Hidratação é a principal aliada no combate às pedras nos rins


Terça-feira, 2 de junho de 2015, às 11h33


Cálculo renal, popularmente conhecido como pedra no rim, é uma calcificação anormal que se forma no interior das vias urinárias, em consequência de uma combinação de aspectos hereditários e do metabolismo. Aspectos como a alimentação inadequada e algumas atividades ocupacionais também contribuem para o quadro.

 

No início da doença não há sintomas, por isso sempre é importante prevenir com exames periódicos. Consulte seu médico. Foto ilustrativa

No início da doença não há sintomas, por isso sempre é importante prevenir com exames periódicos. Consulte seu médico. Foto ilustrativa

 

Segundo o dr. Fernando Korkes, suplente delegado da Sociedade Brasileira de Urologia - Seccional São Paulo (SBU-SP), essa irregularidade ocorre no momento em que a urina passa a concentrar mais substâncias como cálcio, oxalato e ácido úrico, podendo se aglutinar e originar os cálculos. Os fatores de risco abrangem questões genéticas, dietas ricas em proteínas e sódio, pessoas obesas e homens com mais de 40 anos.

No início, o paciente não apresenta sintomas. Ao se movimentarem dentro do rim, a pessoa sentirá dores intensas na região abdominal e ao urinar. “Frequentemente, pode apresentar urina com sangue, de coloração anormal”, alerta o urologista.

Para um diagnóstico completo, o médico solicitará exame de sangue para verificar as quantidades de cálcio e ácido úrico na corrente sanguínea; exame de urina, para conferir a presença de substâncias relacionadas à formação das pedras; e exame de raio-x, ultrassom e tomografia para a visualização dos cálculos no interior do trato urinário.

O tratamento, em geral, possui caráter preventivo, no sentido de inibir o surgimento de novas pedras, mas sempre variando conforme as características de cada caso. “O paciente requer acompanhamento e medicação ou cirurgias endoscópicas. Duas importantes medidas eficientes consistem na hidratação e na redução do consumo de sódio como fator de proteção”, ensina.

Em quadros de pedras pequenas, não costuma ser necessário recorrer à cirurgia. Recomenda-se o uso de analgésicos para aliviar a dor. “Nos últimos anos, desenvolveram-se medicamentos mais eficientes que colaboram para eliminar os cálculos”, comenta.
Se as pedras apresentam uma dimensão maior, determinados procedimentos invasivos são alternativas para sua extração, como ondas de choque extracorpóreas para quebrar as pedras por meio de vibrações, inserção de um tubo fino na uretra para a retirada endoscópica, ou muito raramente corte nas costas do paciente para remoção cirúrgica.

fiocruz alim infantLeia mais sobre
SAÚDE

 

Leia as últimas publicações

Recent Videos

Acompanhe a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer, ao vivo
Telescópio Gigante Magalhães, vídeo
Catálogo on-line reunirá informações de 2,3 mil espécies de peixes de água doce
Faça um passeio pelo “solo alienígena” do exoplaneta TRAPPIST-1d
Video: Venha com a gente para as profundezas dos Corais da Amazônia
Desmatamento dispara na Amazônia, vídeo
Benefícios da caminhada e da bicicleta superam malefícios da poluição do ar
Animação sobre a prevenção do câncer de mama
  • Acompanhe a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer, ao vivo

  • Telescópio Gigante Magalhães, vídeo

  • Catálogo on-line reunirá informações de 2,3 mil espécies de peixes de água doce

  • Faça um passeio pelo “solo alienígena” do exoplaneta TRAPPIST-1d

  • Video: Venha com a gente para as profundezas dos Corais da Amazônia

  • Desmatamento dispara na Amazônia, vídeo

  • Benefícios da caminhada e da bicicleta superam malefícios da poluição do ar

  • Animação sobre a prevenção do câncer de mama

Categorias

alotatuape

Autor: alotatuape

Share This Post On

Enviar um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*