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Pesquisadores do IPT explicam como garantir a qualidade da água de chuva coletada
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Pesquisadores do IPT explicam como garantir a qualidade da água de chuva coletada

Quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015, às 17h58 É imprescindível desprezar as primeiras chuvas; são elas que vão arrastar os poluentes presentes no ar e lavar a sujeira acumulada na área de captação IPT – Apesar de ser uma técnica relativamente simples, o aproveitamento da água de chuva possui requisitos mínimos que devem ser respeitados para garantir o funcionamento do sistema e, principalmente, para assegurar a qualidade dos volumes coletados. O telhado ou a laje de cobertura da edificação funcionam como área de captação. “Jamais deve-se fazer a captação a partir de pisos”, explica o pesquisador Luciano Zanella, do Centro Tecnológico do Ambiente Construído do IPT. Calhas e tubos direcionam as águas até o reservatório. É preciso prever um sistema de tratamento, cuja complexidade vai depender dos usos pretendidos. Em alguns casos, pode-se pensar em uma rede de distribuição da água para pontos de consumo de água não potável, caso das bacias sanitárias. Em edificações já construídas, entretanto, é indicado optar por sistemas simplificados, uma vez que o custo de novas instalações hidráulicas prejudicará a viabilidade financeira do projeto. A capacidade de reservação é definida em função de diversos fatores, a começar pela localização da edificação. É preciso considerar o regime de chuvas na região, a existência e a regularidade de abastecimento de água potável por uma concessionária, além do custo do recurso. Entra no cálculo também a demanda por água não potável. O número de usuários e seus hábitos de consumo, além das diversas aplicações que essa água pode ter na edificação, como limpeza de pisos e rega de jardins, também precisam ser levados em conta. Dois aspectos não podem ser ignorados: o espaço disponível para a instalação do reservatório e, quando a intenção for instalá-lo sobre a laje de cobertura, a capacidade da estrutura para suportar o peso adicional. “A carga extra de um reservatório cheio de água pode não ser suportada por alguns tipos de construção”, ressalta Zanella. Descarte da primeira chuva É imprescindível, alertam os pesquisadores do IPT, desprezar as primeiras chuvas. São elas que vão arrastar os poluentes presentes no ar e lavar a sujeira acumulada na área de captação. As recomendação técnicas indicam um descarte em torno de um a dois litros de água da primeira chuva para cada metro quadrado de telhado. Assim, se a cobertura tem 20 metros quadrados, é necessário desconsiderar um volume entre 20 e 40 litros. Um sistema mínimo de tratamento das águas pluviais envolve não somente o descarte das primeiras águas, mas a remoção dos sólidos, como folhas, galhos e areia, por meio da utilização de filtro ou tela. “É recomendada a desinfecção com compostos de cloro,...

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Balões caçam partículas no ar para estudar formação de chuva
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Balões caçam partículas no ar para estudar formação de chuva

