Guia ilustrado apresenta todas as serpentes identificadas no Cerrado brasileiro
mar15

Guia ilustrado apresenta todas as serpentes identificadas no Cerrado brasileiro

Livro contribui para a preservação e cada serpente apresentada traz informações de tamanho, habitat, reprodução, e entre outros dados, explica se a espécie oferece risco aos seres humanos.

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Visite Abrolhos
fev10

Visite Abrolhos

A visitação ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos é incentivada e coordenada pelo Instituto Chico Mendes que dispõe de guias e embarcações para fazer com que a visita seja inesquecível para os turistas.

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Azul da Cor de Abrolhos
fev10

Azul da Cor de Abrolhos

Quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016 às 20h47 Destacamos o vídeo da TV Brasil que fez uma excelente reportagem sobre o arquipélago brasileiro. Caminhos da Reportagem – Azul da Cor de Abrolhos   Visite Abrolhos 0 0 Ibama e ICMBio atuam desde o início da tragédia provocada pela Samarco 0 0 Samarco, Vale, BHP e governo diante da tragédia 0 0 Abrolhos: conheça um pouco dessa maravilha oceânica ameaçada pela Samarco 0 0 Expedição avalia vida marinha em Abrolhos 0 0 Resultados do desastre ambiental no rio Doce são apresentados pela Ufes 0 0 Mar Sem Fim visitou Abrolhos antes da tragédia de Mariana, assista os vídeos 0 0 Azul da Cor de Abrolhos 0 0...

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Mar Sem Fim visitou Abrolhos antes da tragédia de Mariana, assista aos vídeos
fev10

Mar Sem Fim visitou Abrolhos antes da tragédia de Mariana, assista aos vídeos

Conheça Abrolhos e os detalhes com João Lara Resende, do Mar Sem Fim.

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Abrolhos: conheça um pouco dessa maravilha oceânica ameaçada pela Samarco
fev10

Abrolhos: conheça um pouco dessa maravilha oceânica ameaçada pela Samarco

As próximas reportagens mostram Abrolhos. Separamos algumas imagens, destacamos dois vídeos do programa Mar Sem Fim: Parque Nacional Marinho dos Abrolhos [partes 1 e 2] publicados em outubro de 2015, exibidos pela TV Cultura, antes do lamaçal; e o vídeo da matéria especial da TV Brasil, Caminhos da Reportagem: Azul da Cor de Abrolhos, editado após o derramamento de rejeitos minerais no Vale do Rio Doce que percorreram centenas de quilômetros até a foz no Oceano...

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Elefante no Cerrado exerceria papel que já foi de mastodontes
nov03

Elefante no Cerrado exerceria papel que já foi de mastodontes

Qual é o continente que reúne a maior quantidade de animais de grande porte do planeta?. A África, óbvio, mas nem sempre foi assim. A chamada megafauna, os mamíferos de grande porte pesando mais de 1 tonelada, habitou todos os continentes. Tinha papel fundamental no meio ambiente, por exemplo, espalhando as sementes da flora de cada ecossistema que habitavam, além de comer a vegetação e reciclar nutrientes com suas...

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FAO: países pedem reconhecimento da Amazônia no controle do aquecimento global
out21

FAO: países pedem reconhecimento da Amazônia no controle do aquecimento global

Países se reuniram para fazer declaração para a Conferência do Clima (COP 21), que acontecerá em Paris em dezembro. A Amazônia abrange o Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, com 33 milhões de pessoas dependentes de seus recursos naturais.

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Canadense que levou  água para 1 milhão de africanos conta sua história no Brasil
set28

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“Disponibilidade de água muda a vida das pessoas”, afirma Ryan Hreljac, que participou, no Brasil, do maior congresso de conservação da natureza da América Latina.

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Amazônia, natureza sem paralelo
set09

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No Dia da Amazônia, lembramos porque a floresta é tão importante e porque temos o dever de defendê-la.

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Projeto Tamar comemora 35 anos com nova geração de tartarugas
ago29
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Governo confirma taxa de desmatamento
ago25

Governo confirma taxa de desmatamento

Com a revisão dos dados preliminares, o índice de queda no desmatamento ficou abaixo do que havia sido divulgado em novembro, passando de 18% para 15%.

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Programa Água Brasil lança animação sobre Consumo Responsável
ago15
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Campanha da CI, “A Natureza Está Falando”, ganha voz de brasileiros
ago13

Campanha da CI, “A Natureza Está Falando”, ganha voz de brasileiros

  Quinta-feira, 13 de agosto de 2015, às 17h24 A Conservação Internacional (Conservation International), uma ONG (organização não-governamental) norte-americana, lançou a campanha “Nature Is Speaking” (“A Natureza Está Falando”) em outubro do ano passado, com oito vídeos, para sensibilizar a humanidade quanto aos seus desajustes com relação à Natureza. Os vídeos ganharam ainda mais projeção nas vozes de atores consagrados. Julia Roberts é Mãe Natureza; Harrison Ford, O Oceano; Kevin Spacey, A Floresta; Edward Norton, O Solo; Penélope Cruz, Água; Robert Redford é Árvores (em inglês Redwood, que pode fazer alusão às sequóias – árvores gigantes – ou também ao pau-brasil), Lupita Nyong’o é Flor e Ian Somerhalder é Recife de Corais. Todos juntam forças para dar voz à natureza. Ontem (12), os oito vídeos ganharam uma versão traduzida nas vozes de atores brasileiros que se engajaram nessa nobre causa. Maria Bethânia, Rodrigo Santoro, Juliana Paes, Max Fercondini, Maitê Proença, Gilberto Gil e Pedro Bial, também uniram suas energias em nome do meio ambiente em que vivemos, num clamor pelo planeta onde habitamos. Veja como se engajar e assista os filmes na versão original (inglês com legendas) em Conservation International ou acesse “A Natureza Está Falando”, em...

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WWF-Brasil pede criação de plano para proteção das  nascentes e mananciais
mar23

WWF-Brasil pede criação de plano para proteção das nascentes e mananciais

Segunda-feira, 23 de março de 2015, às 19h09   WWF-Brasil – Todos sabemos que o Brasil é um país riquíssimo em água. Somos os detentores de 12% da água doce de todo o planeta. Ainda assim, 2014 ficou marcado, e 2015 infelizmente segue pelo mesmo caminho, por uma crise hídrica que afetou milhares de pessoas da região sudeste, deixando bairros reféns do racionamento em São Paulo, ameaçando indústrias e empresas de migração e deixando Rio de Janeiro e Minas Gerais em estado de atenção. No dia em que comemoramos o Dia Mundial da Água, o WWF-Brasil defende que a crise hídrica instalada no nosso país é uma crise de gestão. Há muito que ser feito a curto, médio e longo prazo, mas acreditamos que o foco principal das ações deve ser equacionar a demanda e a oferta de água. Essa equação está desbalanceada nas cidades, onde se concentra mais de 80% da população brasileira atualmente. Para isso, é muito importante que as ações invistam na diminuição da demanda e aumento da oferta.     Nesse sentido, o WWF-Brasil defende que o modelo de gestão de oferta proposto pelas autoridades precisa ser revisto. Somente a construção de novos reservatórios, como vem sendo proposto pelos governos, para aumentar o armazenamento não é suficiente. É preciso aumentar a oferta por meio da proteção de toda a bacia hidrográfica, especificamente da vegetação que protege os corpos d’água e as nascentes. Se não começarmos a investir na proteção para aumentarmos a oferta, corremos o risco de enfrentarmos os mesmos problemas que estamos enfrentando agora: reservatórios secos e/ou abaixo de suas capacidades de abastecimento e de geração de energia hidrelétrica. Portanto, defendemos uma ação robusta e de larga escala de proteção de sistemas de cabeceiras de rios, nascentes e mananciais. Isso só é possível se houver o engajamento e o comprometimento dos setores público, privado e de toda a sociedade. O setor privado, por exemplo, deve atuar além dos muros da fábrica: avaliando os riscos coletivos de toda a bacia hidrográfica e garantindo seu uso múltiplo, além de se comprometer seriamente na redução desses riscos, com o apoio da comunidade local. É primordial que o setor privado participe das instâncias de gestão (comitês de bacia, por exemplo). Por sua vez, o setor público, após décadas de negligência, precisa definir uma agenda estratégica e prioritária, garantindo que no mínimo 0,5% do PIB nacional seja investido na gestão e na preservação das bacias hidrográficas críticas. Não podemos deixar de mencionar que o novo Código Florestal (Lei 12.651/2012) é um grave retrocesso que inevitavelmente provocará crises mais drásticas no futuro. O inciso IV do seu artigo 4º excluiu...

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WWF Brasil: Onça-preta no Rio Tapajós
mar17

WWF Brasil: Onça-preta no Rio Tapajós

Terça-feira, 17 de março de 2015, às 12h18   Assista o vídeo Em recente viagem de campo, o WWF registrou a aparição de um dos mais raros predadores da Amazônia, a onça-preta. Enquanto cruzavam o rio Tapajós, nas proximidades do Parque Nacional do Juruena, localizado ao norte do Mato Grosso e sudeste do Amazonas, técnicos da organização avistaram a espécie, que também atravessava o rio ao lado do barco.   Clique na imagem e baixe a publicação do Arpa                   Assuntos relacionados com o ARPA Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida View More Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) View More < > Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida View More < > Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) View More Conheça o Parque Juruena SOS Juruena SOS Juruena View More SOS Juruena SOS Juruena View More O maior felino das Américas O maior felino das Américas View More < > SOS Juruena View More < > SOS Juruena View More < > O maior felino das Américas View More...

