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Quinta-feira, 2 de abril de 2015, às 20h58 Sofosbuvir completa lista do novo tratamento para a doença aprovado pela agência este ano. Os medicamentos devem ser disponibilizados no SUS ainda em 2015, segundo o Ministério da Saúde. Agência Saúde / MS – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu na última segunda-feira (30/03) o registro do sofosbuvir, indicado para o tratamento da hepatite C crônica. Este é o terceiro medicamento aprovado pela agência em 2015, após o registro do daclatasvir – em janeiro –, e do simeprevir – em março. Juntos, eles compõem um novo e eficiente tratamento para a doença disponível no mundo, com um percentual de cura de cerca de 90%. A expectativa é que os medicamentos sejam disponibilizados no Sistema Único de Saúde (SUS) até o final deste ano e o Brasil será um dos primeiros países a adotar as novas tecnologias na rede pública de saúde, informou a agência do governo. Os medicamentos receberam prioridade de análise na Anvisa por serem de interesse estratégico para as políticas de tratamento da hepatite do Ministério da Saúde. A avaliação para a concessão do registro teve duração entre cinco e oito meses. As novas opções terapêuticas proporcionam tempo reduzido de tratamento – de um ano, em média, para três meses –, redução da quantidade de comprimidos, além da vantagem de serem de uso oral. A expectativa é que o novo tratamento beneficie 60 mil pessoas nos próximos dois anos. “Essas importantes incorporações reforçam o compromisso do Ministério da Saúde em ofertar o melhor tratamento disponível para os pacientes com hepatite C e consolidam a política de tratamento da doença que vem sendo desenvolvida pela pasta. Por isso, foi feito o pedido de prioridade de análise, tanto na Anvisa quanto na Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec)”, explicou o Diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita. A comissão garante a proteção do cidadão com relação ao uso e eficácia do medicamento, por meio da comprovação da evidência clínica consolidada e o custo-efetividade dos produtos. O sofosbuvir foi aprovado pela Anvisa na forma farmacêutica comprimido e concentração de 400mg e a concessão do registro permite que o medicamento seja comercializado no Brasil. Doença A hepatite C é causada pelo vírus C (HCV) e a transmissão ocorre, dentre outras formas, por meio de transfusão de sangue, compartilhamento de material para preparo e uso de drogas, objetos de higiene pessoal – como lâminas de barbear e depilar –, alicates de unha, além de outros objetos contaminados com o vírus utilizados na confecção de tatuagem e colocação de piercings, conforme a...

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Pneu da Dengue no Tatuapé: atitude merece punição rigorosa ou um rádio
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Pneu da Dengue no Tatuapé: atitude merece punição rigorosa ou um rádio

Domingo, 22 de março de 2015, às 13h30 – atualizado às 14h48 A Dengue e o Chikungunya estão matando em São Paulo, mas isso não parece causar nenhuma preocupação à irresponsabilidade. Os serviços de prevenção, governo, prefeitura, hospitais, rádio e televisão têm despendido uma empenho enorme em divulgar as causas e os modelos de prevenção contra o mosquito causador da Dengue que vem matando pessoas em todo o estado de São Paulo. Mas, apesar da divulgação maciça sobre as necessidades de prevenção, flagramos na manhã deste sábado (21), um pneu velho depositado ao lado de uma árvore na Rua Antonio João Fiore, no Tatuapé. A irresponsável atitude de quem o tenha deixado no local deveria ser passível de rigorosa punição pelas autoridades, diante da epidemia que pode se tornar a dengue – o pneu consiste num dos mais divulgados vetores de transmissão da doença –, já que tem capacidade de armazenar grande quantidade de água, suficiente para que vários mosquitos façam suas posturas. Cada fêmea pode colocar 450 ovos.     Na manhã deste domingo, fomos conferir se o pneu velho continuava no local, ou se a consciência do autor de ato sem qualificação teria lhe cobrado uma atitude mais civilizada. Mas, não, pelo contrário. O pneu estava recostado na árvore, numa outra posição, contendo água como foi visto nas imagens colhidas no sábado, logo após a ocorrência de chuvas por volta das 13 horas.     Hoje, inclusive, havia pernilongos ao lado do pneu, dada a incidência dos mesmos no local, que é grande. Enquanto fazíamos as imagens vistas aqui, fomos atacados pelos mosquitos, que ao contrário do seu primo que age à noite, este é bem mais agressivo e pode transmitir a dengue.     Infelizmente não temos as imagens do autor ou autores desta façanha inconsequente, mas a Prefeitura e o Governo do Estado precisam tomar providências para que fatos como este não continuem ocorrendo, diante do esforço da população na prevenção da transmissão da dengue. Se o autor desse ato insano estiver lendo esta reportagem, pode pedir que lhe daremos um rádio de presente para ouvir as notícias.     Depois de dois dias à disposição dos mosquitos, após às 14h desta tarde (22), talvez sob uma crise de consciência ou a presença da reportagem fazendo mais imagens no local, o autor ou os autores da façanha de colocar o Pneu da Dengue, o retiraram da árvore. As imagens foram feitas neste sábado às 10h e por volta das 11h30 desta manhã de...

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Projeto de Lei obriga boa gestão na Saúde
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Sexta-feira, 31 de outubro de 2014, às 08h32 Proposta cria lei de responsabilidade sanitária para punir má gestão no setor. Agência Câmara | Reportagem – Tiago Miranda | Edição – Pierre Triboli Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 7585/14, do Senado, que cria a Lei de Responsabilidade Sanitária (LRS) para punir maus gestores públicos na área da saúde. A punição prevista na proposta vale para presidente, governadores e prefeitos, além dos responsáveis pelos órgãos de direção do Sistema Único de Saúde (SUS) em cada ente. O gestor poderá ser punido com a perda do cargo e inabilitação por até cinco anos, de acordo com a Lei dos Crimes de Responsabilidade (1.079/50). O projeto define como crime de responsabilidade sanitária, por exemplo, deixar de prestar serviço de saúde; transferir recurso do fundo de saúde para outra conta; ou dar informações falsas no relatório de gestão. Caso o gestor deixe de estruturar o fundo de saúde ou não dê condições para funcionamento do conselho de saúde, ele poderá ter multa de 10 a 50 salários mínimos, além de advertência. O texto altera a Lei 8.080/90, que regula as ações e serviços de saúde em todo o território nacional. De acordo com o autor do projeto, senador Humberto Costa (PT-PE), a legislação atual não pune o mau gestor. O senador afirma que, atualmente, a única punição é impedir a transferência de recursos do Ministério da Saúde a estados e municípios até a comprovação dos servidos prestados. “Isso não pune o mau gestor, apenas prejudica a execução das políticas de saúde pública e cria transtornos ainda maiores para a população”, argumenta. Planejamento A responsabilização do gestor será avaliada se ele deixar de cumprir as políticas de saúde definidas em um plano plurianual para o setor. A proposta determina que os planos de saúde sejam plurianuais com programação anual e definição de metas e recursos financeiros a ser usados. Os planos devem buscar ampliar o acesso a ações e serviços de saúde, com qualidade e humanização do atendimento; reduzir desigualdades regionais e de riscos à saúde; e aprimorar mecanismos de gestão, financiamento e controle social. Segundo o projeto, os planos devem ser aprovados pelo conselho de saúde municipal, estadual ou federal e farão parte da lei orçamentária do ente relacionado. Qualquer mudança no plano precisará ser aprovada pelo conselho de saúde e estar de acordo com o orçamento anual. O texto proíbe a transferência de recursos não prevista no plano, exceto em casos de emergência ou calamidade pública. Comissões A organização dos gestores em saúde deve ser feita em comissões tripartite, com representação federal, estadual e municipal; ou bipartite, com representantes municipais e...

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Discussão Rosa no Senado
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Direito à maternidade preservado
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Quinta-feira, 16 de outubro de 2014 às 20h   O juíz Renato de Abreu Perine, da 17ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo, sentenciou a Mediservice Administradora de Planos de Saúde a arcar com os custos de endometriose aguda da paciente Claudia Zappalenti. O tratamento recomendado pelo seu médico tinha sido a fertilização in vitro, mas a operadora tinha indeferido o pedido, em uma clara situação de falta de análise do caso – o que tem sido cada vez mais recorrente. Já há algum tempo, temos acompanhado repetidos casos em que planos de saúde negam tratamentos a pacientes de forma incorreta. Tais operadoras agem, antes de mais nada, como empresas que visam exclusivamente o lucro, deixando o bem estar dos usuários e o direito à vida em segundo plano. O plano de saúde negou o pedido de Cláudia com base em uma cláusula válida, que exclui métodos de inseminação artificial do rol dos procedimentos cobertos por planos de saúde, com a intenção de evitar que se use o tratamento como meio de planejamento familiar. No entanto, a cláusula abre precedentes para interpretação, uma vez que em casos como o de endometriose severa a fertilização funciona como um tratamento médico para a doença. Além disso, a paciente corria o risco de ficar infértil e, ainda estando em idade de reprodução, isso violaria o direito garantido pela Constituição da mulher constituir uma família. Cláudia, portanto, não requeria o tratamento por simples vontade de ter um filho, mas sim por motivos de saúde. A endometriose severa causa sangramento excessivo, cólica aguda e possibilidade de perda do sistema reprodutivo e a fertilização in vitro é apontada como a única forma de tratar essa doença. Como poderia, então, um plano de saúde, cuja função é propiciar tratamentos de saúde aos seus associados, negar tal procedimento? “Aplicar a vedação estabelecida em lei para o único tratamento apto a curar a doença ofenderia a dignidade da pessoa humana, fundamento da República Federativa do Brasil”, disse o juíz em sua sentença. Afirmando que a dignidade da pessoa humana é o fundamento básico da Constituição, classificou como sendo de má fé uma interpretação literal do artigo 10, inciso II, da Lei no 9656, e ordenou que a operadora arcasse com os custos, ainda que o médico não fosse conveniado, sob pena de multa. O caso da paciente era tão claro, que qualquer pessoa, ainda que leiga, pode perceber o erro na atitude do plano de saúde. A sentença do juíz só evidencia os interesses da operadora e as recorrentes ações de má fé. Certamente o caso de Cláudia não é o primeiro e nem será o...

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HPV: tomar a segunda dose é essencial
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Terça-feira, 7 de outubro de 2014, às 10h03 Ministério da Saúde reforça a importância da segunda dose da vacina contra HPV. Adolescentes imunizadas podem ser a primeira geração praticamente livre do risco de morrer do câncer do colo do útero. A vacina continua disponível nos postos de saúde de todo o país para a segunda dose, que já atingiu 900 mil meninas. Agência Saúde – No primeiro mês de vacinação contra o HPV (Papiloma Vírus Humano), 914 mil meninas já tomaram a segunda dose da vacina, o que garante a proteção contra o vírus até que recebam a dose de reforço, em cinco anos. O número representa 18,4% do público-alvo, formado por 4,9 milhões de meninas de 11 a 13 anos. A vacinação da segunda dose começou no dia 1º de setembro.     O ministro da Saúde, Arthur Chioro, reforça a importância da segunda dose para a proteção contra o HPV e, consequentemente, contra o câncer do colo do útero – terceiro tumor mais frequente na população feminina e terceira causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. “A primeira dose sozinha não protege contra o vírus. Por isso, a segunda dose é essencial. Com isso, é fundamental que as famílias busquem saber se haverá vacinação nas escolas das adolescentes. Se não tiver, levem suas filhas a um posto de vacinação mais próximo de casa. A vacina é segura e é uma estratégia importante na prevenção do câncer do colo do útero. Ela só terá eficácia se as meninas tomarem todas as doses”, alerta o ministro. A vacina contra HPV faz parte do calendário nacional e está disponível nas mais de 36 mil salas de vacinação espalhadas pelo país. Cada adolescente deverá tomar três doses para completar a proteção: a segunda, seis meses depois da primeira e a terceira, de reforço, cinco anos após a primeira dose. Neste ano, são vacinadas as adolescentes do primeiro grupo, de 11 a 13 anos. Em 2015, a vacina passa a ser oferecida para as adolescentes de nove a 11 anos e, em 2016, as meninas de nove anos. Desde 10 de março, quando a imunização passou a ser ofertada gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS), 4,5 milhões de meninas receberam a primeira dose, o que representa 92,6% do público-alvo. O SUS oferece a vacina quadrivalente, que confere proteção contra quatro subtipos do vírus (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia. Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo mundo e os subtipos 6 e 11 por 90% das verrugas anogenitais. Segurança Atualmente, a vacina...

