NI e as manifestações no Brasil pelo Impeachment Já!
mar14

NI e as manifestações no Brasil pelo Impeachment Já!

O Notícias em Imagens (NI) traz os flagrantes das manifestações deste domingo (13/03) em todo o Brasil. De acordo com as polícias militares, mais de 3,5 milhões de pessoas estiveram nas ruas do país para pedir o afastamento da presidente Dilma Roussef, do fim da corrupção e desvio de dinheiro público, dos desmandos políticos e volta do crescimento da economia. A Operação Lava Jato da Polícia Federal e o juiz Sérgio Moro, foram os grandes protagonistas do apoio...

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SP pede Impeachment Já! com a maior manifestação desde as Diretas
mar14

SP pede Impeachment Já! com a maior manifestação desde as Diretas

Segundo o Datafolha, 500 mil pessoas estiveram na Avenida Paulista, palco central das manifestações em São Paulo. Para a PM foram 1,4 milhão, número parecido com o obtido pelos organizadores.

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Protestos e manifestações contra o governo e a favor do impeachment
dez14

Protestos e manifestações contra o governo e a favor do impeachment

Em São Paulo e Brasília, milhares de pessoas fizeram manifestações portando faixas, bonecos infláveis e bandeiras do Brasil. Eles querem o fim da corrupção, pedem ética e a prisão dos corruptos.

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Dilma, abra o Palácio para o sol
abr23
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Levy, deixa o Sol brilhar
abr08

Levy, deixa o Sol brilhar

Ativistas do Greenpeace vão ao Ministério da Fazenda pedir incentivos à energia solar no Brasil.

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Reforma política
mar25
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Após protestos, Dilma diz que governo vai dialogar com humildade e firmeza
mar17

Após protestos, Dilma diz que governo vai dialogar com humildade e firmeza

Terça-feira, 17 de março de 2015, às 11h26 Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil Edição: Luana Lourenço A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (16) que recebeu com humildade, mas firmeza, as manifestações deste domingo contra seu governo. Segundo ela, as manifestações mostram que o “governo tem que dialogar, escutar, saber do que tratam” os protestos. ”Ouvir é a palavra, e dialogar é a ação”, avaliou.     “Estamos em uma fase de buscar o consenso mínimo. É da democracia não haver concordância e unanimidade. Só em um regime [ditatorial], alguns pensam que falam e os outros que calem a boca. Não quero consenso. Você tem que aceitar que vozes são diferentes em um país complexo como este, mas tem de haver responsabilidade com as instituições”, disse, citando o Congresso Nacional, o Executivo e o Judiciário Ao discursar durante cerimônia de sanção do novo Código de Processo Civil, Dilma comentou os protestos em todas as regiões do país. “Ontem, quando eu vi centenas e milhares de cidadãos se manifestando, não pude deixar de pensar que valeu a pena lutar pela liberdade e pela democracia. Este país está mais forte do que nunca.” Em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto, a presidenta voltou a comentar as manifestações, que considerou pacíficas e sem violência. Ela disse que, em uma postura humilde, é preciso aceitar o diálogo. “Então, nós temos de ser humildes. Estou aberta ao diálogo. Ao mesmo tempo, o governo tem que ter uma postura firme naquilo que ele acha que é importante.” Segundo Dilma, o governo federal tem dado respostas coerentes aos pedidos que vêm das ruas, como o anúncio do pacote de medidas de combate à corrupção, que será feito nos próximos dias. No entanto, há algumas divergências em outras demandas dos manifestantes, como no caso do ajuste econômico. “Nós achamos que o ajuste é essencial”, defendeu. “Não vou deixar de dizer para todo mundo que queremos fazer o ajuste”, afirmou a presidenta, reconhecendo que as armas de combate à crise se esgotaram e que agora o governo precisa “iniciar outro caminho”. Depois de enumerar as medidas que tomou na área econômica em seu primeiro mandato para amortecer os efeitos da crise internacional e de garantir que, apesar dos ajustes, o governo não vai acabar com o crédito, nem com a desoneração da folha de pagamento, Dilma reconheceu que as medidas podem ter falhado, mas não acredita que tenham piorado a situação do país. “É possível que possamos ter até cometido algum erro de dosagem na reação à crise”, admitiu. “[Mas] ninguém pode negar que não fizemos de tudo para a economia reagir. Em qualquer atividade...