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Os alertas aumentam e o desmatamento não para
mar04

Os alertas aumentam e o desmatamento não para

Quarta-feira, 4 de março de 2015, às 16h19 Do Greenpeace Inpe divulga primeiro relatório DETER do ano e janeiro já registra a maior área com alerta de desmatamentos dos últimos cinco anos para o mês. O balanço de alertas de desmatamento (corte raso da floresta) e degradação florestal do período de novembro de 2014 à janeiro de 2015 na Amazônia, divulgado ontem (dia 2) pelo Inpe traz mais más notícias aos brasileiros. Os dados – do Deter, Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real do Inpe – mostram que o mês de janeiro de 2015, em especial, apresentou alertas de desmatamento e degradação florestal em uma área de 129,36 km², um número que sozinho é quase igual à soma dos dados dos meses de janeiro dos últimos cinco anos: 147,64 km². Lamentavelmente, janeiro de 2015 não é um ponto fora da curva. Ao analisar os dados de corte raso dos últimos seis meses (agosto de 2014 a janeiro deste ano, meses que vão compor o número final do desmatamento de 2015 apurado por outro sistema do Inpe, o Prodes) fica evidente que o ataque à maior floresta tropical do planeta voltou a ser alarmante: os alertas de desmatamento cresceram 56% em área, e a degradação subiu incríveis 162%, ambos na comparação com o mesmo período do ano anterior. O Deter permite a constatação rápida do que está acontecendo na floresta e oferece suporte à fiscalização e controle do desmatamento pelo IBAMA. Embora impreciso, ele indica a tendência de aumento ou diminuição da perda florestal ao longo do ano. A estimativa oficial do desmatamento de 2015, apurado pelo Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica por Satélite (Prodes) sairá no final do ano. O número final, como acontece todos os anos, será anunciado por volta de março de 2016. No período de agosto de 2013 a janeiro de 2014, foram detectados alertas de desmatamento em 688,7 km². Este ano, entre agosto de 2014 e janeiro, foram detectados alertas em 1.074,3 km², o que representa um aumento de 56% em relação ao período anterior. Já em termos de degradação florestal, processo que muitas vezes dá início ao ciclo do desmatamento, os alertas corresponderam à uma área de 403,8 km² no primeiro período e 1059,9 km² no segundo período, um aumento de 162%. Apesar do otimismo do governo em relação à queda da taxa do desmatamento registrada pelo PRODES nos últimos anos, diversos fatores ainda ameaçam a floresta, colocando em risco essa conquista. A exploração ilegal de madeira segue fora de controle, o avanço de atividades agropecuárias sob a floresta continua, e a bancada ruralista no Congresso está mais...

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Empresas dos EUA oferecem energia solar aos funcionários
fev12
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Greenpeace: Fechando o cerco contra a madeira ilegal
nov12

Greenpeace: Fechando o cerco contra a madeira ilegal

Quarta-feira, 12 de novembro de 2014, às 15h53 Carregamento surpreendido pelo Greenpeace na Holanda na semana passada deve ser investigado pelas autoridades belgas. Na quinta-feira passada (6), ativistas do Greenpeace surpreenderam um navio que se aproximava do Porto de Roterdã, na Holanda, com madeira exportada pela serraria Rainbow Trading, denunciada por receber e comercializar madeira ilegal, informa a ONG. A madeira será inspecionada pela alfândega de acordo com a Cites (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção), que controla o comércio de espécies ameaçadas entre países signatários, como o Mogno e algumas espécies de Cedro. No entanto, não é competência da alfândega avaliar a origem da madeira. Como o destino final dessa madeira é Antuérpia, na Bélgica, as autoridades competentes holandesas alegam não ser de sua responsabilidade realizar uma investigação, mas garantiram ao Greenpeace que irão entrar em contato com as autoridades belgas para assegurar que elas obtenham as informações necessárias sobre o carregamento para que possam acompanhar a chegada da madeira e aplicar a EUTR (European Union Timber Regulation) – legislação que proíbe a importação de madeira ilegal para o mercado europeu. As autoridades competentes holandesas disseram também que irão colaborar com as autoridades brasileiras para que tomem atitudes. Ainda não foi possível confirmar os resultados sobre a inspeção da alfândega no Porto de Roterdã. No entanto, ela não traduz toda a preocupação do Greenpeace em relação à origem da madeira, mesmo esta não sendo espécie ameaçada. Apenas uma verificação no âmbito da EUTR poderia ter algum efeito para apreensão e investigação dessa madeira. Segundo nossas investigações, o navio carregava containers com Ipê, madeira nobre da Amazônia, para ser descarregada na Bélgica. Esse foi o terceiro carregamento indo da Rainbow para a Europa no ultimo mês. “As empresas são obrigadas por lei a manter a madeira de alto risco fora do mercado da União Europeia. Comprar madeira de serrarias como a Rainbow Trading é o mesmo que descumprir a lei, já que sua origem foi contaminada por madeira ilegal. Essa madeira deve ser apreendida e investigada, e não vendida direto no mercado. As autoridades belgas devem assumir as suas responsabilidades e as empresas devem ter pleno controle de suas cadeias de abastecimento”, afirma Marina Lacôrte, da Campanha da Amazônia do Greenpeace. As empresas europeias que estão comprando madeira amazônica da Rainbow Trading foram avisadas pelo Greenpeace de que estavam arriscando comprar madeira ilegal – independentemente da pilha de documentação oficial e papelada que acompanha essa madeira. Como o Greenpeace tem mostrado desde maio na Campanha Chega de Madeira Ilegal, a documentação oficial usada por madeireiros na Amazônia não serve...

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WWF-Brasil leva para Austrália experiência brasileira com os parques nacionais
nov10

WWF-Brasil leva para Austrália experiência brasileira com os parques nacionais

Segunda-feira, 10 de novembro de 2014, às 20h03   WWF | Brasil – A cada dez anos, a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) reúne especialistas de todo o mundo para discutir a situação das áreas protegidas existentes ao redor do planeta. Este ano, o Congresso Mundial de Parques será realizado em Sydney, na Austrália, de 12 a 19 de novembro sob o lema: Parques, pessoas e planeta: inspirando soluções. Já estão confirmados participantes de 168 países em um evento preparado para quase cinco mil pessoas. A contribuição do WWF-Brasil será levar ao congresso reflexões sobre a experiência brasileira na gestão de áreas protegidas e a conexão entre conservação e economia. No Brasil, são mais de 2 mil áreas protegidas que abrigam uma extraordinária soma de biodiversidade, recursos hídricos e serviços ecossistêmicos, mas que ainda não entram nas contas públicas – e privadas – como um dos principais ativos econômicos de que a Nação dispõe. Sem contar que essas áreas são vistas por alguns setores políticos e econômicos como empecilhos ao desenvolvimento. “Os parques nacionais devem ser protegidos, não só pelos seus valores intrínsecos, mas pelo que podem contribuir à economia e à qualidade de vida de todos os brasileiros. Isso tem de estar internalizado nas políticas públicas e fazer parte da preocupação das empresas”, ressalta Jean François Timmers, superintendente de Políticas Públicas do WWF-Brasil. Por isso, uma das discussões que o WWF-Brasil levará ao Congresso Mundial de Parques é uma análise sobre os sistemas de áreas protegidas em economias emergentes e o papel do setor privado na criação e gestão dessas áreas protegidas. “O congresso será uma oportunidade para discutirmos com outros países os desafios comuns e soluções possíveis para que as áreas protegidas sejam consideradas e integradas na economia nacional a partir do reconhecimento de sua biodiversidade e demais serviços ambientais como importantes ativos econômicos”, ressalta Timmers. Segundo ele, o Brasil tem um dos maiores sistemas de áreas protegidas do mundo, mas seu potencial de contribuir para a economia nacional é pouco explorado. Durante o congresso, o WWF-Brasil irá promover eventos paralelos junto com outras organizações para discutir a integração entre economia e conservação e propor uma agenda mínima para fortalecimento dessas áreas nos próximos quatro anos. Também faz parte da programação do WWF-Brasil no evento discutir formas de favorecer ao cidadão o contato com os parques nacionais, mesmo que isso se dê virtualmente. Por isso, um dos eventos paralelos promovidos pela organização durante o congresso irá tratar de tecnologia e uso público como forma de aproximar a sociedade das áreas protegidas. No evento, será lançado o Movimento Caminhos da Mata Atlântica, que consiste em promover o...

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Amazônia acumula 762 mil km² de desmatamento em 40 anos
out31

Amazônia acumula 762 mil km² de desmatamento em 40 anos

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014, às 08h32 Isso é o que afirma o estudo do pesquisador do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Inpe. Agência Brasil | Reportagem: Elaine Patricia Cruz | Edição: Nádia Franco Até o ano passado, o desmatamento acumulado na Floresta Amazônica, em 40 anos de análise, somou 762.979 quilômetros quadrados (km²), o que corresponde a três estados de São Paulo ou a 184 milhões de campos de futebol. É o que revela o relatório O Futuro Climático da Amazônia, coordenado pelo pesquisador Antonio Donato Nobre, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O relatório, divulgado na tarde desta quinta-feira (30) na Sala Crisantempo, na zona Oeste de São Paulo, reúne várias estudos feitos sobre a região e é destinado à população leiga. O objetivo é universalizar o acesso a mais de 200 estudos e artigos científicos e diminuir o que o pesquisador chama de “ignorância” sobre os problemas ambientais. Nobre calcula que a ocupação da Amazônia já destruiu 42 bilhões de árvores, ou seja, mais de 2 mil árvores por minuto, de forma ininterrupta, nos últimos 40 anos. Somando-se o desmatamento e a degradação (que considera áreas verdes, mas inutilizadas) da floresta, a destruição da Amazônia alcança mais de 2,062 milhões de km². De acordo com o relatório, o desmatamento pode pôr em risco a capacidade da floresta de rebaixar a pressão atmosférica, exportar sua umidade para outras regiões pelos chamados “rios voadores” e regular o clima, induzindo à seca. Os efeitos sobre a Região Sudeste, mais especificamente no estado de São Paulo, que enfrenta uma grande seca, ainda estão sendo estudados, mas Nobre acredita que parte disso seja reflexo do desmatamento da Mata Atlântica e do aquecimento climático. “Estamos na UTI climática”, afirmou o pesquisador, comparando o problema do clima ao de um paciente internado em um hospital. Segundo Nobre, é difícil prever se o “paciente” – no caso, a Amazônia – vai reagir, embora ainda exista uma solução para o problema. “Quando se está no processo de UTI no hospital, o médico vai dizer a que horas você vai morrer? Não vai. Depende do seu organismo e de muitos fatores, e o que o médico pode fazer é o que está ao alcance dele: informar. O que estou fazendo é informando sobre o problema ambiental na Amazônia. E acho que tem uma solução: desmatamento zero para anteontem e replantar em esforço de guerra. Mas, antes disso, um esforço de guerra real é acabar com a ignorância”, enfatizou. De acordo com Nobre, o esforço para zerar o desmatamento é insuficiente, já que é preciso também...