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Saúde da mulher e critérios do SUS
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Outubro Rosa ilumina prédios públicos de Brasília
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Quinta-feira, 2 de outubro de 2014, às 05h41 A partir do dia 1º de outubro, até o último dia do mês, várias cidades do mundo vão ressaltar a cor rosa. Os principais monumentos é prédios conhecidos estão iluminados com a cor que representa a luta contra o câncer de mama. Em Brasília, uma cerimônia oficial marcou o início da campanha “Outubro Rosa”. Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado “Ao ver a cidade iluminada de rosa, mesmo que a pessoa não saiba o que é, vai querer saber”, disse a ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República. “Por mais que tenhamos feito, ainda temos o que fazer, temos que tornar o atendimento e as ações do SUS [Sistema Único de Saúde] cada vez melhores e com mais qualidade”.     O câncer da mama é o que mais atinge mulheres em todo o mundo. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Brasil, em 2014, são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama, com um risco estimado de 56,09 casos a cada 100 mil mulheres. Apesar de mais raro, o câncer de mama também acomete homens. Quando diagnosticado cedo, a chance de cura chega a 95%. “Tem que ter autocuidado, tem que conhecer a mama, conhecer o próprio corpo, ir uma vez por ano ao ginecologista, fazer também o exame clínico da mama, ter hábitos saudáveis. São atitudes que não evitam, mas diminuem as chances”, disse a presidenta da organização não governamental (ONG) Recomeçar, Joana Jeker. Leia a matéria Câncer de mama continua a ser o vilão da saúde feminina e veja as imagens de Joana e Lourdes na exposição Recomeço da ONG Recomeçar Joana foi diagnosticada com câncer de mama aos 30 anos, em 2007. Ela sentiu a presença do nódulo no banho, enquanto fazia o autoexame. “De repente você perde a sua mama, perde o seu cabelo, pode perder a sua vida. É tudo muito difícil para a mulher”, disse. “Mas a gente tem que ter a perspectiva que é uma fase, que vai passar. É sofredor, a mulher fica abalada, mas tem que ter fé, não pode desistir”, completou. No Outubro Rosa, a ONG lança a exposição Recomeço, de mulheres mastectomizadas. Nas fotos, elas aparecem sorrindo, com a mama reconstruída e com cabelo, mostrando que venceram a doença. A mostra é itinerante e deve passar por vários pontos turísticos da cidade e por hospitais. Cada uma das fotos é acompanhada por um depoimento pessoal sobre a luta contra a doença.       Lourdes Capitulino é uma das mulheres que participaram do ensaio. Ela foi...

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Congresso é iluminado em rosa para campanha contra câncer de mama
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Congresso é iluminado em rosa para campanha contra câncer de mama

Quinta-feira, 2 de outubro de 2014, às 07h59 Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco Às 17h de ontem (1º) luzes cor de rosa foram acesas do Congresso Nacional, dando ao prédio o tom da campanha “Outubro Rosa”, que lembra a luta contra o câncer de mama. Uma cerimônia para as funcionárias da Câmara dos Deputados e do Senado marcou o início da campanha, que tem vários eventos previstos ao longo do mês.     As funcionárias foram lembradas por médicos da necessidade de fazer exames preventivos e observar qualquer alteração nos seios, que deve ser levada ao conhecimento de um ginecologista ou mastologista o quanto antes. O diagnóstico precoce é o principal fator de cura do câncer de mama. As mulheres, no entanto, tendem a evitar o assunto por medo dos efeitos de um possível tratamento ou de ficar mutiladas, o que acaba atrasando o diagnóstico e prejudicando o tratamento. O câncer de mama é o que mais acomete mulheres em todo o mundo. No ano passado, foram 52,6 mil casos no Brasil, segundo dados divulgados pelo governo federal. A projeção de risco gira em torno de 52 casos para cada grupo de 100 mil mulheres. A campanha “Outubro Rosa” é mundial e começou no Brasil em 2002, ocorrendo todos os anos sempre no mês de outubro. Em Brasília outros prédios da Esplanada dos Ministérios também estão iluminados de rosa para lembrar a luta contra o câncer de mama. Assuntos relacionados O rosa chega a São Paulo: Outubro Rosa 2014 Saúde da mulher e critérios do SUS Outubro Rosa ilumina prédios públicos de Brasília Campanha tem o objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher Congresso é iluminado em rosa para campanha contra câncer de mama Câncer de mama continua a ser o vilão da saúde feminina Tatuapé no Outubro Rosa 2014 Outubro Rosa em...

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Campanha tem o objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher
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Campanha tem o objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher

Quinta-feira, 2 de outubro de 2014, às 08h20 Organizador do Outubro Rosa pede transparência no tratamento do câncer de mama. Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli O Grupo de Trabalho do Outubro Rosa, que organiza a campanha no Distrito Federal, recomenda a transparência entre médico e paciente no tratamento do câncer de mama. Em carta aberta, o grupo pede uma “comunicação clara e baseada em evidências científicas entre a usuária e os profissionais de saúde”.     A campanha, que começou ontem (1º) e segue até o fim do mês, tem como objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher e conscientizar a população sobre o câncer de mama. O grupo de trabalho é formado por órgãos do governo federal, do Congresso Nacional, do governo do DF, entidades internacionais e da sociedade civil. No tratamento do câncer, especialmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o grupo recomenda que os profissionais de saúde abordem os riscos e benefícios “de quaisquer comportamentos, exames ou procedimentos, possibilitando, dessa forma, que a mulher possa emergir como parte atuante e decisiva em todo o processo de atenção integral à saúde”. A carta também destaca as obrigações do SUS. “Na unidade de saúde, a mulher será acompanhada por profissionais da equipe da [unidade do Programa] Saúde da Família que deverão orientá-la”. Entre os deveres da unidade estão a coleta do exame citopatológico, o papanicolau, com posterior encaminhamento para consultas especializadas ou outros exames necessários, e o exame de mamografia a cada dois anos para todas as mulheres de 50 a 69 anos e sempre que houver indicação clínica. Além disso, a orientação quanto a percepções da mulher sobre alterações em seu corpo e quanto a fatores de risco para o desenvolvimento de doenças, como o câncer de mama e de colo do útero, incluindo as formas de prevenção. O câncer da mama é o que mais acomete as mulheres em todo o mundo. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), no Brasil, em 2014, são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama, com um risco estimado de 56,09 casos a cada 100 mil mulheres. Apesar de mais raros, o câncer de mama também acomete homens. Quando descoberto no início, a chance de cura chega a 95%. Assuntos relacionados O rosa chega a São Paulo: Outubro Rosa 2014 Saúde da mulher e critérios do SUS Outubro Rosa ilumina prédios públicos de Brasília Campanha tem o objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher Congresso é iluminado em rosa para campanha contra câncer de mama Câncer de mama continua a ser o vilão...

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Câncer de mama continua a ser o vilão da saúde feminina
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Câncer de mama continua a ser o vilão da saúde feminina

Quinta-feira, 2 de outubro de 2014, às 09h01   Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger Uma em cada três mulheres que fazem exames de rotina no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) é diagnosticada com câncer de mama. Segundo o Icesp, que é vinculado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), mais da metade (52%) dos pacientes atendidos na instituição são do sexo feminino e 28% desse universo apresentam neoplasia mamária.     A doença “continua sendo a principal vilã dentro e fora do instituto”, cita um comunicado do Icesp, levando mais de 1,2 mil pacientes a procurar o Grupo de Mastologia entre consultas médicas e cirurgias. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), esse mal é o que mais mata e representa 22% de novos casos a cada ano no mundo. No Brasil, em 2011, foram registradas 13.345 mortes, sendo 120 em homens e 13.225 em mulheres. Para este ano, estima-se o surgimento de 57.120 novos casos. Além do câncer de mama, o Icesp tem diagnosticado grande incidência de tumores também em órgãos digestivos – esôfago, estômago, fígado e o colorretal (cólon e reto), com taxa de 22% entre as mulheres. O câncer de colo retal está entre os cinco mais frequentes entre as mulheres.     O diretor-geral do Icesp, Paulo Hoff, alerta que “quando a prevenção primária não é possível, o diagnóstico precoce é fundamental na busca pela cura e por uma boa qualidade de vida”. Ele recomenda que a partir da primeira relação sexual, a mulher deve adotar o hábito de visitas anuais ao ginecologista, além de fazer os exames de prevenção. Por meio do rastreamento tradicional de câncer de colo de útero, exame conhecido como papanicolau, é possível detectar precocemente a neoplasia de colo de útero, bem como lesões que antecedem ao tumor, permitindo tratamento mais eficaz e medidas que evitem o desenvolvimento da doença. Já com a mamografia, é possível checar a presença de lesões mamárias. Este exame deve ser feito por mulheres acima dos 50 anos ou sempre que solicitado por um médico.     Assuntos relacionados O rosa chega a São Paulo: Outubro Rosa 2014 Saúde da mulher e critérios do SUS Outubro Rosa ilumina prédios públicos de Brasília Campanha tem o objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher Congresso é iluminado em rosa para campanha contra câncer de mama Câncer de mama continua a ser o vilão da saúde feminina Tatuapé no Outubro Rosa 2014 Outubro Rosa em...

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Treinos de força e creatina evitam perda de massa muscular
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Treinos de força e creatina evitam perda de massa muscular

Segunda-feira, 28 de setembro de 2014, às 16h11 Por Antonio Carlos Quinto da Agência USP Na Escola de Educação Física e Esportes (EEFE), trabalho do professor Bruno Gualano indica que a suplementação de creatina, principalmente quando aliada a um programa de treinamento de força, promove ganho de massa muscular e força em pacientes com disfunção muscular e sarcopenia — condição de baixa massa muscular que afeta muitos idosos e os predispõe à mortalidade. Os benefícios do suplemento estão descritos em sua tese de livre-docência intitulada Estudos sobre eficácia terapêutica da suplementação de creatina. Gualano é docente do Departamento de Biodinâmica do Movimento Humano da EEFE. O estudo compila resultados de quatro ensaios clínicos destinados a investigar a segurança e eficácia da creatina em idosos e adultos, com ou sem doenças associadas. “A creatina é um derivado de aminoácidos produzida endogenamente e consumida em carnes”, descreve o professor. A suplementação desse nutriente tem sido utilizada, com sucesso, para melhorar o desempenho esportivo. Mais recentemente, tem crescido o interesse no papel terapêutico da creatina que, potencialmente, poderia melhorar massa e função musculares, saúde óssea e capacidade cognitiva. A segurança do consumo da creatina, segundo Gualano, também tem sido alvo de intenso debate. “A creatina é um nutriente produzido pelo próprio organismo, e obtida também com o consumo de carnes”, explica. Atualmente, a suplementação de creatina é classificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como “alimento para atletas” e é comercializada no mercado. “Há alguns anos, advogo que a recomendação desse suplemento nutricional deveria ser estendida a idosos, pois a literatura científica tem dado bom suporte para isso”, justifica o cientista. Ele garante que a suplementação de creatina, principalmente quando aliada a um programa de treinamento de força, promove ganho de massa muscular e força em pacientes com disfunção muscular e sarcopenia. “Idosos com sarcopenia e pacientes com osteoartrite de joelho, por exemplo, foram significativamente beneficiados pelo uso desse suplemento nutricional”, afirma o docente. “Ademais, todos os ensaios clínicos apontaram que a suplementação não provocou nenhum efeito adverso importante, contrariando a crença de que esse suplemento poderia ser prejudicial à saúde, sobretudo aos rins”. Contudo, a tese também refuta a hipótese inicial de que a creatina poderia beneficiar a saúde óssea e a função cognitiva. “Coletivamente, os achados obtidos, publicados em quatro diferentes revistas científicas internacionais de impacto na área, trazem uma nova perspectiva de uso terapêutico da creatina, particularmente quando aliada ao treinamento de força, em condições de baixa massa muscular, como na sarcopenia, e debilidade física, como em casos de osteoartrite e fibromialgia”, explica. Novos estudos Gualano destaca, no entanto, que novos estudos têm sido conduzidos pelo seu grupo...

