Jovens indígenas repudiam cortes na FUNAI
nov21

Jovens indígenas repudiam cortes na FUNAI

Além disso, pedem que governo adote sugestões de especialista da ONU, Victoria Tauli-Corpuz.

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Homo naledi ainda causa surpresa uma semana depois de ser achado
set18

Homo naledi ainda causa surpresa uma semana depois de ser achado

O anúncio feito na África do Sul e EUA, após a exumação dos ossos de 15 indivíduos que viveram há 3 milhões de anos reabre a discussão na busca de detalhes, cada vez mais surpreendentes, sobre a evolução dos seres humanos. Assista o vídeo.

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Museu do Índio e UNESCO lançam publicações sobre língua e cultura
maio16
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Fórum sobre Questões Indígenas começa nesta segunda-feira na sede da ONU
abr23
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Os novos arranjos da metrópole
mar04

Os novos arranjos da metrópole

Quarta-feira, 4 de março de 2015, às 17h17 Por Márcio Ferrari Revista Pesquisa FAPESP – Alguma coisa aconteceu neste século nos padrões de segregação residencial da Região Metropolitana de São Paulo, que não era prevista no fim do século passado. A metrópole continua intensamente segregada, mas não seguiu a tendência esperada de polarização de espaços e estrutura social. Se cresceu a exclusividade das áreas habitadas pelas elites, o restante da cidade experimentou um processo de alteração que a tornou mais heterogênea. “A hipótese da polarização social contínua, expressa em metáforas famosas como ‘cidade partida’, não se provou em São Paulo”, diz Eduardo Marques, professor do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) e pesquisador do Centro de Estudos da Metrópole (CEM), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP. “A dinâmica da estrutura social realmente apontou para a polarização ocupacional nos anos 1990, mas isso foi plenamente revertido nos anos 2000. Em relação ao que se previa, a metrópole mudou menos e de modo diferente.” O quadro que se desenha confirma um diagnóstico surgido nos anos 1990 sobre as grandes tendências urbanas relacionadas às transformações do capitalismo ocorridas desde a década de 1970, como a formação de um grupo social de super-ricos e a criação de bolhas imobiliárias que abrigariam núcleos de comandos dos negócios. No entanto, os efeitos da desindustrialização iniciada no período – que seriam o esvaziamento de atividades intermediárias na escala produtiva, em particular a fordista (modelo de produção industrial em massa) – não se verificam totalmente no estudo das mudanças ocorridas nas últimas décadas em São Paulo. A presença relativa da indústria se reduziu em favor de comércio e serviços – setor que gerou 800 mil postos de trabalho na década de 2000 na Grande São Paulo –, mas não por esvaziamento da atividade, como em outros países, e sim porque o setor se deslocou para outras regiões, como as macrometrópoles de Campinas e São José dos Campos. Além disso, a atividade fordista se insere ainda como a classe mais numerosa (trabalhadores manuais qualificados) da metrópole no Censo de 2010, embora “em queda associada ao crescimento dos profissionais e das camadas médias”. O impacto no mapa da segregação social é importante: as classes que mais cresceram proporcionalmente tenderam a se desconcentrar na primeira década deste século, enquanto as que apresentaram redução (a dos mais ricos) aumentaram sua exclusividade. Marques chegou a essas conclusões por meio de um estudo que se utilizou de dados dos censos de 1991, 2000 e 2011. Um artigo sobre o assunto, intitulado Estrutura social e segregação...

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As cinco idéias mais equivocadas sobre os índios no Brasil
set11

As cinco idéias mais equivocadas sobre os índios no Brasil

Quinta-feira, 11 de setembro de 2014, às 16h10 Por José Ribamar Bessa Freire* 1 – O índio não é “genérico” – Cada tribo tem seus costumes, crenças e culturas. São 200 etnias, que falam 188 línguas diferentes. 2 – As culturas indígenas não são atrasadas – Os povos indígenas produzem saberes, ciências, arte refinada, literatura, poesia, música, religião. 3 – As culturas indígenas não são congeladas – Pensar que todo índio deveria andar nu ou de tanga é um equívoco tão grande que quando vemos o contrário tem gente acha estranho. 4 – Os índios não fazem parte apenas do passado – Como mostramos aqui, eles estão aí defendendo sua cultura. Também é errado pensar que a cultura deles é contraria à evolução e a tudo que é moderno. 5 – O brasileiro é índio sim! – Muitos tem a ideia de que o povo brasileiro foi só formado por nações européias e africanas. Na verdade, a origem vem de todos, mas o brasileiro tende a se identificar com a origem européia que foi a principal colonizadora.     * José Ribamar Bessa Freire – Doutor em Literatura Comparada, autor do livro “Rio Babel – a história social das línguas na Amazônia”. Trabalha com história das línguas e narrativas orais no Programa de Pós Graduação em Memória Social (UNI) e coordena o Programa de Estudos dos Povos Indígenas da UERJ, onde ministra a disciplina Educação Indígena. Participa de vários cursos de formação de professores indígenas em várias regiões do Brasil.   Leia o estudo completo: CINCO IDÉIAS EQUIVOCADAS SOBRE OS ÍNDIOS     Por um Brasil consciente, inteligente e solidário Originalmente publicado em Projeto Gota D’Água — com Soyyo MG e Andréa Brito. Fonte: Page Resilência (Facebook), via Portal do Meio...

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Índios mostram danças sagradas e luta corporal em Marudá
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IV Jogos Tradicionais Indígenas
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Funai divulga primeiro contato com índios isolados
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Tribo isolada do mundo é descoberta na Amazônia brasileira
jun18

Tribo isolada do mundo é descoberta na Amazônia brasileira

Quarta-feira, 17 de junho de 2014 às 19h13 O Brasil confirmou a existência de uma tribo que vive na Amazônia ocidental, sem qualquer contato com o mundo exterior. Aproximadamente 200 índios foram avistados. A tribo isolada não está “perdida”, nem é desconhecida. Na verdade, suspeita-se que cerca de 2.000 índios morem no Vale do Javari, onde as casas foram vistas do ar.     Segundo autoridades brasileiras, a confirmação da existência da tribo permite que o governo monitore a área e proteja o estilo de vida de seus moradores. As imagens mais recentes revelam que a tribo recém-confirmada planta milho, amendoim, banana e outras culturas. Em 2008, o grupo Survival International (em português, “Sobrevivência Internacional”), lançou fotos de outra tribo isolada perto da fronteira entre Brasil e Peru. As imagens impressionantes revelavam homens visando flechas em direção ao céu, onde os aviões os fotografavam. Segundo o grupo, os indígenas não são contatados, mas são cientes do mundo exterior. Viver separado do resto do globo é uma escolha, um estilo de vida tradicional nas profundezas da floresta amazônica. Como as tribos são isoladas, o contato com o mundo exterior pode ser mortal. Por exemplo, quando missionários contataram a tribo Zo’e em 1987, 45 índios morreram de doenças comuns que nunca haviam encontrado e, portanto, não tinham nenhuma tolerância, incluindo a gripe. No Peru, metade da anteriormente isolada tribo Nahua morreu de doenças após a exploração de petróleo em suas terras, que começou na década de 1980. A exploração de petróleo nas proximidades do Peru também ameaça a tribo recém-confirmada. Outras principais ameaças para o bem-estar desse grupo são a pesca ilegal, a caça, a exploração madeireira, a mineração, a pecuária, as ações missionárias e o tráfico de drogas.   Fonte: LiveScience / HypeScience – Versão: Natasha Romanzoti /...

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