Ferroviários decidem pela greve
jun02
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Greve dos Ferroviários depende do resultado da audiência e assembleia de hoje
jun02
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Metroviários não param, mas marcam manifestação para o Tatuapé
jun11

Metroviários não param, mas marcam manifestação para o Tatuapé

Quarta-feira, 11 de junho de 2014 às 23h40 Em nota, o Sindicato dos Metroviários avisa que não haverá paralisação nesta 5ª feira (12). No entanto, foi aprovada grande campanha pela readmissão dos 42 funcionários e uma manifestação contra a Copa que começará no bairro do Tatuapé, às 10 horas.       Leia a Nota: A assembleia do dia 11 decidiu suspender a greve marcada para o dia 12. Foi votada uma grande campanha nacional e internacional pela readmissão dos 42 companheiros demitidos. A primeira atividade será a realização do ato “Na Copa Vai Ter Luta”. Diversas entidades do movimento sindical, popular e estudantil realizam no dia 12 (quinta-feira), às 10h, um ato contra os gastos com a Copa, que incorporou a luta pela reintegração dos demitidos pelo governo Alckmin. A concentração do ato será na sede do Sindicato (Rua Serra do Japi, 31 Tatuapé). Também por conta da realização da Copa do Mundo, será confeccionado um adesivo em três línguas (português, espanhol e inglês) pela readmissão. Um adesivo para carro também será elaborado. Será feito um manifesto com a adesão de artistas, esportistas, intelectuais e várias personalidades exigindo a reintegração dos companheiros. Ou seja, uma ampla campanha será deflagrada e todos os caminhos serão buscados para que os 42 trabalhadores voltem ao trabalho....

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O esvaziamento da greve dos metroviários
jun10

O esvaziamento da greve dos metroviários

Terça-feira, 10 de junho de 2014 às 8h03 – atualizado às 9h56 Gerson Soares Desde sábado, quando atingiu momentos de tranquilidade e tensão, a greve dos metroviários foi sendo esvaziada. na sexta-feira, o governo já informava que os alguns estavam voltando ao trabalho. No domingo, depois de o TRT-2 ter julgado a paralisação abusiva, a greve praticamente só deixava dúvidas aos milhões de usuários que utilizam o transporte. Praticamente os funcionários esvaziavam a tentativa de conseguir alguns benefícios extravagantes, baseados no aumento do trabalho, se justos ou não, não caberia à população pagar por isso, sendo que na verdade já paga pelos inúmeros benefícios da categoria, que emerge como uma das melhores dentre os brasileiros que padecem no próprio sistema de transportes oferecido pelo governo, que só agora – depois destes sete anos de suplício ouvindo falar da Copa do Mundo que ninguém entendeu porque veio a acontecer num Brasil sem condições de realizá-la – recebe alguma atenção.   No transporte público de São Paulo, trabalhadores, jovens e idosos se amassam como sardinhas em lata – até elas vivem melhor em suas latinhas, mais espaçosas. As mulheres sofrem ainda mais com a falta de pudor e caráter exercida sordidamente por aproveitadores nas lotações, e este assunto gerou diversos tipos de consequências e campanhas contra o assédio contra elas, inclusive dos metroviários que conhecem bem o assunto. Há razão no que alegam, de que o transporte praticamente quadruplicou o número de usuários nos últimos 14 anos com menos funcionários, mas essa abordagem deveria ser interna, feita pela diretoria e o sindicato, a população poderia ser preservada de mais esse transtorno, já que não são poucos os que enfrentam diariamente, no quesito mobilidade urbana e suas parcas opções. Por fim, hoje (10) os grevistas voltam ao trabalho sem nenhuma conquista, conseguiram alguma coisa nos vales de alimentação, mas o aumento proposto foi aceito. Ao Sindicato dos Metroviários coube o saldo de 42 demitidos por justa causa, 500 mil reais de multa, a ira de 5 milhões de usuários. A seu favor, alguns juristas que alegam não ter sido respeitado o direito de greve. Contra si, os metroviários ainda terão a ira das famílias dos demitidos, a penhora dos bens e contas do sindicato para garantir o pagamento da multa e o peso do olhar da sociedade paulistana muito conhecida pela vontade e necessidade que tem de trabalhar, sendo que a greve causou cinco dias de confusão, sob vários aspectos. Ainda ontem recebemos o texto em curto artigo de um advogado que acusa “o governo de não ser bom patrão”. Acrescentamos a isso que também não é bom gestor, guardadas as exceções....

