Academia Brasileira de Neurologia promove intercâmbio na Inglaterra
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O emocionado agradecimento do ciclista que perdeu o braço na Paulista
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O emocionado agradecimento do ciclista que perdeu o braço na Paulista

  Quarta-feira, 13 de maio de 2015, às 17h28 Na Semana de Enfermagem, comemorada entre 12 e 20 de maio, o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo dá início a uma comovente campanha sobre a importância desses profissionais no atendimento à saúde e na defesa da vida. O Projeto Obrigado destaca experiências reais e a importância de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem na assistência aos cidadãos. Uma campanha com inserções na imprensa e nas redes sociais terá como estrela o ciclista David Santos Sousa, operador de rapel atropelado na Avenida Paulista, em 10 de março de 2013. Ele teve o braço direito decepado e jogado em um córrego da Avenida Ricardo Jafet pelo motorista que o atingiu. No filme, com um minuto de duração, o próprio David reconstitui os trágicos momentos do acidente até o instante em que foi socorrido por um estudante de enfermagem. Relata, ainda, os cuidados e o afeto que recebeu durante os mais de 2 meses de internação, além de seu muito obrigado ao comprometimento e dedicação dos profissionais envolvidos. “Em primeiro lugar, queremos, por meio de nossa instituição maior, agradecer publicamente a todos os colegas da enfermagem. Afinal, somos pacientes, assim como nossos filhos, pais e amigos; e muito devemos a eles. Ações deste porte possibilitam aprofundar o debate em prol de uma assistência mais segura à população”, destaca Fabíola de Campos Braga Mattozinho, presidente do Coren-SP. Para a Semana da Enfermagem também estão previstas solenidades em diversas subseções do Estado com palestras e homenagens a profissionais da classe. Estão previstos 14 encontros em maio: Botucatu e Guarulhos (11), Itapetininga (12), Campinas (13), Araçatuba (14), São Paulo (18), São José dos Campos e Santos (19), Marília (20), São José do Rio Preto e Presidente Prudente (22), Santo André (13) e Coren Educação (18), encerrando com Ribeirão Preto (28). Veja mais nos endereços www.coren-sp.gov.br e...

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Campanha #GravidezSemAlcool
abr19

Campanha #GravidezSemAlcool

Domingo, 19 de abril de 2015, às 11h25 Filipe Bragança e mais um artista que apoia a campanha da Sociedade de Pediatria em prol da conscientização de mulheres grávidas para não beber durante a gestação. A campanha #GravidezSemAlcool objetiva levar à população o maior número de informações sobre a SAF – Síndrome Alcoólica Fetal Integrante do time de atores mirins do SBT, Filipe Bragança, o Duda, da atual versão de Chiquititas, acaba de abraçar a campanha da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) contra a Síndrome Alcoólica Fetal – SAF. A campanha alerta a população sobre os malefícios da exposição pré-natal a qualquer tipo e quantidade de bebida alcoólica – evidências médicas demonstram que um só gole pode acarretar problemas graves e irreversíveis ao bebê. São distúrbios que, revelados logo ao nascimento ou mais tardiamente, perpetuam-se pelo resto da vida, acarretando prejuízos físicos, psicológicos e ao sistema nervoso central. De acordo com a Dra. Conceição de Mattos Segre, coordenadora do Grupo de Estudos sobre os Efeitos do Álcool na Gravidez, no Feto e no Recém-nascido da Sociedade de Pediatria de São Paulo, a campanha é voltada a garantir a qualidade de vida da população e das crianças brasileiras. “Temos percebido que poucas pessoas conhecem os efeitos do álcool sobre a gestante, feto e recém-nascido. Ingerir bebidas alcoólicas na gravidez é uma sentença condenatória para a vida”, comenta a Dra. Conceição. Segundo o Dr. Mário Roberto Hirschheimer, Presidente da SPSP, a SAF é um problema que afeta toda a sociedade, não só na área de saúde, mas também na de segurança, por poder se manifestar como comportamento desequilibrado e, por vezes, agressivo. Vale lembrar que os efeitos do álcool ocasionados pela ingestão materna de bebidas alcoólicas durante a gestação não tem cura. O diagnóstico precoce da doença e a instituição de tratamento multidisciplinar na primeira infância podem abrandar suas manifestações. A campanha #gravidezsemalcool contra a Síndrome Alcoólica Fetal tem apoio institucional da Marjan Farma e parcerias com a Sociedade Brasileira de Pediatria, Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (SOGESP), Associação Paulista de Medicina (APM), Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Federação das Associações Brasileiras de Ginecologia e Obstetrícia, Academia de Medicina de São Paulo e Associação Brasileira das Mulheres Médicas – Seção São...

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Cuidado de paciente de UTI em ventilação mecânica deve mudar
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APM se solidariza com pacientes vítimas de abusos dos planos de saúde
abr08

APM se solidariza com pacientes vítimas de abusos dos planos de saúde

Associação Paulista de Medicina – Denúncias de novos descasos contra pacientes de planos de saúde foram exibidas no Bom Dia Brasil, noticiário nacional da Globo. Simultaneamente o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), divulgou que o setor foi o líder de reclamações entre seus associados do, segundo balanço dos atendimentos de 2014 em todo o país.

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Marcadores moleculares podem orientar terapia para câncer de pênis
mar25

Marcadores moleculares podem orientar terapia para câncer de pênis

Quarta-feira, 25 de março de 2015, às 11h52   Karina Toledo | Agência FAPESP – Uma pesquisa realizada no A.C. Camargo Cancer Center encontrou marcadores moleculares que poderão ajudar a identificar portadores de câncer de pênis com maior risco de morrer e que poderiam se beneficiar da chamada terapia-alvo, feita com drogas capazes de inibir proteínas importantes para o crescimento do tumor. A investigação foi conduzida com apoio da FAPESP durante o doutorado de Alice Muglia Thomaz da Silva Amancio, sob orientação de Fernando Augusto Soares, diretor do Departamento de Anatomia Patológica do hospital.     O trabalho foi realizado no âmbito do Projeto Temático “O carcinoma de pênis: estudo de um problema brasileiro abordando da morfologia aos mecanismos moleculares”, coordenado por José Vassallo, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Os resultados foram apresentados no dia 5 de março, durante a 18ª Jornada de Patologia promovida pelo A.C. Camargo Cancer Center. “Pacientes com câncer de pênis têm, em geral, condições socioeconômicas precárias e difícil acesso a tratamento – hoje essencialmente cirúrgico. A terapia-alvo pode ser uma alternativa, mas tem custo elevado e requer um critério preciso para a seleção dos pacientes”, avaliou Muglia. Mais comum nos países em desenvolvimento, a doença está relacionada a maus hábitos de higiene, presença de fimose e de infecções causadas por patógenos como o HPV (papiloma vírus humano, na sigla em inglês). Também são considerados fatores de risco o tabagismo e a prática de sexo com animais. No Brasil, estima-se que a prevalência do câncer de pênis seja entre 2,9 e 6,8 casos por 100 mil habitantes – representando cerca de 2% dos cânceres em homens. Um trabalho promovido pela Sociedade Brasileira de Urologia e publicado em 2008 apontou que, no país, a doença costuma aparecer em idade mais precoce do que no restante do mundo e o diagnóstico na maioria dos casos é feito quando a doença já está em fase avançada. Anualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) financia cerca de mil cirurgias para amputação parcial ou total do pênis, a maior parte no Estado de São Paulo. Tratamentos convencionais como quimioterapia e radioterapia têm se mostrado pouco eficazes. Embora sejam raros os casos de metástase a distância, muitos pacientes morrem em decorrência de complicações do tratamento, principalmente quando se torna necessário remover os linfonodos inguino-pélvicos, presentes na virilha, contou Muglia. Em busca de alternativas “Ainda sabemos muito pouco sobre os marcadores moleculares do câncer de pênis. Decidimos, neste trabalho, investigar o papel da EGFR [sigla em inglês para receptor do fator de crescimento epidérmico], proteína que sinaliza para a célula tumoral crescer e se dividir e que costuma estar alterada em...

