Ciências Sociais na atualidade
ago25

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Medalhas de Matemática
jul17

Medalhas de Matemática

Quinta-feira, 17 de julho de 2014 às 6h08 Equipe brasileira conquista cinco medalhas na Olimpíada Internacional de Matemática Agência FAPESP – O Brasil ganhou medalhas pelo menos em uma competição internacional no último fim de semana. Foi na 55ª Olimpíada Internacional de Matemática (IMO), realizada na Cidade do Cabo, África do Sul, com a conquista de cinco medalhas.     Murilo Corato Zanarella (16 anos), Rodrigo Sanches Ângelo (18 anos), de São Paulo, e Daniel Lima Braga (16 anos), do Ceará, ficaram com medalhas de prata. Victor Oliveira Reis (17 anos), de Pernambuco, e Alexandre Perozim de Faveri (17 anos), de São Paulo, voltaram com bronze. Alessandro de Oliveira Pacanowski (18 anos), do Rio de Janeiro, recebeu uma menção honrosa. As provas foram realizadas na University of Cape Town. Os estudantes tiveram 4 horas e 30 minutos, em cada dia, para resolver três problemas de matemática com valor de sete pontos cada. Os problemas da prova, resolvidos individualmente, foram selecionados a partir de diferentes áreas da matemática do ensino médio, como álgebra, combinatória, geometria e teoria dos números. As provas da olimpíada são sempre definidas dessa forma para que todas essas áreas estejam representadas. A Olimpíada Internacional de Matemática é realizada desde 1959 no mês de julho, cada ano em um país, e envolve a participação de jovens estudantes com até 19 anos e que não tenham ingressado na universidade. Este ano o evento foi disputado pela primeira vez no continente africano registrando um recorde de participantes. Ao todo foram 560 estudantes de 101 países. Com as cinco medalhas, o Brasil ficou na 34ª posição. A olimpíada de 2015 será realizada em Chiang Mai, na Tailândia. Desde 1979, o Brasil conquistou um total de 110 medalhas, sendo 9 de ouro, 33 de prata e 68 de bronze, o que o torna o país latino-americano com o melhor retrospecto na história da competição. A escolha dos estudantes que representam o Brasil na IMO 2014 foi feita a partir dos vencedores da 35ª Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), projeto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) e da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). Mais informações:...

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Aprendendo com as formigas
jul11

Aprendendo com as formigas

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Cientistas encontram rio abaixo do Amazonas
jul04

Cientistas encontram rio abaixo do Amazonas

Sexta-feira, 4 de junho de 2014 às 12h25 Out Amazing Planet – Cientistas descobriram um rio subterrâneo sob o Amazonas, fluindo quilômetros abaixo da superfície. Eles detectaram o rio depois de analisarem dados de 241 poços que a petrolífera Petrobras perfurou na região amazônica na década de 1970 e 1980. O rio foi nomeado (embora não oficialmente) Hamza por cientistas do Observatório Nacional brasileiro, em homenagem a seu colega, o geofísico Valiya Hamza. Assinaturas térmicas das águas subterrâneas sugerem que o Hamza flui do oeste para o leste, assim como o próprio rio Amazonas, com exceção de estar em uma profundidade de cerca de 4.000 metros abaixo da superfície da Terra. Simulações de computador indicam que a uma profundidade de cerca de 600 metros, o rio flui verticalmente.     Muito menos água flui no Hamza, que pode chegar a cerca de 3.900 metros cúbicos por segundo, contra 133.000 metros cúbicos por segundo no Amazonas. A água se move mais lentamente pelo Hamza, com velocidades de cerca de 10 a 100 metros por ano, ao contrário das velocidades rápidas do Amazonas de cerca de 6 a 120 metros por hora. Ainda assim, o recém-descoberto rio é quase tão longo (6.000 quilômetros) quanto o gigante brasileiro (6.100 quilômetros). O rio subterrâneo também é muito mais amplo, com cerca de 200 a 400 quilômetros de largura, em comparação com a largura do maior rio em volume de água do mundo, com cerca de 1 a 100 quilômetros. O Hamza pode não ser o único rio subterrâneo. “É possível que sistemas de rio subterrâneo de tipo semelhante existam em outras partes da Terra”, disse Valiya Hamza. “Em conjunto, os resultados revelam que há três tipos de sistemas de rios na região amazônica”, explica Hamza. Além dos bem conhecidos rio Amazonas e seus afluentes, há “rios atmosféricos”, onde grandes quantidades de vapor de água fluem através do ar local e, agora, este sistema de rio subterrâneo. Conhecer os três tipos ajuda os cientistas a entender melhor a quantidade total de água disponível na região amazônica, que é um fator crítico para investigar a vida lá.     Fonte: OurAmazingPlanet / HypeScience – Tradução: Natasha Romanzoti, via...