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“Fora, Dilma”: o povo tem foco, quem está desfocado é o governo
mar16

“Fora, Dilma”: o povo tem foco, quem está desfocado é o governo

Segunda-feira, 16 de março de 2015, às 08h15 Centenas de milhares, que somaram quase dois milhões de pessoas – um milhão só em São Paulo – foram às ruas para exigir que o governo mude suas políticas e que está enganado na forma de exercer o poder a ele concedido. Com brados de “Fora, Dilma”, pediram a saída da presidente, eleita há menos de cinco meses. Gerson Soares Sem saber avaliar o número de manifestantes envolvidos nos protestos que ocorreram ontem em todo o país, o governo do PT menosprezava as concentrações populares em capitais como o Rio de Janeiro, chegando a dizer que as manifestações não tinham foco. Até que São Paulo demonstrou mais uma vez toda a sua pujança cívica. Por volta das 14h e daí em diante, a Avenida Paulista e seus arredores, na capital do estado de São Paulo, foi tomada por pessoas que tinham um objetivo e estavam totalmente focadas em demonstrar sua insatisfação quanto ao governo, que por falta de discernimento postou uma nota no facebook do Ministério da Justiça, classificando as mais de 600 mil pessoas de estarem promovendo o ódio. Esse número alcançou mais de 1 milhão (dados da Polícia Militar) e foi sendo composto ao longo da tarde por donas de casas, bebês, crianças, jovens, pais, avôs, vovós, filhos, sobrinhos e netos, tios. Tivessem eles sacadas gourmets, carrinhos de pipoca ou coragem para permanecer com seus comércios abertos, lá estavam unidos para dizer basta de tanta corrupção e descaramento. Compareceram vendedores de água e refrigerantes, certamente não faltaram os guardadores de carros e ainda outros carregavam cruzes, simbolizando bem a carga que o lulopetismo depositou nos costados dos brasileiros, na avaliação dos seus 12 anos de governo.   Veja as demais imagens em nossa página do Facebook e no Google+   No início da noite, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e o secretário-geral da presidência Miguel Rossetto, vieram a público para dizer que a manifestação era daqueles que não votaram em Dilma Roussef, que terminou o primeiro mandato em alvoroço e agora está desorientada, à frente de um gigante como o Brasil, que sem rumo requer comando. O cinismo, com que o governo tem tratado assuntos de suma importância, tais como os econômicos, de justiça e as apurações do Petrolão, é digno de admiração e espanto. Na coletiva de imprensa em Brasília, Cardozo e Rossetto, disseram os porta-vozes que o governo vai anunciar medidas, ainda nesta semana, mas não citaram quais, nem o tipo de providências que seriam tomadas. Questionado sobre a publicação no facebook de ser a manifestação deste domingo promovida por quem tem ódio ao governo,...

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Mais de 1 milhão na Av. Paulista, contra o governo petista de Dilma
mar15