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O maior golfinho de água doce do mundo
out27

O maior golfinho de água doce do mundo

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 15h23 Animal tem sido utilizado como isca para pesca de peixe com baixo valor comercial. Populações estão sendo reduzidas a uma taxa de 10% ao ano desde que o consumo de piracatinga aumentou na Colômbia. Símbolo de diversas lendas da Amazônia, o boto-cor-de-rosa (Inia geoffrensis) é o maior golfinho de água doce do mundo. Também conhecido como boto-vermelho ou boto-da-amazônia, o animal é endêmico das bacias dos rios Amazonas e Orinoco. Dentre os golfinhos de água doce, é o que apresenta a maior distribuição geográfica, ocorrendo em uma área de cerca de 7 milhões de quilômetros quadrados e podendo ser encontrado em seis países da América do Sul: Bolívia, Brasil, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. Sua coloração pode variar de cinza-escuro a rosa brilhante, dependendo da idade e do sexo do animal, porém machos adultos e sexualmente ativos são muito mais rosados devido à intensa despigmentação. Os olhos são pequenos, mas possuem boa acuidade visual tanto dentro quanto fora d’água. A nadadeira caudal é larga; as nadadeiras peitorais são grandes, largas e espessas; e a nadadeira dorsal é longa e baixa. Machos adultos são bem maiores e mais robustos que as fêmeas, atingindo no máximo 2,55 metros de comprimento e podendo pesar 200 kg. As fêmeas chegam a medir 2,25 metros de comprimento e pesar 155 kg. Essencialmente piscívoro, o animal alimenta-se de mais de 45 espécies de peixes, embora existam registros de ingestão de caranguejos e tartarugas. Como predadores aquáticos de topo da cadeia alimentar, os botos exercem a importante função de manter as populações de peixes sadias e em equilíbrio, removendo os indivíduos parasitados e doentes e consumindo as espécies mais abundantes. Sem predadores naturais, uma das ameaças à espécie é a captura acidental em redes de pesca. Além disso, os botos têm sido utilizados como isca para pesca da piracatinga (Calophysus macropterus), peixe também conhecido como urubu-d’água por se alimentar de restos de animais mortos. Toneladas de piracatinga são exportadas para a Colômbia, onde é bastante aceita pela população. De acordo com a Fundação Omacha (Colômbia), a população de Bogotá, maior consumidor deste peixe, desconhece a forma como ele é capturado, assim como de que se trata de um animal carniceiro. A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) ainda não classifica o boto-cor-de-rosa como ameaçado de extinção por ser uma espécie da qual se tem “dados insuficientes”, mas as autoridades brasileiras o classificam como “vulnerável”. Reprodução Assim como outras espécies aquáticas, a reprodução do boto está fortemente associada ao ciclo hidrológico da região. Depois de uma gestação de cerca de 11 meses, nasce um único filhote, de...

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Amazônia perdeu 402 quilômetros quadrados no mês passado
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Amazônia perdeu 402 quilômetros quadrados no mês passado

Terça-feira, 21 de outubro de 2014 às 17h23   Os dados são do Boletim do desmatamento da Amazônia Legal (setembro de 2014) SAD, elaborado por Antônio Fonseca, Carlos Souza Jr. e Adalberto Veríssimo do Imazon – Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, que fica no Pará. O SAD detectou 402 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal em setembro de 2014. Isso representou um aumento de 290% em relação a setembro de 2013 quando o desmatamento somou 103 quilômetros quadrados. Foi possível monitorar 93% da área florestal na Amazônia Legal enquanto que em setembro de 2013 o monitoramento cobriu uma área menor (79%) do território. Em setembro de 2014, o desmatamento concentrou em Rondônia (33%), Pará (23%), seguido pelo Mato Grosso (18%) e Amazonas (12%), com menor ocorrência no Acre (10%), Roraima (4%) e Tocantins (1%). As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 624 quilômetros quadrados em setembro de 2014. Em relação a setembro de 2013 houve um aumento de 3.797%, quando a degradação florestal somou 16 quilômetros quadrados. Desde julho de 2012, a detecção de alertas de desmatamento e de degradação florestal vem sendo realizada na plataforma Google Earth Engine (EE), com a nova versão do SAD EE. Esse sistema foi desenvolvido em colaboração a Google e utiliza o mesmo processo já utilizado pelo SAD, com iamgens de reflectância do MODIS para gerar os alertas de desmatamento e degração florestal. O MODIS é um dispositivo da NASA que orbita a Terra enviando imagens de...

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Amazônia: uma região inigualável, sob o olhar da cobiça
out21

Amazônia: uma região inigualável, sob o olhar da cobiça

Terça-feira, 21 de outubro de 2014 às 17h07 Gerson Soares O trecho abaixo é sobre o pensamento coletivo de um povo, que há muito tempo vislumbrou uma terra tão rica e bela quanto o Brasil, cada qual com suas belezas naturais, um território localizado no Norte e o segundo no Sul da América. A diferença é que desde os pioneiros, entre os primeiros colonizadores, houve aqueles que entenderam ser muito importante preservar a natureza para que as futuras gerações, não só tivessem a oportunidade de admirá-la, mas também de guardar uma riqueza inestimável e integrante. Leia o trecho do eJournal publicado pelo departamento de Estado dos Estados Unidos da América: – O Serviço Nacional de Parques (NPS) dos EUA administra um sistema que se estende por parques, costas litorâneas, trilhas, monumentos e campos de batalha e que engloba 3,6% de toda a massa continental da nação. A terra e suas formas de vida são reservadas, preservadas e protegidas do asfalto, do crescimento descontrolado e do néon tão disseminados no mundo moderno. As áreas verdes dos parques nacionais – mais de 34 milhões de hectares – devem permanecer inalteradas para as futuras gerações, segundo a lei que criou o Serviço de Parques em 1916. Muitos americanos saem dos parques com a crença certa vez descrita pelo ex-presidente Franklin Delano Roosevelt: “Não há nada tão americano quanto nossos parques nacionais. A paisagem e a vida selvagem são nativas. A idéia fundamental por trás dos parques é nativa. Em resumo, este país é do povo.” A mensagem enleva e apesar de estarem atrasados e vivendo 100 anos depois, os ativistas que trabalham para preservar o Amazonas e também outras áreas do Brasil como o Cerrado, perdem e ganham, ganham e perdem, num vaivém que aos poucos talha porções, destrói árvores centenárias, mata a criação. Cientistas, ecologistas, biólogos, índios, animais, micróbios, plantas e insetos, além de toda a abundância das águas, todos têm alertado há muito tempo sobre a degradação da Amazônia, que sob o olhar da cobiça dos endinheirados ou da ignorância das autoridades, insistem em não lhes dar a atenção necessária. Incansavelmente a natureza se manifesta, através da falta de chuvas em regiões distantes como São Paulo, desertificações, perdas irreparáveis de ecossistemas e bichos. Mas nada parece ser suficientemente claro para que seja compreensível. Por outro lado, a ciência demonstra, através de provas cabais e irrefutáveis, o quanto a região amazônica já foi prejudicada e que mesmo se as degradações cessarem, ainda levará décadas para que a biodiversidade se recupere. Hoje publicamos mais uma reportagem sobre o assunto, a fim de que mesmo polvilhada pelas nuvens, estas informações alcancem o máximo de...

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  Terça-feira, 28 de setembro de 2014, às 18h08   Após impactar o Brasil mostrando as perversas consequências do uso de agrotóxicos em O Veneno está na Mesa, o diretor Sílvio Tendler apresenta no segundo filme uma nova perspectiva. O Veneno Está Na Mesa 2 atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. O filme apresenta experiências agroecológicas empreendidas em todo o Brasil, mostrando a existência de alternativas viáveis de produção de alimentos saudáveis, que respeitam a natureza, os trabalhadores rurais e os consumidores. Com este documentário, vem a certeza deque o país precisar tomar um posicionamento diante do dilema que se apresenta: Em qual mundo queremos viver? O mundo envenenado do agronegócio ou da liberdade e da diversidade agroecológica? Apoiadores Realização: Caliban Cinema e Conteúdo Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida Fiocruz Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio Bem Te Vi Cineclube Crisantempo. Fonte: ecodesenvolvimento.org, via Portal do Meio...

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set19

Desmatamento na Amazônia Legal aumenta 29% em um ano

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 13h01 Foram destruídos 5.891 km², área equivalente a quase cinco vezes a cidade do Rio de Janeiro A Amazônia Legal perdeu, entre agosto de 2012 e julho de 2013, 5.891 quilômetros quadrados (km²) de cobertura vegetal, uma área quase cinco vezes maior do que a cidade do Rio de Janeiro. Os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que a devastação foi 29% maior do que no período anterior, entre 2011 e 2012, quando 4.571 km² foram destruídos. Este é o primeiro aumento do índice nos últimos quatro anos. “Se o próximo levantamento confirmar o aumento da devastação da cobertura vegetal, podemos ter um sério problema para retomar o seu controle. Mas, mesmo que não haja esse crescimento, não podemos nos contentar com um corte de mais de 5 mil quilômetros quadrados de floresta. Ela vai acabar do mesmo jeito, mais rápida ou mais lentamente”, alertou Paulo Moutinho, pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). Embora a Amazônia Legal seja composta por nove estados, 59,1% do desmatamento mapeado ocorreram em apenas dois: Pará e Mato Grosso. “Dois dos problemas no Pará são a especulação imobiliária e a grilagem em estradas. O aumento do preço do ouro no mercado internacional também aumentou o garimpo na região. No Norte do Mato Grosso, onde estão os grandes produtores de soja, temos que lidar com a expansão da pecuária”, disse Francisco Oliveira, diretor do Departamento de Apoio de Política para o Combate ao Desmatamento na Amazônia, órgão do Ministério do Meio Ambiente. A taxa de desmatamento é verificada com base em 216 imagens detectadas pelo satélite americano Landsat 8/OLI. O Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes), do Inpe, registra como desmatamento áreas maiores que 6,25 hectares onde ocorreu remoção completa da cobertura florestal, chamado corte raso. Fontes: O Eco, Ministério do Meio Ambiente, WWF-Brasil – via...

