Green Film Festival destaca crise hídrica e poluição, vídeos
mar19

Green Film Festival destaca crise hídrica e poluição, vídeos

Nesta semana, o Cine Brasília recebe o Green Film Festival, uma das atrações do Fórum Mundial da Água. A programação terá exibições gratuitas de filmes com temática ambiental, selecionados por um júri técnico oficial e também por escolha popular.

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UNESCO lança relatório mundial sobre desenvolvimento dos recursos hídricos, vídeo
mar19

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As soluções baseadas na natureza podem ter um papel importante na melhoria do abastecimento e da qualidade da água e na redução do impacto dos desastres naturais, de acordo com a edição de 2018 do Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos.

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“A natureza não perdoa”, diz Cármen Lúcia
mar19

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A Conferência de Juízes e Promotores abriu as atividades do 8º Fórum Mundial da Água nesta segunda-feira (19/03), no auditório Planalto do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

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Gestão compartilhada dos recursos hídricos é destaque na abertura do 8º Fórum
mar19

Gestão compartilhada dos recursos hídricos é destaque na abertura do 8º Fórum

A necessidade de unir esforços para garantir a melhor gestão da água foi ressaltada durante a abertura do 8º Fórum Mundial da Água. Com o tema “Compartilhando Água”, a oitava edição do Fórum teve início nesta segunda (19), em Brasília.

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Futuro da água depende de diversificação de fontes e da redução de perdas, vídeo
mar17

Futuro da água depende de diversificação de fontes e da redução de perdas, vídeo

Em tempos de eventos extremos e de aumento da demanda por água, a escassez hídrica se tornou um tema essencial para qualquer cidade. Nesse cenário, ampliar a diversificação de fontes de água e incentivar o uso de novas tecnologias para melhorar o sistema e reduzir perdas fazem parte da agenda para a segurança hídrica.

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Atividades econômicas usam 3,2 trilhões de metros cúbicos de água em 2015
mar16

Atividades econômicas usam 3,2 trilhões de metros cúbicos de água em 2015

A pesquisa Contas Econômicas Ambientais da Água (Ceaa), divulgada hoje (16), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 3,2 milhões de hectômetros cúbicos (hm³) de água, o equivalente a 3,2 trilhões de metros cúbicos, foram retirados do meio ambiente pelas atividades econômicas e famílias para distribuição e uso próprio em 2015. Um hectômetro cúbico corresponde a um milhão de metros cúbicos, enquanto um metro cúbico representa mil...

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Sabesp lança APP para indicar vazamento de água e esgoto pelo celular
jun02

Sabesp lança APP para indicar vazamento de água e esgoto pelo celular

A Sabesp promoveu nesta quarta-feira (1º) a 1ª Feira de Tecnologia com o objetivo de promover a troca de informações e incentivar a aplicação de novas tecnologias para controle e diminuição de perdas na rede da companhia. O destaque do evento foi a apresentação do novo APP (aplicativo) para a comunicação e identificação de vazamentos de água e esgoto.

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Cantareira volta a abastecer mais 1 milhão de pessoas em abril, diz Sabesp
abr15

Cantareira volta a abastecer mais 1 milhão de pessoas em abril, diz Sabesp

A notícia foi divulgada hoje pela concessionária que ressalta o aumento no abastecimento entre o auge da crise hídrica paulista e a atualidade. Apesar disso, o mês de abril está bastante seco e já são 14 dias sem chuva, um número atípico para o mês de abril.

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Consumo de água da AL e Caribe depende da proteção das florestas, alerta FAO
mar24

Consumo de água da AL e Caribe depende da proteção das florestas, alerta FAO

Região concentra 23,4% de todas as áreas florestais do mundo. Embora desmatamento tenha diminuído, média regional de destruição das matas permanece acima de nível global. Florestas são essenciais para sustentar ciclos hídricos da América Latina e Caribe, onde o ritmo de consumo da água duplicou nos últimos 30 anos.

