Endereços das Feiras orgânicas em SP e no Brasil
jan26

Endereços das Feiras orgânicas em SP e no Brasil

Com o objetivo de tornar os produtos orgânicos mais acessíveis aos consumidores e fomentar uma alimentação saudável, o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) realiza o Mapa de Feiras Orgânicas e Grupos de Consumo Responsável.

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Sabesp lança APP para indicar vazamento de água e esgoto pelo celular
jun02

Sabesp lança APP para indicar vazamento de água e esgoto pelo celular

A Sabesp promoveu nesta quarta-feira (1º) a 1ª Feira de Tecnologia com o objetivo de promover a troca de informações e incentivar a aplicação de novas tecnologias para controle e diminuição de perdas na rede da companhia. O destaque do evento foi a apresentação do novo APP (aplicativo) para a comunicação e identificação de vazamentos de água e esgoto.

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Cantareira volta a abastecer mais 1 milhão de pessoas em abril, diz Sabesp
abr15

Cantareira volta a abastecer mais 1 milhão de pessoas em abril, diz Sabesp

A notícia foi divulgada hoje pela concessionária que ressalta o aumento no abastecimento entre o auge da crise hídrica paulista e a atualidade. Apesar disso, o mês de abril está bastante seco e já são 14 dias sem chuva, um número atípico para o mês de abril.

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Carunchos são encontrados em massa Barilla adquirida no Supermercado Yamauchi do Tatuapé
abr09

Carunchos são encontrados em massa Barilla adquirida no Supermercado Yamauchi do Tatuapé

O consumidor que passa por esse tipo de experiência não esquece. Por esse motivo, fazemos este alerta que vale tanto para quem compra ou vende, assim como aos que fabricam e armazenam para distribuição. O fato ocorreu na semana passada e está sendo revelado hoje.

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Nível de água dos reservatórios da Grande São Paulo
mar21

Nível de água dos reservatórios da Grande São Paulo

Há duas semanas, a Sabesp informava que o nível dos reservatórios da Grande São Paulo ultrapassava o volume de antes da crise hídrica e mesma sem contar com as reservas técnicas, a quantidade de água nas represas já superava a de março de 2014. As chuvas e a economia do bônus oferecido pela empresa, mais a engajamento da população no uso racional da água colaboram para esse alívio.

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Governo de SP inaugura principal obra de 2015 contra a crise hídrica
out03

Governo de SP inaugura principal obra de 2015 contra a crise hídrica

A interligação entre os sistemas Rio Grande (Represa Billings) e Alto Tietê vai transferir até 4 mil litros de água por segundo, beneficiando a zona Norte da capital, além de São Caetano e parte de Guarulhos. Entre os bairros da zona Leste que também serão abastecidos estão a Mooca, Parque da Moca, Tatuapé, Quarta Parada, Belenzinho, Belém e Catumbi.

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Canadense que levou  água para 1 milhão de africanos conta sua história no Brasil
set28

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“Disponibilidade de água muda a vida das pessoas”, afirma Ryan Hreljac, que participou, no Brasil, do maior congresso de conservação da natureza da América Latina.

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Chuva forte faz nível de mananciais subir na Grande São Paulo
set10

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Entre os dias 8 e 9, choveu cerca de 45,8 milímetros no sistema, mais da metade do que é esperado para todo o mês (86,6 mm). Mesmo assim, o nível do sistema é crítico, já que ele ainda opera no volume morto.

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Durante Semana Mundial da Água, ONU lança e-livro sobre uso de águas residuais
ago31

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De acordo com o PNUMA, o tratamento de águas residuais está provando ser um bom investimento, com exemplos em todo o mundo mostrando que os benefícios vão além da saúde humana.

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Economia e manejo de água sustentáveis em edifícios
ago27

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Os princípios de sustentabilidade podem ser aplicados a diversas partes de um edifício, como o manejo das suas águas.

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Relatório da CPI da Sabesp é entregue ao prefeito Fernando Haddad
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maio01

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Água de beber: Sabesp responde
abr10

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Água de beber
abr08

Água de beber

Parafraseamos o título da canção de Tom Jobim, “Água de Beber”, em cujas estrofes também se encontram a palavra camará – uma planta brasileira – para lembrarmos a qualidade da água servida hoje às torneiras de São Paulo e também no bairro do Tatuapé.

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Cantareira está com 19,4% de sua capacidade
abr06
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Arte e bom humor contra a crise da água
mar23
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Cada gota conta: pequenos detalhes fazem a diferença na economia de água
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Conheça a nova forma de visualização do cálculo do armazenamento de água
mar17

Conheça a nova forma de visualização do cálculo do armazenamento de água

Terça-feira, 17 de março de 2015, às 16h47 Atendendo ao Ministério Público, companhia disponibiliza mais um gráfico que apresentará a situação dos mananciais em São Paulo. A Sabesp disponibiliza, a partir desta terça, 17/3, mais uma forma de visualização do cálculo de medição do armazenamento de água do Sistema Cantareira. Até hoje, no gráfico e no boletim divulgados diariamente, era apresentado o índice que considera como resultado a divisão entre volume útil de água armazenado no dia e o volume útil total do sistema. Como exemplo, hoje (17/03), o índice é de 15,3% (150,6 milhões de metros cúbicos dividido por 982 milhões de metros cúbicos). A partir de agora, a Sabesp vai apresentar também um gráfico considerando o volume útil e o volume útil acrescido dos volumes autorizados, pelo órgão regulador, referentes às reservas técnicas I e II (182,5 milhões de metros cúbicos + 105 milhões de metros cúbicos, respectivamente), especificando o volume total do sistema para cada situação. Como exemplo, nesta terça, o índice é de 11,9% (150,6 milhões de metros cúbicos dividido por 1.269,5 milhões de metros cúbicos).     Na prática, o volume armazenado no Sistema Cantareira não muda: hoje existem 150,6 milhões de metros cúbicos para abastecer a população. O volume útil total do sistema Cantareira é de 982 milhões de metros cúbicos. Considerando as duas reservas técnicas, respectivamente 182,5 milhões e 105 milhões de metros cúbicos, o volume armazenável sobe para 1.269,5 milhões de metros cúbicos. As duas formas de medição podem ser encontradas na página onde são publicadas as informações dos mananciais A iniciativa faz parte da estratégia da Companhia de dar ainda mais transparência às informações sobre índices de mananciais e em atendimento à recomendação do Ministério Público para que fossem detalhados, em formato gráfico, os volumes existentes...

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Cantareira volta a ter elevação do nível de água
mar11

Cantareira volta a ter elevação do nível de água

Quarta-feira, 11 de março de 2015, às 12h43 Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil Edição: Valéria Aguiar São Paulo – O Sistema Cantareira ganhou mais 26,6 milímetros (mm) de chuva de ontem (10) para hoje (11), com o nível em elevação pelo quinto dia seguido, passando de 13,3% para 13,7% de sua capacidade total. No mês, a pluviometria desse sistema acumula 127,1 mm, mais da metade da média histórica para esse período (178 mm). O volume de água armazenada nos demais mananciais de abastecimento administrados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo também subiu. No Alto Tietê, o índice aumentou de 19,9% para 20,2%; na Represa do Guarapiranga (de 70,4% para 71,6%); no Alto Cotia (de 51,4% para 52,3%); no Rio Grande (de 92,4% para 92,7%) e no Rio Claro (de 39,6% para...

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Água que vem do chão
mar06

Água que vem do chão

Sexta-feira, 6 de março de 2015, às 15h42 Por Daniel Pérez Nem todo mundo sabe, mas o solo tem estreita relação com a disponibilidade de água e as mudanças climáticas. Num momento em que sobretudo São Paulo e Rio de Janeiro vivem uma séria crise de abastecimento, provocada por diversas razões, temos que nos lembrar da falta de aproveitamento da água de chuva em diversas frentes — seja no meio urbano ou rural. A crise hídrica está intimamente ligada ao manejo do solo. Atuando como um filtro, ele deve estar permeável para que o líquido se acumule nos lençóis freáticos e aquíferos. Assim, percebe-se que o problema da crise hídrica no Sudeste é provocado não só por baixa precipitação, mas principalmente pela impermeabilização do solo nas áreas urbanas e o não armazenamento das águas pluviais. Algumas cidades como Paris e Kuala Lampur utilizaram medidas de contenção de enchentes, como a construção de reservatórios subterrâneos (“piscinões”) para melhorar aproveitamento da água da chuva. Além disso, muitas cidades estão abrindo grandes parques para viabilizar a infiltração e retenção da água. Nesse contexto, talvez possamos dizer que o problema hídrico começa bem antes, com a erosão das cabeceiras dos córregos e rios que compõem nossas principais bacias de captação de água. Não há dispositivo em nossa atual legislação ambiental que preveja a necessidade de acompanhamento técnico que garanta o manejo adequado do solo nessas áreas tão frágeis — mesmo se estiverem no coração da recarga de aquíferos. Com isso, em um solo descoberto ou com pouca cobertura vegetal, as águas da chuva apenas “varrem” o solo, não se infiltrando e não promovendo o reabastecimento dos aquíferos e a manutenção dos lençóis freáticos dos rios e córregos que alimentam os reservatórios. Da mesma forma, o aquecimento global pode ser influenciado pelo manejo do solo. Segundo documento das Nações Unidas, até o fim desta década, é necessário que as emissões de carbono parem de crescer e caiam para zero até 2050, e o manejo adequado do solo pode ser o fiel da balança no sequestro de carbono. Diversas práticas agropecuárias, como o plantio direto, o reflorestamento de áreas degradadas, a integração lavoura/pecuária/floresta e a fixação biológica de nitrogênio em leguminosas e algumas gramíneas, como a cana-deaçúcar, elevam a acumulação de carbono na terra. Mas precisamos avançar na criação de indicadores nacionais que demonstrem, entre outros, a extensão desse estoque de carbono e sua variação em função dos diversos tipos de manejo realizados nos diferentes biomas brasileiros. Por sua multifuncionalidade, o solo deve estar na pauta dos agentes públicos, sob a responsabilidade de quem faz a gestão de um recurso finito. Só assim haverá mais...