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Distração aumenta risco de crise de dor nas costas
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Fiscalização em cerca de mil unidades comprova sucateamento na Atenção Básica
mar06

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Sexta-feira, 6 de março de 2015, às 16h49 Do Conselho Federal de Medicina Em 952 unidades básicas de saúde fiscalizadas em 2014 pelo Sistema Nacional de Fiscalização do Conselho Federal de Medicina (CFM), 331 tinham mais de 50 itens em desconformidade com o estabelecido pelas normas sanitárias, sendo que 100 apresentavam mais de 80 itens fora dos padrões. Em 4% das unidades fiscalizadas, não havia sequer consultório médico. “Sabíamos que a situação era precária, mas agora, com a informatização da fiscalização, comprovamos em números o quanto a assistência básica está abandonada”, afirma o presidente do CFM, Carlos Vital. “A consulta médica é uma ação elementar em um centro de saúde, mas em 41 das unidades visitadas não tinha uma sala para o médico atender”, denuncia o diretor do Departamento de Fiscalização do CFM, Emmanuel Fortes. No Pará, médicos atendiam debaixo de uma árvore. O CFM também constatou que 15% dos consultórios não garantiam a confidencialidade da consulta e 22% das unidades não possuíam sala de espera. As fiscalizações foram realizadas em ambulatórios (164), Unidades Básicas de Saúde (UBS) (118), centros de saúde (88) e postos dos Programas de Saúde e de Estratégia da Família do Sistema Único de Saúde (SUS). Foram avaliadas a estrutura física das unidades, os itens básicos necessários ao funcionamento de um consultório e as condições higiênicas. Em todos os aspectos, a situação encontrada é preocupante. Estrutura física – Em relação ao ambiente físico, foi constatado que 353 (37%) das unidades não tinham sanitário adaptado para deficiente; 239 (25%) não tinham sala de expurgo ou esterilização; 214 (22%) não possuíam sala de espera com bancos ou cadeiras apropriadas para os pacientes; e em 170 (18%) faltavam sala ou armário para depósito de material de limpeza. “Não há como realizar um atendimento de qualidade nessas condições. Como o médico vai colher a história do paciente e fazer um bom diagnóstico numa situação em que não há privacidade e o ambiente é totalmente insalubre?”, questiona o conselheiro federal pelo Pará, Hideraldo Cabeça. Em 36 (4%) dos consultórios ginecológicos faltavam sanitários e em 20 (2%) não era garantida a privacidade do ato médico. “Não dá nem para imaginar uma mulher sendo submetida a um exame ginecológico sem que sua privacidade seja resguardada”, critica Eurípedes Souza, que faz parte da Comissão para a Reformulação do Manual de Fiscalização do CFM. Também foram encontradas 161 unidades (17%) com instalações elétricas e hidráulicas inadequadas, sem sala de atendimento de enfermagem (6%) e sem sanitários para pacientes (3%). Em relação aos itens básicos, dos consultórios fiscalizados, 521 (51%) não tinham negatoscópio; 430 (42%) estavam sem oftalmoscópio; 408 (40%) não tinham otoscópio, em 272...

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Ministério da Saúde abre consulta pública sobre doenças raras
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Ministério da Saúde abre consulta pública sobre doenças raras

Sexta-feira, 17 de outubro de 2014 às 15h30 Agência FAPESP – Está aberta, até 20 de outubro, consulta pública do Ministério da Saúde para priorização das doenças raras que serão objeto de novos protocolos clínicos no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2015. A iniciativa tem o objetivo de colaborar com o trabalho da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, na elaboração dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras. A medida atende a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, instituída em janeiro, que prevê a incorporação e o uso de tecnologias voltadas à promoção, à prevenção e ao cuidado integral na área, incluindo no âmbito do SUS a disponibilização de tratamento medicamentoso e de fórmulas nutricionais quando indicados. De acordo com a Conitec, a previsão é publicar em 2015 doze protocolos de condições raras, com um eixo genético, que corresponde a 80% das doenças, e outro não genético. Para facilitar a consulta, o Ministério da Saúde disponibilizou um relatório de oficina realizada com 60 especialistas no tema. O material pode ser acessado no Portal da Saúde. Interessados em participar da consulta pública podem submeter sua contribuição on-line no FormSUS.   Assuntos relacionados Ministério da Saúde abre consulta pública sobre doenças raras Pesquisa pode abrir caminho para novas drogas contra ELA Um gênio sob a raridade de ELA...

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Cientistas criam vetor viral para fortalecer imunidade contra o câncer
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Terça-feira, 7 de outubro de 2014, às 08h23 Por Karina Toledo, de Caxambu Agência FAPESP – Pesquisadores de Campinas trabalham no desenvolvimento de um vetor viral capaz de modificar o funcionamento de determinadas células de defesa e, dessa forma, estimular o sistema imunológico a combater o câncer com mais eficiência. A pesquisa está sendo realizada com apoio da FAPESP no Laboratório de Vetores Virais (LVV), instalado no Laboratório Nacional de Biociências do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (LNBio/CNPEM). Dados preliminares foram apresentados pelo coordenador do LVV, Marcio Chaim Bajgelman, durante a 29ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), realizada em agosto em Caxambu (MG). “Além da mutação genética que desencadeia o câncer, há uma série de outros eventos que ocorrem paralelamente no organismo e podem favorecer ou não a proliferação das células tumorais. Um desses eventos é a própria resposta imunológica do indivíduo, que nós estamos tentando modular”, disse Bajgelman à Agência FAPESP. De acordo com o pesquisador, dados da literatura científica indicam que portadores de câncer costumam apresentar concentrações elevadas de um tipo de linfócito conhecido como célula T reguladora (Treg), cujo papel é inibir a proliferação de outros linfócitos que poderiam atacar as células tumorais. Em uma situação fisiológica, as células Treg têm a importante missão de trazer equilíbrio ao sistema imune, para que tecidos do organismo não sejam atacados desnecessariamente. Mas, em portadores de câncer, explicou Bajgelman, elas podem ajudar a proteger o tumor. “As células tumorais produzem substâncias que atraem todos os tipos de células T. Quando as Treg migram para o sítio tumoral, elas interagem com as chamadas células T CD4 efetoras e as desarmam. Se conseguirmos inibir a atuação da Treg, ou talvez até convertê-las em TCD4 efetoras, poderíamos potencializar a imunidade antitumoral”, disse Bajgelman. O grande desafio dessa proposta terapêutica, segundo Bajgelman, é conseguir diferenciar uma Treg de uma célula TCD4 efetora, uma vez que morfologicamente os dois tipos de linfócitos são muito parecidos e possuem, inclusive, o mesmo marcador na superfície da membrana celular: o receptor CD25. “Existem estratégias de inibição de células Treg que usam anticorpos contra o receptor CD25. Mas essa abordagem inibe tanto as Treg quanto as TCD4 efetoras. Nesse caso, ficam ativos apenas os linfócitos TCD8, que também têm atividade antitumoral. Na literatura científica, há resultados controversos sobre a eficácia desse tipo de terapia. Nós estamos tentando inibir as células Treg de forma mais seletiva”, contou Bajgelman. A saída encontrada pelos pesquisadores foi escolher como alvo do vetor viral a proteína FOXP3, um fator de transcrição existente no núcleo das células Treg que é, justamente, o responsável pelo fenótipo imunossupressor....

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Pesquisas sobre Alzheimer em SP são internaciolizadas
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Sábado, 20 de setembro de 2014, às 12h03 Pesquisas feitas em São Paulo sobre Alzheimer integram base de dados internacional. Por Diego Freire Agência FAPESP – Projetos de pesquisa com auxílio ou bolsa da FAPESP na área de Alzheimer passaram a integrar a base de dados do International Alzheimer’s Disease Research Portfolio (IADRP), desenvolvido pelos National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, em parceria com a organização não governamental norte-americana Alzheimer’s Association.     A inclusão ocorreu após convite da instituição norte-americana e envolveu a equipe da Biblioteca Virtual da FAPESP na organização dos dados das pesquisas seguindo os padrões da base internacional. “É uma maneira de levarmos a ciência do Estado de São Paulo para o mundo neste momento de internacionalização do conhecimento científico, apresentando a um público internacional o trabalho que nossos pesquisadores estão desenvolvendo com o apoio da FAPESP”, disse Rosaly Favero Krzyzanowski, coordenadora da BV-FAPESP. As informações de 246 projetos de pesquisa em São Paulo já estão disponíveis para acesso no IADRP. De acordo com Diego Ucha, analista de sistemas da BV-FAPESP, os dados serão continuamente atualizados. “Começamos com os projetos que possuíam informações em inglês, seguindo critérios estabelecidos pelo IADRP, e continuaremos alimentando a base de dados com novas pesquisas na área.” O IADRP reúne informações de 23 organizações sobre pesquisas na área. A FAPESP é a primeira instituição brasileira a participar, integrando o Brasil ao grupo de países com pesquisas indexadas na base internacional – composto por Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Polônia e Itália. Os resultados de consultas feitas no IADRP apresentam os dados principais da pesquisa e encaminham o usuário à BV-FAPESP, onde é possível acessar a informação completa. “Trata-se de um apontamento vindo de um site governamental, o que aumenta a relevância dos resultados da BV-FAPESP nos sistemas de busca e dá maior visibilidade às pesquisas realizadas no Estado de São Paulo”, explicou Ucha. O sistema da BV-FAPESP facilitou a reunião dos dados e sua disponibilização na base internacional. “Isso só foi possível graças ao trabalho que precedeu o processo e à curadoria de metadados da BV, que levou ao refinamento do sistema e nos possibilitou identificar as informações com precisão”, disse Ucha. Após a identificação dos dados das pesquisas pela equipe da BV, o conteúdo selecionado passou pela supervisão de Carlos Eduardo Negrão, da Coordenação Adjunta de Ciências da Vida da FAPESP, e foi então ajustado pela equipe do IADRP para indexação. “As informações revelam a relevância que a FAPESP dá ao financiamento de pesquisas em uma área tão importante quanto a das doenças degenerativas, em especial o Alzheimer, e ampliam o alcance do conhecimento científico gerado...

