Prefeitura não dará continuidade ao CEU Carrão

Quinta-feira, 7 de setembro de 2017, às 05h50 – atualizado dia 9 de setembro às 08h55 – atualizado dia 13 de setembro às 13h08 (veja nota no final da reportagem)


Parque corre risco de continuar fechado indefinidamente. Uma irresponsabilidade em forma de obra eleitoreira, deixada pela gestão Haddad que também deixou um rombo de 7,5 bilhões. Por outro lado, a devolução do parque como era antes de ser usado politicamente é ignorada pela gestão Doria (PSDB-SP), que diz ter outras prioridades. Tatuapé e os usuários da zona Leste podem perder o acesso ao parque ou obtê-lo precariamente, devido más gestões à frente da Prefeitura de São Paulo.

Gerson Soares

Os interesses políticos estão acima dos interesses da comunidade. Esta frase se encaixa muito bem ao Centro Esportivo Brigadeiro Eduardo Gomes, localizado ao lado da estação Carrão do Metrô. Em resumo, por lá já passaram inúmeros diretores, nomeados geralmente por vereadores e o nome do local também já mudou diversas vezes, não há uma continuidade administrativa, nem um projeto esportivo que faça jus à sua proposta. O fato de interesses difusos suplantarem a normalidade se repetiu quando a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SEME) o entregou à Secretaria Municipal de Educação (SME), durante a gestão de Fernando Haddad (PT-SP), para que está promovesse a construção de um CEU (Centro Educacional Unificado). Esse monumento à politicagem foi divulgado efusivamente pela mídia da região, o Alô Tatuapé posicionou-se contra desde o início, mostrando o que em nossa visão deveria ser feito, como o corte do mato e o cuidado com o aparelhamento existente. Por volta de 2014, o ginásio poliesportivo havia sido reformado e surpreendia pelo grande espaço, mas Haddad mandou demoli-lo.

 

CEU Carrão: esta é a imagem da administração pública em São Paulo. Foto: aloimage

 

Constata-se e o próprio parque é prova disso, essas indicações e mudanças constantes, jamais surtiram um efeito positivo, nem se preocuparam com uma proposta esportiva. Não tiveram força suficiente para barrar essa iniciativa infeliz da Prefeitura. Em seu histórico recente, a piscina do parque passou por diversos problemas de funcionamento, as quadras foram se deteriorando, vestiários e bebedouros eram inadequados para dizer o mínimo. Há mais de 20 anos, o parque está relegado a soluções fracas, perdendo a oportunidade de oferecer um palco adequado ao professor de Boxe, Erotildes Ferreira do Carmo, mestre Baltazar, que nunca foi nocauteado enquanto lutador por volta dos anos 50 e formou campeões num espaço exíguo existente nesse parque, onde permaneceu até sua morte. A Bocha também recebia migalhas. Na verdade os esportes mereciam ter sido a prioridade através de administrações competentes e modernas, como remete o nome do lugar. Em reportagem, conversamos com um grupo que mantinha uma das quadras por conta própria para poderem jogar basquete uma vez por semana.

Ajusta daqui, ajeita dali. Atende os interesses de uns e alegra o bolso de outros. Passa a mão na cabeça de um amigo bem cotado para trabalhar nas eleições. Em todos os níveis de poder há corrupção e não será fácil diminuir essa mácula brasileira, mas o filme que conta um pouco da Operação Lava Jato que estreia hoje, mostra que desde que a operação teve início, a sociedade brasileira não admite mais essas fraquezas, também para dizer o mínimo. Esses caminhos tortuosos levaram ao ponto que chegou o parque em questão. O Tatuapé e todo o País não aguentam mais essa política baixa, essa forma de obter e oferecer benefícios com o dinheiro público, destinando-o a poucos favorecidos, usá-lo na politicagem. O parque em questão, pela sua história precisa de uma administração profissional, voltada para a difusão desportiva abrangente e tem condições para isso.