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Metrô: TRT-2 declara greve dos trabalhadores abusiva
jun10

Metrô: TRT-2 declara greve dos trabalhadores abusiva

Terça-feira, 10 de junho de 2014 às 9h52 TRT-2 – Na manhã do último domingo (8), o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região julgou o caso envolvendo o Metrô e os sindicatos dos engenheiros e metroviários. O TRT declarou a abusividade da greve dos trabalhadores e estabeleceu o índice de reajuste salarial para 8,7%. A Seção de Dissídios Coletivos (SDC) também analisou o cumprimento da liminar que previa o funcionamento total do efetivo nos horários de pico, o pagamento da multa arbitrada, a estabilidade dos grevistas, o piso salarial dos engenheiros, entre outros temas. Além disso, caso a greve persista após o julgamento, foi arbitrada multa adicional de R$ 500 mil por dia. A greve foi considerada abusiva por unanimidade. “O direito de greve não pode ser balizado em autoritarismo ou no exercício arbitrário de escolhas subjetivas. Não houve atendimento mínimo à população, gerando grande transtorno, inclusive no âmbito da segurança pública”, resumiu o desembargador Rafael Pugliese, presidente da SDC e relator do caso. O julgamento concluiu pela autorização do desconto pelos dias parados, além de não assegurar a estabilidade dos grevistas. Conforme informa a assessoria do TRT-2, ficou decidido também, que a multa já arbitrada pela desembargadora Rilma Aparecida Hemetério, vice-presidente judicial do TRT-2, permanece em vigor, no valor de R$ 100 mil por dia de paralisação, a ser paga solidariamente pelos sindicatos dos trabalhadores. O montante, que já soma o valor de R$ 400 mil neste domingo, será revertido para o Hospital do Câncer do Estado de São Paulo. Caso os metroviários decidam pela continuidade da greve na assembleia de hoje, serão acrescidos R$ 500 mil por dia. Quanto ao reajuste salarial, o último valor proposto pelo sindicato dos metroviários foi de 12,2%, já o Metrô ofereceu 8,7%. A não concordância de propostas fez com que o TRT-2 analisasse as justificativas das partes e do Ministério Público do Trabalho para, então, decidir: 8,7%. Cabe recurso desse julgamento ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).As reinvindicações dos metroviários também incluíam reajustes em valores de benefícios para a categoria. O colegiado estabeleceu o valor do vale-alimentação mensal para R$ 290,00, mais parcela extra anual; e o vale-refeição diário para R$ 669,16. Outra definição importante do julgamento refere-se ao piso salarial dos engenheiros no valor de R$ 6.154,00. Os temas Participação nos Lucros e Resultados (PLR), jornada de trabalho e plano de carreira continuarão a ser discutidos no Núcleo de Conciliação de Coletivos (NCC), em pauta específica. Assim, os trabalhadores poderão participar de forma mais ativa na solução dos impasses em torno dos assuntos.O julgamento do caso dos metroviários teve revisão do desembargador Davi Meirelles. O órgão colegiado contou com...