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Agropecuária é responsável por 90% do desmatamento ilegal no Brasil
set16
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Biotropica publica edição especial sobre ecossistemas brasileiros
set12

Biotropica publica edição especial sobre ecossistemas brasileiros

Sexta-feira, 12 de setembro de 2014, às 17h07   Agência FAPESP – A revista científica Biotropica publicou edição especial intitulada “Biologia e Conservação dos Ecossistemas Brasileiros”, com artigos open access de pesquisadores que atuam no Brasil e em outros países. Publicada pela Association of Tropical Biology and Conservation, a Biotropica é um dos principais periódicos científicos internacionais sobre ecologia, conservação e gestão dos ecossistemas tropicais e evolução, comportamento e biologia populacional de organismos tropicais. O editor-chefe da publicação, Emilio Bruna, professor de Ecologia Tropical e Estudos Latino-americanos na University of Florida, nos Estados Unidos, e diretor do Florida-Brazil Linkage Institute, apresentou a edição, lembrando que o Brasil sempre exerceu fascínio sobre os naturalistas. “Muitos estarão familiarizados com os escritos de Charles Darwin, Alfred Russel Wallace, Theodore Roosevelt, Alexander von Humboldt e João Teodoro Descourtilz descrevendo suas experiências formativas neste vasto e exuberante país”, disse na introdução do periódico. “O Brasil continua a ser uma inspiração para os biólogos contemporâneos, resultando em uma literatura sofisticada que nos permite avançar na nossa compreensão dos fatores ecológicos e evolutivos que estruturam ecossistemas tropicais, documentando as ameaças à sua continuidade e descrevendo estratégias inovadoras para a sua conservação.” Os artigos reunidos destacam os ecossistemas e a biodiversidade única do Brasil, as abordagens utilizadas na sua compreensão e conservação e a diversidade de estudos na área. “Você vai encontrar trabalhos sobre a Amazônia e a Mata Atlântica, claro, mas nós esperamos que aqueles menos familiarizados com o Brasil aproveitem a oportunidade de ler sobre biomas menos conhecidos, como a Caatinga, a floresta de araucária e o Cerrado”, disse Bruna. A edição está disponível para acesso no site da editora...

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A favor dos animais: WildLeaks
set06

A favor dos animais: WildLeaks

Sábado, 6 de setembro de 2014, às 18h53   WildLeaks, a plataforma contra a caça ilegal e o tráfico de animais selvagens. Projeto online é a primeira plataforma de denúncias dedicada à vida selvagem e aos delitos florestais. Por José Eduardo Mendonça, do blog Planeta Urgente – Planeta Sustentável Os caçadores ilegais que estão devastando populações de rinocerontes e elefantes na África são muitas vezes protegidos da polícia por suas conexões com o poder, mas um grupo de conservacionistas está usando denúncias anônimas para tentar deter os crimes. Os fundadores do WildLeaks, uma espécie de WikiLeaks para o ambiente, dizem que esta é a primeira plataforma de denúncias dedicada à vida selvagem e aos delitos florestais.     Enquanto guardas florestais encaram criminosos armados, o projeto online quer mirar os maiores traficantes de chifres de rinocerontes e presas de elefantes, que lucram milhões de dólares com sua atividade. Um de seus fundadores é Andrea Crosta, diretor executivo da Elephant Action League, baseada na Califórnia, com 25 anos de experiência em projetos de conservação e pesquisa e 15 anos de treino em segurança de alto nível e gerenciamento de riscos. Segundo ele, a plataforma recebe todo tipo de denúncia. Uma delas, por exemplo, envolve um homem muito poderoso no Quênia ligado ao governo, e que está por trás do comércio de marfim. Há denúncias de caça a tigres no norte de Sumatra, de contrabando de macacos, em particular chimpanzés, na África Central, atividades madeireiras ilegais no México, Malawi e Rússia, pesca ilegal na costa do Alasca. Uma vez verificada a confiabilidade da informação, a organização tem três opções, diz Crosta. Pode iniciar uma investigação com seus próprios recursos em colaboração com seus parceiros, partilhar a denúncia com outros grupos ou com agências de execução da lei. “Esta parece ser uma nova abordagem para a questão das gangues criminosas”, afirma Richard Thomas, da Traffic, o principal grupo mundial de monitoramento do comércio de vida selvagem. “Pode se provar útil com o tempo.” Representantes do Grupo de Conservação do Instituto Max Plank de Antropologia Evolucionária também se mostram otimistas em relação à plataforma, da qual são parceiros. “Acho uma ideia verdadeiramente inteligente”, afirma Mimi Arandjelovic, membro da iniciativa. Mas um dos problemas do projeto é que, para ter sucesso, precisa se tornar conhecido, admite Crosta, segundo a Deutsche Welle. Fonte: National Geographic Brasil, via Portal do Meio...

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Fantástico expõe falta d’água ligada ao Amazonas
set01

Fantástico expõe falta d’água ligada ao Amazonas

Segunda-feira, 1 de setembro de 2014 às 16h48 Falta d’água em cidades tem a ver com devastação desenfreada da Amazônia Chuvas que recarregam reservatórios da região Sudeste são oriundas da Amazônia. Árvores são ‘toque final’ da máquina biológica que produz chuvas. O chão foi o destino de 20% das árvores da Floresta Amazônica original. Que isso vem acontecendo há anos, todos sabem. O que você provavelmente não sabe é que esse crime ambiental tem a ver com a falta d’água na maior cidade da América Latina. É que a Amazônia bombeia para a atmosfera a umidade que vai se transformar em chuva nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Quanto maior o desmatamento, menos umidade e, portanto, menos chuva. E sem chuva, os reservatórios ficam vazios e as torneiras, secas. Fonte: Fantástico, Rede Globo Assista a reportagem completa exibida ontem (31/08) pelo Fantástico Posts relacionados Amazônia perdeu 402 quilômetros quadrados no mês passado Amazônia: uma região inigualável, sob o olhar da cobiça Fantástico expõe falta d’água ligada ao Amazonas Floresta Amazônica: Vigilância deve ser diária Corte seletivo e fogo fazem Floresta Amazônica perder 54 milhões de toneladas de carbono por ano. Madeira ilegal: na Amazônia, lavou, ficou legal Uma investigação de dois anos do Greenpeace no estado do Pará revelou que o atual sistema de controle de madeira não é apenas falho, mas alimenta a degradação florestal e o desmatamento. Frequentemente, em vez de conter o crime, ele é usado para ‘lavar’ madeira produzida de forma ilegal e predatória que, mais tarde, será vendida a consumidores no Brasil e no mundo como se fosse ‘legal’. Na foto, ativistas ocupam a madeireira Pampa Exportações. Em Icoaraci, próximo a Belém, Pará, para expor a fragilidade do sistema de controle da madeira na Amazônia. Preservação da Amazônia já é questão de sobrevivência Comentário a respeito da reportagem exibida ontem pelo programa Fantástico sobre a degradação da Amazônia e a relação com a falta d'água em São...

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Preservação da Amazônia já é questão de sobrevivência
set01
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Faro de cães ajudam meio ambiente
ago22

Faro de cães ajudam meio ambiente

Sexta-feira, 22 de agosto de 2014 às 16h07 Faro do melhor amigo do homem é usado em prol da natureza. Organização dos EUA Working Dogs for Conservation usa cachorros para ajudar a preservar a natureza por redação eCycle Todos nós já ouvimos falar de cães que farejam drogas, bombas escondidas e pessoas soterradas. Até mesmo a capacidade desses animais de detectar câncer tem sido muito divulgada. Mas além dessas utilidades já conhecidas do aguçado faro canino, ele também presta serviço ao meio ambiente. A organização americana Working Dogs for Conservation foi fundada com esse objetivo: fazer com que o melhor amigo do homem dê uma mãozinha ao meio ambiente. Dirigida por quatro mulheres (Aimee Hurt, Alice Whitelaw, Deborah Woollett e Megan Parker), a organização leva cães treinados para detectar ameaças ambientais e animais raros em diversos ambientes pelo mundo e, assim, ajudar a preservar a natureza. As habilidades dos cães vão desde encontrar pequenos mamíferos e grandes carnívoros até pragas de plantações e substâncias tóxicas no ambiente. Você pode conhecê-los melhor e com muito bom humor aqui (em inglês). Entre diversos trabalhos, o grupo já atuou: :: Detectando rastros de animais ameaçados de extinção para ajudar projetos de preservação das espécies. Os cães já farejaram os rastros de gorilas em Camarões; de grandes felinos nas savanas de Zâmbia, Botswana e África do Sul; dos ursos-lua na China; de lagartos Gambelia sila na Califórnia e muitos outros; :: Retirando armadilhas de reservas ambientais, combatendo o tráfico de produtos derivados de animais selvagens; :: Participando de um projeto de monitoração de contaminantes aquáticos. Os cães encontravam fezes de lontras e martas, que são o topo da cadeia alimentar dos rios do estado de Montana, nos EUA. A presença desse material indica que os predadores estão se alimentando bem, mostra uma boa biodiversidade, e significa que o local é menos poluído; :: Combatendo ervas daninhas invasoras em plantações de alfafa em Montana. Os cães conseguiam detectar a praga antes do florescimento. Deste modo, a equipe podia evitar que se reproduzisse; :: Detectando um besouro que estava atacando florestas em Minnesota. Fonte: eCycle, via Portal do Meio...