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Doadores de órgãos aumenta no país
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Doadores de órgãos aumenta no país

Quarta-feira, 24 de setembro de 2014, às 15h48 Número de doadores de órgãos no Brasil aumentou quase 90% em seis anos Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso O número de doadores de órgãos no Brasil aumentou 89,7% nos últimos seis anos. Passou de 1.350, em 2008, para 2.562, em 2013. No mesmo período, o indicador nacional de doadores por milhão de habitantes subiu de 5,8 para 13,4, enquanto a fila de espera para transplante caiu de 64.774 mil para 37.736 mil (41,7%). Dados divulgados hoje (24) pelo Ministério da Saúde apontam que, nos primeiros seis meses deste ano, o país realizou 11,4 mil transplantes. Desses, 6,6 mil foram cirurgias de córnea, 3,7 mil de órgãos sólidos (coração, fígado, rim, pâncreas e pulmão) e 965 de medula óssea. Em 2013, foram realizados 23.457 transplantes. O coordenador geral do Sistema Nacional de Transplantes, Heder Murari, sinalizou que o governo deve atingir a meta de 14 doadores por milhão de habitante até o fim do ano. Lembrou que o Brasil é o país latino-americano com maior percentual de aceitação familiar para doação de órgãos. Das famílias brasileiras com situações de morte encefálica, 56% autorizaram a retirada. Na Argentina, Uruguai e Chile, os índices são, respectivamente, 52,8%, 52,6% e 51,1%. Apesar dos avanços, o ministério lançou campanha na tentativa de aumentar a adesão das famílias à doação de órgãos. O objetivo é mostrar a importância da autorização para retirada de órgãos, após a confirmação do óbito. É a família que autoriza o procedimento, quando a situação do paciente é irreversível. Durante a cerimônia, Arlita Andrade, viúva do cinegrafista da Band Santiago de Andrade, morto em fevereiro deste ano, informou que autorizou a doação dos órgãos do marido. “Apesar do meu sofrimento e da família, confirmamos a autorização assim que ele teve morte encefálica”, assinalou. Acrescentou que foram doados dois rins, o fígado e as córneas do cinegrafista. “São cinco pessoas que receberam órgãos e estão vivas”, comentou Arlita. Publicitário, Paulo César Cavalcante, 58 anos, lamentou a longa espera na fila por um transplante. Após sofrer um acidente de carro e passar por uma transfusão de sangue, ele soube que havia contraído hepatite C. Esperou sete anos por um fígado. “Há quatro anos, recebi o órgão que modificou minha vida completamente. Hoje, agradeço demais às famílias do meu doador. Voltei a ser o que era. Jogo futebol, pratico jiu-jitsu e tenho um fígado novo”. Para reforçar a campanha, o governo também desenvolveu um aplicativo que fará interface com o Facebook e notificará familiares no momento em que o usuário da rede social se declarar doador de órgãos. O internauta pode,...

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Chikungunya chega ao Brasil, conforme alerta
set22

Chikungunya chega ao Brasil, conforme alerta

Segunda-feira, 22 de setembro de 2014, às 18h13 Bahia confirma cinco casos de chikungunya e intensifica combate a mosquitos. O vírus causador da epidemia pode se espalhar pelas Américas e o Brasil, conforme alertou o Instituto Oswaldo Cruz, ainda no mês de abril. Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Edição: Davi Oliveira Após confirmar cinco casos de chikungunya no município de Feira de Santana, a Secretaria de Saúde da Bahia está intensificando as ações de controle na tentativa de combater os vetores da doença – os mesmos mosquitos que transmitem o vírus da dengue. As ações preventivas incluem a busca ativa de casos suspeitos e a intensificação do trabalho de campo por meio de nebulização do inseticida UBV, processo conhecido como fumacê. Também está sendo feita a eliminação de criadouros do mosquito. Ainda segundo o governo baiano, as secretarias municipais de Saúde já foram orientadas a ficar em alerta para a ocorrência de casos da doença. Leia também: Além da dengue, agora o chikungunya Em nota divulgada na última terça-feira (16), o Ministério da Saúde confirmou os dois primeiros casos de transmissão do chikungunya no território brasileiro. Um homem de 53 anos e a filha, de 31 anos, que moram em Oiapoque, no Amapá, perceberam os sintomas da doença nos dias 27 e 28 de agosto e passam bem. A pasta confirmou ainda 37 casos da doença identificados no país, mas todos contraídos no exterior e desenvolveram os sintomas no Brasil. Assim como a dengue, a febre chikungunya é transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictos, mas só tem um sorotipo, ou seja, cada pessoa só pega a doença uma vez. Os sintomas são os mesmos da dengue: dor de cabeça, febre, dores musculares e nas articulações e podem durar de três a dez...

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Animação sobre a relação álcool e câncer
set09

Animação sobre a relação álcool e câncer

Assista o Vídeo: Do Álcool e Seus Demônios Programa de Oncobiologia Publicado em 06/08/2014 Para surdos e ouvintes. Produção do Núcleo de Divulgação do Programa de Oncobiologia, Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, da UFRJ. O vídeo aborda a influência da propaganda sobre o consumo de bebidas alcóolicas e a correlação do álcool com o câncer.     Terça-feira, 9 de setembro de 2014, às 18h44 UFRJ e Fundação do Câncer produzem animação sobre álcool e câncer Agência FAPESP – A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFJR) e a Fundação do Câncer produziram um vídeo em animação para alertar a população sobre as relações entre o consumo de álcool e o desenvolvimento de câncer. A animação “Do Álcool e seus Demônios” é resultado de uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ, que ouviu 278 pessoas entre 13 e 45 anos, de 25 estados brasileiros e diferentes classes sociais, sobre suas percepções a respeito da prevenção do câncer e hábitos saudáveis. De acordo com a pesquisa, muitos brasileiros sabem que hábitos saudáveis ajudam a prevenir o desenvolvimento do câncer, mas 82% declararam que não mudam seu estilo de vida por causa disso. Foi observado ainda que, apesar de acreditarem na influência de propagandas de bebidas alcoólicas, 87% dos entrevistados não se consideram atingidos por elas. Segundo a Fundação do Câncer, cerca de 90% de todos os tipos de câncer estão associados ao estilo de vida, sendo que um terço tem relação direta com a alimentação, incluindo a ingestão de bebidas alcoólicas. O consumo de álcool é um fator de risco para o câncer da cavidade oral, faringe, laringe, esôfago e fígado. “Não existe consumo seguro. Consumir apenas nos fins de semana não diminui seu risco”, alerta a animação. O vídeo pode ser acessado no YouTube, em...

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HPV: segunda dose começa 2ª-feira
ago29

HPV: segunda dose começa 2ª-feira

Sexta-feira, 29 de agosto de 2014 às 16h11 Segunda dose da vacina contra o HPV começa a ser aplicada na próxima semana Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto A segunda dose da vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) começa a ser aplicada segunda-feira (1º) em meninas de 11 a 13 anos. A vacinação será feita em escolas públicas e particulares e também em unidades de saúde. A primeira dose foi aplicada em março deste ano.     O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, lembrou que a vacina protege contra quatro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo de útero, enquanto os subtipos 6 e 11 respondem por 90% das verrugas anogenitais. Jarbas alertou que a aplicação da segunda dose, seis meses após a primeira, é fundamental para garantir a imunização. “Sem a segunda dose da vacina, não há proteção”. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, elogiou a taxa de cobertura de 87% na aplicação da primeira dose. Ao todo, 4,3 milhões de meninas entre 11 e 13 anos foram imunizadas. Chioro também reforçou a importância da segunda dose, cobrando forte mobilização dos estados e municípios e das redes pública e privada de educação. “Precisamos garantir uma cobertura de pelo menos 80% na segunda dose”, disse. “Com toda certeza, o sucesso da segunda fase vai se repetir neste momento e, com isso, vamos reescrever a história do câncer de colo de útero neste país”, completou. A vacina também está disponível nos postos de saúde para meninas que ainda não tomaram a primeira dose. Para receber a segunda dose, basta apresentar o cartão de vacinação ou documento de identificação. A terceira dose da vacina será aplicada cinco anos após a primeira. Em 2015, a vacina será oferecida para meninas de 9 a 11 anos e, em 2016, para meninas de 9 anos. O ministério reforçou a importância do uso do preservativo como proteção contra as demais doenças sexualmente transmissíveis e da realização do exame conhecido como papanicolau em mulheres a partir dos 25...

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Mulher tem “fertilização in vitro” garantida na Justiça
ago28

Mulher tem “fertilização in vitro” garantida na Justiça

Quinta-feira, 28 de agosto de 2014 às 17h17   A decisão é do Juiz de Abreu Perine, da 17ª Vara Civil do Tribunal de Justiça de São Paulo, atendendo solicitação de paciente com endometriose aguda. O juiz Renato de Abreu Perine, da 17ª Vara Civil do Tribunal de Justiça de São Paulo, condenou a Mediservice Administradora de Planos de Saúde a arcar com os custos de endometriose aguda de uma paciente da sua carteira de clientes. Seu médico tinha recomendado o tratamento com fertilização in vitro, mas o plano de saúde indeferiu o pedido. O plano de saúde negou o pedido de Cláudia com base em uma cláusula válida, que exclui métodos de inseminação artificial do rol dos procedimentos cobertos por planos de saúde, com a intenção de evitar que se use o tratamento como meio de planejamento familiar. “No entanto, a cláusula abre precedentes para interpretação, uma vez que em casos como o de endometriose severa a fertilização funciona como um tratamento médico para a doença”, esclarece a advogada Gabriela Guerra, especialista em Direito do Consumidor na área da Saúde. Além disso, segundo Gabriela, “Cláudia corria o risco de ficar infértil e, ainda estando em idade de reprodução, isso violaria o direito garantido pela Constituição da mulher constituir uma família”. A endometriose severa causa sangramento excessivo, cólica aguda e possibilidade de perda do sistema reprodutivo e a fertilização in vitro é apontada como a única forma de tratar essa doença. “Aplicar a vedação estabelecida em lei para o único tratamento apto a curar a doença ofenderia a dignidade da pessoa humana, fundamento da República Federativa do Brasil”, disse o juíz Renato de Abreu Perine em sua sentença. Afirmando que a dignidade da pessoa humana é o fundamento básico da Constituição, o magistrado classificou como sendo de má fé uma interpretação literal do artigo 10, inciso II, da Lei no 9656, e ordenou que a Mediservice Administradora de Planos de Saúde garanta “a fertilização in vitro para tratamento da endometriose junto ao médico que prescreveu o tratamento, sob pena de incidir em multa a ser fixada em sede de execução”. Advogada Gabriela Guerra www.pgb.adv.br...

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Saúde no Brasil tem que mudar
ago20
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Aumento de 800% no consumo de ritalina alertam especialistas
ago19
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SAF pode causar malformação ao bebê
ago14

SAF pode causar malformação ao bebê

Quinta-feira, 14 de agosto de 2014 às 18h55 CMSP – A Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), doença causada pela ingestão de álcool durante a gravidez, foi discutida nesta quarta-feira (13/8), na Câmara Municipal, pela Comissão de Saúde, Promoção Social, Trabalho e Mulher. O objetivo da audiência foi esclarecer dúvidas e alertar sobre a gravidade do problema.     A síndrome é causada pela ingestão de qualquer quantidade de bebida alcoólica durante o período de gestação, e que pode acarretar problemas graves ao bebê ou surgir efeitos tardiamente. Ela apresenta diversas manifestações, entre elas alterações comportamentais, malformações congênitas neurológicas, cardíacas e renais. Para a vereadora Patrícia Bezerra (PSDB), a SAF é muito mais grave do que se imagina e não é difundida como deveria. “O QI de uma criança com a síndrome é de 60 a 70. Dessa forma, ela não tem condições de frequentar uma escola, ser alfabetizada, entrar na universidade e muito menos no mercado de trabalho”. De acordo com a médica Conceição Segre, coordenadora do grupo de pesquisa sobre a Síndrome na Sociedade de Pediatria de São Paulo, o primeiro local do corpo humano que o álcool atinge é a cabeça, e o tratamento é extremamente previsível. “Basta não beber. Ainda não sabemos a partir de quantos miligramas de álcool a ingestão pode ser prejudicial. Por isso alertamos toda mãe para que não beba durante a gravidez”,...

