Fiocruz lança no YouTube o programa BiblioDiversidade
abr30
Leia mais
Baseado em relatos pessoais, livro resgata história da imigração judaica no Brasil
abr25
Leia mais
Psicóloga do Tatuapé assina artigo em “A Voz na Experiência Psicanalítica”
abr15
Leia mais
A Teoria de Tudo descreve o convívio com o gênio, por Jane Hawking
abr06
Leia mais
Os cavaleiros de Vigha Bhore: aventura, coragem e amor entre magos e bruxos
mar15
Leia mais
Clássicos Acessíveis: reviva as aventuras inesquecíveis dos contos de fadas
mar14

Clássicos Acessíveis: reviva as aventuras inesquecíveis dos contos de fadas

Sábado, 14 de março de 2015, às 17h10   Inclusão nos Contos de Fadas: Em comemoração aos 69 anos, Fundação Dorina lança Rapunzel, Branca de Neve, Os três Porquinhos e outros títulos tradicionais em versão para crianças com deficiência visual. “Era uma vez” e “foram felizes para sempre” são frases que sempre atraíram o público infantil, e a magia é mesmo esta! A novidade é que esses famosos bordões estarão em 10 títulos infantis que poderão ser lidos por pessoas com deficiência visual, seus familiares, amigos e professores. Não são apenas as crianças que vão se encantar com os heróis, vilões e mocinhas dos contos de fadas. Os adultos também poderão reviver suas experiências j unto aos pequenos com a nova coleção inclusiva desenvolvida pela Fundação Dorina Nowill para Cegos. Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve, Bela Adormecida, Cinderela, João e Maria, Os Três Porquinhos, Peter Pan, Pinóquio, Robin Hood e Rapunzel foram os títulos selecionados para serem impressos seguindo o conceito de livro inclusivo. Os exemplares são impressos em braille e fonte ampliada, possui relevos nas imagens, além de serem ilustrados de maneira caprichada e com cores vibrantes. Do jeito que qualquer criança gosta. Há também um CD com a leitura das histórias com versão com e sem audiodescrição – recurso que transforma as imagens em palavras, aumentando o acesso das pessoas com deficiência visual a diferentes materiais. Os efeitos sonoros e lúdicos irão estimular os diferentes sentidos do leitor. Estas características fazem com que a Coleção Clássicos Acessíveis seja um material para que todos leiam e vivam juntos a magia e o encantamento proporcionados pelas sagas infantis! “Para a criança com deficiência visual é muito importante ter um livro destes em suas mãos por ser um dos primeiros contatos com a leitura, com o universo dos contos de fadas, por trabalhar o imaginário com a atmosfera lúdica que as historinhas infantis proporcionam”, afirma Ana Paula Silva, coordenadora de acesso ao livro da Fundação Dorina. “É um projeto inédito que vem para complementar em sala de aula e em outros ambientes sociais, permitindo que a criança cega ou com baixa visão leia sozinha, com seus amigos e parentes, que a leitura aconteça de pai para filho, de professor para aluno… É uma quebra de barreiras e uma forma de incluir por meio dos contos de fadas”, completa a profissional. Foram produzidas 3 mil unidades da Coleção Clássicos Acessíveis que chegarão gratuitamente às bibliotecas, escolas públicas e instituições que atuam com o público com deficiência visual em todo o Brasil. Os kits são compostos por 10 exemplares (um de cada título) acompanhados por um CD com a leitura da história...