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CFM divulga campanha contra suicídio
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Chocolate amargo ajuda a evitar doenças do coração
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Quarta-feira, 3 de setembro de 2014, às 08h45 Hospital do Coração – Não é preciso abrir mão do chocolate para ter uma vida saudável. Basta escolher o tipo certo. Enquanto o chocolate branco ou ao leite é rico em calorias e gordura, o chocolate meio amargo tem menos calorias e é rico em substâncias antioxidantes, que protegem o coração. A fonte disso está nos flavonoides, uma substância encontrada no cacau e que age como protetor cardiovascular, reduzindo o risco de aterosclerose. Essa doença consiste no acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos, o que pode resultar em infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral). Estas configuram doenças cardiovasculares, que lideram as causas de morte no país com quase 30% de todos os óbitos. A recomendação do chocolate meio amargo acontece por ele ser mais rico em cacau, que concentra os flavonoides. “Essa substância auxilia a diminuição da formação de placas de gordura, reduzindo o colesterol ruim (LDL) e aumentando a retirada de colesterol da corrente sanguínea pelo fígado”, explica o Dr. Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do HCor.     O cacau também possui óleo de theobroma, outro agente com propriedades antioxidantes que reduz o LDL. A substância contribui para aumentar a taxa do HDL, conhecido como bom colesterol. Além das propriedades cardioprotetoras, o chocolate auxilia na produção de serotonina, hormônio que provoca sensação de bem-estar e está associado à regulação do sono, do apetite e do humor. Alguns trabalhos indicam que o chocolate, consumido no período pré- menstruação, poderia atenuar os sintomas de irritabilidade e ansiedade. O chocolate amargo, pela baixa composição originária de leite, possui reduzida concentração de colesterol. Apesar de menos calórico, até os chocolates amargos precisam ser consumidos com certa moderação. “Os chocolates permanecem saudáveis quando consumidos sem exagero. Cerca de 25mg por dia é uma boa quantidade para quem pretende adotar uma ingestão regular”, afirma o Dr....

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Estresse precoce pode agravar depressão na vida adulta, indica pesquisa
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Enfermagem da USP promove curso de atualização on-line
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Quarta-feira, 27 de agosto de 2014 às 19h16 Agência FAPESP – Estão abertas, até 5 de setembro, as inscrições para o 4º Curso de Atualização On-line “Gerenciamento em Enfermagem”, coordenado por Antônio Fernandes Costa Lima e Heloisa Helena Ciqueto Peres (ambos do Departamento de Orientação Profissional da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo) e por Maria Manuela Martins (Escola Superior de Enfermagem do Porto, em Portugal).     Voltado a enfermeiros, o curso tem como objetivo oferecer as bases teóricas para a prática do gerenciamento em enfermagem no contexto brasileiro e português e subsidiar discussões sobre os modelos gerenciais, as políticas de recursos humanos e a qualidade no atual contexto de gestão em saúde. Poder e cultura nas organizações; missão, visão e políticas organizacionais; estruturas organizacionais; modelos gerenciais nas organizações de saúde; e processos de trabalho da enfermagem são alguns dos tópicos do conteúdo. As aulas on-line ocorrerão entre 16 de setembro e 2 de dezembro, às terças-feiras. Haverá um encontro presencial (em São Paulo e no Porto). O curso (com 90 horas no total) custa R$ 900,00. As inscrições devem ser realizadas pelo site http://www.ceapee.com.br/. Há 25 vagas para enfermeiros do Brasil e 25 para profissionais de Portugal. Mais informações pelo site, pelo telefone (11) 3061-7551 ou pelo e-mail...

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Nota de esclarecimento do CFM
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Nota de esclarecimento do CFM

Sexta-feira, 22 de agosto de 2014 às 11h10 O Conselho Federal de Medicina (CFM) ressalta que os resultados da pesquisa “Opinião dos brasileiros sobre o atendimento na área da saúde” expressam a percepção da população sobre o tema, tendo sido realizada pelo Instituto Datafolha, reconhecido como um dos melhores do país. As conclusões foram organizadas metodologicamente pelos pesquisadores do Datafolha, que fizeram a análise dos resultados com autonomia, isenção e idoneidade, cabendo ao CFM apenas sua divulgação. Para o CFM, a efetiva e real construção do Sistema Único de Saúde (SUS) passa pela transparência e pelo respeito à percepção e às necessidades dos cidadãos, as quais devem pautar as políticas públicas e as decisões dos gestores nas três esferas – União, Estados e Municípios. Somente com o exercício do controle social e da participação popular, o SUS se tornará uma realidade e poderá consagrar seus princípios e diretrizes constitucionais, os quais o estudo do Datafolha e reiteradas denúncias divulgadas pela imprensa mostram que não estão sendo respeitados de forma plena. Finalmente, o CFM repudia comentários que atacam gratuitamente a instituição que representa 400 mil médicos, historicamente participou do processo de construção do SUS e tem outorga legal para agir em defesa da Medicina e da assistência de qualidade. Ao revelar os dados da pesquisa do Datalha, o CFM agiu imbuído do seu senso de responsabilidade e apresentou ao conhecimento público a percepção dos brasileiros, que, como reiterado, diariamente demonstram sua insatisfação com os rumos da saúde do país. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM) Quarta-feira, 20 de Agosto de 2014 às 14h50 Publicado no Portal Médico, órgão do...

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Esclarecimentos do Ministério da Saúde sobre pesquisa Datafolha
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Sexta-feira, 22 de agosto de 2014 às 08h42 – Atualizado às 10h30 A pesquisa Datafolha, divulgada nesta terça-feira (19) pelo Conselho Federal de Medicina, reitera desafios importantes para o sistema de saúde e aponta avanços como acesso superior a 84% na maioria dos tipos de serviços avaliados. Das pessoas que procuram os postos de saúde, 91,3% conseguiram atendimento, o que demonstra os bons resultados de estratégias como o Mais Médicos. Dos que utilizaram o SUS, 74% avaliam a qualidade do atendimento com notas superior a 5, sendo que um terço dos entrevistados deram notas entre 8 e 10. Lamentamos a interpretação tendenciosa e parcial dos dados e o esforço do CFM na tentativa de desconstrução do SUS. Ministério da Saúde, Conselho Nacional dos Secretários de Saúde e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde. Nota divulgada à imprensa no dia 19 de agosto de 2014, recebido às...

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Saúde no Brasil tem que mudar
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HC convida mulheres com fibromialgia para estudo clínico
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HC convida mulheres com fibromialgia para estudo clínico

Sexta-feira, 15 de agosto de 2014 às 16h07 Instituto Central do HC – O Laboratório de Avaliação e Condicionamento em Reumatologia do Hospital das Clínicas, da FMUSP, informa que está convidando mulheres com Fibromialgia para participarem de pesquisa clínica.     Segundo a reumatologista Fernanda Lima, o estudo irá comparar a eficácia e segurança terapêutica do exercício com o tratamento medicamentoso. A Fibromialgia é uma síndrome comum em que a pessoa sente dores por todo o corpo durante longos períodos, com sensibilidade nas articulações, nos músculos, tendões e em outros tecidos moles. A doença está diretamente ligada também à fadiga, distúrbios do sono, dores de cabeça, depressão e ansiedade. De causa desconhecida, a síndrome é mais comum em mulheres do que em homens, em especial naquelas entre 20 e 50 anos. As interessadas devem ter idade acima de 20 anos, Índice de Massa Corporal – IMC menor ou igual a 30, não realizarem tratamento medicamentoso para a doença, não serem usuárias de antidepressivos e nem realizarem atividade física regularmente, nos últimos seis meses. Informações e inscrições para triagem pelo telefone: 11 2661.8022 ou pelo e-mail: rpc.ribeiro@usp.br. O estudo acontecerá no Laboratório de Avaliação e Condicionamento em Reumatologia, em funcionamento no Prédio dos Ambulatórios do Hospital das Clínicas, à Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155, próximo à Estação Clínicas do...

