A política indigenista e o malogrado projeto de aldeamento indígena do século XIX
jun30

A política indigenista e o malogrado projeto de aldeamento indígena do século XIX

O século XIX foi palco da primeira política indigenista do Estado brasileiro, apesar de falta de relatos sobre os índios nesse século. O fenômeno é o objeto do livro Terra de índio: imagens em aldeamentos do Império, de Marta Amoroso, publicado com o apoio da FAPESP.

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A Legião Negra na Revolução Constitucionalista
maio13

A Legião Negra na Revolução Constitucionalista

Por volta desta data, há 84 anos, São Paulo fervia com a opressão do governo Vargas e exigiu uma nova Constituição. Hoje, quando o país inteiro já decorou a palavra e percebeu a importância do “livrinho”, vale recordar um pouco da história do Estado onde a liberdade encontrou ferrenhos detratores e os heróis escreveram histórias de bravura para que a Justiça prevalecesse, dentre eles a Legião Negra, um episódio à parte da guerra...

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Data comemorativa da abolição da escravatura no Brasil coincide com impeachment
maio13

Data comemorativa da abolição da escravatura no Brasil coincide com impeachment

No dia 13 de maio de 1888, era promulgada a Lei Áurea pela princesa Isabel e com esse ato a extinção da escravatura; 128 anos depois, o Brasil moreno,  que engloba tantas outras raças, se encontra livre de uma grande opressão.

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Quem foi Luiz Gama?
maio13

Quem foi Luiz Gama?

Luiz Gonzaga Pinto da Gama nasceu no dia 21 de junho de 1830, no estado da Bahia. Era filho de um fidalgo português e de Luiza Mahin, negra livre que participou de diversas insurreições de escravos.

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A trajetória do pensamento católico no Brasil
fev02

A trajetória do pensamento católico no Brasil

Apesar de persistente declínio numérico ao longo das últimas décadas, o catolicismo ainda é a religião majoritária no Brasil. Segundo dados do Censo de 2010, o último realizado, havia, na população da época, 64,6% de católicos apostólicos romanos; 22,2% de evangélicos (não pentecostais ou pentecostais); 2% de espíritas; 0,7% de testemunhas de Jeová; e 0,3% de umbandistas e candomblecistas, para mencionar apenas os cinco segmentos religiosos com maior expressão quantitativa. No mesmo levantamento, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 8% dos entrevistados declararam-se “sem...

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Representações da Guerra do Paraguai são inscritas na UNESCO
out16

Representações da Guerra do Paraguai são inscritas na UNESCO

Registro da Memória do Mundo tem 47 novos acervos inscritos e conta agora com 348 documentos e coleções de documentos provenientes de todos os continentes e salvaguardados em vários tipos de material: de pedras a celuloide, pergaminhos e gravações sonoras.

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Finep apoia portal que resgata memória fotográfica brasileira
jun17
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Ora pois, uma língua bem brasileira
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Dia da Abolição da Escravatura, não é comemorado pelos movimentos negros
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Arquivo Público inaugura exposição sobre período colonial em São Paulo
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Há 30 anos poder voltava aos civis no Brasil com eleições indiretas
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Hino da Independência
set07
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Independência do Brasil
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Imperador D. Pedro II
jun02

Imperador D. Pedro II

02/06/2014 – 20h Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga. Hoje um exagero, mas à sua época este é o nome completo do Imperador Dom Pedro II, alcunhado o Magnânimo, foi o segundo e último monarca do Império do Brasil, tendo reinado o país durante um período de 58 anos. Nascido no Rio de Janeiro, no dia 2 de dezembro de 1825, foi o filho mais novo do Imperador Dom Pedro I do Brasil e da Imperatriz Dona Maria Leopoldina de Áustria e, portanto, membro do ramo brasileiro da Casa de Bragança. A abrupta abdicação do pai e sua viagem para a Europa tornaram Pedro imperador com apenas cinco anos, resultando em uma infância e adolescência tristes e solitárias. Obrigado a passar a maior parte do seu tempo estudando em preparação para imperar, ele conheceu momentos breves de alegria e poucos amigos de sua idade. Suas experiências com intrigas palacianas e disputas políticas durante este período tiveram grande impacto na formação de seu caráter. Pedro II cresceu para se tornar um homem com forte senso de dever e devoção ao seu país e seu povo. Por outro lado, ele ressentiu-se cada vez mais de seu papel como monarca. Herdando um Império no limiar da desintegração, Pedro II transformou o Brasil numa potência emergente na arena internacional. A nação cresceu para distinguir-se de seus vizinhos hispano-americanos devido a sua estabilidade política, a liberdade de expressão zelosamente defendida, respeito aos direitos civis, a seu crescimento econômico vibrante e especialmente por sua forma de governo: uma funcional monarquia parlamentar constitucional. O Brasil também foi vitorioso em três conflitos internacionais (a Guerra do Prata, a Guerra do Uruguai e a Guerra do Paraguai) sob seu reinado, assim como prevaleceu em outras disputas internacionais e tensões domésticas. Pedro II impôs com firmeza a abolição da escravidão apesar da oposição poderosa de interesses políticos e econômicos. Um erudito, o Imperador estabeleceu uma reputação como um vigoroso patrocinador do conhecimento, cultura e ciências. A ele devemos o advento da fotografia e outros inúmeros avanços. Ganhou o respeito e admiração de estudiosos como Graham Bell, Charles Darwin, Victor Hugo e Friedrich Nietzsche, e foi amigo de Richard Wagner, Louis Pasteur e Henry Wadsworth Longfellow, dentre outros. Apesar de não haver desejo por uma mudança na forma de governo da maior parte dos brasileiros, o Imperador foi retirado do poder num súbito golpe de Estado que não tinha maior apoio fora de um pequeno grupo de líderes militares que desejavam uma república governada por um ditador. Pedro II havia se cansado da posição de Imperador e se tornado desiludido...

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mar21
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