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Água de beber
abr08

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Parafraseamos o título da canção de Tom Jobim, “Água de Beber”, em cujas estrofes também se encontram a palavra camará – uma planta brasileira – para lembrarmos a qualidade da água servida hoje às torneiras de São Paulo e também no bairro do Tatuapé.

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Prevenção contra a dengue deve ser feita também nos canteiros de obras do bairro
mar27

Prevenção contra a dengue deve ser feita também nos canteiros de obras do bairro

Sexta-feira, 27 de março de 2015, às 16h30   Como todos sabem, o Tatuapé e Jardim Anália Franco, possuem canteiros de obras para a construção de edifícios por toda parte e eles também merecem atenção especial das autoridades. O morador do bairro, WGA, enviou na noite de ontem (26), a imagem que ilustra sua preocupação, onde pode ser vista uma poça d’água com grandes dimensões no interior de um canteiro de obras localizado à Rua Antonio Alves Barril, sem número, no Jardim Anália Franco – Tatuapé, um dos bairros apontados como focos do mosquito da dengue.     Segundo o leitor, o terreno fica próximo ao Shopping Anália Franco, está murado e pintado na cor preta. “Ao lado do St. Marchê”, informou o morador. “Essa ‘lagoa’ se encontra há semanas, e se não estiver enganado, um ‘poço’ de mosquito da ‘dengue’. Liguei para o 156 e me deram três telefones, dizendo que eram da secretaria da Saúde: 3066-8000/3397-8279/3397-8280…”, disse e completou dizendo que é impossível falar nesses números. Conseguimos contato com o telefone 3066-8000 que é da secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, porém os demais não atendem. Encaminhamos a denúncia a essa secretária e também à mesma pasta da Prefeitura que respondeu no início desta tarde. “A Prefeitura reforçou o trabalho de combate à dengue. São 2.500 agentes que atuam em toda cidade, com ações de visitas porta a porta, grupos de orientação e ações de combate nos locais de grande concentração de pessoas. As denúncias recebidas por meio dos canais da Prefeitura são encaminhadas à COVISA que enviam agentes após uma análise técnica baseada nos casos notificados e confirmados da região. Leia também: Pneu da Dengue no Tatuapé: atitude merece punição rigorosa ou um rádio Pneu da Dengue volta à árvore, Subprefeitura Aricanduva não responde questões Pneu da Dengue continua na árvore Fiocruz – Dengue: vírus e vetor ‘Força tática’ contra dengue terá até PM de São Paulo Quando um caso de dengue é confirmado e a Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) é notificada, uma equipe vai até o local para fazer um trabalho de bloqueio de criadouros. No caso de denúncia de terrenos particulares, a Vigilância notifica o proprietário e, caso não haja providências, é necessária ação judicial para entrar no local. O combate ao mosquito Aedes aegypti deve ser um compromisso de toda população. Cerca de 85% dos criadouros se encontram em residências.” É muito importante prevenir a dengue, uma epidemia que preocupa as autoridades, e os canteiros de obras também precisam ser inspecionados e os trabalhadores orientados. São Paulo, detém aproximadamente metade dos casos da doença. A melhor prevenção é feita...

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Pneu da Dengue foi retirado pela Subprefeitura Aricanduva/Carrão
mar27

Pneu da Dengue foi retirado pela Subprefeitura Aricanduva/Carrão

Sexta-feira, 27 de março de 2015, às 18h48 Finalmente, o pneu que insistia em ir e vir pela Rua Antonio João Fiore no Tatuapé, foi retirado pela Subprefeitura Aricanduva/Carrão, no início da noite de hoje (27). Enquanto escrevemos, os mosquitos sobrevoam nossas cabeças diariamente, aqui no Tatuapé. Está difícil driblar o ardiloso mosquito, presente diariamente. Os cidadãos aliviados agradecerão a providência da subprefeitura, que cumpriu o prometido e deu um destino à obra irresponsável de algum cidadão sem nenhum compromisso com a...

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Pneu da Dengue continua na árvore
mar27

Pneu da Dengue continua na árvore

Sexta-feira, 27 de março de 2015, às 15h35 – atualizado às 16h24 O pneu que foi posto, retirado e recolocado numa das árvores da Rua João Antonio Fiore, continua firme no lugar. A Subprefeitura Aricanduva/Carrão respondeu no final da tarde de ontem (26), que seria retirado, mas infelizmente não foi levado pela coleta seletiva de reciclados que passa pelo local às quintas-feiras.     A Climatempo prevê chuvas desde a noite de hoje até segunda-feira, o que leva à fácil conclusão de que diversos mosquitos poderão utilizar o pneu para depositar seus ovos, que como já dissemos, mesmo se a água secar e não eclodirem, aguardarão até um ano para se transformarem em larvas e mosquitos. Cada fêmea pode dar origem a 1.500 (leia a reportagem e veja o vídeo da Fiocruz) e as fêmeas já nascerão com a possibilidade de transmitir a doença. Leia também: Prevenção contra a dengue deve ser feita também nos canteiros de obras do bairro Pneu da Dengue no Tatuapé: atitude merece punição rigorosa ou um rádio Pneu da Dengue volta à árvore, Subprefeitura Aricanduva não responde questões Fiocruz – Dengue: vírus e vetor ‘Força tática’ contra dengue terá até PM de São Paulo A subprefeitura, respondeu novamente no início da tarde de hoje, quando enviamos outra imagem do local. “Foi dada a ordem para retirada no dia de ontem, mas a contratada acabou não fazendo. Está sendo retirado agora à tarde. Até às 16h, ainda não havia sido recolhido. A expectativa é que a coleta domiciliar da noite de hoje possa levá-lo. Enquanto governo, prefeituras, subprefeituras e cidadãos de São Paulo se esforçam para controlar essa epidemia que se alastra pelo estado, até mesmo deslocando equipe para resgatar um pneu, uma minoria insiste em não acatar cuidados mínimos e assumir compromissos com a higiene para evitar que a praga prolifere ainda mais. Segundo dados da Prefeitura de São Paulo e da Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), 85% dos criadouros estão em residências. Especialistas concluem que depois de a expansão das cidades invadirem as matas e atingirem os habitats dos mosquitos, que migraram para os centros urbanos, a única forma de atacá-los é com a...

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Sub Mooca, age rapidamente e conserta buracos na Estevão Pernet
mar26

Sub Mooca, age rapidamente e conserta buracos na Estevão Pernet

Quinta-feira, 25 de março de 2015, às 09h43   Se por seu lado a Subprefeitura Aricanduva/Carrão não toma providências quanto ao lixo deixado diariamente na esquina das Ruas Antonio João Fiore e Henrique Dumont, à Subprefeitura Mooca deve ser dado o devido valor pela sua atenção e trabalho rápido, porquanto às questões que enviamos. Desde a manhã de ontem (25) os buracos existentes na Rua Padre Estevão Pernet, que está sob sua jurisdição foram consertados e além daqueles que mostramos na reportagem (vide abaixo), outros também receberam recapeamento, serviço que pode ser constatado pelos usuários. A via precisaria de um completo asfaltamento, assim como o bairro de uma subprefeitura própria, mas enquanto isso não acontece, podemos dizer que a Subprefeitura da Mooca, faz a sua parte como lhe é possível. O atual subprefeito e funcionário de carreira da prefeitura é o engenheiro Evandro...

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Pneu da Dengue volta à árvore, Subprefeitura Aricanduva não responde questões
mar26

Pneu da Dengue volta à árvore, Subprefeitura Aricanduva não responde questões

Quinta-feira, 25 de março de 2015, às 08h42 Pode parecer incrível, mas o Pneu da Dengue voltou a ser colocado ao lado da árvore na Rua Antonio João Fiore, no Tatuapé.     Quando um barco segue à deriva, qualquer marola pode levá-lo a fazer água. Dengue, lixo, água, pneu, mas o que tem isso haver com a Subprefeitura Aricanduva/Carrão e o Tatuapé? Tudo. Sob a jurisdição dessa subprefeitura o bairro só pode lamentar a falta de atenção. Desde a semana passada, estamos mostrando as dificuldades dos moradores da Rua Antonio João Fiore, esquina com a Rua Henrique Dumont no Tatuapé, enviamos às questões à subprefeitura, mas até agora não recebemos resposta. Sendo assim, aqueles que promovem a limpeza em suas residências, evitam e se precavem contra a dengue, continuam suportando a falta de asseio de vizinhos que não respeitam os horários da coleta de lixo, nem muito menos possuem qualquer consciência quanto aos perigos da sujeira deixada na rua, o que seria admirável, com a abundância de avisos e campanhas de prevenção contra a dengue, ratos e pragas urbanas, que são vetores de doenças graves para os seres humanos. Depois de desaparecer no domingo, o pneumático que apelidamos de Pneu da Dengue, volta para a árvore pelas mãos irresponsáveis de algum morador dessa localidade. Enquanto aguardamos providências da Subprefeitura Aricanduva/Carrão, os mosquitos transmissores da dengue agradecem. Assuntos relacionados Subprefeitura instalada placa na Rua Antonio João Fiore, no Tatuapé Depósito de lixo no Tatuapé: sujeira aparece do nada e fica a céu aberto Pneu da Dengue volta à árvore, Subprefeitura Aricanduva não responde questões Pneu da Dengue no Tatuapé: atitude merece punição rigorosa ou um rádio Rua Antonio João Fiore esquina com Henrique Dumont: virou depósito de lixo...

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Vereador Toninho Paiva é a favor da Subprefeitura do Tatuapé
mar25

Vereador Toninho Paiva é a favor da Subprefeitura do Tatuapé

Quarta-feira, 25 de março de 2015, às 16h22   Eleito para o 6º mandato, Toninho Paiva tem projeto aprovado para a criação da subprefeitura do bairro, mas diz que este governo não tem dinheiro para bancar estrutura. Gerson Soares Porém, não é só isso, falta levar a matéria para votação no plenário da Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), onde o projeto já passou em primeira votação e obteve as aprovações necessárias. “Todas as comissões votaram a favor, agora precisamos de 28 votos para aprovar o projeto”, disse na tarde de hoje pelo telefone, durante a abertura da Sessão Plenária da CMSP.     A Subprefeitura do Tatuapé é hoje uma necessidade, para uma região com tamanha infraestrutura, ainda em expansão. “Tudo o que tem na cidade de São Paulo, tem no Tatuapé”, exagerou o vereador. Apesar disso, sua observação não fica distante da realidade. O bairro possui hospitais de ponta – algo que há dez anos não existia – universidades, rede escolar privada e pública, concessionárias de veículos, redes de restaurantes e fast foods, três shoppings centers e mais uma infinidade de empresas prestadoras de serviços, além do comércio. As maiores empresas da construção civil se voltaram para o crescimento do Tatuapé e Jardim Anália Franco, tomando parte do mercado das construtoras e imobiliárias locais. Juntando-se a estas, estão promovendo uma fabulosa migração populacional, transformando os retangulares quarteirões do bairro em rios de carros, a cada final de tarde. Tudo isso requer uma administração mais próxima, que possa atender às reivindicações imediatas da sociedade e tenha condições de preparar um planejamento a médio e longo prazos, especificamente para o Tatuapé e Jardim Anália Franco que apesar de toda a infraestrutura carecem de soluções para seus problemas mais prementes, como pavimentação, trânsito, combate às drogas, policiamento, iluminação, manutenção de ruas, praças, parques. São diversas as justificativas para que seja criada essa nova subprefeitura na administração municipal, há muito tempo reivindicada. “Os vereadores que tiveram votação expressiva na zona Leste, precisam nos ajudar a conseguir esses votos no plenário”, convoca Toninho Paiva. “Não me importo em dar autoria para todos os meus colegas que ajudarem, o importante é aprovar o projeto”, concluiu. Ressaltamos que com a criação da Subprefeitura do Tatuapé, haverá um alívio para as subprefeituras da Mooca e Aricanduva/Carrão que já atendem diversos bairros, podendo reinvestir tempo e recursos. Dentre as questões administrativas que envolvem essas subprefeituras estão o Brás e Pari – com seu movimento intenso – e as demandas do Aricanduva, Carrão e Manchester, apenas para citar os bairros conhecidos. Entre eles, o Tatuapé, mais uma administração complexa em meio às demais. Assuntos relacionados Sem exigência...