 

CEU Carrão não terá continuidade e Prefeitura cogita abri-lo nestas condições, com tapumes para preservar a segurança da população: uma afronta ao tradicional bairro do Tatuapé e à população da zona Leste. Foto: aloimage

 

Obras do CEU não terão continuidade

O Centro Educacional e Esportivo Brigadeiro Eduardo Gomes, um nome longo e até pomposo é também conhecido como parque, mas todas as vezes que nos dirigimos dessa forma aos responsáveis por ele através dos anos, corrigiam-nos que ali é um centro esportivo e não um parque, por isso estava sob a jurisdição da SEME. Quando nossas questões os comprimiram, inverteram o jogo e diziam que ali não era mais apenas um centro esportivo, por que pertencia à SME. As administrações primaram pela letra e não pelas ações. Se o Brigadeiro Eduardo Gomes é um centro esportivo – muito mais adequado ao perfil do bairro – qual seria o verdadeiro objetivo de transformá-lo em CEU, totalmente inadequado a esse mesmo perfil? Nesse ponto, havia algo errado desde o começo.

Levamos questões publicadas na recente matéria “CEU Carrão não vinga e ainda prejudica atividades do Centro Esportivo”, às secretarias competentes, conforme nos indicou o prefeito regional Paulo Sergio Criscuolo, dizendo que o assunto não era de sua competência ao responder outras perguntas sobre o bairro. As respostas das respectivas secretarias se encontram no final desta reportagem, onde a SME ressalta que com a verba destinada ao CEU que seria construído, será possível construir dez CEIs (Centro Educacional Infantil), que neste momento estão sendo priorizados pela demanda. A conclusão é a que já prevíamos em 2014, quando apontávamos os problemas existentes no local e a solução da Prefeitura foi imediatamente divulgar o projeto do CEU Carrão com mais ênfase, através de amplo noticiário regional. Outra conclusão explícita nas entrelinhas das respostas das secretarias envolvidas atualmente é que a obra não vai ter continuidade. “A Prefeitura estuda o uso do espaço e reavalia quando será possível retomar os investimentos no local”, expõe a nota emitida a respeito de nossas perguntas: Como estão as obras do CEU Carrão? Quando será inaugurado?

Quem perde com isso é o bairro

A nocividade da gestão Haddad, relativa a esta questão específica é notória. Antes, havia um parque com mato alto, mal cuidado, que recebia um remendo aqui e outro ali, apesar de ter uma ótima estrutura para se tornar um centro esportivo de qualidade. Depois da passagem do ex-prefeito ele foi desfigurado.

Diante das nossas reportagens contrárias à iniciativa, mais vez a administração recorreu a subterfúgios e à mídia. Ao longo dos anos, o arvoredo causou avarias nas calçadas do entorno e a gestão Haddad resolveu investir no calçamento, divulgando com alarde sua ação. O parque continuou recebendo pequenos consertos e a poda do mato começou a ser feita depois da reportagem “Esperando pelo CEU”, que trouxe ao conhecimento público aquilo que na verdade encontramos no local em 2014. As obras do CEU Carrão, cujo endereço fica no Tatuapé (sic!) – na direção norte, a divisa dos bairros é a Avenida Conselheiro Carrão e não a Rua Monte Serrat ou Rua Apucarana, como talvez alguém imaginasse ao denominar o projeto – começaram em 2015 com estardalhaço na mídia, mas logo em seguida foram paralisadas. Apenas como curiosidade, o nome da estação Carrão do Metrô também traz transtornos aos desavisados, que sobem a Rua Apucarana em busca do Largo do Carrão ou da Avenida Conselheiro Carrão.