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Comitê de Estudo da Situação Hídrica do Estado faz reunião na Assembleia
mar04

Comitê de Estudo da Situação Hídrica do Estado faz reunião na Assembleia

Quarta-feira, 4 de março de 2015, às 16h19 Da Redação da Alesp Reunidos na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) na manhã desta quarta-feira, os deputados integrantes do Comitê de Estudo da Situação Hídrica do Estado, coordenado pelo deputado Edson Giriboni (PV), discutiram evento que será realizado pelo comitê no dia 8 de abril com a finalidade de apresentar um painel sobre as diversas alternativas técnicas e políticas para solucionar a questão. Os deputados também deliberaram que o comitê irá realizar um levantamento de todos os projetos em tramitação no Legislativo que tratam do tema e colocar em destaque para a apreciação dos deputados aqueles que possam ter impacto positivo na crise hídrica que o Estado atravessa. Estiveram presentes na reunião, além do coordenador do comitê, os deputados Sebastião Santos (PRB), Davi Zaia (PPS), Rita Passos (PSD), André Soares (DEM) e Rodrigo Moraes...

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Bloqueios em rodovias continuam, mesmo com acordo entre governo e caminhoneiros
fev26

Bloqueios em rodovias continuam, mesmo com acordo entre governo e caminhoneiros

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 13h19 Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger Mesmo com acordo firmado entre governo e caminhoneiros nessa quarta-feira (25), a categoria mantém diversos pontos de rodovias federais parcialmente ou totalmente bloqueados na manhã de hoje (26). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Rio Grande do Sul, há 27 trechos interditados pelos manifestantes nas seguintes BRs: 101, 116, 158, 285, 386, 392, 468, 470 e 272. Em Santa Catarina, ainda há 11 pontos de bloqueios com interdição parcial das pistas. Os caminhoneiros ocupam trechos das BRs 116, 282, 470, 158 e 163. No Paraná, as interdições continuam em 18 trechos nas BRs 376, 272, 369, 467, 163, 476, 487, 158, 277 e 373. A PRF informou que carros de passeio, ambulâncias, ônibus e caminhões com cargas perecíveis estão sendo liberados. Na BR-163, em Mato Grosso do Sul, manifestantes bloqueiam os quilômetros 256, 267 e 270, em Dourados, e os quilômetros 614 e 618, em São Gabriel do Oeste. Na BR-463, no quilômetro 102, em Ponta Porã, também há interdição total. Em Mato Grosso, dez interdições iniciadas ontem (24) continuam nas BRs 364, 163 e 70. Segundo a PRF, os manifestantes estão liberando a passagem de caminhões com carga viva e produtos perecíveis, carros de passeio e ônibus. Pela proposta apresentada ontem, o governo promete sancionar a Lei dos Caminhoneiros sem vetos, prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro, além de criar, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, uma tabela referencial de frete. Nesse item, os representantes dos caminhoneiros pediram que o governo atue na mediação com os empresários. As manifestações dos caminhoneiros, que tiveram reflexo em mais de dez estados, já provocam desabastecimento de combustível e alimentos em algumas cidades. *Matéria ampliada às 9h57 e às 10h46 para incluir balanços parciais das polícias rodoviárias federais no Paraná, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul Fila de caminhões na BR-060, que liga Brasília a GoiâniaValter Campanato/Agência...

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Pesquisadores do IPT explicam como garantir a qualidade da água de chuva coletada
fev25

Pesquisadores do IPT explicam como garantir a qualidade da água de chuva coletada

Quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015, às 17h58 É imprescindível desprezar as primeiras chuvas; são elas que vão arrastar os poluentes presentes no ar e lavar a sujeira acumulada na área de captação IPT – Apesar de ser uma técnica relativamente simples, o aproveitamento da água de chuva possui requisitos mínimos que devem ser respeitados para garantir o funcionamento do sistema e, principalmente, para assegurar a qualidade dos volumes coletados. O telhado ou a laje de cobertura da edificação funcionam como área de captação. “Jamais deve-se fazer a captação a partir de pisos”, explica o pesquisador Luciano Zanella, do Centro Tecnológico do Ambiente Construído do IPT. Calhas e tubos direcionam as águas até o reservatório. É preciso prever um sistema de tratamento, cuja complexidade vai depender dos usos pretendidos. Em alguns casos, pode-se pensar em uma rede de distribuição da água para pontos de consumo de água não potável, caso das bacias sanitárias. Em edificações já construídas, entretanto, é indicado optar por sistemas simplificados, uma vez que o custo de novas instalações hidráulicas prejudicará a viabilidade financeira do projeto. A capacidade de reservação é definida em função de diversos fatores, a começar pela localização da edificação. É preciso considerar o regime de chuvas na região, a existência e a regularidade de abastecimento de água potável por uma concessionária, além do custo do recurso. Entra no cálculo também a demanda por água não potável. O número de usuários e seus hábitos de consumo, além das diversas aplicações que essa água pode ter na edificação, como limpeza de pisos e rega de jardins, também precisam ser levados em conta. Dois aspectos não podem ser ignorados: o espaço disponível para a instalação do reservatório e, quando a intenção for instalá-lo sobre a laje de cobertura, a capacidade da estrutura para suportar o peso adicional. “A carga extra de um reservatório cheio de água pode não ser suportada por alguns tipos de construção”, ressalta Zanella. Descarte da primeira chuva É imprescindível, alertam os pesquisadores do IPT, desprezar as primeiras chuvas. São elas que vão arrastar os poluentes presentes no ar e lavar a sujeira acumulada na área de captação. As recomendação técnicas indicam um descarte em torno de um a dois litros de água da primeira chuva para cada metro quadrado de telhado. Assim, se a cobertura tem 20 metros quadrados, é necessário desconsiderar um volume entre 20 e 40 litros. Um sistema mínimo de tratamento das águas pluviais envolve não somente o descarte das primeiras águas, mas a remoção dos sólidos, como folhas, galhos e areia, por meio da utilização de filtro ou tela. “É recomendada a desinfecção com compostos de cloro,...

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Começa obra para aumentar entrada de água no Sistema Alto Tietê
fev18

Começa obra para aumentar entrada de água no Sistema Alto Tietê

Quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015, às 16h46 Captação no rio Guaió, em Suzano, fará com que o sistema receba mais 1.000 litros de água por segundo, suficiente para abastecer cerca de 300 mil pessoas. A obra que vai aumentar a entrada de água no Sistema Alto Tietê teve início no sábado, 14. Executado pela Sabesp, o investimento vai captar água do rio Guaió, que fica em Suzano, e transferi-la até a represa Taiaçupeba, que faz parte do sistema Produtor Alto Tietê. O trabalho será feito com mão-de-obra própria da companhia e deve estar pronto em maio. A Sabesp vai implantar 9 km de adutoras (grandes tubulações) e uma estação de bombeamento. A obra vai retirar 1.000 litros de água por segundo do Guaió e bombeá-la por tubulação até o ribeirão dos Moraes. Este curso d’água termina no rio Taiaçupeba-Mirim, que então deságua na represa Taiaçupeba, pertencente ao Sistema Alto Tietê. Dessa forma, a água do Guaió será armazenada na represa e depois tratada para ser distribuída à população. Esse volume adicional de 1.000 litros de água por segundo equivale ao consumo de cerca de 300 mil pessoas. O Sistema Alto Tietê abastece parte da zona leste de São Paulo, as cidades de Suzano, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Poá, Itaquaquecetuba e Arujá e parte de Guarulhos. Mais água A importância dessa obra é aumentar a quantidade de água que entra no Sistema Alto Tietê no período de poucas chuvas. O sistema é composto por cinco represas (Ponte Nova, Paraitinga, Biritiba-Mirim, Jundiaí e Taiaçupeba). Elas são alimentadas pela chuva direta e pelos rios que deságuam nelas. Portanto, a entrada de mais um rio (o Guaió) para alimentar as represas vai ampliar o nível de todo o sistema. A captação do rio Guaió é semelhante a duas outras obras da Sabesp para aumentar a entrada de água nos sistemas que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo. No dia 27 de janeiro foi entregue a ampliação da transferência de água do córrego Guaratuba para o Sistema Alto Tietê. A obra, feita em pouco mais de dois meses pela Sabesp, contribuiu para aumentar o volume armazenado nesse sistema. O córrego Guaratuba nasce na serra do Mar e deságua em Bertioga, no litoral. Com a obra, o volume transferido para a Grande São Paulo subiu de 500 litros por segundo de água para 1.000 litros por segundo. A obra teve início no dia 5 de novembro de 2014 e foi feita com mão-de-obra própria da Sabesp. Técnicos da companhia também trabalham para bombear água de um novo manancial, o rio Juquiá, e transportá-la até a represa Guarapiranga. O objetivo é transferir...