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Bóson de Higgs: A ciência e você
jul02
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Após a Copa dos humanos, vem a Robocup
jun27

Após a Copa dos humanos, vem a Robocup

    Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 10h39 Paraíba sedia copa do mundo de futebol de robôs Agência FAPESP – Uma semana depois de encerrada a Copa do Mundo de Futebol no Brasil terá início em João Pessoa, na Paraíba, outro torneio internacional de futebol, só que dessa vez de robôs. Entre 19 e 25 de julho, participantes de mais de 45 países trarão ao país robôs dotados de inteligência artificial para disputar a RoboCup, um dos principais eventos de tecnologia do mundo. Nas partidas de futebol, participarão robôs livres de controle remoto, que deverão obedecer as regras de um jogo convencional, com dois tempos, marcação de gols e até cobrança de lateral. Haverá um juiz humano, que poderá ser auxiliado por um juiz robô.     A RoboCup é organizada anualmente desde 1997 por professores voluntários do mundo todo. A primeira edição ocorreu em Nagoya, no Japão. Um dos objetivos dos organizadores, no longo prazo, é formar em 2050 um time de futebol composto por robôs humanoides e totalmente autônomos que jogue com a equipe humana campeã da Copa do Mundo – e vença. O torneio inclui, além de disputas futebolísticas, competições em outras categorias, como a “Rescue”, na qual são apresentados robôs projetados para substituir humanos em situações de resgate arriscadas. Em 2011, após o acidente nuclear de Fukushima, por exemplo, foram usados esses tipos de robôs. Na categoria @Home, participam os robôs que desempenham atividades domésticas. Há ainda uma modalidade industrial, para tarefas logísticas. A programação contará com oficinas de robótica voltadas a professores da rede pública de ensino, demonstrando como robôs podem ser usados em sala de aula para despertar os alunos para a ciência. No último dia do evento, haverá um simpósio, no qual serão apresentados trabalhos acadêmicos. O cientista australiano Rodney Brooks, professor emérito do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e fundador da empresa iRobot, proferirá uma palestra. A RoboCup 2014 ocorrerá no centro de convenções Poeta Ronaldo Cunha Lima, na Rodovia PB-008, km...

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Quântica
jun25

Quântica

Quarta-feira, 24 de junho de 2014 às 14h54   Experimento descreve efeitos de memória em sistemas quânticos Por José Tadeu Arantes Agência FAPESP – Andrei Andreyevich Markov (1856-1922) foi um matemático russo que se notabilizou pelo comportamento político libertário e por seus trabalhos em probabilidade e processos estocásticos. Quase um século depois de sua morte, os substantivos “markovianidade” e “não markovianidade” tornaram-se palavras-chave no estudo da informação e da computação quânticas. Um sistema é dito “markoviano” quando seu comportamento atual não depende do comportamento anterior. Opostamente, um sistema será “não markoviano” quando o comportamento presente depender do comportamento passado. O conceito de “não markovianidade” traz, implícita, a ideia de memória. A relação entre o comportamento não markoviano e o fluxo de informação entre o sistema e seu meio teve sua compreensão acrescida pelo artigo Non-Markovianity through Accessible Information, publicado por Felipe Fernandes Fanchini e colegas na revista Physical Review Letters em 29 de maio. Professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no campus de Bauru, e pesquisador associado do Abdus Salam International Center for Theoretical Physics (ICTP), em Trieste, Itália, Fanchini trabalha com informação e computação quânticas e desenvolve atualmente a pesquisa “Estudo das correlações quânticas em sistemas quânticos abertos”, com apoio da FAPESP. “Nosso artigo apresentou uma interpretação para a medida de não markovianidade, baseada na dinâmica do emaranhamento quântico em termos de fluxo de informação”, disse o pesquisador à Agência FAPESP. Para entender essa afirmação é necessário dar alguns passos atrás, a fim de estabelecer com maior precisão certos conceitos. Primeiro, o de “não markovianidade”. “A não markovianidade é, basicamente, um efeito de memória do meio. Um sistema dissipativo, que está perdendo coerência, que perde informação para o meio ambiente, é dito não markoviano se o que acontece no presente depende do que aconteceu no passado, isto é, se o modo como dissipa agora depende do modo como dissipou antes”, disse Fanchini. O sistema, nesse caso, é constituído por qubits, ou unidades de informação quântica, que são os análogos quânticos dos bits. Qualquer sistema que admita dois estados quânticos pode ser considerado um qubit. Exemplo disso é a polarização do fóton, que pode ser vertical ou horizontal. Ou o número quântico do spin, que pode ser +1/2 ou -1/2. O bit também é um sistema de dois estados. Mas a grande diferença em relação ao qubit é que o bit pode assumir apenas um estado de cada vez, correspondente ao número zero (0) ou ao número um (1). Tal é a base da lógica binária. Já o bit quântico pode assumir, também, uma superposição dos dois estados – e esta seria a grande vantagem da computação quântica, que,...