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Terapia gênica restaura visão de portadores de cegueira congênita
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Doença de Parkinson
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Doença de Parkinson

Quarta-feira, 23 de julho de 2014 às 19h36   Grupo estuda papel do sistema endocanabinoide na doença de Parkinson Por Karina Toledo Agência FAPESP – Uma pesquisa em andamento no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP) tenta desvendar como o sistema endocanabinoide está envolvido no processo neurodegenerativo que acomete portadores da doença de Parkinson. O sistema endocanabinoide é formado por um conjunto de neurotransmissores quimicamente semelhantes a compostos químicos existentes na maconha (Cannabis sativa) e por seus receptores cerebrais. De acordo com Andrea da Silva Torrão, coordenadora da pesquisa apoiada pela FAPESP, esse conhecimento poderá ajudar no desenvolvimento de novas ferramentas terapêuticas. “Os primeiros resultados obtidos mostram que o sistema de neurotransmissão endocanabinoide está envolvido na doença de Parkinson, mas ainda não sabemos se para o bem ou para o mal. Conhecendo melhor como ele se comporta, poderemos ir atrás de drogas capazes de pelo menos melhorar a qualidade de vida dos pacientes”, disse Torrão. A doença de Parkinson é resultante da perda progressiva de neurônios que produzem o neurotransmissor dopamina e estão situados em um núcleo cerebral relacionado ao controle de movimentos conhecido como substância negra. “A substância negra faz parte de um grande complexo cerebral denominado núcleos da base. Uma das funções dos núcleos da base é a organização dos movimentos voluntários”, explicou a pesquisadora. Quando a perda dos neurônios dopaminérgicos ultrapassa 50%, começam a se manifestar sintomas como tremores de repouso, rigidez muscular, bradicinesia (lentidão de movimento) e acinesia (imobilidade). A doença também costuma causar depressão, problemas cognitivos e, em estágio avançado, demência. Para tentar descobrir o que dispara a degeneração dos neurônios dopaminérgicos e entender como o sistema endocanabinoide participa do processo, os pesquisadores do ICB induziram um quadro semelhante ao Parkinson em ratos. “Os endocanabinoides têm a função de neuromodulação. Fazem uma espécie de ajuste fino das sinapses e controlam a liberação de outros transmissores dos neurônios. Os receptores canabinoides CB1 ficam principalmente nos terminais axônicos de dois tipos de neurônios: os gabaérgicos – que usam como mediador o ácido gama-aminobutírico (GABA) – e os glutamatérgicos – que usam como mediador o glutamato. Ambos existem em grande quantidade nos núcleos da base”, disse Torrão.     Os experimentos com modelo animal foram realizados durante o doutorado de Gabriela Pena Chaves-Kirsten, com Bolsa da FAPESP. Parte dos resultados foi publicada na revista PLoS One. A morte dos neurônios dopaminérgicos foi provocada em apenas um dos hemisférios cerebrais com a injeção de uma neurotoxina conhecida como 6-hidroxidopamina. “Por meio de um procedimento cirúrgico, injetamos essa substância diretamente no estriado, um dos componentes dos núcleos da base. Após uma ou duas semanas...

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jul17

Problemas renais em crianças

Quinta-feira, 17 de julho de 2014 às 6h49 Identificadas mutações relacionadas com o tumor de Wilms Por Karina Toledo Agência FAPESP – Em uma pesquisa com resultados publicados na edição de junho da revista Nature Communications, pesquisadores do A.C. Camargo Cancer Center identificaram um conjunto de mutações relacionado ao desenvolvimento do tumor de Wilms – a neoplasia renal mais frequente em crianças. A descoberta abre caminho para o desenvolvimento de novas terapias e novos métodos para diagnosticar a doença mais precocemente. “Atualmente, o diagnóstico só é possível quando já há uma massa tumoral palpável. Mas, se conseguirmos meios para identificar a neoplasia em uma etapa mais inicial, a intensidade do tratamento e dos efeitos colaterais poderá ser significativamente reduzida”, disse Dirce Maria Carraro, líder do Laboratório de Genômica e Biologia Molecular do A.C. Camargo Cancer Center e coordenadora da pesquisa apoiada pela FAPESP. De acordo com Carraro, esse tipo de câncer acomete uma em cada 10 mil crianças no mundo – a maioria na faixa etária de 2 a 4 anos. O tumor pode aparecer em qualquer parte de um dos rins e, em 5% dos casos, é bilateral. O tratamento geralmente envolve uma cirurgia para a retirada do órgão afetado, além de quimioterapia e – em casos mais avançados – radioterapia. A intensidade do tratamento quimioterápico depende da extensão da lesão. “O prognóstico costuma ser bom, com taxas de cura em torno de 80%. Mas muitos pacientes sofrem com os efeitos tardios do tratamento. Os mais comuns são distúrbios cardíacos, perturbações musculoesqueléticas e desenvolvimento de um segundo tumor. Por esse motivo, muitas pesquisas buscam marcadores que permitam saber quando, de fato, é necessário intensificar o tratamento”, contou Carraro. Biogênese de microRNA Antes do estudo recém-publicado pela equipe do A.C. Camargo, mutações genéticas relevantes haviam sido identificadas em apenas 30% dos tumores de Wilms estudados, principalmente nos genes WT1, WTX e beta-catenina. “Isso significa que em 70% dos casos não havia sido encontrada nenhuma alteração genética que justificasse o aparecimento do tumor”, disse Carraro. Com o objetivo de encontrar novas mutações somáticas (presente apenas no tumor e não nas linhagens germinativas dos pacientes) relacionadas à doença, o grupo realizou o sequenciamento completo do exoma (parte do genoma onde estão os genes codificadores de proteínas) do tumor de um paciente atendido no hospital. Também foram sequenciados o exoma dos leucócitos do sangue da criança e dos pais. “O objetivo era identificar mutações presentes apenas no tumor, ou seja, aquelas mutações adquiridas durante o processo de formação do tumor”, disse Carraro. Chamou a atenção dos pesquisadores uma mutação observada em um domínio importante da proteína codificada pelo gene DROSHA, que tem...

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Molécula mostra potencial contra insuficiência cardíaca
jul01
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A.C. Camargo cria escola avançada de patologia
jun27

A.C. Camargo cria escola avançada de patologia

Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 15h41   Agência FAPESP – Com a proposta de oferecer educação continuada aos patologistas brasileiros e a médicos residentes, o A.C. Camargo Cancer Center criou em São Paulo a Escola de Patologia Oncológica Avançada Humberto Torloni (Epoaht). O anúncio formal será feito durante a décima sétima edição Jornada de Patologia, que ocorrerá no A.C. Camargo entre 7 e 9 de agosto. Além das tradicionais jornadas e dos simpósios internacionais de patologia promovidos pela instituição desde 1997, a Epoaht oferecerá cursos curtos e de média duração, estágios de 120 dias contínuos e o programa Preceptorship, que, entre outras atividades, terá aulas para grupos de até nove alunos em microscópio de dez cabeças, que permite a observação simultânea de uma mesma lâmina por até 10 pessoas. Este ano, a programação da 17ª Jornada de Patologia terá como alvo os tumores de pulmão, tireoide, mama, pâncreas, melanoma, endométrio, adreno-cortical e gliomas. Haverá ainda discussão de casos em microscópio e serão dadas dicas para publicação de paper em revista científica. O evento é voltado a professores, pesquisadores, alunos de pós-graduação, estudantes de iniciação científica, médicos patologistas e médicos residentes. As inscrições para a apresentação de trabalhos científicos inéditos durante o evento estão abertas e podem ser feitas até 1º de julho. Uma comissão científica analisará os resumos e selecionará seis trabalhos para apresentação oral e outros 56 para apresentação da forma de pôster. Os resumos selecionados serão enviados para publicação em um suplemento especial da revista Applied Cancer Research. Concomitantemente à jornada, ocorrerão o 7º Encontro Internacional de Patologia Investigativa e o 3º Encontro com o Especialista. Os eventos ocorrerão no anfiteatro Senador José Ermírio de Moraes do A.C. Camargo, que fica na Rua Professor Antônio Prudente, 211, em São Paulo. Mais informações sobre a escola em http://www.accamargo.org.br/epoaht/. Informações sobre a 17ª Jornada de Patologia em...

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Retratos da Saúde no Brasil – Conselhos pedem fiscalização no SUS
jun11
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No Dia Mundial da Saúde, médicos foram às ruas para protestar
jun11

No Dia Mundial da Saúde, médicos foram às ruas para protestar

Quarta-feira, 11 de junho de 2014 às 21h55   No dia 3 de abril, a categoria dos médicos anunciou sua mobilização em todo o país, em prol da Saúde. O movimento ganhou a atenção da mídia em todo o país. Vale lembrar o comunicado: “A partir de 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, a categoria médica se mobilizará em todo o país, intensificando sua luta em defesa da qualificação da assistência aos pacientes e da valorização do trabalho dos profissionais. O movimento se desdobrará em atividades que protestam contra abusos e omissões que afetam tanto a rede pública quanto suplementar de atendimento. As ações estão sendo organizadas nos estados por comissões compostas por representantes dos conselhos de medicina, associações, sociedades de especialidades e sindicatos médicos. Os médicos entendem que este é o caminho para chamar a atenção da sociedade e das autoridades para os problemas que afetam a saúde, eleita pelos brasileiros como tema que deve ser tratado como prioridade em 2014. No caso da saúde suplementar, a reivindicação é pela recomposição de honorários, o fim da intervenção antiética das operadoras na autonomia profissional e a readequação da rede credenciada, para que seja garantido o acesso pleno e digno dos pacientes à assistência contratada. No setor público, os protestos pedem mais recursos para o setor, com reajuste imediato da Tabela SUS e a aprovação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular Saúde+10, que pede a vinculação de 10% da receita bruta da União à saúde (PLP 321/2013). Também é reivindicada a criação de uma carreira pública e a desprecarização do trabalho médico. Os profissionais exigem realização de concurso público com salário adequado; plano de cargos, carreira e vencimentos; maior financiamento para a saúde; melhores condições de trabalho; e atendimento adequado para a população. “Será um movimento geral pela melhoria da saúde da população. No caso da saúde suplementar, vamos advertir as operadoras, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e ao próprio governo que os médicos estão impacientes. Não queremos prejudicar o paciente, por isso queremos que o governo se posicione na defesa da população e dos profissionais de saúde”, defende o coordenador da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (Comsu) e 2º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriçá.   Assuntos relacionados Retratos da Saúde no Brasil Retratos da Saúde no Brasil – Propaganda enganosa na Saúde No Dia Mundial da Saúde, médicos foram às ruas para protestar Retratos da Saúde no Brasil – Conselhos pedem fiscalização no SUS Vídeo da campanha “O Brasil tem urgência de ser bem...

