Pneu da Dengue continua na árvore


Sexta-feira, 27 de março de 2015, às 15h35 – atualizado às 16h24

O pneu que foi posto, retirado e recolocado numa das árvores da Rua João Antonio Fiore, continua firme no lugar. A Subprefeitura Aricanduva/Carrão respondeu no final da tarde de ontem (26), que seria retirado, mas infelizmente não foi levado pela coleta seletiva de reciclados que passa pelo local às quintas-feiras.

 

Pneu, onde se lê a palavra "lixo", foi colocado neste local no último sábado (21), onde ficou até domingo (22) quando foi retirado e recolocado na quarta-feira (25). Até às 16h de hoje (27) continuava no local. Foto: aloimage

Pneu, onde se lê a palavra “lixo”, foi colocado neste local no último sábado (21), onde ficou até domingo (22) quando foi retirado e recolocado na quarta-feira (25). Até às 16h de hoje (27) continuava no local. Foto: aloimage

 

A Climatempo prevê chuvas desde a noite de hoje até segunda-feira, o que leva à fácil conclusão de que diversos mosquitos poderão utilizar o pneu para depositar seus ovos, que como já dissemos, mesmo se a água secar e não eclodirem, aguardarão até um ano para se transformarem em larvas e mosquitos. Cada fêmea pode dar origem a 1.500 (leia a reportagem e veja o vídeo da Fiocruz) e as fêmeas já nascerão com a possibilidade de transmitir a doença.


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A subprefeitura, respondeu novamente no início da tarde de hoje, quando enviamos outra imagem do local. “Foi dada a ordem para retirada no dia de ontem, mas a contratada acabou não fazendo. Está sendo retirado agora à tarde. Até às 16h, ainda não havia sido recolhido. A expectativa é que a coleta domiciliar da noite de hoje possa levá-lo.

Enquanto governo, prefeituras, subprefeituras e cidadãos de São Paulo se esforçam para controlar essa epidemia que se alastra pelo estado, até mesmo deslocando equipe para resgatar um pneu, uma minoria insiste em não acatar cuidados mínimos e assumir compromissos com a higiene para evitar que a praga prolifere ainda mais. Segundo dados da Prefeitura de São Paulo e da Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), 85% dos criadouros estão em residências. Especialistas concluem que depois de a expansão das cidades invadirem as matas e atingirem os habitats dos mosquitos, que migraram para os centros urbanos, a única forma de atacá-los é com a prevenção.

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Autor: alotatuape

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