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“A malária já não é uma doença negligenciada”
jun20
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Nature destaca FAPESP em ciência na América do Sul
jun16

Nature destaca FAPESP em ciência na América do Sul

Segunda-feira, 16 de junho de 2014 às 12h16   Agência FAPESP – São Paulo, estado brasileiro do tamanho do Reino Unido e o mais rico do Brasil, publica mais da metade dos artigos científicos do país e produz boa parte da pesquisa de ponta. Um dos principais motivos para esse sucesso é a FAPESP, que em 2013 investiu US$ 512 milhões em financiamento à ciência, “mais do que muitas nações na região”. Com esses dados começa um texto sobre produção científica no Brasil em edição da revista Nature sobre ciência na América do Sul, datada de 12 de junho. “A FAPESP direciona 37% de seus fundos à pesquisa básica em campos que vão de mudança climática a física de partículas. Cerca de 10% vão para infraestrutura e o restante é direcionado à pesquisa aplicada. Quase um terço do total de seu orçamento é destinado à pesquisa médica”, lê-se na matéria, assinada por Giuliana Miranda. A reportagem cita o radiotelescópio Long Latin American Milimeter Array como o mais recente grande projeto aprovado pela FAPESP – um projeto conjunto entre Brasil e Argentina que receberá US$ 12,6 milhões da Fundação e a mesma quantia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). “A FAPESP é um modelo muito interessante para nós, porque São Paulo é um dos poucos estados no mundo onde o apoio à pesquisa é ligado diretamente ao PIB (produto interno bruto)”, diz Martyn Poliakoff, vice-presidente da Royal Society, na Nature. Na edição, Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, destaca que diferenciais no trabalho da FAPESP são o grande investimento em pesquisa básica e o esforço para melhorar os processos e produzir trabalhos de alta qualidade. A edição especial ainda traz textos sobre o tipo de ajuda internacional que pesquisadores sul-americanos consideram benéficos para a ciência da região, exemplos de esforços para repatriar cientistas, mapas e gráficos com indicadores de produção científica na América do Sul e declarações de cientistas da região, como Carlos Nobre (MCTI), José Eduardo Krieger (Universidade de São Paulo) e Sidarta Ribeiro (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), sobre o que é preciso fazer politicamente para se fortalecer a ciência. Leia mais em:...

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Reino Unido vai usar ar líquido para estocar energia
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Plantas desempenham papel mais importante do que se pensava na limpeza da atmosfera
jun01

Plantas desempenham papel mais importante do que se pensava na limpeza da atmosfera

Uma pesquisa recente afirma que a vegetação desempenha um papel maior do que o pensado na limpeza da atmosfera. Graças a observações, estudos de expressão gênica e modelagem por computador, os pesquisadores puderam demonstrar que as plantas caducifólias absorvem cerca de um terço mais poluentes químicos atmosféricos de do que se pensava anteriormente. Segundo os cientistas, as plantas ativamente consumem certos tipos de poluentes. A equipe focou em uma classe de substâncias químicas conhecidas como compostos orgânicos voláteis oxigenados, que podem ter um impacto a longo prazo sobre o ambiente e a saúde humana. Os compostos se formam abundantemente na atmosfera, a partir de hidrocarbonetos e outras substâncias químicas que são emitidas de fontes naturais, incluindo plantas, e fontes relacionadas às atividades humanas, incluindo veículos e materiais de construção. Esses compostos ajudam a formar quimicamente a atmosfera e influenciam o clima. Eventualmente, alguns evoluem para pequenas partículas no ar, conhecidas como aerossóis, que têm efeitos importantes sobre as nuvens e a saúde humana. Ao medir os níveis dos poluentes em vários ecossistemas, os pesquisadores determinaram que as plantas caducifólias parecem absorver os compostos a uma taxa inesperadamente rápida, até quatro vezes mais rápida do que se pensava. Essa captação é especialmente rápida em florestas densas, e mais evidente perto do topo das copas das florestas. Tal absorção é responsável por 97% do consumo de poluentes observado no estudo. Mas como as plantas absorvem essas grandes quantidades de substâncias químicas? A equipe descobriu que quando as árvores estão sob estresse, por causa de um ferimento físico ou devido à exposição à poluição por ozônio, por exemplo, elas começam a aumentar drasticamente a sua absorção de poluentes. Ao mesmo tempo, ocorrem mudanças nos níveis de expressão de determinados genes que indicam elevada atividade metabólica nas árvores. Os pesquisadores concluíram então que o consumo de poluentes parece ser parte de um ciclo metabólico maior. As plantas podem produzir substâncias químicas para se proteger de poluentes irritantes e repelir invasores, da mesma forma que o corpo humano pode aumentar sua produção de glóbulos brancos em reação a uma infecção. Mas estes produtos químicos, se produzidos em grande quantidade, podem tornar-se tóxicos para a planta. A fim de metabolizar estes produtos químicos, as plantas começam a aumentar os níveis de enzimas que transformam os produtos químicos em substâncias menos tóxicas. Sendo assim, a planta acaba consumindo também os poluentes do ar, que podem ser metabolizados pelas enzimas. De forma resumida, as plantas podem realmente ajustar seu metabolismo e aumentar a sua absorção de produtos químicos atmosféricos como uma resposta a vários tipos de estresse, o que acaba tendo o efeito colateral de “limpar a...

