São Paulo pode servir de modelo para soluções em cidades inteligentes, vídeo
jul30

São Paulo pode servir de modelo para soluções em cidades inteligentes, vídeo

Visualizar cidades na forma de dados e pensar no uso da Ciência da Computação em iniciativas para melhorar a qualidade de vida nos centros urbanos. Isso é parte do que 150 estudantes de pós-graduação de diversas partes do mundo estão fazendo até o dia 4 de agosto na Escola São Paulo de Ciência Avançada em Cidades Inteligentes, organizada pelo Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo...

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Grande SP precisa controlar a emissão dos veículos a diesel
jun20

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Os números continuam alarmantes. Mas o fato é que, mesmo que esteja longe de ser boa, a qualidade do ar na Grande São Paulo melhorou nos últimos 30 anos graças, principalmente, ao controle de emissões. Foi o que constatou a revisão da qualidade do ar na megalópole de São Paulo, publicada na revista Atmospheric Environment.

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Pesquisadores da USP buscam respostas para a mobilidade urbana em São Paulo
dez09

Pesquisadores da USP buscam respostas para a mobilidade urbana em São Paulo

A mobilidade urbana tornou-se um tema urgente e polêmico, que centralizou debates recentes na cidade de São Paulo. Com uma frota veicular que ultrapassou a marca de 8 milhões em 2015, a capital paulista encontra-se próxima do limite de um modelo de mobilidade centrado no transporte sobre pneus.

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São Paulo mais verde
jun22

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Pesquisador do IPT discutirá arborização urbana na 15ª Conferência Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas. Conversamos nesta quarta-feira com o biólogo Sérgio Brazolin, conferencista que nos explicou a importância das árvores na qualidade de vida, na saúde e valorização das áreas onde são cultivadas, assim como a beleza que proporcionam.

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Pesquisa sobre conforto ambiental em favela brasileira ganha prêmio internacional
jun08

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Um trabalho de mestrado realizado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP), com estágio na Architectural Association Graduate School, em Londres, Reino Unido, ficou em primeiro lugar na LafargeHolcim Forum Student Poster Competition, realizada em abril, nos Estados Unidos, por desenvolver estratégias que podem melhorar o conforto ambiental em edificações e espaços públicos da favela de Paraisópolis, em São Paulo...

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História e relevância das regiões metropolitanas no Brasil são destaque no PNUD
nov30

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“Um olhar sobre as Regiões Metropolitanas no Brasil” recupera o debate sobre as dificuldades e os desafios de gestão nos municípios e fomenta a necessidade do envolvimento da população com o tema. Lançamento de reportagem aconteceu durante o Prêmio Atlas Brasil.

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Os novos arranjos da metrópole
mar04

Os novos arranjos da metrópole

Quarta-feira, 4 de março de 2015, às 17h17 Por Márcio Ferrari Revista Pesquisa FAPESP – Alguma coisa aconteceu neste século nos padrões de segregação residencial da Região Metropolitana de São Paulo, que não era prevista no fim do século passado. A metrópole continua intensamente segregada, mas não seguiu a tendência esperada de polarização de espaços e estrutura social. Se cresceu a exclusividade das áreas habitadas pelas elites, o restante da cidade experimentou um processo de alteração que a tornou mais heterogênea. “A hipótese da polarização social contínua, expressa em metáforas famosas como ‘cidade partida’, não se provou em São Paulo”, diz Eduardo Marques, professor do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) e pesquisador do Centro de Estudos da Metrópole (CEM), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP. “A dinâmica da estrutura social realmente apontou para a polarização ocupacional nos anos 1990, mas isso foi plenamente revertido nos anos 2000. Em relação ao que se previa, a metrópole mudou menos e de modo diferente.” O quadro que se desenha confirma um diagnóstico surgido nos anos 1990 sobre as grandes tendências urbanas relacionadas às transformações do capitalismo ocorridas desde a década de 1970, como a formação de um grupo social de super-ricos e a criação de bolhas imobiliárias que abrigariam núcleos de comandos dos negócios. No entanto, os efeitos da desindustrialização iniciada no período – que seriam o esvaziamento de atividades intermediárias na escala produtiva, em particular a fordista (modelo de produção industrial em massa) – não se verificam totalmente no estudo das mudanças ocorridas nas últimas décadas em São Paulo. A presença relativa da indústria se reduziu em favor de comércio e serviços – setor que gerou 800 mil postos de trabalho na década de 2000 na Grande São Paulo –, mas não por esvaziamento da atividade, como em outros países, e sim porque o setor se deslocou para outras regiões, como as macrometrópoles de Campinas e São José dos Campos. Além disso, a atividade fordista se insere ainda como a classe mais numerosa (trabalhadores manuais qualificados) da metrópole no Censo de 2010, embora “em queda associada ao crescimento dos profissionais e das camadas médias”. O impacto no mapa da segregação social é importante: as classes que mais cresceram proporcionalmente tenderam a se desconcentrar na primeira década deste século, enquanto as que apresentaram redução (a dos mais ricos) aumentaram sua exclusividade. Marques chegou a essas conclusões por meio de um estudo que se utilizou de dados dos censos de 1991, 2000 e 2011. Um artigo sobre o assunto, intitulado Estrutura social e segregação...

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