Nascer nas prisões: gestação e parto atrás das grades no Brasil, vídeo
jun20

Nascer nas prisões: gestação e parto atrás das grades no Brasil, vídeo

A Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) divulgou, há poucos dias, uma pesquisa sobre a vida na prisão relacionada às mulheres grávidas e como lhes é possível comportarem-se durante os primeiros meses de vida dos bebês, entre outras constatações realísticas. Leia a seguir.

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A geração que está deixando o Brasil
maio08

A geração que está deixando o Brasil

Abastecidos primeiramente com ímpeto e vontade, munidos pela falta de esperança – diante de tanta injustiça social, impunidade e corrupção –, os jovens brasileiros saem do país em busca de novos horizontes.

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Gravidez precoce é responsável por mais de 50% das internações entre os jovens
nov15

Gravidez precoce é responsável por mais de 50% das internações entre os jovens

Levantamento coordenado pela dra. Maria Helena de Mello Jorge, da Faculdade de Saúde Pública da USP, e divulgado pela Sociedade de Pediatria de São Paulo, durante o X Fórum Paulista de Prevenção de Acidentes e Combate à Violência Contra Crianças e Adolescentes, atestou que 59% das internações em indivíduos com idades entre 15 e 19 anos estão relacionadas à gestação, parto e puerpério.

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Câmara aprova por unanimidade projeto #gravidezsemalcool
out31

Câmara aprova por unanimidade projeto #gravidezsemalcool

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou por unanimidade, em segunda votação, projeto de lei que estabelece campanha educativa permanente de conscientização sobre a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF).

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Moda masculina: Aramis Menswear lança nova campanha movida pelo “Amanhã”
set01

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A campanha foi idealizada para vestir homens movidos pelo amanhã: contemporâneos, antenados e que sabem a importância de se vestir bem e com conforto, mantendo a confiança para qualquer situação.

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Vídeo: O que os jovens esperam do futuro?
set11

Vídeo: O que os jovens esperam do futuro?

  Sexta-feira, 11 de setembro de 2015, às 04h30 ONU Brasil | 2015 é um ano de ação global decisiva para a ONU. Perguntamos a jovens de todo o mundo como eles gostariam que o futuro fosse.

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Estudo traça panorama da transição do Brasil para TV Digital
set02

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A interrupção do sinal analógico de televisão terrestre (canais abertos) será realizada por etapas — em São Paulo está prevista para 15 de maio de 2016 — e deverá terminar em 2018.

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Fiocruz emite parecer sobre seminário internacional da maconha
jul09
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Você sabe o que fazer para ajudar quando encontrar uma pessoa cega?
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Estudo define valores para psicodiagnóstico de Rorschach com adolescentes
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Dia das Crianças – Presente na medida certa
set19

Dia das Crianças – Presente na medida certa

  Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 15h24 Por Ana Cássia Maturano* “Muitas vezes, o ato de presentear esconde uma carência sentimental. Suas necessidades são outras, mas interpretadas dessa forma”, dizem os especialistas. Com a proximidade do dia das crianças, os pequenos já ficam ansiosos pelos presentes, afinal essa é uma das poucas datas na qual eles os recebem, certo? Era assim que deveria ser, mas atualmente vemos mais e mais pais presenteando os seus filhos a todo momento e sem critério ou motivo algum.     Isso é prejudicial pois tal atitude está contribuindo para o agravamento de uma geração de crianças consumistas. Presentear os filhos fora de hora não é proibido, mas é importante tomar cuidado com a frequência com que isso acontece. “Muitas vezes, o ato de presentear esconde uma carência sentimental. Suas necessidades são outras, mas interpretadas dessa forma”, afirma a psicóloga e psicopedagoga Ana Cássia Maturano. “As crianças precisam de mais atenção, carinho e orientação dos pais do que de outras coisas. E limites claros e consistentes.” Dizer não às crianças é parte importante de sua educação. Os pequenos precisam aprender que não podem ter tudo o que querem sempre. É necessário que se aprenda desde pequeno que as coisas vêm como o resultado de um esforço, e que por isso precisam ser valorizadas. Além disso, os pais não devem comprometer o orçamento para satisfazer vontades dos filhos. A quantia investida em um presente não pode exceder às possibilidades financeiras da famílias, tanto para evitar dívidas quanto para impor limites. “As crianças precisam entender o valor das coisas”, diz Ana Cássia. Muitos pais ficam com medo de frustrar os filhos, e por isso têm essa dificuldade em impor limites, mas a frustração é parte da vida e ajuda a amadurecer. A enorme disponibilidade de produtos – muitos a preços acessíveis – e as facilidades de pagamento nos empurram cada vez mais para o consumismo. Como diz a máxima, querer pode, ter já é outra coisa. *Ana Cássia Maturano, psicóloga e psicopedagoga...

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Mudar de sexo, mudar de gênero?
set09

Mudar de sexo, mudar de gênero?

