07%) também se destacam pela ascensão bastante elástica após o elevado nível de descarte de aves realizado pelo setor em janeiro, o que reduziu a oferta e aumentou o preço do produto recebido pelos granjeiros. Para o café, a valorização de 21,61% acompanhou a recuperação das cotações no mercado internacional. No caso do tomate para mesa, que no período subiu 21,12%, o aumento da temperatura no começo do verão propiciou à produção do tomate a campo e em estufa um ciclo de tempo muito curto. “Conforme informações repassadas por técnico da Casa de Agricultura do município de Buri (EDR de Itapeva, maior região produtora do Estado), com o ciclo acelerado os tomates que abasteceriam os mercados em fevereiro foram colhidos e comercializados em janeiro, levando à escassez do produto no segundo mês de 2014, esclarecem os pesquisadores. Outros seis produtos apresentaram alta nesse segundo mês do ano: laranja para indústria (9,27%), milho (8,60%), feijão (6,44%), algodão (3,97%), carne bovina (1,37%) e cana-de-açúcar (0,67%). Os produtos que apresentaram quedas mais expressivas foram: banana nanica (17,40%) e carne suína (8,66%). Com menores variações aparecem a carne de frango (4,91%), o leite cru resfriado (4,45%), o amendoim (3,07%), o trigo (2,14%), a batata (2,02%), o arroz (1,05%) e a soja (0,03%). Fonte:...

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Pesquisadora do IEA Samira Aoun é premiada
mar10

Pesquisadora do IEA Samira Aoun é premiada

O prêmio foi entregue pelo melhor trabalho em curso da Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz (ESALQ). Samira Aoun, pesquisadora científica do Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) recebeu o prêmio de melhor monografia do período 2011/2013 do curso de MBA (Master in Business Administration) em Agronegócio ministrado pela Esalq (Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz), com o trabalho: “Efeito da subvenção ao prêmio de opção de venda sobre a receita dos produtores do milho no Estado de São Paulo”. O curso é fruto de uma parceria entre a Esalq e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), que cedeu o espaço. “Depois de 25 anos de cursos presenciais no campus da Esalq, em Piracicaba, notamos que estava cada vez mais difícil ao profissional se deslocar até a cidade para acompanhar as aulas. Decidimos então levar os programas de MBA para todo o país com as ferramentas de ensino a distância”, informou Pedro Marques, coordenador do Pecege, núcleo da Esalq que gerencia os MBAs. Marques afirma que existem polos de ensino a distancia espalhados em todas as regiões do Brasil, tendo formado centenas de alunos. Em 2013, 57 alunos concluíram o curso na turma ED11-1. “O critério de avaliação dos trabalhos foi comparativo. A monografia da Samira Aoun destacou-se pelo conteúdo, tema abordado e estrutura textual”, afirmou o coordenador do Pecege. Financiamento do custeio agropecuário atrelado a contrato de opção é tema de pesquisa de Samira Aoun. Seu artigo, Projeto Paulista Financiamento do Custeio Agropecuário Atrelado a Contrato de Opção, está disponível no site do IEA (http://www.iea.sp.gov.br/out/verTexto.php?codTexto=12657). Em breve, o artigo com os resultados do trabalho apresentado a Esalq será...

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Secretaria de Agricultura lança livro eletrônico sobre 50 anos
jan30

Secretaria de Agricultura lança livro eletrônico sobre 50 anos

Exemplar sobre 50 anos da história do ITAL e da indústria de alimentos no país ganha versão digital Em comemoração ao seu cinquentenário o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL – APTA, vinculado a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo), está lançando a versão digital do livro “ITAL – Ciência, Tecnologia e Inovação a serviço da Indústria de Alimentos no País”. A publicação registra fatos e personagens que compõe a história do ITAL e do setor de alimentos no Brasil, desde os momentos que antecederam a fundação do Instituto, em 1963 como Centro Tropical de Pesquisas e Tecnologia de Alimentos (CTPTA), até os dias atuais. O livro é composto por textos, imagens históricas do Instituto e infográficos, leva ao leitor a ideia de como a criação e o desenvolvimento do primeiro instituto especializado em engenharia de alimentos conseguiu influenciar a fundação de uma série de outras instituições – como a primeira faculdade de engenharia de alimentos do Brasil, associações e outras entidades – formando uma estrutura sólida para o surgimento de novos alimentos e bebidas e para o desenvolvimento de todo o setor do país. O livro do ITAL também traz um capítulo especial sobre os desafios futuros para o setor de alimentos, bebidas e embalagens que deverão ampliar a atuação do Instituto no desenvolvimento de pesquisas e de inovações tecnológicas que continuem a contribuir para que o Brasil consolide sua condição de produtor de alimentos in natura e processados de qualidade. Além disso, o texto apresenta a sugestão de criação de um programa estadual para a indústria de alimentos e bebidas no país. A publicação foi realizada pelo ITAL em parceria com o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo – Labjor, da Universidade Estadual de Campinas, com o apoio da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio – Fundepag e da Associação de Defesa Vegetal – Andef. O livro está disponível para leitura e download gratuito no site do ITAL:...