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Rua Antonio João Fiore esquina com Henrique Dumont: virou depósito de lixo
mar22

Rua Antonio João Fiore esquina com Henrique Dumont: virou depósito de lixo

Domingo, 22 de março de 2015, às 12h13   O local está sub a jurisdição da Subprefeitura Aricanduva/Carrão. No dia 21 de maio do ano passado, antes de uma entrevista marcada com o Subprefeito da Mooca, Evandro Reis, para falar sobre sua posse – que aconteceu dias antes – e os problemas do Tatuapé, nossa reportagem levou imagens do lixo depositado na esquina das ruas Antonio João Fiore com Henrique Dumont, que ficam na divisa entre os bairros do Tatuapé e Carrão.     Tendo assumido o cargo no dia 9 de maio e ainda familiarizando-se com as delimitações dos bairros sob sua jurisdição, imaginou que aquelas ruas estivessem a cargo da Subprefeitura da Mooca. Antes mesmo de começarmos a entrevista, tomou o telefone e ligou para o encarregado daquele assunto. Momentos depois, recebeu o retorno da ligação, que dizia estar aquele logradouro sob jurisdição da Subprefeitura Aricanduva/Carrão. Os coletores de lixo fazem o seu trabalho às segundas, quartas e sextas-feiras, mas o lixo no local é depositado diariamente, seja sábado ou domingo. Hoje, entramos em contato com a subprefeitura que não atendeu a chamada. Nesta segunda-feira, faremos contato novamente para saber qual seria a solução para o problema. “Acho que isso é caso de polícia”, disse a moradora cansada de reclamar. “Já arranjei confusão com todo mundo, mas ninguém assume que joga o lixo aqui”, diz revoltada. Outro morador, afirmou que é preciso fazer alguma coisa para que a imundice tenha fim. “Precisa fazer alguma coisa de algum jeito”. A proliferação de pragas urbanas, como os ratos e os pernilongos, têm o agravante da dengue e chikungunya que também se alastram na sujeira. “Até rato já tive de tirar da minha casa”, reclama outra moradora. “Isso é falta de educação”, disse uma senhora com seus cabelos brancos, voltando do mercado. Gentil, talvez não encontrasse palavras para dar o seu parecer. Passando pelo local, outra moradora antiga, manifestou-se constrangida com as moscas, baratas e a sujeira gerada pelo lixo depositado na esquina. Os horários de coleta têm sido rigorosamente respeitados, portanto não há motivos para que o lixo não seja colocado na hora certa, como faz a grande maioria dos moradores. À minoria, que parece não ter compromisso com a limpeza, cabe seguir as...

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Pneu da Dengue no Tatuapé: atitude merece punição rigorosa ou um rádio
mar22

Pneu da Dengue no Tatuapé: atitude merece punição rigorosa ou um rádio

Domingo, 22 de março de 2015, às 13h30 – atualizado às 14h48 A Dengue e o Chikungunya estão matando em São Paulo, mas isso não parece causar nenhuma preocupação à irresponsabilidade. Os serviços de prevenção, governo, prefeitura, hospitais, rádio e televisão têm despendido uma empenho enorme em divulgar as causas e os modelos de prevenção contra o mosquito causador da Dengue que vem matando pessoas em todo o estado de São Paulo. Mas, apesar da divulgação maciça sobre as necessidades de prevenção, flagramos na manhã deste sábado (21), um pneu velho depositado ao lado de uma árvore na Rua Antonio João Fiore, no Tatuapé. A irresponsável atitude de quem o tenha deixado no local deveria ser passível de rigorosa punição pelas autoridades, diante da epidemia que pode se tornar a dengue – o pneu consiste num dos mais divulgados vetores de transmissão da doença –, já que tem capacidade de armazenar grande quantidade de água, suficiente para que vários mosquitos façam suas posturas. Cada fêmea pode colocar 450 ovos.     Na manhã deste domingo, fomos conferir se o pneu velho continuava no local, ou se a consciência do autor de ato sem qualificação teria lhe cobrado uma atitude mais civilizada. Mas, não, pelo contrário. O pneu estava recostado na árvore, numa outra posição, contendo água como foi visto nas imagens colhidas no sábado, logo após a ocorrência de chuvas por volta das 13 horas.     Hoje, inclusive, havia pernilongos ao lado do pneu, dada a incidência dos mesmos no local, que é grande. Enquanto fazíamos as imagens vistas aqui, fomos atacados pelos mosquitos, que ao contrário do seu primo que age à noite, este é bem mais agressivo e pode transmitir a dengue.     Infelizmente não temos as imagens do autor ou autores desta façanha inconsequente, mas a Prefeitura e o Governo do Estado precisam tomar providências para que fatos como este não continuem ocorrendo, diante do esforço da população na prevenção da transmissão da dengue. Se o autor desse ato insano estiver lendo esta reportagem, pode pedir que lhe daremos um rádio de presente para ouvir as notícias.     Depois de dois dias à disposição dos mosquitos, após às 14h desta tarde (22), talvez sob uma crise de consciência ou a presença da reportagem fazendo mais imagens no local, o autor ou os autores da façanha de colocar o Pneu da Dengue, o retiraram da árvore. As imagens foram feitas neste sábado às 10h e por volta das 11h30 desta manhã de...

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mar20

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Sexta-feira, 20 de março de 2015, às 20h34   Bairro também poderia unir-se para exigir a implantação urgente da Subprefeitura do Tatuapé, pressionando a própria Prefeitura e a Câmara Municipal. Gerson Soares Para melhorar, a política deve começar a ser fiscalizada onde passamos a maior parte da vida: o bairro que escolhemos para morar. A união das pessoas que desejam o bem para suas famílias, amigos e parentes só tende a trazer benefícios e organização. Foi o que aconteceu no domingo passado.     Uma semana conturbada se encerra nesta sexta-feira. O governo federal teve de correr para tomar medidas que atendam às exigências da população que foi às ruas de todo o país para protestar contra a corrupção e os maus serviços prestados, ou seja, o mau uso do dinheiro arrecado – na casa dos trilhões. Apesar da arrecadação gulosa do governo, que passa dos 35% do PIB, já beirando os 40%, casos de má conduta, desvios e superfaturamentos fazem com a vida dos brasileiros, seja muito pior do que poderia ser. Paga-se planos particulares de saúde, escolas privadas, segurança e mesmo assim, o governo quer mais. Para protestar contra tudo isso, milhões foram às ruas no último domingo, outra data histórica nos protestos, que estão virando moda. Tomara que pegue para valer! Os moradores do Tatuapé, que poderiam se unir em torno de uma subprefeitura própria para o bairro, também compareceram ao encontro na Avenida Paulista e deixaram seu recado....

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mar20

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O excesso de veículos sem que haja planejamento e investimentos de infraestrutura no Tatuapé, tem provocado situações intensas. Sem comando, bairro vive a mercê de subprefeituras distantes dos seus problemas.

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Ceret promove reforma de algumas quadras
mar06

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Sexta-feira, 6 de março de 2015, às 12h49 Um parque do qual se esperaria muito mais, pelo menos no que tange a sua própria conservação, acaba de dar um passo nesse sentido. Na manhã desta sexta-feira, funcionários do Ceret davam os últimos retoques em algumas quadras e no paisagismo próximo a elas, que passam por reformas. Com isso é possível imaginar como seria caminhar, correr ou simplesmente passear no parque, se estivesse totalmente reformado e adequado ao local onde funciona, o coração do Jardim Anália Franco, no Tatuapé. Em sua concepção original, até churrasqueiras foram instaladas no alto de uma colina, para que os frequentadores pudessem usufruir da paisagem e do ar puro vindo das árvores que cresceriam. Hoje, essa meta foi alcançada, e as pequenas mudas se transformaram em gigantes da natureza, abrigando pássaros e diversidade biológica. Alvo de críticas, ao realizar as reformas das quadras – usadas por diversos times, escolinhas de futebol e nas alegres peladas –, o parque dá um passo firme para mudar seu visual e a sensação de abandono que paira sobre si. Até o paisagismo foi pensado nessa pequena reforma promovida pela diretoria do Ceret. Mas ainda falta muito. Porém, é bom ver que a situação pode ser mudada, se houver vontade política e administrativa. O lugar já teve vários nomes devido às alterações de vínculos entre sindicatos, estado e município que se alternaram na administração. Atualmente recebeu o nome de PET (Parque Esportivo do Trabalhador), mas dificilmente deixará de ser conhecido como Ceret (Centro Esportivo e Recreativo do...

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Ciclovias enfrentam críticas
fev26

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Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 17h12 As ciclovias já enfrentam duras críticas sobre o alto custo e a verdadeira utilidade. Gerson Soares As manifestações contrárias que chegam dos moradores e comerciantes, referem-se ao estacionamento para os veículos – espaço em plena extinção na cidade – entre outras reclamações. Os custos também estão sendo questionados, já que o quilômetro das ciclovias paulistas chegam a custar o dobro de outros países e até mais. Quando se pensa na utilidade das ciclovias que estão sendo instaladas, como a extensão que acaba de ser inaugurada na Vila Carrão, vem a dúvida sobre o preparo físico dos usuários. O local é bastante acidentado e em relação a Avenida Conselheiro, está localizado em lugar alto com ladeiras que irão colocar qualquer usuário em boa forma, caso contrário terá de empurrar a sua bike em vários trechos. Quando o sentido é outro, a praticidade para quem vai ao trabalho, por exemplo, também não se pode esperar chegar impecável. As mulheres também reclamam, lembrando da vaidade. O fato é que as ciclovias vieram para ficar e na cidade não há mais espaço para estacionar os veículos. Com isso, os estacionamentos particulares cobram quanto querem, luxo reservado para quem pode pagar. A bike acaba sendo uma opção, mas ainda falta muito para estar entre a melhor. No Tatuapé, onde na prática a ciclovia inexiste, o ciclista precisa ficar atento, já que os motoristas disputam o mesmo espaço, e pior ainda, apostando corrida com as bikes (leia a matéria: Disputa de carros e bicicletas no bairro: isto é possível?), que pela melhor mobilidade e agilidade acabam chegando antes dos carros ao final de cada quarteirão, onde o trânsito é cada vez mais...

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  Quarta-feira, 5 de novembro de 2014, às 15h55 Rua Itapura e Emílio Mallet, no Tatuapé é um exemplo da falta de educação e ansiedade de muitos motoristas. O motorista que chega ao bairro, se depara com inúmeros cruzamentos, principalmente entre as ruas Tuiuti e Antonio de Barros no sentido Norte e da Radial Leste até a Rua Emília Marengo em toda a sua extensão – que vai do final da Rua Serra do Japi até se encontrar com a Rua Antonio de Barros. A maioria desses cruzamentos, estão dispostos em linhas retas, devido aos inúmeros loteamentos das antigas chácaras e plantações existentes no bairro. Mas existem outros, que mesmo nem tanto lineares, fazem parte das intersecções mais famosas, como da Rua Francisco Marengo com a Emílio Mallet e Euclides Pacheco e tantos outros, onde o fluxo de veículos vai continuar aumentando. O que esses cruzamentos não têm em comum são os semáforos, determinando o tempo e o fluxo do trânsito, ainda respeitados pelos motoristas, pois a maioria sabe administrar a ansiedade e o seu próprio tempo, já entenderam que a cada dia o bairro recebe mais veículos em suas ruas e não adianta ter tanta pressa nem provocar acidentes. Mas existe uma parcela de espertos e maus motoristas que insistem em fechar os cruzamentos, ultrapassar semáforos no vermelho, forçar a passagem ou atrasar demais, ou seja, dirigir de forma incoerente com o fluxo do qual seu veículo apenas faz parte. Ao contrário do pensam, fechar um cruzamento provoca transtornos e irrita até mesmo os mais pacatos. Os leitos carroçáveis das ruas, como diria a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), são para locomoção dos veículos e todos têm o direito de usá-las, não há privilégios. O ato, se flagrado pelos agentes do CET, gera multa de R$ 85,13 e 4 pontos na carteira do motorista infrator, que se enquadra no artigo 182, parágrafo VII, código 563-00 – parar na área de cruzamentos, prejudicando veículos/pedestres. O ideal seria que cada motorista tivesse consciência de olhar à frente e conduzir com bom senso, respeitando a faixa de pedestres, ciclovias e deixando a via livre para quem cruza, quando o fluxo assim favorecer. No caso da Rua Emílio Mallet e Itapura, vemos motoristas acima da velocidade normal, fechando os outros veículos, buzinando, arriscando suas vidas e a de outros para chegar aos dois colégios existentes nesses locais e desembarcar os filhos. Um péssimo exemplo que será lembrado pelas crianças, que pensarão ser normal dirigir dessa forma. Se a educação e as multas falharem para chamar a atenção dos imprudentes, lembrem-se os motoristas mais afoitos que em pouco tempo, seu familiar, um...