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Busca por novas bactérias leva pesquisadores a ambientes extremos
maio26

Busca por novas bactérias leva pesquisadores a ambientes extremos

Por Noêmia Lopes Agência FAPESP – Coletar bactérias em um abismo marinho, a mais de 10 mil metros de profundidade, ou em desertos extremamente áridos, a até 5 mil metros de altitude, é a estratégia de campo adotada por pesquisadores da Escola de Biociências da University of Kent, no Reino Unido, para descobrir novas espécies de microrganismos. “Acreditamos que, em locais como esses, é possível encontrar novos organismos, com novas propriedades químicas e biológicas que, por sua vez, possam dar origem a medicamentos antibióticos, anticâncer, antioxidantes, entre outros. Até agora, nossos resultados confirmam essa hipótese”, disse à Agência FAPESP o pesquisador Alan Bull, integrante da equipe, com 20 anos de experiência na área. Bull foi um dos participantes do Simpósio Internacional BIOTA Microrganismos realizado na FAPESP entre os dias 28 e 30 de abril. Em sua palestra, apresentou o trabalho de busca, coleta, isolamento e análise fenotípica e genotípica das bactérias, pertencentes ao filo Actinobactéria. “Desde o surgimento, no final dos anos 1940, dos primeiros antibióticos com aplicação clínica – penicilina e estreptomicina, produzidos a partir de um fungo e de uma actinobactéria, respectivamente –, existem pesquisas para descobrir novas espécies desses grupos. Quanto mais procuramos, mais organismos e propriedades químicas interessantes achamos”, afirmou. Tradicionalmente consideradas bactérias de solo e de água fresca, as actinobactérias também foram encontradas nos ambientes extremos visitados por Bull e seus colegas. E provaram ter uma capacidade excepcional de produzir compostos com ampla gama de bioatividades. Das profundezas do mar do Japão, a espécie Verrucosispora maris se mostrou bastante promissora. Seu composto atrop-Abyssomicin C desempenha ações antituberculose e antibacteriana, inclusive anti-MRSA (sigla em inglês para a bactéria Sarm ou Staphylococcus aureus resistente à meticilina). A espécie Verrucosispora fiedleri foi coletada nas águas profundas do fiorde Raune, na Noruega, e demonstrou ter compostos com atividades antitumorais. Já das fossas das Marianas, no Oceano Pacífico, 10.894 metros abaixo do nível do mar, veio a actinobactéria Dermacoccus abyssi. As análises de seus compostos resultaram na comprovação de ações anticâncer, antitripanossoma e de eliminação de radicais. Os pesquisadores coletaram amostras em regiões secas e extremamente secas, como o deserto do Atacama, no norte do Chile. “Em certas áreas de desertos como esse não há vegetação, existem bem poucos animais e quase nenhum pássaro. Há bactérias? A resposta é sim. Em números pequenos, mas com uma diversidade significativa”, disse Bull. A Streptomyces leeuwenhoekii, actinobactéria encontrada em solos do salar do Atacama, é um dos exemplos dessa diversidade. Seu composto Chaxamycins também exerce atividades antibacterianas e anticâncer. Houve ainda coletas na Austrália (cânion do Rei), no continente africano (deserto da Namíbia), no Oceano Atlântico, no Oceano Índico, em outros pontos...