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Retratos da Saúde no Brasil – Propaganda enganosa na Saúde
jun11

Retratos da Saúde no Brasil – Propaganda enganosa na Saúde

Quarta-feira, 11 de junho de 2014 às 21h26 Claudio Balduíno Souto Franzen* Os números estão no orçamento do Ministério da Saúde que não esconde sua política de sucateamento da rede pública brasileira. Nesta lógica perversa, onde se procurou transformar o médico que atua no SUS em bode expiatório da crise da assistência, fica clara a preferência por projetos que primam pela mídia, mas estão longe de melhorar a vida da população. Todos conhecem a realidade dos hospitais públicos sucateados. Apesar de milionárias campanhas publicitárias, com a presença de atores famosos, verifica-se que a precariedade na saúde persiste. A última pérola reluz bem perto atingiu o bolso dos hospitais federais, reconhecidamente sempre no vermelho. Em 2014, até o momento, o somatório dos gastos do Ministério da Saúde com toda a rede de hospitais federais do país chega a R$ 300 milhões. Enquanto isso, R$ 560 milhões foram repassados para a OPAS pagar a vinda de intercambistas dentro do Programa Mais Médicos. Só que a tão decantada vinda de intercambistas cubanos não mudou em nada o quadro atual da assistência à população, com a superlotação das urgências e emergências, a falta de leitos para internação e a fila de espera por cirurgias, além de outras mazelas. Por outro lado, a tabela de honorários, que remunera atos médicos e despesas hospitalares, se encontra congelada desde 1995, tornando inviável o atendimento à população. Trata-se de um quadro que penaliza o paciente brasileiro e só traz vantagens para Cuba, que, assim, leva o dinheiro do contribuinte nacional para sanear suas contas. Como se observa a saúde não é mesmo prioridade para a gestão federal, em que pese sua propaganda enganosa. * É conselheiro federal representante do Rio Grande do Sul no Conselho Federal de Medicina (CFM).   Assuntos relacionados Retratos da Saúde no Brasil Retratos da Saúde no Brasil – Propaganda enganosa na Saúde No Dia Mundial da Saúde, médicos foram às ruas para protestar Retratos da Saúde no Brasil – Conselhos pedem fiscalização no SUS Vídeo da campanha “O Brasil tem urgência de ser bem...

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Retratos da Saúde no Brasil
jun11

Retratos da Saúde no Brasil

Quarta-feira, 11 de junho de 2014 às 20h40 Gerson Soares Enquanto a Fifa deixa de pagar os impostos que caem duramente nos bolsos dos brasileiros, doentes definham nos hospitais sem recursos. Falta tudo, inclusive vergonha. A mesma vergonha que andou sobrando aos organizadores da Copa. Mas distante dos olhos, as imagens que veremos não agridem a consciência de quem vive num Brasil inexistente, onde a ilusão encobre a indiferença com a Justiça. As imagens e as reportagens que veremos é uma denúncia contra a mais desumana condição a que são submetidos os doentes e necessitados no Brasil. O mesmo país que pretende ganhar um campeonato de futebol das equipes estrangeiras, fazendo firulas com a bola, cujos protagonistas irão receber polpudos salários e prêmios por isso, além das glórias, louros e mais uma enxurrada de convites para posar nas fotografias e campanhas publicitárias. Estão certos, cada um na sua. Aqui é assim.       Desde que o Brasil ganhou o incauto direito de sediar a Copa do Mundo da Fifa em 2014, Alô Tatuapé posicionou-se contra e por diversas vezes lançamos a nossa opinião, numa dessas oportunidades intitulada “Jogo de Espelhos”, onde mostramos o disparate de um país imenso como este, rico e economicamente maduro, permitir que seus cidadãos ainda vivam comendo lixo. Sim, lixo. Isso mesmo, crianças, velhos e adultos esperavam caminhões no lixão para pegar o que melhor lhes servisse, a fim de sobreviverem. A glória que o futebol brasileiro construiu lhe valeu o título de país do futebol. Mas é também o país que cobra os impostos mais caros do mundo, por um serviço sem qualificação. Em todas as áreas encontramos distorções entre algo espetacular e degradante como veremos a seguir. A burocracia dá margem à contínua corrupção e aos desmandos, às injustiças. Envergonha-nos esta notícia, mas é necessário expor essa chaga. Uma delas, há outras. A saúde no Brasil é uma piada por falta de políticas sérias e isentas de interesses particulares escusos. Para que a Fifa deixasse de pagar uma fortuna em impostos, o governo do PT e sua base no Congresso criou leis e modificou outras com enorme rapidez e eficiência para isentá-la daquilo que todos os brasileiros pagam. Mas não conseguem aprovar um conjunto de leis para a Saúde. Uma prova disso é o estado em que se encontra, denunciado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Essa categoria, a dos médicos, nem por isso se sente privilegiada o bastante para fazer greve. Se o fizesse, como tem sido visto por um sindicalismo oportunista e manobreiro, o Brasil morreria mais um pouco. Mais do que já morre em cada hospital, mais do que já falece...

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Retrato da saúde no Brasil
jun10

Retrato da saúde no Brasil

Terça-feira, 10 de junho de 2014 às 16h32   Assista o vídeo publicado pelo Conselho Federal de Medicina e Conselhos Regionais de Medicina a respeito da campanha “O Brasil tem urgência de ser bem tratado”. Leia amanhã a reportagem.

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Diretor do NIH fala sobre perspectivas de pesquisas em Biomedicina
maio26

Diretor do NIH fala sobre perspectivas de pesquisas em Biomedicina

Por Karina Toledo Agência FAPESP – “Vejo muitos estudantes na audiência e, se vieram aqui para saber se há futuro para a pesquisa médica, minha resposta é um retumbante sim.” Foi com essa frase que Francis S. Collins, diretor do National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, iniciou a palestra “Genomics, Advanced Technology, and the Future of Medicine” (Genômica, Tecnologia Avançada e o Futuro da Medicina), apresentada na sede da FAPESP no dia 22 de maio. Bacharel em Química pela University of Virginia, com doutorado em Físico-química pela Yale University, Collins ficou conhecido por liderar, entre os anos de 1990 e 2003, o Projeto Genoma Humano – esforço internacional voltado a identificar todos os nucleotídeos que compõem o genoma de nossa espécie. De 2003 a 2005, à frente do National Human Genome Research Institute (NHGRI), Collins coordenou uma série de outros projetos na área de genômica que ajudaram a identificar as bases genéticas de diversas doenças. Em 2009, foi nomeado pelo presidente norte-americano Barack Obama como diretor do NIH – instituição que representa a maior fonte de financiamento para pesquisa na área médica em todo o mundo. Durante sua apresentação na FAPESP, Collins comentou o andamento de alguns dos mais ambiciosos projetos atualmente financiados pelo NIH, como The Brain Research through Advancing Innovative Neurotechnologies (BRAIN) Initiative. “Foi uma iniciativa anunciada há cerca de um ano pelo presidente Obama e é uma oportunidade ousada de unir especialistas de diversas disciplinas que em geral não trabalham juntos, como eletrofisiologistas, especialistas em imagens, neurocientistas, neurologistas. Avaliar o que podemos fazer juntos para entender de que forma o cérebro funciona? É um desafio realmente grande”, disse Collins. Leia entrevista de Francis S. Collins, concedida após a palestra na FAPESP Outra iniciativa que mereceu destaque foi o National Center for Advancing Translational Sciences (NCATS) – um dos 27 institutos que integram o NIH e cuja missão é acelerar o processo de transformação das descobertas científicas em novos tratamentos. “Graças aos avanços na área de genômica conhecemos atualmente as bases moleculares de mais de 5 mil doenças, mas para apenas 250 delas já existe um tratamento aprovado”, comentou Collins. Uma das formas de reduzir os custos e a duração dos testes pré-clínicos que visam garantir a segurança de compostos candidatos a medicamentos, afirmou Collins, seria testar a toxicidade em células humanas “sem colocar humanos em risco”. “Com base no enorme avanço da tecnologia de células-tronco é possível tentar desenvolver um biochip. E, com isso, fazer uma biópsia de pele, transformar os fibroblastos em células-tronco e depois diferenciar essas células em qualquer tecido considerado importante para testar toxicidade, como fígado, pulmão, rim, músculos ou neurônios....