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Governador de SP pede agilidade ao Governo Federal
nov10

Governador de SP pede agilidade ao Governo Federal

Segunda-feira, 10 de novembro de 2014, às 20h25 Alckmin pede agilidade na liberação de recursos federais para obras de mobilidade e solicita R$ 3,5 bi para investimentos no abastecimento de água no Estado de São Paulo. O governador Geraldo Alckmin esteve reunido com a presidente Dilma Roussef em Brasília nesta segunda-feira (10) e houve consenso para criação de um grupo de trabalho que vai se reunir no dia 17 para discutir os detalhes dos projetos apresentados pelo governador. Após a reunião, Alckmin falou sobre os investimentos que reforçarão o abastecimento de água no Estado. “Trouxemos uma relação de investimentos que somam R$ 3,5 bilhões. É um conjunto de obras que vêm sendo trabalhadas pelo Governo do Estado. Tivemos uma boa conversa sobre a possibilidade de recursos do Tesouro ou financiamento”, afirmou o governador. Garantindo não haver risco de desabastecimento de água a curto prazo, o governador de São Paulo disse que a proposta apresentada a Dilma é de novas obras. Segundo ele, várias obras para melhorar o abastecimento estão em andamento. “Nós temos repetido isso desde o início do ano. Nós temos em São Paulo um sistema extremamente forte, nem entramos na segunda reserva técnica do Cantareira. Então, não são obras para amanhã; as obras para amanhã estão sendo feitas. Nós vamos entregar neste mês de novembro mais um metro cúbico por segundo (m³/s) do Guarapiranga. Mais 300 mil pessoas saem do Cantareira”, informou. Obras sugeridas As oito obras sugeridas pelo Governo do Estado são: interligação dos reservatórios Atibainha e Jaguari, construção de dois grandes reservatórios na região de Campinas, adução desses reservatórios com os sistemas distribuidores, duas estações de produção de água de reúso em São Paulo, interligação do Jaguari com a região de Campinas, interligação do Rio Grande com a Billings e poços artesianos na região do Aquífero Guarani para a região de Campinas. “A presidente viu com bons olhos o conjunto das obras, mas nós vamos ter uma conversa mais aprofundada para que ela bata o martelo naquilo que o governo federal ajudará São Paulo”, disse a ministra Miriam Belquior, complementando que, do meio para o fim da semana que vem, poderá haver uma resposta do melhor formato de financiamento. “É comum a presidenta dizer que o montante de recursos, claro, depende da nossa capacidade, mas, fundamentalmente, depende da importância das obras a serem realizadas. Se durante o processo de discussão estiverem claras a importância das obras para o abastecimento da região, nós poderíamos até apoiar tudo”, disse. Rede paulista de transporte sobre trilhos Durante a reunião com Dilma Roussef, Alckmin também fez uma série de reivindicações para dar continuidade à expansão e qualificação da rede...

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Aumento da gasolina deve chegar ao bolso do consumidor na segunda-feira
nov07

Aumento da gasolina deve chegar ao bolso do consumidor na segunda-feira

Sexta-feira, 7 de novembro de 2014, às 19h31   Agência Brasil – O reajuste de 3% no preço da gasolina anunciado na noite de ontem (06), pela Petrobras, não afetará o consumidor neste fim de semana. Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo, José Alberto Paiva Gouveia, a previsão é que somente na segunda-feira (10), quando os postos de gasolina começarem a demandar o produto com o preço reajustado nas refinarias, é que o novo valor deve chegar ao consumidor. “Conforme os postos forem demandando o produto com valor já reajustado nas refinarias é que teremos um aumento para o consumidor final. Ainda assim, esse aumento de 3% está abaixo do que a Petrobras precisaria para repor suas dívidas, que seria de 7%. Quanto à dúvida se será mais proveitoso abastecer com etanol, precisamos, antes, verificar o aumento final da gasolina para o consumidor”, ressaltou Gouveia. Ele destacou que o valor real do aumento dependerá do repasse cobrado pelas distribuidoras aos postos. “O aumento final da gasolina vai refletir o que for cobrado pelas distribuidoras, já que nos postos a gasolina tem um percentual de 25% de etanol, que até agora mantém o preço estável. Ou seja, se desconsiderarmos o preço da distribuição e considerarmos que a gasolina tem um percentual de etanol na mistura, o aumento nem chega aos 3% para o...

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Alckmin anuncia 29 reservatórios e estações de produção de água de reúso
nov07
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Crise da água em SP: geólogos querem usar Guarani
out29

Crise da água em SP: geólogos querem usar Guarani

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 16h17 Geólogos estudam meio de usar Aquífero Guarani para aliviar crise do Cantareira. Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli Geólogos da Universidade de São Paulo (USP) elaboram um estudo para saber se é possível retirar água do Aquífero Guarani para abastercer a região de Piracicaba, aliviando o Sistema Cantareira. A proposta é analisar a viabilidade da construção de 24 poços artesianos no município de Itirapina, região oeste do estado, onde o aquífero pode ser acessado de forma rasa. A análise será apresentada, em aproximadamente um mês, ao comitê criado pelo governo estadual para administrar a crise hídrica no Cantareira. Hoje (27), o sistema chegou a 13% da capacidade de armazenamento, após o início da utilização da segunda cota do volume morto. O professor Reginaldo Bertolo, do Instituto de Geologia, explica que o estudo inclui a simulação, por meio de um modelo matemático, da extração de 150 mil litros de água por hora. “Queremos avaliar se o aquífero suporta essas vazões em longo prazo”, apontou. A análise baseia-se em um artigo publicado em 2004 por um grupo da Universidade Estadual Paulista (Unesp). De acordo com o trabalho, a região de Piracicaba fica distante cerca de 60 quilômetros (km) em linha reta, o que diminui os custos de um transporte da água direta para a capital. Outra vantagem é que o desnível geográfico entre as regiões de captação e consumo favorece o deslocamento. Mesmo em fase de pré-viabilidade técnica, Bertolo acredita que essa pode ser uma alternativa interessante para o abastecimento de parte da região que deveria receber água do Cantareira. Ele destaca, no entanto, que é preciso fazer o uso sustentável dessa água para evitar novas crises. “A gente precisa ter a recarga no aquífero para que ele continue dando água. Se a gente tiver em longo prazo a certeza de que a chuva vai continuar caindo e o aquífero recarregado, uma vazão de 1 metro cúbico por segundo é uma vazão segura”, apontou. O Aquífero Guarani é a maior reserva estratégica de água doce da América Latina. Atualmente, o aquífero abastece a maior parte das cidades do oeste paulista. “Observe que a crise de abastecimento de água está mais crítica nos municípios do centro-leste do estado”, avaliou. Isso ocorre, segundo Bertolo, porque eles têm maior segurança hídrica com a água oriunda dos aquíferos Bauru e Guarani. Entre os municípios abastecidos dessa forma, o professor destaca Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Araçatuba, Presidente Prudente, Marília, Bauru, entre outros. Ele explica que a profundidade das águas subterrâneas exige tecnologia complexa de engenharia, similar à utilizada para encontrar petróleo,...

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Sistema Produtor Alto Tietê
out29

Sistema Produtor Alto Tietê

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 10h31 O SPAT (Sistema Produtor Alto Tietê) é um conjunto de cinco reservatórios (ou barragens) localizados entre Suzano e Salesópolis, concebidos visando o aproveitamento múltiplo de recursos hídricos, com ênfase para o controle de enchentes, abastecimento público, irrigação, diluição de esgotos e lazer. Proposto dentro dos estudos do Plano HIBRACE – numa época em que o problema de enchentes na RMSP não era agravado pelo uso e ocupação cada vez mais indevida do solo; pela impermeabilização acentuada do solo; e grande quantidade de lixo jogado no Tietê -, teve sua implantação iniciada pela barragem de Ponte Nova, localizada no rio Tietê, no município de Salesópolis. A conclusão das obras ocorreu no início da década de 70.   De uma forma global, os cinco reservatórios (Ponte Nova, no rio Tietê, na divisa dos municípios de Salesópolis e Biritiba Mirim; Paraitinga, no rio Paraitinga, em Salesópolis; Biritiba, no rio Biritiba, na divisa dos municípios de Biritiba Mirim e Mogi das Cruzes; Jundiaí, no rio Jundiaí, em Mogi das Cruzes; e barragem de Taiaçupeba, no rio Taiaçupeba, na divisa de Mogi e Suzano), dão auxílio importante para a redução nas vazões do Tietê e afluentes próximos à barragem da Penha,somando-se as obras de ampliação da calha do rio, especialmente no trecho Penha-Edgard de Souza. Naturalmente a preservação das várzeas do Tietê a montante da Penha, também se reveste da maior importância para que os objetivos das obras na calha a jusante sejam, na prática, efetivamente alcançados. Rio Tamanduateí Uma das mais importantes sub-bacias do Alto Tietê, a bacia hidrográfica do rio Tamanduateí, com 323 km² abrange zonas centrais de importantes cidades como São Paulo, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano, Diadema e Mauá. O Tamanduateí, nasce na Gruta Santa Luzia no município de Mauá e depois de percorrer 36 km desemboca no rio Tietê. Funciona como uma grande galeria de águas pluviais, apresentando variações bruscas no nível d’água, quando das precipitações pluviométricas que ocorrem com maior incidência no período de chuvas fortes, de outubro a março. No século XIX as inundações causadas pelo rio Tamanduateí na chamada Várzea do Carmo, hoje Parque D. Pedro, provocavam muitos danos às populações ribeirinhas, exigindo medidas, a exemplo da execução de obras de canalização, como forma de prevenir epidemias em consequência das enchentes.     Na década de 70 começou a ser implantado o projeto que levaria à minimização dos problemas das cheias provocadas pelo transbordamento do rio Tamanduateí. A saída então vislumbrada foi a sua canalização, iniciada pelo DAEE em abril de 1978, a partir da sua foz, no rio Tietê. Por atravessar uma área densamente...