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Nota do Metrô
jun10

Nota do Metrô

Terça-feira, 10 de junho de 2014 às 9h47 O Metrô emitiu nota, às 22h30 da noite de ontem, esclarecendo sobre a greve dos metroviários. Metrô esclarece Diante da decisão do Tribunal Regional do Trabalho, o Metrô de SP reafirma sua posição de assegurar o emprego dos trabalhadores que retornarem às suas funções. A greve foi julgada abusiva e, portanto, deve ser definitivamente encerrada. Como tem feito nos últimos dias, o Metrô de SP não poupará esforços para assegurar o direito de ir e vir dos seus 4,6 milhões de passageiros. Nesta segunda-feira, o Metrô iniciou a operação às 4h51 com a abertura da Linha 5 Lilás. Às 5:31 a linha 3 vermelha começou a operar entre as estações Bresser e Santa Cecília. Na sequência foi iniciada a operação da Linha 1 azul, a partir das 6:20, entre as estações Paraíso e Luz. Às 7:46 a linha 2 verde iniciou a operação entre as estações Ana rosa e clínicas. Ao longo do dia, com o retorno ao trabalho dos empregados que haviam aderido ao movimento do sindicato, o Metrô ampliou consideravelmente sua operação. No período da tarde, mais de 50% dos 1044 empregados escalados retomaram a seus postos retomando a operação de 50 das 65 estações do sistema. Linha 1 azul – operação parcial entre Jabaquara e Luz Linha 2 verde – operação integral entre Vila Prudente e Vila Madalena Linha 3 vermelha – operação parcial entre Penha e Marechal Deodoro Linha 4 amarela – operação integral Butantã e Luz (operada pela iniciativa privada) Linha 5 lilás – operação integral entre Capão Redondo e Largo Treze   Leia mais Nota do Sindicato dos Metroviários Nota do Metrô Metrô: TRT-2 declara greve dos trabalhadores abusiva O esvaziamento da greve dos...

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Nota do Sindicato dos Metroviários
jun10

Nota do Sindicato dos Metroviários

Terça-feira, 10 de junho de 2014 às 9h36 Esta é a nota do Sindicato dos Metroviários que pode ser vista hoje no site da categoria: Greve é suspensa. Nova assembleia no dia 11/6. Greve no dia 12/6! A assembleia realizada na noite de segunda-feira (9/6) decidiu pela suspensão da greve. Foi agendada uma nova assembleia para quarta-feira (11/6) com indicativo de greve para quinta-feira (12/6), data do início da Copa do Mundo de Futebol. Estamos em Estado de Greve. Continua a mobilização nas áreas. Vamos fazer a maior assembleia da história da categoria no dia 11. Esse deve ser o desafio do metroviário! Queremos negociar a volta dos metroviários demitidos. Ninguém vai ficar para trás. Todos na assembleia quarta-feira, dia 11/6, às 18h30, no Sindicato.       Leia mais Nota do Sindicato dos Metroviários Nota do Metrô Metrô: TRT-2 declara greve dos trabalhadores abusiva O esvaziamento da greve dos...

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Metroviários continuam em greve e população sofre
jun06