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Ensp/Fiocruz inaugura site sobre nanotecnologia
maio19

Ensp/Fiocruz inaugura site sobre nanotecnologia

Publicado em 19 de Maio de 2014   Está no ar Nanosaúde, novo site do portal da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz). Ele é parte integrante da pesquisa Nanotecnologias aplicadas aos alimentos e aos biocombustíveis, coordenada pelo pesquisador William Waissmann. O espaço é dedicado às relações entre saúde, nanotecnologias e nanomateriais, com ênfase nas aplicações em alimentos, biocombustíveis, medicamentos, cosméticos e outros produtos ligados à saúde, e dos riscos e implicações das nanotecnologias para o meio ambiente e a sociedade. Segundo Waissmann, o local é dedicado ao público de diversas áreas. “O sítio é voltado para divulgação e contém matérias e links abrangentes, dirigido à população em geral, estudantes e pesquisadores, de áreas diversas”, disse. Como participante da Rede Nanobiotec e financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MCT), o site conta com a parceria da Escola de Saúde Pública Dr. Jorge David Nasser (MS), Fundação Amazônica de Defesa da Biosfera (AM), Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho – Fundacentro (SP), Universidade Federal de Sergipe (SE) e Universidade do vale do Rio dos Sinos – Unisinos (RS). Os artigos disponíveis estão organizados no menu em dois temas: “aplicações de nanotecnologias” e “riscos e impactos”. Na biblioteca, estão artigos científicos publicados em importantes periódicos, como o El Sevier Journal e Out of the laboratory and on to our plates, do grupo Friends of the Earth. Lá também estão os vídeos do 7° Seminário Internacional de Nanotecnologia, ocorrido em novembro de 2010, no Rio de Janeiro. Ainda na biblioteca, existem links de instituições, grupos e agências que realizam estudos na área da nanotecnologia, como o Laboratório Interdisciplinar de Desenvolvimento de Nanoestruturas (Linden), da Universidade de Santa Catarina. Waissmann também destacou que o objetivo é difundir conhecimento, mostrando desde vantagens das nanotecnologias em saúde, quanto potenciais riscos à saúde, ao ambiente e à sociedade, além de questões normativas e regulatórias. Conheça o novo site Site sobre Nanotecnologia da ENSP/Fiocruz Agência Fiocruz de...

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O Doodle do Google traz hoje Maria Gaetana Agnesi
maio16
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Ritmo acelerado já creditou neurastenia a paulistanos e americanos
maio14

Ritmo acelerado já creditou neurastenia a paulistanos e americanos

Artigo investiga a neurastenia em São Paulo, a terra dos “ianques do sul”, no início do século 20 Ricardo Valverde – AFN A mais nova edição da revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos, publicada pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), recupera um momento da industrialização e da urbanização nacionais, no início do século 20, em que a cidade de São Paulo começava a despontar e a ficar conhecida como “A locomotiva brasileira”. E, consequentemente, surgiam também os males e enfermidades associados ao desenvolvimento, como a neurastenia, tida como “a doença da modernidade” ou “doença americana”. Para alguns, no entanto, aquela era uma doença até bem-vinda, pois coletivamente indicava que São Paulo se encontrava no rumo do progresso e, individualmente, os acometidos por ela podiam se considerar homens laboriosos, já que apresentavam um quadro de exaustão física e psicológica, fraqueza e nervosismo, advindos do trabalho – ou seja, da construção daquela que o New York Times, em 23 de dezembro de 1900, registrou como “a cidade ianque do Brasil”, pelo impulso econômico e pujança típicos das urbes dos Estados Unidos.   De acordo com o historiador Sebastian Dorsch, que assina o artigo na revista, os paulistas também se viam como os “ianques do Brasil” ou os “ianques do sul”, por apresentar um ritmo de desenvolvimento “muito americano”. Diante desse quadro, a descrição da neurastenia como enfermidade resultante do progresso vinha a calhar à identificação de São Paulo como usina do desenvolvimento nacional. No texto, Dorsch analisa anúncios publicitários, livros científicos e de ciência popular, artigos em jornais e revistas, todos escritos e veiculados em São Paulo. O historiador lamenta que o acerto do Hospital de Juquery (atualmente Franco da Rocha) tenha sido destruído em 2005, pois guardava dados dos neurastênicos brasileiros, que costumavam viajar para a Europa e os Estados Unidos para fazerem tratamentos com renomados especialistas. A primeira citação à neurastenia ocorreu em terras ianques e teve como autor o médico e eletroterapeuta George Miller Beard, que em 1869 publicou o artigo Neurasthenia, or nervous exhaustion (Neurastenia, ou exaustão nervosa), no Boston Medical and Surgical Journal. Após o artigo de Beard, analistas comentaram amplamente sobre o sucesso econômico e do estilo de vida americanos, relacionando-os a uma vida estressante e ao vício em trabalho. Os EUA, na época, eram “uma nação neurastênica”. Em 1909, o médico Ascanio Villas Boas escreveu na Gazeta Clínica que cada era tem suas “formas de nervosidade” específicas. Segundo o doutor, a aceleração do ritmo, a crescente insegurança da época, o industrialismo, a forte concorrência em todos os ramos de atividade, a rapidez das comunicações e da transmissão do pensamento, influem na criação do desequilíbrio...

