Eleições presidenciais: Temer admite apoio a Alckmin em aliança centro política


Domingo, 6 de maio de 2018 às 13h29


O presidente Michel Temer (MDB) admite abrir mão de sua candidatura e ensaia apoio a Alckmin (PSDB), enquanto seu partido lança pré-candidatura de Skaf.

Gerson Soares

Temer diz que “ser negro ou ser pobre” não é condição para candidatar-se ou vencer a eleição presidencial, referindo-se a Joaquim Barbosa. Em entrevista ao programa Poder em Foco do SBT, que vai ao ar neste domingo à meia-noite, disse que também foi pobre e andava “6 km para ir e voltar da escola” quando pequeno. Especula-se que possa abrir mão de sua candidatura por uma aliança de Centro.

 

Presidente Michel Temer com Henrique Meirelles ("inseparáveis" até agora) e o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin: Emedebista admite abrir mão de sua candidatura para uma coligação de Centro. Foto: Alan Santos/ PR)

 

O presidente brasileiro Michel Temer, pré-candidato pelo MDB à reeleição, também deixou claro - admitindo-se que clareza em política é algo muito duvidoso - que o principal nome que encabeçaria uma aliança de Centro, seria o candidato do PSDB, o ex-governador Geraldo Alckmin.

De acordo com pesquisa do Ibope Inteligência, realizada entre os dias 20 e 23 de abril no Estado de São Paulo e divulgada no dia 25, Temer chega a 2% das intenções de voto quando o cenário não traz Lula, e seu maior aliado, “em qualquer situação inseparáveis”, o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, vai a 1%.

Num cenário onde Lula aparece, Temer fica com 1% e Meirelles com 0% das intenções de voto. Mas em matéria de influência e trânsito entre os parlamentares do Congresso e diversos partidos, sem dúvida o presidente ocupa posição de destaque. Mesmo com baixíssimos índices de popularidade, seu nome ainda é capaz de aglutinar forças políticas que levaram Alckmin a buscar seu apoio - apesar de não admitirem isso publicamente.

De acordo com o Ibope, a corrida presidencial (veja os quadros abaixo) destaca entre os primeiros colocados Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro, Marina Silva e Joaquim Barbosa. Quando admite-se a presença de Lula, o ex-presidente ainda ocupa a primeira colocação. Sem ele, Alckmin pula para o primeiro lugar seguido de Bolsonaro, ambos se equiparam.

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O ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, que filiou-se ao PSB na última sexta-feira (6). Foto: Emília Silberstein/UnB / PSB

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