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Recife em forma de coração
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Brasil vacila em ratificar protocolo sobre biodiversidade
jul23

Brasil vacila em ratificar protocolo sobre biodiversidade

Quarta-feira, 23 de julho de 2014 às 20h38 A demora do Congresso Nacional em votar a ratificação do Protocolo de Nagoya, assinado pelo País em 2010, pode custar a cadeira brasileira na mesa de discussões da COP-12 O Brasil foi um dos primeiros países a assinar o Protocolo de Nagoya, proposto na 10ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP-10), em 2010, como alternativa para regulamentação do uso de recursos da biodiversidade do planeta.     Depois de quatro anos, no entanto, o País acaba de perder a chance de participar ativamente da discussão sobre o assunto. As propostas contidas no protocolo não foram ratificadas pelo Congresso Nacional. Para entrar em vigor, 50 dos 92 signatários da Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB) precisavam confirmar sua validade, incorporando-o a legislação, até junho deste ano. O que aconteceu nesta segunda-feira 11, sem a participação do Brasil. “O Brasil perdeu uma grande chance deixando de votar este projeto, uma vez que o País foi protagonista da proposta, junto com o próprio Japão. Mas se em casa a gente não consegue aprovar o que sugerimos internacionalmente, isso mostra que fomos muito bons de papo e pouco eficientes na ação”, avalia Marcio Astrini, coordenador da Campanha da Amazônia do Greenpeace Brasil. “De certa maneira isso é um reflexo da visão ambiental do atual governo, que ao invés de ver no Meio Ambiente uma oportunidade, vê nele um empecilho”, completa Astrini. Parado desde 2012 no Congresso Nacional, o projeto foi designado para uma comissão especial, que nunca foi criada. O assunto sofre forte resistência por parte da bancada ruralista, que acredita que a ratificação da proposta poderia aumentar os custos do agronegócio no Brasil. Um dos pontos mais polêmicos refere-se ao pagamento de royalties a países pela repartição de benefícios aos detentores de conhecimentos tradicionais associado ao uso de recursos genéticos oriundos da biodiversidade, como povos indígenas e comunidades tradicionais. “O objetivo central do protocolo é aumentar a proteção sobre as reservas naturais do planeta e, para isso, deve criar uma série de regras para controlar a utilização dos recursos, estabelecendo, inclusive regras econômicas. Isso vai no caminho do que precisa ser feito no mundo todo e precisamos participar desta discussão”, observa Astrini. O Brasil concentra aproximadamente 20% de toda a biodiversidade do planeta. A regulação contribuiria para o combate a biopirataria, com ganhos no campo da ciência e também para as populações tradicionais, que teriam seus saberes reconhecidos e valorizados. Outro ponto importante do protocolo é o plano estratégico de preservação, que aumenta as áreas terrestres e marítimas a serem protegidas no planeta. As regiões terrestres protegidas passariam de...

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Madeira ilegal: na Amazônia, lavou, ficou legal
jul21

Madeira ilegal: na Amazônia, lavou, ficou legal

Segunda-feira, 21 de julho de 2014 às 21h10 Greenpeace expõe fragilidade do sistema de controle e protesta contra o descontrole generalizado do setor madeireiro da Amazônia Ativistas do Greenpeace ocuparam a madeireira Pampa Exportações Ltda, próximo a Belém (PA), para protestar contra a exploração ilegal e predatória de madeira na Amazônia e o descontrole que impera no setor. Faixas com as mensagens: “Lavando madeira para fora”; “Sua madeira lavada a sério”; “Apoio: governo brasileiro” e “Crime” foram espalhadas pelo local para expor a fragilidade do sistema de controle de comércio de produtos florestais. Veja aqui o site da campanha Chega de madeira ilegal Uma investigação de dois anos do Greenpeace no estado do Pará revelou que o atual sistema de controle não é apenas falho, mas alimenta a degradação florestal e o desmatamento. Frequentemente, em vez de conter o crime, ele é usado para ‘lavar’ madeira produzida de forma predatória e ilegal que, mais tarde, será vendida a consumidores no Brasil e no mundo como se fosse ‘legal’. Entre agosto de 2011 e julho de 2012, estima-se que 78% das áreas com atividades madeireiras no Pará, maior produtor e exportador de madeira da Amazônia, não tinham autorização de exploração. No Mato Grosso, segundo maior produtor, esse índice é de 54%.     Na maior parte das vezes, são as madeireiras e serrarias que desempenham o papel de lavanderia. As atividades da Pampa são um exemplo de como a madeira ilegal é ‘lavada’ na Amazônia. Entre os fornecedores da empresa estão planos de manejo que utilizam seus créditos para legalizar madeira retirada de outras áreas sem autorização. Com documentos oficiais, essa madeira sem origem chega ao mercado brasileiro e internacional – incluindo Estados Unidos e países europeus (sendo a França a principal importadora da Europa em volume). A empresa também foi multada em mais de R$2,5 milhões por receber e comercializar madeira sem as devidas licenças, além de responder a ação proposta pelo Ministério Público por receber madeira de empresas acusadas de fraude. Dois diretores da Pampa são membros da Aimex (Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará), que segundo seu site trata-se de uma “associação das empresas de base florestal comprometidas com o desenvolvimento sustentável da Amazônia e do Pará”. Para Marcio Astrini, coordenador da campanha da Amazônia do Greenpeace Brasil, “como representantes de uma associação que alega estar preocupada com a exploração sustentável, deveriam dar o exemplo e realizar todos os esforços para garantir a origem limpa da madeira”. A investigação do Greenpeace Brasil levantou cinco casos de planos de manejo com indícios de fraude. Dentre as principais estão: inflação do número de árvores de...

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A revolução silenciosa das energias renováveis
jul17

A revolução silenciosa das energias renováveis

Quinta-feira, 17 de julho de 2014 às 7h10 Ricardo Abramovay Grandes saltos tecnológicos estão derrubando drasticamente custos da geração eólica e solar. Mas mega-corporações resistem às fontes limpas e decentralizadas. A renovação do Protocolo de Quioto não pode ser o objetivo dos países em desenvolvimento nas duas próximas conferências do clima, a que acontece em dezembro deste ano em Lima e a de 2015, em Paris, onde se espera um novo acordo global. A afirmação é chocante, uma vez que Quioto apoia-se em dois princípios aparentemente incontestáveis, sob o ângulo da justiça ambiental. O primeiro é que embora as responsabilidades pela redução nas emissões de gases de efeito estufa sejam comuns, elas devem ser diferenciadas: quem mais emite hoje e mais emitiu no passado deve obter as menores possibilidades de continuar lançando na atmosfera os gases que respondem pelo aquecimento global. Se há lugar remanescente para emissões este deve ser preenchido pelos países cuja ocupação do espaço carbono foi, até aqui, relativamente baixa. Disso decorre o segundo princípio que distingue países que historicamente mais emitiram (os do Anexo I, no jargão da diplomacia do clima) e os outros (não Anexo I). Os países do Anexo I deveriam, pelas regras de Quioto, ter responsabilidades legalmente obrigatórias de reduzir as emissões, enquanto que para os demais os compromissos seriam bem mais tênues.       Até recentemente, estes princípios e a diferenciação deles decorrente poderiam ser defendidos sobre a base da constatação de que as formas predatórias de acesso à energia eram as mais baratas: carvão, petróleo, gás e hidrelétricas construídas em situações que comprometem os serviços ecossistêmicos correspondiam à maneira mais acessível de garantir o direito à energia elétrica a populações pobres. E é sobre a base deste argumento que se intensifica a pressão sobre as áreas de reserva na Amazônia, bem como para novos empreendimentos em petróleo, gás e carvão, no mundo todo e em particular na América Latina. O que fica cada vez mais evidente, a partir do início da atual década é que este argumento vai deixando de ser verdadeiro. O avanço recente nas energias renováveis modernas (solar, eólica, biomassa e geotérmica) está superando as mais otimistas expectativas. E parte decisiva deste avanço ocorre acoplada à própria revolução digital, dando lugar a um processo inédito e altamente promissor de descentralização na maneira como, desde o início do século XX, a energia foi gerida. *Ricardo Abramovay é professor Titular do Departamento de Economia da FEA/USP Fonte: Rebia – original em Outras...

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WWF-Brasil: SOS Juruena
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Olimpíadas do Rio 2016 e a poluição da baía de Guanabara
jul07
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James Bond Island, na Tailândia
jun30

James Bond Island, na Tailândia

Segunda-feira, 30 de junho de 2014 às 20h24   Imagem do Dia | Wikipedia – Ko Tapu é um monólito com cerca de 20 metros de altura. Esta coluna rochasa fica a cerca de 200 metros da costa dos dois pares de ilhotas conhecidas como Ko Khao Phingkan que em Tailandês significa “colinas descansando sobre o outro”. As ilhas estão localizadas dentro do Parque Nacional de Ao Phang Nga.     Da ilha de Phuket, saem excursões de viagem que utilizam utilizando barcos longos, geralmente nas proximidades de Ko Khao Phingkan onde existem opções de compras nas bancas do mercado. Ko Tapu tornou-se uma atração turística popular desde que foi apresentado no filme de James Bond , O Homem com a Pistola de Ouro em 1974, por esta razão, muitas vezes também é referido como o James Bond Island (o último filme de 1997 de James Bond O Amanhã Nunca Morre também inclui uma cena em Phang Nga Bay, perto da ilha de James...

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Imagens do dia – Chapada Diamantina
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Chile rejeita hidroelétrica de US$ 8 bi na Patagônia por razões ambientais
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Rio Ribeira de Iguape das nascentes até a foz
jun18

Rio Ribeira de Iguape das nascentes até a foz

  O vídeo mostra o Rio Ribeira de Iguape desde as nascentes até a foz. Postado no Youtube por Lineuvas em 15 de julho de 2010.   Quarta-feira, 17 de junho de 2014 às 15h07 Wikipédia – A Estação Ecológica de Juréia-Itatins é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza localizada no litoral sul paulista, com território distribuído pelos municípios de Iguape, Miracatu, Itariri, Pedro de Toledo e Peruíbe.1 Na linguagem tupi-guarani, Juréia significa “ponto saliente” (promontório) e Itatins, “nariz de pedra” (saliência rochosa).    ...

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Parque Nacional Yosemite, Califórnia
jun17
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Devastação na Amazônia tem sido grosseiramente subestimada: estudo
jun08

Devastação na Amazônia tem sido grosseiramente subestimada: estudo

8 de junho de 2014 às 6h31 – atualizado às 10h55   Rebia – De acordo com um novo estudo liderado pela Universidade de Lancaster e realizado por pesquisadores de 11 universidades e instituições de pesquisa no Brasil e no Reino Unido, o impacto humano sobre a floresta amazônica tem sido grosseiramente subestimado. Os cientistas descobriram que a exploração madeireira e os incêndios nas florestas podem resultar em uma perda anual de 54 bilhões de toneladas de carbono na Amazônia brasileira, aumentando as emissões de gases de efeito estufa. Isto é equivalente a 40% da perda de carbono anual a partir do desmatamento.       Este é o maior estudo já feito para estimar a perda de carbono a partir da exploração madeireira e incêndios florestais ao nível do solo nos trópicos. Ele se baseou em dados de 70 mil amostras de árvores, solo, serapilheira (acúmulo de matéria orgânica morta em diferentes estágios de decomposição) e madeira morta de 225 locais na Amazônia oriental brasileira. Perigo duplo A degradação florestal muitas vezes começa com a exploração madeireira de árvores caras como o mogno e o ipê. O abate e remoção dessas árvores de grande porte muitas vezes danifica dezenas de árvores vizinhas. Uma vez que a floresta é derrubada pela exploração madeireira, muitas lacunas aparecem e todo o ambiente torna-se muito mais seco devido à exposição ao vento e sol, aumentando o risco de incêndios florestais.   A combinação de extração seletiva de madeira e incêndios florestais transforma florestas virgens em um matagal espesso habitado apenas por árvores menores e videiras, que armazenam 40% menos carbono do que florestas não perturbadas pelo homem. Até agora, as políticas para evitar a mudança climática nos trópicos têm se concentrado em reduzir as emissões de carbono a partir apenas do desmatamento, enquanto as emissões provenientes da degradação florestal também representam enorme perigo ao clima do planeta. A principal pesquisadora da pesquisa, Erika Berenguer, da Universidade de Lancaster, disse que os impactos do fogo e da exploração madeireira em florestas tropicais têm sido largamente ignorados pela comunidade científica e pelos políticos, que estão principalmente preocupados com o desmatamento. “Nossos resultados mostram como esses distúrbios podem degradar severamente a floresta, com enormes quantidades de carbono sendo transferidos de matéria vegetal para a atmosfera”, diz Berenguer. “As descobertas também chamam a atenção para a necessidade do Brasil de implementar políticas mais eficazes para a redução do uso do fogo na agricultura, já que os incêndios podem devastar propriedades privadas e fugir para florestas circundantes causando degradação generalizada. Fogo e extração ilegal de madeira precisam ser controlados pelo governo. Essa é a chave para alcançar...