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Pesquisadora da COC/Fiocruz, Luisa Massarani organiza a PCST 2014
maio02

Pesquisadora da COC/Fiocruz, Luisa Massarani organiza a PCST 2014

Oportunidade de novas parcerias e o fomento ao diálogo na divulgação científica são objetivos de conferência internacional Haendel Gomes Pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), Luisa Massarani organiza a 13ª Conferência Internacional de Comunicação Pública de Ciência e Tecnologia (PCST 2014), que será realizada entre 5 e 8 de maio, em Salvador. Será a primeira vez que a PCST terá como sede uma cidade da América Latina. “É um fato histórico”, comemora a pesquisadora, graduada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), doutora na área de Gestão, Educação e Difusão em Biociências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e com pós-doutorado na University College London. Editora da seção de divulgação científica da revista História, Ciência e Saúde – Manguinhos, ela defende ser “fundamental que as questões relacionadas à ciência e à tecnologia sejam acessíveis à sociedade” na entrevista abaixo, em que aborda questões relevantes a serem discutidas na PCST 2014. Luisa Massarani publicou 60 artigos científicos na área da divulgação científica, em revistas científicas nacionais e internacionais, é diretora-executiva da Red Po-Unesco, a rede de popularização da ciência e da tecnologia para a América Latina e o Caribe, para o período 2014-2015. Ela atualmente trabalha no Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida, que chefiou entre 2009 e 2013. Luisa também liderou o grupo que criou o curso de Especialização em Divulgação da Ciência, da Tecnologia e da Saúde (lato sensu), oferecido pelo Museu da Vida (COC) em parceria com a Casa da Ciência/UFRJ, Fundação Cecierj, Museu de Astronomia e Ciências Afins e Jardim Botânico, no qual também orienta alunos de especialização.   Leia a entrevista:     O que pensa sobre ter uma cidade histórica como Salvador, e o Brasil como país latino-americano, na inédita organização da PCST? É um sinal de amadurecimento da divulgação científica e tecnológica no continente? Luisa Massarani: O próprio fato de um evento desta importância ser feito na América Latina é um fato histórico. A conferência, que é realizada desde 1988 a cada dois anos em um país diferente, já foi feita em quase todos os continentes. Justamente só faltava vir para a América Latina. E o evento chega pela primeira vez a nossa região em um momento de muita efervescência na área da divulgação científica, tanto no Brasil como em vários outros países da região. O evento, portanto, será uma oportunidade única não apenas para bebermos na fonte de vários dos melhores divulgadores da ciência mundiais como também para dar visibilidade ao trabalho que estamos fazendo por aqui. Salvador também é uma cidade muito especial, por suas características históricas e culturais....

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Brasileiro faz a reconstrução facial de Santo Antônio em 3D
mar14

