Judô – Mundial Astana 2015: equipe masculina do Brasil fica em 7º lugar
ago30
Leia mais
Quinto dia do Mundial Astana 2015 é marcado por surpresas
ago28

Quinto dia do Mundial Astana 2015 é marcado por surpresas

Com exceção de Alvear (COL), todos os atuais campeões mundiais (Chelyabinsk 2014) e olímpicos (Londres 2012) das três categorias disputadas nesta quinta ficaram de fora do bloco final.

Leia mais
Brasil fica fora da disputa por medalhas entre os leves no Mundial Astana 2015
ago26

Brasil fica fora da disputa por medalhas entre os leves no Mundial Astana 2015

Marcelo Contini vence duas lutas mas fica fora do bloco final. Rafaela Silva se lesiona em sua estreia e também não chega à disputa por medalhas.

Leia mais
Judô: brasileiros garantem prata e bronze
ago31

Judô: brasileiros garantem prata e bronze

Domingo, 31 de agosto de 2014 às 11h10 – Atualizado às 12h04 Maria Suelen Altheman é prata e Rafael Silva bronze no Mundial 2014 Com quatro medalhas sendo uma de ouro, uma de prata e duas de bronze, o Brasil termina em terceiro lugar no quadro geral de medalhas.   Confederação Brasileira de Judô – Os pesados brasileiros mostraram, mais uma vez, a força da categoria e conquistaram duas medalhas para o Brasil, repetindo o feito do ano passado, neste sábado, dia 30, no Mundial Chelyabinsk 2014. Maria Suelen Altheman chegou novamente à decisão contra a cubana Idalys Ortiz e ficou com a prata. Rafael Silva teve o, agora, heptacampeão mundial Teddy Riner na semifinal e foi derrotado. Voltou para a disputa do bronze contra o holandês Roy Meyer e garantiu seu lugar no pódio por ter tido uma punição a menos que o adversário. David Moura chegou às semifinais, mas não resistiu ao japonês Ryu Shichinohe e também foi para a disputa de bronze. Lutando contra a torcida e um adversário mais alto, acabou derrotado pelo russo Renat Saidov e ficou na quinta colocação em sua primeira participação em Mundiais.     Com as duas medalhas no último dia da competição, o Brasil terminou a competição em terceiro lugar no quadro geral de medalhas, atrás do Japão e da França e à frente de Cuba e Geórgia. Coube ao presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Paulo Wanderley Teixeira, entregar as medalhas para os pesados: Idalys Ortiz, Maria Suelen Altheman, Megumi Tachimoto e Emile Andeol; Teddy Riner, Ryu Shichinohe, Renat Saidov e Rafael...

Leia mais
Mundial Chelyabinsk 2014 de Judô: equipes
ago31

Mundial Chelyabinsk 2014 de Judô: equipes

Domingo, 31 de agosto de 2014 às 11h47 Brasil fica em quinto no Mundial por Equipes Masculino Com a ausência de Victor Penalber, homens acabam sendo derrotados pela Geórgia por três a dois. Confederação Brasileira de Judô – O Brasil terminou a participação no Mundial Por Equipes com o quinto no lugar no masculino depois de ser derrotada pela Geórgia por três a dois na disputa do bronze. Victor Penalber, que havia sentido o joelho direito durante a competição individual, foi para o sacrifício nas duas primeiras lutas, mas não conseguiu disputar a repescagem contra Cuba e nem o terceiro lugar contra a Geórgia.     Começar perdendo por um a zero não foi fácil, mas o Brasil equilibrou bem as ações com Charles Chibana vencendo Shalva Kardava com um lindo ippon de ura-nague. Na sequencia foi a vez de Alex Pombo contra Nugzari Tatalashvili. A luta foi muito equilibrada. O brasileiro buscou a luta quando vencia de um yuko e chegou a ficar na frente por uma punição, mas faltando 10 segundos para o fim também foi punido. A luta foi para o golden score e Pombo conseguiu projetar o Tatalashvili, mas a arbitragem não deu nada. Numa tentativa do georgiano, o árbitro entendeu que Pombo se apoiou com a cabeça no chão para não sofrer o golpe, colocando sua integridade física em risco e o eliminou da luta (hansuko-make). Avtandili Tchkrishvili entrou no tatame apenas para receber a vitória já que o Brasil não teve representante no meio médio. Com dois a um para a Geórgia, Tiago Camilo precisava, então, vencer Varlam Lipertaliani, número um do mundo. Mas o campeão do mundo em 2007 não conseguiu encaixar seu poderoso uchi-mata e acabou sendo derrotado por ippon. Assim, a Geórgia garantiu a medalha. Rafael Silva entrou para encerrar a participação de forma honrosa e venceu Adam Okruashvili pela diferença de três punições. “Se o Victor tivesse participado, acredito que o panorama teria sido diferente porque é sempre um atleta muito forte. Mas numa decisão é possível tudo acontecer. Não esperava que o Tiago Camilo perdesse da maneira que perdeu, enfim, faz parte da competição. A disputa por equipe é uma competição difícil de apontar favoritismo”, disse Ney Wilson, gestor técnico de alto rendimento da Confederação Brasileira de Judô (CBJ). “A equipe da casa leva vantagem porque nenhum outro país traz 10 atletas, cinco titulares e cinco reservas. No campeonato mundial, atletas se lesionam e você acaba lutando desfalcado ou com o atleta fazendo sacrifício como foi o caso do Victor. Ele contribuiu muito pra gente ter chegado na disputa de terceiro. Mostrou um espírito de equipe, de superação...