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Dia Mundial do Meio Ambiente
jun06

Dia Mundial do Meio Ambiente

6 de junho de 2014 às 20h17 Gerson Soares O meio ambiente e a data em que se comemora seu dia deveriam ser um marco na história da humanidade que apesar de admirar as belezas do planeta ao mesmo tempo o desfigura com suas ações inconsequentes. Há milhões de anos, antes de o próprio ser humano habitar a Terra, uma catástrofe interrompeu drasticamente a existência dos animais poderosos que por aqui habitavam, os dinossauros, carbonizando bilhões deles instantaneamente. Os efeitos desse desastre espacial, provocado por um meteorito, cujo impacto formou a Cratera de Chicxulub, no México, teve outras consequências e uma delas foram as mudanças climáticas.       A Terra passou por diversos períodos, onde o clima colocou os humanos sob tais condições, que a evolução da espécie provocou mudanças até mesmo em seu sistema muscular esquelético, a fim de se adaptar. Desde que os estudos científicos avançam, o homem identifica novas janelas de conhecimento. Na pré-história utilizou ferramentas para compensar sua fragilidade perante os animais e a natureza, hoje dispõe da tecnologia que avança diariamente em pesquisas. Cientistas divulgam seus trabalhos sobre o clima do planeta e advertem para o aquecimento global, poluição dos mares e do solo há décadas. Mais recentemente, Organizações não governamentais (ONGs) também passaram a engrossar as fileiras daqueles que pretendem assegurar às futuras gerações, o direito de viver num planeta onde o ar possa ser respirado e alertam para o perigo das mudanças climáticas, a matança dos animais, às agressões aos ecossistemas mundiais. O Dia Mundial do Meio Ambiente foi celebrado ontem, 5 de junho, criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas na resolução (XXVII) de 15 de dezembro de 1972, com a qual foi aberta a Conferência de Estocolmo, na Suécia, cujo tema central foi o Ambiente Humano.     A conferência de Estocolmo, realizada entre os dias 5 a 16 de junho de 1972 foi a primeira atitude mundial em tentar organizar as relações do Homem e do Meio Ambiente. Na capital da Suécia, Estocolmo, a sociedade científica já detectava graves problemas futuros por razão da poluição atmosférica provocada pelas indústrias. Os países pensavam que o meio ambiente era uma fonte inesgotável, e que toda ação de aproveitamento da natureza fosse infinita. No entanto, problemas foram surgindo, como o secamento de lagos e rios, o efeito da inversão térmica e as ilhas de calor. Isso levou a uma convenção onde os países se propunham ajudar um ao outro, tendo em vista esses problemas ambientais. Foi então quando a ONU decidiu inaugurar a Primeira Conferência Mundial sobre o Homem e o Meio Ambiente. A decisão foi contestada pelos países e em...

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Dia mundial do Meio Ambiente
jun04

Dia mundial do Meio Ambiente

4 de junho de 2014 às 18h14 O Meio Ambiente será lembrado amanhã, 5 de junho. A data foi criada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) na resolução (XXVII) de 15 de dezembro de 1972, com a qual foi aberta a Conferência de Estocolmo, na Suécia, cujo tema central foi o Ambiente Humano. A conferência de Estocolmo, realizada entre os dias 5 a 16 de junho de 1972, foi a primeira atitude mundial em tentar organizar as relações do Homem e do Meio Ambiente. Mas houve desentendimentos entre os países desenvolvidos e os chamados subdesenvolvidos. No início da década de 1980, a ONU retomou o debate das questões ambientais. Indicada pela entidade, a primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, chefiou a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, para estudar o assunto. Nesse aspecto, 34 anos já se passaram, e a humanidade tem muito para estudar e no que pensar, ainda. Leia amanhã a reportagem completa. Nos desculpamos com nossos leitores, pela falta da publicação sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente, a reportagem será publicada amanhã...

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O verdadeiro tatu-bola que inspirou o Fuleco, está em extinção
maio31

O verdadeiro tatu-bola que inspirou o Fuleco, está em extinção

Em artigo, pesquisadores sugerem que 1 mil hectares sejam declarados com área protegida na caatinga para cada gol marcado na Copa do Brasil. “Infelizmente, o número de tatu-bolas de verdade que caminham hoje pelas florestas secas da caatinga brasileira é bem menor do que isso. A espécie, conhecida cientificamente como Tolypeutes tricinctus, está ameaçada de extinção (consta como “vulnerável” no Livro Vermelho do ICMBio), assim como o ambiente natural do qual ela depende para sobreviver”, explicou Herton Escobar, de O Estado de São Paulo. A proposta dos pesquisadores está descrita em um artigo publicado na revista científica Biotropica. O autor principal é o biólogo Enrico Bernard, da Universidade Federal de Pernambuco, Laboratório de Ciência Aplicada à Conservação da Biodiversidade. Fonte:...

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Recifes de corais são essenciais para salvar cidades costeiras
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Mata Atlântica perdeu 235 km² de vegetação em um ano
maio29

Mata Atlântica perdeu 235 km² de vegetação em um ano

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil Edição: Luana Lourenço A Mata Atlântica perdeu 235 quilômetros quadrados (km²) de vegetação de 2012 para 2013, o que representa um aumento de 9% no ritmo da devastação em relação ao último período avaliado (2011-2012), de acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, elaborado pela organização não governamental (ONG) SOS Mata Atlântica, em parceria com Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgado na terça-feira (27). A área equivale a 24 mil campos de futebol. Esta é a nona edição do estudo. “A Mata Atlântica é um patrimônio nacional, um bioma extremamente ameaçado, porque uma parte da população brasileira vive nessa área e depende de seus recursos, então o esforço e a participação da sociedade são importantes para que preservemos essas florestas e tenhamos a garantia de serviços ambientais que beneficiam boa parte da população brasileira”, disse a diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica e coordenadora do atlas, Marcia Hirota. A Mata Atlântica é um dos biomas mais ricos em biodiversidade, com até 60% de suas espécies existindo apenas nessa área. Segundo a SOS Mata Atlântica, a taxa anual de desmatamento registrada neste período é a maior desde 2008, quando foi apontada a perda de 343,1 km² de floresta. Entre 2008 e 2010 a taxa média anual de destruição foi de 151,8 km². Atualmente, restam apenas 8,5% de remanescentes florestais acima de 100 hectares. Somados todos os fragmentos de floresta nativa acima de 3 hectares, restam 12,5% da área original do bioma, que tinha 1,3 milhão de km² quando o Brasil foi descoberto. Ao todo, 17 Estados são abrangidos oficialmente pela Mata Atlântica, e, pelo quinto ano seguido, Minas Gerais foi um dos estados que mais destruíram o bioma, com perda de 84,3 km² de floresta. “Nas edições anteriores, Minas Gerais ocupou o segundo lugar, então o estado sempre esteve no topo do desmatamento da Mata Atlântica. Desde os últimos anos temos feito alertas tanto ao governo do Estado quanto aos diferentes setores para que possamos tirar Minas Gerais do topo da lista, porque é o estado que possui maior área de floresta preservada”. O Piauí aparece em seguida no ranking do desmatamento no período, com menos 66,3 km² de floresta. A Bahia foi o terceiro estado que mais desmatou, com 47,7 km² a menos de vegetação no intervalo avaliado. Em São Paulo, houve queda de 51% no desmate na comparação com o último período. Mesmo assim, o estudo mostra que quase 1 km² de floresta desapareceu entre 2012 e 2013. Nesse período, o Rio de Janeiro registrou perda de 0,1 km². O pesquisador e coordenador técnico do estudo...

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maio20

Derretimento na Antártica Ocidental é irreversível, afirmam cientistas

Seis geleiras estão derretendo de baixo para cima por causa do aquecimento da água. Somente elas podem elevar o nível do mar em 1,2 metro nas próximas décadas e séculos. Por Alexandre Schossler O derretimento das camadas de gelo da Antártica Ocidental chegou a um ponto em que passou a ser irreversível e não pode mais ser interrompido, afirmam dois estudos por pesquisadores dos Estados Unidos. Com base em dados recolhidos nos últimos 40 anos pela Nasa – agência espacial dos EUA –, um dos estudos afirma que seis geleiras estão derretendo de baixo para cima e fluindo para o Mar de Amundsen por causa do aquecimento da água ao redor do continente.   Essa parte da Antártica pode ser uma das maiores responsáveis pelo aumento do nível do mar nas próximas décadas e séculos, elevando o mar em 1,2 metro. “O estudo demonstra que foi ultrapassado um limite crítico”, disse o pesquisador Tom Wagner, acrescentando que a pesquisa não foi baseada em simulações de computadores ou modelos numéricos. Contribuição humana Segundo o cientista Eric Rignot, autor do estudo desenvolvido pela Universidade da Califórnia em parceria com a Nasa, evidências mostram que uma grande parte do gelo da Antártica Ocidental está recuando de forma irreversível. Apesar de a situação ser irreversível, reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que causam o aquecimento global, poderia frear a velocidade desse processo nos glaciares de Pine Island, Thwaites, Haynes, Pople, Smith e Kohler. “Nós acreditamos que isso está relacionado às mudanças climáticas”, diz Rignot. Para os pesquisadores, o acúmulo de gases do efeito estufa na atmosfera está alterando os padrões de vento ao redor da Antártica, levando águas mais quentes ao continente. Segundo Rignot, esse processo poderá triplicar sua contribuição para a elevação do mar. “A descarga de gelo no oceano vem aumentando de forma contínua há mais de 40 anos”, diz o pesquisador. Pesquisadores calculam que a geleira de Thwaites pode vir a desaparecer entre 100 e 200 anos, devido à perda gradual de tamanho e peso. Somente ela contribui anualmente para aumentar em um milímetro o nível do mar. Fonte: Deutsche Welle |...