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Escassez de água pode limitar crescimento econômico nas próximas décadas
mar24

Escassez de água pode limitar crescimento econômico nas próximas décadas

A afirmação foi feita pela ONU no Dia Mundial da Água, e aponta que três em cada quatro empregos no mundo são forte ou moderamente dependentes da água, de acordo com a estimativa do relatório das Nações Unidades publicado nesta terça-feira (22).

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Turma da Mônica no Dia Mundial da Água
mar21

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Em homenagem ao Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, será lançada a história em quadrinhos “Uso racional da água e saneamento básico” que conta com a participação da Turma da Mônica e Maurício de Sousa.

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Nível de água dos reservatórios da Grande São Paulo
mar21

Nível de água dos reservatórios da Grande São Paulo

Há duas semanas, a Sabesp informava que o nível dos reservatórios da Grande São Paulo ultrapassava o volume de antes da crise hídrica e mesma sem contar com as reservas técnicas, a quantidade de água nas represas já superava a de março de 2014. As chuvas e a economia do bônus oferecido pela empresa, mais a engajamento da população no uso racional da água colaboram para esse alívio.

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Grande São Paulo atinge mais da metade do volume operacional de água
fev28

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Com quase 1 trilhão de litros d’água captados até sábado (28), sistema ultrapassa o limite da metade da capacidade total.

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Governo de SP inaugura principal obra de 2015 contra a crise hídrica
out03

Governo de SP inaugura principal obra de 2015 contra a crise hídrica

A interligação entre os sistemas Rio Grande (Represa Billings) e Alto Tietê vai transferir até 4 mil litros de água por segundo, beneficiando a zona Norte da capital, além de São Caetano e parte de Guarulhos. Entre os bairros da zona Leste que também serão abastecidos estão a Mooca, Parque da Moca, Tatuapé, Quarta Parada, Belenzinho, Belém e Catumbi.

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Ryan volta ao seu primeiro poço mais de 10 anos depois, assista ao vídeo
set28

Ryan volta ao seu primeiro poço mais de 10 anos depois, assista ao vídeo

  Segunda-feira, 28 de setembro de 2015, às 19h02 O menino canadense que aos 6 anos de idade passou a trabalhar pela transformação da vida de milhares de pessoas na África, volta ao seu primeiro poço. Ryan, aos 25 anos, já é um homem e acaba de participar no Brasil, como convidado da Fundação Boticário, como palestrante (leia a reportagem). Este vídeo em inglês, pode ser facilmente entendido mesmo por quem não domina o idioma, pois mostra todo o entusiasmo que as comunidades receberam seu benfeitor. O canadense sorri feliz ao ver que sua obra beneficiou tantas pessoas e pretende continuar. Acompanhado por seus pais e familiares, voluntários e doadores generosos, retornou ao seu primeiro poço mais de 10 anos depois. Ryan se mostra muito feliz com as mudanças que estão crescendo em Uganda, e continua acreditando que “a água muda vidas”. Querer é poder. Acesse o site do Ryan’s Well Foundation Publicado em 9 de jul de 2014 Return To Ryan’s Well Ryan’s Well Foundation After over a decade, Ryan returns to his first well in Uganda. Ryan – just like the Ryan’s Well Foundation family of staff, volunteers, and generous donors – still believes “water changes lives,” and he was so happy to see change is still growing in...

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Tatuapé, Jardim Anália Franco e a escassez de água
set28

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As chuvas dos últimos dias foram bem-vindas, mas não alteraram a difícil situação do Sistema Cantareira que abastece  diversos bairros de São Paulo, entre eles o Tatuapé que engloba o Jardim Anália Franco.

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ago31

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De acordo com o PNUMA, o tratamento de águas residuais está provando ser um bom investimento, com exemplos em todo o mundo mostrando que os benefícios vão além da saúde humana.

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ago27

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Os princípios de sustentabilidade podem ser aplicados a diversas partes de um edifício, como o manejo das suas águas.