Mais de 1 milhão na Av. Paulista, contra o governo petista de Dilma

Domingo, 15 de março de 2015, às 15h39 Com faixas e gritos de fora Dilma e fora PT, paulistanos pedem o fim da corrupção. Mesmo levando em conta o seu conservadorismo na divulgação de números, a PM divulgou às 15h30 mais de 1 milhão de pessoas nas imediações da Avenida Paulista. Com faixas de Fora Dilma, Chega de Corrupção pediam o impeachment da presidente, apesar da opinião contrária também existir. Por sua vez, o Metrô computava 4.000 pessoas a cada 2 minutos chegando à região. Esta é a maior manifestação de protestos que se tem registro contra os desmandos do governo federal brasileiro. Nem mesmo as Diretas Já levou tantos às ruas. Agências de notícias internacionais começam a divulgar a marcha dos brasileiros. Em outras capitais, mesmo em menor número, as manifestações contra o governo petista repercutem em todo o país. Até o final da tarde, espera-se que o governo se manifeste. Até este horário, as manifestações de protestos não causaram nenhum incidente que merecesse destaque pelas autoridades policiais. Não há registro da presença de políticos entre os manifestantes. Portanto, trata-se de um movimento estritamente de insatisfação popular, superando todas as expectativas do governo, que até a entrada de São Paulo nas manifestações de hoje, desconsiderou o poder da movimentação popular. Diante dessa situação a presidente Dilma Roussef, alvo principal dos ataques nas últimas semanas, sairá bastante enfraquecida e a tentativa de defendê-la feita pela CUT, na última sexta-feira (13), não passou de outro erro. Lembrando que antes do impeachment de Fernando Collor, a insatisfação da população estava nos mesmos níveis obtidos pela presidente Dilma, que nesta sexta-feira chegou a um dígito. Às 16h30 um grupo, autointitulado Carecas do Subúrbio, foi detido pela PM e se trata do único incidente. Eles estavam armados com rojões, socos ingleses e os próprios policiais militares os salvaram de um linchamento ao detê-los, já que a população é pacífica e não tolera esse tipo de infiltrados a fim de causar distúrbios. Às 17h05, o Ministério da Justiça, qualificou de odiosa as manifestações. Veja abaixo, a nota publicada no facebook do ministério. “Discurso de ódio é diferente de liberdade de expressão! O discurso do ódio é usado para insultar, perseguir e justificar a privação dos direitos humanos. Já liberdade de expressão, é o direito de todos se manifestarem, mas não deve afrontar o direito alheio, como a honra e a dignidade de uma pessoa ou determinado grupo”. Veja outras imagens em nossa página do...

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Pontos de encontro das manifestações em todo o Brasil
mar15
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Termina de forma pacífica manifestação prol PT em São Paulo
mar14
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Polícia Militar terá reforço na Av. Paulista durante manifestações
mar12

Polícia Militar terá reforço na Av. Paulista durante manifestações

Quinta-feira, 12 de março de 2015, às 11h11 A PM quer garantir o direito de todos, mas estará preparada para controlar situações de dirtúrbios, afirmou em nota. Devido às manifestações marcadas para os dias 13 e 15 de março, a assessoria de Comunicação da Polícia Militar informou hoje que está preparando um reforço no policiamento em toda a cidade de São Paulo, com uma atuação mais específica nas áreas, já identificadas, onde ocorrerão as maiores concentrações de pessoas – principalmente na Avenida Paulista. A Polícia Militar atuará para garantir o direito de manifestação de todos, evitando qualquer confronto de grupos antagônicos que possa vir a ocorrer, bem como o direito da população que fará uso dos mesmos locais, e que não desejam participar da manifestação. Com esses objetivos, foi realizada uma reunião preparatória na tarde de 09 de março na sede do Comando de Policiamento da Capital, com as principais entidades representativasdos movimentos que marcaram seus atos para os dias 13 e ou 15 de março. Estiveram presentes o “Movimento Renovação Liberal”, “Revoltados OnLine”, “Movimento Vem pra Rua”, “Movimento Brasil Livre”, “Movimento Intervencionista Independente”, “CUT” e “APEOESP”, os quais confirmaram que, apesar de alguns grupos possuírem ideais antagônicos, todos estarão nas ruas pacificamente e não aceitarão nenhum tipo de violência em seus movimentos. No dia 13 a concentração ocorrerá na Avenida Paulista a partir das 14h, sendo que a CUT (Central Única dos Trabalhadores), juntamente com a APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) se deslocarão a partir das 16h até a Praça da República, local onde encerrarão seus atos. No dia 15 a concentração ocorrerá novamente na Avenida Paulista, só que a partir das 15h, não havendo previsão de término para nenhum dos dois dias. A Polícia Militar atuará com um efetivo necessário e adequado para garantir o direito à manifestação e para o restabelecimento da ordem pública, caso a mesma venha a ser quebrada. De acordo com a demanda apresentada no momento das manifestações, se necessário for, a Polícia Militar irá realocar o efetivo de serviço para a Avenida Paulista, para reforçar o policiamento no local, sempre no intuito de garantir o direito dos cidadãos se manifestarem com segurança. Leia também: Polícia Militar terá reforço na Av. Paulista durante manifestações PSDB divulga nota sobre manifestações de domingo Por um país melhor e mais unido centenas de milhares poderão se reunir domingo...