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MP ajuíza ação para revisão do volume de água retirado do Alto Tietê
out29

MP ajuíza ação para revisão do volume de água retirado do Alto Tietê

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014, às 09h39 Promotores pedem liminar para evitar “irreversíveis danos ambientais”. O Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (GAEMA) – Núcleo Cabeceiras e da Promotoria do Meio Ambiente da Capital, ajuizou, nesta terça-feira (28/10), ação civil pública ambiental, com pedido de liminar para que sejam suspensos imediatamente os limites máximos de vazão e para que seja feita revisão imediata do volume de água que tem sido retirado do Sistema Produtor do Alto Tietê (SPAT), autorizado pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) à Companhia de Saneamento Ambiental (SABESP). De acordo com a ação, proposta pelos Promotores de Justiça Ricardo Manuel Castro, Secretário do GAEMA Cabeceiras, e José Eduardo Ismael Lutti, da Promotoria do Meio Ambiente da Capital, a medida é urgente “para que sejam prevenidos os irreversíveis e graves danos ambientais, de maneira a se efetivar uma gestão integrada entre recursos hídricos e meio ambiente”. Segundo os Promotores, devem ser adotadas as medidas necessárias para assegurar que no prazo máximo de cinco anos o Sistema Alto Tietê esteja recuperado em seu volume útil e integral e deve ser definido um volume estratégico a ser preservado ao final de cada período de planejamento. A ação também pede que a SABESP, “no período máximo de um ano, promova a integral recuperação ambiental, com o emprego exclusivo de espécies nativas em caráter heterogêneo, das áreas de preservação permanente de 100 metros contados de seu nível máximo, de todos os reservatórios que compõe o SPAT”.   Leia a ação   Assuntos relacionados Sistema Produtor Alto Tietê MP ajuíza ação para revisão do volume de água retirado do Alto...

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Cantareira chega a 13,6% com inclusão da segunda cota do volume morto
out24
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Nível do Sistema Cantareira está em 3,5%
out21

Nível do Sistema Cantareira está em 3,5%

Terça-feira, 21 de outubro de 2014 às 05h43 Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil Edição: Marcos Chagas O nível do Sistema Cantareira, chegou em 3,5% ontem (20), de acordo com dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Até domingo (19), o reservatório estava com 3,6% de seu nível. No final da semana passada, a Sabesp informou que restavam apenas 40 bilhões de litros de água da primeira cota da reserva técnica do Cantareira que começou a ser retirada no dia 16 de maio.     Durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Sabesp, na Câmara dos Vereadores, a presidente da companhia, Dilma Pena, admitiu que, se não chover nos próximos dias, a primeira parte da reserva técnica pode acabar em meados de novembro. A alternativa seria utilizar a segunda cota do volume morto, autorizada pela Agência Nacional de Águas (ANA) no último dia 17. De acordo com a Sabesp, a segunda cota acrescentará mais 106 bilhões de litros ao sistema. Mas a ANA determinou que o uso dessa cota obedeça regras que garantam o abastecimento da região metropolitana de São Paulo, até abril de 2015, sem prejuízo à bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). A proposta de retirada gradual da reserva foi encaminha ao órgão federal no dia 10 de outubro, pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (Daee). A retirada de água da segunda cota do volume morto chegou a ser vetada por uma liminar judicial, mas a decisão foi suspensa pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), desembargador federal Fábio Prieto, a pedido da Sabesp e do Daee. A ação foi proposta pelos ministérios públicos estadual de São Paulo e o federal (MPF), com a intenção de garantir que a primeira parte do volume morto não se esgotasse antes de 30 de...

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Petroquímica de Suape é investigada pelo TCU
out21

Petroquímica de Suape é investigada pelo TCU

Terça-feira, 21 de outubro de 2014 às 05h01 Pernambuco 247 – Não é só a construção da Refinaria Abreu e Lima, no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Pernambuco, que está sendo alvo de investigação. O Tribunal de Contas da União (TCU) também teria identificado falhas na construção do Complexo Petroquímico que está sendo implantado no local, ao lado da refinaria.     Segundo matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo, o TCU estaria investigando os prazos para a implantação do complexo e os gastos com obra, cujo orçamento passou de R$ 2 bilhões para cerca de R$ 5,5 bilhões. A entrega do complexo estava prevista inicialmente para 2009, mas o projeto só foi finalizado neste exercício. O órgão fiscalizador teria feito vistorias entre 2012 e 2013. Na ocasião os fiscais teriam apontado aumentos de até 100% nos gastos com mão de obra. Além disso, a empreiteira Odebrecht teria sido contratada sem licitação, o que apesar de permitido pela legislação não costuma ser feito pela Petrobras, responsável pela implantação do...

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Produtos orgânicos em São Paulo
set30

Produtos orgânicos em São Paulo

Terça-feira, 28 de setembro de 2014, às 09h12 A organização dos agricultores para defender as feiras orgânicas de São Paulo. As feiras sempre foram vistas pelo movimento de agricultura orgânica nacional e internacional como fundamentais para o avanço deste padrão tecnológico. Por colocar diretamente em contato produtor e consumidor, estabelecem-se as condições de confiança e credibilidade que tornam as atividades de troca personalizadas, não impessoais como no mercado convencional, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.     “Do ponto de vista do produtor, ao conhecer seus consumidores e suas famílias, o comprometimento com a qualidade do produto deixa de ser uma exigência burocrática e legal, para se tornar uma questão ética e de comprometimento pessoal, afirma a pesquisadora Yara Chagas de Carvalho. Para o consumidor, a feira é um meio de conhecer a procedência dos produtos que consome, além de estimular o consumo de maior gama de produtos de época. Do ponto de vista do movimento, a feira é um local de encontro, troca, difusão de conhecimento, atração de novos adeptos e integração de movimentos sociais diversos, ressalta a pesquisadora. Há cerca de um ano e meio, a prefeitura de São Paulo convidou várias entidades do movimento orgânico do Estado para ajudarem a organizar uma feira semanal nas proximidades do parque Ibirapuera. O objetivo do programa foi estimular a conversão para produção orgânica de agricultores, em todos os municípios da sub-bacia do Guarapiranga. Foi neste cenário que surgiu a feira orgânica no local mais nobre da cidade: o Modelódromo, nas vizinhanças do parque Ibirapuera. A feira reúne produtores de várias regiões do Estado: Botucatu, região metropolitana de São Paulo e Campinas, Vale do Paraíba, Ibiúna, Rio Claro, além do sul de Minas Gerais e também um atacadista certificado que traz produtos da agricultura familiar de todo país. Assuntos relacionados Feiras orgânicas em São Paulo Endereços das Feiras orgânicas em SP e no Brasil A feira logo se tornou aos olhos de todos um local de referência no Estado. A garantia da qualidade orgânica dos produtos é de responsabilidade do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), mas há de se reconhecer a limitada capacidade de fiscalização. A feira do Ibirapuera assume, assim, o papel de experiência piloto para se construir novas relações com o poder público municipal responsável pelo espaço e pela autorização das feiras e com a esfera federal responsável pela regulação do mercado orgânico. Recentemente, os participantes da feira (produtores e consumidores) foram surpreendidos pela prefeitura de São Paulo (Secretaria de Esportes), informando a impossibilidade de continuidade da feira naquele local. Os agricultores foram gradativamente se mobilizando...