Depois das declarações do chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Educação, Fernando Milan, e do coordenador da governança local, Walter Mezzetti, publicadas por um veículo do bairro no mês de agosto, sobre “a quase abertura do parque”, essas informações voltaram a chamar nossa atenção para esse caso latente da administração pública.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, a prioridade da Prefeitura são os CEIs, e não há previsão de voltar a investir nos CEUs, contrariando as informações divulgadas. Agindo de forma coerente nesse aspecto, no que diz respeito à obra em questão, a SME demonstra melhor noção administrativa sobre o local, pois o perfil do Tatuapé não clama por um CEU. No entanto, a Prefeitura deixa a desejar quanto à rápida solução do problema relacionado ao parque propriamente dito. Já são nove meses passados da gestão Doria e o Brigadeiro Eduardo Gomes não tem nenhuma movimentação positiva, muito pelo contrário, estão querendo reabri-lo em condições precárias e provisórias.

 

Porta de arame: as imagens vistas aqui, devido à proibição da entrada no parque, só foram possíveis graças a uma "porta de arame" que existe no gradil da antiga entrada do parque, o que nos permitiu chegar próximo aos tapumes de lata. Foto: aloimage

 

CDC é solução paliativa que contenta a poucos

Ainda, conforme a resposta da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, referindo-se ao nosso questionamento sobre o chefe de gabinete do órgão estar recolhendo documentação de clubes interessados em assumir o parque na forma de um CDC (Centro Desportivo Comunitário), concluí que essa possibilidade faz parte dos esforços de três secretarias, incluindo as mencionadas e também a de Obras e Serviços. Todos pretendem fazer um esforço para reabrir o parque, mas não deixa claro em que condições isso poderá ocorrer, afirmando que os espaços estarão cercados por tapumes para garantir a segurança. O local passou a ter a frequência proibida devido às obras do CEU, que nunca tomaram impulso, agora querem reabrir com tapumes – tapando a sujeira deixada. As respostas e as ações tomadas até aqui, assim como a criação de um CDC, são paliativos. Portanto, o parque continua mal administrado e não toma a direção do objetivo para o qual foi criado: centro esportivo. Ao invés disso, vai sendo remendado, como afirmamos no início. Satisfazendo a poucos e espanando a poeira, deixando o verdadeiro lixo embaixo da mobília.

As promessas sobre as melhorias do local começaram em 2014. Conforme a nota da SEME, a área foi cedida para a Secretaria Municipal de Educação em 2015, na condição de que seria procedida a construção do CEU Carrão. O que caracteriza a má administração ou a mais pura falta de atenção com a verba municipal, já que o administrador mais atento notaria rapidamente que o Tatuapé não carece desse tipo de aparelhamento, como informa a nota da SME de modo diferente enfatizando o custo da obra em relação às demandas da cidade, com obviedade.

A partir da derrota do ex-prefeito Fernando Haddad nas urnas, assim como as más administrações de seu partido provocaram nos cofres em esferas mais elevadas, foi descoberto um rombo de 7,5 bilhões nas contas municipais, também de acordo com a nota da SME. Por esse motivo e os demais explicitados, alega, não há condições de continuar a obra do CEU Carrão. Se não há necessidade, se não é prioridade da atual gestão, se não há verbas para terminar as obras do CEU Carrão no Tatuapé (sic!), a possibilidade de o Centro Esportivo Brigadeiro Eduardo Gomes voltar a funcionar normalmente de imediato é remota. Mesmo que seja reaberto, haverá os tapumes, a vida silvestre do parque está prejudicada, o visual antes belo, agora de lata.

Pior do que ver tantos absurdos acontecendo é tentar passar um pano na situação com notícias veiculadas na mídia regional que só deturpam o problema, deixando toda a sujeira embaixo do tapete, recurso usado nessa questão desde 2014. Oferecer a possibilidade de um parque mirrado e degenerado em seu objetivo original à população do Tatuapé, tirar a oportunidade dos jovens de praticarem seus esportes, os idosos de jogarem bocha, seu carteado, o dominó, durante as tardes tranquilas que passavam e relegar o bairro à segunda classe, em detrimento dos investimentos que estão sendo feitos e pensados para as zonas Central e Sul da cidade, inclusive com a participação da iniciativa privada, é uma ofensa sem precedentes à zona Leste, iniciada pela gestão anterior e continuada pela atual. O bairro do Tatuapé é para onde muitos moradores dessa região vêm para se divertirem e o parque municipal em questão era uma boa opção, graças ao fácil acesso da estação Carrão do metrô.