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ago25

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Menos de uma semana após termos publicado artigo no UOL com críticas ao governador Geraldo Alckmin e a dirigentes da Sabesp por continuarem negando a falta de água em São Paulo, finalmente o Governo do Estado reconheceu que, sim, enfrentamos uma crise hídrica.

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Parafraseamos o título da canção de Tom Jobim, “Água de Beber”, em cujas estrofes também se encontram a palavra camará – uma planta brasileira – para lembrarmos a qualidade da água servida hoje às torneiras de São Paulo e também no bairro do Tatuapé.

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Cantareira está com 19,4% de sua capacidade
abr06
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SP lança projeto para proteger e recuperar mananciais
mar26

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Quinta-feira, 25 de março de 2015, às 11h05   Plantio de mudas deu início ao programa Nascentes, “Piracaia I”, de restauração ecológica nas bacias hidrográficas do Sistema Cantareira. Um plantio de mudas de espécies nativas em área ciliar degradada no Sítio Beira-Rio, no município de Piracaia, marcou o inicío do programa Nascentes, “Piracaia I”, nesta sexta, 20. O projeto visa promover a restauração ecológica nas bacias hidrográficas que alimentam o Sistema Cantareira, especificamente a Represa da Cachoeira, com o plantio de mudas nas Áreas de Preservação Permanentes (APPs) hídricas em, no mínimo, dez hectares.     “Aqui está uma das 5 represas do Cantareira, a Represa do Cachoeira. Nós vamos na primeira fase plantar 6,3 milhões de mudas nativas para matas ciliares. Temos já 5 penitenciárias produzindo mudas, temos mais 11 que vão entrar no programa, serão 16 penitenciárias”, disse o governador Geraldo Alckmin, em Piracaia. Está previsto o plantio de mudas em 10,22 hectares de áreas ciliares em seis propriedades rurais, próximas da Represa da Cachoeira. O município de Piracaia fica na Bacia Hidrográfica dos rios Piracicaba/Capivari/Jundiaí (Bacia PCJ). A meta é restaurar cerca de 20 mil hectares de matas ciliares e proteger seis mil quilômetros de cursos-d’água com investimentos públicos e privados. As ações abrangem as bacias hidrográficas do Alto Tietê, Paraíba do Sul e Piracicaba/Capivari/Jundiaí, regiões que concentram mais de 30 milhões de habitantes. Os donos das seis propriedades rurais envolvidas no projeto destinaram, individualmente, áreas de 1,82 ha, 0,89 ha, 2,37 ha, 1,32 ha, 0,89 ha e 2,93 ha, totalizando 10,22 hectares, nas quais o Piracaia I será executado. A iniciativa envolve proprietários locais, prefeitura, sindicato, ONGs, secretarias de Estado, associações e cooperativas com o intuito de aliar conservação da biodiversidade à qualidade da água. Outras instituições envolvidas no projeto “Piracaia I” são a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), da secretaria de Estado da Agricultura, a prefeitura e o sindicato rural de Piracaia. “Piracaia I” é o primeiro projeto de restauração ecológica do Programa Nascentes aprovado pela Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN), da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Do Portal do Governo do...

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Conheça a nova forma de visualização do cálculo do armazenamento de água
mar17