Leia mais
Bromélias Gigantes do Brasil
nov29

Bromélias Gigantes do Brasil

Leia mais
Tratado de Oncologia é contemplado com Prêmio Jabuti
nov07

Tratado de Oncologia é contemplado com Prêmio Jabuti

Sexta-feira, 7 de novembro de 2014, às 12h16 Por José Tadeu Arantes Agência FAPESP – Fruto da contribuição de 379 especialistas, o Tratado de Oncologia foi contemplado com o 56º Prêmio Jabuti, na categoria “Ciências da Saúde”. A obra em dois volumes foi publicada pela Editora Atheneu e destina-se a médicos, estudantes de Medicina e outros profissionais da saúde. Aborda tanto a pesquisa científica como a prática assistencial. O livro levou um ano para ser escrito e outro para ser editado e foi coordenado por Paulo Hoff (Oncologia Geral e Clínica), Artur Katz (Oncologia Clínica), Vicente Odone Filho (Oncologia Pediátrica), Yana Novis (Onco-hematologia) e Roger Chammas (Oncologia Básica). A subdivisão de áreas reflete-se nas sessões do tratado, que enfeixam 180 capítulos. “O tratado reuniu colaboradores de mais de 20 instituições de norte a sul do país e do exterior, vários deles com pesquisas apoiadas pela FAPESP. A área de Oncologia é nova no Brasil. Para se ter ideia, a primeira cadeira de Oncologia em uma universidade brasileira surgiu apenas em 1981. Foi muito interessante perceber o quanto a área cresceu e amadureceu. Nestes pouco mais de 30 anos, saltamos de praticamente nada em termos de produção científica para milhares de trabalhos de qualidade publicados”, disse Chammas à Agência FAPESP. “Temos, sim, competência instalada em várias instituições brasileiras. E recebemos contribuições de altíssimo nível de colegas de muitos lugares – pessoas que estão na fronteira do conhecimento científico e do conhecimento médico-assistencial. Foi realmente um privilégio poder estar à frente da organização do livro”, prosseguiu o coordenador. Professor titular de Oncologia na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Chammas mencionou algumas das instituições envolvidas, além da própria USP: a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), a Universidade Federal do Ceará (UFC); e, dentre os centros de tratamento oncológico, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (associado ao Hospital das Clínicas da FMUSP), o Hospital Sírio-Libanês, o Instituto Nacional do Câncer (do Rio de Janeiro) e o A.C. Camargo Cancer Center, entre outros. “O ensino da Oncologia é muito fragmentado, pois o câncer não é uma doença só, mas centenas de doenças, que diferem conforme os órgãos afetados. Também não é só uma doença do indivíduo, mas uma doença social. Então, há múltiplos olhares, que dependem da inserção do médico nas diferentes frentes de pesquisa ou atendimento. A organização de um tratado dessa abrangência pode ajudar na percepção da Oncologia como um todo, como uma disciplina, uma...

Leia mais
Coleção de Maurício de Nassau inspira investigação antropológica
out27
Leia mais
Livro que relembra o auge dos três títulos mundiais de Senna é lançado
out24
Leia mais
Publicação mapeia os mais promissores projetos em Química Verde no mundo
out22
Leia mais
1932: Um relato inédito
out10
Leia mais
A herança escravista no trabalho doméstico
set02
Leia mais
Livros e Senado, mais perto do povo
set02

Livros e Senado, mais perto do povo

Terça-feira, 2 de setembro de 2014 às 09h31 *Por Galeno Amorim A Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada em agosto, chamou a atenção, mais uma vez, sobre a importância do livro e da leitura na formação de uma sociedade mais saudável. Entre as novidades da edição estavam os lançamentos de um volume expressivo de livros jurídicos: mais de 700 obras lançadas ou relançadas nos dez dias da feira. Uma delas foi Anteprojeto do Código de Processo Civil, lançada no estande do Senado Federal.     A presença do Senado foi, mais uma vez, destaque na Bienal, que é o terceiro maior evento do setor no planeta. O diretor-geral da Casa, Haroldo Tajra, fez uma doação de livros em braile. Entre as obras, o Novo Código Civil, a Legislação Eleitoral e Política, a Lei de Falências, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a Lei Antidrogas, a Constituição Federal de 1988 atualizada com as emendas, o Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa e o irretocável O Velho Senado, conto de Machado de Assis. A pedagoga especializada em deficiência visual, Joana Maria Rey, lembrou que para um cego concluir um curso superior tem de se esforçar, no mínimo, 50 vezes mais do que uma pessoa que enxerga. “Faço um apelo no sentido de que os cursos universitários se tornem mais acessíveis aos portadores de deficiência visual”. Ações como essa são, portanto, mais que bem-vindas, necessárias. *Galeno Amorim é jornalista, escritor e diretor do Observatório do Livro e...

Leia mais
Bancos “transformados” em livros dão cor a Londres
ago25

Bancos “transformados” em livros dão cor a Londres

Segunda-feira, 25 de agosto de 2014 às 18h25 Por Galeno Amorim Se visitar Londres este Verão é provável que encontre um banco literário, ou seja, um dos 50 bancos de jardim em formato de livro que fazem parte de um projeto de incentivo à leitura e combate ao analfabetismo.       Os 50 bancos foram colocados em diferentes locais de Londres a 2 de julho e vão fazer parte da paisagem da capital inglesa até 15 de setembro. De clássicos da literatura a romances modernos, passando por livros infantis, os bancos de jardim fazem parte do projeto “Books About Town” e foram criados por artistas locais. A lista completa dos livros que inspiraram cada banco e dos artistas que os criaram, pode ser encontrada no site do projeto. Há ainda quatro roteiros para quem quiser ver todos os bancos literários e o site disponibiliza também mapas e questionários para cada um dos roteiros. A 7 de outubro, os bancos vão ser leiloados e a verba alcançada será doada à National Literacy Trust, uma instituição de caridade dedicada a aumentar os níveis de alfabetização no Reino Unido. Apesar de estar no idioma inglês, o site do projeto “Books About Town” é muito divertido, vale dar uma olhada e conhecer todos os divertidos bancos super originais. Fonte: Blog do...