Metroviários continuam em greve e população sofre

6 de junho de 2014 às 6h55 – atualizado às 7h31 Audiência no TRT-2 termina sem acordo, mas Desembargadora determina contingente mínimo de funcionamento e marca nova audiência entre as partes. SECOM – TRT-2 Edição final – Alô São Paulo Terminou sem acordo a audiência entre metroviários e o Metrô de São Paulo, realizada na tarde desta quinta-feira (05), no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região. Conduzida pela desembargadora Rilma Aparecida Hemetério, vice-presidente judicial do TRT-2, a audiência teve duração de duas horas e meia e, após intensa discussão, os trabalhadores não aceitaram a proposta de reajuste de 8,7%, mantida pelo Metrô. O reajuste pretendido pela categoria dos metroviários baixou para 12,2%. Dentre os assuntos discutidos, os principais foram o reajuste salarial, o plano de carreiras, os valores do vale-alimentação e vale-refeição, a jornada de trabalho e o piso salarial dos engenheiros. As negociações continuarão para definir tais pontos. Além disso, os sindicatos dos metroviários propuseram o desconto de um dia de trabalho com as catracas liberadas, ideia rejeitada pelo Metrô, que alegou não poder renunciar a recurso público – receita diária de R$ 5,5 milhões. Outra novidade apresentada na reunião foi a oferta do Metrô em estender o auxílio-creche para os trabalhadores homens que têm filhos. A empresa também assegurou o adicional de risco de vida imediato para os bilheteiros e o reenquadramento dos cargos. Alguns pontos de discussão com maior desdobramento, como o plano de carreira e a jornada de trabalho, poderão ser discutidos em encontros posteriores no Núcleo de Conciliação de Coletivos. Nesta quinta-feira, o Metrô ajuizou dois novos dissídios coletivos no TRT-2, um de greve e o outro econômico. Dessa forma, foi concedido o prazo de 24 horas para os sindicatos dos trabalhadores se manifestarem. O julgamento do dissídio está previsto para esta sexta-feira, às 14h30, sob a condução da Seção de Dissídios Coletivos, presidida pelo desembargador Rafael Pugliese, que será o relator do caso. Na ocasião, serão decididas as questões relacionadas à greve (abusividade e descontos) e econômicas (reajuste salarial e outros). O TRT-2 já havia concedido liminar que determina a manutenção de 100% de funcionamento do Metrô nos horários de pico (6h às 9h e 16h às 19h) e 70% nos demais horários, sob pena de multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento e esta foi mantida. Segundo informou o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, a categoria aderiu quase totalmente à greve e quem está operando as linhas é o pessoal de contingência do próprio Metrô. A proposta de catracas abertas enquanto a decisão judicial não é apontada foi rejeitada. Questionado, sobre a própria população estar sofrendo com a paralisação...

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Engenheiros e arquitetos mantêm greve na Prefeitura de SP
jun05

Engenheiros e arquitetos mantêm greve na Prefeitura de SP

5 de junho de 2014 às 17h50 – atualizado às 20h06 Deborah Moreira – SEESP Mais uma vez, com o auditório lotado, no Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), engenheiros e arquitetos da Prefeitura de São Paulo votaram pela manutenção da greve das categorias, que completa oito dias nesta quarta-feira (4/6). Para comportar a todos, foi necessário instalar caixas de som no andar térreo para que os que não conseguiram entrar pudessem acompanhar. Pouco antes da assembleia, o Executivo chamou representantes dos trabalhadores em reunião que, apesar de retomar a negociação, não ofereceu nenhuma nova proposta salarial. Entre as próximas ações definidas estão um protesto no vão livre do Masp, na quinta-feira (5), com concentração a partir das 10h; e uma nova reunião às 10h, na sexta (6), na sede do SEESP. A próxima assembleia da categoria está marcada para a quarta-feira (11), véspera da abertura da Copa do Mundo. “Quero ver cada companheiro aqui levar pelo menos mais um no ato desta quinta”, pediu o engenheiro Sérgio Souza, delegado sindical do SEESP na prefeitura. “Está rejeitado o projeto de lei nesses moldes e devemos também ficar de olho em outras duas instâncias que discutem atualmente o nosso plano de carreira e salário: no Supremo Tribunal Federal (SFT) e no Senado. Se essas instâncias acenarem positivamente já temos mais instrumentos para lutar”, lembrou o engenheiro João D’Amaro, vice-presidente da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos Municipais de São Paulo (Seam). Segundo a comissão de servidores recebida pelos representantes da prefeitura, será enviada até sexta-feira para os trabalhadores o projeto de lei (PL) que propõe uma reestruturação de carreiras, divididas em quatro faixas de analistas do município, que iguala diversas categorias em um mesmo nível salarial com remuneração a partir de subsídios que, de acordo com os servidores, só beneficiam engenheiros e arquitetos em início de carreira (quase 40% da categoria). Os cerca de 500 servidores presentes à assembleia, que representam um terço do quadro total do município, além de rejeitarem o PL nesses moldes, aceitaram fortalecer os grupos técnicos de estudos, formados nesta semana dentro do movimento grevista, para formular novas propostas para a reestruturação da carreira. Nos próximos dias os grupos deverão se reunir para aprofundar o trabalho. A decisão foi feita após a chegada de um outro grupo, vindo de uma reunião da Comissão de Administração Pública da Câmara Municipal onde formalizou o pedido de criação de um grupo de estudo na comissão para analisar a política salarial e estruturas das carreiras dos servidores. Na terça-feira (3), os servidores estiveram no Colégio de Líderes pela terceira vez. Na ocasião, o presidente da Câmara, José...