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30 motivos para preservar as florestas do Brasil
maio19

30 motivos para preservar as florestas do Brasil

O Greenpeace, uma das ONGs de defesa ambiental mais famosas do mundo, preparou uma lista com 30 razões para nos incentivar e alertar sobre os cuidados que devemos ter com as florestas brasileiras. Apesar de não ser uma listagem recente (ela data de 2011), os pontos apresentados continuam a ser atuais e merecem ainda mais atenção e preocupação. Veja abaixo algumas razões para as quais precisamos abrir os olhos: 1. O Brasil abriga 20% de todas as espécies do planeta. 2. O mundo perde 27 mil espécies por ano. 3. A Amazônia ocupa metade do Brasil e abriga 2/3 de todo o remanescente florestal brasileiro atual. 4. O Brasil detém 12% das reservas hídricas do planeta. 5. Já perdemos cerca de 20% da Amazônia, o limite estabelecido pela lei. 6. Na mata atlântica, bioma de mais longa ocupação no Brasil, 93% já foi perdido. 7. Mesmo quase totalmente desmatado, ainda tem gente que ataca a mata atlântica: a taxa média de desmatamento de 2002 a 2008 foi equivalente a 45 mil campos de futebol por ano. 8. Perdemos 48% do cerrado. 9. Perdemos 45% da caatinga. 10. Entre 2002 e 2008, a área destruída no cerrado foi equivalente a 1,4 milhão de campos de futebol por ano, na caatinga o equivalente chegou a 300 mil campos. 11. Perdemos 53% dos pampas. 12. Entre 2002 a 2008 perdemos o equivalente a 4 mil campos de futebol por ano nos pampas. 13. Perdemos 15% do Pantanal. 14. Por ano, perde-se 713 km2 de Pantanal. 15. Se mantivermos as taxas de desmatamento registradas até 2008 em todos os biomas, perderemos o equivalente a três Estados de São Paulo até 2030. 16. O Brasil é o 4º maior emissor de gases de efeito estufa, que provocam o aquecimento global, principalmente porque desmatamos muito. 17. 61% das nossas emissões vêm do desmatamento e queima de florestas nativas. 18. A expansão pecuária na Amazônia é, sozinha, responsável por 5% das emissões de gases-estufa em todo o mundo. 19. Mudanças climáticas impactam diretamente as cidades brasileiras. Preservar as florestas ajuda a regular o clima e proteger as populações. 20. Mudanças climáticas impactam diretamente a agricultura. A Embrapa, por exemplo, prevê desertificação do sertão nordestino e impacto nas principais commodities brasileiras, como soja e café; os mais pobres sofrem mais. 21. Saltamos de uma taxa de 27 mil km2 de desmatamento na Amazônia em 2004 para menos de sete mil em 2010. É possível zerar essa conta. 22. Empresas que comercializam soja no Brasil são comprometidas, desde 2006, a não comprar de quem desmata na Amazônia. A produção não foi afetada e o mercado pede por produtos...

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Um patrimônio sem mecanismos de proteção
maio15

Um patrimônio sem mecanismos de proteção

Por Roberto Klabin e Leandra Gonçalves* Lançado pelo governo em 22 de outubro do ano passado e aguardado com expectativa pela sociedade civil, o Plano Nacional de Contingência para grandes vazamentos de petróleo deixou em aberto questões primordiais e evidenciou que o país ainda não está preparado para lidar com esse tipo de acidente e pode colocar as riquezas da costa brasileira em risco. Com mais de 8.600 quilômetros de costa, o Brasil está intimamente ligado ao mar. A rica biodiversidade marinha tropical brasileira constitui um imenso patrimônio nacional, ainda pouco explorado pela pesquisa científica, bem pouco protegido e já bastante degradado. O litoral brasileiro também sustenta outras atividades econômicas além da exploração de petróleo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 70% da população brasileira vive na faixa situada a até 200 km do litoral. Os municípios da zona costeira abrigam 26,9% da população brasileira, ou 50,7 milhões. Desses, cerca de 4 milhões utilizam seus recursos naturais para sobreviver. Dados do Ministério da Pesca apontam a existência de quase 1 milhão de pescadores no país, responsáveis pela oferta de 1,24 milhão de toneladas de pescados por ano, sendo que cerca de 45% dessa produção é da pesca artesanal. O litoral é também um dos principais destinos turísticos do Brasil. Pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) aponta que das seis cidades brasileiras que mais receberam turistas estrangeiros em férias no Brasil em 2012, quatro são litorâneas. No mês de novembro de 2013, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS), da Câmara dos Deputados, realizou uma audiência pública para debater o Plano Nacional de Contingência (PNC). Foi, então, a primeira vez que o Plano foi apresentado para a sociedade civil e setores econômicos que atuam na costa brasileira, como a pesca e turismo e a decepção foi grande. O plano criou o Grupo de Acompanhamento e Avaliação, que é composto por Marinha, Ibama e Agência Nacional de Petróleo (ANP). Esta última foi convidada para a audiência, porém não compareceu. O grupo tem como atribuição acompanhar e avaliar o incidente, determinar o acionamento do PNC, avaliar se o incidente é de significância nacional, entre outras atividades. Porém, mesmo com todas essas importantes atribuições, nenhum dos órgãos apresenta estrutura física e de recursos humanos alocada, apta e disponível para chegar, rapidamente, ao local do incidente e agir. Espera-se que a estrutura seja disponibilizada pela própria empresa – autora do acidente. Deja vu. Em novembro de 2011, a empresa americana Chevron causou um grande acidente no mar brasileiro, no Campo de Frade, na Bacia de Campos, no...

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Atlas de zoologia traz animais desenhados há 170 anos
abr17

Atlas de zoologia traz animais desenhados há 170 anos

Um Atlas de Zoologia publicado em 1844, com ilustrações de animais vistos há 170 anos, pode ser baixado na internet. As ilustrações foram feitas por diversos artistas – e muitas das espécies que ele retratou estão extintas nos dias atuais. Algumas das criaturas são facilmente reconhecidas; outras não se assemelham aos animais com os quais convivemos hoje. O Atlas completo pode ser visto no site www.biodiversitylibrary.org Um Atlas de Zoologia publicado em 1844, com ilustrações de animais existentes há 170 anos, pode agora ser baixado na internet. Um dos animais retratados é este demônio-da-Tasmânia. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   As ilustrações foram feitas por diversos artistas – e muitas das espécies que eles retrataram estão extintas nos dias atuais. Acima, um primata “Semnopithecus sp”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Acredita-se que esta ave dodo, que habitava as ilhas Maurício, no oceano Índico, tenha sido extinta por volta de 1690. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   A ave acima é descrita como “Pica-pau do México”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Algumas das criaturas são facilmente reconhecidas; outras não se assemelham aos animais com os quais convivemos hoje. A ilustração acima é do felino “Felis elegans”, do Brasil. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   O “Thylacine”, acima, era um marsupial carnívoro que está extinto desde 1936. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Este “Colin da Califórnia” é um elegante pássaro registrado no livro francês. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Este coala (“Phascolarctos cinereus”) está entre os animais cujo desenho é difícil de se associar ao aspecto real da espécie. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Aqui, um Apteryx, ave da Nova Zelândia. Segundo o Atlas, esses pássaros têm ovos com o maior peso em proporção ao seu corpo. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Acima, animal semelhante a uma raposa que foi descrito no Atlas como “um cachorro de orelhas grandes”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   As aves tinham grande destaque no Atlas. Um exemplo é este espécime chileno chamado “Pitylus crysogaster”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Entre a extensa fauna retratada no livro está o musaranho, pequeno animal hoje registrado como “M. proboscideus”. O Atlas completo pode ser visto no site www.biodiversitylibrary.org. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Fonte: BBC Brasil / Portal do Meio...

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Presidente Dilma Rousseff: Ajude a proteger Abrolhos
abr16

Presidente Dilma Rousseff: Ajude a proteger Abrolhos

Pedimos prioridade para o funcionamento efetivo das unidades de conservação atuais e a retomada do processo de ampliação das áreas marinhas protegidas na região dos Abrolhos. Baleias, tartarugas, aves marinhas, peixes, corais, crustáceos e moluscos ilustram a riqueza da região dos Abrolhos, situada no extremo sul da Bahia e norte do Espírito Santo. Esse santuário com a maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul está ameaçado e precisa da sua ajuda para continuar existindo! Através da criação de novas áreas protegidas e do fortalecimento e ampliação das áreas já existentes, será possível recuperar e manter a biodiversidade, eliminar a pesca excessiva, evitar que atividades de exploração de petróleo, minerais e portuárias possam destruir nosso maior patrimônio natural marinho, e garantir o sustento de mais de 100 mil famílias que vivem da pesca e do turismo. Hoje, menos de 1,6% da plataforma continental de Abrolhos é protegida da pesca e outros tipos de exploração direta, pelo Parque Nacional Marinho dos Abrolhos e demais áreas de proteção integral. E apenas outros 5,4% têm pescarias regulamentadas e manejadas em Reservas Extrativistas. Isso é insuficiente, especialmente considerando que a manutenção da integridade destas áreas encontra grandes dificuldades, como equipes pequenas e falta de recursos e estrutura para fiscalização. Estimamos que é preciso chegar em, pelo menos, 20% de áreas de proteção mais restrita para proteger a biodiversidade e promover atividades como a pesca e o turismo de maneira sustentável na região. A decisão está nas mãos dos governos federal e estaduais. Com essa petição, esperamos que a presidente Dilma e os governadores da Bahia e do Espírito Santo garantam imediatamente o funcionamento efetivo das unidades de conservação existentes em Abrolhos e retomem o processo de ampliação e criação das áreas marinhas protegidas na região. Contamos com seu apoio assinando esta petição e participando das demais ações da campanha Adote Abrolhos criada pela Conservação Internacional e pela SOS Mata Atlântica para garantir a preservação de um dos nossos maiores santuários de vida marinha – a região dos Abrolhos. Mais informações: www.adoteabrolhos.org.br Fonte: Avaaz / Portal do Meio...