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Governo inclui vacina contra hepatite A no SUS
jul29

Governo inclui vacina contra hepatite A no SUS

Terça-feira, 29 de julho de 2014 às 18h34 O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (29) que o SUS (Sistema Único de Saúde) passa a oferecer vacina contra hepatite A para crianças. A meta do Ministério da Saúde é imunizar três milhões de crianças, na faixa etária de um e dois anos, no prazo de um ano. A medida integra as ações que marcam o Dia Mundial de Luta contra Hepatites Virais, celebrado em 28 de julho. O calendário básico de imunização da criança está sendo ampliado com a introdução da vacina contra a hepatite A, que passa a ser ofertada nos postos de saúde do país. A meta do Ministério da Saúde é imunizar 95% do público-alvo, cerca de três milhões de crianças – na faixa etária de um até dois anos incompletos – no período de 12 meses. Com isso, o Brasil passa a oferecer, gratuitamente, 14 vacinas de rotina, garantindo todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O objetivo é prevenir e controlar a hepatite A e, dessa forma, imunizar, gradativamente, toda a população. O esquema vacinal preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, prevê uma dose única da vacina. Será feito o monitoramento da situação epidemiológica da doença, no país, para definir a inclusão ou não de uma segunda dose no calendário da criança. A Hepatite A é uma doença infecciosa aguda que atinge o fígado. Para o início da vacinação, estados e municípios já receberam 1,2 milhão de doses. Outros lotes da vacina serão encaminhados, ainda este ano e no decorrer de 2015, para atender 100% do público-alvo. A data para início da vacinação será definida por cada estado. As doses para o início da vacinação já foram enviadas para todas as secretarias estaduais de saúde, assim como os materiais instrucionais para a correta aplicação na população. A vacina contra a hepatite A é segura e praticamente isenta de reações, mas pode provocar vermelhidão e inchaço no local da aplicação. Parceria A introdução desta vacina foi possível mediante política adotada pelo governo brasileiro de fortalecer o complexo industrial da saúde, ampliando a capacidade de produção de vacinas no país. A tecnologia envolvida é resultado de acordo de transferência feito por meio de Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) entre o Ministério da Saúde e o laboratório produtor Merck Sharp & Dohme Farmacêutica, que vai transferir gradualmente para o laboratório público Instituto Butantan a tecnologia e a fórmula do princípio ativo deste imunobiológico. A transferência completa da tecnologia, com produção 100% nacional, está prevista para 2018. Sobre a doença A hepatite A é habitualmente benigna e raramente apresenta uma...

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Combustíveis: O mal que você respira
jul11

Combustíveis: O mal que você respira

  Sexta-feira, 11 de julho de 2014 às 17h47 Climatempo – Grande parte da poluição do ar nas grandes cidades vem dos veículos. A queima dos combustíveis gera vários poluentes. Dentre eles, as partículas inaláveis, que podem ser grossas (MP10) ou finas (MP2,5). A Organização Mundial de Saúde estabeleceu como padrão de emissão 25 microgramas por metro cúbico de emissão máxima diária do material particulado fino e a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) estabeleceu um conjunto de metas para alcançar o padrão da OMS. O padrão vigente é de 60 microgramas por metro cúbico de emissão máxima diário. A reportagem do site climatempo.com.br conversou com o meteorologista e pesquisador Ivan Hetem para entender as consequências desse poluente para a nossa saúde e o que pode ser feito para diminuir a incidência do material particulado nas...

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Obesidade entre os Xavantes
jun30

Obesidade entre os Xavantes

Segunda-feira, 30 de junho de 2014 às 20h02 Tese chama a atenção para o aumento da obesidade entre indígenas xavante ENSP – A obesidade é um problema de saúde entre adultos indígenas xavante do Mato Grosso, sendo associada a fatores socioeconômicos e padrões de subsistência e consumo alimentar. A informação vem da pesquisa do aluno do doutorado em Epidemiologia em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Felipe Guimarães Tavares. Dela, participaram 479 indígenas (homens e mulheres), sendo que mais da metade da população apresentava excesso de peso (sobrepeso: 43%; obesidade 20,9%), correspondendo a 92,4% da população-alvo. “Entre os povos indígenas no Brasil, a emergência de obesidade tem sido associada a mudanças nos padrões de alimentação, de atividade física e de exposição a determinantes sociais da saúde, em geral relacionados à história de contato com sociedades não indígenas”, observa Tavares. O estudo é um inquérito nutricional realizado na população xavante das terras indígenas Pimentel Barbosa e Wedezé com idade de 15 anos em diante, residente no estado do Mato Grosso, no período de junho a agosto de 2011. Foram investigadas 8 das 10 aldeias existentes no território. De acordo com Tavares, no modelo de regressão, as prevalências de obesidade foram maiores nos indivíduos com idade entre 20 e 49 anos, morando em domicílios com nível médio de consumo de alimentos de cultivo e criação, e com nível baixo de consumo de alimentos de coleta, caça e pesca. Essas prevalências, informa o aluno, também foram maiores em indivíduos classificados nos níveis médio e alto do indicador socioeconômico de bens de casa, estimado por análise fatorial. “Foram observadas fortes correlações do índice de massa corporal, do perímetro da cintura e do percentual de gordura corporal entre si e com medidas de peso e dobras cutâneas (tricipital e subescapular)”.   Além do elevado domínio de sobrepeso e obesidade, estudos mais recentes evidenciaram o surgimento de doenças e agravos não transmissíveis (DANT) nesta população, tais como hipertensão e diabetes, apesar das doenças infecciosas e parasitárias ainda ocuparem lugar de destaque nesta população. Nesses estudos, foram encontradas prevalências de 17% e 25% de hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2 entre os xavante do Mato Grosso, respectivamente. A população-alvo do estudo reside nas terras indígenas Pimentel Barbosa e Wedezé, localizadas ao nordeste do Mato Grosso com uma área total de 328.966 hectares, sendo delimitada pelo Rio das Mortes e pela Serra do Roncador, a leste e oeste, respectivamente. Estão interligadas com regiões urbanas de comércio por meio de estradas vicinais e rodovias, por onde circulam caminhões, ônibus e outros veículos. Antes dos primeiros contatos com a sociedade não indígena, por volta da...

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Instituto Butantan une futebol e saúde pública em exposição
jun24

Instituto Butantan une futebol e saúde pública em exposição

Terça-feira, 24 de junho de 2014 às 18h21 Secretaria da Saúde – Mostra ‘A Copa da Saúde no Butantan’ aborda grandes ações de combate a epidemias que marcaram períodos em que o Brasil foi campeão do mundo. O Instituto Butantan, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e um dos maiores centros de pesquisa biomédica do mundo, inaugura nesta semana uma exposição interativa que une futebol e saúde pública. A mostra “A Copa da Saúde no Butantan”, iniciada nesta segunda-feira, 23 de junho, apresenta de modo lúdico as grandes campanhas e ações de combate a epidemias que aconteceram no país nos períodos em que o Brasil foi campeão mundial de futebol, além de informações das seleções que disputaram as finais e curiosidades relacionadas ao esporte e ao mundial da época. A exposição começa em 1958, ano do primeiro título mundial da seleção brasileira, e traz como tema a malária. A mostra aborda ainda a poliomielite em 1962, a varíola em 1970, a cólera em 1994 e a dengue em 2002. Os visitantes poderão percorrer um espaço em formato de campo de futebol e participarão de uma grande competição na qual responderão a questões relacionadas às Copas do Mundo e às doenças abordadas na exposição. As perguntas e respostas serão apresentadas de forma interativa e ao final do jogo os visitantes passarão por um pódio bidimensional que produz efeito 3D quando fotografado. O público poderá levar as fotos como lembrança da exposição. A exposição termina na Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, apresentando as ações de combate ao HPV, como por exemplo a vacinação. A imunização contra a doença foi inserida no calendário de imunizações do SUS (Sistema Único de Saúde) a partir deste ano e a vacina será produzida pelo Instituto Butantan. “Juntamente com os museus e todo o parque do Instituto, a exposição é uma opção de entretenimento educativo para as crianças em férias escolares e os turistas que estarão em São Paulo para o mundial de futebol”, destaca Luciana Magalhães Monaco, coordenadora do Núcleo de Difusão do Conhecimento do Butantan. A exposição “A Copa da Saúde no Butantan” é gratuita e fica aberta diariamente, das 7h às 17h, até o dia 2 de agosto. O Instituto Butantan fica na Avenida Vital Brasil, 1.500, na zona Oeste da capital. Os museus do Instituto abrem de terça a domingo, das 9h às 16h30, e o ingresso custa R$ 6 (com direito a entrada nos três museus). Estudantes com identificação, crianças até sete anos, idosos e pessoas com deficiência não...

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Análise de proteína auxilia a planejar tratamento de câncer de vulva
jun18

Análise de proteína auxilia a planejar tratamento de câncer de vulva

Quarta-feira, 18 de junho de 2014 às 18h24   Por Karina Toledo Agência FAPESP – Estudo realizado no A. C. Camargo Cancer Center e divulgado na revista Human Pathology revela que a análise da expressão de uma proteína chamada EGFR (sigla em inglês para receptor do fator de crescimento epidermal), em tumores de vulva, pode ser fundamental na definição do prognóstico e do tratamento da paciente. Isso porque o EGFR está relacionado com a capacidade do tumor de se multiplicar e migrar para outros locais do organismo, explicou o pesquisador Rafael Malagoli Rocha à Agência FAPESP. “Nossos resultados, como esperado, mostraram que os tumores que não expressam EGFR são os que melhor respondem ao tratamento padrão e cujas portadoras têm maior sobrevida. O surpreendente foi descobrir que os tumores mistos, em que parte das células expressam e parte não expressam esse receptor, têm prognóstico pior do que os tumores em que todas as células expressam EGFR”, contou Rocha. A pesquisa foi realizada durante o doutorado de Beatriz de Melo Maia, sob orientação de Rocha e com Bolsa da FAPESP. Foram analisadas 150 amostras de portadoras de carcinoma de células escamosas de vulva atendidas no A. C. Camargo Cancer Center entre 1979 e 2007. Por meio de análises de imuno-histoquímica, os pesquisadores verificaram se as células tumorais expressavam ou não o receptor do fator de crescimento epidermal. Ao cruzar os resultados da análise com os dados clínicos das pacientes, os pesquisadores verificaram que as portadoras de tumores com expressão heterogênea foram as que tiveram menor sobrevida. “Nesses casos, as células de um mesmo tumor respondem de forma diferente ao tratamento padrão. Acreditamos que esses tumores com subpopulações celulares distintas têm maior capacidade adaptativa e, portanto, mais condições de promover metástase”, contou Rocha. Análise de rotina De acordo com Rocha, a análise da expressão de EGFR já é feita na rotina clínica para outros tipos de câncer e seria relativamente simples adotar o método no acompanhamento de tumores de vulva. O pesquisador também defende a realização de ensaios clínicos com drogas já existentes capazes de inibir a expressão de EGFR, para descobrir se são eficazes no tratamento de tumores de vulva com expressão homogênea ou heterogênea. “Devemos olhar para o câncer como uma doença altamente heterogênea. Uma única alternativa terapêutica, portanto, pode não ser suficiente. Cada vez mais, combinações de drogas específicas e adequadas a cada caso podem ajudar a alcançar melhores resultados”, argumentou. Segundo Rocha, o tratamento-padrão atual para câncer de vulva inclui, além de químio e radioterapia, a ressecção cirúrgica do tumor. O procedimento costuma ser invasivo e tem forte impacto psicossexual nas pacientes. “Nosso objetivo ao investigar a...

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Iluminação vermelha chama a atenção para a importância da doação de sangue
jun13

Iluminação vermelha chama a atenção para a importância da doação de sangue

Sexta-feira, 13 junho de 2014 às 20h12 Neste sábado, 14 de junho, data em que se comemora o “Dia Mundial da Doação de Sangue”, quatro monumentos da cidade – Viaduto do Chá, Biblioteca Mário de Andrade, Ponte das Bandeiras e Ponte Estaiada do Tatuapé – serão iluminados na cor vermelha. A ideia é chamar a atenção da população para a importância dessa causa. A partir de domingo (15/6), esses monumentos voltam a exibir as cores verde e amarelho, em homenagem à realização da Copa do Mundo no Brasil.       Além desses quatro pontos, ainda no dia 14, as fontes do lago do Parque do Ibirapuera também estarão coloridas de vermelho das 19h às 20h e das 21h às 23h. A ação é uma iniciativa do Movimento “Eu Dou Sangue pelo Brasil” e da Prefeitura de São Paulo, por meio do Departamento de Iluminação Pública (Ilume). No Brasil, apenas 1,9% da população doa sangue, quando, de acordo com a Organização Mundial de Sáude (OMS), o recomendável é que esse percentual esteja entre 3 e 5%; O Movimento Eu dou Sangue Pelo Brasil é uma evolução da Campanha Eu Dou Sangue Por SP que desde 2011 busca incentivar a população a “dar sangue” no sentido literal, mas também fomentar o sentimento de solidariedade, frater Mais informações acesse:...