Brasileiro faz a reconstrução facial de Santo Antônio em 3D

Busto em tamanho real será impresso no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI/MCTI), em Campinas (SP) Portal Brasil – O rosto de uma das mais populares figuras do cristianismo passa por uma revisão com base numa tecnologia recente que vem acumulando aplicações. Um busto de Santo Antônio produzido em gesso com uma impressora tridimensional (3D), com traços destoantes dos que costumamos ver, será apresentado em Pádua (Itália), neste ano, oito séculos depois da morte do religioso. “As feições serão mais robustas que aquelas com as quais estamos acostumados”, adianta o artista incumbido da reconstrução facial, o mato-grossense Cícero Moraes. “A primeira coisa que vimos foi que o nariz não era fino nem pequeno. Além disso, os lábios eram grandes. Isso se afasta do usual em imagens religiosas, que costumam ser de traços finos, muitas vezes andróginos, infantis.” O rosto em tamanho real será impresso no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI/MCTI), em Campinas (SP). Um estudo já foi gerado e, após alterações, a peça definitiva deve estar concluída nas próximas semanas. A entrega ao Museu da Universidade de Pádua está marcada para 13 de junho, dia do santo, e a exibição ao público está prevista para novembro. “A impressão propriamente dita é relativamente rápida. Um busto assim leva um dia para ficar pronto”, destaca o coordenador da Divisão de Tecnologias Tridimensionais (DT3D) do CTI, Jorge Vicente Lopes da Silva. “É como se você imprimisse centenas de folhas com as bordas coloridas.” As cores básicas, que se combinam, são vermelho, verde e azul (RGB, na sigla em inglês usada pelas gráficas em geral). Modelagem Cícero Moraes foi convidado para o projeto pelo grupo italiano de arqueologia Arc-Team, com o qual já colaborava e que recebeu a encomenda do museu. “O pessoal da Itália me mandou o crânio digitalizado. A imagem digital foi gerada a partir de fotos da réplica em bronze do crânio, produzida em 1981”, conta. “Aí, fui criando os músculos, fazendo a modelagem anatômica com o programa computacional Blender.” Ele explica que esse preenchimento parte de tabelas de profundidade de tecido baseadas em numerosos padrões étnicos – no caso, foram usadas as medidas de caucasianos europeus – que, por sua vez, compilam medições feitas em cadáveres desde o fim do século 19. Para a pele e a indumentária, pinturas e relatos foram as referências. A barba rala se baseou em quadros do pintor Giotto, que nasceu algumas décadas depois da morte do santo. Santo Antônio de Lisboa Um dos principais nomes do catolicismo, Santo Antônio de Lisboa (ou de Pádua) nasceu na capital portuguesa em 1191 ou 1195, e seu nome de batismo era...

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Diretor do INPE abre evento internacional sobre água
mar14
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Secretaria de Agricultura lança livro eletrônico sobre 50 anos
jan30

Secretaria de Agricultura lança livro eletrônico sobre 50 anos

Exemplar sobre 50 anos da história do ITAL e da indústria de alimentos no país ganha versão digital Em comemoração ao seu cinquentenário o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL – APTA, vinculado a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo), está lançando a versão digital do livro “ITAL – Ciência, Tecnologia e Inovação a serviço da Indústria de Alimentos no País”. A publicação registra fatos e personagens que compõe a história do ITAL e do setor de alimentos no Brasil, desde os momentos que antecederam a fundação do Instituto, em 1963 como Centro Tropical de Pesquisas e Tecnologia de Alimentos (CTPTA), até os dias atuais. O livro é composto por textos, imagens históricas do Instituto e infográficos, leva ao leitor a ideia de como a criação e o desenvolvimento do primeiro instituto especializado em engenharia de alimentos conseguiu influenciar a fundação de uma série de outras instituições – como a primeira faculdade de engenharia de alimentos do Brasil, associações e outras entidades – formando uma estrutura sólida para o surgimento de novos alimentos e bebidas e para o desenvolvimento de todo o setor do país. O livro do ITAL também traz um capítulo especial sobre os desafios futuros para o setor de alimentos, bebidas e embalagens que deverão ampliar a atuação do Instituto no desenvolvimento de pesquisas e de inovações tecnológicas que continuem a contribuir para que o Brasil consolide sua condição de produtor de alimentos in natura e processados de qualidade. Além disso, o texto apresenta a sugestão de criação de um programa estadual para a indústria de alimentos e bebidas no país. A publicação foi realizada pelo ITAL em parceria com o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo – Labjor, da Universidade Estadual de Campinas, com o apoio da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio – Fundepag e da Associação de Defesa Vegetal – Andef. O livro está disponível para leitura e download gratuito no site do ITAL:...

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Vacinas brasileiras
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Vacinas brasileiras