Sexta-feira, 7 de novembro de 2014, às 12h28 Por Heitor Shimizu, de Washington Agência FAPESP – Um projeto de pesquisa internacional que investiga os aerossóis resultantes das emissões de hidrocarbonetos e sua influência na formação de nuvens e de chuva na Amazônia foi apresentado por seus coordenadores no simpósio FAPESP-U.S. Collaborative Research on the Amazon, realizado nos dias 28 e 29 de outubro em Washington, nos Estados Unidos. O projeto integra a campanha científica Green Ocean Amazon (GOAmazon), programa do Departamento de Energia (DoE) conduzido em parceria com a FAPESP e com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Os pesquisadores estudam, no projeto denominado Goble (de GOAmazon Boundary Layer Experiment), aerossóis secundários presentes tanto em ambientes limpos como em ambientes poluídos na Camada Limite Atmosférica (CLA) da Amazônia. Aerossóis são materiais particulados presentes na atmosfera, que podem vir de fontes primárias – sejam elas naturais, como poeiras de desertos ou erupções vulcânicas, ou antropogênicas, derivadas de queimadas ou combustão fóssil – ou de fontes secundárias, resultantes de mecanismos de condensação de produtos gasosos, como aerossóis de sulfato, de nitrato ou orgânicos. O projeto – coordenado por Celso von Randow, do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), e por Marcelo Chamecki, professor na Pennsylvania State University, nos Estados Unidos – visa estudar o ciclo de vida de aerossóis secundários e vem sendo conduzido em duas regiões na Amazônia Central: uma com ar e paisagem de floresta primitiva e outra próxima à cidade de Manaus, que é influenciada pela poluição. A pesquisa integra o Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais. Os pesquisadores utilizam torres e balões para medir a distribuição vertical dos aerossóis e de núcleos de condensação de nuvens na CLA. Um dos objetivos do projeto é entender melhor como a cobertura florestal pode influenciar a formação de nuvens, especialmente como o ar da camada limite é injetado na camada de nuvens, e como esses processos são alterados sob a influência da poluição de uma cidade como Manaus. “Além das torres de fluxo, utilizamos balões presos em cordas, o que representa um aspecto muito interessante do projeto, uma vez que isso permite fazer uma ponte para cobrir a lacuna entre as medidas da superfície, feitas nas torres, com as obtidas pelos balões”, disse Randow. “Estamos investigando o perfil completo dos aerossóis pela CLA e trabalhamos com modelagem computacional para analisar o transporte turbulento desses elementos pelas camadas de nuvens”, disse. Os pesquisadores têm realizado medições com balão em uma área denominada T1 pelo projeto GoAmazon, ocupado por floresta primitiva. O balão pode atingir 1.800 metros de altitude. Em breve, será adquirida uma segunda unidade,...

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Nível do Sistema Cantareira está em 3,5%
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Terça-feira, 21 de outubro de 2014 às 05h43 Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil Edição: Marcos Chagas O nível do Sistema Cantareira, chegou em 3,5% ontem (20), de acordo com dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Até domingo (19), o reservatório estava com 3,6% de seu nível. No final da semana passada, a Sabesp informou que restavam apenas 40 bilhões de litros de água da primeira cota da reserva técnica do Cantareira que começou a ser retirada no dia 16 de maio.     Durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Sabesp, na Câmara dos Vereadores, a presidente da companhia, Dilma Pena, admitiu que, se não chover nos próximos dias, a primeira parte da reserva técnica pode acabar em meados de novembro. A alternativa seria utilizar a segunda cota do volume morto, autorizada pela Agência Nacional de Águas (ANA) no último dia 17. De acordo com a Sabesp, a segunda cota acrescentará mais 106 bilhões de litros ao sistema. Mas a ANA determinou que o uso dessa cota obedeça regras que garantam o abastecimento da região metropolitana de São Paulo, até abril de 2015, sem prejuízo à bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). A proposta de retirada gradual da reserva foi encaminha ao órgão federal no dia 10 de outubro, pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (Daee). A retirada de água da segunda cota do volume morto chegou a ser vetada por uma liminar judicial, mas a decisão foi suspensa pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), desembargador federal Fábio Prieto, a pedido da Sabesp e do Daee. A ação foi proposta pelos ministérios públicos estadual de São Paulo e o federal (MPF), com a intenção de garantir que a primeira parte do volume morto não se esgotasse antes de 30 de...

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Na Cúpula do Clima, país decepciona ambientalistas
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Chuvas do passado
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Chuvas do passado

