Representações da Guerra do Paraguai são inscritas na UNESCO
out16

Representações da Guerra do Paraguai são inscritas na UNESCO

Registro da Memória do Mundo tem 47 novos acervos inscritos e conta agora com 348 documentos e coleções de documentos provenientes de todos os continentes e salvaguardados em vários tipos de material: de pedras a celuloide, pergaminhos e gravações sonoras.

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Diário de Anne Frank
set19

Diário de Anne Frank

O Diário de Anne Frank foi escrito entre 12 de junho de 1942 e 1º de agosto de 1944, durante a Segunda Guerra Mundial. Escondida com sua família e outros judeus em Amsterdã, durante a ocupação nazista nos Países Baixos, Anne Frank, com treze anos de idade, conta em seu diário a vida desse grupo de pessoas.

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Miep Gies e o tempo com Anne Frank
set19

Miep Gies e o tempo com Anne Frank

Hermine “Miep” Santrouschitz-Gies (15 de Fevereiro de 1909 – 11 de Janeiro de 2010) foi uma amiga de Anne Frank, que lhe guardou o diário durante a Segunda Guerra Mundial.

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Pesquisa ajuda a desfazer equívocos historiográficos sobre as antigas cidades gregas
mar31

Pesquisa ajuda a desfazer equívocos historiográficos sobre as antigas cidades gregas

Terça-feira, 31 de março de 2015, às 16h59   Assista o vídeo da entrevista concedida à Agência FAPESP, pela professora Maria Beatriz Borba Florenzano, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, que fala sobre os projetos de pesquisa que contribuem para reescrever a história da Grécia antiga.

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Platão e Aristóteles são temas de estudo na USP
set24
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Hino da Independência
set07
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Independência do Brasil
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História do roubo na Idade Média
ago21

História do roubo na Idade Média

Quinta-feira, 21 de agosto de 2014 às 19h39 Estudo sobre o roubo na Idade Média ajuda a compreender as relações sociais do período Por Diego Freire Agência FAPESP – O livro Uma história do roubo na Idade Média, de Marcelo Cândido da Silva, professor de História Medieval da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), resgata registros sobre o crime em diversas situações durante a Alta Idade Média, período entre a queda do Império Romano do Ocidente e o ano 1000, para entender as relações sociais da época. Publicada com apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Publicações, a obra teve como fontes a legislação real do período, textos canônicos, testamentos e hagiografias – tipo de biografia sobre a vida de santos católicos –, entre outros documentos. “Os registros são poucos, se comparados aos de outros períodos da Idade Média, mas revelam muitas especificidades das sociedades de então”, disse o autor à Agência FAPESP. O objetivo é elucidar, por meio do estudo das percepções do roubo no período, os processos medievais de construção das relações sociais. “As disputas em torno dos bens são um aspecto pouco estudado da natureza do poder na Idade Média. Além do mais, as normas de combate ao roubo reforçam e explicitam as hierarquias sociais, na medida em que a intensidade da punição era resultado do status da vítima e não do valor do bem roubado”, explicou Cândido da Silva. De acordo com o livro, as penas serviam para proteger e de alguma forma restaurar a honra e a dignidade de quem era roubado. “O valor dos bens não tinha uma importância central. A penalidade era maior na medida em que a vítima era de uma categoria social mais elevada. Trata-se de uma legislação que tem o objetivo de preservar e proteger a honra e a dignidade de um estatuto social”, observou o autor. O vocabulário dos documentos analisados reforça esse aspecto. “Os textos preocupam-se muito em destacar o roubo como um ataque à honra, não aos bens ou à propriedade.” Isso ajudaria a entender características das sociedades feudais iniciais. “Nelas não existe uma contabilidade racional em torno da definição do valor das coisas. Claro que isso tinha importância, mas ficava em segundo plano diante do valor dos estatutos sociais.” O roubo é tratado como um dos crimes mais severamente punidos nas antigas leis. A resolução dos conflitos também ocorria à margem dos tribunais, pela faida – a vingança familiar. A violência medieval Na primeira parte do livro, o autor apresenta um panorama das mais recentes percepções dos historiadores sobre o papel das normas na construção...

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Torre Eiffel
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Entrevista com o padre Yesnig Guzelian
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Taj Mahal: Amor que moveu montanhas
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São Francisco de Assis
out07

