“Não tem espaço para picuinha na política”

Atualizado em 4 de junho de 2014 às 20h52

Esta matéria foi postada originalmente no dia 27 de maio. Porém, devido à configuração deste site, o candidato Aécio Neves, sobressairia durante vários dias até que outra matéria tomasse seu lugar no destaque. Portanto, atualizamos a data do post para que ambos pudessem ocupar esse destaque, até as matérias subsequentes.

 

A frase foi dita pelo candidato à presidência da República Eduardo Campos (PSB-PE), durante o programa Roda Viva da TV Cultura na noite desta segunda-feira (26). Ele atacou a gestão de Dilma Rousseff, mas poupou Lula. Também pediu união estratégica dos brasileiros para ‘aposentar’ nomes da Câmara Federal e do Senado.

 

Programa Roda Viva da TV Cultura, exibida na noite de ontem (26/05). Foto: Roda Viva / Facebook

Programa Roda Viva da TV Cultura, exibida na noite de ontem (26/05). Foto: Roda Viva / Facebook

As informações são da TV Cultura – O pré-candidato à Presidência da República pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro), Eduardo Campos, foi o entrevistado do Roda Viva desta segunda-feira (26). Assuntos referentes aos desafios da corrida eleitoral de 2014 foram os principais destaques da sabatina.

Ex-ministro de Ciência e Tecnologia durante o governo Lula (PT), o pernambucano não poupou a presidente Dilma (PT) de críticas. “O Brasil vinha melhorando e parou. Nos últimos três anos, a presidente não soube preservar os avanços do país. A economia cresceu pouco e voltou à velha política.”, afirmou Campos.

A bancada questionou Eduardo Campos sobre os planos do PSB em São Paulo também. O partido ainda não apresentou nenhum indicado de peso ao maior estado do país.

O pré-candidato presidencial pelo PSB colocou em cheque a distribuição de pastas na Esplanada e declarou que o Brasil precisa melhorar a qualidade da política.

Um dos principais pontos de ataque à gestão petista está na formação da base aliada com o PMDB na Câmara dos Deputados e no Senado. Em resposta à pergunta de um telespectador via Twitter, Campos disse que haverá “apoio da sociedade” para tirar nomes como o de José Sarney da Casa, e os que não forem aposentados pelo eleitor “serão colocados na oposição”.

Questionado pela jornalista Dora Kramer, do jornal O Estado de S. Paulo, sobre o que seria a “nova política”, termo que o candidato sempre usa em seus discursos, Campos respondeu que “é quando você coloca a agenda da sociedade na política”. Além disso, afirmou que é preciso garantir ao povo brasileiro que os projetos sociais implantados pelo PT (Partido dos Trabalhadores) vão ser mantidos.

Uma das falas de Campos retoma a visão de que o país vive em um momento em que a união deve ser a principal estratégia entre base aliada e oposição. Durante a sabatina, garantiu que, “na agenda do PSB não tem espaço para picuinha, é preciso fazer política”.

O Roda Viva teve bancada de entrevistadores formada por jornalistas, acadêmicos e analistas.

Fonte: TV Cultura / Fundação Padre Anchieta
alotatuape

Autor: alotatuape

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