Segunda-feira, 15 de setembro de 2014, às 09h35 Por Salvador Nogueira Revista Pesquisa FAPESP – A seca pela qual está passando o Estado de São Paulo em 2014 surpreendeu a todos e está colocando em risco o abastecimento de água na capital paulista e nos municípios vizinhos. Prevista com mais antecedência, talvez permitisse adotar medidas para manter os reservatórios mais bem abastecidos. O trabalho de um grupo internacional de pesquisadoras pode, no futuro, ajudar a calcular com maior precisão variações de chuva e umidade na América do Sul e auxiliar a agir mais cedo. O estudo, publicado em junho na Scientific Reports, combinou estimativas de temperatura no passado e modelagem matemática para reconstruir a temperatura da superfície do Atlântico Sul nos últimos 12 mil anos. Além de estabelecer com maior precisão o clima no período, o trabalho pode ajudar a compreender a dinâmica entre as temperaturas no oceano e a umidade no continente. O grupo liderado por Ilana Wainer, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), observou que o aumento da temperatura na porção norte do Atlântico Sul, próximo à linha do equador, esteve associado a um maior volume de chuvas onde hoje é o Nordeste brasileiro e a menos chuvas no Sudeste nos últimos 12 mil anos. Inversamente, o Nordeste enfrentou períodos de secas mais severas e o Sudeste de mais chuvas quando a temperatura no sul do Atlântico esteve mais elevada. O que melhor explicou a variação climática nesses 12 mil anos, segundo as pesquisadoras, foi um padrão de distribuição de temperaturas no Atlântico Sul semelhante ao observado hoje, com períodos em que a temperatura das águas superficiais era mais alta ao norte e outros em que eram mais elevadas ao sul. Os pesquisadores dão o nome de Dipolo Subtropical do Atlântico Sul ao padrão de distribuição de temperaturas em que o oceano parece ter um polo mais quente e outro mais frio – com a inversão ocasional. “Caso tenha existido nesses 12 mil anos, esse fenômeno pode ter influenciado de modo importante a distribuição das chuvas no continente”, diz a meteorologista Luciana Figueiredo Prado, coautora do estudo e aluna de doutorado de Ilana Wainer no IO-USP. Essa conclusão é, até certo ponto, surpreendente. Até então se atribuía a variação no volume de chuvas na América do Sul principalmente à influência do fenômeno El Niño, flutuações na temperatura das águas superficiais do Pacífico que ocorrem em períodos curtos (15 a 18 meses). Mas alguns trabalhos já haviam mostrado que o El Niño não explica totalmente as alterações no regime de chuvas atual da América do Sul. Parte dessa variação (cerca de 20%) parece decorrer das...

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OMM lança série de vídeos sobre mudança climática
set06

OMM lança série de vídeos sobre mudança climática

Sábado, 6 de setembro de 2014, às 11h49 Agência FAPESP – A Organização Mundial de Meteorologia (OMM) lançou os primeiros episódios de uma série de vídeos com previsões do tempo projetadas para o ano de 2050. A primeira edição traz a previsão para o dia 8 de junho daquele ano no Brasil, apresentada por Claudia Celli, da RPC-TV, afiliada da TV Globo no Paraná. O objetivo da iniciativa é sensibilizar as pessoas sobre os impactos locais das mudanças climáticas globais. Os vídeos trazem sempre apresentadores de televisão conhecidos em um determinado país – e os cenários são compatíveis com os projetados no quinto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). No caso do Brasil, a previsão é de muita chuva no sul do país e no oeste da Amazônia. A expectativa é que os níveis de chuva para o mês sejam superados em apenas alguns dias, aumentando o risco de inundações e deslizamentos. Para o Nordeste e o leste da Amazônia, a previsão é de seca. O lançamento dos vídeos pela OMM ocorre em apoio ao pedido do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, para que governos, empresários e líderes da sociedade civil concordem em agir para lidar com a mudança climática durante a cúpula climática da ONU, marcada para 23 de setembro, a fim de evitar que se concretizem as previsões dos piores cenários. “A mudança climática está afetando o tempo em todo lugar. Isso torna o clima mais extremo e modifica os padrões estabelecidos. Isso significa mais desastres; mais incerteza”, diz Ban Ki-moon em uma mensagem no vídeo. A edição sobre o Brasil traz ainda uma entrevista de Celli com José Marengo, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e membro do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG). “Nas regiões tropicais, em basicamente todo o Brasil, os aumentos de temperatura no fim do século poderão ultrapassar os 4º C. Em termos de chuva, o padrão muda um pouco. As previsões mostram reduções de chuva no leste da Amazônia e na região Nordeste e aumento de chuva no oeste da Amazônia e no extremo sul do Brasil”, afirma Marengo no vídeo. Assista a série de vídeos publicados pela OMM “A resposta tem que ser imediata [às mudanças climáticas globais]. Nas próximas décadas tem que se chegar a um acordo internacional, tipo o Protocolo de Kyoto, para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, porque reduzir essas emissões é a única forma de poder reduzir o aquecimento e reduzir os impactos à população”, acrescenta o pesquisador. O vídeo com a previsão para o Japão também já está no ar. Nesta...

