Guia ilustrado apresenta todas as serpentes identificadas no Cerrado brasileiro
mar15

Guia ilustrado apresenta todas as serpentes identificadas no Cerrado brasileiro

Livro contribui para a preservação e cada serpente apresentada traz informações de tamanho, habitat, reprodução, e entre outros dados, explica se a espécie oferece risco aos seres humanos.

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Elefante no Cerrado exerceria papel que já foi de mastodontes
nov03

Elefante no Cerrado exerceria papel que já foi de mastodontes

Qual é o continente que reúne a maior quantidade de animais de grande porte do planeta?. A África, óbvio, mas nem sempre foi assim. A chamada megafauna, os mamíferos de grande porte pesando mais de 1 tonelada, habitou todos os continentes. Tinha papel fundamental no meio ambiente, por exemplo, espalhando as sementes da flora de cada ecossistema que habitavam, além de comer a vegetação e reciclar nutrientes com suas...

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Brasil se une à Convenção da ONU para a proteção de espécies migratórias
out01

Brasil se une à Convenção da ONU para a proteção de espécies migratórias

Brasil se une à Convenção da ONU para a proteção de espécies migratórias ameaçadas de extinção.

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Projeto Tamar comemora 35 anos com nova geração de tartarugas
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O colapso dos grandes herbívoros
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Filhote de onça é encontrado em Cuiabá
jun19
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Vespa papel monta guarda no ninho
maio24

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Alteração comportamental de animais sinaliza, dias antes, a ocorrência de terremotos
abr27
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Inventário descobre duas espécies de morcego ainda inéditas em Sergipe
mar13
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O maior golfinho de água doce do mundo
out27

O maior golfinho de água doce do mundo

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 15h23 Animal tem sido utilizado como isca para pesca de peixe com baixo valor comercial. Populações estão sendo reduzidas a uma taxa de 10% ao ano desde que o consumo de piracatinga aumentou na Colômbia. Símbolo de diversas lendas da Amazônia, o boto-cor-de-rosa (Inia geoffrensis) é o maior golfinho de água doce do mundo. Também conhecido como boto-vermelho ou boto-da-amazônia, o animal é endêmico das bacias dos rios Amazonas e Orinoco. Dentre os golfinhos de água doce, é o que apresenta a maior distribuição geográfica, ocorrendo em uma área de cerca de 7 milhões de quilômetros quadrados e podendo ser encontrado em seis países da América do Sul: Bolívia, Brasil, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. Sua coloração pode variar de cinza-escuro a rosa brilhante, dependendo da idade e do sexo do animal, porém machos adultos e sexualmente ativos são muito mais rosados devido à intensa despigmentação. Os olhos são pequenos, mas possuem boa acuidade visual tanto dentro quanto fora d’água. A nadadeira caudal é larga; as nadadeiras peitorais são grandes, largas e espessas; e a nadadeira dorsal é longa e baixa. Machos adultos são bem maiores e mais robustos que as fêmeas, atingindo no máximo 2,55 metros de comprimento e podendo pesar 200 kg. As fêmeas chegam a medir 2,25 metros de comprimento e pesar 155 kg. Essencialmente piscívoro, o animal alimenta-se de mais de 45 espécies de peixes, embora existam registros de ingestão de caranguejos e tartarugas. Como predadores aquáticos de topo da cadeia alimentar, os botos exercem a importante função de manter as populações de peixes sadias e em equilíbrio, removendo os indivíduos parasitados e doentes e consumindo as espécies mais abundantes. Sem predadores naturais, uma das ameaças à espécie é a captura acidental em redes de pesca. Além disso, os botos têm sido utilizados como isca para pesca da piracatinga (Calophysus macropterus), peixe também conhecido como urubu-d’água por se alimentar de restos de animais mortos. Toneladas de piracatinga são exportadas para a Colômbia, onde é bastante aceita pela população. De acordo com a Fundação Omacha (Colômbia), a população de Bogotá, maior consumidor deste peixe, desconhece a forma como ele é capturado, assim como de que se trata de um animal carniceiro. A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) ainda não classifica o boto-cor-de-rosa como ameaçado de extinção por ser uma espécie da qual se tem “dados insuficientes”, mas as autoridades brasileiras o classificam como “vulnerável”. Reprodução Assim como outras espécies aquáticas, a reprodução do boto está fortemente associada ao ciclo hidrológico da região. Depois de uma gestação de cerca de 11 meses, nasce um único filhote, de...