Leia mais
História do roubo na Idade Média
ago21

História do roubo na Idade Média

Quinta-feira, 21 de agosto de 2014 às 19h39 Estudo sobre o roubo na Idade Média ajuda a compreender as relações sociais do período Por Diego Freire Agência FAPESP – O livro Uma história do roubo na Idade Média, de Marcelo Cândido da Silva, professor de História Medieval da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), resgata registros sobre o crime em diversas situações durante a Alta Idade Média, período entre a queda do Império Romano do Ocidente e o ano 1000, para entender as relações sociais da época. Publicada com apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Publicações, a obra teve como fontes a legislação real do período, textos canônicos, testamentos e hagiografias – tipo de biografia sobre a vida de santos católicos –, entre outros documentos. “Os registros são poucos, se comparados aos de outros períodos da Idade Média, mas revelam muitas especificidades das sociedades de então”, disse o autor à Agência FAPESP. O objetivo é elucidar, por meio do estudo das percepções do roubo no período, os processos medievais de construção das relações sociais. “As disputas em torno dos bens são um aspecto pouco estudado da natureza do poder na Idade Média. Além do mais, as normas de combate ao roubo reforçam e explicitam as hierarquias sociais, na medida em que a intensidade da punição era resultado do status da vítima e não do valor do bem roubado”, explicou Cândido da Silva. De acordo com o livro, as penas serviam para proteger e de alguma forma restaurar a honra e a dignidade de quem era roubado. “O valor dos bens não tinha uma importância central. A penalidade era maior na medida em que a vítima era de uma categoria social mais elevada. Trata-se de uma legislação que tem o objetivo de preservar e proteger a honra e a dignidade de um estatuto social”, observou o autor. O vocabulário dos documentos analisados reforça esse aspecto. “Os textos preocupam-se muito em destacar o roubo como um ataque à honra, não aos bens ou à propriedade.” Isso ajudaria a entender características das sociedades feudais iniciais. “Nelas não existe uma contabilidade racional em torno da definição do valor das coisas. Claro que isso tinha importância, mas ficava em segundo plano diante do valor dos estatutos sociais.” O roubo é tratado como um dos crimes mais severamente punidos nas antigas leis. A resolução dos conflitos também ocorria à margem dos tribunais, pela faida – a vingança familiar. A violência medieval Na primeira parte do livro, o autor apresenta um panorama das mais recentes percepções dos historiadores sobre o papel das normas na construção...

Leia mais
Psicóloga do Tatuapé lança seu 1º livro na bienal
ago15

Psicóloga do Tatuapé lança seu 1º livro na bienal

Sexta-feira, 15 de agosto de 2014 às 15h04 A psicóloga Adriana Falcão Duarte, estará na 23ª Bienal do Livro de São Paulo, no stand da Editora All Print (H370) para o lançamento do seu 1º livro, “Psicomotricidade e suas Implicações na Alfabetização”.     De acordo com Adriana (Psicóloga, Psicopedagoga, Psicomotricista e Neuropsicóloga), a Psicomotricidade pode ser definida como o estudo do homem, através do seu corpo em movimento, nas relações com o mundo interno e externo. Esta ciência estuda o desenvolvimento humano em três aspectos: físico (motor); psíquico (afetivo) e intelectual (cognitivo) no decorrer da inter-relação entre a mente e o corpo. O livro “Psicomotricidade e suas implicações na alfabetização” é para todos aqueles que querem iniciar ou ampliar seus conhecimentos no assunto. Apresentando temas como desenvolvimento infantil, distúrbios psicomotores e atividades para estimulação da criança. Adriana possui consultório no Tatuapé, e conforme resume em seu site (www.adriduarte.com), o seu primeiro livro visa oferecer condições para que pais, educadores e profissionais na área de saúde possam auxiliar a criança na melhoria do seu desempenho escolar, na aquisição da alfabetização criando confiança em si e aprimorando sua...