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Leia a entrevista do professor Collins, diretor do National Institutes of Health – EUA
maio26

Leia a entrevista do professor Collins, diretor do National Institutes of Health – EUA

Em entrevista concedida à Agência FAPESP após o término da palestra, Collins falou sobre as perspectivas futuras de colaboração com cientistas brasileiros e sobre os grandes avanços da medicina que deverão despontar nos próximos anos. Agência FAPESP – O que esperar no futuro da parceria com o Brasil e, mais especificamente, com a FAPESP? Francis Collins – O Brasil está crescendo muito rapidamente e muito recurso vem sendo investido em pesquisa e no treinamento de um número crescente de jovens cientistas. Não sou capaz de prever em que posição estará a ciência brasileira daqui a cinco anos, mas quero estar certo de que estaremos intimamente alinhados para aproveitar as oportunidades que serão abertas. Fiquei muito feliz em anunciar, como exemplo, o lançamento desse esforço conjunto com a FAPESP de um projeto sinérgico realmente bom que envolve um pesquisador de Harvard e outro da USP. Cada um deles conta com as habilidades apropriadas para esse incrível projeto que possibilitará descobrir novas drogas. Não estou certo de que poderíamos imaginar algo assim dez ou 15 anos atrás. Uma das razões pelas quais estou feliz de estar aqui, nesta manhã, é a oportunidade de falar com a liderança da FAPESP sobre formas para desenvolver oportunidades mais regulares para esse tipo de proposta conjunta, em que um pesquisador é financiado pelo NIH e outro pela FAPESP. Agência FAPESP – Qual a sua opinião sobre os projetos que são apresentados nessas chamadas conjuntas de propostas? O senhor está satisfeito com os projetos submetidos? Collins – Sim, mas eles poderiam ser mais numerosos. É preciso divulgar e ampliar o conhecimento sobre essas oportunidades. Precisamos deixar mais claro que estamos muito interessados em projetos significativos. Tradicionalmente, muito do que temos feito em parceria com o Brasil tem relação com doenças infecciosas. Como a dengue, por exemplo. Ontem [21/05] estive no [Instituto] Butantan para ver o que está sendo feito em nossa colaboração com o instituto. Um dos objetivos é conseguir uma vacina contra a dengue realmente eficaz, algo desesperadamente necessário, pois a doença está se tornando cada vez mais frequente. Há uma série de oportunidades nas chamadas doenças tropicais negligenciadas, sobre as quais fico feliz em dizer que atualmente são menos negligenciadas. Temos uma longa tradição de trabalho com colegas brasileiros no que se refere à doença de Chagas e, certamente, ainda há mais que poderia ser feito. Há também a leishmaniose, que aparentemente está se tornando mais frequente do que a doença de Chagas. Também há oportunidade em HIV-Aids, com o crescente potencial de desenvolver uma vacina realmente eficaz. Há um início de esforço colaborativo nesse campo. Em todos os lugares que visitei esta semana...

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Ansiedade é fator de risco para transtornos mentais
maio14

Ansiedade é fator de risco para transtornos mentais

Além disso, a violência e os altos níveis de ruídos também estão incluídos na causa de doenças. Taxa de transtornos mentais na saúde primária é maior que 50% em quatro capitais brasileiras. Renata Moehlecke – AFN Em artigo publicado na última edição da revista Cadernos de Saúde Pública, pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), em parceria com outras instituições* investigaram a taxa de transtornos mentais comuns (como depressão e ansiedade) e suas associações com características sociodemográficas apresentadas na atenção primária de 27 unidades de saúde da família de quatro capitais brasileiras. Os resultados apontaram taxas maiores que 50% nas cidades analisadas: 51,9% no Rio de Janeiro, 53,3% em São Paulo, 64,3% em Fortaleza e 57,7% em Porto Alegre. A análise também indicou que os problemas de saúde mental são especialmente altos em mulheres, desempregados, em pessoas com baixa escolaridade e com baixa renda. Segundo os estudiosos, pesquisas que estimam a prevalência de transtornos mentais na atenção primária são pouco comuns no Brasil, sendo a maioria referentes a cidades com menos de 650 mil habitantes. Para ajudar a preencher a lacuna, o estudo contou com a participação de cerca de 1,8 mil pacientes das unidades de saúde avaliadas. “Há muitas razões que podem explicar a alta prevalência de transtornos de ansiedade no Brasil, como a violência urbana generalizada e as condições socioeconômicas adversas. Sabe-se que uma das principais causas de mortalidade e morbidade no Brasil é a violência. Além disso, a poluição, os altos níveis de ruído e a falta de áreas recreativas nas grandes cidades brasileiras pode estar relacionadas com os níveis de ansiedade”, explicam os pesquisadores no artigo. As altas taxas encontradas demonstram, para os pesquisadores, a necessidade de discutir melhor o atendimento oferecido a população brasileira, impactando o planejamento de políticas de saúde mental. “Primeiramente, é importante não enxergarmos os transtornos mentais comuns como diagnósticos categóricos, mas como possíveis fatores de risco para o desenvolvimento de distúrbios mais graves”, destacam os pesquisadores. Eles ainda acrescentam que as equipes da saúde da família devem estar cientes da extensão dos problemas psicossociais, a fim de optar por uma abordagem mais integrada nos cuidados com a saúde do paciente. Programas de treinamento e educação para profissionais de cuidados primários precisariam ser introduzidos, juntamente com melhorias nos serviços de suporte. “Estratégias de educação devem envolver competências adicionais que vão além do simples ato de diagnosticar e da gestão de medicamentos no caso de distúrbios de saúde mental comuns”. Os pesquisadores finalizam o artigo chamando atenção para a necessidade de políticas públicas que acarretem em melhorias para a saúde mental de uma forma geral. “Os decisores políticos devem realizar esforços...

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Prevenção de doenças e qualidade de vida na menopausa é tema de palestra no HU
maio07

Prevenção de doenças e qualidade de vida na menopausa é tema de palestra no HU

Vantagens e riscos da menopausa e a qualidade de vida nessa fase. Esses são alguns dos enfoques das palestras gratuitas, no dia 27 de maio, das 10 às 12 horas, no auditório do Hospital Universitário da USP, organizada pelo Grupo de Climatério do HU. Mulheres com mais de 35 anos podem se inscrever para o evento pelo site do HU: www.hu.usp.br. Até novembro de 2014, o Grupo de Climatério do HU realizará outros sete eventos mensais. Para o médico assistente da Ginecologia do HU e coordenador do projeto, doutor Mauricio Mieli, o objetivo é fazer um trabalho preventivo para a população feminina que se encontra com mais de 35 anos e também alertar a equipe de saúde sobre a importância da prevenção de problemas que podem ocorrer nessa faixa etária, que abrange dos 35 aos 65 anos. No dia 27 de maio, o grupo trará esclarecimentos sobre os tipos de menopausa e orientações nutricionais, e pretende-se incentivar adaptações para se obter melhor qualidade de vida. A menopausa pode ser precoce, quando ocorre antes dos 40 anos de idade, e tardia, após os 55 anos. A doutora Ana Maria Sampaio Moreira Grell abordará sobre os diferentes tipos de menopausa, desde as fisiológicas, que ocorrem quando há esgotamento da população de folículos ovarianos, até as cirúrgicas, quando se retiram os ovários. Segundo o ginecologista Mieli, no evento serão dadas orientações visando à prevenção de sintomas desagradáveis que podem ocorrer nessa fase na vida da mulher. O médico ressalta ainda sobre a necessidade da introdução do cálcio, das vitaminas A, B e C, e a importância da vitamina D, e da ingestão suficiente de água, entre outros. A nutricionista Evelyn Kaoru Nakamoto Aguchiku abordará a qualidade de vida, ressaltando o papel da alimentação nessa fase da mulher. “A recém-nascida nasce com aproximadamente 700.000 folículos ovarianos. Com o passar do tempo, estes folículos são absorvidos pelo organismo e na menarca (primeira menstruação) a menina tem cerca de 400.000 folículos ovarianos, que são gastos até o período de transição menopausal. O esgotamento dos folículos ovarianos determina a chegada da menopausa. No Brasil, a chegada da menopausa ocorre ao redor de 52 anos. Segundo o doutor Mieli, a menopausa precoce pode ser determinada por fatores genéticos, tabagismo, cirurgias, como retirada de ovários, exposição a agentes agressores, como infecções virais, tratamentos para alguns tipos de câncer (quimioterapia, radioterapia), doenças autoimunes, defeitos na secreção dos hormônios produzidos pela hipófise, problemas de receptores ovarianos para os hormônios da hipófise e defeitos enzimáticos. A menopausa tardia tem como importante causa a obesidade. A menopausa precoce pode levar às alterações que seriam desencadeadas pela menopausa normal: fogachos, secura vaginal, aumento...

