Como proteger seus filhos dos mosquitos
out06

Como proteger seus filhos dos mosquitos

Medidas como dedetização, além de evitar água acumulada e parada nos ambientes da casa, evitam criadouros. Os repelentes podem ser físicos, químicos (sistêmicos, ambientais ou tópicos), eletrônicos, luminosos e aparelhos ultrassônicos que podem ter eficácias controversas.

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Fiocruz – Dengue: vírus e vetor
mar27

Fiocruz – Dengue: vírus e vetor

Sexta-feira, 27 de março de 2015, às 17h42 Vetor: Conheça o comportamento do mosquito Aedes aegypti e entenda a razão que leva este pequeno inseto a ser taxado desta forma. Fiocruz – Você já deve ter ouvido falar que o Aedes aegypti é um mosquito com hábitos oportunistas. Por qual razão? É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. Tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. Mas ele também pode picar à noite? Sim. Ele não deixa a oportunidade passar.     Por ser um mosquito que vive perto do homem, sua presença é mais comum em áreas urbanas e a infestação é mais intensa em regiões com alta densidade populacional – principalmente, em espaços urbanos com ocupação desordenada, onde as fêmeas têm mais oportunidades para alimentação e dispõem de mais criadouros para desovar. A infestação do mosquito é sempre mais intensa no verão, em função da elevação da temperatura e da intensificação de chuvas – fatores que propiciam a eclosão de ovos do mosquito. Para evitar esta situação, é preciso adotar medidas permanentes para o controle do vetor, durante todo o ano, a partir de ações preventivas de eliminação de focos do vetor. Como o mosquito tem hábitos domésticos, essa ação depende sobretudo do empenho da população. Principais criadouros Pesquisas realizadas em campo indicam que os grandes reservatórios, como caixas d’água, galões e tonéis (muito utilizados para armazenagem de água para uso doméstico em locais dotados de infraestrutura urbana precária), são os criadouros que mais produzem A. aegypti e, portanto, os mais perigosos. Isso não significa que a população possa descuidar da atenção a pequenos reservatórios, como vasos de plantas, calhas entupidas, garrafas, lixo a céu aberto, bandejas de ar-condicionado, poço de elevador, entre outros. O alerta é para que os cuidados com os reservatórios de maior porte sejam redobrados, pois é neles que o mosquito seguramente encontra melhores condições para se desenvolver de ovo a adulto. Em alguns bairros suburbanos do Estado do Rio de Janeiro, estes grandes criadouros produzem quase 70% do total de mosquitos adultos. Acesse o Infográfico com os principais criadouros do vetor Ciclo de vida Saiba quais são os fatores que afetam o ciclo de vida do vetor e do que ele se alimenta Do ovo à forma adulta, o ciclo de vida do A. aegypti varia de acordo com a temperatura, disponibilidade de alimentos e quantidade de larvas existentes no mesmo criadouro, uma vez que a competição de larvas por alimento (em um mesmo criadouro...

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‘Força tática’ contra dengue terá até PM de São Paulo
mar27

‘Força tática’ contra dengue terá até PM de São Paulo

Sexta-feira, 27 de março de 2015, às 17h31   500 novos agentes estaduais da Sucen e 30 médicos militares serão mobilizados para reforçar ações nos municípios com alta incidência de casos; Saúde firmou parcerias para ampliar o alcance das informações sobre prevenção, combate e sintomas da doença.     A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo criou uma “força tática” para reforçar ações de combate à dengue nos municípios paulistas, com ênfase naqueles que registram elevado número de casos. As operações especiais serão desenvolvidas por 500 novos agentes contratados pela Sucen (Superintendência de Controle de Endemias), autarquia vinculada à pasta, e contarão com o apoio de 30 médicos militares, mobilizados em parceria com a Secretaria de Segurança Pública. No total, a Saúde investirá R$ 6 milhões para execução do plano, que, entre outros aspectos, irá duplicar o efetivo da Sucen, totalizando mil agentes de campo para apoio em ações como nebulização. O contrato dos novos profissionais terá vigência de três meses, período considerado estratégico para execução de medidas focadas no bloqueio da transmissão do vírus. Os recursos também foram aplicados para aquisição de 150 atomizadores costais para aplicação de inseticidas e de 450 kits de EPI (Equipamentos de Proteção Individual), que garantem a segurança dos funcionários. Contabiliza, ainda, a compra de sete vans para deslocamento das equipes e a manutenção de 50 caminhonetes utilizadas para transporte de máquinas, inseticidas e insumos. As equipes da Sucen têm fornecido apoio técnico, estrutural e prático aos municípios desde o ano passado. A autarquia já está operando com doze máquinas pesadas de “fumacê” e 550 nebulizadores costais, 200 dos quais foram emprestados às prefeituras. Devido à intensificação dos trabalhos, o consumo de inseticidas de janeiro a março foi 13 vezes maior, em comparação ao volume utilizado no último trimestre de 2014. Parceria com a iniciativa privada Com o intuito de ampliar o alcance de informações sobre prevenção, combate e sintomas da dengue, a Secretaria também firmou parcerias com instituições públicas e privadas, que auxiliarão na distribuição de mais de 15 milhões de materiais informativos, em diversos formatos. A operadora de telefonia móvel Claro vai disparar 10 milhões de torpedos com alertas sobre a dengue. Leia também: Fiocruz – Dengue: vírus e vetor Orientações serão transmitidas nos altos falantes e na TV Minuto, no Metrô. O assunto também ganhará visibilidade em rotas estratégicas do Estado, como a rodovia Nova Tamoios, Rodoanel e as Travessias Litorâneas de SP, por meio de peças e mensagens eletrônicas divulgadas pela Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) e pela Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo). Além disso, cinco milhões de newsletters...