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Bloqueios em rodovias continuam, mesmo com acordo entre governo e caminhoneiros
fev26

Bloqueios em rodovias continuam, mesmo com acordo entre governo e caminhoneiros

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 13h19 Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger Mesmo com acordo firmado entre governo e caminhoneiros nessa quarta-feira (25), a categoria mantém diversos pontos de rodovias federais parcialmente ou totalmente bloqueados na manhã de hoje (26). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Rio Grande do Sul, há 27 trechos interditados pelos manifestantes nas seguintes BRs: 101, 116, 158, 285, 386, 392, 468, 470 e 272. Em Santa Catarina, ainda há 11 pontos de bloqueios com interdição parcial das pistas. Os caminhoneiros ocupam trechos das BRs 116, 282, 470, 158 e 163. No Paraná, as interdições continuam em 18 trechos nas BRs 376, 272, 369, 467, 163, 476, 487, 158, 277 e 373. A PRF informou que carros de passeio, ambulâncias, ônibus e caminhões com cargas perecíveis estão sendo liberados. Na BR-163, em Mato Grosso do Sul, manifestantes bloqueiam os quilômetros 256, 267 e 270, em Dourados, e os quilômetros 614 e 618, em São Gabriel do Oeste. Na BR-463, no quilômetro 102, em Ponta Porã, também há interdição total. Em Mato Grosso, dez interdições iniciadas ontem (24) continuam nas BRs 364, 163 e 70. Segundo a PRF, os manifestantes estão liberando a passagem de caminhões com carga viva e produtos perecíveis, carros de passeio e ônibus. Pela proposta apresentada ontem, o governo promete sancionar a Lei dos Caminhoneiros sem vetos, prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro, além de criar, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, uma tabela referencial de frete. Nesse item, os representantes dos caminhoneiros pediram que o governo atue na mediação com os empresários. As manifestações dos caminhoneiros, que tiveram reflexo em mais de dez estados, já provocam desabastecimento de combustível e alimentos em algumas cidades. *Matéria ampliada às 9h57 e às 10h46 para incluir balanços parciais das polícias rodoviárias federais no Paraná, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul Fila de caminhões na BR-060, que liga Brasília a GoiâniaValter Campanato/Agência...

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As ruas continuam mandando seu recado
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Pelo direito de manifestação
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Praça Silvio Romero recebeu manifestantes há um ano
jun22

Praça Silvio Romero recebeu manifestantes há um ano

Domingo, 22 de junho de 2014 às 17h19 Gerson Soares Há um ano, no final da tarde do dia 21 junho, manifestantes se reuniram na Praça Sílvio Romero, para protestar contra os desmandos no país. Em sua maioria jovens, gritavam palavras de ordem, como: “ão, ão, ão, prisão ao mensalão”.     Além disso, pediam ordem e diziam que bagunça não seria aceita em seu meio, como não houve. “Sem vandalismo, sem vandalismo”. Ao cair da noite centenas já lotavam a praça e logo começaram os pedidos: “vamos pra Radial, vamos pra Radial”. Na mais importante via da zona Leste, em direção ao centro, eles receberam adesões e se tornaram milhares, na maior manifestação já ocorrida na história recente do bairro. Alô Tatuapé, registrou tudo em vídeos e imagens. Algumas delas você verá amanhã, na reportagem sobre o...