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Terça-feira, 17 de março de 2015, às 16h47 Atendendo ao Ministério Público, companhia disponibiliza mais um gráfico que apresentará a situação dos mananciais em São Paulo. A Sabesp disponibiliza, a partir desta terça, 17/3, mais uma forma de visualização do cálculo de medição do armazenamento de água do Sistema Cantareira. Até hoje, no gráfico e no boletim divulgados diariamente, era apresentado o índice que considera como resultado a divisão entre volume útil de água armazenado no dia e o volume útil total do sistema. Como exemplo, hoje (17/03), o índice é de 15,3% (150,6 milhões de metros cúbicos dividido por 982 milhões de metros cúbicos). A partir de agora, a Sabesp vai apresentar também um gráfico considerando o volume útil e o volume útil acrescido dos volumes autorizados, pelo órgão regulador, referentes às reservas técnicas I e II (182,5 milhões de metros cúbicos + 105 milhões de metros cúbicos, respectivamente), especificando o volume total do sistema para cada situação. Como exemplo, nesta terça, o índice é de 11,9% (150,6 milhões de metros cúbicos dividido por 1.269,5 milhões de metros cúbicos).     Na prática, o volume armazenado no Sistema Cantareira não muda: hoje existem 150,6 milhões de metros cúbicos para abastecer a população. O volume útil total do sistema Cantareira é de 982 milhões de metros cúbicos. Considerando as duas reservas técnicas, respectivamente 182,5 milhões e 105 milhões de metros cúbicos, o volume armazenável sobe para 1.269,5 milhões de metros cúbicos. As duas formas de medição podem ser encontradas na página onde são publicadas as informações dos mananciais A iniciativa faz parte da estratégia da Companhia de dar ainda mais transparência às informações sobre índices de mananciais e em atendimento à recomendação do Ministério Público para que fossem detalhados, em formato gráfico, os volumes existentes...

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Cantareira volta a ter elevação do nível de água
mar11

Cantareira volta a ter elevação do nível de água

Quarta-feira, 11 de março de 2015, às 12h43 Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil Edição: Valéria Aguiar São Paulo – O Sistema Cantareira ganhou mais 26,6 milímetros (mm) de chuva de ontem (10) para hoje (11), com o nível em elevação pelo quinto dia seguido, passando de 13,3% para 13,7% de sua capacidade total. No mês, a pluviometria desse sistema acumula 127,1 mm, mais da metade da média histórica para esse período (178 mm). O volume de água armazenada nos demais mananciais de abastecimento administrados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo também subiu. No Alto Tietê, o índice aumentou de 19,9% para 20,2%; na Represa do Guarapiranga (de 70,4% para 71,6%); no Alto Cotia (de 51,4% para 52,3%); no Rio Grande (de 92,4% para 92,7%) e no Rio Claro (de 39,6% para...

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Justiça limita retirada de água do Sistema Cantareira
mar06

Justiça limita retirada de água do Sistema Cantareira

Sexta-feira, 6 de março de 2015, às 16h19 Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto A Justiça Federal limitou a retirada de água do Sistema Cantareira para que seja preservados ao menos 10% do volume útil original para a época de estiagem, que começa em 30 de abril. A liminar da juíza substituta Renata Coelho Padilha ratifica outra decisão provisória, concedida em outubro do ano passado pela 3ª Vara Federal em Piracicaba, mas que havia sido derrubada em recurso. O pedido conjunto do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público Federal busca garantir que não haja prejuízo às vazões para a Bacia Hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. A Justiça determinou ainda que a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas do Estado de São Paulo (Daee) estipulem semanalmente metas de restrição para permitir a recomposição dos níveis dos reservatórios. O objetivo é que em cinco anos o Sistema Cantareira volte a 95% da capacidade. Desde o último dia 2, o sistema opera com 11,7% de seu nível total, segundo medição diária feita pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. Para repor o volume da primeira cota da reserva técnica, que começou a ser usada em maio do ano passado, a capacidade deveria subir de 11,7% para 29,2%. Em nota, a Sabesp informou que, para os reservatórios chegarem ao fim de abril com 10% da capacidade total, é necessária vazão média de 56 metros cúbicos por segundo (m³/s) nas próximas semanas. A vazão média no período de 1º de janeiro a 5 de março de 2015 é 25m³/s. “Assim, mesmo que a ANA e o Daee determinem que a Sabesp interrompa completamente a retirada de água do Sistema Cantareira, o cumprimento da decisão será impossível, a não ser que ocorram chuvas, com baixíssima probabilidade.” A empresa lembrou que já reduziu em 56% a retirada de água do Cantareira. “Reduções adicionais implicariam sacrifícios ainda maiores para a população da região metropolitana de São Paulo. E, por isonomia, a imposição de restrições de consumo à população da Bacia do Piracicaba [Campinas, Piracicaba, Americana]”, acrescenta o comunicado. O Daee informou que a Procuradoria-Geral do Estado vai recorrer da...