Terça-feira, 9 de setembro de 2014, às 08h42 Agência FAPESP – Mudar de gênero equivale a mudar de sexo? Esta é uma das questões da palestra que será proferida pelo psicanalista Thamy Ayouch, no dia 10 de setembro, na Biblioteca Mario de Andrade, em São Paulo. A palestra “Mudar de sexo, mudar de genêro?” integra o programa Cátedras Francesas no Estado de São Paulo, organizado pela Universidade de São Paulo (USP), pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), em parceria com o Consulado Geral da França em São Paulo. Ayouch é pesquisador na Université Paris 7 e titular de uma cátedra francesa na Universidade de São Paulo (USP). Sua pesquisa trata das interações entre a psicanálise e a antropologia filosófica, a linguística, as ciências políticas e os estudos de gênero. A palestra ocorrerá às 19h, no auditório da Biblioteca Mario de Andrade, que fica na Rua da Consolação, 94, em São Paulo. Mais informações: Biblioteca Mario de...

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ONU: 120 milhões de mulheres sofreram abuso sexual
set06

ONU: 120 milhões de mulheres sofreram abuso sexual

Sábado, 6 de setembro de 2014, às 11h18   Um estudo divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em parceria com a Unicef, indica que uma em cada 10 mulheres já sofreu abuso sexual em 2012 no mundo. Isso significa um total de 120 milhões de pessoas do gênero feminino vítimas deste tipo de violência. O levantamento, que abrange 190 países, aponta também que uma em cada três adolescentes casadas, o que significa 84 milhões de pessoas, sofreram alguma violência emocional, física ou sexual por parte de seus maridos. A violência contra crianças e adolescentes tem crescido nas últimas décadas, segundo o relatório. Cerca de 95 mil mulheres com menos de 20 anos foram assassinadas em todo o mundo. As principais causas apontadas pelo estudo foram o fato de que as vítimas são muito jovens para prestar queixas, escassos serviços de proteção aos mais novos, entre...

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Câmara debaterá alcoolismo na infância
ago22
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A família é um bem imutável, o porto seguro
ago20

A família é um bem imutável, o porto seguro

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 9h – Atualizado às 15h21 Gerson Soares Se os defensores do uso de drogas e liberação da maconha acham que a vida é um passatempo e ficar chapado, o tempo, todo numa eterna viagem, os faz mais desafiadores e interessantes, ninguém pode lhes dizer sim ou não. Cada cabeça uma sentença ou cada um, cada um.     As pessoas que trabalham, estudam, pensam no amanhã, dando atenção àquilo que seus pais recomendam e acreditam no progresso pessoal, possuem o direito de sair de casa e sentir apenas o cheiro da terra molhada pela chuva, das flores e até da poluição numa cidade como São Paulo. Mas não precisam sentir-se ameaçadas por usuários de drogas que tomam as calçadas, os lugares nas praças e hostilizam quem não está na mesma sintonia. Um homem tem o direito de criar sua família sem que seus filhos imaginem que esta passagem pela vida deva ser vivida em transe. A mãe tem o direito de amamentar seu filho em casa sem que as janelas tragam das ruas o cheiro das baforadas de maconha ou o clarão do crack – menciono este entorpecente terrível por estar sendo tão difundido entre os jovens como a maconha. Esta lhe abre as portas, para arruinar famílias por todo o país, nas grandes capitais e mais recentemente se espalhando pelo interior. Os valores mais básicos da humanidade estão sendo invertidos a cada dia. Mas, uma família ainda tem o mesmo direito de levar uma vida saudável, porquanto o usuário de maconha em querer se drogar. Deve prezar para que seus filhos em formação, não pensem ser mais correto usar drogas do que estudar, se divertir, namorar e ser feliz.   Problemas causados pelo uso de maconha e as diferenças entre a liberação e descriminalização. Selecionamos dois links para leitura por sua simplicidade e força esclarecedora. Porém, existem várias outras opções aos que desejarem se aprofundar no assunto.   Assuntos relacionados Entrevista com o Dr. Dráuzio Varella: Maconha Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas da Unifesp – Escola Paulista de Medicina: 21 questões sobre a...

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Convivência social com usuários de maconha
ago20

