Livros e Senado, mais perto do povo

Terça-feira, 2 de setembro de 2014 às 09h31

*Por Galeno Amorim

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada em agosto, chamou a atenção, mais uma vez, sobre a importância do livro e da leitura na formação de uma sociedade mais saudável. Entre as novidades da edição estavam os lançamentos de um volume expressivo de livros jurídicos: mais de 700 obras lançadas ou relançadas nos dez dias da feira. Uma delas foi Anteprojeto do Código de Processo Civil, lançada no estande do Senado Federal.

 

Stand na 23ª Bienal do Livro de São Paulo. Foto: Kelsen Fernandes/ Fotos Públicas

Stand na 23ª Bienal do Livro de São Paulo. Foto: Kelsen Fernandes/ Fotos Públicas

 

A presença do Senado foi, mais uma vez, destaque na Bienal, que é o terceiro maior evento do setor no planeta. O diretor-geral da Casa, Haroldo Tajra, fez uma doação de livros em braile. Entre as obras, o Novo Código Civil, a Legislação Eleitoral e Política, a Lei de Falências, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a Lei Antidrogas, a Constituição Federal de 1988 atualizada com as emendas, o Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa e o irretocável O Velho Senado, conto de Machado de Assis.

A pedagoga especializada em deficiência visual, Joana Maria Rey, lembrou que para um cego concluir um curso superior tem de se esforçar, no mínimo, 50 vezes mais do que uma pessoa que enxerga. “Faço um apelo no sentido de que os cursos universitários se tornem mais acessíveis aos portadores de deficiência visual”. Ações como essa são, portanto, mais que bem-vindas, necessárias.

*Galeno Amorim é jornalista, escritor e diretor do Observatório do Livro e Leitura.

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Autor: alotatuape

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