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ONU divulga relatório sobre acidificação dos oceanos
out09
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A favor dos animais: WildLeaks
set06

A favor dos animais: WildLeaks

Sábado, 6 de setembro de 2014, às 18h53   WildLeaks, a plataforma contra a caça ilegal e o tráfico de animais selvagens. Projeto online é a primeira plataforma de denúncias dedicada à vida selvagem e aos delitos florestais. Por José Eduardo Mendonça, do blog Planeta Urgente – Planeta Sustentável Os caçadores ilegais que estão devastando populações de rinocerontes e elefantes na África são muitas vezes protegidos da polícia por suas conexões com o poder, mas um grupo de conservacionistas está usando denúncias anônimas para tentar deter os crimes. Os fundadores do WildLeaks, uma espécie de WikiLeaks para o ambiente, dizem que esta é a primeira plataforma de denúncias dedicada à vida selvagem e aos delitos florestais.     Enquanto guardas florestais encaram criminosos armados, o projeto online quer mirar os maiores traficantes de chifres de rinocerontes e presas de elefantes, que lucram milhões de dólares com sua atividade. Um de seus fundadores é Andrea Crosta, diretor executivo da Elephant Action League, baseada na Califórnia, com 25 anos de experiência em projetos de conservação e pesquisa e 15 anos de treino em segurança de alto nível e gerenciamento de riscos. Segundo ele, a plataforma recebe todo tipo de denúncia. Uma delas, por exemplo, envolve um homem muito poderoso no Quênia ligado ao governo, e que está por trás do comércio de marfim. Há denúncias de caça a tigres no norte de Sumatra, de contrabando de macacos, em particular chimpanzés, na África Central, atividades madeireiras ilegais no México, Malawi e Rússia, pesca ilegal na costa do Alasca. Uma vez verificada a confiabilidade da informação, a organização tem três opções, diz Crosta. Pode iniciar uma investigação com seus próprios recursos em colaboração com seus parceiros, partilhar a denúncia com outros grupos ou com agências de execução da lei. “Esta parece ser uma nova abordagem para a questão das gangues criminosas”, afirma Richard Thomas, da Traffic, o principal grupo mundial de monitoramento do comércio de vida selvagem. “Pode se provar útil com o tempo.” Representantes do Grupo de Conservação do Instituto Max Plank de Antropologia Evolucionária também se mostram otimistas em relação à plataforma, da qual são parceiros. “Acho uma ideia verdadeiramente inteligente”, afirma Mimi Arandjelovic, membro da iniciativa. Mas um dos problemas do projeto é que, para ter sucesso, precisa se tornar conhecido, admite Crosta, segundo a Deutsche Welle. Fonte: National Geographic Brasil, via Portal do Meio...

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Faro de cães ajudam meio ambiente
ago22