Convivência social com usuários de maconha

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 8h45 – Atualizado às 15h07 Gerson Soares Aos que defendem a liberação desse entorpecente, num país tão atrasado quanto o Brasil, faço algumas sugestões. Mas, antes de prosseguir, cabe aqui um parêntese, para lembrar que o atraso mencionado se refere às bases estruturais e institucionais do país, que envolvem, por conseguinte, as esferas da justiça e a educação.     Sugiro que quando falarmos em liberação ela comece pela casa de quem assim pensa. Se for a favor da liberação, que implica no livre comércio e acesso ainda mais facilitado, no caso de ser ou ter usuários em família, que permita o uso da droga em seu lar, já que seria incoerente defender o uso apenas longe das próprias vistas, porém perturbando a tranquilidade de quem não comunga com esse pensamento. O direito de usar drogas deve ter a mesma relevância para os contrários, que não compartilham da ideia. Ninguém é obrigado a assistir o uso de drogas em frente sua casa, seu local de trabalho, seu colégio ou parquinho de diversões de uma praça pública. Assim como não deveria se interpor ao livre arbítrio do usuário estando ele no interior do seu domicílio. Muito parecido com o que acontece hoje com o tabagismo. Portanto, na casa de quem defende a liberação, depois do jantar, será possível chamar a família e sentarem-se todos para fumar maconha. É lógico respeitando as preferências. Imaginemos esta situação: o pai, a mãe, o vovô e a vovó, assistindo TV ou curtindo uma música bacana. A mamãe amamentando seu bebê, que muito mais novo chegou de surpresa, um presente para a família. Enquanto isso, os dois filhos mais velhos, um menino e uma menina, digamos com 13 e 15 anos, fumam maconha e tomam bebidas alcoólicas para curtir o som com os familiares. O leite materno certamente teria um gosto diferente. Agora pensemos em outra situação. Um garoto que completou 16 anos assim que concluiu o ensino médio. Opa! Este deve ser estudioso, esta é uma façanha, um orgulho para os pais, que trabalham o dia inteiro fora e ralam para dar-lhe essa oportunidade. Quando o rapaz sair para o primeiro dia no estágio de informática que arranjou por sorte e competência, na área que pretende cursar, encontra seus amigos fumando maconha na porta de casa, ali mesmo na esquina da sua rua. Ele sabe que alguns já estão em outro nível: cheiram cocaína e fumam crack. Não quer se integrar a isso, sente-se ameaçado pelos outros que o hostilizam por ser diferente. Os pais do garoto não fumam maconha, não gostam e nem teriam tempo para...

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Caminhos difíceis no uso de drogas
ago20

Caminhos difíceis no uso de drogas

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 08h30 – Atualizado às 15h06 Gerson Soares O pior efeito da maconha é o caminho que a droga conduz, principalmente aos de mente mais fraca. Após os primeiros passos, o usuário é normalmente levado a experimentar crack, cocaína, comprimidos dos mais variados como o ecstasy, por exemplo. Daí pode chegar facilmente às drogas injetáveis, como a morfina, a heroína e à própria cocaína, que significam o auge da loucura e o fim daquilo que se entende como vida normal. As misturas que são processadas pelos traficantes para aumento de volume e dos lucros, mais as adições de substâncias desconhecidas, podem levar o usuário a óbito quando injetadas.     Exagero? Se um jovem quiser se adequar a um determinado grupo deverá seguir os mesmo passos deste, é o que determina a convivência social. As facilidades com as redes e internet criaram um universo de oportunidades tanto para erguer quanto para humilhar quem não se comporta de acordo com os grupos. Muitas vezes agem de acordo com a maioria até mesmo contra a própria vontade para se integrar. Afinal, quando falamos em uso de maconha, por acaso pensamos no processo que a envolve? Quem planta, quem vende e como ela chega até o consumidor final, formados principalmente por jovens e adolescentes? Ora, a resposta é simples. As drogas provêm do tráfico que alimenta uma série de outros crimes e queiramos ou não, quando um jovem de classe média alta ou um adolescente da periferia acende um cigarro de maconha está alimentando o comércio ilegal que fatura milhões de reais, só no...

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Liberar e descriminalizar a maconha
ago20

Liberar e descriminalizar a maconha

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 08h14 – Atualizado às 15h05 Gerson Soares A liberação do uso da cannabis sativa, muito mais conhecida como maconha, é um debate cada vez mais acirrado. Acontece que existe diferença entre liberar e descriminalizar. O uso desse entorpecente está cada vez mais flagrante. A liberação, pelo menos na cabeça dos que tem interesse nessa atividade, ademais seu consumo, é um promissor ramo de negócios. Segundo esses, já deveria ter sido liberada.     Já era comum fumar maconha nas praias desertas e nas praças mais recônditas, agora é comum fumar maconha nas orlas movimentadas, ruas e avenidas, próximo aos bares e casas de diversão, nas esquinas, ruelas mais escondidas e até ao lado de postos policiais e viaturas, onde o cheiro da erva já pôde ser apreciado. Lembrando que portar apenas um baseado é crime no Brasil. Fumar maconha é o primeiro passo para o uso de outras drogas e se não for o início para os principiantes está entre os entorpecentes menos agressivos, comumente comparado ao uso de álcool e cigarros. Mas não é bem assim. O uso contínuo de maconha causa problemas mentais e perturbações que afastam o usuário de atividades onde o raciocínio é altamente exigido, como nos estudos, que requerem o armazenamento de informações de grau mais elevado. É prejudicial à saúde e vicia – existe uma corrente de analistas que acreditam nisso e outra que diz ser apenas um vício psicológico. Estas conjecturas superficiais deixam de lado efeitos como a diminuição dos espermatozoides ou a inibição da ovulação, dentre outros. Estes são alguns fatores que levam juristas e médicos contrariarem a liberação e até mesmo a descriminalização dessa droga, uma porta escancarada para outras muito mais...

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