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Campanha Eu Assumi, tem a musa Luana Piovani
abr17

Campanha Eu Assumi, tem a musa Luana Piovani

Luana Piovani incentiva doadores de órgãos a se assumirem no Facebook, em nova campanha da ABTO. Quase 24 mil brasileiros aguardam na fila, porém quase metade das famílias ainda recusa a doação de órgãos por desconhecer a vontade do parente. São Paulo – A atriz Luana Piovani é a estrela da campanha “Eu Assumi”, da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), que convida os doadores de órgãos a se declararem usando uma funcionalidade do Facebook. Isso porque 24 mil brasileiros estão na fila de espera por órgão e apenas a família pode decidir pela doação, sem necessidade de nenhum documento. Ainda assim, em 2013, 47% das famílias entrevistas recusaram a doação, principalmente por desconhecer a vontade do parente. Blogueiros como Marcelo Cidral (do Tumblr “Como eu me sinto quando…”), Mirian Bottan (do programa de televisão “A Liga”) e Mariana Belém (do blog “Mamãe de Primeira Viagem”) apoiam a causa e também já se assumiram na rede social. “Eu optei por ser doadora de órgãos porque, pra mim, essa questão é muito simples. Se eu não vou precisar mais, por que não ajudar alguém que precisa? É uma opção de vida e eu me sinto lisonjeada de ser uma comunicadora dessa ideia”, explica Luana Piovani. A atriz já se assumiu doadora no Facebook e avisou sua família. Para o presidente da ABTO, Dr. Lucio Filgueiras Pacheco Moreira, é preciso aproveitar o alcance da internet para esclarecer e divulgar o tema. “Há anos estimulamos o debate familiar sobre a doação de órgãos e, na atualidade, não há lugar melhor para esta conversa acontecer que no Facebook. Quem se declara doador na rede social e menciona os familiares demonstra o desejo de salvar vidas. Caso um familiar tenha que tomar a decisão, ele com certeza atenderá esse último pedido”. Mas o médico alerta, “não basta apenas postar, o fundamental é avisar a família”. Por isso, a ABTO disponibiliza em sua fanpage um tutorial com a Luana Piovani e uma aba exclusiva da campanha, com materiais que facilitam as pessoas a se assumirem doadores para a família, e até para os amigos. Para se declarar “Doador de Órgãos” no Facebook basta fazer login, entrar na linha do tempo, clicar em “Evento Cotidiano” e selecionar “Saúde e Bem-Estar”. Aí é só localizar “Doador de Órgãos” e “Salvar”. Para o presidente da Novartis, empresa apoiadora da campanha, o número de doações de órgãos no Brasil aumentará à medida que as famílias passem a falar abertamente sobre o tema. “O Brasil possui o maior sistema de transplantes público do mundo, temos no país uma estrutura de ponta e os melhores profissionais. À medida que mais pessoas...

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Cardápios regionais são criados para proteger o coração
mar27

Cardápios regionais são criados para proteger o coração

Dieta cardioprotetora brasileira tem eficácia pesquisada em todo o país pelo HCor. Comer os alimentos certos é uma das mais importantes armas contra doenças cardiovasculares. Existem alimentos reconhecidos cientificamente por terem propriedades cardioprotetoras, ou seja, eles promovem benefícios ao organismo que impactam positivamente na saúde do coração. Um exemplo é o salmão, rico em ômega-3, que reduz os índices de colesterol ruim (LDL) e aumenta o colesterol bom (HDL). O salmão é um dos principais protagonistas da dieta mediterrânea, assim como o vinho, as nozes e o azeite. Essa dieta é baseada no padrão alimentar de moradores da região mediterrânea e, após diversos estudos, foi reconhecida como uma das melhores dietas para prevenção e controle de eventos cardiovasculares. Contudo, os alimentos disponíveis lá têm preços mais elevados no Brasil, o que dificulta seu acesso. Para contornar o problema, um grupo de nutricionistas do HCor elaborou centenas de receitas com alimentos que sejam cardioprotetores e acessíveis à mesa do brasileiro. Os pratos consideram, inclusive, as diferenças regionais do país. Esse trabalho é parte de um amplo estudo, que envolve 40 centros de cardiologia no país. “Em cada centro, 50 pacientes serão acompanhados por um ano. São cardiopatas com mais de 45 anos, ou seja, são pessoas que já passaram por algum evento cardiovascular, como o infarto”, explica Rosana Perim, gerente de nutrição do HCor e responsável da pesquisa. Essa já é a segunda fase da pesquisa. Na primeira, o Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) do HCor verificou a eficácia de algumas receitas em pacientes de São Paulo. Com o estudo, realizado em parceria com o Ministério da Saúde, espera-se que a dieta cardioprotetora do HCor possa ser prescrita contra problemas do coração. Hoje, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no país, responsáveis por mais de 29% dos...

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Holocausto brasileiro
mar13

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Holocausto Brasileiro, book trailer do livro de Daniela Arbex

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Holocausto brasileiro
mar13

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Prevenção contra o HPV evita problemas
mar06

Prevenção contra o HPV evita problemas

Desde ontem, 10 de março, o SUS passou a oferecer gratuitamente vacina contra HPV. Imunização este ano é voltada para meninas de 11 a 13 anos, mas prevenção precisa ser feita durante toda a vida, já que o HPV é o principal fator de risco para o câncer de colo de útero. O Dr. Marcelo Steiner, através de sua assessoria, esclarece alguns pontos sobre o vírus. Leia a seguir:   A partir de 10 de março, o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer a vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), usada na prevenção do câncer de colo do útero. Neste ano, serão vacinadas meninas de 11 a 13 anos. O HPV, ou Papilomavírus Humano, é um vírus bastante comum e recorrente. Em alguns casos, pode provocar o aparecimento de verrugas indolores na pele, ou provocar alterações no colo do útero que podem levar ao câncer. Na maioria das vezes, porém, a infecção do HPV não se manifesta através de nenhum sintoma. “Justamente por não aparentar sintomas, o HPV acaba sendo perigoso, se não acompanhado. O ginecologista, nos exames de rotina, fará avaliação adequada”, explica o médico Marcelo Steiner, professor afiliado do setor de Ginecologia Endócrina, Planejamento Familiar e Climatério da Faculdade de Medicina do ABC. Entenda o HPV Existem aproximadamente 100 subtipos de HPV identificados e sua transmissão se dá principalmente através pelo contato pele a pele, mucosa-mucosa ou pele- mucosa. Isso ocorre com frequência nas relações sexuais. Pode ocorrer também a chamada transmissão vertical, quando o vírus passa de mãe para filho na hora do parto. Se não há manifestações visíveis, como o aparecimento de verrugas, por exemplo, as manifestações decorrentes do HPV podem ser detectadas através do exame de alteração citológica – o papanicolau, exame rotineiro nos consultórios ginecológicos. “O fundamental é realizar os exames de rotina para detectar qualquer alteração logo no seu início. A presença do HPV é bem prevalente, ou seja, muito comum, mas nem todo mundo desenvolve a doença. É importante visitar um médico para que ele possa avaliar cada caso e intervir, se necessário, o quanto antes”, afirma o ginecologista, médico colaborador da Clínica Stockli em São Paulo. HPV e Câncer O vírus HPV é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer do colo do útero, responsável por 95% dos casos de câncer deste tipo, que é o segundo que mais atinge as mulheres, atrás apenas do câncer de mama. Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV, sendo que 32% estão infectadas pelos tipos mais graves da doença. Vacina Existem dois tipos de...

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fev19

Robô vai guiar cirurgias no ICESP

Equipamento importado dos EUA chega ao Icesp e vai beneficiar mais de mil pacientes em três anos. O governador Geraldo Alckmin apresentou nesta quarta-feira, 19, um robô inédito em hospitais públicos paulistas que vai guiar cirurgias de pacientes do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), unidade ligada à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, na capital paulista. O equipamento irá beneficiar 1.070 pacientes da instituição, nos próximos três anos, com procedimentos minimamente invasivos. Sentados à frente de um console, os cirurgiões do Icesp irão acionar os comandos do robô e terão visão tridimensional, com profundidade, o que deverá permitir maior precisão das intervenções em relação às cirurgias convencionais e àquelas guiadas por videolaparoscopia. “Esse equipamento é um grande avanço para a medicina e para a ciência. A robótica significa um salto, como foi a laparoscopia há três décadas. Ela traz mais segurança, muito mais precisão ao cirurgião e um tempo menor de internação”, explicou o governador durante o evento. As cirurgias com o robô, importado dos EUA, irão acontecer em cinco diferentes especialidades oncológicas: urologia, ginecologia, cabeça e pescoço, aparelho digestivo e cirurgias do tórax. Espera-se que o novo equipamento, além de permitir cirurgias mais precisas e menos invasivas, propicie um tempo de recuperação mais rápido e menos dor aos pacientes, assim como menor tempo de internação no hospital e, consequentemente, maior rotatividade dos leitos. Três cirurgias já foram realizadas pelo Icesp com o novo robô, no mês de fevereiro, para retirada de tumores malignos da próstata. A Secretaria de Estado da Saúde irá investir R$ 2 milhões no custeio das cirurgias realizadas pelo robô, que foi adquirido pelo Ministério da...