Faro de cães ajudam meio ambiente

Sexta-feira, 22 de agosto de 2014 às 16h07 Faro do melhor amigo do homem é usado em prol da natureza. Organização dos EUA Working Dogs for Conservation usa cachorros para ajudar a preservar a natureza por redação eCycle Todos nós já ouvimos falar de cães que farejam drogas, bombas escondidas e pessoas soterradas. Até mesmo a capacidade desses animais de detectar câncer tem sido muito divulgada. Mas além dessas utilidades já conhecidas do aguçado faro canino, ele também presta serviço ao meio ambiente. A organização americana Working Dogs for Conservation foi fundada com esse objetivo: fazer com que o melhor amigo do homem dê uma mãozinha ao meio ambiente. Dirigida por quatro mulheres (Aimee Hurt, Alice Whitelaw, Deborah Woollett e Megan Parker), a organização leva cães treinados para detectar ameaças ambientais e animais raros em diversos ambientes pelo mundo e, assim, ajudar a preservar a natureza. As habilidades dos cães vão desde encontrar pequenos mamíferos e grandes carnívoros até pragas de plantações e substâncias tóxicas no ambiente. Você pode conhecê-los melhor e com muito bom humor aqui (em inglês). Entre diversos trabalhos, o grupo já atuou: :: Detectando rastros de animais ameaçados de extinção para ajudar projetos de preservação das espécies. Os cães já farejaram os rastros de gorilas em Camarões; de grandes felinos nas savanas de Zâmbia, Botswana e África do Sul; dos ursos-lua na China; de lagartos Gambelia sila na Califórnia e muitos outros; :: Retirando armadilhas de reservas ambientais, combatendo o tráfico de produtos derivados de animais selvagens; :: Participando de um projeto de monitoração de contaminantes aquáticos. Os cães encontravam fezes de lontras e martas, que são o topo da cadeia alimentar dos rios do estado de Montana, nos EUA. A presença desse material indica que os predadores estão se alimentando bem, mostra uma boa biodiversidade, e significa que o local é menos poluído; :: Combatendo ervas daninhas invasoras em plantações de alfafa em Montana. Os cães conseguiam detectar a praga antes do florescimento. Deste modo, a equipe podia evitar que se reproduzisse; :: Detectando um besouro que estava atacando florestas em Minnesota. Fonte: eCycle, via Portal do Meio...

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Birdwatching: O ninho do gavião-de-penacho
ago12
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A ave mais bonita do Brasil
ago09
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Dia mundial do Meio Ambiente
jun04

Dia mundial do Meio Ambiente

4 de junho de 2014 às 18h14 O Meio Ambiente será lembrado amanhã, 5 de junho. A data foi criada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) na resolução (XXVII) de 15 de dezembro de 1972, com a qual foi aberta a Conferência de Estocolmo, na Suécia, cujo tema central foi o Ambiente Humano. A conferência de Estocolmo, realizada entre os dias 5 a 16 de junho de 1972, foi a primeira atitude mundial em tentar organizar as relações do Homem e do Meio Ambiente. Mas houve desentendimentos entre os países desenvolvidos e os chamados subdesenvolvidos. No início da década de 1980, a ONU retomou o debate das questões ambientais. Indicada pela entidade, a primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, chefiou a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, para estudar o assunto. Nesse aspecto, 34 anos já se passaram, e a humanidade tem muito para estudar e no que pensar, ainda. Leia amanhã a reportagem completa. Nos desculpamos com nossos leitores, pela falta da publicação sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente, a reportagem será publicada amanhã...

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O verdadeiro tatu-bola que inspirou o Fuleco, está em extinção
maio31

O verdadeiro tatu-bola que inspirou o Fuleco, está em extinção

Em artigo, pesquisadores sugerem que 1 mil hectares sejam declarados com área protegida na caatinga para cada gol marcado na Copa do Brasil. “Infelizmente, o número de tatu-bolas de verdade que caminham hoje pelas florestas secas da caatinga brasileira é bem menor do que isso. A espécie, conhecida cientificamente como Tolypeutes tricinctus, está ameaçada de extinção (consta como “vulnerável” no Livro Vermelho do ICMBio), assim como o ambiente natural do qual ela depende para sobreviver”, explicou Herton Escobar, de O Estado de São Paulo. A proposta dos pesquisadores está descrita em um artigo publicado na revista científica Biotropica. O autor principal é o biólogo Enrico Bernard, da Universidade Federal de Pernambuco, Laboratório de Ciência Aplicada à Conservação da Biodiversidade. Fonte:...