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Retratos da Saúde no Brasil – Conselhos pedem fiscalização no SUS
jun11
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Retratos da Saúde no Brasil – Propaganda enganosa na Saúde
jun11

Retratos da Saúde no Brasil – Propaganda enganosa na Saúde

Quarta-feira, 11 de junho de 2014 às 21h26 Claudio Balduíno Souto Franzen* Os números estão no orçamento do Ministério da Saúde que não esconde sua política de sucateamento da rede pública brasileira. Nesta lógica perversa, onde se procurou transformar o médico que atua no SUS em bode expiatório da crise da assistência, fica clara a preferência por projetos que primam pela mídia, mas estão longe de melhorar a vida da população. Todos conhecem a realidade dos hospitais públicos sucateados. Apesar de milionárias campanhas publicitárias, com a presença de atores famosos, verifica-se que a precariedade na saúde persiste. A última pérola reluz bem perto atingiu o bolso dos hospitais federais, reconhecidamente sempre no vermelho. Em 2014, até o momento, o somatório dos gastos do Ministério da Saúde com toda a rede de hospitais federais do país chega a R$ 300 milhões. Enquanto isso, R$ 560 milhões foram repassados para a OPAS pagar a vinda de intercambistas dentro do Programa Mais Médicos. Só que a tão decantada vinda de intercambistas cubanos não mudou em nada o quadro atual da assistência à população, com a superlotação das urgências e emergências, a falta de leitos para internação e a fila de espera por cirurgias, além de outras mazelas. Por outro lado, a tabela de honorários, que remunera atos médicos e despesas hospitalares, se encontra congelada desde 1995, tornando inviável o atendimento à população. Trata-se de um quadro que penaliza o paciente brasileiro e só traz vantagens para Cuba, que, assim, leva o dinheiro do contribuinte nacional para sanear suas contas. Como se observa a saúde não é mesmo prioridade para a gestão federal, em que pese sua propaganda enganosa. * É conselheiro federal representante do Rio Grande do Sul no Conselho Federal de Medicina (CFM).   Assuntos relacionados Retratos da Saúde no Brasil Retratos da Saúde no Brasil – Propaganda enganosa na Saúde No Dia Mundial da Saúde, médicos foram às ruas para protestar Retratos da Saúde no Brasil – Conselhos pedem fiscalização no SUS Vídeo da campanha “O Brasil tem urgência de ser bem...

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Retratos da Saúde no Brasil
jun11

Retratos da Saúde no Brasil

Quarta-feira, 11 de junho de 2014 às 20h40 Gerson Soares Enquanto a Fifa deixa de pagar os impostos que caem duramente nos bolsos dos brasileiros, doentes definham nos hospitais sem recursos. Falta tudo, inclusive vergonha. A mesma vergonha que andou sobrando aos organizadores da Copa. Mas distante dos olhos, as imagens que veremos não agridem a consciência de quem vive num Brasil inexistente, onde a ilusão encobre a indiferença com a Justiça. As imagens e as reportagens que veremos é uma denúncia contra a mais desumana condição a que são submetidos os doentes e necessitados no Brasil. O mesmo país que pretende ganhar um campeonato de futebol das equipes estrangeiras, fazendo firulas com a bola, cujos protagonistas irão receber polpudos salários e prêmios por isso, além das glórias, louros e mais uma enxurrada de convites para posar nas fotografias e campanhas publicitárias. Estão certos, cada um na sua. Aqui é assim.       Desde que o Brasil ganhou o incauto direito de sediar a Copa do Mundo da Fifa em 2014, Alô Tatuapé posicionou-se contra e por diversas vezes lançamos a nossa opinião, numa dessas oportunidades intitulada “Jogo de Espelhos”, onde mostramos o disparate de um país imenso como este, rico e economicamente maduro, permitir que seus cidadãos ainda vivam comendo lixo. Sim, lixo. Isso mesmo, crianças, velhos e adultos esperavam caminhões no lixão para pegar o que melhor lhes servisse, a fim de sobreviverem. A glória que o futebol brasileiro construiu lhe valeu o título de país do futebol. Mas é também o país que cobra os impostos mais caros do mundo, por um serviço sem qualificação. Em todas as áreas encontramos distorções entre algo espetacular e degradante como veremos a seguir. A burocracia dá margem à contínua corrupção e aos desmandos, às injustiças. Envergonha-nos esta notícia, mas é necessário expor essa chaga. Uma delas, há outras. A saúde no Brasil é uma piada por falta de políticas sérias e isentas de interesses particulares escusos. Para que a Fifa deixasse de pagar uma fortuna em impostos, o governo do PT e sua base no Congresso criou leis e modificou outras com enorme rapidez e eficiência para isentá-la daquilo que todos os brasileiros pagam. Mas não conseguem aprovar um conjunto de leis para a Saúde. Uma prova disso é o estado em que se encontra, denunciado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Essa categoria, a dos médicos, nem por isso se sente privilegiada o bastante para fazer greve. Se o fizesse, como tem sido visto por um sindicalismo oportunista e manobreiro, o Brasil morreria mais um pouco. Mais do que já morre em cada hospital, mais do que já falece...

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Retrato da saúde no Brasil
jun10

Retrato da saúde no Brasil

Terça-feira, 10 de junho de 2014 às 16h32   Assista o vídeo publicado pelo Conselho Federal de Medicina e Conselhos Regionais de Medicina a respeito da campanha “O Brasil tem urgência de ser bem tratado”. Leia amanhã a reportagem.

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“De Braços Abertos”, de volta ao trabalho
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Ipea e Fiocruz lançam portal que indica cenários para o futuro da saúde no Brasil
jun03

Ipea e Fiocruz lançam portal que indica cenários para o futuro da saúde no Brasil

03 de junho de 2014 às 17h54 Renata Moehlecke da Agência Fiocruz Em 2012, a Fiocruz, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) e o Ministério da Saúde se reuniram em um esforço conjunto para tornar públicos estudos de especialistas em diversas áreas, que apresentam uma prospecção sobre o sistema de saúde no país para os próximos anos. Esse trabalho resultou no livro A Saúde no Brasil em 2030: diretrizes para a prospecção estratégica do Sistema de Saúde Brasileiro, que traçou diretrizes possíveis a partir das óticas “Otimista e Possível”, “Pessimista e Plausível” e “Inercial e Provável”. Agora, a iniciativa alcança uma nova etapa de mapeamento e divulgação dos rumos da saúde no Brasil. Na última quarta-feira (28/5), as instituições lançaram na Fundação o portal Saúde Amanhã, um instrumento de apoio à gestão estratégica do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do acompanhamento das transformações do setor. “Queremos construir um instrumento de ação política: a meta é ter capacidade, com base em evidências, não só de desenhar cenários futuros, mas apontar quais são os pontos de percurso para alcançarmos um desejável”, destacou Paulo Gadelha, presidente da Fiocruz e um dos coordenadores do livro, na abertura do evento. “A intenção é que a iniciativa agora também incorpore outras instituições e trabalhos. Considero que esse projeto é igualmente central para pensarmos a Fiocruz do ponto de vista de uma instituição referencial e estratégica do estado brasileiro, elaborando uma rede permanente de prospectiva estratégica no campo da saúde. É válido ressaltar que estudos prospectivos não são estáticos: o desenvolvimento de elementos conjunturais políticos e econômicos pode redesenhar os cenários e o alcance do norte pode ser um processo móvel”. Umberto Trigueiros, diretor da unidade responsável pelo portal na Fundação, o Instituto de Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fiocruz (Icict/Fiocruz), complementou: “É com muita satisfação que lançamos portal na semana do aniversário de 114 anos da Fundação. A Fiocruz entrou nesse projeto com duas pernas, uma de pesquisa e prospecção, e a outra que era essa missão de traduzir conclusões de pesquisas de forma compreensível para que gestores da área da saúde, ciência e tecnologia, e a população em geral. Nesse sentido, o site Saúde Amanhã cria uma sinergia muito interessante, pois faz com que todos possam refletir sobre o mesmo problema e buscar alternativas juntos”. O coordenador-executivo da iniciativa Brasil Saúde Amanhã, José Carvalho de Noronha, apresentou brevemente alguns resultados de pesquisas já disponíveis nas diferentes áreas do portal. “É importante termos um projeto de futuro. Olhar para o cenário daqui a 20 anos também ajuda a pensar melhor...

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maio12

Zona Norte terá carreta da mamografia por 15 dias

Publicado em 12 maio de 2014, às 08h38   Acesse uma atualização deste asssunto   Veículo equipado com mamógrafo e ultrassom ficará no bairro por 15 dias, para atender mulheres a partir dos 50 anos sem necessidade de pedido médico. O governador Geraldo Alckmin acompanhou ontem (11), a chegada da carreta-móvel do programa Mulheres de Peito à Freguesia do Ó, zona norte da capital. A carreta oferece mamografia grátis sem necessidade de pedido médico para mulheres entre 50 e 69 anos de idade. Após passar por nove cidades do Estado, quatro na Grande São Paulo, quatro no interior e uma na Baixada Santista, o veículo volta à capital e ficará em frente ao Hospital Geral de Vila Penteado, na avenida Ministro Petrônio Portela, 1.642, por um período de pelo menos 15 dias. “É muito importante a prevenção do câncer de mama, o principal vilão da saúde das mulheres. Por isso o governo do Estado lançou o programa Mulheres de Peito, com as cinco carretas percorrendo a capital e todo o Estado de São Paulo”, destacou o governador. “Na carreta, a paciente faz tudo: faz a mamografia, se precisar já faz o ultrassom. Se der algum problema, e a estatística diz que isso acontece em 1,2% das pacientes, a mulher já é encaminhada para o tratamento”, explicou Geraldo Alckmin. A iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo tem como objetivo ampliar o acesso e incentivar as mulheres a realizarem exames de mamografia pelo SUS (Sistema Único de Saúde) em todo o Estado. Para isso, as carretas-móveis percorrem os municípios paulistas desde o início deste ano. A previsão é que, por meio das unidades móveis, cerca de 60 mil mamografias a mais sejam realizadas por ano. No total, o investimento do governo do Estado é de R$ 14 milhões. Para as mulheres entre 50 e 69 anos de idade, não há necessidade de pedido médico de mamografia para a realização do exame nas unidades móveis. Pacientes fora dessa faixa etária também poderão realizar os exames, desde que tenham em mãos um pedido médico, que pode ter sido emitido tanto pela rede pública quanto particular. No evento na Freguesia do Ó, o governador Geraldo Alckmin também destacou outro importante programa de prevenção da Secretaria da Saúde, este voltado para os homens: é o Filho que Ama Leva o Pai ao AME (Ambulatório Médico de Especialidades). “No caso dos homens, os grandes vilões são o coração e o câncer de próstata. E homem que é mais rebelde. Com o programa, pelo mesmo telefone 0800-779-0000, ele marca o atendimento. Num sábado, agendado por telefone, ele vai ao AME e faz exame...

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Carreta conta com mamógrafo, ultrassom e equipes de saúde
maio12

Carreta conta com mamógrafo, ultrassom e equipes de saúde

Publicado em 12 maio de 2014, às 08h34 Acesse uma atualização deste asssunto   As carretas do programa Mulheres de Peito possuem 15 metros de comprimento, 4,10 metros de altura e, quando abertas, 4,90 metros de largura. Além de mamógrafo, cada veículo é equipado com aparelho de ultrassom, conversor de imagens analógicas em digitais, impressoras, antena de satélite, computadores, mobiliários e sanitários. As unidades móveis de mamografia contam com uma equipe multidisciplinar composta por técnicos em radiologia, profissionais de enfermagem, funcionários administrativos e um médico ultrassonografista. No interior das carretas, as mulheres poderão fazer exames de mamografia de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h, e aos sábados, das 9h às 13h. As imagens captadas pelos mamógrafos serão encaminhadas para o Serviço Estadual de Diagnóstico por Imagem (Sedi), serviço da Secretaria que emite laudos à distância, na capital paulista. O resultado sairá em até 48 horas após a realização do procedimento.   Saiba mais Zona Norte terá carreta da mamografia por 15 dias 0800 complementa serviço da carretas da...

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0800 complementa serviço da carretas da mamografia
maio12

0800 complementa serviço da carretas da mamografia

Publicado em 12 maio de 2014, às 08h33   Acesse uma atualização deste asssunto   Mulheres paulistas com idades entre 50 e 69 anos, que nasceram em ano par e fazem aniversário em abril já podem marcar seus exames de mamografia sem necessidade de pedido médico, gratuitamente, pelo SUS (Sistema Único de Saúde).   Esta é uma iniciativa complementar às carretas-itinerantes, que tem como objetivo rastrear ativamente o câncer de mama e incentivar a realização de exames preventivos para detecção precoce da doença. Para fazer o agendamento da mamografia, basta ligar para o callcenter da Secretaria, pelo número 0800-779-0000. O serviço telefônico está disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Neste caso, os exames não serão realizados nas carretas, e sim em uma das 300 serviços com mamógrafo do SUS paulista. Essa primeira fase do programa é destinada a quem nasceu em ano par, mas, caso a mulher tenha nascido em ano ímpar e esteja há mais de dois anos sem fazer o exame, também poderá fazer o agendamento no mês de seu aniversário, ainda este ano. As mulheres nascidas em ano ímpar e que realizaram o exame recentemente terão a oportunidade agendar a mamografia no próximo ano, também no mês do aniversário, em unidades como AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades), hospitais e clínicas. Doze mil mamografias a mais serão ofertadas na rede com o programa. A previsão é que a mamografia seja realizada ainda no mês de aniversário da paciente ou, no máximo, em 45 dias após a solicitação do exame. Caso sejam detectadas alterações no exame ou suspeitas de câncer, a paciente será encaminhada a um serviço de referência do SUS para fazer exames complementares, acompanhamento ou tratamento, de acordo com cada caso. Saiba mais   Zona Norte terá carreta da mamografia por 15 dias Carreta conta com mamógrafo, ultrassom e equipe de...