Leia mais
講談社 Mestre Tambucci
maio08

講談社 Mestre Tambucci

Leia mais
80 anos nos caminhos do Judô brasileiro
maio08
Leia mais
“A missão de ensinar educando é um privilégio maravilhoso”
maio08
Leia mais
講談社 Kodansha
maio08

講談社 Kodansha

O que significa ser um Kodansha? Ser kodansha é ter um nível de pós-graduação dentro do judô. Dado notório conhecimento técnico, filosófico e moral. Portanto é a imagem de uma grande fonte de conhecimentos, ele deve ter a última palavra, o porto seguro e, para isso, sua liderança deve ser estabelecida naturalmente pelo seu carisma e sabedoria, conquistando assim o respeito e admiração de todos. É considerado mestre (shihan) porque detém maior conhecimento técnico, dispondo de imagem inabalável, dada sua conduta impecável perante a sociedade. É símbolo de dedicação, persistência, caráter, honra, honestidade e sabedoria. Deve ser o modelo a ser seguido, já que sua posição é de perpetuador dos ensinamentos do mestre Jigoro Kano e representante da kodokan. Ser representante da Kodokan é fazer parte do constante aperfeiçoamento do Judô, idealizado pelo mestre. Tem como papel, perpetuar os ensinamentos através da formação de seus discípulos. Jigoro Kano, ao observar os primeiros alunos promovidos à 6º Dan, notou um diferencial muito grande em relação aos demais praticantes: nas atitudes, no comportamento, na formação moral, no domínio dos conhecimentos e na pedagogia. Ele disse: “estou criando a categoria denominada de kodansha de 6º a 10º dan, e estes devem estudar e pesquisar cada vez mais, aperfeiçoar e aprofundar nos conhecimentos culturais, intelectuais globalizados voltados a interação do judô com a sociedade, isto é filosofia de judô”. Os judokas com essa formação terão a denominação de Shihan. Portanto, os kodanshas são considerados pesquisadores e professores, e devem agir como tal. Buscando sempre mais sabedoria e aperfeiçoamento. Mesmo atingindo um alto grau de aperfeiçoamento dentro do judô, o kodansha permanece em constante aprendizado. Texto: Associação de Judô Ichikawa / 2011 – Professor Oswaldo Ichikawa – 8º Dan Saiba mais  Mestre Tambucci 80 anos nos caminhos Judô brasileiro “A missão de ensinar educando é um privilégio...

