Os parques do Tatuapé: hoje e antes


Em 2004, a primavera inspirou Alô Tatuapé a uma reportagem no Parque do Piqueri depois de conversarmos com o então administrador Antônio Buzzerio, o Barcelona do Sampaio Moreira. Ele nos disse que as flores que havia plantado estavam lindas e fomos conferir. Mas não foi só isso que vimos, ele havia transformado o parque num jardim e não parava de trabalhar. Sua obra ainda está presente e as plantas que cresceram e continuam florescendo depois destes 10 anos, ainda embelezam o Piqueri. Isso é um exemplo, uma joia rara que libera a magia da natureza, encantando os administradores que o sucederam fazendo-os conservá-la. Compare.

Barcelona, ex-administrador do Parque do Piqueri: "Para manter o parque sempre bonito, o principal segredo é trabalhar com os funcionários", ensinou em novembro de 2004. Foto: aloimage

Jardins do Barcelona, no Parque do Piqueri, em 2004. Foto: aloimage

Piqueri, 2004. Mudas e jardim recém-plantados. Foto: aloimage

Namoradeira criada pelo Barcelona em 2004. Foto: aloimage

Foto atual da outra namoradeira que fica em frente àquela. Foram plantadas na mesma época. Foto: aolimage

Os mesmos jardins vistos de outro ângulo em foto atual. Foto: aloimage

O Ceret possui um campo de rugbi e está passando por um dos baixos momentos de sua existência, ao deixar degradar-se tão rico patrimônio, ao permitir a centralização de poderes e a falta de amplitude nas ações ligadas ao esporte que poderiam elevá-lo a um patamar muito superior ao que ocupa atualmente. Compare a vibração que existia nos jogos de futebol e a vida que emprestava ao parque em 2000, há 14 anos.

Nina May Olsen, bióloga que em 2009 foi responsável pela área verde do Pet, deixando sua boa marca. No lugar dos jardins plantados pela sua equipe, hoje cresce o mato. Foto: aloimage

Parque dos Trabalhadores em setembro de 2009, sob a coordenação da bióloga Nina Olsen: "pondo a mão na massa, ou melhor, na terra, as plantas agradecem e darão seus frutos". Foto: aloimage

Infelizmente, e não podemos deixar de registrar esse fato, o C.E.E. Brigadeiro Eduardo Gomes, não mereceu registros importantes pelas nossas reportagens, no que diz respeito à conservação. As administrações que se sucederam tentaram implantar ideias e até as colocaram em prática, mas parece que no meio do caminho o barco das inovações fazia água. E água é o que não faltou para que as piscinas tivessem uma programação regular, vestiários organizados. O parque aquático do clube sustentaria uma boa infraestrutura e poderia receber bem a população.

Em nossas lembranças do Brigadeiro Eduardo Gomes, as ações da EMEI Quintino Bocaiuva, sob a coordenação da diretora Heide, em prol das crianças – apesar de não fazer parte do clube, a escola está no mesmo terreno e acaba lembrando e sofrendo as consequências da má conservação. As partidas de Gateball da colônia de imigrantes japoneses, os jogos do E.C. Sampaio Moreira, a realização dos Jogos Abertos do Tatuapé e com certeza a entrevista do boxeador e mestre Balthazar, que revelou campeões para o esporte.

Dezembro de 2001: A então secretária municipal de Esportes Nadia Campeão (hoje vice-prefeita de São Paulo), foi convidada pelo Alô Tatuapé para realizar a entrega das premiações aos atletas dos III Jogos Abertos do Tatuapé (Copa Tatuapé). Nesta imagem ela entrega o troféu de melhor torcida aos rapazes do edifício Três Marias, localizado na Rua Euclides Pacheco.

Nanico Black, mestre Balthazar e Eli, no C.E.E. Brigadeiro Eduardo Gomes em Outubro de 2002. Foto: aloimage

A esperança em dias melhores deve prevalecer sempre, por isso nunca é tarde para rever posições e começar novamente aprendendo com os erros do passado.

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Autor: alotatuape

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