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Água que vem do chão
mar06

Água que vem do chão

Sexta-feira, 6 de março de 2015, às 15h42 Por Daniel Pérez Nem todo mundo sabe, mas o solo tem estreita relação com a disponibilidade de água e as mudanças climáticas. Num momento em que sobretudo São Paulo e Rio de Janeiro vivem uma séria crise de abastecimento, provocada por diversas razões, temos que nos lembrar da falta de aproveitamento da água de chuva em diversas frentes — seja no meio urbano ou rural. A crise hídrica está intimamente ligada ao manejo do solo. Atuando como um filtro, ele deve estar permeável para que o líquido se acumule nos lençóis freáticos e aquíferos. Assim, percebe-se que o problema da crise hídrica no Sudeste é provocado não só por baixa precipitação, mas principalmente pela impermeabilização do solo nas áreas urbanas e o não armazenamento das águas pluviais. Algumas cidades como Paris e Kuala Lampur utilizaram medidas de contenção de enchentes, como a construção de reservatórios subterrâneos (“piscinões”) para melhorar aproveitamento da água da chuva. Além disso, muitas cidades estão abrindo grandes parques para viabilizar a infiltração e retenção da água. Nesse contexto, talvez possamos dizer que o problema hídrico começa bem antes, com a erosão das cabeceiras dos córregos e rios que compõem nossas principais bacias de captação de água. Não há dispositivo em nossa atual legislação ambiental que preveja a necessidade de acompanhamento técnico que garanta o manejo adequado do solo nessas áreas tão frágeis — mesmo se estiverem no coração da recarga de aquíferos. Com isso, em um solo descoberto ou com pouca cobertura vegetal, as águas da chuva apenas “varrem” o solo, não se infiltrando e não promovendo o reabastecimento dos aquíferos e a manutenção dos lençóis freáticos dos rios e córregos que alimentam os reservatórios. Da mesma forma, o aquecimento global pode ser influenciado pelo manejo do solo. Segundo documento das Nações Unidas, até o fim desta década, é necessário que as emissões de carbono parem de crescer e caiam para zero até 2050, e o manejo adequado do solo pode ser o fiel da balança no sequestro de carbono. Diversas práticas agropecuárias, como o plantio direto, o reflorestamento de áreas degradadas, a integração lavoura/pecuária/floresta e a fixação biológica de nitrogênio em leguminosas e algumas gramíneas, como a cana-deaçúcar, elevam a acumulação de carbono na terra. Mas precisamos avançar na criação de indicadores nacionais que demonstrem, entre outros, a extensão desse estoque de carbono e sua variação em função dos diversos tipos de manejo realizados nos diferentes biomas brasileiros. Por sua multifuncionalidade, o solo deve estar na pauta dos agentes públicos, sob a responsabilidade de quem faz a gestão de um recurso finito. Só assim haverá mais...

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Começa obra para aumentar entrada de água no Sistema Alto Tietê
fev18