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Feiras orgânicas em São Paulo
set30

Feiras orgânicas em São Paulo

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Em quatro meses, Cantareira perde o equivalente à reserva técnica
set16

Em quatro meses, Cantareira perde o equivalente à reserva técnica

  Terça-feira, 16 de setembro de 2014, às 16h28 Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger O volume do Sistema Cantareira continua em queda e chegou hoje (16) a 8,9% da capacidade dos reservatórios. Com isso, as represas que abastecem parte da Grande São Paulo e dos municípios do interior atingem praticamente o mesmo nível de 15 de maio (8,2%). A chegada a esse patamar crítico fez com que o sistema começasse a usar a reserva técnica que adicionou 182,5 bilhões de litros de água.       A falta de chuvas tem dificultado a reposição do volume das represas. Foram registrados na região 30,1 milímetros de chuva neste mês. A média histórica é 91,9 milímetros de precipitação ao longo de setembro. Segundo a Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, no entanto, o abastecimento de água está garantido até março de 2015. Além disso, a expectativa é que, até o final do mês, chova regularmente e não haja necessidade de se recorrer à segunda cota da chamada reserva técnica ou volume morto. Essa solução só será utilizada em último caso, segundo o governo paulista. Também, gradativamente, será reduzida a dependência do Sistema Cantareira em relação a outros mananciais. A partir deste mês, o processo de transferência de água para a área abastecida por Cantareira permitirá o bombeamento de mais 500 litros por segundo com a utilização das águas do Rio Grande e, em outubro, mais 1 mil litros por segundo retirados do Rio Guarapiranga. Com esse volume, haverá redução de dependência do Cantareira para o abastecimento de 500 mil moradores. Só neste ano, acrescenta a nota, a estimativa é diminuir de 8,8 milhões para 6 milhões o número de consumidores atendidos por esse sistema. Como medida preventiva, a Sabesp solicitou a retirada de 106 bilhões de litros de água da segunda reserva técnica do Sistema Cantareira. A obra já foi autorizada pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), porém, não há previsão para o...

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Rios despoluídos seriam alternativa para abastecimento
ago21

Rios despoluídos seriam alternativa para abastecimento

Quinta-feira, 21 de agosto de 2014 às 20h36 Por Marco Antonio Palermo* O Comitê responsável pelas bacias hidrográficas dos rios Piracicaba, Jundiaí e Capivari autorizou a captação para consumo das águas do rio Jundiaí, classificado, anteriormente, pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) como altamente poluído. O trecho de 22 km de onde serão captadas as águas fica entre as cidades de Itupeva e Indaiatuba, no interior de São Paulo.     Recentemente, o rio foi reclassificado para nível 3 de poluição, condição que viabiliza sua utilização para abastecimento após tratamento avançado. A melhora da qualidade da água ao longo da bacia, principalmente no trecho entre Itupeva e Jundiaí se deu graças aos investimentos em despoluição realizados nos últimos vinte anos. O doutor em engenharia de recursos hídricos Marco Antonio Palermo enfatiza a importância do investimento em despoluição de rios e lagos ao observar a reclassificação do trecho do rio Jundiaí da classe 3 para a 4 no que se refere ao nível de poluição. “Uma vez despoluídos, os corpos d´água podem se prestar para o abastecimento público, dentre outros usos. Passa a ser possível empregar quantidades importantes de água antes impróprias e inaproveitáveis”. Marco Palermo avalia que os investimentos em despoluição que melhoraram a qualidade da água do rio Jundiaí entre as cidades de Itupeva e Jundiaí deveria ser modelo a ser seguido por São Paulo, além de uma alternativa a mais para o abastecimento que passa pela sua pior crise. “Imaginem se os rios Tietê, Pinheiros e Tamanduateí estivessem despoluídos, certamente não seria necessário ir buscar tanta água tão longe e nem recorrer a medidas extremas como utilizar o volume morto dos reservatórios para abastecer as cidades do Alto Tietê”, conclui. *Marco Antonio Palermo é Doutor em Engenharia de Recursos Hídricos, Engenheiro Hidrólogo pelo IHE/Delft, Holanda, foi diretor técnico e financeiro da Agência da Bacia do Alto Tietê e vice-presidente do Comitê da Bacia do Alto Tietê. É membro da Associação Brasileira de Recursos Hídricos e preside o Instituto...

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Tratamentos de água
ago19

Tratamentos de água

Terça-feira, 19 de agosto de 2014 às 14h45 Por Roberto Naime* Os tratamentos de água são necessários para águas residuárias de sistemas industriais ou para os esgotos coletados nas áreas com populações. Objetivam devolver características físico-químicas às águas, antes das mesmas serem dispostas ou retornarem aos sistemas hídricos naturais, superficiais ou subterrâneos.   Os tratamentos envolvem vários tipos de processos, desde a remoção física dos poluentes, passando por processos químicos e podendo ser finalizados por refinamentos biológicos. Existem tratamentos denominados primários, secundários e terciários, cada um deles sendo constituído de vários processos unitários individuais. Processos unitários é a denominação que se dá para cada procedimento físico ou químico que integra o elenco de ações que objetiva dotar o efluente residuário considerado, de condições para retornar ao fluxo natural das águas sem causar danos e impactos ambientais. Os denominados tratamentos primários são constituídos por processos físico químicos, por coagulação e floculação das águas residuárias e objetivam a remoção de poluentes inorgânicos, materiais insolúveis, metais pesados, matéria orgânica não-biodegradável, sólidos em suspensão e outros. O tratamento físico-químico por coagulação-floculação difere muito pouco dos sistemas empregados no tratamento de água bruta para abastecimento público, onde sua concepção básica consiste em transformar em flocos as impurezas em estado coloidal e as suspensões, para posteriormente remover estes materiais em decantadores. A floculação é obtida com coagulantes químicos como os sais de Alumínio e Ferro, que reagem com a alcalinidade contida ou adicionada nas águas residuárias para correção do pH muito ácido, formando hidróxidos que desestabilizam coloides e partículas em suspensão. Para obtenção de eficiência nos tratamentos, é necessário escolher os processos de forma adequada. Os processos físico-químicos são recomendados na remoção de poluentes inorgânicos, metais pesados, óleos e graxas, sólidos sedimentáveis e sólidos em suspensão através de processos de coagulação-floculação e remoção de matérias orgânicas não-biodegradáveis e sólidos dissolvidos, por precipitação química. A remoção de compostos ocorre através de oxidação química. Na remoção de sólidos voláteis, dissolvidos e em suspensão, o tratamento biológico é mais indicado. Para remover sólidos fixos dissolvidos, são necessários tratamentos mais avançados como troca iônica, adsorção em leitos de carvão ativado e outros. Na escolha do tratamento, a relação entre Digestão Química de Oxigênio (DQO) e Digestão Biológica de Oxigênio (DBO) é o parâmetro definidor fundamental: 1) o caso em que a DQO seja o dobro da DBO, é provável que parte da matéria orgânica seja biodegradável, podendo ser adotados tratamentos biológicos convencionais; 2) na hipótese do DQO ser muito além do dobro da DBO (3 ou 4 vezes maior), é provável que grande parte da matéria orgânica não seja biodegradável e tratamentos químicos podem ser mais adequados; caso haja...

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Segundo artigo, medidas hidrológicas para SP são apenas emergenciais
jun21

Segundo artigo, medidas hidrológicas para SP são apenas emergenciais

Sábado, 21 de junho de 2014 às 11h59 Medidas para combater a crise de abastecimento de água são apenas emergenciais. Marco Antonio Palermo* O anúncio do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, de que 2,1 milhões de pessoas deixarão de ser abastecidas com as águas do Sistema Cantareira, até setembro, para serem atendidas por outros sistemas de abastecimento como o Guarapiranga e Alto Tietê e a proposta de utilização das águas do Rio Paraíba do Sul, que abastece a capital fluminense, são medidas emergenciais que visam enfrentar um problema de natureza estrutural. A utilização das águas do Sistema Guarapiranga e Alto Tietê irão causar depleção em outros sistemas produtores – que possuem maiores reservas – utilizados para o abastecimento de outras regiões da Região Metropolitana de São Paulo. Com relação a proposta de utilização das águas do Rio Paraíba do Sul, embora seja uma medida possível e razoável, trata-se de outra alternativa operacional de contingência protelatória e que a questão fundamental que é de natureza estrutural ainda continua em segundo plano. É necessário que as ações devam ser compatíveis com a magnitude do problema e lembro que a crise sanitária dos anos 60, em que a falta d’água e esgoto a céu aberto chegaram a níveis inaceitáveis, resultou numa profunda transformação envolvendo uma reformulação institucional, extinguindo-se e fundindo-se empresas concessionárias que culminou com a criação da Sabesp. Associou-se a esta reformulação na gestão do saneamento a elaboração e a implementação de um plano e obras do qual um dos principais resultantes foi o Sistema Cantareira. Já tivemos tempo suficiente, a par das medidas contingenciais, de submeter à consulta pública uma série de alternativas consistentes e bem fundamentadas para suprir o déficit hídrico que cresce a cada dia. É isso que imagino ser a expectativa de todos, sairmos da atuação de cunho secundário, temporário e transitório para as ações de longo prazo e que tragam segurança hídrica para um largo horizonte. *Marco Antonio Palermo é doutor em Engenharia de Recursos Hídricos, engenheiro Hidrólogo pelo IHE/Delft, Holanda, foi diretor técnico e financeiro da Agência da Bacia do Alto Tietê e vice-presidente do Comitê da Bacia do Alto Tietê. É membro da Associação Brasileira de Recursos Hídricos e preside o Instituto Pró-Ambiente e a empresa Altamisa...