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Vinho é saúde, bebido moderadamente
maio07

Vinho é saúde, bebido moderadamente

“Moderadamente bebido, o vinho é o medicamento que rejuvenesce os velhos, cura os enfermos e enriquece os pobres”, teria dito Platão, filósofo e matemático da Grécia antiga que viveu entre 428 e 348 a.C. “Uma barrica de vinho produz mais milagres que uma igreja cheia de Santos”, diz um provérbio italiano. Independente da veracidade ou autenticidade das frases acima, o vinho tem sido estudado e a respeito dele diversas experiências realizadas. Os investigadores e estudiosos relatam as ações antioxidantes das substâncias presentes na matéria-prima, as uvas, com ênfase ao vinho tinto. Algumas delas — Previne o envelhecimento cardíaco e das células cerebrais evitando enfartos e Alzheimer; reduz o risco de câncer da próstata, artrite reumatóide, o mau colesterol (LDL), pedras nos rins e aumenta o bom colesterol (HDL). “O bom vinho é um camarada bondoso e de confiança, quando tomado com sabedoria”, é a frase atribuída a William Shakespeare sobre a bebida. Um exemplo antigo para os dias...

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Autismo: Planos devem cobrir tratamento completo
maio06

Autismo: Planos devem cobrir tratamento completo

Planos de Saúde: Justiça concede “tratamento completo” a pacientes com autismo Unimed tentou limitar a atenção mas o Tribunal entendeu que a operadora deve cobrir todo o tratamento prescrito pelo médico. A informação é da advogada Gabriela Guerra.

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Dengue em São Paulo já supera toda a incidência do ano passado
abr24

Dengue em São Paulo já supera toda a incidência do ano passado

Casos de dengue avançam em distritos da capital; combate e prevenção são intensificados. Notificações chegam a 3.050 neste ano e representam taxa média de incidência de 27,1 casos para 100 mil habitantes. Situação é crítica no Jaguaré, Lapa, Rio Pequeno e Tremembé. As informações são da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de São Paulo e referem-se aos dados oficiais sobre a doença. O registro de casos de dengue neste ano em São Paulo chegou a 3.050, um aumento de 70% na comparação com o mesmo período de 2013 e patamar equivalente ao mesmo período de 2010. O dado considera as notificações recebidas nas primeiras 16 semanas epidemiológicas e pode variar na medida em que os casos são registrados pelas unidades de saúde. Até o momento, a taxa de incidência da cidade é 27,1 (casos para cada 100 mil habitantes), considerada baixa de acordo com o Ministério da Saúde. Durante todo o ano passado foram 2.617 casos e índice 23,3. Até agora, em apenas quatro meses, esse número já foi superado e ultrapassado em mais de...

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Remédio fracionado gera economia de R$ 380 mi para o Estado de SP
abr23

Remédio fracionado gera economia de R$ 380 mi para o Estado de SP

Medida adotada em farmácias estaduais geridas pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) também proporcionou maior adesão de pacientes ao tratamento. Um modelo de gestão farmacêutica baseado no fracionamento de remédios de alto custo, distribuído na rede pública de Saúde de São Paulo, gerou economia de R$ 380 milhões nos últimos oito anos para os cofres públicos. O levantamento é da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), que administra quatro grandes farmácias de medicamentos especializados da Secretaria de Estado da Saúde, na capital paulista, Guarulhos e Campinas. A medida tem como objetivo fornecer aos pacientes a quantidade suficiente de remédios para o período de 30 dias, evitando desperdícios e garantindo a adesão ao tratamento. Antes da implantação do sistema, eram entregues à população caixas fechadas dos medicamentos, sem a quantidade exata para o tratamento. Na maioria das vezes, o número era maior do que o prescrito. Com o fracionamento, o paciente começou a receber a quantidade suficiente para o período de 30 dias. A economia gerada pela medida foi calculada com base no valor unitário dos produtos dispensados. Pelo sistema, os medicamentos são separados cuidadosamente, permanecendo na embalagem (blister), que não é violada, garantindo sua integridade. Logo após, são etiquetados com informações como data de validade e entregues para o paciente em uma embalagem especial. Segundo Nacime Salomão Mansur, superintendente de instituições afiliadas à SPDM, a segurança do paciente também aumenta com esse processo. “Com o fracionamento, temos a redução das perdas de medicamentos por mau armazenamento pelo paciente e também da automedicação, muito perigosa e que pode acontecer pelo fato da pessoa ter uma quantidade do remédio estocada. Outro dado que importante é que esse processo garante também o retorno do paciente à farmácia, fazendo com que ele dê continuidade ao tratamento”, diz Nacime, que reforça: “este é um exemplo de gestão, a serviço da saúde da população”. Sobre a SPDM Fundada em 1933, a SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina) é uma das maiores entidades filantrópicas de saúde do Brasil, atuante em seis estados brasileiros, com aproximadamente 40 mil funcionários e com a vocação de contribuir para a melhoria dos serviços médicos prestados à população. Gerencia unidades hospitalares e ambulatoriais construídas e equipadas pelo Estado e por alguns municípios, tendo como objetivo levar o que há de mais avançado em conhecimento...

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Conheça o Centro de Saúde do Homem, referência na América Latina
abr17

Conheça o Centro de Saúde do Homem, referência na América Latina

  Atualizado quinta-feira, 17 de setembro de 2015, às 08h40   Primeiro hospital do Estado dedicado à saúde do homem, hospital é considerado o maior centro de saúde especializado. Com mais de 3 mil consultas e 310 cirurgias por mês, o Centro de Referência da Saúde do Homem realiza um trabalho que atua diretamente na autoestima de muitos homens, como o paciente Luis Mafilho Campinho Viana, que garante ser um novo homem. “Estou muito feliz, está tudo muito bom, vou ficar mais feliz depois que eu tiver o primeiro relacionamento com minha mulher.” São Paulo foi o primeiro Estado a criar um centro de saúde com atendimento voltado para o público masculino. O hospital é considerado o maior centro de saúde especializado da América Latina e é referência nacional no tratamento de cálculo renal e do aumento benigno da próstata. “Atualmente o serviço conta com mais de 30 médicos urologistas. Nossa maior demanda são os pacientes com problemas de próstata, que são operados com materiais e equipamentos de última geração”, afirmou o médico coordenador do centro, Claudio Murta. Saiba mais: Centro de Saúde do Homem: atendimento só através de encaminhamento Conheça o Centro de Saúde do Homem, referência na América Latina Assista ao vídeo publicado em 2014 junto com a matéria governamental Assista ao vídeo e conheça o importante trabalho da equipe do Centro de Saúde do Homem, o único em toda rede SUS que utiliza equipamentos de laser para operar os tumores da próstata. 60% dos homens só vão ao médico com doença em estágio avançado Levantamento foi realizado pelo Centro de Referência da Saúde do Homem; maior parte dos pacientes não sabia da doença e ignorava os sintomas iniciais Preconceito e vergonha. Esses são os principais motivos que mantêm os homens afastados dos consultórios médicos. Segundo o Centro de Referência da Saúde do Homem, 60% dos pacientes do sexo masculino só procuram tratamento quando a doença está em estágio avançado. De acordo com o órgão da Secretaria de Estado da Saúde, todos os meses 1,5 mil homens chegam ao hospital com problemas mais adiantados e que necessitam de intervenção cirúrgica. A maior parte dos pacientes não sabia da doença e ignorava os sintomas iniciais. “Estes pacientes acreditam que o provedor da casa não pode ficar doente e nem deve sair da rotina de trabalho para visitar o especialista”, avalia o coordenador de urologia do Centro, Cláudio Murta. “É na consulta de rotina que o médico detecta doenças comuns e que demoram a apresentar sintomas, como aumento benigno da próstata, recorrente a partir dos 50 anos.” O diagnóstico precoce permite tratamentos menos agressivos, mais baratos, rápidos e com...

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MP obriga AMIL a custear “stent”
abr15
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Vozes do Ministério Público
abr15

Vozes do Ministério Público

Veja e ouça, o vídeo é um pequeno registro da memória do Ministério Público de São Paulo, com o depoimento de ex- Procuradores-Gerais de Justiça e membros aposentados da instituição. O Memorial MPSP está instalado no térreo do edifício-sede do Ministério Público do Estado de São Paulo (rua Riachuelo, nº 115, Centro, São Paulo), ao lado da Biblioteca César...

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Planos de saúde passam a cobrir tratamento para o câncer em casa
abr14
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Surto de dengue assusta moradores
abr04

Surto de dengue assusta moradores

A notícia está em cada casa. Mosquitos são vistos a todo momento, nas escolas e residências. Muitos estão culpando o mato alto, as chuvas que podem representar um perigo ao mínimo descuido. A verdade é que a Prefeitura está tomando algumas providências; a Joven Pan noticiou nesta manhã um aumento de 50% dos casos na última. Ouça o áudio da rádio Joven Pan Saiba mais...

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Prefeitura combate dengue em áreas críticas
abr04

Prefeitura combate dengue em áreas críticas

Prefeitura intensifica ações de combate à dengue em distritos considerados críticos. Na média, a capital tem taxa de incidência com média de 10,4 casos para cada 100 mil habitantes. Número de notificações disparou em distritos próximos a Osasco: Lapa, Jaguaré e Rio Pequeno, na zona oeste, além de Tremembé (norte) e Vila Jacuí (leste). O registro de casos de dengue neste ano em São Paulo aumentou em 15,4% na comparação com o mesmo período de 2013. A comparação é feita considerando as notificações recebidas nas primeiras 13 semanas epidemiológicas e pode variar na medida em que os casos são notificados pelas unidades de saúde. Até o momento, foram notificados 1166 casos de dengue em 2014, o que resulta em uma taxa de incidência de 10,4 (casos para cada 100 mil habitantes) considerada baixa, de acordo com o Ministério da Saúde. Em 2013, foram registrados 2.617 casos e índice 23,3. “São Paulo sempre teve a metade do índice que o Ministério preconiza como de baixa incidência. Mas temos que estar sempre com precaução para não deixar esse índice superar esse patamar baixo”, disse o secretário municipal da Saúde, José De Filippi Jr. “Nós estamos na semana de número 14 agora. Os dados são referentes a semana de número 13 e, por um acompanhamento epidemiológico de todos os últimos anos e da incidência da dengue, sabemos que a semana crítica é a 16, daqui duas semanas, portanto. É preciso essa ação preventiva desde já”. De acordo com o secretário, a ausência de chuvas neste Verão atrasou o aparecimento e transmissão da doença, já que as larvas do mosquito aedes aegypti dependem da água para chegarem na fase adulta, quando o mosquito se torna transmissor da doença. “O que identificamos é que existe uma defasagem em relação aos outros anos de duas a três semanas. Temos de nos preparar porque o pico que acontecia em março, vai acontecer em abril”, explicou o secretário. A Supervisão de Vigilância em Saúde (SUVIS) da região da Lapa e do Jaguaré vem realizando ações de prevenção e combate ao mosquito. Ao todo, já foram realizados 230 bloqueios de criadouros (cada bloqueio equivale em média a nove quarteirões e 500 imóveis) e 224 bloqueios de nebulização (aparelho costal). Além disso, três operações Cata-Bagulho foram realizadas em parceria com as subprefeituras para a retirada de lixos que possam acumular água. Na segunda (7), a COVISA, em parceria com a Subprefeitura Lapa/Pinheiros e Prefeitura de Osasco farão ação conjunta na mesma região. As ações realizadas de casa a casa e a nebulização serão ampliadas nos dois municípios. Durante as ações as equipes distribuem toucas para caixa d’água, uma tela...