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Quarta-feira, 22 de outubro de 2014 às 11h19 A Comissão da Verdade da Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) pretende mudar o nome de 13 logradouros e para isso fez um levantamento das ruas, praças e avenidas, cujos nomes homenageiam torturadores da Ditadura Militar ou seus colaboradores. O assunto já cria polêmica no ambiente da CMSP, já que alguns vereadores não concordam com a medida, no que são contestados pelos proponentes. Contrariedades a parte, o município pretende cobrar dos moradores as taxas pela mudança, que segundo a informação da CMSP, ficaria em torno de R$ 38,48 reais gastos em cartório. Quanto à dor de cabeça e às mudanças subsequentes que o ato acarretará – alterações de todos os endereços de prestadores de serviços, como água, luz, telefone, gás, TV a cabo, entre outros – também ficará por conta do munícipe. “Eu vi uma reportagem sobre uma rua que mudou de nome e as pessoas tiveram um monte de problemas, as correspondências não chegavam, vinha tudo errado. Acho que o Brasil tem muitas outras coisas para se preocupar antes disso”, reclama uma das moradoras da Rua Sérgio Paranhos Fleury. Além disso, no caso da venda do imóvel, a alteração também poderá acarretar custos de escritura, bem maiores. Autor do projeto que propõe a mudança do nome da Rua Sérgio Fleury, o ex-vereador Orlando Silva (PCdoB) – que nas eleições deste mês conseguiu uma cadeira na Assembleia Legislativa – acredita que as preocupações dos moradores são válidas, mas acha essencial combater as heranças do regime militar, entre elas as homenagens a seus apoiadores. “A rua pertence à cidade, não ao morador que está nela”, afirmou Orlando Silva, autor do Projeto de Lei (PL) na Câmara Municipal. Eleito deputado estadual, ocupará uma cadeira na Assembleia Legislativa e só poderá acompanhar seu projeto à distância. Veja os logradouros que poderão mudar de nomes, caso o PL seja aprovado, inclusive um deles localizado no Tatuapé e outro no Belenzinho: – R. Tomaz Paulino de Almeida – Vila Hebe – R. Dr. Sérgio Fleury – Vila Leopoldina – R. Henning Boilesen – Jaguaré – R. Dr. Otávio Gonçalves Moreira Júnior – Jardim Esmeralda – R. Gen. Syzeno Sarmento – Jardim Esmeralda – Av. General Ênio Pimentel da Silveira – Taboão da Serra – Praça Augusto Rademaker Grunewald – Vila Olímpia – Praça Min. Alfredo Buzaid – Vila Nova Conceição – Via Elevado Pres. Artur da Costa e Silva – Vila Buarque – Av. Pres. Castelo Branco, São Paulo – R. Gen. Silvio Corrêa de Andrade – Vila Industrial – Praça Gen. Humberto de Souza Mello – Belenzinho – R. Hely Lopes Meirelles –...

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Tatuapé no Outubro Rosa 2014

Quinta-feira, 9 de outubro de 2014, às 12h03 – Atualizado às 13h12 Ponte do Tatuapé está iluminada com a cor rosa para lembrar a campanha contra o câncer de mama e colo do útero. Desde o dia 1º deste mês, o Outubro Rosa tem iluminado os prédios públicos mais famosos do país, além de monumentos e pontes. Vários países estão empenhados na campanha, que promove a conscientização de que a população feminina mundial deve se precaver contra males do câncer de mama e colo do útero.       Em 1998, a revista Alô Tatuapé entrevistou a doutora Albertina Duarte, então assessora da Organização Mundial da Saúde para colaborar na divulgação do assunto às mulheres do bairro. Uma das constatações mais preocupantes na época era o preconceito masculino quanto à coleta de material para o exame de papanicolau, para o qual a médica chamava a atenção do público masculino. “Se você quer que a sua mulher tenha saúde, deve deixar que ela faça os exames periódicos”, disse a especialista há 16 anos. Durante o Outubro Rosa 2014, o alotatuape se engaja diariamente na campanha, passando as cores do design do site para o pink durante todas as noites do mês de outubro. A ideia é acompanhar o movimento noturno das cidades espalhadas pelo Brasil e no mundo, em São Paulo e também no Tatuapé, com a iluminação da Ponte Padre Adelino. Essa ponte estaiada, em particular – sabiamente chamada pela prefeitura de Ponte Padre Adelino, apesar de o nome oficial ser outro –, marca a história jornalística do Alô Tatuapé e hoje pode ser iluminada para ajudar na campanha do Outubro Rosa.   Asssuntos relacionados Padre Adelino, 10 anos depois Outubro Rosa em Curitiba Tatuapé no Outubro Rosa 2014...

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out08

Haddad fala das ciclovias e estações de bikes no Tatuapé

Quarta-feira, 8 de outubro de 2014, às 14h56 – Atualizado às 18h39 A cidade está passando por mudanças promovidas pela Prefeitura. Mobilidade urbana ligada ao transporte público, iluminação, ocupação de ruas e praças com eventos, virada cultural e esportiva. Estes são alguns exemplos de ações interessantes e que merecem destaque positivo. Outra iniciativa em prol dos munícipes, mas que ainda tem opositores, até mesmo entre quem pratica exercícios regularmente são as ciclovias.     Em sua visita ao bairro, na manhã desta quarta-feira (8), o prefeito Fernando Haddad declarou que não há nada contra os carros, mas que é a favor de mudanças e demonstra entusiasmo quando fala da implantação das faixas exclusivas para bicicletas. Ao nos dirigirmos para o evento que ocorria na entrada do Parque Esportivo do Trabalhador (PET – muito mais lembrado pelo antigo nome Ceret), logo no início desta reportagem, encontramos Sueli que observadora não se conteve em dizer: “A ciclovia termina aqui. Quando vai ficar pronta?”, ao perceber que a lente de nossa câmera estava voltada para o final da faixa exclusiva das bikes, na esquina da Rua Nello Bini com a Rua Eleonora Cintra, em frente ao Ceret. Sueli disse mora no bairro desde que nasceu e contou sobre seu filho que precisa ir até a faculdade. “Existe uma faixa de ciclovia na Praça Ituzaingó, mas não tem continuidade. Precisaria descer pela Rua Coelho Lisboa, Rua Serra de Bragança”, exemplificou. Apesar da nova modalidade em transporte ser o assunto do momento, Sueli afirma que são necessárias outras linhas de ônibus para o centro. “Nós não temos como ir do Tatuapé para o Centro, só há uma linha de ônibus, que sai da Silvio Romero, e o Metrô. Meu filho estuda na Consolação e gostaria de usar a ciclovia como alternativa”. Sobre as ciclovias o Prefeito reafirmou nesta manhã no encontro com a imprensa e diversos usuários do parque que até o final de 2015 todas as estações e ciclovias estarão interligadas. “São 400 quilômetros. Essa distância dá para ir até o Rio de Janeiro”, exagerou ao perguntarmos sobre as estações que estão sendo instaladas no bairro. “Todas as estações serão interligadas”, disse ao questionarmos as obras nas ruas Emílio Mallet e Euclides Pacheco. Portanto, os adeptos ao uso da bicicleta como meio de transporte terão de aguardar mais um tempo. Mas, segundo nos informou Haddad, onde há estações também haverá ciclovias.   Assuntos relacionados Haddad fala das ciclovias e estações de bikes no Tatuapé Haddad está mudando o estilo da cidade e o Tatuapé faz parte Prefeitura entregará nova iluminação no...

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Prefeitura entregará nova iluminação no Ceret
out08

Prefeitura entregará nova iluminação no Ceret

Quarta-feira, 8 de outubro de 2014, às 15h43 – Atualizado às 18h47 A coletiva de imprensa, com a participação de inúmeros usuários do parque já havia começado, quando uma senhora interrompeu o Prefeito: “Nós precisamos de mais equipamentos de ginástica”, causando ao mesmo tempo surpresa e risos. Não demorou muito e mais uma interrupção. “Eu estou aqui para falar por aqueles que não podem falar”, disse a mulher de cabelos grisalhos. “Mas aqui todo mundo pode falar”, brincou o prefeito. “É que eu quero falar pelos cachorrinhos…”.     Assim começou a manhã desta quarta-feira (8) do prefeito da cidade no Tatuapé, recebendo sugestões, sendo interrompido pelas senhores e senhores de cabelos brancos que lhe faziam pedidos, aos quais aderiu. “Bom, então nos vamos fazer uma comissão tripartite: eu quero WiFi livre para o parque, a senhora quer acesso aos cachorros e a senhora mais equipamentos de ginástica”, disse Haddad, pedindo providências ao seu secretariado, mas deixando claro que algumas precisavam seguir as normais existentes. Pouco antes o prefeito havia cobrado do secretário Simão Pedro, a instalação do WiFi livre no Ceret. “Não é possível que um parque como este não esteja na programação de WiFi da cidade”. De bom humor, disse que a internet é um vício e que então o internauta poderia ir ao parque e aproveitar para fazer exercícios, ver os amigos e sociabilizar saindo de casa.     O encontro com o Prefeito da cidade marcou a remodelação da iluminação do Ceret com lâmpadas de vapor de sódio (LPS) que faz parte do programa São Paulo Mais Iluminada. “Até o dia 30 de setembro nós trocamos 185 mil lâmpadas da iluminação pública da cidade de São Paulo. Agora o parque vai poder ficar aberto até mais tarde ou durante a noite porque vai receber mais de 600 lâmpadas novas em 300 pontos de iluminação, em substituição às cento e poucas lâmpadas que nós temos aqui hoje”, enfatizou o secretário de Serviços, Simão Pedro, durante sua fala. Pertencendo à Subprefeitura Aricanduva/Formosa/Carrão, o parque do Tatuapé – bairro que absurdamente não possui uma subprefeitura própria, estando subordinado também à Mooca – contou com a presença do subprefeito Quintino Simões Pinto. Entre os convidados estavam o vereador Paulo Frange (PTB-SP), o diretor da Ilume José Alberto Serra Almeida e o administrador do Ceret Mohamed Mourad e o engenheiro Marco Antonio Melro da Porte Construtora. “O Marco vai colocar, sem nenhuma contra-partida, todo o gradil de toda a Eleonora Cintra, vai dar mais ou menos um quilômetro de gradial para o parque ficar com cara de parque”, disse o secretário municipal de Esportes Celso Jatene, referindo-se ao empresário da construção,...

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Obra inacabada na Emílio Mallet será estação de bikes
out08

Obra inacabada na Emílio Mallet será estação de bikes

Quarta-feira, 8 de outubro de 2014, às 15h29 – Atualizado às 18h32 Na última quinta-feira (2) resolvemos investigar do que se tratava a obra inacabada, deixada há mais de 15 dias (até aquela data) sem nenhuma sinalização e causando estranheza aos pedestres e motoristas que passavam pela esquina das ruas Francisco Marengo e Emílio Mallet e se deparavam com o fato. Em contato com a Subprefeitura Mooca, a assessoria de comunicação do órgão da Prefeitura, respondeu tratar-se da construção de uma estação de bicicletas – obra do Banco Itaú em parceria com a Secretaria Municipal de Transportes. Recomendando mais informações com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), órgão responsável pelo projeto. Alertada pela reportagem, a Subprefeitura Mooca enviou notificação à empresa contratada para regularização da sinalização e melhoria do isolamento. Nesta manhã (8), estivemos novamente no local para ver como estava uma semana depois da matéria e já constatamos a mobilização para finalizar a estação.           Assuntos relacionados Haddad fala das ciclovias e estações de bikes no Tatuapé Privilégios e estação inacabada põe em dúvida ciclovias no bairro Obra inacabada causa transtornos em cruzamento do Tatuapé Obra inacabada na Emílio Mallet será estação de bikes...

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Obra inacabada causa transtornos em cruzamento do Tatuapé
out02

Obra inacabada causa transtornos em cruzamento do Tatuapé

Quinta-feira, 2 de outubro de 2014, às 16h02 Os cruzamentos do bairro estão cada vez piores com o aumento do número de veículos. Disso todo mundo sabe, mas o objetivo desta obra inacabada ninguém explica.     Há pelo menos duas semanas, os motoristas que cruzam a esquina das ruas Francisco Marengo e Emílio Mallet se deparam com uma obra sem identificação, placa ou motivo. O aumento de carros e coletivos que percorrem esse perigoso cruzamento é notório. A cada manhã o número de veículos aumenta e as filas para percorrer os poucos metros entre as esquinas também. Apesar disso, a obra que apareceu numa determinada manhã sem nenhuma identificação e assim permanece, atrapalha e causa estranheza. Quem teria feito os buracos e para quê? Independentemente dos motivos, o problema é que o cercado pode causar acidentes com ciclistas, pedestres e carros que passam pelo local.       Estamos em contato com a Subprefeitura Mooca para saber do que se trata.   Assuntos relacionados Haddad fala das ciclovias e estações de bikes no Tatuapé Privilégios e estação inacabada põe em dúvida ciclovias no bairro Obra inacabada causa transtornos em cruzamento do Tatuapé Obra inacabada na Emílio Mallet será estação de...