Leia mais
Escritório Escola do Projeto Quixote será mostrado em livro
jul29
Leia mais
Baixe grátis o livro Jardim das Brincadeiras
jul10
Leia mais
Pondé lança “A Era do Ressentimento”
jul04

Pondé lança “A Era do Ressentimento”

Sexta-feira, 4 de junho de 2014 às 9h32 O filósofo mais polêmico do país apresenta sua obra mais recente em noite de bate-papo e autógrafos, em Curitiba. Luiz Felipe Pondé, autor do “Guia Politicamente Incorreto da Filosofia”, lança no próximo dia 24, em Curitiba, o livro “A Era do Ressentimento” (Ed. Leya). O evento faz parte do projeto “Encontro com a Palavra”, promovido pelo Conselho da Biblioteca Bento Munhoz da Rocha Netto do Graciosa Country Club, em parceria com a UniBrasil e com apoio da Editora Leya, Freguesia do Livro e Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colunista do jornal Folha de S. Paulo desde 2008, Luiz Felipe Pondé é graduado em Medicina pela Universidade Federal da Bahia e Filosofia Pura pela Universidade de São Paulo, doutor em Filosofia Moderna pela Universidade de Paris e pós-doutor pela Universidade de Tel Aviv, Israel. Atuou como professor convidado nas universidades de Marburg (Alemanha) e de Sevilha (Espanha). Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da PUC-SP e da Faculdade de Comunicação da FAAP, ministra diversos cursos na Casa do Saber. Também escreveu “Contra um mundo melhor” (LeYa, 2010), “Crítica e Profecia – Filosofia da Religião em Dostoievski” (Ed. 34, 2003), “Conhecimento na Desgraça – Ensaio de Epistemologia Pascaliana” (EDUSP, 2004), “O Homem Insuficiente” (EDUSP, 2001) e “Do Pensamento no Deserto – Ensaios de Filosofia da Religião” (EDUSP, 2009). Na nova obra, Pondé aponta suas armas para a mediocridade contemporânea, numa época afogada em narcisismo. “Ofereço esta agenda a todos que, como eu, estão fugindo das modas de um mundo viciado em seus próprios ridículos fantasmas de sucesso”, afirma o autor, na sinopse do livro. E completa: “assim como Freud traiu nossa falsa inocência infantil, pretendo trair nossa mediocridade”. Segundo o filósofo, a psicologia nietzschiana do ressentimento deveria ser mais levada a sério quando se discute política no mundo contemporâneo. “Provavelmente, daqui a mil anos, não vão lembrar da nossa época como a época do IPad – vão lembrar da nossa época como a era do ressentimento. Somos uma civilização de mimados, que não é capaz de escutar nenhuma crítica sem achar que é uma questão de ofensa pessoal”, afirma. O bate-papo, seguido de autógrafos, acontece a partir das 19h30, na sede social do Graciosa Country Club. Mais informações pelo telefone (41) 3015-5005 – ramal...

Leia mais
Quatro décadas de obra mediúnica no campo da literatura, pintura e escultura
jun07
Leia mais
Livro sobre Citricultura conta com apoio do IEA
maio29

Livro sobre Citricultura conta com apoio do IEA

Em 15 de maio de 2014, foi lançado o livro “História da citricultura de Bebedouro”, de autoria do professor Luiz Carlos Donadio. O autor foi diretor científico e pesquisador da Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro (EECB) durante 20 anos, é professor aposentado da UNESP (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”) de Jaboticabal e foi presidente da Sociedade Brasileira de Fruticultura. Em seu livro, composto por 13 capítulos, Donadio disserta sobre os pioneiros da citricultura em Bebedouro e faz uma abordagem econômica sobre o tema desde os anos 30 até os dias de hoje. O Instituto de Economia Agrícola participou desta publicação cedendo informações municipais de produção de Bebedouro desde 1963. Segundo a Apresentação do livro, “Esse apoio foi muito importante para darmos sequência às pesquisas, com viagens a São Paulo, ao Instituto de Economia Agrícola, no qual Denise Caser (pesquisadora do IEA) nos auxiliou, cedendo dados dos arquivos do Instituto, além de enviar outros dados.” As informações são do IEA e quem desejar adquirir ou obter mais detalhes sobre a publicação pode enviar um e-mail para o autor: Luiz Carlos Donadio –...

Leia mais
“O lado sujo do futebol”
maio22

“O lado sujo do futebol”

Leia mais