Começa obra para aumentar entrada de água no Sistema Alto Tietê

Quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015, às 16h46 Captação no rio Guaió, em Suzano, fará com que o sistema receba mais 1.000 litros de água por segundo, suficiente para abastecer cerca de 300 mil pessoas. A obra que vai aumentar a entrada de água no Sistema Alto Tietê teve início no sábado, 14. Executado pela Sabesp, o investimento vai captar água do rio Guaió, que fica em Suzano, e transferi-la até a represa Taiaçupeba, que faz parte do sistema Produtor Alto Tietê. O trabalho será feito com mão-de-obra própria da companhia e deve estar pronto em maio. A Sabesp vai implantar 9 km de adutoras (grandes tubulações) e uma estação de bombeamento. A obra vai retirar 1.000 litros de água por segundo do Guaió e bombeá-la por tubulação até o ribeirão dos Moraes. Este curso d’água termina no rio Taiaçupeba-Mirim, que então deságua na represa Taiaçupeba, pertencente ao Sistema Alto Tietê. Dessa forma, a água do Guaió será armazenada na represa e depois tratada para ser distribuída à população. Esse volume adicional de 1.000 litros de água por segundo equivale ao consumo de cerca de 300 mil pessoas. O Sistema Alto Tietê abastece parte da zona leste de São Paulo, as cidades de Suzano, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Poá, Itaquaquecetuba e Arujá e parte de Guarulhos. Mais água A importância dessa obra é aumentar a quantidade de água que entra no Sistema Alto Tietê no período de poucas chuvas. O sistema é composto por cinco represas (Ponte Nova, Paraitinga, Biritiba-Mirim, Jundiaí e Taiaçupeba). Elas são alimentadas pela chuva direta e pelos rios que deságuam nelas. Portanto, a entrada de mais um rio (o Guaió) para alimentar as represas vai ampliar o nível de todo o sistema. A captação do rio Guaió é semelhante a duas outras obras da Sabesp para aumentar a entrada de água nos sistemas que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo. No dia 27 de janeiro foi entregue a ampliação da transferência de água do córrego Guaratuba para o Sistema Alto Tietê. A obra, feita em pouco mais de dois meses pela Sabesp, contribuiu para aumentar o volume armazenado nesse sistema. O córrego Guaratuba nasce na serra do Mar e deságua em Bertioga, no litoral. Com a obra, o volume transferido para a Grande São Paulo subiu de 500 litros por segundo de água para 1.000 litros por segundo. A obra teve início no dia 5 de novembro de 2014 e foi feita com mão-de-obra própria da Sabesp. Técnicos da companhia também trabalham para bombear água de um novo manancial, o rio Juquiá, e transportá-la até a represa Guarapiranga. O objetivo é transferir...

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Governador de SP pede agilidade ao Governo Federal
nov10

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Segunda-feira, 10 de novembro de 2014, às 20h25 Alckmin pede agilidade na liberação de recursos federais para obras de mobilidade e solicita R$ 3,5 bi para investimentos no abastecimento de água no Estado de São Paulo. O governador Geraldo Alckmin esteve reunido com a presidente Dilma Roussef em Brasília nesta segunda-feira (10) e houve consenso para criação de um grupo de trabalho que vai se reunir no dia 17 para discutir os detalhes dos projetos apresentados pelo governador. Após a reunião, Alckmin falou sobre os investimentos que reforçarão o abastecimento de água no Estado. “Trouxemos uma relação de investimentos que somam R$ 3,5 bilhões. É um conjunto de obras que vêm sendo trabalhadas pelo Governo do Estado. Tivemos uma boa conversa sobre a possibilidade de recursos do Tesouro ou financiamento”, afirmou o governador. Garantindo não haver risco de desabastecimento de água a curto prazo, o governador de São Paulo disse que a proposta apresentada a Dilma é de novas obras. Segundo ele, várias obras para melhorar o abastecimento estão em andamento. “Nós temos repetido isso desde o início do ano. Nós temos em São Paulo um sistema extremamente forte, nem entramos na segunda reserva técnica do Cantareira. Então, não são obras para amanhã; as obras para amanhã estão sendo feitas. Nós vamos entregar neste mês de novembro mais um metro cúbico por segundo (m³/s) do Guarapiranga. Mais 300 mil pessoas saem do Cantareira”, informou. Obras sugeridas As oito obras sugeridas pelo Governo do Estado são: interligação dos reservatórios Atibainha e Jaguari, construção de dois grandes reservatórios na região de Campinas, adução desses reservatórios com os sistemas distribuidores, duas estações de produção de água de reúso em São Paulo, interligação do Jaguari com a região de Campinas, interligação do Rio Grande com a Billings e poços artesianos na região do Aquífero Guarani para a região de Campinas. “A presidente viu com bons olhos o conjunto das obras, mas nós vamos ter uma conversa mais aprofundada para que ela bata o martelo naquilo que o governo federal ajudará São Paulo”, disse a ministra Miriam Belquior, complementando que, do meio para o fim da semana que vem, poderá haver uma resposta do melhor formato de financiamento. “É comum a presidenta dizer que o montante de recursos, claro, depende da nossa capacidade, mas, fundamentalmente, depende da importância das obras a serem realizadas. Se durante o processo de discussão estiverem claras a importância das obras para o abastecimento da região, nós poderíamos até apoiar tudo”, disse. Rede paulista de transporte sobre trilhos Durante a reunião com Dilma Roussef, Alckmin também fez uma série de reivindicações para dar continuidade à expansão e qualificação da rede...