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Atlas de zoologia traz animais desenhados há 170 anos
abr17

Atlas de zoologia traz animais desenhados há 170 anos

Um Atlas de Zoologia publicado em 1844, com ilustrações de animais vistos há 170 anos, pode ser baixado na internet. As ilustrações foram feitas por diversos artistas – e muitas das espécies que ele retratou estão extintas nos dias atuais. Algumas das criaturas são facilmente reconhecidas; outras não se assemelham aos animais com os quais convivemos hoje. O Atlas completo pode ser visto no site www.biodiversitylibrary.org Um Atlas de Zoologia publicado em 1844, com ilustrações de animais existentes há 170 anos, pode agora ser baixado na internet. Um dos animais retratados é este demônio-da-Tasmânia. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   As ilustrações foram feitas por diversos artistas – e muitas das espécies que eles retrataram estão extintas nos dias atuais. Acima, um primata “Semnopithecus sp”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Acredita-se que esta ave dodo, que habitava as ilhas Maurício, no oceano Índico, tenha sido extinta por volta de 1690. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   A ave acima é descrita como “Pica-pau do México”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Algumas das criaturas são facilmente reconhecidas; outras não se assemelham aos animais com os quais convivemos hoje. A ilustração acima é do felino “Felis elegans”, do Brasil. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   O “Thylacine”, acima, era um marsupial carnívoro que está extinto desde 1936. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Este “Colin da Califórnia” é um elegante pássaro registrado no livro francês. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Este coala (“Phascolarctos cinereus”) está entre os animais cujo desenho é difícil de se associar ao aspecto real da espécie. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Aqui, um Apteryx, ave da Nova Zelândia. Segundo o Atlas, esses pássaros têm ovos com o maior peso em proporção ao seu corpo. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Acima, animal semelhante a uma raposa que foi descrito no Atlas como “um cachorro de orelhas grandes”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   As aves tinham grande destaque no Atlas. Um exemplo é este espécime chileno chamado “Pitylus crysogaster”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Entre a extensa fauna retratada no livro está o musaranho, pequeno animal hoje registrado como “M. proboscideus”. O Atlas completo pode ser visto no site www.biodiversitylibrary.org. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Fonte: BBC Brasil / Portal do Meio...

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Pronto-socorro para animais
abr10

Pronto-socorro para animais

Projeto cria pronto-socorro gratuito para animais de estimação Uma proposição em tramitação na Câmara quer criar uma rede de prontos-socorros veterinários para oferecer atendimento gratuito aos animais de estimação da população paulistana. O Projeto de Lei (PL 121/2014), de autoria do vereador Orlando Silva (PCdoB), prevê a instalação de uma UPAV (Unidade de Pronto Atendimento Veterinário) em cada subprefeitura da cidade. Na justificativa do projeto, Silva aponta que apenas 20,2% dos animais comparecem pelo menos uma vez ao ano ao veterinário. “Esta reivindicação é um antigo desejo da proteção animal, dada a importância e a necessidade nos trabalhos de atendimento veterinário, tanto por parte dos Protetores quantos aos munícipes de baixa renda.”, afirma o comunista no texto. Outro objetivo da propositura é diminuir o número de animais perambulando nas ruas de São Paulo. Segundo pesquisa da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP (Universidade de São Paulo), existe um cão para cada 4,5 moradores na capital paulista. O Campo Belo, na zona sul, tem a maior proporção do município, com um cachorro para cada 1,5 morador. Fonte: Câmara Municipal de São...

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Campanha SOS Parques do Brasil
mar31