São Francisco de Assis

No dia 4 de Outubro, o mundo celebrou Francisco de Assis. Seu nome foi lembrado também pelo atual Papa Francisco que visitou a cidade italiana onde o Irmão Sol nasceu; Assisi na região da Úmbria em Perugia. No Tatuapé, o Colégio São Francisco de Assis completou 75 anos de fundação com festa neste final de semana, realização das Franciscanas da Ação Pastoral – FAP. Por toda parte, a obra da personalidade mais importante do milênio se espalha, iluminando os caminhos das criaturas pelas quais viveu. Francisco de Assis O Irmão de todas as criaturas Ninguém pode duvidar que São Francisco de Assis é o santo mais universalmente conhecido e amado por todas as pessoas e religiões. Diante dele, homens e mulheres, católicos ou não, o reconhecem como um homem feliz, irmão de todas as criaturas de Deus. Francisco nasceu em 1182 em Assisi, Italia, no século XIII. Era filho de Pedro Bernadone e de Dona Pica. O pai era rico, ambicioso e apegado às riquezas materiais. Queria fazer de Francisco um homem famoso, ensinando-lhe a viver no luxo e a gastar muito dinheiro nas festas. A mãe era piedosa e humilde. Ensinou ao filho o amor a Deus e a generosidade para com os pobres. No início de sua vida, Francisco mostrava claramente o que herdara do pai: a ambição de ser grande, famoso e rico. E da mãe a bondade e a educação para com todas as pessoas. Tinha um gênio alegre e expansivo. Era o líder das festas da juventude. Onde ele estava havia alegria, por isso tinha muitos amigos e era estimado por todos. Sonhava com grandes ideais, sendo tão logo despertado para abraçar uma vocação. Foi combater na guerra, mas experimentou o fracasso em vez do sucesso. Foi preso e adoeceu. Na prisão pensou muito sobre sua vida. Sentiu que Deus precisava de sua força, de seu entusiasmo e coragem para a pregação do Evangelho no mundo. A partir de então Francisco opta pelo seguimento de Jesus através de uma vida de pobreza e de serviço aos irmãos. Veste um hábito simples e abandona todas as riquezas da casa paterna. Começa um movimento profético dentro da Igreja que questiona todas as formas de luxo e prepotência. Não queria mais ser dominador, mas servo de todos, especialmente dos mais pobres. Francisco sabia que era possível devolver a alegria à humanidade somente por um caminho: o do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Pela oração e penitência, a cada dia ele tinha mais certeza de que o Senhor o chamava. O amor sabia vencer todos os obstáculos e dificuldades. Em pouco tempo, muitos dos seus amigos,...

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Glastonbury: Histórias e lendas
set26

Glastonbury: Histórias e lendas

Publicado em 26 de setembro de 2013 Alquimia, lendas, história e ciência se misturam aos mistérios da antiguidade, como por exemplo, em Glastonbury condado de Somerset – Inglaterra, onde supostamente teriam sido sepultados o rei Arthur e a rainha Guinevere. Para esse local sir Lancelot se retirara em penitência pela morte de Arthur. E assim se propagam as Lendas Arturianas. Muito antes desses episódios, diz a lenda que José de Arimatéia teria chegado a Glastonbury com o Santo Graal, taça usada na última ceia entre Jesus e os apóstolos, a aproximadamente 30 anos após a crucificação e que ali teria sido construída a primeira igreja britânica para guardá-lo. Porém, os historiadores atribuem a origem dessa lenda à Idade Média, época em que relíquias religiosas e peregrinações eram negócios lucrativos para as abadias, no caso a abadia Lady Chapel. Nela teriam sido encontrados em 1.191 os corpos do rei e sua rainha. Verdades ou lendas, a realidade da Arqueologia e as peregrinações às ruínas da Abadia Lady Chapel, Chalice Well ou ao Tor em Glastonbury, mostram que existe naquela localidade uma energia diferente. A maioria dos historiadores e pesquisadores como o brasileiro Giuliano José Forniarini, relatam que a abadia foi erguida por José de Arimatéia, membro do Sinédrio “homem rico, bom e justo (Jo 19:18)”, que foi contrário à sentença de morte para Jesus. Após conseguir sepultar o corpo de Cristo, Arimatéia não é mais mencionado na Bíblia. Ele teria viajado para a Bretanha (Britania) depois de livrar-se da prisão, devido a sua própria influência de negociante junto aos romanos. Conforme os historiadores, a possível data de fundação da igreja é o ano 37 d.C., a primeira do Ocidente. Ao local, peregrinos chegam em busca de energias renovadoras e os Celtas também acreditavam existir nesse lugar uma das portas de acesso ao outro mundo, assim como atribuíam-lhe a localização da mística e misteriosa Ilha de Avalon. “A herança espiritual de Glastonbury é incomparável e rica de uma mitologia insuperável, de grande misticismo, que pode nos transportar a planos superiores, pois segundo a lenda, foi o local em que o essênio José de Arimatéia depositou o Graal”, escreveu H. Gerenstadt, escritora que se dedica aos estudos enigmáticos das Lendas Arturianas. Além das ruínas da abadia, a Tor (ou colina, no antigo idioma gaélico, a linguagem dos povos célticos) também é outro ponto de peregrinação. Existem túneis e cavernas no interior da Tor, com estalactites formadas pelas correntes de água que fluem sem parar. Esse manacial é conhecido como White Spring. Mas existe outro manacial tão interessante quanto este no local, chamado Chalice Well, onde se afirma estar depositado o Graal. A...

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