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IEA registra alta do arroz, tomate, cana-de-açúcar e laranja
jun10

IEA registra alta do arroz, tomate, cana-de-açúcar e laranja

Terça-feira, 10 de junho de 2014 às 10h16   Preços agropecuários: alta de 0,65% no fechamento do mês de maio. Instituto de Economia Agrícola — O IqPR – Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista registrou alta de 0,65% no mês de maio de 2014, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. No período, apresentaram majoração positiva: o tomate para mesa (30,15%), a cana-de-açúcar (5,03%), o arroz (3,58%) e a laranja para indústria (3,08%) foram aqueles que no mês de maio de 2014.     Os produtos que apresentaram quedas de preços neste mês foram: a laranja para mesa (28,55%), banana nanica (22,49%), batata (17,29%), ovos (13,05%), feijão (12,72%), carne de frango (8,78%), algodão (8,42%), milho (7,39%), carne suína (6,20%), amendoim (4,44%), trigo (4,15%), leite cru resfriado (2,81%), soja (2,49%) e café (1,51%), destacam José Alberto Angelo e Danton Leonel de Camargo Bini, pesquisadores do IEA, responsáveis pelo levantamento. No geral, as quedas de preços no mês de maio/14 refletem uma desaceleração de preços uma vez que nos meses de março e abril os preços registraram altas significativas, ora causadas pelo clima ora pela escassez de oferta do produto. Acumulado nos últimos 12 meses No acumulado dos últimos 12 meses (maio/13 a maio/14), o IqPR registrou variação positiva de 18,39%. Os produtos que tiveram preços com incrementos em patamares mais elevados que a inflação acumulada nos últimos 12 meses foram: banana nanica (59,97%), café (44,05%), laranja para indústria (43,90%), carne suína (33,97%), carne bovina (26,38%), carne de frango (21,25%), laranja para mesa (19,32%), milho (17,77%), soja (16,41%), trigo (10,73%), leite cru resfriado (8,90%), cana-de-açúcar (7,43%), e arroz (6,58%). Apenas os ovos (2,67%) apresentaram variações positivas abaixo da inflação acumulada nos últimos 12 meses. Já os produtos que apresentaram reduções de preços foram o feijão (44,07%), batata (15,03%), soja (4,48%), amendoim (4,05%) e algodão...

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Novidades no site do IEA: Banco de legislação
jun03

Novidades no site do IEA: Banco de legislação

03 de junho de 2014 às 19h42 Buscando tornar seu site cada vez mais dinâmico e funcional, o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, passa a oferecer aos usuários mais um serviço: o Banco de Legislação, informa Paulo José Coelho, pesquisador do Instituto. A criação do Banco de Legislação se deu em função da necessidade de facilitar a consulta dos pesquisadores do IEA que perdiam muito tempo para localizar uma determinada legislação quando estavam elaborando um artigo e deu tão certo que a direção do Instituto resolveu disponibilizar o serviço para todos os usuários do site. “O Banco de Legislação conta atualmente com 154 diplomas legislativos (leis, decretos, etc.), sobre agricultura e meio ambiente. Mas, a ideia é que seja atualizado diariamente”, afirma a executiva pública Adriana Damiani, consultora jurídica do IEA. A consulta ao Banco de Legislação é muito simples e rápida. Para iniciar a pesquisa, o usuário deve acessar o site do Instituto (www.iea.sp.gov.br); buscar “Produtos & Serviços” na barra de menu e selecionar o atalho “Legislação”. Na tela seguinte, o usuário pode escolher o tipo de diploma legislativo que necessita e o período que deseja consultar (datas inicial e final). Também é possível clicar em Todos e pesquisar todas as postagens. Se optar pela busca, o usuário pode escolher uma palavra chave ou o número da lei que deseja pesquisar, nesse caso o número deve ser grafado da forma em que foi publicado no Diário Oficial. Por exemplo: Lei 11.076, criada em 30/12/2004 e publicada em...

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A ressurreição do Volume Morto na Quaresma
jun03

A ressurreição do Volume Morto na Quaresma

03 de junho de 2014 às 19h Rubem Porto e Marco Palermo O Sistema Cantareira, o maior dos sistemas produtores de água para abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo, está em crise. Capaz de armazenar 978 milhões de metros cúbicos para regularizar o regime dos rios que o constituem e responsável pelo abastecimento de cerca de nove milhões de pessoas, o Cantareira encontra-se hoje com, aproximadamente, 10% de sua capacidade útil (98 milhões de metros cúbicos). Segundo os órgãos gestores de recursos hídricos da União e do Estado, o armazenamento deveria ser cerca de 60% (590 milhões de metros cúbicos).     Inúmeras razões são apontadas no meio técnico e na mídia para a ocorrência da situação. A mídia está exercendo importante papel ao manter o assunto em evidência; técnicos e especialistas utilizam dados e conhecimentos especializados para dar respostas a uma série de questões com vistas à superação da crise; e aprimoramento de políticas de operação, critérios de planejamento e planos de contingência; órgãos responsáveis trabalham para administrar a crise de forma a minimizar os prejuízos para a sociedade. Entretanto, algumas das análises e opiniões tratam o problema de forma parcial, baseando-se em informações incorretas ou não comprovadas cientificamente. A confusão começa com o conceito de que atribuiu erroneamente ao termo “Volume Morto”. Na verdade, este termo significa, simplesmente, um volume que não é utilizado durante a operação do reservatório em condições normais. Dependendo de fatores como as finalidades do reservatório, sua topografia e o arranjo de suas estruturas, o Volume Morto pode ficar em cotas elevadas, até mesmo nas proximidades do topo da barragem. Não existe nenhuma relação entre este termo técnico e coisa “morta”, “podre” ou de “má qualidade”. Termos mais apropriados para definir este armazenamento seriam “volume inativo”, “reserva técnica”, “reserva de contingência” e outros assemelhados. A utilização de volumes inativos constituem estratégias usuais para a administração de crises. No Ceará, a medida socorreu o sistema que abastece Região Metropolitana de Fortaleza, que passava por crise semelhante à de São Paulo. No caso do Sistema Cantareira, os Volumes Mortos nos Reservatórios de Jaguari-Jacareí, Cachoeira e Atibainha situam-se em cotas altas (cerca de 26 m acima do fundo: correspondente a um edifício de 8 andares) e não existem razões técnicas ou ambientais que impeçam seus aproveitamentos. O bombeamento nos reservatórios totalizará cerca de 200 milhões de m3, o que corresponde a aproximadamente 22,5% do volume útil e garantirá sobrevida importante ao Sistema. Por essas razões, algumas informações divulgadas na mídia merecem ser esclarecidas sobre as consequências da utilização do volume morto. São elas: I) Após o bombeamento do volume morto ainda restarão cerca de 200...

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Ponto turístico, mas o entorno é para espantar turistas
jun02

Ponto turístico, mas o entorno é para espantar turistas

02/06/2014 – 19h26 Gerson Soares Repugnante, esta palavra seria amena, diante do cenário que pode ser visto neste sábado (31/05) no entorno do Mercado Municipal de São Paulo. A aparência da Avenida do Estado, sob o viaduto Diário Popular, na Rua Cavalheiro Basílio Jafete e nas duas esquinas que antecedem o Mercadão, como é conhecido, tinham um aspecto decadente. Nauseabundo, isto é o que se poderia falar sobre o odor na Rua Cavalheiro Basílio Jafete, ao lado do viaduto Diário Popular que faz a ligação entre a Avenida Mercúrio e o Parque Dom Pedro. A menos de 200 metros do maior entreposto municipal da cidade e em frente a diversos pontos de comércio de hortifrutis, esta palavra mal traduz a situação que se encontra ao lado de um dos pontos turísticos mais famosos de São Paulo, o Mercadão. Se não fosse com estes termos, deveríamos arranjar outros, para designar o odor das fezes a céu aberto, esgoto, galerias expostas, sujeira, poças de urina que formavam rios no último sábado. O caso se torna ainda mais extremo, quando a maior cidade do país e da América Latina recebe pessoas de vários países e aponta esse local para visitação turística durante a Copa do Mundo. Do outro lado do rio que separa as marginais da Avenida do Estado, está o Palácio das Indústrias, antiga sede da prefeitura da cidade. Ao chegarmos, por volta das 9h30, nos páteos internos do Mercadão não havia lugar para estacionar e a maioria dos estacionamentos do entorno já estavam lotados. Isso nos fez seguir em frente pela Rua Cantareira, já que um agente do CET impedia a conversão à esquerda contornando o Mercado pela Rua Com. Assad Abdala: “Só sei que estou mandando seguir em frente”, disse ele sem saber explicar o porquê. Seguindo o indicado, a cada momento diversos flanelinhas cercavam os carros tentando arranjar-lhes vagas e foi assim que tivemos de ceder àquela demanda, já que não havia onde estacionar. Fomos levados até a Rua Cavalheiro Basílio Jafete e ao chegarmos orientados a estacionar o carro em cima da calçada. Havia em torno de dez flanelinhas ou mais naquele local guardando vagas para vender. Com carros estacionados estrategicamente para garantir o acesso às calçadas e outros pontos embaixo do viaduto, além das ruas, demarcadas com zona azul, eles cobravam em torno de 20 reais adiantados. O cheiro de fezes que exalou ao abrirmos as portas do carro quase nos fez retroceder. Vimos um rapaz que andava com uma mulher, ambos caminhavam na ponta dos pés para não pisar nos dejetos e nas poças de urina. Lama, lixo, folhas de hortaliças, frutas estragadas e um...