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Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 16h17 Geólogos estudam meio de usar Aquífero Guarani para aliviar crise do Cantareira. Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli Geólogos da Universidade de São Paulo (USP) elaboram um estudo para saber se é possível retirar água do Aquífero Guarani para abastercer a região de Piracicaba, aliviando o Sistema Cantareira. A proposta é analisar a viabilidade da construção de 24 poços artesianos no município de Itirapina, região oeste do estado, onde o aquífero pode ser acessado de forma rasa. A análise será apresentada, em aproximadamente um mês, ao comitê criado pelo governo estadual para administrar a crise hídrica no Cantareira. Hoje (27), o sistema chegou a 13% da capacidade de armazenamento, após o início da utilização da segunda cota do volume morto. O professor Reginaldo Bertolo, do Instituto de Geologia, explica que o estudo inclui a simulação, por meio de um modelo matemático, da extração de 150 mil litros de água por hora. “Queremos avaliar se o aquífero suporta essas vazões em longo prazo”, apontou. A análise baseia-se em um artigo publicado em 2004 por um grupo da Universidade Estadual Paulista (Unesp). De acordo com o trabalho, a região de Piracicaba fica distante cerca de 60 quilômetros (km) em linha reta, o que diminui os custos de um transporte da água direta para a capital. Outra vantagem é que o desnível geográfico entre as regiões de captação e consumo favorece o deslocamento. Mesmo em fase de pré-viabilidade técnica, Bertolo acredita que essa pode ser uma alternativa interessante para o abastecimento de parte da região que deveria receber água do Cantareira. Ele destaca, no entanto, que é preciso fazer o uso sustentável dessa água para evitar novas crises. “A gente precisa ter a recarga no aquífero para que ele continue dando água. Se a gente tiver em longo prazo a certeza de que a chuva vai continuar caindo e o aquífero recarregado, uma vazão de 1 metro cúbico por segundo é uma vazão segura”, apontou. O Aquífero Guarani é a maior reserva estratégica de água doce da América Latina. Atualmente, o aquífero abastece a maior parte das cidades do oeste paulista. “Observe que a crise de abastecimento de água está mais crítica nos municípios do centro-leste do estado”, avaliou. Isso ocorre, segundo Bertolo, porque eles têm maior segurança hídrica com a água oriunda dos aquíferos Bauru e Guarani. Entre os municípios abastecidos dessa forma, o professor destaca Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Araçatuba, Presidente Prudente, Marília, Bauru, entre outros. Ele explica que a profundidade das águas subterrâneas exige tecnologia complexa de engenharia, similar à utilizada para encontrar petróleo,...