Campanha SOS Parques do Brasil

A maioria das espécies da fauna em risco de extinção no Brasil está na Mata Atlântica. A constatação se baseou no banco de dados do Ministério do Meio Ambiente, que lista as 627 espécies oficialmente reconhecidas como ameaçadas de extinção. O Eco disponibilizou um infográfico que resume a situação dos animais brasileiros ameaçados por classe e por Bioma de ocorrência. Os animais que vivem na Mata Atlântica veem seu habitat diminuir a cada dia, ameaçado pelas diversas pressões que a floresta sofre. Hoje, restam apenas 8,5 % desta floresta que originalmente abrangia uma área equivalente a 1.315.460 km² ao longo de 17 Estados. E as unidades de conservação – criadas para proteger esse valioso patrimônio – estão abandonadas pelo poder público. Um exemplo disso é a situação da onça-pintada: pesquisadores têm alertado para o risco de desaparecimento da espécie da Mata Atlântica brasileira. O Parque Nacional do Iguaçu é uma das áreas de ocorrência deste grande predador e já teve registro de 180 onças-pintadas. Atualmente, porém, a estimativa é de que existam apenas 18 indivíduos vivendo na área e que em 80 anos a espécie estará extinta. Apesar disso, o Parque sofre com a caça, pesca e exploração ilegal de palmito e há muitas estradas e pequenas propriedades na região. A situação se complica com a possibilidade de reabertura da antiga Estrada do Colono dentro do Parque. O drama do Parque Nacional do Iguaçu é apenas um dos exemplos do descaso com que o Governo Federal e o Ministério do Meio Ambiente vêm tratando parques, reservas e outras áreas protegidas brasileiras – as nossas Unidades de Conservação. Preocupada com esse quadro, a Fundação SOS Mata Atlântica lançou no aniversário do Parque Nacional do Iguaçu a campanha #SOSParquesdoBrasil (saiba mais sobre a campanha e como contribuir). A Fundação também atua no monitoramento do desmatamento da Mata Atlântica junto com o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), desenvolve ações de educação ambiental, políticas públicas e apoio a áreas protegidas, entre outras, no intuito de proteger essa floresta que é lar para tantos animais brasileiros ameaçados. saiba como apoiar este trabalho Fonte: SOS Mata...

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Tamanduá-mirim nasce no Zoo de SP
mar20

Tamanduá-mirim nasce no Zoo de SP

Zoológico de São Paulo comemora nascimento de filhote de tamanduá-mirim O Zoológico de São Paulo terá em breve mais um bichinho em exposição. Um filhote da espécie tamanduá-mirim nasceu na madrugada do dia 27 de janeiro com 245 gramas e, desde então, está sob os cuidados da equipe de técnicos para garantir sua sobrevivência e desenvolvimento. Filho de animais resgatados pela instituição no interior do Estado, o recém-nascido recebe alimentação especial a cada três horas. A notícia foi veiculada nesta terça-feira (18) e o filhote passa...

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Manifestação em defesa dos animais ocorre em mais de 32 cidades brasileiras
nov19

Manifestação em defesa dos animais ocorre em mais de 32 cidades brasileiras

Manifestantes de todo o país se mobilizaram através das redes sociais para realizar nesta quarta-feira (20) uma grande manifestação conjunta em defesa dos direitos animais. O ato ocorreu em mais de 32 cidades. As reivindicações são o fechamento do Instituto Royal no Brasil, a proibição de qualquer atividade que explore a vida animal e a exigência da criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar maus-tratos aos animais. Em Brasília o evento acontecerá às 16h, em frente ao anexo II da Câmara dos Deputados, e contará com a participação do deputado Ricardo Izar (PSD/SP), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Animais e autor do Projeto de Resolução (PRC) 204/2013, que prevê a criação da CPI. Durante a reunião de líderes desta terça-feira (19), Ricardo Izar firmará o acordo feito com o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, referente a urgência da votação do PRC e instauração da CPI. O PRC 204/2013 foi elaborado após várias denúncias veiculadas nos meios de comunicação referentes a maus-tratos aos animais. O projeto cita, por exemplo, o sacrifício de cães na cidade de Santa Cruz do Arari, na Ilha de Marajó (PA), neste ano. O deputado Ricardo Izar apresentou uma denúncia sobre o caso ao procurador-geral da República. Outra resolução do projeto é analisar uma política para o controle populacional de animais no Brasil. O deputado Ricardo Izar foi o responsável pela criação da Frente Parlamentar de Defesa Animal, em 2011, que hoje é integrada por 178 deputados. Serviço: Manifestação em Defesa dos Direitos Animais Local: Brasília – Congresso Nacional – Entrada Anexo II da Câmara dos Deputados Horário: 16:00h Lista com local e horário da manifestação em outras cidades: São Paulo – Masp – 10:00hrs Rio de Janeiro – Arpoador, em Ipanema – 10:00hrs Salvador – Farol da Barra – 17:00hrs Florianópolis – Ticen – 18:00hrs Manaus – Rotatória Conjunto Eldorado – 10:00hrs Campinas – Largo do Rosário – 10:00hrs Sorocaba – Praça Central – 10:00hrs Curitiba – Praça Rui Barbosa – 18:00hrs Porto Alegre – Esquina Democrática (Borges / Andradas ) – 17:00hrs Recife: Parque Dona Lindu – 18:00hrs Londrina – em frente a concha Acústica de Londrina – 10:00hrs Atibaia – Lago do Major – 18:00hrs Santa Maria (RS) – Praça Saldanha Marinho – 18:00hrs Sertãozinho (SP) – Igreja Matriz no centro da cidade – 10:00hrs Maceió – Em frente ao Alagoas Iate Clube – 10:00hrs Teófilo Otoni (MG) – Praça Lions Clube, Bairro Marajoara – 10:00hrs Itanhaém – Praça central – 10:00hrs Guarulhos – Bosque Maia – 10:00hrs Natal – Praia Shopping – 18:00hrs Belo Horizonte – Praça da Liberdade – 18:00hrs Campo Grande – Praça...

