Banco Mundial financia projeto de apoio a agricultores familiares na Paraíba
out30

Banco Mundial financia projeto de apoio a agricultores familiares na Paraíba

Mais de 44 mil agricultores familiares em áreas rurais se beneficiarão de um empréstimo de 50 milhões de dólares aprovado na semana passada (20) pelo Banco Mundial para o projeto Desenvolvimento Rural Sustentável da Paraíba.

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Levedura modificada aumenta a produção de açúcar da cana-energia
set14

Levedura modificada aumenta a produção de açúcar da cana-energia

Nos últimos anos começaram a ser cultivadas no país variedades de cana obtidas a partir do cruzamento das espécies Saccharum officinarum e Saccharum spontaneum, denominadas cana-energia, que apresentam maior teor de fibras e robustez.

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Laranja pode tornar-se geneticamente resistente a pragas agrícolas, vídeo
nov15

Laranja pode tornar-se geneticamente resistente a pragas agrícolas, vídeo

Uma das frutas mais consumidas no Brasil e no mundo, a laranja pode tornar-se geneticamente mais tolerante a doenças.

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Produção alada
nov08

Produção alada

Ninhos da abelha nativa mamangava devem estar disponíveis nos próximos meses para venda a produtores de maracujá. Quando presente na plantação, essa abelha aumenta o número de frutos nos maracujazeiros por meio da polinização.

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Cidades Comestíveis encoraja a criação de hortas comunitárias em São Paulo
out13

Cidades Comestíveis encoraja a criação de hortas comunitárias em São Paulo

Projeto do Redes e Ruas criou plataforma colaborativa para os futuros hortelões e ofereceu 48 horas de atividades no Centro Cultural São Paulo.

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Goldemberg recebe prêmio em reconhecimento às suas pesquisas em energia
set24

Goldemberg recebe prêmio em reconhecimento às suas pesquisas em energia

O prêmio foi entregue durante a 15ª Conferência Internacional sobre Açúcar e Etanol, em São Paulo, que teve como tema central os desafios e oportunidades e o planejamento para o futuro.

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Preços recebidos pela Agropecuária paulista: alta de 0,92% em agosto de 2015
set22

Preços recebidos pela Agropecuária paulista: alta de 0,92% em agosto de 2015

Em resumo, no mês de agosto, 14 produtos apresentaram alta de preços (10 de origem vegetal e 4 de animal) e 5 apresentaram queda (4 vegetais e 1 de origem animal).

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IEA é o mais novo pólo de ensino PECEGE – ESALQ
mar28

IEA é o mais novo pólo de ensino PECEGE – ESALQ

Sábado, 28 de março de 2015, às 12h07   O Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e a Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz (Esalq/USP), através do Pecege, firmaram parceria para oferecer cursos de MBA à distância e outros cursos e oficinas voltados ao setor de gestão e marketing em agronegócios. Os funcionários da SAA (Gabinete, Apta, Codeagro, CDA, Cati e Codasp) terão direito a 10% de desconto, se realizarem a inscrição através do Polo de Ensino IEA/Pecege e a R$ 100,00 de desconto pela pontualidade de pagamento das mensalidades do MBA. Os cursos oferecidos no formato de MBA à distância são: Gestão em Agronegócios, Gestão de Projetos, Marketing e Agronegócios. Os interessados podem acessar o site do IEA (www.iea.sp.gov.br) e preencher a ficha de inscrição. Os cursos tem datas de início diferentes, para mais informações entrar em contato com Sato@iea.sp.gov.br ou ligar (11) 5067-0466 ou com a secretaria de cursos do Pecege (www.pecege.org.br) ou pelo tel. (19)...