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Comandos para disciplinar a propaganda eleitoral
set29

Comandos para disciplinar a propaganda eleitoral

Segunda-feira, 28 de setembro de 2014, às 10h38 Fiscalização e apreensão foram feitas nos seis distritos da Subprefeitura Mooca. Em nota, enviada à imprensa na manhã desta segunda-feira (29), a Assessoria de Comunicação da Subprefeitura Mooca, advertiu que o órgão está realizando fiscalizações quanto aos abusos de propagandas eleitorais.       Durante quatro dias de comandos conjuntos, realizados entre os dias 22 e 25 de setembro, o órgão da Prefeitura da cidade de São Paulo, o Tribunal Regional Eleitoral e a Polícia Militar recolheram cerca de 300 placas, cartazes, faixas e cavaletes nos distritos da Mooca, Belém, Tatuapé, Água Rasa, Pari e Brás. De acordo com a assessoria, atendendo reclamações de moradores sobre desrespeito à lei eleitoral. O material que se encontrava irregular foi armazenado no depósito da Subprefeitura Mooca. Cavaletes amarrados em postes ou árvores, publicidade bloqueando o passeio e atrapalhando o tráfego de veículos constituíram a maioria dos problemas encontrados. A propaganda eleitoral pode ser colocada ao longo das vias públicas entre 6 e 22 horas, no entanto deve ser retirada...

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Praça Sílvio Romero: limpeza e asseio
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Praça Sílvio Romero: horários de coleta e informações desencontradas
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Praça Silvio Romero: sujeira e lixo no coração do bairro
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Praça Cel. Sandoval será revitalizada
ago21

Praça Cel. Sandoval será revitalizada

Quinta-feira, 21 de agosto de 2014 às 19h39 Vereador Toninho Paiva e engenheiros da Subprefeitura Mooca vistoriam obra de revitalização e manutenção da Praça Coronel Sandoval de Figueiredo no Tatuapé     Nesta quinta-feira (21) os engenheiros da Subprefeitura Mooca, Francisco Ricardo e Toshio, o coordenador de projetos Edélcio Meggiolaro e o vereador Toninho Paiva vistoriaram a obra iniciada há um mês, na praça que fica próxima à estação Tatuapé do Metrô e que serve como ponto final para diversas linhas de ônibus. A praça será totalmente reformada e revitalizada com recursos obtidos através de emenda parlamentar do Vereador Toninho Paiva, no valor de R$ 120.000,00. Segundo sua assessoria, serão utilizados 56 metros cúbicos de concreto para calçadas, guias, recuperação do piso em concreto estampado, colocação de grama nova, poda das árvores, colocação de bancos novos e remodelação de toda a iluminação do local. Além disso, o vereador vai solicitar a ampliação do policiamento desta área. A previsão de término da obra é de no máximo 30 dias, disse João Fernando Blumenschein, coordenador de obras da empreiteira responsável. Ele disse que falta pouco para concluir a primeira parte, pois a praça é dividida em dois espaços, sendo um deles terminal de...

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Praça José Luiz e Rua Emílio Mallet podem ter manutenção de galerias
ago09

Praça José Luiz e Rua Emílio Mallet podem ter manutenção de galerias

Sábado, 9 de agosto de 2014 às 16h16 Nesta sexta-feira (8), uma empresa especializada em topografia estava fazendo medições no final da Rua Emílio Mallet. Os registros topográficos realizados servirão para demarcar as áreas a serem perfuradas para ampliação e serviços de manutenção na rede de água e esgotos naquela área do bairro conhecida como Vila Gomes Cardim, que faz parte do Tatuapé, assim como a Vila Azevedo, Cidade Mãe do Céu, entre outras pequenas áreas que foram sendo encampadas pelo gigante da zona Leste.     Segundo um dos funcionários, o serviço foi contratado pela Prefeitura e é possível que haja perfurações para a manutenção das galerias. As medições também foram feitas na Praça José Luiz e Rua Boa Esperança e são de alta precisão, evitando a destruição de áreas desnecessárias do...

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Manobras em supermercado atrapalham o trânsito
ago04

Manobras em supermercado atrapalham o trânsito

Segunda-feira, 4 de agosto de 2014 às 19h40   As aulas recomeçaram nesta segunda-feira e a tranquilidade das manhãs de julho no Tatuapé chegam ao fim junto com as férias. A retomada das aulas e a volta do grande número de veículos às ruas do bairro trazem também os pequenos congestionamentos que começam assim por volta das 6h30 da manhã, chegando ao pico às 8h, quando as filas de carros que aguardam para cruzar os principais quarteirões aumentam.     Um exemplo desses cruzamentos é composto pelas ruas que cortam a Rua Emílio Mallet, que nesse horário no sentido da Praça Sílvio Romero desde a Rua Antonio de Barros, enfrenta trânsito de leve a moderado em toda sua extensão. A cada cruzamento, o número de veículos se avoluma e a tensão aumenta quando alguns motoristas, ainda, insistem em fechar a passagem, sem avaliar que sua decisão pode acarretar dezenas de metros de carros enfileirados.     Nas esquinas das ruas Apucarana com Emílio Mallet, as manobras de caminhões, utilitários e picapes que fazem entregas no supermercado Sonda (entrada da Emílio Mallet) têm causado transtornos e desentendimentos, devido à imperícia dos motoristas que saem da posição de estacionamento, muitas vezes sem dar sinal, entrando na via valendo-se também do tamanho e fechando os veículos que cruzam a esquina. Por sua vez, os motoristas que estão a cruzar a movimentada Rua Apucarana precisam frear e deixam em situação de perigo outros veículos que ficam literalmente no meio da rua.     Pedestres que caminham pela calçada correm risco também, já que alguns simplesmente atravessam sem prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor. Com a situação difícil, ao avançar um pouco mais para sair do meio da Rua Apucarana, o condutor mais inexperiente pode acabar fazendo algo errado. Nesta segunda-feira por volta das 7h, horário em que o trânsito começa a aumentar não houve transtornos durante o tempo que permanecemos no local. Um dos problemas apontados é o estacionamento dos veículos pesados de ambos os lados na esquina da Rua Emílio Mallet, que dessa forma diminuem bastante o espaço para a passagem dos outros carros. Na sexta-feira (1º), estivemos em contato com a assessoria do Supermercado Sonda para explicar a situação e aguardamos a manifestação da empresa sobre o assunto, que até o momento desta publicação não fez nenhum...

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Construção de prédios pode diminuir no Tatuapé
ago04

Construção de prédios pode diminuir no Tatuapé

Sábado, 2 de agosto de 2014 às 16h38 Gerson Soares O aumento brutal de construções no bairro, pode ter uma diminuição a partir das novas cobranças impostas pelo Plano Diretor Estratégico (PDE), que prioriza as construções próximas aos eixos de transportes coletivos. É interessante pesquisar e ficar ainda mais atento aos detalhes do novo plano antes de adquirir um apartamento novo.     Apesar da noticia veiculada pela Câmara Municipal de São Paulo nesta sexta-feira (1º), sobre a proibição de espigões no interior de bairros já bastante verticalizados como o Tatuapé – também Perdizes, Moema, Pompeia, como noticiado – a realidade é outra. O PDE não definiu essa diretriz, a ocupação e os adensamentos urbanos serão definidos pelos órgãos da Prefeitura ou em planos regionais. Segundo a assessoria do vereador Andrea Matarazzo (PSDB-SP), esse foi um dos motivos que o levaram a votar contra a aprovação do PDE, mesmo tendo sido membro da Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente. A questão sobre a possibilidade ou não de construção de novos espigões nos bairros já verticalizados será decidida, por exemplo, no que tange à Lei de Uso e Ocupação do Solo. De qualquer modo, a partir do dia 1º de agosto, quem se propor a comprar um apartamento novo lançado após esse data, cujo projeto possua os padrões usuais do Tatuapé, onde as vagas variam de duas a quatro por unidade, vai pagar mais caro. O PDE prevê apenas uma vaga gratuita por apartamento, as demais serão cobradas pela Prefeitura. Outro ônus imposto às construtoras será uma cota de solidariedade com as ZEIs (Zonas Especiais de Interesse Social). A cota cria mecanismos de contrapartida na construção de empreendimentos de grande porte, onde imóveis com terrenos acima de 20.000 metros quadrados terão que destinar 10% do próprio imóvel ou de uma área na mesma região para a implantação de moradias de interesse social. Segundo o PDE, a medida visar cumprir a função social da propriedade e da cidade. Esses custos devem ser repassados aos consumidores pelas construtoras. Portanto, para não ter surpresas ao adquirir um imóvel novo é importante ficar atento aos detalhes, às datas das aprovações dos projetos do edifício onde pretende morar e às novas cobranças inerentes ao PDE, que vale por 16 anos e já está em...

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Manobras de utilitários dificultam passagem
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Manobras de utilitários dificultam passagem

Sábado, 2 de agosto de 2014 às 13h40 – Atualizado segunda-feira, às 19h51   Os caminhões de carga que trazem as mercadorias ao supermercado Sonda da Rua Apucarana, fazem manobras arriscadas diariamente entre essa via e a Rua Emílio Mallet. Os motoristas saem do local onde estão estacionados sem sinalizar e em seguida param os veículos que dirigem subitamente, afetando o complicado trânsito na esquina dessas ruas, causando dificuldades e a possibilidade de acidentes com pedestres e outros veículos.         Leia a reportagem Manobras em supermercado atrapalham o...

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Praça Antonio Giaquinto
jul14

Praça Antonio Giaquinto

Segunda-feira, 14 de julho de 2014 às 21h47 Inaugurado há 14 anos, memorial está precisando de cuidados. Com a presença do maior contingente de entidades e associações já visto reunido num mesmo lugar no bairro e jamais repetido até hoje, no dia 28 de setembro de 2000, foi inaugurado um Memorial e denominada a praça existente no final da Rua Francisco Ziccardi, no Jardim Anália Franco, como Antonio Giaquinto, uma justa homenagem providenciada pelo vereador Toninho Paiva especialista em eternizar a lembrança de pessoas importantes na vida da cidade e dos bairros de São Paulo.   Giaquinto, como era chamado pelos amigos, tornou-se precursor de muitas iniciativas que ajudaram a personificar o bairro, formando uma base sólida para várias associações que existem até hoje e não seria arriscado dizer que foi ele um dos que mais trabalhou para o crescimento do Tatuapé desde os anos 60 aproximadamente até seu falecimento no início de 1999. O Memorial erguido a ele, existente na praça com o mesmo nome está precisando de alguns cuidados para que a homenagem feita em granito e aço não se deteriore ainda mais....

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Lobby de construtoras não é ilegal
jun25

Lobby de construtoras não é ilegal

Quarta-feira, 24 de junho de 2014 às 9h25 Gerson Soares Apesar do barulho que o MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto) está fazendo em frente à Câmara Municipal e o acampamento no Viaduto Jacareí, no centro de São Paulo, o Projeto de Lei nº 688/2013 (PL) do Plano Diretor Estratégico (PDE) só será votado hoje se houver acordo entre as lideranças, apesar de constar na pauta de discussão, a partir das 15h no Plenário da Câmara Municipal de São Paulo (CMSP).       Na semana passada o líder do MTST levantou a hipótese de lobby das construtoras junto aos vereadores da CMSP e até certo ponto isso não deixa de ser uma possibilidade. A votação das leis que irão reger as ZEIS (Zonas Especiais de Interesses Sociais), falam diretamente aos construtores de prédios e também ao MTST. A estes interessa a legalização da ocupação Copa do Povo, às empresas ligadas ao setor imobiliário e construção civil. a possibilidade construírem prédios no interior dos bairros com altura superior aos 25 metros, votados em abril último, que entrou no substitutivo publicado no último dia 17, e seguiu para ser sancionado pelo prefeito. Caso o texto seja aprovado, essas empresas multiplicarão as construções legalmente nos próximos 16 anos, levando ao falido sistema viário centenas de milhares de novas vagas de automóveis aos interiores dos bairros da capital, como o Tatuapé por exemplo. Segundo a assessoria do vereador Andrea Matarazzo (PSDB), a proposta dele é que essas construções sejam discutidas nos Planos Diretores Regionais e não inseridas no Plano Diretor Estratégico, “pois cada bairro tem a sua característica”. Outro detalhe surgido inesperadamente nos últimos tempos foi o de revisar o PDE somente a cada 16 anos. “O Estatuto da Cidade prevê essa revisão a cada 10 anos”, esclarece o gabinete do vereador. A possibilidade de lobby das construtoras na CMSP foi investigada pelo Ministério Público. A conclusão é de que, apesar de elas fornecerem verbas para as campanhas eleitorais dos vereadores, a troco logicamente de protegerem seus interesses futuros, esse aporte está dentro da legalidade, a legislação brasileira permite. E é também nesse ponto que temos debatido a política do país como um todo, não só em São Paulo. Os interesses nacionais ficam divididos com os setoriais que por possuírem maior poder de persuasão, traduza-se por poder financeiro, acabam sendo priorizados, em detrimento dos interesses sociais quando deveria ser o contrário. Como não financia campanhas, cabe à população ficar atenta e valorizar cada voto, discutindo o assunto em família antes de votar. O texto que libera as construtoras só foi brecado na CMSP porque não conseguiu quórum, caso contrário já teria sido aprovado...