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ONG dá “cartões vermelhos” para a Fifa e cobra mais ações sociais
jun22

ONG dá “cartões vermelhos” para a Fifa e cobra mais ações sociais

Domingo, 22 de junho de 2014 às 16h48 Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil Edição: Andréa Quintiere A organização não governamental (ONG) Rio de Paz fez ontem (21) um protesto na Praia de Copacabana em que deu “cartões vermelhos” para a Fifa, cobrando maior contrapartida social na Copa do Mundo. A ONG critica isenções de impostos dadas à entidade que representa o futebol internacional e afirma que o valor desses impostos não pagos chega a R$ 1 bilhão. “Queremos que ela pegue o dinheiro que pagaria de impostos e invista em quadras esportivas em escolas públicas, por exemplo, ou nas favelas brasileiras. Seria uma forma de dar um retorno ‘padrão Fifa’. A Fifa está manchando sua imagem perante o mundo inteiro”, disse o fundador da ONG, Antônio Carlos Costa.     Doze cartões vermelhos com 2 metros de altura foram posicionados na areia da praia, em frente ao Hotel Copacabana Palace, e cerca de 30 pessoas mostravam cartões menores no ato, que, segundo Costa, não é contra a Copa, mas contra o modo como ela foi realizada, com muitos gastos públicos. No protesto, cartazes comparavam os custos dos estádios e das estruturas com hospitais, escolas e o combate à miséria. “Quem não está lucrando é a democracia brasileira. Na cabeça de milhões de pessoas, a democracia não está mais associada à justiça social e à distribuição de renda, mas associada à proteção dos poderosos. Quando o pobre olha isso, ele diz: ‘a democracia não serve mais para nós’. Isso é péssimo porque ela deveria ser um valor inegociável em toda a sociedade”, criticou.     O Departamento de Imprensa da Fifa respondeu que a entidade depende da renda de uma Copa do Mundo para manter seus projetos de desenvolvimento do futebol ao longo dos quatro anos entre uma Copa e outra e que muitas federações nacionais não conseguiriam se manter sem ajuda financeira. A Fifa também afirma que criou um fundo para o desenvolvimento do futebol no Brasil que terá o valor divulgado depois da Copa do Mundo, mas que, inicialmente, tem a aprovação de 20 milhões de dólares. Entre os 108 programas de desenvolvimento do futebol que apoia em todo o mundo, a Fifa informa que há 26 entidades brasileiras.     Sobre a isenção de impostos, a federação informa que “diz respeito primordialmente à importação de bens (isto é, uniformes para voluntários, frotas de automóveis e ônibus)” e afirma que paga impostos sobre a venda de ingressos e que tem suas subsidiárias tributadas. A federação também paga impostos à Suíça, onde fica sua sede. Acrescentamos que a lei que isentou a Fifa, inclui banquetes e comidas....

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Protesto anti-Copa no Rio chega à Lapa e vira atração turística
jun21
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MTST faz manifestação contra lobby do setor imobiliário
jun18