Leia mais
Entre o Judô e o Jiu Jitsu brasileiro: Kano e Maeda
abr22

Entre o Judô e o Jiu Jitsu brasileiro: Kano e Maeda

Gerson Soares Quem treina mais de oito anos aproximadamente para chegar à faixa preta, considerada por muitos mestres, o início do caminho, sabe o quanto seria difícil tentar explicar todo o conhecimento e diversidade, adquiridos através dos milênios pelos quais as artes marciais são difundidas no mundo. Portanto, este ensaio sobre artes marciais, não tem a pretensão de esgotar o assunto, nem tampouco ser definitivo por que este tema é infinito. Nesta oportunidade, tentarei resumir como o Jiu Jitsu chegou ao Brasil e à família Gracie, que difundiu essa arte pelo mundo. Primeira parte Ju Jutsu e o Judô. Mestres Jigoro Kano e Conde Koma. O profundo estudo sobre o surgimento das Artes Marciais nos remetem a épocas ancestrais, conhecimentos advindos da observação de animais e da natureza. Mas, superficialmente falando quando se trata deste assunto, as mais diversas técnicas surgiram para o avanço da defesa pessoal ou ataque e também para o condicionamento físico. O emprego das artes marciais pelos monges budistas desde a antiguidade ou dos professores de educação física atuais, que utilizam algumas técnicas de aquecimento entre outros exercícios, demonstra sua eficiência. No Japão, durante o Período Meiji (1868 a 1912), as artes marciais perdem a popularidade devido a vários fatores. Esse declínio também pode ser creditado ao uso de armas de fogo, que exerciam a mesma função de um exército treinado em artes marciais de forma mais rápida e com mais impacto. Porém, sem a mesma coragem e honra dos samurais. Nesse processo, o Ju Jutsu ganhou má fama, pois com a modernização do Japão, o treinamento em artes marciais não era mais essencial para a sobrevivência da nação e com a falta de popularidade certas escolas passam a aceitar qualquer tipo de aluno, muitos deles arruaceiros, que não faziam muita questão de aprender a parte filosófica da arte marcial. Nesse período surge Jigoro Kano, um praticante de Ju Jutsu que adapta a arte marcial ao seu porte físico de pequena estatura, criando assim o Judô. Jigoro Kano apresentou a nova arte marcial ao imperador que a oficializou e a introduziu no treinamento da polícia japonesa. Após ter se ramificado em diversas outras artes marciais, o Ju Jutsu perdeu quase totalmente sua popularidade chegando quase à extinção. Já o Judô de Jigoro Kano ganhava cada vez mais popularidade e começou a percorrer o mundo. Um de seus alunos Mitsuyo Maeda, ou Conde Koma, viajou através das Américas e da Europa fazendo apresentações e em 1914 chegou ao Brasil, onde percorreu diversos estados fazendo demonstrações em diersas capitais, como PortoAlegre, Rio de Janeiro e São Paulo, chegando ao Norte do país. Em 18 de dezembro de...

Leia mais
Judô, origens
out28

Judô, origens

  Publicado em 28 de outubro de 2013   Nascido sob o signo dos Samurais, Jigoro Kano, o precursor do Judô moderno teve dificuldades na prática de vários esportes, assim como sua personalidade marcante o levaria a deixar uma vistosa carreira diplomática ou política, seguindo os passos do pai Jirosaku Mareshiba Kano, um alto funcionário da Marinha Imperial Japonesa. Nascido no dia 28 de Outubro de 1860, em Mikage, Hyogo, era o terceiro filho da família. Jigoro Kano se tornou um homem de pequeno porte, franzino, com 1,50 m de altura e 48 Kg, mas sua história e sua arte ficariam conhecidas através dos tempos por todo o mundo. Aos 11 anos de idade foi enviado para Tóquio, afim de estudar o idioma inglês, indispensável com as mudanças relacionadas àquele período histórico do Japão, durante o governo do Imperador Meiji que promoveu a chamada Restauração. Cinco anos depois resolveu dedicar-se a esportes como a ginástica, o remo e o baseball para fortificar-se. Segundo se conta, nas brigas escolares sempre sofria com as derrotas para os outros alunos e isso feria sua honra de filho de Samurai, foi então que decidiu estudar o Ju Jutsu, e essa atitude mudaria para sempre a sua vida. Seu início foi com o mestre Teinosuke Yagi em 1871. Em 1877 matriculou-se na Tenjin Shin’yo-ryu e tornou-se discípulo do mestre Hachinosuke Fukuda, que viria a falecer dois anos depois aos 82 anos, deixando para Kano uma valiosa herança: seus arquivos. Após esse acontecimento ele tornou-se aluno do mestre sexagenário Masatomo Iso, guardião dos segredos de uma escola que derivava igualmente do Tenjin Shin’yo-ryu. Dando continuidade ao seu treinamento Kano foi vice-presidente dessa escola. Com a morte relativamente prematura de Masatomo e apesar de continuar treinando intensamente, Jigoro sentia a falta de um bom professor. Decidiu então procurar o mestre Tsunetoshi Iikubo com quem aprendeu as técnicas do Kito-ryu e o combate com armadura, até então seu estilo era no corpo a corpo com trajes normais. Sua base de aprendizado possibilitou a Kano fazer uma síntese das diversas escolas e criar um sistema próprio de disciplina, até que em fevereiro de 1882 ele inaugura sua primeira escola: Kodokan (Instituto do Caminho da Fraternidade). No entanto continuou a treinar com o mestre Iikubo até 1885. A Kodokan estava localizada no segundo andar de um templo budista Eishoji de Kita Inaritcho, bairro de Shimoya em Tóquio, onde havia doze jos (jo medida de superfície, módulo de tatame). O primeiro aluno inscreveu-se em 05 de junho de 1882, chamava-se Tomita. Depois vieram Higushi, Arima, Nakajima, Matsuoka, Amano Kai e o famoso Shiro Saigo (Sugata Sanshiro). As idades dos alunos...

Leia mais