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Metroviários x Metrô = Greve
jun05

Metroviários x Metrô = Greve

5 de junho de 2014 às 16h30   Decididos pela greve, os metroviários pararam à 0h desta quinta-feira, por tempo indeterminado. Segundo o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, o Metrô ofereceu apenas 8,7% de reajuste em audiência nesta quarta-feira (4), no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) e após várias negociações com a companhia e o governo estadual, a assembleia dos metroviários realizada no dia 4/6 confirmou a greve. Uma nova assembleia está marcada para as 17h, na sede do sindicato no Tatuapé, a fim de avaliar o movimento. A assembleia acontecerá após a audiência de conciliação entre o sindicato e o Metrô, agendada para as 15h30 de hoje no Tribunal Regional do Trabalho. Vejas as reivindicações dos metroviários: – 35,47% de reajuste (7,95% de Inflação + 25,5% de aumento real); – Reajuste de 13,25% para o vale refeição (VR); – Vale alimentação (VA) de R$ 379,80 (atual é R$ 247,69); – Plano de carreira para as gerências de Manutenção (GMT*) e Operação (GOP); – Metrus Saúde para aposentados; – Reposição do quadro de funcionários; – Participação nos resultados (PR) igualitária; – Além das principais reivindicações dos cargos ligados à operação (OTMs 1) estação, dos agentes de segurança (ASMs 1), dos OTMs 2 e 3 tráfego, dos serralheiros e pintores, dos oficiais de instalação, dos técnicos, do pessoal dos cargos de gerência (GLG), da obra e da administração. A depredação da estação Itaquera foi uma das consequências da greve. Por volta das 7h30 desta manhã, a Radial Leste se transformou num imenso estacionamento de carros, praticamente parada com alguns pontos de avanço. A greve deixa milhões de pessoas sem saber como fazer para ir e vir na cidade. O metrô transporta 4,8 milhões de pessoas diariamente. Neste momento acontece a reunião conciliatória no TRT-2. Segundo o Metrô, a empresa deve pedir ilegalidade da greve. O governador Geraldo Alckmin considera a greve abusiva e política. Conforme o último boletim da secretaria de Transportes Metropolitanos, às 11h, o metrô opera parcialmente com as seguintes linhas: Linha 1 – Azul: de Luz a Ana Rosa; Linha 2 – Verde: de Ana Rosa a Vila Madalena; Linha 3 – Vermelha: de M.Deodoro a Bresser; Linha 4 -Amarela (Via Quatro): toda a linha; Linha 5 – Lilás: toda a...

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CET e Sindiviários não entram em acordo = Greve
jun05

CET e Sindiviários não entram em acordo = Greve

5 de junho de 2014 às 15h39   Leia as notas da CET sobre a greve dos sindiviários e a suspensão do rodízio, divulgadas na noite desta quarta-feira (4). Nota à imprensa – Greve A Companhia de Engenharia de Tráfego informa que começou a operar um plano de contingência na cidade para minimizar os efeitos da greve de funcionários deflagrada na noite desta quarta-feira, 04. Haverá remanejamento da equipe para reforçar o efetivo em campo conforme a dimensão e consequência do impacto do movimento na operação do trânsito. Causa estranheza a decisão tomada, pois a CET realizou uma série de reuniões com o Sindiviários, mas infelizmente, a entidade recusou a proposta apresentada e aceita pela direção do sindicato. Suspensão do Rodízio Municipal de Veículos nesta quinta-feira, dia 05 A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informa que o Rodízio Municipal de Veículos será suspenso nesta quinta-feira (05), placas finais 7 e 8, em função da confirmação de paralisação dos metroviários decidida em assembleia da categoria na noite de hoje.   Sindiviários Apesar da estranheza da CET, o Sindiviários – órgão ligado à CUT – divulgou em maio que haveria uma paralisação de 24 horas da categoria entre os dias 2 e 6 de junho, em função de sentirem-se ofendidos pela proposta patronal. Ainda, segundo o sindicato, no dia 9 deste mês, a categoria poderá entrar em greve geral. A pauta de reivindicações da categoria é uma lista com 33 itens. Veja algumas deles: – 6,53% reajuste salarial; – 5,5% aumento real; – 5,0% aplicado no PCCS*, sendo 3,5% no processo de certificação e 1,5% na progressão por antiguidade; – Avaliação e revisão do Plano PCCS*; – R$ 4.200,00 de PPR** para 2015; – Vale Refeição: R$660,00; – Vale Alimentação: R$600,00 + 13º vale; – Auxílio Educação: R$ 725,00; – Auxílio Ensino Especial: R$1450,00. *Plano de cargos, carreiras e salários. **Programa de participação nos...