MTST faz manifestação contra lobby do setor imobiliário

Quarta-feira, 18 de junho de 2014 às 17h16 Gerson Soares Em frente ao Secovi (Sindicato da Habitação), na Vila Clementino, em São Paulo, a coordenadora estadual do MTST, Jussara Basso disse: “Quero lembrar a PM que aqui tem mais de 15 mil trabalhadores, não 3.000 como disseram. E nossa luta só vai terminar quando acabar a especulação imobiliária no Brasil. Hoje foi um aviso se os vereadores patrocinados pelas empreiteiras não aprovarem o Plano Diretor, amanhã tem mais e não vamos ficar só na porta não”, completou. “Se não resolver vamos colocar 30 mil em frente à Câmara Municipal”, postou no facebook.       A coordenação do movimento se refere à denúncia de lobby no setor imobiliário durante a votação das ZEIS no Plano Diretor Estratégico. Alô Tatuapé, tem comentado o assunto, referindo-se à construção desenfreada no bairro, um dos puxam o setor imobiliário na capital. As pessoas comentam que “não cabe mais ninguém aqui”, referindo-se ao trânsito.     No entanto, a Câmara Municipal enviou ao Executivo texto substitutivo autorizando a construção de prédios com mais de oito andares nos quarteirões onde já existirem edifícios acima dessa altura. A primeira votação só autorizava edifícios com até 25 metros, o equivalente a oito andares no interior dos bairros. Indepedentemente dos movimentos sociais, São Paulo vive diariamente as consequências da falta de planejamento, a eclosão de inúmeros protestos se dá justamente pela desigualdade. O Brasil mostra uma cara e esconde milhares...

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MTST voltará a protestar contra Plano Diretor de São Paulo, diz coordenador
jun18

MTST voltará a protestar contra Plano Diretor de São Paulo, diz coordenador

Quarta-feira, 18 de junho de 2014 às 16h40   Mariana Tokarnia – Agência Brasil / 17.06.2014 – 23h59 | Atualizado em 18.06.2014 – 08h58 Edição: Carolina Pimentel O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) deve voltar a protestar nesta quarta-feira (18) contra a condução da revisão do Plano Diretor da cidade de São Paulo, informou o coordenador nacional do movimento, Guilherme Boulos, em entrevista ao programa Espaço Público, da TV Brasil, na noite de hoje (17). A expectativa do MTST é reunir 15 mil pessoas na manifestação, que ocorrerá na Avenida Paulista. Boulos disse que apesar do acordo com o governo federal, o movimento não deixará as ruas. “Para o MTST, estar nas ruas e fazer mobilização não é um ponto negociável. Não fechamos nenhum acordo nesse sentido”, disse. “O que nos comprometemos foi a não fazer mobilizações que inviabilizem a Copa do Mundo. E não iremos inviabilizar. Foram R$ 2 bilhões em segurança para impedir que a Copa seja inviabilizada”. A intenção da manifestação, explica ele, é denunciar o lobby do setor imobiliário no plano diretor. O Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo é o principal instrumento de planejamento urbano. Os instrumentos estão sendo revistos “para organizar melhor os espaços da cidade”, como informa o site da prefeitura. O plano vigente é o de 2002. Boulos explica que não apenas São Paulo, mas o país precisa reverter a lógica urbana. A política urbana não pode ser apenas habitacional é preciso oferecer infraestrutura – escolas, transporte, saúde, bibliotecas – aos moradores, segundo ele. “É preciso uma política que não seja excludente. É disso que se trata quebrar os muros sociais. Temos os bairros centrais que são providos de infraestrutura e os periféricos, onde os trabalhadores são jogados, os serviços são precários e a estrutura é precária”. Nesse sentido, o coordenador do MTST critica o Programa Minha Casa, Minha Vida, um dos principais do governo federal. “O programa faz moradias ruins e mal localizadas”, disse e acrescenta que os grandes beneficiados são as empreiteiras, que recebem a mesma quantia do governo independente do local e da qualidade do que constroem. Apesar disso, reconhece que o programa “foi a grande política habitacional depois de 30 anos, desde a década de 80”. Boulos também diz que o problema habitacional do Brasil poderia ser resolvido com desapropriações, que não são feitas por falta de legislação e porque esbarram em interesses econômicos de grandes grupos imobiliários. De acordo com ele, o déficit habitacional do Brasil chega a 7 milhões de unidades habitacionais. Na outra ponta, o número de unidades ociosas é 6,1 milhões. “A maioria dos prédios não está condenada. Está vazia...