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Campanha nacional de vacinação contra a gripe começa no próximo dia 22
abr02

Campanha nacional de vacinação contra a gripe começa no próximo dia 22

Neste ano, a faixa etária das crianças foi ampliada, com a inclusão dos menores de cinco anos. O público prioritário para a imunização é de 49,6 milhões de pessoas em todo o país.  A campanha nacional de vacinação contra gripe deste ano será realizada de 22 de abril a 9 de maio, sendo 26 o dia de mobilização nacional. A novidade deste ano é a ampliação da faixa etária para crianças de seis meses a menores de cinco anos. No ano passado, o público infantil foi de seis meses a menores de dois anos. A estratégia de mobilização para todo o país, executada em parceria com estados e municípios, foi anunciada nesta quarta-feira (02) pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro. O público-alvo da campanha é de 49,6 milhões de pessoas e a meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% desta população, considerada de risco para complicações por gripe. Além das crianças de seis meses a menores de cinco anos, integram este grupo pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. As pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais também devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação. Durante a apresentação da campanha, o ministro Arthur Chioro destacou a importância da ampliação da vacina ao público infantil. “A extensão da faixa etária para os menores de cinco anos tem como finalidade reduzir casos graves e óbitos”, ressaltou. Segundo o ministro, a vacinação desta faixa etária beneficia tanto a criança que recebe a vacina, como também os grupos mais vulneráveis que convivem com ela. Assim, são imunizadas, indiretamente, lactentes menores de seis meses de idade (crianças amamentadas); idosos e pessoas com doenças crônicas. Outro fator que contribuiu para a inclusão desta faixa-etária foi o fato de que as taxas de internação em crianças menores de cinco anos, em 2013, terem se igualado a dos idosos. O ministro lembrou ainda que, apesar das diferenças climáticas no país, as recomendações para prevenção da gripe são mesmas para todas as regiões. “É importante manter os hábitos saudáveis de higiene, como lavar as mãos sempre e manter os ambientes arejados”, aconselhou. Ele explicou ainda que o Ministério da Saúde, em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde, está preparando a rede e as equipes de saúde para o atendimento dos pacientes com gripe. Esta preparação também inclui a realização de diagnósticos e abastecimento dos estados e municípios com antivirais. “Todo o recurso que investimos em prevenção, retorna à sociedade, seja na melhoria...

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Equipe da UBS Sé oferece tratamento odontológico diferenciado e conquista prêmio
abr01
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Alckmin lança programa para incentivar homens a fazerem check-up
mar31
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Combate a Tubercoluse foi tema mundial nesta semana
mar28

Combate a Tubercoluse foi tema mundial nesta semana

Ministério da Saúde começa a entrega de equipamentos para teste rápido de tuberculose. O Ministério da Saúde começou nesta semana a distribuição de 50 equipamentos de teste rápido de tuberculose aos estados de Amazonas, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, além do Distrito Federal. Até maio, todos os estados brasileiros devem receber os equipamentos, possibilitando a introdução do teste no Sistema Único de Saúde (SUS) ainda neste primeiro semestre do ano. A oferta do diagnóstico, que tem capacidade de detectar a presença do bacilo causador da doença em duas horas, foi anunciada nesta segunda-feira (24), pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde Jarbas Barbosa, durante cerimônia alusiva ao Dia Mundial contra a Tuberculose. A previsão é que os testes, denominados “Gene Xpert”, já estejam disponíveis na rede de saúde, dos cinco estados e do Distrito Federal, a partir desta semana. Além de detectar a presença do bacilo causador da doença em duas horas, o novo equipamento identifica se há resistência ao antibiótico rifampicina, usado no tratamento da doença. Durante o evento, o secretário Jarbas Barbosa ressaltou a importância do novo teste para o controle da tuberculose. “Em duas horas a pessoa já recebe o resultado, sendo que o diagnóstico tradicional pode levar de um a dois meses”, observou. Segundo ele, além de ser mais preciso, o teste rápido indica se a pessoa tem resistência ao medicamento da tuberculose, permitindo ao médico ajustar o esquema terapêutico do paciente ao resultado. O secretário explicou que, embora o Brasil tenha apresentado uma redução importante nos últimos 10 anos, a tuberculose ainda merece atenção especial por parte das autoridades de saúde, principalmente em algumas localidades ou públicos específicos. “A pessoa que apresente tosse por mais de três semanas, deve procurar um médico porque pode ser tuberculose. Se a doença for identificada rapidamente e o tratamento começar de imediato, o paciente, certamente, não evolui para uma forma grave, parando de transmitir”, alertou o secretário. Ao apresentar o novo boletim epidemiológico, durante o evento desta segunda-feira, o coordenador do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, Dráurio Barreira, destacou a redução de 20,3% na incidência da doença de 2003 a 2013. “Estamos mantendo esta queda de cerca de 2% ao ano. Mas, esperamos que, a partir de agora, possamos acelerar ainda mais esta redução, tanto da incidência de casos quanto de óbitos por tuberculose”, projetou. CASOS – No ano passado, a taxa de incidência foi de 35,4 por 100 mil habitantes, contra 44,4/100 mil em 2003. Foram registrados – em 2013 – 71.123 casos novos de tuberculose. Em 2012, ocorreram 4.406 mortes pela doença, taxa de mortalidade de 2,3...

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Artrite Reumatóide: os alimentos tratam e podem curar
mar28

Artrite Reumatóide: os alimentos tratam e podem curar

“A doença me ensinou que os alimentos também são remédios” Por Rosanne Martins A minha história e experiência com a doença começou em abril de 2009 após acordar, uma manhã, com dores terríveis em diversas articulações do corpo e ser diagnosticada, posteriormente, com Artrite Reumatóide. Portanto, em breve, estarei comemorando cinco anos de aprendizados com a enfermidade que transformou a minha vida para melhor. Sim, é isso mesmo que você entendeu. Embora a Artrite Reumatóide seja considerada uma doença autoimune, degenerativa e crônica, cujos prognósticos, por vezes, são assustadores, decidi seguir meu próprio protocolo ao descobrir que os tratamentos de praxe, oferecidos pela medicina tradicional, traziam riscos à saúde maiores do que a própria doença. “A sua esposa é muito rebelde” – falou para o meu marido o médico reumatologista quando me recusei a tomar os remédios conhecidos como controladores e modificadores da doença. Estes, além de tratar somente os sintomas podem levar os pacientes até mesmo ao óbito. Pois ao suprimir, em parte, o funcionamento de células defensoras do organismo deixam o corpo a mercê de doenças como a tuberculose. É o caso do medicamento metotrexato e outros. Infelizmente, os chamados avanços no tratamento da Artrite Reumatóide preconizam o uso imediato de medicamentos que além de não tratar as causas da doença e não resolver 100% os efeitos devastadores da enfermidade, essas drogas podem comprometer e acelerar ainda mais uma condição conhecida como a Síndrome do Intestino Permeável. Segundo o pesquisador, médico e diretor do Centro de Pesquisas e Tratamentos da Doença Celíaca, Dr. Alessio Fasano, a permeabilidade do trato digestivo seria uma precondição para o surgimento das doenças autoimunes. Portanto, de acordo com as mais recentes descobertas do pesquisador, para que a Artrite Reumatoide se manifeste o paciente, entre outros aspectos, também seria portador de um trato digestivo permeável e comprometido. A ingestão de drogas antirreumáticas, conhecidas como DMARDs, pode levar a um maior comprometimento desse trato digestivo e, com o tempo, consequente agravamento da doença autoimune. Aqui tem início uma nova vertente de médicos, pesquisadores e cientistas que muito lutam para trazer ao público leigo pesquisas e conhecimentos capazes de mudar por completo a história do tratamento de doenças como AR. No entanto, para que esses estudos sejam considerados científicos e aprovados é preciso muitos anos. Enquanto isso, considerados alternativos, estes trabalhos não conseguem ganhar espaço ou eco numa sociedade movida por interesses econômicos. Com a doença aprendi que os alimentos também são remédios, porém com uma grande diferença das drogas fabricadas pelo homem, além de não causar efeitos colaterais, quando usados com sabedoria dão ao corpo os nutrientes necessários para que este faça o que...

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Casos de dengue caem 80% no primeiro bimestre de 2014
mar26
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mar26

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mar13

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Holocausto Brasileiro, book trailer do livro de Daniela Arbex

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Prevenção é o presente mais precioso para a mulher.
mar10

Prevenção é o presente mais precioso para a mulher.

Levantamento feito pelo Delas no portal Datasus – banco de dados eletrônico abastecido por todos os hospitais do País (públicos e privados) – mostra que nos últimos dois anos 3.712 mulheres com menos de 50 anos foram vítimas de AVC (popularmente chamado de derrame). Entre um ano e outro, o aumento de casos foi de 5,6% (de 1.802 para 1.910). Adriana Fóz, aos 32 anos, foi vítima de AVC hemorrágico e hoje aos 46 comemora sua reabilitação e superação. E mais, divide sua experiência no livro de sua autoria “A Cura do Cérebro”, com o intuito de sensibilizar, informar e compartilhar seus aprendizados, tão preciosos para a prevenção da doença, quanto para sua superação. “Hoje a mulher que é cada vez mais exigida e exigente, sobrecarregada de tarefas e estresse deve ficar atenta a sua qualidade de vida”, conclui a especialista. Trecho de “A Cura do Cérebro: “Foi marcante e doloroso aquele dia em que eu retornei para casa depois de quase um mês de hospital, entre UTI, semi-UTI e quarto. Quase um mês desde o momento em que minha médica me deu a notícia na sala de ressonância: – Seu cérebro está sangrando… Você está tendo um derrame”. Como alguém de apenas 32 anos conceberia a ideia de ter um derrame cerebral? O derrame havia afetado algumas áreas do meu cérebro, como a região hipocampal, os núcleos da base e a região do tálamo. Fazendo uma analogia com o computador, meu processador central e meu HD haviam sofrido uma pane. Conhecimentos, palavras, lembranças e tudo o mais que estava armazenado na memória continuava ali; entretanto, o meu cérebro não fazia as conexões necessárias para recuperar e dar sentido às informações. Iniciava-se uma fase de muito sofrimento e, por outro lado, de surpresas e aprendizado. Hoje estou recuperada, com sequelas mínimas. Minha reabilitação surpreende a maioria das pessoas, já que é usual que as vítimas de derrames fiquem com sequelas para o resto da vida. Mas, longe de ser um milagre, em meu caso a recuperação foi possível graças a uma capacidade natural do cérebro: a “plasticidade cerebral”. O que faz essa tal plasticidade? A plasticidade neural refere-se à capacidade do Sistema Nervoso Central (S.N.C.) de alterar algumas de suas propriedades morfológicas e funcionais em resposta às alterações do ambiente (Oliveira e cols, 2000). No caso de uma lesão cerebral, em que um grupo de neurônios é danificado e a pessoa perde a capacidade de realizar certas funções, o sistema plástico do cérebro as transfere para um grupo saudável de neurônios, permitindo novamente sua execução. Se essa incrível capacidade de recuperação do cérebro fosse apenas uma esperança para quem...

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Prevenção contra o HPV evita problemas
mar06

Prevenção contra o HPV evita problemas

Desde ontem, 10 de março, o SUS passou a oferecer gratuitamente vacina contra HPV. Imunização este ano é voltada para meninas de 11 a 13 anos, mas prevenção precisa ser feita durante toda a vida, já que o HPV é o principal fator de risco para o câncer de colo de útero. O Dr. Marcelo Steiner, através de sua assessoria, esclarece alguns pontos sobre o vírus. Leia a seguir:   A partir de 10 de março, o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer a vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), usada na prevenção do câncer de colo do útero. Neste ano, serão vacinadas meninas de 11 a 13 anos. O HPV, ou Papilomavírus Humano, é um vírus bastante comum e recorrente. Em alguns casos, pode provocar o aparecimento de verrugas indolores na pele, ou provocar alterações no colo do útero que podem levar ao câncer. Na maioria das vezes, porém, a infecção do HPV não se manifesta através de nenhum sintoma. “Justamente por não aparentar sintomas, o HPV acaba sendo perigoso, se não acompanhado. O ginecologista, nos exames de rotina, fará avaliação adequada”, explica o médico Marcelo Steiner, professor afiliado do setor de Ginecologia Endócrina, Planejamento Familiar e Climatério da Faculdade de Medicina do ABC. Entenda o HPV Existem aproximadamente 100 subtipos de HPV identificados e sua transmissão se dá principalmente através pelo contato pele a pele, mucosa-mucosa ou pele- mucosa. Isso ocorre com frequência nas relações sexuais. Pode ocorrer também a chamada transmissão vertical, quando o vírus passa de mãe para filho na hora do parto. Se não há manifestações visíveis, como o aparecimento de verrugas, por exemplo, as manifestações decorrentes do HPV podem ser detectadas através do exame de alteração citológica – o papanicolau, exame rotineiro nos consultórios ginecológicos. “O fundamental é realizar os exames de rotina para detectar qualquer alteração logo no seu início. A presença do HPV é bem prevalente, ou seja, muito comum, mas nem todo mundo desenvolve a doença. É importante visitar um médico para que ele possa avaliar cada caso e intervir, se necessário, o quanto antes”, afirma o ginecologista, médico colaborador da Clínica Stockli em São Paulo. HPV e Câncer O vírus HPV é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer do colo do útero, responsável por 95% dos casos de câncer deste tipo, que é o segundo que mais atinge as mulheres, atrás apenas do câncer de mama. Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV, sendo que 32% estão infectadas pelos tipos mais graves da doença. Vacina Existem dois tipos de...