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Sistema Produtor Alto Tietê

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 10h31 O SPAT (Sistema Produtor Alto Tietê) é um conjunto de cinco reservatórios (ou barragens) localizados entre Suzano e Salesópolis, concebidos visando o aproveitamento múltiplo de recursos hídricos, com ênfase para o controle de enchentes, abastecimento público, irrigação, diluição de esgotos e lazer. Proposto dentro dos estudos do Plano HIBRACE – numa época em que o problema de enchentes na RMSP não era agravado pelo uso e ocupação cada vez mais indevida do solo; pela impermeabilização acentuada do solo; e grande quantidade de lixo jogado no Tietê -, teve sua implantação iniciada pela barragem de Ponte Nova, localizada no rio Tietê, no município de Salesópolis. A conclusão das obras ocorreu no início da década de 70.   De uma forma global, os cinco reservatórios (Ponte Nova, no rio Tietê, na divisa dos municípios de Salesópolis e Biritiba Mirim; Paraitinga, no rio Paraitinga, em Salesópolis; Biritiba, no rio Biritiba, na divisa dos municípios de Biritiba Mirim e Mogi das Cruzes; Jundiaí, no rio Jundiaí, em Mogi das Cruzes; e barragem de Taiaçupeba, no rio Taiaçupeba, na divisa de Mogi e Suzano), dão auxílio importante para a redução nas vazões do Tietê e afluentes próximos à barragem da Penha,somando-se as obras de ampliação da calha do rio, especialmente no trecho Penha-Edgard de Souza. Naturalmente a preservação das várzeas do Tietê a montante da Penha, também se reveste da maior importância para que os objetivos das obras na calha a jusante sejam, na prática, efetivamente alcançados. Rio Tamanduateí Uma das mais importantes sub-bacias do Alto Tietê, a bacia hidrográfica do rio Tamanduateí, com 323 km² abrange zonas centrais de importantes cidades como São Paulo, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano, Diadema e Mauá. O Tamanduateí, nasce na Gruta Santa Luzia no município de Mauá e depois de percorrer 36 km desemboca no rio Tietê. Funciona como uma grande galeria de águas pluviais, apresentando variações bruscas no nível d’água, quando das precipitações pluviométricas que ocorrem com maior incidência no período de chuvas fortes, de outubro a março. No século XIX as inundações causadas pelo rio Tamanduateí na chamada Várzea do Carmo, hoje Parque D. Pedro, provocavam muitos danos às populações ribeirinhas, exigindo medidas, a exemplo da execução de obras de canalização, como forma de prevenir epidemias em consequência das enchentes.     Na década de 70 começou a ser implantado o projeto que levaria à minimização dos problemas das cheias provocadas pelo transbordamento do rio Tamanduateí. A saída então vislumbrada foi a sua canalização, iniciada pelo DAEE em abril de 1978, a partir da sua foz, no rio Tietê. Por atravessar uma área densamente...

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MP ajuíza ação para revisão do volume de água retirado do Alto Tietê
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MP ajuíza ação para revisão do volume de água retirado do Alto Tietê

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 09h39 Promotores pedem liminar para evitar “irreversíveis danos ambientais”. O Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (GAEMA) – Núcleo Cabeceiras e da Promotoria do Meio Ambiente da Capital, ajuizou, nesta terça-feira (28/10), ação civil pública ambiental, com pedido de liminar para que sejam suspensos imediatamente os limites máximos de vazão e para que seja feita revisão imediata do volume de água que tem sido retirado do Sistema Produtor do Alto Tietê (SPAT), autorizado pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) à Companhia de Saneamento Ambiental (SABESP). De acordo com a ação, proposta pelos Promotores de Justiça Ricardo Manuel Castro, Secretário do GAEMA Cabeceiras, e José Eduardo Ismael Lutti, da Promotoria do Meio Ambiente da Capital, a medida é urgente “para que sejam prevenidos os irreversíveis e graves danos ambientais, de maneira a se efetivar uma gestão integrada entre recursos hídricos e meio ambiente”. Segundo os Promotores, devem ser adotadas as medidas necessárias para assegurar que no prazo máximo de cinco anos o Sistema Alto Tietê esteja recuperado em seu volume útil e integral e deve ser definido um volume estratégico a ser preservado ao final de cada período de planejamento. A ação também pede que a SABESP, “no período máximo de um ano, promova a integral recuperação ambiental, com o emprego exclusivo de espécies nativas em caráter heterogêneo, das áreas de preservação permanente de 100 metros contados de seu nível máximo, de todos os reservatórios que compõe o SPAT”.   Leia a ação   Assuntos relacionados Sistema Produtor Alto Tietê MP ajuíza ação para revisão do volume de água retirado do Alto...

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