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Greve é o grande negócio da Copa 2014
jun05

Greve é o grande negócio da Copa 2014

05 de junho de 2014 às 12h03 Gerson Soares Qual greve você gostaria de fazer? São muitas opções. Escolha a sua, pois está revelado o grande negócio da Copa 2014: Fazer greve. Em São Paulo, os metroviários pleiteiam 35,47% de reajuste (7,95% de Inflação + 25,5% de Aumento Real), fora todos os outros benefícios que a categoria exige. O salário de um gerente do Metrô é de 21,5 mil reais, o de um coordenador 12,7 mil e a média da categoria fica em 4,5 mil. Nada mal para um país aonde o salário mínimo não chega a 800. As conquistas das categorias e a capacitação levam aos salários que podem traduzir conforto, uma vida digna e o direito à greve deve ser respeitado para melhorá-los. Os rodoviários já fizeram a deles e espalharam o terror pela cidade, hoje é a vez também dos agentes da CET. Aqui são três movimentos que afetam os transportes públicos. Mas já houve a greve dos professores municipais. A categoria conseguiu 15% de aumento aproximadamente, que só serão incorporados totalmente aos salários daqui a dois anos. Afirmamos mais uma vez que as greves são legítimas, mas a realidade é saber como as aulas serão repostas e se as crianças irão pagar o preço, afastando-se cada vez mais do saber. Digamos que uma greve de verdade, seria aquela em que todos parariam, São Paulo iria parar, o Brasil inteiro poderia aderir e teríamos uma verdadeira greve. Daí então, uma pauta de reivindicações. Seriam tantas que um livro deveria ser escrito, e teoricamente já foi. Pelo menos tentaram escrevê-lo da melhor forma: é a Constituição. Ali deveria estar descrito com poucas palavras e leis, algo que todos pudessem entender e então cumprir. Se isso fosse feito, talvez as greves isoladas em busca de interesses desta ou daquela categoria, nem precisassem ser deflagradas, a vida seria normal – com seus percalços e sucessos. Todos acordariam para viver mais um dia, podendo ir ao trabalho, às escolas, ser um idoso e chegar à consulta através do Metrô. Se a ideia das paralisações contra a Copa Mundial é causar o caos, esse objetivo está sendo conseguido, mas não atingirá o alvo, se ele for a morbidez da governança, especialista em tapar buracos e apagar fogueiras, como os que surgem a cada manifestação isolada. Que nos perdoem os governantes sérios pela generalização, a depuração ainda deve ser longa até que a política passe a ser mais benéfica e afaste as ervas daninhas deste jardim chamado Brasil, onde há esperança. Logo, a Copa vai passar, a vergonha de um país que não estava preparado para sediá-la vai ficar, com ou sem...