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IEA discute o uso da água pela agropecuária
mar28

IEA discute o uso da água pela agropecuária

Sábado, 28 de março de 2015, às 11h49   IEA – Longe de ser um problema superado, a escassez hídrica volta ao centro das discussões sobre o uso responsável de recursos naturais. “Não se justifica o alarmismo em torno do sumiço da água, que obrigaria as pessoas a migrar em busca de abastecimento, nem a afirmação de que a principal causadora disso seja a agropecuária”, afirmam Eduardo Castanho Filho e Mário Olivette, pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e Adriana Damiani, executiva pública.     A abordagem clássica da produção de água é dada pelo ciclo hidrológico, cuja quantificação se faz por meio do balanço hídrico de bacias hidrográficas, ressaltam os pesquisadores. No Brasil, esse trabalho é feito pela Agência Nacional de Águas (ANA. Em seu mais recente relatório, a agência divulgou que 72% da água utilizada o foi na agricultura irrigada, ocasionando as mais disparatadas interpretações, dando a entender que o consumo da irrigação é o mesmo da agropecuária. Note-se que área atualmente irrigada no Brasil é de cerca de 8% da área agrícola plantada com grãos (54 milhões de hectares). Ressalte-se que a Política Nacional de Irrigação, disciplinada pela Lei n. 12.787, tem como objetivos, dentre outros, “incentivar a ampliação da área irrigada e o aumento da produtividade”. Os autores ressaltam que a produção de água se dá pela infiltração, a qual ocorre quase que exclusivamente pelo meio rural. Pelo uso do solo no Brasil, pode-se observar que a imensa maioria do país é rural, mas com a população altamente concentrada nas áreas urbanas (quase 85% dos habitantes, em 2,4% da área). Isso gera implicações óbvias tanto na produção quanto no consumo de água, e nas relações entre oferta e demanda. Quanto mais urbanizada a área, menor será a evapotranspiração das plantas, aumentando o escoamento superficial e reduzindo bastante a infiltração. Além disso, a qualidade dessa água que escorre é de péssima qualidade. É notório que a questão hídrica é muito abrangente, afirmam os pesquisadores. No entanto, é preciso ressaltar que não se pode confundir consumo de água pela irrigação com necessidades de água das atividades agropecuárias e florestais e há espaço para ganhos de conservação de água e racionalização do consumo por meio da adoção de técnicas apropriadas. O meio urbano depende cada vez mais da produção de água do meio rural e que, no limite e existe um arcabouço jurídico capaz de favorecer a implementação das medidas propostas, dentre elas a adoção de uma política pública proativa de criação de reservas florestais estadualizadas e em locais estratégicos do ponto de vista dos recursos...

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Preços agropecuários sobem 1,94% em outubro
nov14

Preços agropecuários sobem 1,94% em outubro

Sexta-feira, 14 de novembro de 2014, às 18h43   Em outubro, carnes, frutas e grãos apresentaram alta de preços. Mas sobremesa ficou mais barata com a queda do trigo, ovos, leite e cana de açúcar. O IqPR – Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista registrou alta de 1,94% no mês de outubro de 2014%), informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Os produtos que apresentaram altas foram: o tomate para mesa (32,85%), a banana nanica (23,22%), feijão (17,11%), a batata (10,74%), o café (9,03%), carne suína (8,13%), laranja para mesa (7,66%), carne de frango (4,40%), o milho (3,12%), carne bovina (3,05%), arroz (1,88%), laranja para indústria (1,55%) e o amendoim (1,52%). As condições climáticas com calor e falta de chuva, associado a dificuldade de irrigação devido ao baixo volume de água, prejudicou a produção do tomate para mesa elevando os preços recebidos pelos produtores. No caso da banana, a seca que atingiu o vale do Ribeira gerou perdas que diminuíram a oferta do produto no mercado paulista e, consequentemente, elevaram os preços recebidos pelos produtores, afirmam José Alberto Angelo, Danton Bini e Celso Luís Vegro. Para o feijão e a batata, tem-se leve redução da oferta que elevou os preços, porém essas variações altas refletem mais aos preços baixos praticados no mês anterior, quando se teve boa produção. No café, a anomalia climática incidente no primeiro trimestre de 2014 (e que se mantém com o início da primavera) sobre os principais cinturões cafeicultores, impôs prejuízos à formação e enchimento dos frutos com diminuição da peneira, má formação e chochamento das sementes. Em razão dessa ocorrência houve reflexos sobre a precificação do produto por parte dos operadores do mercado (nacional e internacional), estabelecendo fortes altas em suas cotações. Para a laranja de mesa, a forte estiagem que acometeu as plantações durante todo o ano de 2014 reduziu a oferta do produto devido a perda da qualidade do fruto, aumentando o preço recebido pela caixa de 40,8 Kg comercializada pelos produtores paulistas. Na carne bovina, os motivos climáticos diminuíram a disponibilidade de pastagens para os pecuaristas de carne, o que reprimiu a presença de seus produtos no mercado, elevando seus preços na média em 3,05% neste mês. Na comparação de outubro/14 com outubro/13, a carne bovina registra alta de 22,90%. Já os produtos que apresentaram as maiores quedas de preços foram: o trigo (6,43%), a soja (4,65%), os ovos (2,51%), algodão (1,81%), o leite cru resfriado (0,63%) e a cana de açúcar (0,37%). A queda da cotação do trigo (commoditie) é reflexo da boa produção nos países da...