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Brasil tem kit inédito para diagnóstico de HTLV
fev27

Brasil tem kit inédito para diagnóstico de HTLV

O Brasil está na liderança de importante conquista na área da saúde. A notícia é da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). Pesquisadores do Centro de Terapia Celular do Hemocentro de Ribeirão Preto (SP) desenvolveram, com apoio de R$ 1 milhão da Finep, um kit diagnóstico capaz de confirmar, com 100% de acerto, a infecção por HTLV. Da mesma família do HIV, com a diferença de não causar a imunodeficiência, este vírus também é transmitido por relação sexual desprotegida, compartilhamento de agulhas e seringas e da mãe infectada para o filho, principalmente pelo aleitamento materno. Estudos mostram que, do total de infectados, entre 1% e 5% irão desenvolver alguma doença relacionada ao HTLV. O tipo I é associado a doenças graves neurológicas degenerativas e hematológicas, como a leucemia e o linfoma (tumor) de células T, responsáveis pela defesa celular. São elas que regulam o funcionamento do sistema imunológico. Já o segundo tipo ainda não se tem esclarecida a ligação com enfermidades. O projeto do kit diagnóstico foi financiado pela Finep por meio de chamada pública destinada a apoiar projetos de instituições públicas de ensino e pesquisa desde que desenvolvidos em parceria com uma empresa. A empresa Gene ID, parceira do projeto na chamada pública, é a candidata natural a produzir o kit. Metodologia atual Hoje, um exame de sangue de rotina pode indicar a possibilidade de infecção pelo HTLV, mas há necessidade de confirmação do diagnóstico. “Nem todo exame positivo se confirma”, afirma o professor Dimas Covas, médico especializado em infecções transmitidas pelo sangue. Daí a relevância deste diagnóstico, já que a doença leva anos para se manifestar. Segundo Covas, a certeza da infecção permite o correto acompanhamento do paciente, o aumento da segurança em casos de transplante e transfusão de sangue, além de evitar a transmissão da mãe para o filho, hoje considerada a principal via de contaminação. Na atualidade, a única forma de confirmação do HTLV é pelo exame western Blot, que não é 100% seguro. Ele busca no organismo evidências indiretas da infecção, como a detecção de anticorpos contra o vírus. Ao contrário, o kit desenvolvido pelo Hemocentro utiliza tecnologia molecular, o que permite a busca direta do vírus no organismo. Outro diferencial refere-se ao valor do exame. Enquanto o importado sai por R$ 170,00, o teste nacional tem custo estimado em R$ 10,00, ou seja 17 vezes menor. A Finep é uma empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. seu objetivo é fomentar a ciência, tecnologia e inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou...

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Robô vai guiar cirurgias no ICESP
fev19

Robô vai guiar cirurgias no ICESP

Equipamento importado dos EUA chega ao Icesp e vai beneficiar mais de mil pacientes em três anos. O governador Geraldo Alckmin apresentou nesta quarta-feira, 19, um robô inédito em hospitais públicos paulistas que vai guiar cirurgias de pacientes do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), unidade ligada à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, na capital paulista. O equipamento irá beneficiar 1.070 pacientes da instituição, nos próximos três anos, com procedimentos minimamente invasivos. Sentados à frente de um console, os cirurgiões do Icesp irão acionar os comandos do robô e terão visão tridimensional, com profundidade, o que deverá permitir maior precisão das intervenções em relação às cirurgias convencionais e àquelas guiadas por videolaparoscopia. “Esse equipamento é um grande avanço para a medicina e para a ciência. A robótica significa um salto, como foi a laparoscopia há três décadas. Ela traz mais segurança, muito mais precisão ao cirurgião e um tempo menor de internação”, explicou o governador durante o evento. As cirurgias com o robô, importado dos EUA, irão acontecer em cinco diferentes especialidades oncológicas: urologia, ginecologia, cabeça e pescoço, aparelho digestivo e cirurgias do tórax. Espera-se que o novo equipamento, além de permitir cirurgias mais precisas e menos invasivas, propicie um tempo de recuperação mais rápido e menos dor aos pacientes, assim como menor tempo de internação no hospital e, consequentemente, maior rotatividade dos leitos. Três cirurgias já foram realizadas pelo Icesp com o novo robô, no mês de fevereiro, para retirada de tumores malignos da próstata. A Secretaria de Estado da Saúde irá investir R$ 2 milhões no custeio das cirurgias realizadas pelo robô, que foi adquirido pelo Ministério da...

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Nutricionistas do Consea falam sobre  o novo Guia Alimentar
fev18

Nutricionistas do Consea falam sobre o novo Guia Alimentar

O novo Guia Alimentar da População Brasileira (edição 2014) elaborado pelo Ministério da Saúde (MS) orienta os brasileiros sobre os cuidados com a saúde e como manter uma alimentação saudável e balanceada: a recomendação é pelo consumo de alimentos frescos, de procedência conhecida e utilizando como base da dieta alimentos in natura (de origem vegetal e animal), como carnes, verduras, legumes e frutas. O manual também recomenda que as pessoas optem por refeições caseiras e evitem a alimentação em redes de fast food (refeições prontas). A iniciativa de rever o Guia Alimentar para a População Brasileira é bem vinda e necessária, avalia a nutricionista Elisabetta Recine, conselheira do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). Documentos desta natureza precisam atualizar suas recomendações à medida que a realidade muda. E isto certamente aconteceu em relação à alimentação. Do ponto de vista populacional tivemos mudanças profundas na estrutura de renda e consumo e, por outro lado, a alimentação tem ocupado espaços importantes na mídia em geral com informações, em grande parte das vezes, limitadas, simplistas e que expressam poderosos conflitos de interesses , diz a conselheira, que é professora da Universidade de Brasília (UnB). Articular a dimensão individual com a coletiva, propor recomendações que também articulem o espaço do indivíduo com os fatores de determinação social da alimentação, diferenciar-se de uma revista ou reportagem descartável são vocações de um Guia Alimentar , complementa. O manual foi elaborado em linguagem acessível e destina-se tanto ao cidadão como a educadores e profissionais de saúde. O documento foi formulado com o apoio do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (USP) e da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS). Para Anelise Rizzolo, que também é conselheira e professora da UnB, o Guia Alimentar é o parâmetro norteador das diretrizes alimentares brasileiras. Nele devem estar contempladas as múltiplas relações e condições que envolvem as escolhas alimentares, visando propor alternativas saudáveis, éticas, economicamente viáveis e sustentáveis para o sistema agro-alimentar. É fundamental que o Guia dialogue com problemáticas geradoras de insegurança alimentar e nutricional, como o uso abusivo de agrotóxicos e a regulação da propaganda de alimentos ultraprocessados, sinalizando o papel das políticas públicas para seu enfrentamento . O guia também recomenda a utilizar com moderação óleos, gorduras, sal e açúcar. Produtos industrializados devem dar lugar aos alimentos in natura. Isso porque os produtos processados têm adição de sal ou açúcar para torná-los mais duráveis, palatáveis e atraentes. De acordo com a presidenta do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional do Piauí (Consea-PI), Norma Sueli Alberto, o Guia Alimentar da População Brasileira...

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Governo lança novo Guia Alimentar
fev18

Governo lança novo Guia Alimentar

Ministério da Saúde recomenda o consumo de produtos naturais e que brasileiro avalie a procedência dos alimentos. Novo guia orienta evitar produtos industrializados prontos para o consumo. População poderá enviar sugestões até 7 de maio Essas são as principais recomendações do novo Guia Alimentar da População Brasileira (edição 2014), que está sendo elaborado pelo Ministério da Saúde. A publicação orienta os brasileiros sobre os cuidados com a saúde e como manter uma alimentação saudável e balanceada: a recomendação é pelo consumo de alimentos frescos, de procedência conhecida e utilizando como base da dieta alimentos in natura (de origem vegetal e animal), como carnes, verduras, legumes e frutas. O manual também recomenda que as pessoas optem por refeições caseiras e evitem a alimentação em redes de fast food (refeições prontas). A população poderá contribuir com a elaboração do novo guia, que encontra-se em consulta pública até o dia 7 de maio, acessando o endereço eletrônico www.saude.gov.br/consultapublica. As contribuições serão avaliadas pelo Ministério da Saúde e poderão constar do documento final. “O guia é uma fonte segura para orientar os brasileiros para uma alimentação saudável, com base em evidências científicas e com recomendações debatidas com diferentes especialistas e setores da sociedade”, afirma o ministro da Saúde, Arthur Chioro. “A intenção é promover a saúde da população e contribuir para a prevenção de doenças como a obesidade, diabetes e outras doenças crônicas relacionadas à alimentação”, enfatiza. O manual foi elaborado em linguagem acessível e destina-se tanto ao cidadão como a educadores e profissionais de saúde. O documento foi formulado com o apoio do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (USP) e da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS). Por Fabiane Schmidt, da Agência...

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H1N1 ou Influenza A?
jan30

H1N1 ou Influenza A?

Você sabe diferenciar os sintomas da gripe H1N1 e a Influenza A? Bem, se a resposta é não ou existe alguma dúvida, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou um gráfico de fácil interpretação.  

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Vacinas brasileiras
out28

Vacinas brasileiras

Publicado em 28 de outubro de 2013   Brasil exportará vacina contra sarampo e rubéola. Acordo entre a Fundação Bill & Melinda Gates e laboratório Bio-Manguinhos/Fiocruz prevê a exportação de 30 milhões de doses em 2017. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou, nesta segunda-feira (28), parceria para a produção, desenvolvimento e exportação da vacina que protege contra a rubéola e o sarampo. O acordo entre a Fundação Bill & Melinda Gates e o laboratório Bio-Manguinhos/Fiocruz, ligada ao Ministério da Saúde, foi celebrado durante o 9º Encontro Grand Challenges, no Rio de Janeiro. A previsão de exportação é de 30 milhões de doses a partir de 2017. Esta é a primeira vez que o Brasil produz vacina para a exportação usando tecnologia inteiramente nacional durante todas as fases do projeto. Esta vacina será desenvolvida na nova planta em Santa Cruz (RJ), que também irá produzir os imubiológicos contra poliomielite, febre amarela e tríplice viral (caxumba, sarampo e rubéola). A previsão de entrega da fábrica é 2016. A iniciativa vai contar com US$ 1,1 milhão da Fundação Bill & Melinda Gates. Durante a cerimônia de abertura do evento, o ministro Alexandre Padilha, explicou que o acordo com a Fundação Bill e Melinda Gates irá proporcionar ao Brasil mais investimentos e garantias de compra para aumentar a produção. “Este acordo possibilita que o Brasil ocupe o mercado global, oferecendo preços reduzidos. Com estes investimentos estaremos capacitados, já em 2014, a estudar e registrar a vacina nos países africanos”, afirmou Padilha, lembrando que o país já erradicou o sarampo em 2000 e a rubéola em 2009. “Agora estamos nos preparando para oferecer vacinas a outros países do mundo”, acrescentou. O ministro ressaltou ainda que esta vacina poderá ser comprada pela indústria internacional, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e por fundos privados, como a Fundação Bill e Melinda Gades, que poderão adquirir estes imubiológicos para oferecer aos países mais necessitados. O Secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, disse que o orçamento do Ministério na área do investimento, produção e inovação quadriplicou nos últimos anos. “Temos recursos de R$ 2 bilhões à área de inovação e pesquisa para os próximos quatro anos que conta com investimentos do FINEP, BNDES e participações privadas, envolvendo vacinas, materiais médicos e novos equipamentos”, explicou o secretário. O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, explicou que a instituição tem hoje a possibilidade de ampliar a demanda no mercado nacional, além de sua participação no mercado Global, especialmente para os países em desenvolvimento. “Devemos destacar a importância da produção da vacina contra o sarampo e a rubéola, que só tem um fabricante no mundo. Por...

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