 

Obras paralisadas e a decadência do patrimônio público e do bairro, são monumentos à incompetência e ao descaso com dinheiro público, arrecadado do suor dos paulistanos. Foto: aloimage

 

Problema precisa ser solucionado definitivamente

Em março do ano 2000, o Alô Tatuapé publicava uma matéria a respeito do fim da paciência dos motoristas que amargavam multas e o trânsito infernal para atravessarem a Rua Padre Adelino em direção ao Belenzinho, sentido Centro. Mostramos que a Prefeitura chegou a fazer um túnel passando embaixo do Parque do Ibirapuera, entre outros investimentos nas áreas da cidade que não a zona Leste, e perguntávamos por que o Tatuapé não poderia ter um Complexo Viário que facilitasse a fluidez do trânsito? Fomos fortemente combatidos, mas mesmo demorando 10 anos e contrariando os mais estapafúrdios interesses, a bela ponte estaiada – cartão postal do bairro – e o Complexo Viário Padre Adelino lá estão. Diga-se por curiosidade, essa denominação para o local, foi alçada pela primeira vez nesta redação.

Agora este parque destruído, que chama sobremaneira a nossa atenção, que deixa de ser prioridade da Prefeitura, largando a feiura da “Cidade Linda” para o Tatuapé, é uma afronta que precisa ser revista. O correto seria devolvê-lo como era antes, de preferência com o mato cortado e os campos de futebol em condições de uso, colocando ali uma administração responsável e profissional, voltada para a prática dos esportes. Isso é o mínimo, já que a responsabilidade por tê-lo levado ao atual estado de decadência é da Prefeitura de São Paulo, independentemente do mandatário à frente do órgão. Criar um CDC, jogando a responsabilidade no colo da população com outra gestão questionável é colocar panos quentes e adiar o problema, não é uma solução definitiva.

As fotos que vemos aqui, só foram possíveis graças a uma abertura na grade que está próxima à antiga entrada principal da Rua Monte Serrat do parque, onde existe um romântico remendo, feito à base de arames que facilmente se abre e fecha, formando uma espécie de porta para quem quiser entrar. À imprensa ou pelo menos à nossa reportagem, está proibida a entrada, há tempos. Se a prioridade da Prefeitura são as crianças é bom lembrar que no local funciona a EMEI Quintino Bocaiuva que está à mercê dos moradores de rua que pulam os muros e tapumes, principalmente no horário de entrada dos alunos. A situação atual desse patrimônio do bairro precisa ser solucionada definitivamente. Os moradores sem teto merecem outro tipo de atenção e este é outro caso. 

Para que a gestão Doria não perpetue o legado de Haddad, devolver, o quanto antes, a normalidade do Centro Esportivo Brigadeiro Eduardo Gomes aos usuários, em condições ainda melhores, é o que se pode esperar de um administrador de sua competência, a altura de ser eleito para administrar a cidade de São Paulo. Ao contrário, coloca em dúvida a sua própria administração, abrindo um questionamento sobre o que fará em casos semelhantes nas esferas que almeja.

Enviamos, em resumo, duas básicas perguntas a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, no dia 30 de agosto:

Como estão as obras do CEU Carrão?
Quando será a inauguração do CEU Carrão?

Eis as curtas respostas para questões tão graves:

Em 1º de setembro – Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SEME)

O Centro Esportivo Brigadeiro Eduardo Gomes foi cedido para a Secretaria Municipal de Educação em 2015 para a construção do CEU Vila Carrão.