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História — Palácio das Indústrias e Parque Dom Pedro II
jun02

História — Palácio das Indústrias e Parque Dom Pedro II

02/06/2014 – 20h12 Leia algumas poucas linhas do já se escreveu sobre estes dois marcos da cidade, assim descritos no livro “Lembranças de São Paulo”, de João Emilio Gerodetti e Carlos Cornejo. A Várzea do Carmo, região alagada pelo Rio Tamanduateí, foi ajardinada e transformada no Parque Dom Pedro II, com lago, ilha e alamedas, para as celebrações do Centenário da Independência. Concluídaem 1925, assim o descreveu Gustavo Werner, em São Paulo, a nova metrópole sul-americana: “O Parque central mais lindo é o Dom Pedro II, que separa da city os bairros industriais. Daí se lobrigam as silhuetas dos arranha-céus, dos monumentos, o rendilhado do Palácio das Indústrias, o curso sinuoso do Tamanduateí, tudo envolto num ambiente de barulho decorrente dos veículos e das atividades da multidão que anima os seus arredores.” O Palácio das Indústrias, foi assim descrito com orgulho no Livro de Ouro do estado de São Paulo, 1889–1914: “Este monumento, cuja primeira pedra foi colocada em 1910, deve-se à iniciativa do Dr. Padua Salles, antigo Secretário da Agricultura, e é destinado à exposição permanente dos produtos agrícolas e de todas as indústrias do estado. Se ergue na Várzea do Carmo, mesmo à entrada do populoso bairro do Brás. Sua arquitetura é de muito bom gosto, num estilo um tanto rústico.” Leia mais Ponto turístico, mas o entorno é para espantar turistas Imperador Dom Pedro II Parque Dom Pedro II,...

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Imperador D. Pedro II
jun02

Imperador D. Pedro II

02/06/2014 – 20h Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga. Hoje um exagero, mas à sua época este é o nome completo do Imperador Dom Pedro II, alcunhado o Magnânimo, foi o segundo e último monarca do Império do Brasil, tendo reinado o país durante um período de 58 anos. Nascido no Rio de Janeiro, no dia 2 de dezembro de 1825, foi o filho mais novo do Imperador Dom Pedro I do Brasil e da Imperatriz Dona Maria Leopoldina de Áustria e, portanto, membro do ramo brasileiro da Casa de Bragança. A abrupta abdicação do pai e sua viagem para a Europa tornaram Pedro imperador com apenas cinco anos, resultando em uma infância e adolescência tristes e solitárias. Obrigado a passar a maior parte do seu tempo estudando em preparação para imperar, ele conheceu momentos breves de alegria e poucos amigos de sua idade. Suas experiências com intrigas palacianas e disputas políticas durante este período tiveram grande impacto na formação de seu caráter. Pedro II cresceu para se tornar um homem com forte senso de dever e devoção ao seu país e seu povo. Por outro lado, ele ressentiu-se cada vez mais de seu papel como monarca. Herdando um Império no limiar da desintegração, Pedro II transformou o Brasil numa potência emergente na arena internacional. A nação cresceu para distinguir-se de seus vizinhos hispano-americanos devido a sua estabilidade política, a liberdade de expressão zelosamente defendida, respeito aos direitos civis, a seu crescimento econômico vibrante e especialmente por sua forma de governo: uma funcional monarquia parlamentar constitucional. O Brasil também foi vitorioso em três conflitos internacionais (a Guerra do Prata, a Guerra do Uruguai e a Guerra do Paraguai) sob seu reinado, assim como prevaleceu em outras disputas internacionais e tensões domésticas. Pedro II impôs com firmeza a abolição da escravidão apesar da oposição poderosa de interesses políticos e econômicos. Um erudito, o Imperador estabeleceu uma reputação como um vigoroso patrocinador do conhecimento, cultura e ciências. A ele devemos o advento da fotografia e outros inúmeros avanços. Ganhou o respeito e admiração de estudiosos como Graham Bell, Charles Darwin, Victor Hugo e Friedrich Nietzsche, e foi amigo de Richard Wagner, Louis Pasteur e Henry Wadsworth Longfellow, dentre outros. Apesar de não haver desejo por uma mudança na forma de governo da maior parte dos brasileiros, o Imperador foi retirado do poder num súbito golpe de Estado que não tinha maior apoio fora de um pequeno grupo de líderes militares que desejavam uma república governada por um ditador. Pedro II havia se cansado da posição de Imperador e se tornado desiludido...

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Parque Dom Pedro II, hoje
jun02

Parque Dom Pedro II, hoje

02/06/2014 – 20h05 É inconcebível não valorizar os heróis da pátria. O Parque Dom Pedro II, que assim foi nomeado para homenagear este ilustre personagem da história brasileira, está relegado ao abandono. É mais uma obra medonha, do descaso, da insensatez, do desgoverno. Desde a ponta extrema onde se mantêm um quartel que até 1992 abrigou o 2º Batalhão de Guardas do II Exército Brasileiro, cercado por histórias de escravos, de soldados e dos Dragões da Independência até a obra magnífica do escritório do arquiteto Ramos de Azevedo na outra extremidade com o cruzamento da Av. Mercúrio, se perde a cada dia um pouco da dignidade e da honra, que cercaram tantos esses monumentos quanto todos os nomes aqui citados. Constrange-nos, ao seguirmos para outros países e vermos a organização dos poderes e regularidade das coisas. O constrangimento não é por sermos brasileiros, pois por essa pátria muitos dariam a vida hoje e novamente, mas por termos sido aviltados de nossa coragem e força de vontade, em mantermos desgovernos tão serenos. Desde as 8h30, desta segunda-feira, 2 de junho, procuramos a secretaria municipal da Saúde, a sempre rígida Vigilância Sanitária, órgão ligado a essa secretaria e também a secretaria de Abastecimento da Prefeitura da cidade de São Paulo, para obtermos simples respostas sobre se eles tinham conhecimento da situação descrita nesta reportagem, a região do Mercadão de São Paulo, e o que pretendiam fazer a respeito. Leia mais Ponto turístico, mas o entorno é para espantar turistas História — Palácio das Indústrias e Parque Dom Pedro II Imperador Dom Pedro II A assessoria da secretaria municipal de Abastecimento, respondeu que iria encaminhar a demanda, às 12h39. Estamos aguardando a resposta e divulgaremos assim que a recebermos. Enquanto isso, esperamos que os estrangeiros não voltem para casa pensando que São Paulo pouco mudou em 105 anos, desde que um certo Emile, assim descrito no livro “Lembranças de São Paulo”, descreveu a cidade num cartão-postal enviado à França. (…) Assim sucede com uma série de cartões-postais coloridos, com vistas como a do Largo São Bento ou da Rua Boa Vista, enviados por um certo Emile, em 26 de junho de 1909, à Madame Socley, 17, Quai Gauthey à Dijon Côte d’Or, França, que, entre outras impressões, comenta: Já lhe falei que choveu durante seis dias seguidos, mas, agora, recomeçou a chover todos os dias. É o que chamam verão… No inverno, às vezes, não chove durante meses e o vento arrasta a poeira, mas há boa temperatura, quase nada de frio e nada de neve. A vegetação e os insetos continuam a prosperar: desde aqui vejo os beija-flores revoando de flor em flor à procura...

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Mercadão – Nota da Subprefeitura Sé
jun02

Mercadão – Nota da Subprefeitura Sé

20h48 NOTA DA SUBPREFEITURA SÉ A Subprefeitura Sé informa que o entorno do Mercado Municipal recebe, diariamente, dez varrições e duas lavagens. Para contribuir com o serviço de limpeza em decorrência de feira que acontece durante a madrugada no entorno do Mercado, o início do horário da varrição foi antecipado das 6h para as 5h da manhã, com a utilização da varrição mecanizada. Além disso, foram implantados equipamentos para descarte de lixo: 20 containeres de 1m3 cada e 11 caixas de 5 m3 cada. Com relação à feira realizada no local, a Subprefeitura Sé, em parceria com outras secretarias municipais (Serviços; Segurança Urbana; Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo; Transporte) está trabalhando pela regulamentação do comércio de hortifrutigranjeiros e pela implantação de ações de reestruturação urbana no local. O objetivo é orientar quanto ao uso do espaço público e garantir um ambiente harmonioso, organizado e limpo para toda a população, bem como para os...