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Café paulista
jan03

Café paulista

PRODUÇÃO PAULISTA DE CAFÉ EM ALTA A estimativa de produção total superou 4 milhões de sacas, indicando um incremento de 4,28% frente à estimativa anterior, informa o Instituto de Economia Agrícola do Estado de São Paulo. Durante o mês de novembro, 615 propriedades com produção comercial de café foram visitadas por agrônomos e técnicos visando mensurar a dimensão da safra 2013/14. A pesquisa é o resultado de uma parceria entre o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) e Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), ligados à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A estimativa de área ocupada com lavouras de café somou 179.356 hectares cultivados, dos quais 162.328,5 ha em produção e 17.027,5 ha em formação. A estimativa de produção total alcançou as 4.010.067,7 sacas de 60 kg de café beneficiado, revelando incremento de 4,28% frente à estimativa anterior obtida de agosto de 2013. Esse resultado mais favorável para a produção estimada decorreu, em parte, da revisão positiva na produtividade média. Enquanto em agosto de 2013 estimava-se 24 colhidas por hectare, em novembro esse indicador evoluiu para 24,7 sc/ha. Essa variação marginal do índice foi suficiente para incrementar a produção total no Estado em mais de 160 mil sacas. Através de questionários estruturados, foram pesquisados aspectos como: área em produção, área em formação; calendário das vendas e perfil da mão de obra ocupada na lavoura, esclarecem Celma Baptistella, Celso Vegro e Vera Lúcia Francisco, pesquisadores do IEA. O total de pessoas ocupadas (exceto volantes) na cafeicultura paulista, foi de 48.078, de acordo com a pesquisa. A categoria de trabalho proprietário e familiares (residentes e não residentes nas Unidades de Produção Agropecuária – UPAs) predominou com 25.521 indivíduos, ou seja, 53% do total empregado. Assalariados somaram 16.263 residentes e não residentes nas propriedades, correspondendo a 34% do total. As categorias arrendatários e parceiros e seus familiares (residentes e não residentes nas UPAS) totalizaram 925 e 5.369 pessoas, respectivamente. “Esta lavoura constitui excelente opção na diversificação de cultura na propriedade, principalmente, para as unidades produtivas em que há pessoas residentes. Por necessitar de muitos braços na colheita, ela propicia ocupação em tempo integral no campo, constituindo-se em alternativa de renda para os que encontram dificuldades em serem absorvidos em outras atividades rurais ou urbanas” afirmam os pesquisadores. Fonte:...

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Bioeletricidade
nov27

Bioeletricidade

PESQUISADORES DO IEA AVALIAM O POTENCIAL DE GERAÇÃO DE BIOELETRICIDADE ATRAVÉS DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR A revolução tecnológica e o desenvolvimento econômico nos colocam diante de um importante desafio: por um lado temos o aumento exponencial do consumo de energia elétrica causado pelo acesso de parcela significativa da população brasileira a utilização de aparelhos eletroeletrônicos e por outro a necessidade cada vez maior de proteção do meio ambiente exige que se utilize uma energia limpa, gerada a partir de recursos renováveis. Para solucionar essa equação, Sérgio Alves Torquato e Rejane Cecília Ramos, pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, se propuseram a identificar a participação da biomassa da cana-de-açúcar (bagaço) na produção de energia, tomando por base os dados coletados em 163 usinas signatárias ao Protocolo Agroambiental Paulista e o resultados dessa pesquisa encontram-se descritos no artigo Biomassa da cana de açúcar e a geração de bioeletricidade em São Paulo: Usinas Signatárias ao Protocolo Agroambiental Paulista, publicado no último número da revista Informações Econômicas, já disponível no site www.iea.sp.gov.br Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil utiliza bagaço proveniente da cana-de-açúcar para gerar bioeletricidade desde 1980. No ano de 2010 a produção foi equivalente à energia necessária para atender 20 milhões de pessoas. “Em 1987, uma usina situada na região de Ribeirão Preto, começou a exportar energia elétrica para a rede. Na ocasião a produção foi de 1600 MW/h equivalente ao abastecimento de 54 mil habitantes”, afirmam os pesquisadores. Após a avaliação do potencial de geração de energia a partir da biomassa, sua viabilidade econômica e identificar as principais regiões produtoras do Estado e as soluções encontradas por cada uma, os autores destacam a importância de incentivar a produção de energia renovável, que poderá proporcionar uma segurança energética em períodos críticos da produção de energia elétrica de fonte hídrica e cobram a implementação de políticas públicas eficiente que estimulem o setor.   Fonte:...

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