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Solução israelense corrige coluna lesionada
fev05

Solução israelense corrige coluna lesionada

As informações são do site www.pletz.com, leia a reportagem na íntegra e assista aos filmes (idioma inglês). Curve-se. Flexione. Estenda. Gire. Apesar de essas palavras serem comuns para a maioria das pessoas, elas (literalmente) dão arrepios nas espinhas de milhões que sofrem de dor lombar crônica em todo o mundo. A Premia Spine é uma empresa israelense que busca tornar essas palavras inofensivas mais uma vez para pacientes, com um implante espinhal revolucionário. A empresa israelense está oferecendo um tratamento alternativo para pacientes que receberam a prescrição de operações de fusão espinhal. Ao invés de anexar uma estrutura rígida de parafusos e hastes à coluna do paciente, o sistema TOPS – Total Posterior Solution (Solução Posterior Total) da Premia Spine é um implante espinhal que recria os movimentos naturais das costas, dando aos pacientes não apenas uma faixa maior de movimentos, como também alega uma recuperação mais confiável e mais rápida. O desenvolvimento na Premia Spine começou em 2003, com inspiração em outros campos da medicina. Cirurgiões ortopédicos, que deixaram de fazer uso da fusão anos atrás, agora defendem a substituição de toda a articulação por um implante artificial. O CEO da Premia Spine, Ron Sacher, busca aplicar os mesmos procedimentos de substituição total da articulação do joelho e quadris que revolucionaram a ortopedia para transformar os tratamentos da parte inferior da coluna. “Havia uma época em que as pessoas tinham os seus joelhos e quadris fundidos com hastes de metal”, diz Sacher à NoCamels. “As pessoas caminhavam com uma perna reta. Elas não conseguiam dobrar a perna, pois aquela articulação fora eliminada. A gênese deste programa era solucionar o problema de estenose espinhal (compressão da medula espinhal), possibilitando que os cirurgiões removessem as articulações e contassem com um implante como o nosso para recriar a função normal de toda a coluna posterior, muitas vezes comprometida pela cirurgia de fusão. É como remover as paredes inferiores de um edifício alto”. O sistema TOPS é um dispositivo mecânico que fica entre duas placas de titânio que recriam os movimentos normais de flexão, extensão, curvatura e giro, sem torções e voltas em excesso. É um tratamento específico para pacientes diagnosticados com um bloqueio da medula espinhal na parte inferior das costas (estenose espinhal) e vértebra deslocada (espondilolistese de baixo grau). O elemento mais importante a ser executado em uma cirurgia para pacientes com estenose espinhal é a limpeza do bloqueio da medula espinhal e dos nervos circundantes. Se o bloqueio não for limpo, a dor intensa e o torpor persistirão. Entretanto, quanto mais um cirurgião limpar, menos estável a coluna vertebral se tornará. Um paciente com um canal espinhal limpo e...

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Qualidade do sono no verão
jan30

Qualidade do sono no verão

O verão faz com que grande parte das pessoas sofra na hora de dormir causando desconforto e incômodo durante a noite e também no dia seguinte O verão é a estação mais esperada do ano, pois o dia parece se tornar mais longo e as atividades ao ar livre podem ser realizadas com mais facilidade. Entretanto, nos dias mais quentes da estação, dormir se torna uma missão praticamente impossível. A importância do sono é fundamental em qualquer época do ano, mas pelo fato do calor excessivo, os níveis mais profundos do sono não são atingidos, provocando interrupções e fazendo com que se acorde, várias vezes durante a noite. O resultado vem no dia seguinte com a sensação de cansaço e a falta de disposição, a privação do sono pode ocasionar dores de cabeça, queda no rendimento e até mesmo deficit de atenção. “Dormir bem é essencial, não apenas para manter-se disposto, mas para ter uma vida saudável com qualidade e até aumentar a longevidade”, explica Dr. Levon Mekhitarian Neto, Otorrino com atuação em Medicina do Sono, Mestre em ciências da saúde e membro do Núcleo de tratamento dos distúrbios do sono de São Paulo. “Nos dias quentes, na tentativa de amenizar a situação, muitas pessoas optam pelo ar condicionado, mas para quem sofre de distúrbios do sono como a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), que ocorre quando a pessoa para de respirar enquanto dorme, a situação se torna ainda mais delicada, pois com o ar seco, as vias aéreas ficam prejudicadas e irritadas agravando o quadro”, alerta Dr. Levon. Portanto, procure um médico especialista para diagnosticar o problema e indicar o melhor tratamento, enquanto isso confira algumas dicas para uma boa noite de sono na estação mais quente do ano. DICAS: • Vá para a cama com roupas leves; • Prefira os lençóis de algodão e linho àqueles sintéticos, porque esquentam menos; • Não deixe o quarto totalmente fechado. Uma brecha na janela já é o suficiente para fazer o ar circular; • Utilize um balde de água para umidificar o ambiente; • Prefira os travesseiros de látex, por serem mais frescos, super ventilados e laváveis, além de possuir uma capa externa com zíper 100% algodão • A refeição da noite precisa ser bem leve e a hidratação é...

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H1N1 ou Influenza A?
jan30

H1N1 ou Influenza A?

Você sabe diferenciar os sintomas da gripe H1N1 e a Influenza A? Bem, se a resposta é não ou existe alguma dúvida, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou um gráfico de fácil interpretação.  

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Médicos sem fronteiras
set25

Médicos sem fronteiras

Publicado em 25 de setembro de 2013   Médicos Sem Fronteiras ou Médecins Sans Frontières, somente pelo uso destes termos muito pode ser deduzido sobre o sentimento que criou esta organização médico-humanitária internacional, respeitada por sua independência política e religiosa, que se mantem atuando em qualquer parte do mundo sobre o lema de levar ajuda às pessoas que precisam, além disso sua missão também é tornar públicas as mais diversas situações com que se defrontam. Isso só é possível graças às doações que recebem mundialmente; só no Brasil são mais de 50 mil doadores. “A organização foi criada em 1971, na França, por jovens médicos e jornalistas, que atuaram como voluntários no fim dos anos 60 em Biafra, na Nigéria. Enquanto a equipe médica socorria vítimas em uma brutal guerra civil, o grupo percebeu as limitações da ajuda humanitária internacional: a dificuldade de acesso ao local e os entraves burocráticos e políticos faziam com que muitos se calassem frente aos fatos testemunhados. MSF surge, então, como uma organização médico-humanitária que associa socorro médico e testemunho em favor das populações em risco”. O texto entre aspas foi reproduzido na íntegra do site www.msf.org.br, que pertence à organização, pois assim como ele descreve com simplicidade a grande iluminação que deve atuado em prol de sua criação, a abnegação dos mais de 30 mil profissionais que trabalham pelo alívio das dores e sofrimentos humanos ainda permanecem imperceptíveis, inaudíveis para muita gente. Essa situação já mudou bastante com o acesso às novas tecnologias de divulgação e a própria globalização das notícias deve ter beneficiado sobremaneira esse trabalho grandioso, mas sempre há muito por fazer num mundo tão conturbado e atribulado por guerras, fome ou sinistros interesses. Em 1999, Médicos Sem Fronteiras, recebeu o Prêmio Nobel da Paz “em reconhecimento pela ação humanitária imparcial e independente, livre de qualquer influência política ou militar”. E o trabalho continua há mais de 40 anos. DIÁRIO DE BORDO Kelly Cavalete – Enfermeira Parte 8 – Moçambique, 18 de janeiro de 2013 Feliz ano novo, pessoal! Por aqui, mais uma passagem de ano em projeto, longe dos familiares, dos antigos amigos… Vem aquela dor da saudade e o questionamento sobre os objetivos da vida. Mas, no final, a decisão é a de seguir em frente e continuar a luta pela garantia dos direitos humanos a todas as pessoas; mais especificamente, o acesso à saúde. Passou o Natal, o ano novo e os centros continuaram como se nada estivesse acontecendo. Lotados de pacientes, as mesmas problemáticas. Semana passada aconteceu um encontro muito importante para a análise dos serviços prestados nas unidades sanitárias: o Comitê Provincial, no qual todos os...

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