Publicado em 28 de outubro de 2013   Brasil exportará vacina contra sarampo e rubéola. Acordo entre a Fundação Bill & Melinda Gates e laboratório Bio-Manguinhos/Fiocruz prevê a exportação de 30 milhões de doses em 2017. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou, nesta segunda-feira (28), parceria para a produção, desenvolvimento e exportação da vacina que protege contra a rubéola e o sarampo. O acordo entre a Fundação Bill & Melinda Gates e o laboratório Bio-Manguinhos/Fiocruz, ligada ao Ministério da Saúde, foi celebrado durante o 9º Encontro Grand Challenges, no Rio de Janeiro. A previsão de exportação é de 30 milhões de doses a partir de 2017. Esta é a primeira vez que o Brasil produz vacina para a exportação usando tecnologia inteiramente nacional durante todas as fases do projeto. Esta vacina será desenvolvida na nova planta em Santa Cruz (RJ), que também irá produzir os imubiológicos contra poliomielite, febre amarela e tríplice viral (caxumba, sarampo e rubéola). A previsão de entrega da fábrica é 2016. A iniciativa vai contar com US$ 1,1 milhão da Fundação Bill & Melinda Gates. Durante a cerimônia de abertura do evento, o ministro Alexandre Padilha, explicou que o acordo com a Fundação Bill e Melinda Gates irá proporcionar ao Brasil mais investimentos e garantias de compra para aumentar a produção. “Este acordo possibilita que o Brasil ocupe o mercado global, oferecendo preços reduzidos. Com estes investimentos estaremos capacitados, já em 2014, a estudar e registrar a vacina nos países africanos”, afirmou Padilha, lembrando que o país já erradicou o sarampo em 2000 e a rubéola em 2009. “Agora estamos nos preparando para oferecer vacinas a outros países do mundo”, acrescentou. O ministro ressaltou ainda que esta vacina poderá ser comprada pela indústria internacional, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e por fundos privados, como a Fundação Bill e Melinda Gades, que poderão adquirir estes imubiológicos para oferecer aos países mais necessitados. O Secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, disse que o orçamento do Ministério na área do investimento, produção e inovação quadriplicou nos últimos anos. “Temos recursos de R$ 2 bilhões à área de inovação e pesquisa para os próximos quatro anos que conta com investimentos do FINEP, BNDES e participações privadas, envolvendo vacinas, materiais médicos e novos equipamentos”, explicou o secretário. O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, explicou que a instituição tem hoje a possibilidade de ampliar a demanda no mercado nacional, além de sua participação no mercado Global, especialmente para os países em desenvolvimento. “Devemos destacar a importância da produção da vacina contra o sarampo e a rubéola, que só tem um fabricante no mundo. Por...

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Nikola Tesla
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Nikola Tesla

Publicado em 25 de setembro de 2013 Olhe a sua volta e veja o quanto você está cercado por tecnologia, a iluminação, aparelhos eletrodomésticos, o rádio que você escuta em casa ou no carro, o controle remoto de sua televisão. Mas quem inventou a tecnologia que possibilitou o grande avanço tecnológico para alcançarmos o conforto que a eletricidade nos proporciona no mundo moderno? O seu nome é Nikola Tesla, grande inventor na área eletromagnética. Esse cientista, nascido no dia 10 de Julho de 1856, em uma aldeia do então Império Austríaco chamada Smiljian, hoje pertencente à Croácia, foi o responsável por inovações tecnológicas que mudaram completamente os hábitos de vida de pessoas no mundo inteiro. Algumas de suas teorias trouxeram contribuições para disciplinas estudadas ainda hoje como robótica, física nuclear e física teórica. Nikola Tesla possuiu uma vida controversa onde foi intitulado gênio e louco ao mesmo tempo. Tesla foi considerado por muitos um cientista maldito, este fato se deve a histórias relacionadas a suas experiências, algumas conhecidas por todos nós devido às suas contribuições concretas e outras de fatos não confirmados que envolvem paranormalidades, contatos de terceiro grau e até experimentos de guerra secretos. O cientista freqüentou a escola em Korlav e conseguiu completar quatro anos de estudo em três, nesta mesma escola foi acusado de ser trapaceiro por conseguir resolver um complicado problema de matemática em questão de minutos. Aos vinte cinco anos estudou um novo sistema de energia elétrica que transformaria o mundo, o sistema de corrente alternada, que conseguia gerar mais energia sem muito desperdício, o contrário da energia de corrente continua de Thomas Edison. Como não conseguiu patrocínio para seus experimentos em sua terra natal, viajou para os EUA onde rapidamente foi contratado pelo próprio Thomas Edison que percebeu o potencial do jovem cientista. No entanto essa parceria não se manteve por muito tempo, pois ao desconfiar que Edison queria se apropriar de suas ideias, Nikola Tesla se isolou cuidando sozinho de suas pesquisas. Nesse período foi creditada a ele a invenção de um circuito sintonizado em que se baseia o rádio que em seguida seria dado como descoberto por Guglielmo Marconi. Tesla fazia verdadeiros shows em suas palestras e demonstrações, o que não atraia a simpatia de grande parte dos cientistas da época, mas para o grande público que o assistia ele fazia um show com descargas elétricas e raios saindo de esferas brilhantes, lâmpadas acendendo em suas mãos sem precisar de fio algum. Suas apresentações inspiraram filmes como “O Grande Truque”, além de muitos outros filmes de ficção científica. Seu comportamento tanto em suas palestras como em declarações – nas quais dizia...

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