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Bairro: recapeamento parcial
jun12

Bairro: recapeamento parcial

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Metroviários não param, mas marcam manifestação para o Tatuapé
jun11

Metroviários não param, mas marcam manifestação para o Tatuapé

Quarta-feira, 11 de junho de 2014 às 23h40 Em nota, o Sindicato dos Metroviários avisa que não haverá paralisação nesta 5ª feira (12). No entanto, foi aprovada grande campanha pela readmissão dos 42 funcionários e uma manifestação contra a Copa que começará no bairro do Tatuapé, às 10 horas.       Leia a Nota: A assembleia do dia 11 decidiu suspender a greve marcada para o dia 12. Foi votada uma grande campanha nacional e internacional pela readmissão dos 42 companheiros demitidos. A primeira atividade será a realização do ato “Na Copa Vai Ter Luta”. Diversas entidades do movimento sindical, popular e estudantil realizam no dia 12 (quinta-feira), às 10h, um ato contra os gastos com a Copa, que incorporou a luta pela reintegração dos demitidos pelo governo Alckmin. A concentração do ato será na sede do Sindicato (Rua Serra do Japi, 31 Tatuapé). Também por conta da realização da Copa do Mundo, será confeccionado um adesivo em três línguas (português, espanhol e inglês) pela readmissão. Um adesivo para carro também será elaborado. Será feito um manifesto com a adesão de artistas, esportistas, intelectuais e várias personalidades exigindo a reintegração dos companheiros. Ou seja, uma ampla campanha será deflagrada e todos os caminhos serão buscados para que os 42 trabalhadores voltem ao trabalho....

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Entulhos podem ser descartados nos Ecopontos
maio22

Entulhos podem ser descartados nos Ecopontos

Atualizado 29/05/2014 às 11h31 Os Ecopontos aceitam certos tipos de entulhos, veja abaixo os endereços e o que pode ser entregue. Atualizado 25/05/2014 às 9h19 O Catabagulho aconteceu ontem no Tatuapé. Caso você tenha perdido a oportunidade de colocar seus materiais na porta de casa ou se o caminhão não passou na sua, comunique através do comentário deste post. Sempre é possível se livrar de alguns entulhos. Veja a nota da Prefeitura: “Se o munícipe quiser descartar algum item inservível, mas sua rua não foi contemplada na última operação Cata-Bagulho, é possível solicitar a Subprefeitura de sua região ou comparecer a um dos Ecopontos espalhados pela cidade”. Ecopontos: Veja o que está mais próximo de você. Ecopontos são locais de entrega voluntária de pequenos volumes de entulho (até 1 m³), grandes objetos (móveis, restos de poda de árvores etc.) e resíduos recicláveis. A população pode dispor o material gratuitamente em caçambas distintas para cada tipo de resíduo. A oferta destas áreas tem sido, gradativamente, ampliada em todas as regiões da cidade. O Horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 6h às 22h. Aos domingos e feriados, das 6h às 18h.   Postado em 22/05/2014 Próximo Catabagulho acontece no Tatuapé A ação contemplará todas as vias do destrito, no dia 24 de maio. A Subprefeitura Mooca, divulga em nota, que realizará mais uma operação Cata-Bagulho, desta vez no distrito do Tatuapé, no próximo sábado (24). Segundo a informação do órgão, os moradores poderão depositar colchões, móveis velhos, eletrodomésticos quebrados entre outros materiais na frente de suas residências no próprio sábado, entre 7h e 10h. Os funcionários começarão os trabalhos a partir das 10h30, percorrendo todas as vias do distrito. A Operação Cata-Bagulho contribui para evitar que o lixo seja jogado de forma irregular, prevenindo a obstrução do sistema de drenagem, alagamentos e outros problemas...

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Engenheiro de carreira foi convidado para assumir a Subprefeitura Mooca
maio22

Engenheiro de carreira foi convidado para assumir a Subprefeitura Mooca

Gerson Soares Evando Reis, engenheiro elétrico com especialização em Meio Ambiente, funcionário de carreira da Prefeitura de São Paulo, assumiu a Subprefeitura Mooca no dia 09 de maio. A indicação foi concretizada após uma entrevista pessoal com o prefeito Fernando Haddad. “Ele mantém uma linha de indicar pessoas ligadas às estatais e de carreira pública”, revela. O novo Subprefeito da Mooca demonstra forte ligação com a zona Leste. Cresceu em Itaquera, morou na Avenida Pires do Rio, aos 14 anos disse que já trabalhava em frente sua casa. “E estou aqui, trabalhar com essa idade não me fez mal algum”, admite aos 57. Reis chegou com os pais de Fortaleza, CE, aos seis meses de idade, e tem mais cinco irmãos. “Cinco homens e uma mulher”. Segundo ele, acompanhou o crescimento da populosa região de São Paulo. Leia a entrevista “Estudei em colégio público (Grupo Engenheiro Alvares de Azevedo), depois fiz Eletrônica e Engenharia Elétrica”. Após concluir seus estudos especializou-se em Meio Ambiente pela Fundação Alvares Penteado, fazendo carreira desde auxiliar técnico na Eletropaulo. “Ainda trabalhei quatro anos na antiga Light”, disse referindo-se à empresa do Reino Unido, que supriu durante décadas a luz em São Paulo e Rio de Janeiro, onde ainda atua. Durante sua passagem pela Eletropaulo, foi presidente da Associação dos Engenheiros da empresa, onde 1.200 mil profissionais, a maioria com cargo de direção, recebiam informações sobre os interesses da comunidade. Sua carreira como funcionário público, passa ainda pela CETESB – onde permaneceu três anos. Em 2001, passou a ser chefe da Subprefeitura de São Miguel Paulista, onde permaneceu por duas gestões e mais uma como supervisor de Habitação no Itaim. Frase: “Eu quero a Mooca um brinco”. Leia mais  Obras no Tatuapé são largadas pela metade  Conservação de ruas do Jardim Anália Franco acontece após anos Depois de quase três meses de cobranças, calçada do João Borges está sendo...

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Depois de quase três meses de cobranças, calçada do João Borges está sendo consertada
maio22

Depois de quase três meses de cobranças, calçada do João Borges está sendo consertada

Desde o início deste ano, a calçada de um dos colégios mais tradicionais do bairro, a Escola Estadual Professor João Borges, estava precisando de consertos. A iniciativa foi tomada, assim como as obras que mostramos na Rua Emília Marengo e Praça General Costa Barreto. Porém, o conserto foi deixado de lado. Pedras, desnivelamentos, colocavam em risco os pedestres, bem em frente ao lugar onde eles devem aprender sobre cidadania e educação. Ontem (21), finalmente a calçada da escola estava sendo arrumada.     A falta de uma Subprefeitura específica para o Tatuapé e Jardim Anália Franco, leva a esses erros administrativos. É o que se pode concluir, já que as ruas do bairro, que é formado por um todo e tem delimitações próprias, foram subdividas por duas subprefeituras, como mostram as reportagens de hoje. Leia mais: Entrevista com o Subprefeito Evandro Reis Obras no Tatuapé são largadas pela metade Conservação de ruas do Jardim Anália Franco acontece após anos Estamos propondo a divulgação de um mapa que deixe claro a qual dessas duas subprefeituras, Mooca e Aricanduva/Formosa/Carrão, as ruas do bairro estão subordinadas, para que não haja mais o empurra-empurra, como acontece com a manutenção dos parques e tapa-buracos, por exemplo. Fomos informações hoje (22), pela subprefeitura Aricanduva que se o contribuinte quiser saber esse detalhe, sobre sua rua, deverá comparecer à Rua Atucuri, 699, Vila...

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Entrevista com o Subprefeito Evandro Reis
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Entrevista com o Subprefeito Evandro Reis

Entrevista com o subprefeito Mooca, engenheiro Evando Reis, 57, realizada ontem (21/05), por volta das 11h30 na sede da Subprefeitura Mooca, acompanhado pela assessora, a jornalista Deborah Amoroso Gonçalves. Alô Tatuapé – O senhor está filiado a algum partido político? Engº Evando Reis – Não sou neutro. Alô Tatuapé – Qual o motivo de tantas trocas de subprefeitos na Mooca? O senhor é o terceiro na gestão Haddad. Engº Evando Reis – Francisco Carlos Ricardo saiu em fevereiro, ficou um ano. Entrou Valter Antonio da Rocha, como interino durante alguns meses para que o prefeito avaliasse quem colocaria em seu lugar, até que eu assumi. Alô Tatuapé – A Subprefeitura Mooca tem parcerias com construtoras? Engº Evando Reis – Temos parcerias de cooperação com empresas. Sobre construtoras não tem conhecimento. Alô Tatuapé – O Tatuapé (incluindo o Jardim Anália Franco) não consta no www.planejasampa/metas, nova maneira de acessar as ações da prefeitura. Portanto, significa que não há metas para o bairro? Engº Evando Reis – Pode estar no plano macro das metas. (Mas não soube dizer se há alguma meta para o bairro. A assessora ficou de averiguar para responder em seguida). Alô Tatuapé – Está confirmada a Operação Catabagulho dia 24, no Tatuapé? Engº Evando Reis – Sim. São todas as ruas, por volta de 300. Alô Tatuapé – Qual sua posição quanto às construções desenfreadas que ocorrem há pelo menos 10 anos num ritmo frenético no Tatuapé e Jardim Anália Franco? Engº Evandro Reis – Não está na minha competência, tem regulamentação, leis, plano diretor e secretarias específicas. Alô Tatuapé – Construtoras atingem lençóis freáticos e a água limpa jorra pelo bairro a céu aberto. O quem a dizer? Engº Evando Reis – É uma questão a ser averiguada. Alô Tatuapé – Casas apresentam rachaduras durante as construções e os terrenos sofrem avariações. O que tem a dizer? Engº Evando Reis – As construtoras são obrigadas a reparar todos os danos, deve haver acordo com as partes prejudicadas. Se não honrarem o acordo, o cidadão deve procurar os órgãos competentes. Alô Tatuapé – Os parques C.E.E. Brigadeiro Eduardo Gomes (Ceebeg) e Pet estão degradados. O senhor pretende fazer algo a respeito? Engº Evando Reis – Preciso de um prazo para conversar com a SEME (Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação). Alô Tatuapé – A população e os frequentadores do Largo Nossa Senhora do Bom Parto, afirmam que é necessária a presença da GCM (Guarda Civil Metropolitana) e da PM para fazer rondas no local nas noites e madrugadas das sextas-feiras e sábados. O que o senhor pretende fazer? Engº Evando Reis – Vou conversar com o inspetor...

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Enquanto o CEU não chega, o C.E.E. Brigadeiro Eduardo Gomes cobre o sol com a peneira. Diretor tenta maquiar estado decadente em que se encontra o clube.

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abr27

Verticalização desenfreada e o fim da tradição do Tatuapé

Gerson Soares Que não se iludam os futuros moradores que sonham em morar no Tatuapé ou no Jardim Anália Franco. Devido ao excesso de construções de prédios e de carros que se acumulam o bairro não é mais esse que as construtoras e empresas imobiliárias estão vendendo. O fim do Tatuapé bucólico foi determinado pelo próprio crescimento imobiliário e de demanda. Um sufocou o outro. Num determinado espaço demarcado por meia dúzia de casas, onde os terrenos são enormes, mas os moradores somariam 10 ou 12 carros, os empreendimentos multiplicam esses números até 30 vezes, no mesmo espaço. Uma verticalização desenfreada e irracional, já que nesse ritmo os próprios moradores não conseguiram mais sair de casa com seus automóveis e isso já está acontecendo. É notório que nos condomínios do bairro existe trânsito na garagem. As vagas em prédios onde o padrão não permite mais do que uma vaga por apartamento, precisam ter um serviço de manobrista e isso é pago pelos condôminos, além do desconforto de pedir o carro cada vez que desejar sair de casa. Para algumas pessoas isso não é problema, mas denota que a quantidade de carros está desproporcional à capacidade para comportá-los. O bairro não possui mais o ar interiorano de outrora, muito menos o bucolismo, declarados pelos corretores. Os sites das empresas anunciam tranquilidade e vendem problemas que só são descobertos quando o comprador passa a sair e voltar para casa. Não estamos falando da qualidade dos empreendimentos, não é esse o foco. A questão é até quando o bairro será vendido como um lugar com qualidade de vida e tranquilidade, que não existe mais devido aos próprios empreendimentos que se instalam a cada mês, a cada ano, ininterruptamente. Num frenesi construtivo de fazer inveja ao resto da cidade e talvez ao país. A porção mais central do Tatuapé, além dos valorizados prédios de apartamentos, foi tomada em grande parte pelo comércio, bares e restaurantes que geram uma população flutuante totalmente alheia às tradições dos antigos que gradativamente vai se perdendo, inclusive a de cidade do interior que já acabou. Para dar uma ideia, num final de tarde qualquer, leva-se até 40 minutos para percorrer os oito quarteirões da Rua Emílio Mallet. Esse tempo pode ser estendido às Ruas Cantagalo até a Antonio de Barros, Azevedo Soares e Serra de Bragança, todas as adjacentes também estão congestionadas, quase o dia inteiro, pois os moradores que já conhecem o bairro tentam escapar do trânsito caótico através delas. Não há mais lugares para estacionar o volume de automóveis que circulam diariamente pelo bairro. Pode-se andar por toda a extensão da Rua Emílio Mallet sem encontrar...