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Pronto-socorro para animais
abr10

Pronto-socorro para animais

Projeto cria pronto-socorro gratuito para animais de estimação Uma proposição em tramitação na Câmara quer criar uma rede de prontos-socorros veterinários para oferecer atendimento gratuito aos animais de estimação da população paulistana. O Projeto de Lei (PL 121/2014), de autoria do vereador Orlando Silva (PCdoB), prevê a instalação de uma UPAV (Unidade de Pronto Atendimento Veterinário) em cada subprefeitura da cidade. Na justificativa do projeto, Silva aponta que apenas 20,2% dos animais comparecem pelo menos uma vez ao ano ao veterinário. “Esta reivindicação é um antigo desejo da proteção animal, dada a importância e a necessidade nos trabalhos de atendimento veterinário, tanto por parte dos Protetores quantos aos munícipes de baixa renda.”, afirma o comunista no texto. Outro objetivo da propositura é diminuir o número de animais perambulando nas ruas de São Paulo. Segundo pesquisa da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP (Universidade de São Paulo), existe um cão para cada 4,5 moradores na capital paulista. O Campo Belo, na zona sul, tem a maior proporção do município, com um cachorro para cada 1,5 morador. Fonte: Câmara Municipal de São...

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Campanha SOS Parques do Brasil
mar31

Campanha SOS Parques do Brasil

A maioria das espécies da fauna em risco de extinção no Brasil está na Mata Atlântica. A constatação se baseou no banco de dados do Ministério do Meio Ambiente, que lista as 627 espécies oficialmente reconhecidas como ameaçadas de extinção. O Eco disponibilizou um infográfico que resume a situação dos animais brasileiros ameaçados por classe e por Bioma de ocorrência. Os animais que vivem na Mata Atlântica veem seu habitat diminuir a cada dia, ameaçado pelas diversas pressões que a floresta sofre. Hoje, restam apenas 8,5 % desta floresta que originalmente abrangia uma área equivalente a 1.315.460 km² ao longo de 17 Estados. E as unidades de conservação – criadas para proteger esse valioso patrimônio – estão abandonadas pelo poder público. Um exemplo disso é a situação da onça-pintada: pesquisadores têm alertado para o risco de desaparecimento da espécie da Mata Atlântica brasileira. O Parque Nacional do Iguaçu é uma das áreas de ocorrência deste grande predador e já teve registro de 180 onças-pintadas. Atualmente, porém, a estimativa é de que existam apenas 18 indivíduos vivendo na área e que em 80 anos a espécie estará extinta. Apesar disso, o Parque sofre com a caça, pesca e exploração ilegal de palmito e há muitas estradas e pequenas propriedades na região. A situação se complica com a possibilidade de reabertura da antiga Estrada do Colono dentro do Parque. O drama do Parque Nacional do Iguaçu é apenas um dos exemplos do descaso com que o Governo Federal e o Ministério do Meio Ambiente vêm tratando parques, reservas e outras áreas protegidas brasileiras – as nossas Unidades de Conservação. Preocupada com esse quadro, a Fundação SOS Mata Atlântica lançou no aniversário do Parque Nacional do Iguaçu a campanha #SOSParquesdoBrasil (saiba mais sobre a campanha e como contribuir). A Fundação também atua no monitoramento do desmatamento da Mata Atlântica junto com o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), desenvolve ações de educação ambiental, políticas públicas e apoio a áreas protegidas, entre outras, no intuito de proteger essa floresta que é lar para tantos animais brasileiros ameaçados. saiba como apoiar este trabalho Fonte: SOS Mata...

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Tamanduá-mirim nasce no Zoo de SP
mar20

Tamanduá-mirim nasce no Zoo de SP

Zoológico de São Paulo comemora nascimento de filhote de tamanduá-mirim O Zoológico de São Paulo terá em breve mais um bichinho em exposição. Um filhote da espécie tamanduá-mirim nasceu na madrugada do dia 27 de janeiro com 245 gramas e, desde então, está sob os cuidados da equipe de técnicos para garantir sua sobrevivência e desenvolvimento. Filho de animais resgatados pela instituição no interior do Estado, o recém-nascido recebe alimentação especial a cada três horas. A notícia foi veiculada nesta terça-feira (18) e o filhote passa...

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Manifestação em defesa dos animais ocorre em mais de 32 cidades brasileiras
nov19

Manifestação em defesa dos animais ocorre em mais de 32 cidades brasileiras

Manifestantes de todo o país se mobilizaram através das redes sociais para realizar nesta quarta-feira (20) uma grande manifestação conjunta em defesa dos direitos animais. O ato ocorreu em mais de 32 cidades. As reivindicações são o fechamento do Instituto Royal no Brasil, a proibição de qualquer atividade que explore a vida animal e a exigência da criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar maus-tratos aos animais. Em Brasília o evento acontecerá às 16h, em frente ao anexo II da Câmara dos Deputados, e contará com a participação do deputado Ricardo Izar (PSD/SP), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Animais e autor do Projeto de Resolução (PRC) 204/2013, que prevê a criação da CPI. Durante a reunião de líderes desta terça-feira (19), Ricardo Izar firmará o acordo feito com o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, referente a urgência da votação do PRC e instauração da CPI. O PRC 204/2013 foi elaborado após várias denúncias veiculadas nos meios de comunicação referentes a maus-tratos aos animais. O projeto cita, por exemplo, o sacrifício de cães na cidade de Santa Cruz do Arari, na Ilha de Marajó (PA), neste ano. O deputado Ricardo Izar apresentou uma denúncia sobre o caso ao procurador-geral da República. Outra resolução do projeto é analisar uma política para o controle populacional de animais no Brasil. O deputado Ricardo Izar foi o responsável pela criação da Frente Parlamentar de Defesa Animal, em 2011, que hoje é integrada por 178 deputados. Serviço: Manifestação em Defesa dos Direitos Animais Local: Brasília – Congresso Nacional – Entrada Anexo II da Câmara dos Deputados Horário: 16:00h Lista com local e horário da manifestação em outras cidades: São Paulo – Masp – 10:00hrs Rio de Janeiro – Arpoador, em Ipanema – 10:00hrs Salvador – Farol da Barra – 17:00hrs Florianópolis – Ticen – 18:00hrs Manaus – Rotatória Conjunto Eldorado – 10:00hrs Campinas – Largo do Rosário – 10:00hrs Sorocaba – Praça Central – 10:00hrs Curitiba – Praça Rui Barbosa – 18:00hrs Porto Alegre – Esquina Democrática (Borges / Andradas ) – 17:00hrs Recife: Parque Dona Lindu – 18:00hrs Londrina – em frente a concha Acústica de Londrina – 10:00hrs Atibaia – Lago do Major – 18:00hrs Santa Maria (RS) – Praça Saldanha Marinho – 18:00hrs Sertãozinho (SP) – Igreja Matriz no centro da cidade – 10:00hrs Maceió – Em frente ao Alagoas Iate Clube – 10:00hrs Teófilo Otoni (MG) – Praça Lions Clube, Bairro Marajoara – 10:00hrs Itanhaém – Praça central – 10:00hrs Guarulhos – Bosque Maia – 10:00hrs Natal – Praia Shopping – 18:00hrs Belo Horizonte – Praça da Liberdade – 18:00hrs Campo Grande – Praça...

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Gavião-real, o Uiruuetê
out24
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O maior felino das Américas
set27

O maior felino das Américas

Publicado em 27 de setembro de 2013 A onça-pintada às vezes deixa a impressão de ser menor do que a sua fama, mas isso não é bem verdade. Ocorrendo desde a América do Norte até a Argentina e Paraguai, o belíssimo animal varia em tamanhos podendo pesar entre 56 a 96, mas já foram registrados machos pesando até 160 Kg, o que equivale ao peso de uma leoa ou tigresa. Por sua vez, as fêmeas menores tiveram registros de apenas 36 Kg, mas normalmente são 10 a 20% menores do que os machos. A pintada, como também é chamada pelos caboclos brasileiros, é um dos mais ariscos dentre os felinos, e no Brasil os maiores exemplares são encontrados no Pantanal. No comprimento, assim como no peso, as onças também apresentam variações conforme as regiões de seu habitat. os indivíduos chegam a medir entre 1,2 m a 1,95 m entre as pontas do focinho e da cauda, sendo esta a de menor extensão dentre os grandes felinos, com 45 a 75 cm, enquanto a dos leopardos chega a ser 25 cm maior e a dos leões varia entre os 90 a 105 cm (machos) e 70 a 100 cm (fêmeas). O hábil caçador é o terceiro maior entre os grandes felinos, ficando abaixo dos tigres e leões, mas sua mordida ganha deles em força ficando a impressionantes 910 kgf, o dobro da mordida dos leões. Essa força é capaz de quebrar o casco de tartarugas, uma de suas presas. Devido ao biotipo de suas presas, como as antas que podem pesar 300 kg, o felino desenvolveu um corpo robusto e atarracado. Suas pernas são mais curtas e grossas considerando seu peso corporal, se comparadas ao de leões e tigres. A cabeça das onças são maiores e arredondadas se olharmos lado a lado com a dos leopardos, com quem são normalmente confundidas. A semelhança é grande, mas suas manchas variam em número, tamanho e formato. A onça assume um lado místico e de beleza entre os povos primitivos das Américas e certamente a ocorrência de indivíduos com variação melânica causava terror ou admiração, sendo esse misticismo usado até mesmo em filmes sobre a selva. A onça-preta é na verdade um poliformismo que ocorre nessa espécie, numa frequência que pode variar até 6% nas populações selvagens, segundo os estudos. O amarelo-acastanhado também pode ocorrer nessa mesma proporção. Na onça-preta, as rosetas características da espécie, podem ser vistas de perto sob a luz; uma visão rara e belíssima da natureza. Seus nomes variam entre os povos e locais onde habitam. Vejamos alguns deles: “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino...

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