Entrevista com o Subprefeito Evandro Reis

Entrevista com o subprefeito Mooca, engenheiro Evando Reis, 57, realizada ontem (21/05), por volta das 11h30 na sede da Subprefeitura Mooca, acompanhado pela assessora, a jornalista Deborah Amoroso Gonçalves.

Aires: Respostas objetivas e ligações imediatas, durante a entrevista, para resolver problemas apontados. Perguntas sem respostas e averiguações são aguardadas.

Aires: Respostas objetivas e ligações imediatas, durante a entrevista, para resolver problemas apontados. Perguntas sem respostas e averiguações são aguardadas. Foto: Divulgação/Subprefeitura Mooca

Alô Tatuapé – O senhor está filiado a algum partido político?
Engº Evando Reis – Não sou neutro.

Alô Tatuapé – Qual o motivo de tantas trocas de subprefeitos na Mooca? O senhor é o terceiro na gestão Haddad.
Engº Evando Reis – Francisco Carlos Ricardo saiu em fevereiro, ficou um ano. Entrou Valter Antonio da Rocha, como interino durante alguns meses para que o prefeito avaliasse quem colocaria em seu lugar, até que eu assumi.

Alô Tatuapé – A Subprefeitura Mooca tem parcerias com construtoras?
Engº Evando Reis – Temos parcerias de cooperação com empresas. Sobre construtoras não tem conhecimento.

Alô Tatuapé – O Tatuapé (incluindo o Jardim Anália Franco) não consta no www.planejasampa/metas, nova maneira de acessar as ações da prefeitura. Portanto, significa que não há metas para o bairro?
Engº Evando Reis – Pode estar no plano macro das metas. (Mas não soube dizer se há alguma meta para o bairro. A assessora ficou de averiguar para responder em seguida).

Alô Tatuapé – Está confirmada a Operação Catabagulho dia 24, no Tatuapé?
Engº Evando Reis – Sim. São todas as ruas, por volta de 300.

Alô Tatuapé – Qual sua posição quanto às construções desenfreadas que ocorrem há pelo menos 10 anos num ritmo frenético no Tatuapé e Jardim Anália Franco?
Engº Evandro Reis – Não está na minha competência, tem regulamentação, leis, plano diretor e secretarias específicas.

Alô Tatuapé – Construtoras atingem lençóis freáticos e a água limpa jorra pelo bairro a céu aberto. O quem a dizer?
Engº Evando Reis – É uma questão a ser averiguada.

Alô Tatuapé – Casas apresentam rachaduras durante as construções e os terrenos sofrem avariações. O que tem a dizer?
Engº Evando Reis – As construtoras são obrigadas a reparar todos os danos, deve haver acordo com as partes prejudicadas. Se não honrarem o acordo, o cidadão deve procurar os órgãos competentes.

Alô Tatuapé – Os parques C.E.E. Brigadeiro Eduardo Gomes (Ceebeg) e Pet estão degradados. O senhor pretende fazer algo a respeito?
Engº Evando Reis – Preciso de um prazo para conversar com a SEME (Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação).

Alô Tatuapé – A população e os frequentadores do Largo Nossa Senhora do Bom Parto, afirmam que é necessária a presença da GCM (Guarda Civil Metropolitana) e da PM para fazer rondas no local nas noites e madrugadas das sextas-feiras e sábados. O que o senhor pretende fazer?
Engº Evando Reis – Vou conversar com o inspetor da GCM e posso encaminhar pedido para a PM.

Esclarecemos que segundo as subprefeituras Ceebeg e Pet estão sob a jurisdição da SEME, por isso não podem interferir na manutenção. A SEME diz que quando precisa pede às subprefeituras para fazer serviços de podas, cortes no mato, etc. Resumindo: Até agora ninguém explica quem deve cuidar dos parques, que na verdade nestes dois casos, são reconhecidos como clubes. Estamos aguardando as respostas que faltaram e as investigações à respeito do lençol freático.

 

G.S.S.
alotatuape

Autor: alotatuape

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