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Tatuapé: Crescimento desordenado terá alto custo para a população
abr27

Tatuapé: Crescimento desordenado terá alto custo para a população

A cidade de São Paulo paga caro pelo mesmo erro, cometido há tempos, em nome do progresso. Gerson Soares São Paulo, Tatuapé – Nesta sexta-feira (25), conversamos com o vereador Antonio de Paiva Monteiro Filho, o Toninho Paiva (PR/SP). Na pauta, três assuntos principais: Subprefeitura do Tatuapé, Manutenção de Parques, Praças e Ruas do bairro e o crescente número de veículos da superpopulação trazida pelos inúmeros empreendimentos imobiliários. A cidade de São Paulo paga um alto preço pela falta de planejamento do passado e o bairro caminha para se tornar caótico.   Com 72 anos, vida agitada, atendendo ligações e dando ordens incessantemente, demonstrando sua boa saúde e disposição, Toninho Paiva nasceu no Tatuapé, mais exatamente na Rua Tuiuti, e conhece o bairro tão bem como os remanescentes de sua época. Jogou bola nos campos de terra e foi dirigente do XI Garotos – um time de futebol varzeano extinto, como tantos outros. A conversa com ele se deu justamente pelo seu conhecimento do bairro, além do que sua trajetória o levou à Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), onde ocupa o cargo de vereador em seu quinto mandato. Nossa conversa girou em torno do início das primeiras ações por um Tatuapé que aspirava melhorias e para tanto foi fundada a Sociedade Amigos do Tatuapé, em 1963. “A primeira sede ficava em frente ao número 930 da Rua Tuiuti”, lembrou-se. Hoje a entidade não tem tantas atribuições, mas continua fazendo um papel importante na prevenção da hipertensão e é da autoria do vereador a lei que trata do Dia do Hipertenso. Ao comentarmos sobre os antigos moradores, Paiva lembrou-se de um vereador do bairro, tão antigo quanto Alfredo Martins, que foi Corinto Balduíno. Seu nome está ligado ao Hospital do Tatuapé e a outras obras que beneficiam o bairro até hoje, assim como o próprio Alfredo, que permaneceu durante seis mandatos à frente da CMSP e deixou obras permanentes. Outro tatuapeense de primeira grandeza citado foi Carlos Pinto de Oliveira Sá. “A gente brigava muito, mas eu gostava dele”, falou o vereador. Não é para menos, Carlos era um expoente nas reivindicações pelo bem do bairro. “O Tatuapé é a minha vida”, disse um dia. Carlos está entre os que primeiro reivindicaram uma Administração Regional (nome antigo das atuais subprefeituras) para o Tatuapé. A conversa prosseguiu e as lembranças também, recordamos Paiva sobre a Bocha e seria impossível falar desse esporte sem citar José Ramos Pereira. Assim como, Ricardo Izar, quando se fala em política e benfeitorias para o bairro. Uma delas o Parque do Piqueri. E quando se pensa em plantas e árvores, atualmente se fala na Dengue....

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Torres de apartamentos no Tatuapé X Lei de contrapartida
abr27

Torres de apartamentos no Tatuapé X Lei de contrapartida

Gerson Soares Quando há um impacto urbanístico, os empreendedores precisam investir em melhoramentos locais, mas cada um dos empreendimentos que pesquisamos está se beneficiando de leis que limitam em 500 ou 600 vagas de estacionamentos os condomínios residenciais, por exemplo, antes de lhes cobrar as devidas contrapartidas. A Tecnisa, uma das empresas que investem no Tatuapé, constrói na Barra Funda um mega empreendimento e para obter a aprovação deverá fazer melhorias no sistema viário e quanto ao urbanismo devido ao impacto que causará na vizinhança. Assim como esta, outras empresas da construção estão investindo no Tatuapé, um bairro fabril até 50, 60 anos. Portanto, com enormes galpões e terrenos que antes só abrigavam máquinas e operários. Esses galpões, os que ainda restam, estão com os dias contados, como acaba de acontecer com a Morbin na esquina das ruas Azevedo Soares e Francisco Marengo. As instalações da empresa, agora irão abrigar famílias e um número crescente de automóveis. A Adolpho Lindenberg, com 59 anos de mercado, acaba de lançar o empreendimento Aristo no Tatuapé, na esquina da Rua Cantagalo com a Praça Nicola Antonio Camardo. A área era ocupada por um posto de gasolina e um desses galpões fabris. São 130 apartamentos e 210 vagas daqui há 34 meses. A própria Tecnisa constrói duas torres próximas à Av. Celso Garcia, com 200 vagas. Numa rápida pesquisa fizemos um cálculo para descobrir quantos automóveis deverão estar circulando pelo Tatuapé diariamente nos próximos anos apenas com alguns dos lançamentos em vigor ou de prédios em obras. Os números devem ser considerados como amostragem, pois a conta exata é muito maior, já que não levamos em consideração todos os empreendimentos em construção ou lançamentos. A Eztec constrói duas torres, 108 apartamentos, com 3 a 4 vagas, num total de 400 carros. Na Rua Ulisses Cruz, outra construtora, tem 270 unidades em construção com 2 vagas cada, 540 carros. Três edifícios em construção, um deles comercial com 255 unidades, a Gafisa trará para o Tatuapé e Jardim Anália Franco, aproximadamente 750 carros. Só os lançamentos da Construtora Hernandez em construção irão gerar 1.732 vagas de veículos entre prédios residenciais e comerciais. É a líder no número de automóveis desta amostragem, seguida pela Porte que com os lançamentos a serem construídos ou em obras trará 952 carros para seus empreendimentos residenciais e comerciais, sem contar os anunciados residenciais na Rua Itapeti e comerciais na Rua Vilela. A Balbás anuncia cinco construções em pré-lançamentos, às duas obras em andamento da empresa irão somar mais 312 carros para as vagas anunciadas. A Pontual, outra construtora lança um prédio com 6 vagas de garagem por apartamento, o que...

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Construções de prédios e a falta de planejamento
abr27

Construções de prédios e a falta de planejamento

Gerson Soares “Há um crescimento desordenado na cidade. Por isso a Câmara está terminando a elaboração do Plano Diretor que vai organizar muita coisa”, concorda o Vereador, ao citarmos a falta de infraestrutura existente no bairro para a construção de tantos prédios. “Alargar as ruas é complicado, caro e precisa fazer desapropriações”, respondeu ele quando o assunto é o trânsito no Tatuapé. Uma das alternativas viáveis para melhorar o trânsito, concordou Paiva, seria o nivelamento dos sarjetões que existem em abundância nos cruzamentos do bairro. Esta seria uma boa contribuição das construtoras que enchem os cofres com a grande demanda por moradias e a decantada qualidade de vida no Tatuapé. Quanto a contrapartida de retribuírem pela infraestrutura existente no bairro que lhes serve como garota propaganda, o setor de construção civil fica no limite do enquadramento nas leis, por exemplo, que englobam pontos cruciais aos grandes empreendimentos e obrigações com a cidade. A quantidade de vagas de estacionamento e o impacto como polos geradores de tráfego está entre elas. Há ainda os estudos de Impacto de Vizinhança (EIV) e Relatório de Impacto de Vizinhança (RIV) que devem ser avaliados. No Tatuapé as construções avançam num ritmo frenético, degradando ruas com a passagem de caminhões e máquinas pesadas. Há algum tempo mostramos a Rua Professor João de Oliveira Torres e a situação que se encontrava durante a construção de um empreendimento imobiliário. Imagina-se que o asfalto de ruas onde se constroem apartamentos de altíssimo padrão como esta devam melhorar, mas depois das obras concluídas continuam onduladas e esburacadas, como a Rua Maria Otília ou a Rua Marechal Barbacena, ambas conhecidas pelos moradores como tobogãs. O que se constata depois das obras terminadas ou durante elas são remendos muito mal acabados, como na Professor João de Oliveira Torres ou nunca realizados, Maria Otília. Numa rápida busca, as ofertas de apartamentos na primeira atingem valores que variam entre 1,5 a 8 milhões de reais. Esclarecemos que esta reportagem é de total responsabilidade do Alô Tatuapé e o vereador Toninho Paiva foi entrevistado para ouvirmos a opinião de uma autoridade municipal ligada diretamente ao bairro, já que o Subprefeito da Mooca ainda não marcou a audiência solicitada à sua assessoria. Ao contrário dele, Paiva prontamente nos atendeu e esclareceu algumas dúvidas. Para encerrar a entrevista sobre o crescimento desordenado, perguntamos ao vereador sobre a lei de contrapartida, se a construção civil está dando esse retorno ao Tatuapé e Jardim Anália Franco. “Para saber isso precisaria uma CPI sobre os empreendimentos”.   Saiba mais  Tatuapé: Crescimento desordenado terá alto custo para a população Subprefeitura do Tatuapé pode sair do papel Construções de prédios e...

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Subprefeitura do Tatuapé pode sair do papel
abr27

Subprefeitura do Tatuapé pode sair do papel

Gerson Soares “O Tatuapé mais do que nunca teria de ter sua subprefeitura. Meu projeto passou em todas as comissões e só precisa entrar em vigor”, relatou Toninho Paiva quando a entrevista tomou essa direção. O Projeto de Lei nº 01-0389 de sua autoria, tramita na CMSP desde 2004, tendo recebido pareceres favoráveis em todas as comissões. Porém, a morosidade, burocracia e as implicações legais, impediram até agora que o Tatuapé já tivesse a quem recorrer quanto a assuntos como manutenção de ruas, praças, avenidas, parques, documentações, dentre tantas outras necessidades. A Subprefeitura do bairro é uma reivindicação tão antiga que as subprefeituras ainda não haviam sido criadas quando a população pedia uma Administração Regional independente para o Tatuapé, devido aos cuidados que o bairro precisa ter conquanto seu crescimento se impunha e impõe-se dentre os maiores da cidade de São Paulo.   Saiba mais  Tatuapé: Crescimento desordenado terá alto custo para a população Subprefeitura do Tatuapé pode sair do papel Construções de prédios e a falta de planejamento Verticalização desenfreada e o fim da tradição do Tatuapé Torres de apartamentos no Tatuapé X Lei de contrapartida...

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abr20

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Emei Presidente Dutra reabrirá neste sábado
abr03

Emei Presidente Dutra reabrirá neste sábado

Pais, alunos, funcionários e autoridades comemoram reabertura da Emei Presidente Dutra no ‘Dia da Família na Escola’que tem 68 anos de funcionamento atendendo crianças de Educação Infantil. Está marcada para o próximo sábado (5) a solenidade em comemoração à reabertura da Emei Presidente Dutra, tradicional escola do bairro do Tatuapé, na zona Leste, por iniciativa do Vereador Toninho Paiva, colaborador do processo de restauração do prédio, localizado na Rua Santo Elias, 146. A escola que hoje atende 130 alunos (de 4 e 5 anos) de Educação Infantil I (antigo prezinho), em período integral, voltou a funcionar no dia 6 de janeiro após quase um ano de reforma e manutenção por conta das condições precárias do telhado, sob iminente risco de desabamento, do banheiro e outras necessidades. Durante o período de obra, os 124 alunos (à época) da escola foram atendidos pela Emef Jackson de Figueiredo, situada na Rua Itapura, 110, Vl. Luzitana, na mesma região. Já os cerca de 20 funcionários foram trabalhar em outras unidades da rede de ensino. O prédio da Emei, que atualmente se equipara a um dos CEUS da cidade, pela qualidade das atividades pedagógicas, também é um dos patrimônios históricos do Tatuapé, tombado pelo Conpresp em 1990, além de muito valorizada pela comunidade por seus valores educacional, cultural e histórico. Solenidade e festa com as crianças A solenidade seguida de uma grande festa será realizada no ‘Dia da Família na Escola’, data que já faz parte do calendário escolar com o objetivo de promover atividades e oficinas para os alunos, seus familiares e a comunidade. Além de pais, alunos, funcionários e do Vereador Toninho Paiva, o evento deve contar com a presença do Secretário Municipal de Educação, Cesar Callegari. Histórico A Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Presidente Dutra foi fundada no dia 25 janeiro de 1948, data do aniversário da Cidade de São Paulo, inicialmente com o nome de Parque Infantil 8. Sempre atendeu alunos de Educação Infantil, contudo, nos anos iniciais, a escola era conhecida por proporcionar aos jovens da região práticas esportivas como ginástica olímpica e natação, já que à época havia uma piscina para a prática do esporte e muitas crianças com problemas respiratórios eram tratadas através desta modalidade esportiva. Atualmente, os 16 professores e onze agentes escolares atendem a 130 alunos em período integral (das 8h às 16h) e desenvolvem vários projetos primando por uma educação de qualidade em um espaço amplo dividido por ambientes segmentados e um parque, além de abrigar um teatro com capacidade para 350 pessoas. O prédio de 2200 metros de área total construída possui características diferenciadas dos demais edifícios do entorno e foi tombado...