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Copa do Mundo: Mais protestos no Tatuapé
jun13
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Metroviários não param, mas marcam manifestação para o Tatuapé
jun11

Metroviários não param, mas marcam manifestação para o Tatuapé

Quarta-feira, 11 de junho de 2014 às 23h40 Em nota, o Sindicato dos Metroviários avisa que não haverá paralisação nesta 5ª feira (12). No entanto, foi aprovada grande campanha pela readmissão dos 42 funcionários e uma manifestação contra a Copa que começará no bairro do Tatuapé, às 10 horas.       Leia a Nota: A assembleia do dia 11 decidiu suspender a greve marcada para o dia 12. Foi votada uma grande campanha nacional e internacional pela readmissão dos 42 companheiros demitidos. A primeira atividade será a realização do ato “Na Copa Vai Ter Luta”. Diversas entidades do movimento sindical, popular e estudantil realizam no dia 12 (quinta-feira), às 10h, um ato contra os gastos com a Copa, que incorporou a luta pela reintegração dos demitidos pelo governo Alckmin. A concentração do ato será na sede do Sindicato (Rua Serra do Japi, 31 Tatuapé). Também por conta da realização da Copa do Mundo, será confeccionado um adesivo em três línguas (português, espanhol e inglês) pela readmissão. Um adesivo para carro também será elaborado. Será feito um manifesto com a adesão de artistas, esportistas, intelectuais e várias personalidades exigindo a reintegração dos companheiros. Ou seja, uma ampla campanha será deflagrada e todos os caminhos serão buscados para que os 42 trabalhadores voltem ao trabalho....

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Copa é uma festa, controlada pelo Exército
jun11

Copa é uma festa, controlada pelo Exército

Quarta-feira, 11 de junho de 2014 às 11h41 Gerson Soares A Copa do Mundo da Fifa começa amanhã. O governo, neste momento, deve estar se preparando para receber de braços abertos as torcidas dos países que participarão da festa de abertura. Mas se é uma festa, porque o Exército deveria tomar conta? A resposta vem coalhada de outras perguntas. Armas modernas de contenção de distúrbios, fora as leis e decretos criados de última hora, pretendem garantir a festa. A Copa será uma festa, segundo os organizadores; estranha conforme agem os convidados e não convidados. Apesar disso, vários do primeiro grupo se dizem envergonhados pela festa. Irado o ex-atacante Ronaldo mandou baixar o porrete nos manifestantes. Por sua vez, os não convidados, que também são esperados, se vierem não estarão usando smoking ou longos. A festança vai começar, mas o embaixador oficial nomeado pela presidente Dilma, se afastou por desentendimentos financeiros, como revelou a revista Veja. Antes, Pelé já havia manifestado certa contrariedade e vergonha. Não faz mal, parece que ainda tem crédito. Mas cuidado, não são todos os credores que estão de portas abertas. Nessa festa bizarra, há ainda os anfitriões que não chegarão perto do microfone, ou se esconderão e não deverão “nem dar boa tarde” às torcidas, como disse na manhã de hoje (10), Reinaldo Azevedo na rádio Jovem Pan. Talvez um aceno, rezando para não ouvir uma vaia histórica. Pior ainda, é aquele que proclamou e iniciou a “A maior Copa de todos os tempos”. Esses dizem que ficarão em casa, “tomando uma cervejinha, é mais confortável”, escreveu sobre as declarações do ex-presidente Lula, J. R. Guzzo na sua coluna, também na revista Veja desta semana. O povão vai estar lá, provavelmente dentro e fora do magnífico estádio erguido em circunstâncias, digamos especiais, para receber a abertura da Copa do Mundo. Mas pelo que se sabe, não contem com a presença dos 15 mil manifestantes ou mais, agregados pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto) na última manifestação em São Paulo. O Palácio do Planalto, através de Gilberto Carvalho, atendeu reivindicações do movimento. Louve-se a conquista do MTST, que também está numa reportagem da revista Carta Capital, por construir um conjunto de prédios com as próprias mãos e sob sua supervisão, na BR-116. O primeiro bloco será entregue no mês que vem. Segundo a reportagem de Piero Locatelli, serão duas torres com 160 unidades. Num país onde cada um tem que ver o seu lado, a festa existe, mas não é para todos. A partir de amanhã, dia dos Namorados, a Fifa também construirá mais um andar do seu edifício de glórias, onde muito além da bola e das...