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Saúde divulga o quinto balanço de dengue e chikungunya na cidade
mar27

Saúde divulga o quinto balanço de dengue e chikungunya na cidade

Sexta-feira, 27 de março de 2015, às 18h44   Durante coletiva, secretário-adjunto Paulo Puccini apresentou dados consolidados até a décima semana epidemiológica, que registrou 15.789 notificações e 4.436 casos confirmados. SECOM / PMSP – O secretário-adjunto de saúde, Paulo Puccini, apresentou nesta quinta-feira (26) o quinto balanço do ano sobre a situação da dengue até a décima semana epidemiológica. No período de 4 de janeiro a 14 de março, 15.789 casos foram notificados e 4.436 foram confirmados autóctones (contraídos no município). No mesmo período de 2014, a cidade teve 4.326 casos notificados e, destes, 1.412 autóctones confirmados. Cerca de 47,5% dos casos estão concentrados na zona norte de São Paulo. Apesar do alto número de casos, a cidade de São Paulo e a própria zona norte tem taxa de incidência abaixo da média do Estado. Na capital paulista, a taxa de incidência até março era de 29,9 casos por cem mil habitantes, enquanto em todo o Estado, chegava 191,6, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Para se ter uma ideia, outras grandes cidades do Estado, como Campinas e Sorocaba tem taxas de incidência bem superiores a de São Paulo, com respectivamente, 477,4 casos para cada cem mil habitantes e 1.246,7 para cada grupo de cem mil. Em todo o Brasil, foram registrados 224.101 casos e a taxa de incidência é de 110,5. Somente o Estado de São Paulo é responsável por 55,2% dos casos. “Mesmo a região norte, está abaixo da incidência apresentada no Estado de São Paulo e isso não é menosprezar a importância de estarmos aqui e da dengue. Estou falando que a situação de São Paulo, apesar de tudo, com seus 12 milhões de habitantes, está em uma situação de risco menor hoje que o Estado pensado como um todo”, afirmou Puccini. Dois óbitos pela doença foram confirmados até agora na cidade de São Paulo. Um óbito de uma senhora de 84 anos, moradora da Brasilândia, ocorrido no dia 28 de janeiro, foi confirmado e de um garoto de 11 anos, morador do Jardim Ângela, ocorrido no dia 9 de março. Outro caso de um homem de 35 anos, que foi internado no Hospital São Lucas, em Diadema, divulgado erroneamente como óbito por dengue pelo Instituto Adolfo Lutz segue em investigação, com apoio do Instituto Médico Legal (IML). Já para a febre chikungunya, neste ano, não há registro de casos autóctones, mas foram registrados quatro casos importados, todos de fora do país. Durante todo o ano de 2014 a capital registrou 28.990 casos autóctones (97,7% ocorreram no primeiro semestre), com 14 óbitos ao longo do ano. Em 2015, a estimativa da Secretaria Municipal de...

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Prevenção contra a dengue deve ser feita também nos canteiros de obras do bairro
mar27