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CET no seu bairro – Tatuapé
abr02

CET no seu bairro – Tatuapé

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Eles voltaram… Os tatuzinhos, voltaram
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Ampliação de rodízio ainda é remota para o bairro
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Árvores frutíferas embelezam a Silvio Romero
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Poda de árvores atrapalha na Emília Marengo
fev25

Poda de árvores atrapalha na Emília Marengo

  A Rua Emília Marengo, na altura do número 1073, quarteirão ocupado atualmente pela GET3 (Gerência de Engenharia de Tráfego) da CET (Companhia Engenharia de Tráfego), teve a passagem de pedestres impedida de sábado (22) até hoje (24), por volta das 11h da manhã. O fato foi noticiado pelo Bom Dia São Paulo da Globo e chama atenção pela falta de rigidez da CET consigo mesma ou com a Eletropaulo, autora da poda das árvores deixadas na calçada, atrapalhando e colocando a vida de pedestres e motoristas em risco. Segundo informações da própria GET3, às 11h desta manhã, a Eletropaulo providenciava a retirada dos galhos podados deixados na calçada.     Até então, os pedestres tinham de fazer malabarismos para passar pelo local, Antes disso, nesta manhã, alguns cavaletes foram colocados a fim de protegê-los. Porém, essa medida atrapalhou o trânsito matinal da Rua Emília Marengo, afunilando parte da pista no sentido Centro. Medidas arriscadas e improvisos, precisam ser cada vez mais pensados no bairro, que recebe enorme fluxo de veículos todos os dias. Algumas delas têm causado polêmica quanto aos seus custos/benefícios. Se a CET tivesse multado a Eletropaulo e a si mesma, por atrapalharem o trânsito e os pedestres, bem em frente ao prédio do órgão que deve preservar as condições de tráfego nas vias da cidade, com o agravante de ser uma gerência, caberia recurso. Seria só enviar o formulário abaixo (trocando a palavra veículo por outra mais conveniente que representasse a falta cometida) através de carta, a todos os cidadãos que tiveram seus dias prejudicados, seguindo as recomendações do quadro...

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WiFi grátis na Sílvio Romero chega até final de abril
fev24

WiFi grátis na Sílvio Romero chega até final de abril

Publicado em 24 de fevereiro de 2014   A praça Sílvio Romero, no Tatuapé, em breve será mais um dos locais contemplados pelo WiFi Livre SP. Uma iniciativa da Prefeitura que iniciou o projeto no dia 24 de janeiro, inaugurando a primeira unidade do WiFi Livre no Pateo do Colégio, em comemoração aos 460 de São Paulo. “A ideia do WiFi Livre é trazer um público novo para ocupar os espaços públicos da cidade e, por meio da diversificação, mudar a cara de São Paulo”, enfatizou Fernando Haddad, durante a inauguração. “Isso deve alterar a maneira como o paulistano usa as praças”, completou. Serão 120 praças a receberem o WiFi livre até o final do primeiro semestre, divididas em quatro lotes entre as duas empresas vencedoras da licitação. A empresa encarregada da instalação na zona Leste da cidade é a WCS (Wireless Comm Services), e segundo as informação da Secretaria Municipal de Serviços a instalação na Praça Silvio Romero deve acontecer até o término do mês de abril. Ainda segundo a Secretaria, os usuários do sistema não precisam fazer cadastro prévio para utilizar a conexão que será de 512 kbs para download e upload. A fim de garantir o conforto do público, estudos vem sendo realizados junto ao Fundo do Mobiliário Urbano para a instalação de mobiliários, incentivando o cidadão a ocupar os espaços de forma acolhedora. Privacidade – Para garantir a privacidade dos usuários, a Coordenadoria de Conectividade e Convergência Digital (CCCD), coordenadora do programa ao lado da Prodam, está elaborando um documento, a partir de dados e informações coletados por meio de uma consulta pública, que garanta ao usuários do WiFi Livre navegarem sem ter seus dados coletados ou usados sem a devida autorização e conhecimento. Os únicos dados que serão coletados são os que dizem respeito ao controle da qualidade do serviço como velocidade de conexão, usuários simultâneos, consumo total de banda e pontos de...

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Política de transportes – Mobilidade urbana
fev20

Política de transportes – Mobilidade urbana

São Paulo, onde o delírio e a paixão de ser paulistano só são superados pelo caos dos horários de pico, no que diz respeito à mobilidade urbana da maior cidade da América Latina. Tatuapé, localizado na zona Leste de São Paulo, é um dos bairros de maior fluxo populacional da cidade, cercado de uma das maiores infraestruturas urbanísticas da grande metrópole. Radial Leste, Estação Tatuapé, 6h30 da manhã. Até às 8h, a tensão é grande no local, que recebe o fluxo das dezenas de milhares de passageiros das linhas de ônibus, metrô e trens. Com a retirada de algumas linhas de ônibus que percorriam a zona Leste, a situação que já é caótica se torna cada vez mais insustentável. Devido também ao incessante crescimento populacional, o fluxo de pessoas que utilizam os transportes coletivos só tende a aumentar na região. Moradores, são unânimes em afirmar que a situação piorou no Tatuapé, seja com faixa exclusiva ou não. O que eles apontam é a dificuldade de entrar nos coletivos. A estação Tatuapé do Metrô, ocupa o topo da lista de acessos impossíveis nos horários de pico e os ônibus vêm logo em seguida, ao lado dos trens. Apesar disso, muitos passageiros ainda preferem tentar a sorte nos ônibus que chegam menos lotados, como constatamos hoje, fato que não ocorre todos os dias. A lotação decai ao longo do período entre o início da manhã até às 8h, mas até chegar nisso, haja paciência. Parte da dificuldade em acessar os coletivos, decorre do fato de que muitos passageiros insistem em permanecer próximos às portas, havendo espaços no interior dos ônibus. Apesar de que devemos levar em conta, que esse espaço é relativo ao já conhecido sistema lata de sardinhas, ou seja, mínimo ou quase nenhum. Mas também foram vistos vários coletivos sem lotação excessiva, ainda sob a visão de que lotação por aqui, é quando simplesmente não há lugar para mexer o pé do lugar. Assim, os passageiros imaginam que será difícil descer e se acumulam, dificultando o embarque. A demora dos ônibus que param na Estação do Tatuapé irrita os passageiros que vêm de áreas mais periféricas da zona Leste. “Ontem (19) eu demorei 35 minutos para conseguir entrar no ônibus, hoje foram 15 minutos”, comparou uma usuária do sistema. O Tatuapé recebe um grande fluxo de usuários das linhas do Metrô, CPTU e ônibus. Apesar das reclamações de quem já está acomodado nos coletivos quanto à demora, a situação dos que precisam embarcar nos coletivos é ainda pior. Paula, que tentava embarcar num dos ônibus e não conseguiu, nos conta que já chegou a esperar 40 minutos no ponto...

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Trânsito: Fechando cruzamentos
fev10

Trânsito: Fechando cruzamentos

Publicado em 10 de fevereiro de 2014   O trânsito no Tatuapé piora bastante com a volta às aulas. Seria oportuno contar com a ajuda dos órgãos responsáveis, para propagarem campanhas inteligentes e esclarecedoras, como os horários em que as faixas exclusivas de ônibus podem ser utilizadas por qualquer veículo, pois apesar das placas ainda existe confusão entre os motoristas devido ao excesso ou a falta de sinalização. Outra campanha importante seria quanto ao fechamento dos cruzamentos, onde não há semáforo, implantando placas de advertência e divulgação. Este é o caso do Tatuapé. Existem inúmeros cruzamentos, com e sem semáforos, onde o trânsito para devido a falta de preparo dos condutores. As campanhas precisam levar à conscientização os motoristas quanto ao respeito pelos direitos individuais, há muito esquecidos quando se trata dos bons costumes. Citamos alguns exemplos indicados por especialistas e motoristas experientes: – Use de gentileza para com o outro motorista, você também receberá; – Não buzine, use a buzina apenas para situações de emergência; – Não feche os cruzamentos em hipótese alguma; – Não fazer provocações desnecessárias, como fechar o caminho do outro quando este precisa fazer uma manobra, entrar numa via ou utilizar um acesso; – Olhe para a sua frente e tente enxergar adiante, muitas vezes perceberá um semáforo no vermelho ou o trânsito parado, portanto não adiantará acelerar demais, use o bom senso....

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Trânsito: Faixas exclusivas
fev10

Trânsito: Faixas exclusivas

Vídeo faixas exclusivas de ônibus – Av. Regente Feijó Estamos em contato com a CET para mostrar as dificuldades dos motoristas nos trechos de faixas exclusivas de ônibus, onde em espaços curtíssimos eles devem fazer manobras arriscadas para se livrar das multas e principalmente assegurar-se de que não serão abalroados. Leia mais:...

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Trânsito no Tatuapé: Pergunte à CET
fev07
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WiFi grátis na Praça Sílvio Romero
fev04
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Vila Paris F. C. completa 88 anos
nov26

Vila Paris F. C. completa 88 anos

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Direto do Gabinete
out10

Direto do Gabinete

Quinta-feira, 10 de outubro de 2013 Nesta tarde de quinta-feira (10), conversamos com o Vereador Toninho Paiva, que em pouco mais de dez minutos traçou um ligeiro panorama sobre alguns assuntos relevantes. SUBPREFEITURA DO TATUAPÉ Não há novidades, segundo ele, no que diz respeito à criação de uma Subprefeitura para o Tatuapé. Tão almejada há quase duas décadas por líderes do bairro, como Carlos Pinto de Oliveira Sá e Antonio Giaquinto, estes já faleceram sem ver seu sonho realizado e parece que a situação não muda tão cedo. BURACOS (1) O Vereador criticou a situação das vias públicas, que julga ter piorado em um ano, assim como as praças de forma geral. “O que eu vejo é uma situação de abandono”. BURACOS (2) Alô Tatuapé chegou a fazer uma série de reportagens sobre o assunto, intituladas “A volta dos Tatus”, numa brincadeira com os pequenos animais que dão nome ao bairro, principalmente por terem sido abundantes na região. O trocadilho é alusivo ao fato de os tatus construírem tocas ou buracos e como a situação requeria providências rápidas naquele momento resolvemos criticar com bom humor. COSTELA DE BÚFALO Ainda sobre o assunto, deixamos para o Vereador a seguinte dica: Rua Azevedo Soares, altura da E. E. Ascendino Reis. Nesse local existe um costela de vaca (ou búfalo? como disse brincando o Vereador); a altura da deformidade no asfalto chega a assustar os motoristas, que para desviar precisam andar na contra mão, a fim de evitarem a colisão com o assoalho dos veículos ou coisa pior. HOSPITAL MUNICIPAL DO TATUAPÉ Quando se fala na história recente da instituição, devemos lembrar do médico Plínio Bertocco e a condução dos trabalhos que exerceu junto aos residentes, também em outras áreas do hospital, chegando ao cargo de diretor. Remontando a esse nome de alta estima entre os médicos, Toninho Paiva o citou, antes de concluir: “Acabei de vir da Secretaria da Saúde e a situação é difícil. A saúde está encolhendo ao invés de aumentar. Mas o Hospital do Tatuapé ainda é um dos que melhor atende a população comparado, por exemplo, com o da Cidade Tiradentes; faz operações de risco, profissionais que atendem no Einstein e outros hospitais de ponta trabalham lá”, disse. “Só não faz transplantes”, completou. AUMENTO DO IPTU Sobre o indigesto aumento do IPTU desejado pela Prefeitura de São Paulo para 2014: “Sobre esse percentual eu já falei que não voto”, revelou. O aumento pleiteado pode chegar até 26% em média para os imóveis de maior valor, ficando na casa dos 18% para as residências. “Esse valores podem atingir bairros como o Tatuapé”, diz. O aumento deverá ser votado até...