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A Física das Mudanças Climáticas Globais
set04

A Física das Mudanças Climáticas Globais

Quinta-feira, 4 de setembro de 2014, às 12h39   Agência FAPESP – O pesquisador Paulo Eduardo Artaxo Netto, professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) e membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), será o convidado do colóquio “A Física das Mudanças Climáticas Globais”, que ocorrerá no dia 5 de setembro, em São Carlos. No evento, promovido pelo Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da USP, Artaxo abordará os diversos aspectos científicos que controlam o funcionamento climático da Terra e estratégias de mitigação para as mudanças climáticas. O colóquio tem início às 10h30 e ocorrerá no Auditório Professor Sérgio Mascarenhas do IFSC, no campus da USP São Carlos. Não é preciso se inscrever para o evento e a entrada é gratuita. Haverá transmissão ao vivo pelo site...

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Clima no planeta
ago14

Clima no planeta

  Assista o vídeo publicado no dia 18 de junho e veja um tornado em ação. A formação lembra a tromba de um elefante, como foi comparado pela equipe da TVNweather, EUA.   Quinta-feira, 14 de agosto de 2014 às 17h52   Estudo sugere que mudanças climáticas estão concentrando a frequência de tornados por Fabiano Ávila do Instituto CarbonoBrasil Uma das consequências mais citadas por pesquisadores sobre as mudanças climáticas é o aumento da frequência e intensidade de eventos climáticos extremos. Porém, é muito difícil relacionar as alterações no clima com os tornados, que são fenômenos altamente erráticos, e cujos números variam enormemente de um ano para outro.       Agora, um novo estudo da Universidade da Flórida aponta que, apesar de aparentemente não multiplicar a ocorrência de tornados, as mudanças climáticas estão concentrando-os em poucos dias, deixando-os muito mais perigosos. “Podemos até estar vendo menos tornados a cada ano, mas, quando eles ocorrem, os dias parecem o fim do mundo”, afirmou um dos autores do trabalho, o geógrafo e especialista em tendências climáticas James Elsner. Publicado no periódico Climate Dynamics, o estudo utilizou dados do Centro Nacional de Tempestades dos Estados Unidos para analisar a evolução anual dos tornados. Segundo os autores, o número de tornados em um único período de 24 horas estaria ficando muito maior com o passar do tempo. Por exemplo, na década de 1980, a média era de somente três ou quatro dias por ano com mais de 16 tornados, número que quase dobrou depois do ano 2000. Além disso, antes de 1990, poucos anos sofreram com dias com mais de 32 tornados. Mas, desde 2001, esses dias aconteceram todos os anos. Apenas em 2011 foram seis, constituindo a pior temporada de tornados de que se tem notícia. “É importante que os meteorologistas e o público saibam que precisamos estar cientes do aumento do risco das tempestades, com múltiplos tornados em um único dia”, disse Elsner. De acordo com o Centro Nacional de Tempestades, em 2014 já foram 189 tornados nos Estados Unidos, com 43 mortos. Fonte: Instituto Carbono Brasil, via Portal do Meio...

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Desmatamento da Amazônia aumenta poluição em países da América do Sul
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El Niño
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Condições oceânicas favorecem El Niño
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Sexta-feira, 25 de julho de 2014 às 19h46   NASA – Os dados dos satélites de observação do oceano e outros sensores oceânicos indicam que as condições para formação do El Niño parecem estar se desenvolvendo no Oceano Pacífico equatorial. As condições de maio 2014, tem semelhanças com as de maio de 1997, um ano que trouxe um dos mais potentes eventos de El Niño do século 20.     Durante um El Niño, os ventos alísios no Pacífico oscilam e permitem a formação de ondas gigantes, como ondas de Kelvin, no Pacífico ocidental indo na direção da América do Sul causando aquecimento das águas. A superfície das águas no Pacífico Central e Oriental tornam-se significativamente mais quentes do que o normal, alterando os padrões climáticos e afetando a pesca ao longo da costa oeste das Américas. El Niño também pode ter uma influência significativa no tempo e no clima muito longe dos...

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