Prevenção contra a dengue deve ser feita também nos canteiros de obras do bairro

Sexta-feira, 27 de março de 2015, às 16h30   Como todos sabem, o Tatuapé e Jardim Anália Franco, possuem canteiros de obras para a construção de edifícios por toda parte e eles também merecem atenção especial das autoridades. O morador do bairro, WGA, enviou na noite de ontem (26), a imagem que ilustra sua preocupação, onde pode ser vista uma poça d’água com grandes dimensões no interior de um canteiro de obras localizado à Rua Antonio Alves Barril, sem número, no Jardim Anália Franco – Tatuapé, um dos bairros apontados como focos do mosquito da dengue.     Segundo o leitor, o terreno fica próximo ao Shopping Anália Franco, está murado e pintado na cor preta. “Ao lado do St. Marchê”, informou o morador. “Essa ‘lagoa’ se encontra há semanas, e se não estiver enganado, um ‘poço’ de mosquito da ‘dengue’. Liguei para o 156 e me deram três telefones, dizendo que eram da secretaria da Saúde: 3066-8000/3397-8279/3397-8280…”, disse e completou dizendo que é impossível falar nesses números. Conseguimos contato com o telefone 3066-8000 que é da secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, porém os demais não atendem. Encaminhamos a denúncia a essa secretária e também à mesma pasta da Prefeitura que respondeu no início desta tarde. “A Prefeitura reforçou o trabalho de combate à dengue. São 2.500 agentes que atuam em toda cidade, com ações de visitas porta a porta, grupos de orientação e ações de combate nos locais de grande concentração de pessoas. As denúncias recebidas por meio dos canais da Prefeitura são encaminhadas à COVISA que enviam agentes após uma análise técnica baseada nos casos notificados e confirmados da região. Leia também: Pneu da Dengue no Tatuapé: atitude merece punição rigorosa ou um rádio Pneu da Dengue volta à árvore, Subprefeitura Aricanduva não responde questões Pneu da Dengue continua na árvore Fiocruz – Dengue: vírus e vetor ‘Força tática’ contra dengue terá até PM de São Paulo Quando um caso de dengue é confirmado e a Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) é notificada, uma equipe vai até o local para fazer um trabalho de bloqueio de criadouros. No caso de denúncia de terrenos particulares, a Vigilância notifica o proprietário e, caso não haja providências, é necessária ação judicial para entrar no local. O combate ao mosquito Aedes aegypti deve ser um compromisso de toda população. Cerca de 85% dos criadouros se encontram em residências.” É muito importante prevenir a dengue, uma epidemia que preocupa as autoridades, e os canteiros de obras também precisam ser inspecionados e os trabalhadores orientados. São Paulo, detém aproximadamente metade dos casos da doença. A melhor prevenção é feita...

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Pneu da Dengue foi retirado pela Subprefeitura Aricanduva/Carrão
mar27

Pneu da Dengue foi retirado pela Subprefeitura Aricanduva/Carrão

Sexta-feira, 27 de março de 2015, às 18h48 Finalmente, o pneu que insistia em ir e vir pela Rua Antonio João Fiore no Tatuapé, foi retirado pela Subprefeitura Aricanduva/Carrão, no início da noite de hoje (27). Enquanto escrevemos, os mosquitos sobrevoam nossas cabeças diariamente, aqui no Tatuapé. Está difícil driblar o ardiloso mosquito, presente diariamente. Os cidadãos aliviados agradecerão a providência da subprefeitura, que cumpriu o prometido e deu um destino à obra irresponsável de algum cidadão sem nenhum compromisso com a...

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Pneu da Dengue continua na árvore
mar27

Pneu da Dengue continua na árvore

Sexta-feira, 27 de março de 2015, às 15h35 – atualizado às 16h24 O pneu que foi posto, retirado e recolocado numa das árvores da Rua João Antonio Fiore, continua firme no lugar. A Subprefeitura Aricanduva/Carrão respondeu no final da tarde de ontem (26), que seria retirado, mas infelizmente não foi levado pela coleta seletiva de reciclados que passa pelo local às quintas-feiras.     A Climatempo prevê chuvas desde a noite de hoje até segunda-feira, o que leva à fácil conclusão de que diversos mosquitos poderão utilizar o pneu para depositar seus ovos, que como já dissemos, mesmo se a água secar e não eclodirem, aguardarão até um ano para se transformarem em larvas e mosquitos. Cada fêmea pode dar origem a 1.500 (leia a reportagem e veja o vídeo da Fiocruz) e as fêmeas já nascerão com a possibilidade de transmitir a doença. Leia também: Prevenção contra a dengue deve ser feita também nos canteiros de obras do bairro Pneu da Dengue no Tatuapé: atitude merece punição rigorosa ou um rádio Pneu da Dengue volta à árvore, Subprefeitura Aricanduva não responde questões Fiocruz – Dengue: vírus e vetor ‘Força tática’ contra dengue terá até PM de São Paulo A subprefeitura, respondeu novamente no início da tarde de hoje, quando enviamos outra imagem do local. “Foi dada a ordem para retirada no dia de ontem, mas a contratada acabou não fazendo. Está sendo retirado agora à tarde. Até às 16h, ainda não havia sido recolhido. A expectativa é que a coleta domiciliar da noite de hoje possa levá-lo. Enquanto governo, prefeituras, subprefeituras e cidadãos de São Paulo se esforçam para controlar essa epidemia que se alastra pelo estado, até mesmo deslocando equipe para resgatar um pneu, uma minoria insiste em não acatar cuidados mínimos e assumir compromissos com a higiene para evitar que a praga prolifere ainda mais. Segundo dados da Prefeitura de São Paulo e da Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), 85% dos criadouros estão em residências. Especialistas concluem que depois de a expansão das cidades invadirem as matas e atingirem os habitats dos mosquitos, que migraram para os centros urbanos, a única forma de atacá-los é com a...

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