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Padre Adelino, 10 anos depois
out08

Padre Adelino, 10 anos depois

Publicado em 08 de outubro de 2013 Complexo Viário Padre Adelino, como surgiu, desde o nome até a concretização do projeto 10 anos depois. Obra melhorou o trânsito no Tatuapé, se tornou uma alternativa viável para os motoristas e findou o caos numa das áreas mais valorizadas da cidade, que até então só amargava o tempo perdido no trânsito e as multas dos marronzinhos. Atualmente, apenas nos horários de pico, o trânsito fica bastante pesado desde o início da ponte até o final da Rua Padre Adelino na esquina com a Praça Sílvio Romero, mas diversos fatores devem ser levados em conta. O mais importante deles é o aumento populacional no bairro, muito diferente de 12 anos atrás, quando Alô Tatuapé fez a primeira reportagem mostrando a necessidade da obra, as multas aplicadas pelos marronzinhos nas esquinas da Av. Salim Farah Maluf e Rua Padre Adelino e a cobrança junto às autoridades municipais, até que o desejo popular se concretizasse. Para quem mora há mais de 20 anos no bairro, não é difícil imaginar como estaria a situação no local sem a realização da obra, inaugurada em 28 de Agosto de 2011. O motivo para que toda essa movimentação tivesse início foi uma reclamação enviada a redação da revista Alô Tatuapé, que sensibilizou-se com a carta de um leitor e iniciou uma série intensa de pesquisas e reportagens que duraram 18 meses, a fim de mostrar que sem um Complexo Viário, dentro de poucos anos o caos existente se tornaria um alívio comparado ao que poderia acontecer. É justo que se diga, que houve uma antiga proposta pela construção de um viaduto ou reformulação do atual Pires do Rio, anterior à data que Alô Tatuapé iniciou a série de reportagens, cobrando das autoridades a vontade da população, após pesquisas com milhares de motoristas, em Março de 2001. Porém, essa proposta jamais foi levada a cabo. Seus detalhes jamais chegaram ao conhecimento da redação nestes anos todos; certo é que existiam interesses comerciais e políticos que impediram seu andamento. Ao contrário disso, a revista Alô Tatuapé apoiada no trabalho de campo, divulgou e cobrou para que houvesse realmente efetividade na execução da obra – que nomeou pela primeira vez de Complexo Viário Padre Adelino. A revista foi desacreditada e até criticada pela sua quixotesca ambição, mas isso não foi capaz de nos fazer desistir. Visando o lado positivo dessa obra, revela-se o quanto foi necessária e facilitou a vida dos moradores. Para se ter uma ideia, atingir o lado Belenzinho da Rua Padre Adelino, através do cruzamento com a Salim Maluf em horários de pico podia levar até 30 minutos,...

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Complexo Viário Padre Adelino, origem
out08

Complexo Viário Padre Adelino, origem

SAIBA COMO TUDO COMEÇOU 10 ANOS ATRÁS | CRONOLOGIA DAS REPORTAGENS MARÇO 2001 Carta selada do leitor José P. (guardamos sigilo do sobrenome), move nossa redação a apurar a situação do trânsito na Rua Padre Adelino onde, segundo ele, a indústria de multas proliferava e o caos era geral. Ele pedia dois viadutos: um no cruzamento da Padre Adelino e outro na continuação da avenida Vereador Abel Ferreira, ambos para cruzar a Av. Salim Farah Maluf. Os congestionamentos para travessia da Padre Adelino com a Maluf chegavam até a Praça Sílvio Romero. O estímulo gerou diversas imagens, a capa nº 46 da revista, reportagem mostrando a necessidade de uma obra viária de grande vulto na Padre Adelino e a verificação da famosa atuação dos marronzinhos que com a confusão de conversões ali multavam sem dó. ABRIL 2001 Surge pela primeira vez o nome pelo qual seria conhecida a obra pleiteada pela população: Complexo Viário Padre Adelino, foi como Alô Tatuapé chamou o projeto que viria se transformar no alívio hoje proporcionado ao trânsito local. A necessidade da obra é levada ao então chefe de gabinete do Secretário de Infraestrutura Urbana, Roberto Bortolotto que disse: “Daqui a um mês nós começaremos a analisar o orçamento do próximo ano e até aproximadamente setembro tudo estará decidido. Nesse período deve ser enviado um projeto para vermos sua viabilidade”, afirmou sobre a obra em questão. A revista publica uma fotomontagem com desenho da ponte sobre a Av. Salim Farah Maluf para mostrar a viabilidade do projeto, que teria pequeno impacto nas desapropriações, já que a maior parte dos locais das obras pertenciam ao município. MAIO 2001 Alô Tatuapé promove pesquisa de campo com mais de 1.200 perguntas aos motoristas de ambos os lados da Padre Adelino, ruas Serra da Bocaina, Uriel Gaspar e Praça Sílvio Romero. A realização da obra teve 99% de aprovação por parte deles. A vivência no local nos levou a descobrir também que os limpadores de vidros de carros faturavam em média 10 reais por dia; os vendedores de água e refrigerantes 60 reais por dia. Oportunistas, vinham das periferias para faturar nos congestionamentos ininterruptos do local e disputavam entre si as melhores posições para ganhar algum dinheiro. JUNHO/2001 Alô Tatuapé elabora um anteprojeto conforme sugeriu Roberto Bortolotto e o entrega a Vereadores ligados ao bairro para que dessem andamento ao processo na Câmara Municipal de São Paulo, a fim de que o projeto do complexo viário entrasse no orçamento municipal de 2002. JULHO 2001 As reportagens da revista e o anteprojeto chegam às mãos do secretário de Infraestrutura Urbana, Walter Rasmussen, através de reunião marcada pela vereadora Myryam...

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Complexo Viário Padre Adelino melhora o trânsito no Tatuapé
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Complexo Viário Padre Adelino melhora o trânsito no Tatuapé

Publicado em 08 de outubro de 2013   LEIA A ÍNTEGRA DA REPORTAGEM PUBLICADA NA EDIÇÃO Nº 159 | OUTUBRO DE 2011 DA REVISTA ALÔ TATUAPÉ, LOGO APÓS A ENTREGA DA PONTE ESTAIADA DOM LUCIANO MENDES DE ALMEIDA Finda o caos numa das áreas mais valorizadas da cidade, que até então só amargava o tempo perdido no trânsito e as multas dos marronzinhos. A travessia da Avenida Salim Farah Maluf, através da Rua Padre Adelino foi finalmente facilitada por uma obra que até embeleza e valoriza o seu entorno. A memória de muitas famílias reside vizinha, agora mais tranquila, no Cemitério da 4ª Parada. Até a inauguração do Complexo Viário Padre Adelino, para atingir o outro lado da avenida, o motorista tinha de fazer peripécias por ruas transversais indo até a Água Rasa, à Avenida Celso Garcia retornando pela Rua Restinga ou enfrentar uma fila imensa de veículos, que muitas vezes chegou até a Praça Sílvio Romero de um lado e Avenida Álvaro Ramos de outro. Uma confusão de carros, caminhões, acidentes e farta matéria-prima para a indústria de multas. Todos esses fatos e a cobrança por providências foram relatadas sequencial e ininterruptamente por Alô Tatuapé durante os meses de Março de 2001 (edição nº 46) a Dezembro de 2002 (edição nº 67), sempre publicando respostas das autoridades aos questionamentos, quanto à possibilidade do projeto e a participação dos moradores no assunto. Leia toda a cronologia das reportagens em Complexo Viário Padre Adelino, origem ou CVPA Após a publicação da reportagem em março de 2001 (Trânsito amarrado e sufoco na Padre Adelino, cuja capa mostrou o caos instalado no local e a volúpia pelas multas), no mês de abril daquele ano a revista encomendou um desenho em perspectiva à Associação Leste dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura da Cidade de São Paulo (ALEASP), no que dizia respeito à implantação de um viaduto com alças de acesso. A esse desenho foram feitas algumas modificações com recursos de computação gráfica e conseguimos adaptá-lo sobre uma foto do local, feita a partir do ponto mais alto do SESC Belenzinho (ainda em reforma e implantação), demonstrando graficamente a ideia de como seria essa obra que viabilizaria a melhora do trânsito no local, tão almejada pela população. Esse desenho foi publicado na edição nº 47 (Abril/2001), como fotomontagem e lembramos na época a lógica necessidade das aprovações por parte do CET e da Prefeitura, já que a ideia era apenas chamar a atenção para a viabilidade do projeto, ao qual denominamos pela primeira vez de Complexo Viário Padre Adelino, sendo essa a melhor forma para titularmos a reportagem daquele mês determinando a evidente complexidade...

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Muda Brasil no Tatuapé
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Muda Brasil no Tatuapé

Às 16h30 do dia 21/06, a reportagem do Alô Tatuapé seguiu a pé pela Rua Cantagalo e depois pela Rua Serra de Bragança, desde a confluência com a Rua Mont Serrat. A situação era de calma e tranquilidade, com poucos veículos transitando – situação totamente adversa do que se vê numa sexta-feira nesse horário do agitado bairro do Tatuapé. Caminhando, constatamos que o assunto nas ruas era a manifestação programada para aquela tarde na Praça Silvio Romero. Nas conversas, notamos os semblantes carrancudos, com a situação do país. Ao atingirmos a Rua Coelho Lisboa, já na Silvio Romero, acompanhamos a chegada da faixa que já parava o trânsito (foto) e a seguimos até o encontro com algumas dezenas de pessoas que já estavam na famosa praça. Assim que chegou, os manifestantes se aglutinaram ao lado dos outros que carregavam o emblemático protesto contra a PEC37, que tira o poder do Ministério Público, que com coragem vem colocando os políticos no banco dos réus. Em pouquíssimo tempo, mais e mais pessoas se juntavam ao encontro marcado para as 17h. Logo, milhares estavam gritando palavras de ordem, trazendo cartazes de todos os matizes. Inclusive um que dizia: “Fora Dilma”. “Saude, educação e trabalho”, cantavam em coro. Para os manifestantes, a Copa é carta fora do baralho. E assim eles se manifestaram pacificamente, pedindo: “Sem vandalismo, sem vandalismo”, que realmente não houve. “Da minha geração não tem mais ninguém”, nos disse um simpático senhor ao lado do amigo (foto). Talvez, em seu coração e no espírito, estivesse a vontade e o clamor de ver um Brasil melhor e mais justo que através dos seus longos anos não pode ver; juntando-se aos jovens, representou sua geração com a esperança renovada. Dias depois de acompanharmos esse movimento, por motivos técnicos no servidor nosso site saiu do ar e não pudemos concluir as reportagens. Mas por motivo histórico faremos as publicações agora. Depois das manifestações acirradas contra a indecente proposta da PEC37, para a qual o Brasil disse não, ela foi retirada da pauta de votação. Várias reivindicações foram contornadamente atendidas, mas com certeza o governo federal ouviu as vozes nas...

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Trânsito para com cruzamentos fechados
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Trânsito para com cruzamentos fechados

Publicado em 30 de setembro de 2013 Se o bom senso predominar, todos ganharão Há muito que o trânsito tirou a decantada tranquilidade do Tatuapé devido ao fluxo de automóveis, gerado pelo aumento de residências (veja o gráfico abaixo) e moradores com alto poder aquisitivo. Essa tranquilidade existe, mas o que há 15 anos ainda podia ser presenciado em relação ao antigo bucolismo predominante no bairro está quase completamente extinto. São poucos os dias e horas em que as ruas estão tranquilas. Nem mesmo as madrugadas escapam ao trânsito e ao barulho. As necessidades da nova sociedade que se delineia expandindo-se em todas as direções, criam também novas costumes aos quais nem todos se adaptam e então surgem os conflitos. O agravamento do trânsito e suas consequências podem ser sentidos no nervosismo e na ansiedade dos motoristas nos horários de pico na parte da manhã e a tarde, mas também no horário de saída das escolas. O transporte de alunos influencia tanto nessa demanda, que nos períodos de férias escolares a diminuição circulação de automóveis é facilmente detectada, não só no Tatuapé, mas nas principais vias da cidade. Além desse fator, ainda há de se pesar toda a logística que envolve a manutenção da infraestrutura do bairro propriamente, criada através de Shoppings, Faculdades, Comércio, Prestação de Serviços e das próprias escolas.     Essas situações já fazem parte do cotidiano do Tatuapé e dificilmente serão alteradas de modo a se obter a velha tranquilidade de outrora, isso ficou no passado e só podemos observar a decantada paz interiorana através de lembranças e memórias. Mas existem situações onde pequenas atitudes poderiam aliviar bastante a tensão causada aos motoristas nas principais vias do bairro, por exemplo. O bom senso de não fechar os cruzamentos é uma atitude educada e de respeito àquele que pode ser seu amigo ou vizinho. Essa atitude pouparia desavenças e constrangimentos como as discussões que ocorrem entre motoristas, xingamentos e buzinaços. Além disso, um amigo não teria de olhar para outro e ver que ele está interrompendo sua passagem num cruzamento ou dificultando seu livre acesso por qualquer motivo, pois apesar de o Tatuapé ter crescido tanto, a permanência das famílias mais antigas e muitas que aqui chegaram no início do boom imobiliário, se reconhecem e acabam se cruzando a todo momento. É possível mudar, mudando a atitude....

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