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nov10
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Pesquisadoras avaliam o Banco Ceagesp de Alimentos
out30

Pesquisadoras avaliam o Banco Ceagesp de Alimentos

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014, às 17h19 Bancos de Alimentos são programas destinados a arrecadar, selecionar, processar (ou não), armazenar e distribuir produtos alimentícios considerados inadequados à comercialização, mas sem restrição de caráter sanitário e próprios para o consumo. Os alimentos são repassados a instituições da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O Banco CEAGESP de Alimentos é abastecido por produtos, que foram descartados na comercialização, doados por produtores e permissionários e, esporadicamente, por empresas do entorno do Entreposto e instituições públicas, esclarecem as pesquisadoras Priscilla Fagundes, Katia Nachiluk e Rosana Pithan, do IEA e Lenise Mondini, do Instituto de Saúde e Alessandra Figueiredo, assistente executivo do CEAGESP. “Os alimentos apreendidos, antes de serem encaminhados para a doação, aguardam um prazo em torno de 24 horas (salvo verduras e flores, cujo prazo é de 12 horas) para regularização. Essa regularização depende do motivo da apreensão, mas, na maioria dos casos, é necessário que se pague uma multa. Na maioria das vezes os alimentos doados são aqueles em que o valor da multa supera o valor da mercadoria, ou ainda quando o responsável pela mercadoria não consegue regularizar a situação no prazo estipulado, afirmam as autoras do artigo. O Banco também pode contar com doações feitas por instituições públicas, embora estas sejam esporádicas. No caso da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os produtos são provenientes de compras que a Companhia faz do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo federal, e são doados para Banco CEAGESP, sendo basicamente farinhas e grãos. Após a triagem dos produtos e da determinação de sua perecibilidade, a equipe do Banco identifica o número de entidades que podem ser beneficiadas e entra em contato para que possam fazer a retirada no mesmo dia ou no dia seguinte. O público atendido é oriundo de insti-tuições sem fins lucrativos como hospitais, casas de recuperação, asilos, abrigos, creches, núcleos socioeducativos, associações de moradores de bairros, cooperativas, outros bancos de alimentos, prefeituras e organizações não governamentais (ONGs). No período de nove anos, a doação de alimentos cresceu de 446,28 t para 2.306,84 t ao Banco CEAGESP. Mas, alguns entraves foram detectados: baixa participação dos permissionários; pequeno número de veículos que impedem uma maior captação dos produtos doados; e desperdício ocasional pela falta de aviso em caso de a entidade não poder retirar o alimento. Para ampliar a captação de produtos há necessidade de maior mobilização e conscientização dos permissionários do Entreposto, gerando esforços na busca de recursos externos que possam maximizar a...