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Não vai ter Copa, ao som dos tambores
abr29

Não vai ter Copa, ao som dos tambores

Gerson Soares Num ritmo bem compassado, pacificamente, os mais de 500 manifestantes deram o seu recado ao governo. Diretamente do coração do Tatuapé, uma das portas de entrada da zona Leste, onde diariamente milhares de pessoas se esmagam para entrar no metrô, sair dos trens ou embarcar nos ônibus, eles mandaram bem como se diz. A decepção é grande com a realização de uma copa do mundo no país que há muito tempo deixou de ser o país do futebol para se tornar o país da corrupção e dos desmandos governamentais, corrompendo até mesmo o próprio futebol. Assista o vídeo deste dia 29 de abril....

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Não vai ter… Copa
abr29

Não vai ter… Copa

Gerson Soares Assista o início desta reportagem sobre a manifestação contra a realização da Copa da Fifa no Brasil. A concentração aconteceu na esquina da Rua Gonçalves Crespo com a Rua Tuiuti, no Tatuapé em São Paulo, nesta noite do dia 29 de abril.

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Muda Brasil no Tatuapé
out01

Muda Brasil no Tatuapé

Às 16h30 do dia 21/06, a reportagem do Alô Tatuapé seguiu a pé pela Rua Cantagalo e depois pela Rua Serra de Bragança, desde a confluência com a Rua Mont Serrat. A situação era de calma e tranquilidade, com poucos veículos transitando – situação totamente adversa do que se vê numa sexta-feira nesse horário do agitado bairro do Tatuapé. Caminhando, constatamos que o assunto nas ruas era a manifestação programada para aquela tarde na Praça Silvio Romero. Nas conversas, notamos os semblantes carrancudos, com a situação do país. Ao atingirmos a Rua Coelho Lisboa, já na Silvio Romero, acompanhamos a chegada da faixa que já parava o trânsito (foto) e a seguimos até o encontro com algumas dezenas de pessoas que já estavam na famosa praça. Assim que chegou, os manifestantes se aglutinaram ao lado dos outros que carregavam o emblemático protesto contra a PEC37, que tira o poder do Ministério Público, que com coragem vem colocando os políticos no banco dos réus. Em pouquíssimo tempo, mais e mais pessoas se juntavam ao encontro marcado para as 17h. Logo, milhares estavam gritando palavras de ordem, trazendo cartazes de todos os matizes. Inclusive um que dizia: “Fora Dilma”. “Saude, educação e trabalho”, cantavam em coro. Para os manifestantes, a Copa é carta fora do baralho. E assim eles se manifestaram pacificamente, pedindo: “Sem vandalismo, sem vandalismo”, que realmente não houve. “Da minha geração não tem mais ninguém”, nos disse um simpático senhor ao lado do amigo (foto). Talvez, em seu coração e no espírito, estivesse a vontade e o clamor de ver um Brasil melhor e mais justo que através dos seus longos anos não pode ver; juntando-se aos jovens, representou sua geração com a esperança renovada. Dias depois de acompanharmos esse movimento, por motivos técnicos no servidor nosso site saiu do ar e não pudemos concluir as reportagens. Mas por motivo histórico faremos as publicações agora. Depois das manifestações acirradas contra a indecente proposta da PEC37, para a qual o Brasil disse não, ela foi retirada da pauta de votação. Várias reivindicações foram contornadamente atendidas, mas com certeza o governo federal ouviu as vozes nas...

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