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Gavião-real, o Uiruuetê
out24
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O maior felino das Américas
set27

O maior felino das Américas

Publicado em 27 de setembro de 2013 A onça-pintada às vezes deixa a impressão de ser menor do que a sua fama, mas isso não é bem verdade. Ocorrendo desde a América do Norte até a Argentina e Paraguai, o belíssimo animal varia em tamanhos podendo pesar entre 56 a 96, mas já foram registrados machos pesando até 160 Kg, o que equivale ao peso de uma leoa ou tigresa. Por sua vez, as fêmeas menores tiveram registros de apenas 36 Kg, mas normalmente são 10 a 20% menores do que os machos. A pintada, como também é chamada pelos caboclos brasileiros, é um dos mais ariscos dentre os felinos, e no Brasil os maiores exemplares são encontrados no Pantanal. No comprimento, assim como no peso, as onças também apresentam variações conforme as regiões de seu habitat. os indivíduos chegam a medir entre 1,2 m a 1,95 m entre as pontas do focinho e da cauda, sendo esta a de menor extensão dentre os grandes felinos, com 45 a 75 cm, enquanto a dos leopardos chega a ser 25 cm maior e a dos leões varia entre os 90 a 105 cm (machos) e 70 a 100 cm (fêmeas). O hábil caçador é o terceiro maior entre os grandes felinos, ficando abaixo dos tigres e leões, mas sua mordida ganha deles em força ficando a impressionantes 910 kgf, o dobro da mordida dos leões. Essa força é capaz de quebrar o casco de tartarugas, uma de suas presas. Devido ao biotipo de suas presas, como as antas que podem pesar 300 kg, o felino desenvolveu um corpo robusto e atarracado. Suas pernas são mais curtas e grossas considerando seu peso corporal, se comparadas ao de leões e tigres. A cabeça das onças são maiores e arredondadas se olharmos lado a lado com a dos leopardos, com quem são normalmente confundidas. A semelhança é grande, mas suas manchas variam em número, tamanho e formato. A onça assume um lado místico e de beleza entre os povos primitivos das Américas e certamente a ocorrência de indivíduos com variação melânica causava terror ou admiração, sendo esse misticismo usado até mesmo em filmes sobre a selva. A onça-preta é na verdade um poliformismo que ocorre nessa espécie, numa frequência que pode variar até 6% nas populações selvagens, segundo os estudos. O amarelo-acastanhado também pode ocorrer nessa mesma proporção. Na onça-preta, as rosetas características da espécie, podem ser vistas de perto sob a luz; uma visão rara e belíssima da natureza. Seus nomes variam entre os povos e locais onde habitam. Vejamos alguns deles: “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino...

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