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Agropecuária brasileira: origem natural e humana
out25

Agropecuária brasileira: origem natural e humana

Sábado, 25 de outubro de 2014, às 07h59 Indicação geográfica: Pesquisadora do IEA apresenta panorama da legislação e registro no Brasil. O Brasil possui um grande número de produtos agropecuários com qualidade diferenciada e que podem ter identidade vinculada a sua origem geográfica, cultural, biológica, climática e étnica, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.     “A IG, assim como as marcas e os nomes comerciais, tem como objetivo diferenciar os produtos e indicar a sua origem comercial ou geográfica. Por agregar valor ao produto, a IG pode propiciar o desenvolvimento local gerando renda adicional ao produtor rural”, afirma Geni Satiko Sato, pesquisadora do IEA. Existem duas modalidades de IG: Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem (DO). A definição de IG é apresentada no artigo 176 da Lei n. 9.279/1996. A IP indica o nome geográfico que tenha se tornado conhecido pela produção ou fabricação de determinado produto, ou prestação de determinado serviço. A DO indica o nome geográfico do local que designa produto, ou serviço, cujas qualidades ou características se devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos os fatores naturais e humanos. Até 30 de setembro de 2014, foram registrados no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) 5 DOs e 20 IPs de produtos oriundos do setor agrícola brasileiro. No total, 37 produtos possuem IGs no Brasil; no entanto, ainda há muito trabalho a ser realizado nesta área, pois países europeus, como a França, possuem mais de 500 selos distintivos de...

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Saldo da balança comercial de SP é de US$ 9,13 bilhões
out22

Saldo da balança comercial de SP é de US$ 9,13 bilhões

Quarta-feira, 22 de outubro de 2014 às 09h30 Complexo sucroalcooleiro, carnes, soja, suco de laranja e produtos florestais responderam por 79,7% das vendas setoriais paulistas. De janeiro a setembro de 2014, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 38,50 bilhões (22,2% do total nacional), e as importações, US$ 65,00 bilhões (37,3% do total nacional), registrando déficit de US$ 26,50 bilhões. Em relação a janeiro a setembro de 2013, o valor das exportações paulistas caiu 7,7% e o das importações 3,3%, aumentando em 4% o déficit comercial, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O agronegócio paulista apresentou exportações decrescentes (-13,8%), atingindo US$ 13,71 bilhões. As importações aumentaram (+0,9%), somando US$ 4,58 bilhões, e o saldo, de US$ 9,13 bilhões, foi 19,6% menor que o do período de janeiro a setembro do ano de 2013. “Destaque-se que as importações paulistas nos demais setores, excluindo o agronegócio, somaram US$ 60,42 bilhões para exportações de US$ 24,79 bilhões, gerando um déficit externo desse agregado de US$ 35,63 bilhões de janeiro a setembro de 2014. Assim, conclui-se que o comércio exterior paulista seria mais deficitário não fosse o desempenho do agronegócio estadual, afirma o pesquisador José Roberto Vicente, autor do artigo. Os cinco principais grupos nas exportações do agronegócio paulista, no período de janeiro a setembro de 2014, foram: complexo sucroalcooleiro (US$ 5,03 bilhões, com as exportações de álcool representando 12,4% desse total); carnes (US$ 1,93 bilhão, em que a carne bovina respondeu por 79,9%); complexo soja (US$ 1,44 bilhão); sucos (US$ 1,28 bilhão, dos quais 98,2% referentes a sucos de laranja); e, produtos florestais (US$ 1,24 bilhão). Esses cinco agregados representaram 79,7% das vendas externas setoriais paulistas. A participação das exportações do agronegócio paulista no total do Estado diminuiu 2,5%, enquanto a participação das importações aumentou 0,2%, na comparação dos períodos de janeiro a setembro de 2013 e 2014. A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 0,70 bilhão de janeiro a setembro de 2014, com exportações de US$ 173,63 bilhões e importações de US$ 174,33 bilhões. O déficit comercial diminuiu 60,2%, em função da queda nas exportações (-2,2%) inferior à das importações (-2,8%). Os cinco principais grupos do agronegócio brasileiro nas exportações de janeiro a setembro de 2014 foram: complexo soja (US$ 29,24 bilhões); carnes (US$ 12,84 bilhões); complexo sucroalcooleiro (US$ 7,52 bilhões); produtos florestais (US$ 7,38 bilhões); e café (US$ 4,68 bilhões). Esses cinco agregados responderam por 81,2% das vendas externas do agronegócio nacional. Em relação ao agronegócio brasileiro, as exportações setoriais de São Paulo no período de janeiro a setembro de 2014 representaram 18,1%, ou seja,...

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