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Greve dos motoristas e cobradores foi julgada abusiva pelo TRT
maio23

Greve dos motoristas e cobradores foi julgada abusiva pelo TRT

Atualizado 26/05/2014 às 19h32 O TRT-2 julgou abusiva a greve deflagrada na semana passada e condenou os sindicatos a pagarem 100 mil reais de multa cada. Os grevistas ainda terão de compensar as horas que ficaram parados. Leia amanhã, a reportagem completa.   TRT-2 realiza audiências entre as partes. Na tarde de ontem, em audiência presidida pela vice-presidente judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), desembargadora Rilma Aparecida Hemetério, foram reunidos o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (ETUSP) e o Sindicado dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo SMTU. O objetivo foi a conciliação entre as partes e a emissão de instrução do tribunal.   Segundo a assessoria de comunicação do TRT-2, durante uma hora e meia, a desembargadora Rilma, dialogou com as partes para compreender as ocorrências dos últimos dois dias. Os sindicatos relataram que, após meses de discussão, chegaram a um acordo, formalizado em convenção coletiva e aprovado em assembleia da categoria, na última segunda-feira (19). No entanto, uma parcela dissidente iniciou uma paralisação parcial. Ambos os sindicatos argumentaram que os termos acordados em convenção coletiva não estavam em pauta na audiência e que deverão ser mantidos. Diante do exposto, foi concedido prazo de 24 horas, que termina na tarde de hoje (23), para manifestação do sindicato patronal quanto à defesa dos representantes dos trabalhadores, apresentada na tarde desta quinta. A desembargadora Ivani Bramante foi sorteada como relatora do processo. Abusividade O Ministério Público do Trabalho, que participou da audiência, manifestou-se a favor da declaração de abusividade da greve – assim como a própria sociedade que se manifesta diariamente –, e requereu o desconto dos dias parados, bem como a fixação de indenização, correspondente aos dias de paralisação, a título de dano moral coletivo. A liminar concedida na noite de quarta-feira (21), que determina a manutenção da atividade de 75% do total de linhas, sob pena de multa diária, foi mantida. O valor da multa, bem como a apreciação da legalidade da greve serão julgadas pelo Tribunal após a redação do voto do desembargador-relator. Puxão de orelha Durante a audiência, a desembargadora Rilma enfatizou que as pessoas têm o direito de se locomover e perguntou aos representantes dos sindicatos se eles haviam tomado todas as providências antes da greve, “que causou transtornos”. A desembargadora referia-se ao aviso com antecedência de 72 horas antes da paralização e a manutenção de parte dos serviços de transportes. Um dos sindicalistas tentou dar uma desculpa à indagação da desembargadora. “Vocês não fizeram isso”, retrucou. O julgamento sobre a legalidade da greve e as possíveis multas a serem...

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Prefeitura notifica sindicatos e faz parceria com PM para garantir regularidade do transporte público
maio21

Prefeitura notifica sindicatos e faz parceria com PM para garantir regularidade do transporte público

Ministério Público abriu inquérito policial para apurar responsabilidades dos transtornos causados na cidade devido à paralisação de motoristas e cobradores. 20h39 | Da Secretaria Executiva de Comunicação da PMSP O prefeito Fernando Haddad informou em entrevista coletiva na noite desta quarta-feira (21) que a SPTrans (São Paulo Transporte) enviou uma notificação ao Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário e Urbano e ao SPUrbanuss (Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo) exigindo que adotem medidas “imediatas e efetivas” para garantir o serviço de transporte público coletivo na cidade. Além das notificações, a SPTrans e a Polícia Militar passam a atuar juntas para garantir a regularidade do serviço público. O Ministério Público do Estado também abriu inquérito para apurar as responsabilidades dos transtornos. As ações têm início imediato.   “A prefeitura está absolutamente em dia com os seus contratos e tem que exigir, em nome da população, o cumprimento das obrigações da contraparte, empregados e empregadores. É isso que nós fizemos, nós notificamos os dois sindicatos para cumprirem as suas obrigações frente à Prefeitura para que o povo, que é representado nessa relação pela Prefeitura, não venha ser penalizado”, afirmou Fernando Haddad. Durante o dia de hoje foram feitas várias reuniões para soluções desse conflito, que atinge mais de 1 milhão de pessoas. “Depois de tudo que se apurou, é um conflito interno ao sindicato. Não é um conflito que envolve as empresas que fizeram as propostas e nem a Prefeitura, que cumpre diligentemente com as suas obrigações em relação ao sistema”, ressaltou Haddad. “Nós não vamos aceitar sabotagens de quem quer que seja na cidade de São Paulo. Nós vamos ser firmes no sentido de fazer com que o serviço seja prestado, porque a Prefeitura está cumprindo a sua parte, a população está pagando os seus impostos, pagando a passagem e ela quer e merece um transporte na cidade de São Paulo com qualidade”, afirmou o secretário municipal dos Transportes, Jilmar Tatto. Notificações Na notificação, Jilmar Tatto pede que o sindicato dos trabalhadores, como representante legal da categoria, adote medidas para acabar com a paralisação dos motoristas e cobradores das empresas. Caso os ônibus não voltem a circular, Tatto diz no documento que serão adotadas todas as medidas cíveis e penais para responsabilizar os diretores, inclusive pelos prejuízos decorrentes da omissão. Já ao sindicato patronal, Tatto pede que as empresas concessionárias do serviço de transporte cumpram “integralmente” os termos previstos nos contratos de concessão firmados com o município e colocem em operação a frota pré-estabelecida. O secretário também ressalta a possibilidade de responsabilizar civil e penalmente os diretores do sindicato por omissão. “Na...