As Secretarias Municipais de Educação, Obras e Serviços e Esportes e Lazer reuniram esforços para disponibilizar parte do CEU provisoriamente para uso da população (área do campo de futebol, pistas e ginásio) como Clube da Comunidade (CDC), recebendo manifestação de entidades que tenham o perfil adequado para tal, até a retomada das obras. Serão colocados tapumes, isolando a área em obras, o que garantirá a segurança dos frequentadores.

Enfatizamos que, imediatamente sejam retomadas as obras, a área deverá retornar à SME/SMSO para conclusão do CEU Vila Carrão.

Nota da redação:
Ao recebermos a nota acima, questionamos sobre o trâmite para a criação do CDC:

Esclarecemos que a formação de um CDC depende de um trâmite burocrático a ser respeitado e que desejamos concluir o mais rápido possível.

Em 5 de setembro – Secretaria Municipal de Educação (SME)

O CEU em questão está com as obras paralisadas diante do rombo orçamentário de R$ 7,5 bilhões deixado pela gestão passada e do desafio de atender à demanda por vagas em creches. Por conta disto, a secretaria de Educação priorizou a retomada de obras de CEIs. A obra foi abandonada pela gestão anterior com apenas 27% dos serviços concluídos e está localizado em uma região onde não há demanda reprimida por Educação Infantil. Com o mesmo orçamento de uma obra desse porte seria possível construir 10 creches em regiões prioritárias da cidade. A Prefeitura estuda o uso do espaço e reavalia quando será possível retomar os investimentos no local. A criação de vagas em creche é prioridade da atual gestão. O plano para a retomada das obras deixadas inacabadas pela gestão anterior foi colocado em ação e 13 unidades estão em andamento.

Notas da redação: 

Estivemos percorrendo o entorno do parque neste sábado (9), onde não observamos nenhuma alteração desde a semana passada. No penúltimo parágrafo do texto da reportagem, onde se lê: "As fotos que vemos aqui, só foram possíveis graças a uma abertura na grade que está próxima à antiga entrada principal da Rua Monte Serrat do parque, onde existe um romântico remendo, feito à base de arames que facilmente se abre e fecha, formando uma espécie de porta para quem quiser entrar", observando mais atentamente nesta manhã, esclarecemos que a abertura foi improvisada para acesso de artistas teatrais, como indica uma placa existente no local.

Durante o contato com os clubes durante o dia 7 de setembro, ao mencionarmos a retirada dos tapumes de lata na parte que fica voltada para a Rua Apucarana e Rua Tijuco Preto, fomos informados que não foram retirados pela Prefeitura e sim furtados.


Nesta quarta-feira (13/9), enviamos a reportagem acima à Assessoria de Comunicação Especial da Prefeitura de São Paulo, para que tomassem conhecimento. Nosso principal intuito é ter a certeza de que o prefeito João Doria, tenha conhecimento dos fatos narrados. Continuaremos buscando uma resposta diretamente do atual gestor ou através de sua assessoria.

Esperando novamente pelo CEU: esta é uma das últimas imagens feitas pelo Alô Tatuapé, antes da proibição da entrada nas dependências do Centro Esportivo Brigadeiro Eduardo Gomes. Foto: aloimage

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Autor: alotatuape

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2 Comentários

  1. Que vergonha! Triste moro na california e assisto de longe a decadência do estado, o ginásio tinha o nome de meu avô que por anos lutou por esse lugar, o dinheiro fala mais alto que o amor e a dedicacao de meu velho. De certo tem alguém rindo com o dinheiro desviado e a nós, chorar e votar melhor na próxima eleição, vergonha de ser brasileiro, triste por todo tempo que meu avô perdeu por esse lugar.

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    • alotatuape

      Tadeu, mais uma vez, seja bem-vindo. Agradecemos seu comentário. Pior ainda é observar que na resposta da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, eles dizem que “reuniram esforços para disponibilizar parte do CEU provisoriamente para uso da população (área do campo de futebol, pistas e ginásio) como Clube da Comunidade (CDC)”. Esqueceram que o ginásio foi demolido, lamentável.

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