Como prêmio um origami!
jun06

Como prêmio um origami!

Acessibilidade: Nesta manhã em que todas as estações do ano já se manifestaram no Tatuapé, inclusive a chuvosa, tive a oportunidade de conduzir um cadeirante por algumas dezenas de metros e percebi o quanto sou privilegiado.

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Para o ativista Zé do Pedal, a acessibilidade plena em SP ainda é sonho
jun29
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Zé do Pedal chega a Manaus. Conheça esta história pela acessibilidade.
abr06

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Cruzada pela Acessibilidade: Dignidade, Igualdade, Respeito Depois de caminhar 1.070 km empurrando uma cadeira de rodas, Zé do Pedal chega a Manaus. Ativista começou a caminhada do Caburaí ao Chuí às margens do Rio Uailã, primeiro rio brasileiro no extremo norte. Caminhando até 52 km por dia, enfrentando chuvas torrenciais e suportando temperaturas de até 40 graus na constante busca de um mundo mais justo e humano baseado na trilogia dos conceitos de igualdade, dignidade e respeito e tentando eliminar barreiras que dificultam à pessoa com deficiência a participarem ativamente da vida social, o ativista mineiro, José Geraldo de Souza Castro, Zé do Pedal, 56, membro do Lions Clube de Viçosa, chegou a Manaus – AM, em frente ao centenário Teatro Amazonas, depois de percorrer os primeiros 1.070 km do seu projeto: “Extremas Fronteiras – Barreiras Extremas” (Cruzada pela Acessibilidade). Uma caminhada, de 10.700km, empurrando uma cadeira de rodas, saindo de Uiramutã, Fronteira norte com a Venezuela passando por 20 estados brasileiros: Roraima, Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Goiás, Brasília, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Após ser recebido por amigos, membros do Lions Clube e pelo Deputado Estadual Chico Preto, Zé do Pedal fez um breve balanço da primeira etapa do projeto: “Estou muito feliz de haver chegado a Manaus dentro do cronograma estabelecido. Comecei, dia 10 de fevereiro, a caminhada, com uma cerimônia simples, que contou com a presença de alguns indígenas da Maloca Uiramutã, às margens do Rio Uailã, primeiro rio brasileiro no extremo norte e haver superado, com certa tranqulidade, os primeiros 10% da caminhada, deixando pra traz a parte mais difícil e complicada da caminhada que era cruzar pelo menos 60% da área Indígena Raposa Serra do Sol, em estradas de terra, e o pior, os mais de 700km que separam Boa Vista de Manaus no meio da maior floresta tropical do mundo e enfrentando altas temperaturas que me causou um principio de insolação”. “Um dos principais objetivos da caminhada, entregar aos poderes público municipais projeto-lei de criação do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência vem sendo cumprido à risca e foram entregues nos seguintes municípios: Uiramutã, Mucajaí, Iracema, Caracaraí, Rorainópolis e Presidente Figueiredo. Em Boa vista participei da reunião da Câmara Municipal e durante minha fala cobrei dos vereadores ações que levem às autoridades executivas daquela capital a destruição das barreiras arquitetônicas que estão espalhadas por toda a cidade. Em uma delas, o maior absurdo: ao final de uma faixa de pedestre existe um muro de quase meio metro de altura”. Finalizou Zé...

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