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Prefeito considera paralisação do transporte injustificável e inadmissível
maio21

Prefeito considera paralisação do transporte injustificável e inadmissível

Prefeitura pedirá providências ao Ministério Público Estadual (MPE) para que puna os responsáveis pelos atos de paralisação do transporte coletivo desta terça-feira (20). Em entrevista coletiva no início da noite desta terça-feira (20), o prefeito Fernando Haddad classificou como injustificável e inadmissível o ato de paralisação do transporte coletivo municipal que prejudicou a população desde o início da manhã até a noite de hoje. As paralisações dos ônibus não foram organizadas pela diretoria do Sindicato dos Motoristas de São Paulo e contrariou uma decisão tomada coletivamente em assembleia da categoria, na noite de segunda-feira (19), quando foi aprovada proposta de reajuste 10% no salário, além de inclusão de direitos como insalubridade e aposentadoria especial. A administração municipal está investigando junto as empresas e sindicato quem poderia ter organizado os atos e acionará o Ministério Público Estadual (MPE) para que tome providências e puna os responsáveis pela paralisação que prejudicou os usuários. A Secretaria Municipal de Transportes estima que o ato tenha prejudicado, em alguns momentos, cerca de 230 mil pessoas e atingiu 14 terminais urbanos. “Foi uma penalização para a população que foi injustificável e inadmissível. Somos todos trabalhadores. Como é que se toma uma atitude dessas sem sequer anunciar quem você é e qual sua motivação para tomar uma atitude tão radical como essa? Ainda mais contrariando a direção do sindicato, o que ainda é mais incomum”, disse Haddad. Para tentar amenizar os impactos da paralisação, o rodízio municipal de veículos foi suspenso no fim da tarde desta terça-feira (20), o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (PAESE) foi acionado e guinchos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) estão retirando os veículos das vias. “Esse tipo de atitude não tem precedentes na cidade de São Paulo. Já houve caso semelhante, mas era fácil identificar a motivação e a autoria. Nesse caso, a motivação não está clara e a autoria tão pouca. É muito incomum o que está acontecendo”, afirmou o prefeito. De acordo com o secretário Jilmar Tatto (Transportes), a CET e a SPTrans irão preparar um material com toda documentação e informações colhidas sobre o ato para instruir o processo e enviar para o Ministério Público. “Estamos verificando o ponto de vista jurídico e se esse tipo de ação tem envolvimento de parte do sindicato, o que tudo indica que tem, que é um problema de divergência política dentro da entidade e que agiram e extrapolaram as funções do próprio sindicato. Também poderá ser tomada medidas em relação a isso e em alguns casos até do ponto de vista penal”, afirmou Tatto. As polícias Civil Estadual e Federal também serão acionadas pela Prefeitura...

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