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Os 10 erros da Sabesp que provocaram a falta de água em São Paulo
maio17

Os 10 erros da Sabesp que provocaram a falta de água em São Paulo

Com o volume morto do Sistema Cantareira se aproximando das torneiras do cidadão de São Paulo, resta ao governador Alckmin administrar o que sobrará do principal manancial, inaugurado em 1974. Se a projeção do comitê de gerenciamento de crise é uma seca a cada 3.374 anos, a Sabesp deveria deixar de fazer exercício de futurologia e encarar o assunto com seriedade. Como deixou de fazer a lição de casa, deveria se preparar para as interferências no meio urbano e acompanhar com lupa o que se passa no seu maior mercado consumidor: a região metropolitana de São Paulo. O Sistema Cantareira suportou por 40 anos todo tipo de agressão, da exploração irracional à leniência com ocupações irregulares, e agora a ameaça torna-se mais clara a cada malabarismo do governo do estado. Podemos elencar a crise em dez pontos principais: 1. A Sabesp aposta na metade do volume morto do Sistema Cantareira (5% do total da capacidade) como segurança hídrica para o mês de novembro. Algo similar ao usar o cartão de crédito quando a conta está com o limite esgotado. Como não há alternativas a curto e médio prazos, a falta de água será inevitável. 2. Se não há segurança sobre o volume de chuvas para novembro, dezembro de 2014 e janeiro de 2015, estão escancaradas a falta de competência e planejamento da Sabesp. Dependente unicamente do clima. Sem alternativas viáveis, faltará água em 2015 também. 3. Se a região metropolitana continua dependente do Sistema Cantareira, como apontava a Outorga de 2004, as iniciativas do governo junto à Agência Nacional de Águas – ANA – chegaram apenas quando já se anunciava a possibilidade de rodízio e o nível do sistema chegava aos míseros 10% de sua capacidade. Para qualquer correção de rumo como as anunciadas por Alckmin, serão necessários ao menos cinco anos para a construção de um novo sistema de abastecimento. 4. Se 49% das ações da Sabesp estão nas mãos de investidores que buscam liquidez no mercado com rendimentos cada vez mais insatisfatórios dos papéis, a margem de investimentos na recuperação da sucateada rede de distribuição será mais uma vez protelada, mantendo o volume de perdas no patamar de 7m³/s. 5. Há falta de uma política de proteção de áreas de produção de água pela Sabesp, com a construção de sucessivos condomínios de alto padrão nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Inserir áreas produtoras de água na lógica da especulação imobiliária tem resultado na redução da produção. A perspectiva dos especialistas é contínua perda de vazão, cenário nada adequado para a realidade do Sistema. 6. As Parcerias Público-Privadas para a ampliação e construção do novo Sistema...

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Governo e Sabesp iniciam captação de água da reserva técnica do Cantareira
maio15

Governo e Sabesp iniciam captação de água da reserva técnica do Cantareira

Segundo nota do Governo do Estado, bombeamento permitirá que volume seja enviado para a estação de tratamento do sistema e depois para os moradores, comércio e indústria da Grande SP; obra foi concluída em dois meses. O governador Geraldo Alckmin acompanhou nesta quinta-feira, 15 de maio, o início da captação de águas da reserva técnica da represa Jaguari/Jacareí. A operação permitirá levar a água da reserva técnica para a estação de tratamento do Guaraú. Com isso, o nível do Sistema Cantareira será acrescido de 182,5 bilhões de litros de água, o que fará com que o nível do sistema suba 18,5% a partir desta sexta-feira, 16. O projeto de instalação de bombas para captação de águas da reserva técnica conta ainda com uma segunda etapa de equipamentos em fase de instalação na represa Atibainha. “O Governo de São Paulo não está esperando São Pedro para resolver o problema da seca. Nós estamos trabalhando 24 horas por dia com todo o empenho, engenharia e técnica para garantir o abastecimento de água à população. Para isso, inúmeras medidas foram tomadas e eu quero iniciar agradecendo a população da Região Metropolitana de São Paulo, que tem aumentado, mês a mês, o uso racional da água. Chegamos à primeira quinzena de maio com um índice de 84% de redução no consumo”, afirmou Alckmin. A reserva técnica é o volume que está abaixo do nível mínimo da estrutura de captação de água nas represas. O complexo de bombas fará a elevação da água até o nível das estruturas de captação, para que possa ser aproveitada. O conjunto é composto por 17 bombas flutuantes. A função delas é retirar o volume de água abaixo da comporta de captação das represas e encaminhá-lo aos túneis, seguindo o trajeto normal até a Estação de Tratamento de Água Guaraú, na zona norte de São Paulo. Na estação, a água recebe tratamento dentro dos rígidos padrões de qualidade seguidos pela Sabesp. A água distribuída à população respeita a portaria 2.914 do Ministério da Saúde e é analisada nos laboratórios da companhia, que seguem as normas NBR ISO/IEC-17025 e são certificados pelo Inmetro. O volume da reserva técnica é formado pela mesma água do atual volume útil do sistema. A reserva técnica já é utilizada pelas cidades da região de Campinas para abastecimento, já que é a água desse volume que é liberada das represas pelos rios que seguem até a...

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Alckmin dá início às obras da PPP que aumentará a oferta de água para a Grande São Paulo
abr13

Alckmin dá início às obras da PPP que aumentará a oferta de água para a Grande São Paulo

Novo sistema vai tratar 4.700 litros por segundo e abastecer 1,5 milhão de moradores de Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Santana de Parnaíba e Vargem Grande Paulista. O governador Geraldo Alckmin anunciou, nesta quinta-feira 10, o início das obras da PPP (Parceria Público-Privada) do Sistema Produtor de Água São Lourenço, em Vargem Grande Paulista. A obra vai ampliar a capacidade de produção de água tratada para a Região Metropolitana de São Paulo em 4.700 litros por segundo. Atualmente, a Sabesp tem capacidade instalada para produzir 73 mil litros de água tratada a cada segundo. Com a entrada do sistema São Lourenço, esse volume chegará a 77.700 L/s. Serão beneficiados diretamente 1,5 milhão de moradores de Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Santana de Parnaíba e Vargem Grande Paulista. A iniciativa também trará benefícios indiretos para toda a Região Metropolitana de São Paulo, já que o novo sistema produtor aumentará a oferta de água e será interligado a outros sistemas existentes. “Hoje nasce um novo sistema produtor de abastecimento de água que será importante para toda a metrópole, porque vai aliviar o Sistema Cantareira. Para chegar até aqui, foram mais de dois anos e meio de trabalho, com planejamento, projeto funcional, projeto executivo, outorgas, audiências públicas, licenciamento, preparação da PPP, assinatura de contrato e agora o início das obras”, afirmou Alckmin durante o evento. O investimento de R$ 2,21 bilhões será feito integralmente pela empresa vencedora da licitação. Batizada de Sistema Produtor São Lourenço S.A., ela é uma parceria entre as construtoras Camargo Correa e Andrade Gutierrez. A expectativa é que sejam criados 2.000 empregos diretos e indiretos. A entrada em operação do sistema está prevista para 2017. Com o investimento, a Sabesp vai captar água na represa Cachoeira do França (Ibiúna), que é formada pelo rio Juquiá. É uma obra de grande porte e complexa. Um dos pontos principais é o bombeamento da água para superar o desnível de 300 metros da Serra de Paranapiacaba. A tubulação que levará a água até as residências inclui ainda um túnel de 1.100 metros pela serra e uma passagem por baixo da rodovia Raposo Tavares, por meio de método não destrutivo. Ou seja, não será necessário interromper o tráfego para a execução dessa travessia. Em parte do trajeto, os tubos chegam a ter 2,10 metros de diâmetro. Serão instalados também uma Estação de Tratamento de Água, estações de bombeamento, 83 km de adutoras (grandes tubulações), além de reservatórios para armazenar um total de 110 milhões de litros de água. A nova água vai abastecer o oeste e sudoeste da Grande São Paulo, onde mais cresce a população na metrópole. Serão beneficiados condomínios residenciais...

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Abastecimento de água em São Paulo
abr13

Abastecimento de água em São Paulo

Política O governador Geraldo Alckmin nomeou na última quarta-feira, 9, o novo secretário de Saneamento e Recursos Hídricos. O engenheiro Mauro Arce substitui Edson Giriboni, que estava à frente da pasta desde 2011. Com longa dedicação ao serviço público, Mauro Arce tem carreira destacada na Companhia Energética de São Paulo (CESP), onde ocupava a presidência desde 2011. Antes, foi secretário de Estado entre 1998 e 2010, tendo comandado as pastas de Energia, Saneamento e Recursos Hídricos (1998 a 2006) e dos Transportes (2007 a 2010). Também ocupou a presidência da Sabesp entre novembro de 2002 e maio de 2003.   Política O governador Geraldo Alckmin nomeou na última quarta-feira, 9, o novo secretário de Saneamento e Recursos Hídricos. O engenheiro Mauro Arce substitui Edson Giriboni, que estava à frente da pasta desde 2011. Com longa dedicação ao serviço público, Mauro Arce tem carreira destacada na Companhia Energética de São Paulo (CESP), onde ocupava a presidência desde 2011. Antes, foi secretário de Estado entre 1998 e 2010, tendo comandado as pastas de Energia, Saneamento e Recursos Hídricos (1998 a 2006) e dos Transportes (2007 a 2010). Também ocupou a presidência da Sabesp entre novembro de 2002 e maio de 2003. Ministério Público MPE investigará gestão hídrica em São Paulo. Sistema Cantareira passa pela pior crise desde 1970. Promotores do Meio Ambiente decidiram instaurar um inquérito civil para investigar a responsabilidade do governo paulistano pela atual crise hídrica do sistema Cantareira, que ameaça mais de 14 milhões de pessoas de racionamento na Grande São Paulo e na região de Campinas. O Ministério Público Estadual quer apurar também como a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) fez uso da outorga renovada em 2004 para captar água do principal manancial paulista e distribuir na Região Metropolitana. De acordo com reportagem do Estadão, o inquérito foi distribuído para o promotor José Eduardo Ismael Lutti, que já havia manifestado interesse em esclarecer se a Sabesp ou o governo podem ser responsabilizados pela pior seca dos cinco reservatórios que formam o Cantareira. Fonte: Direito...

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Sistema Cantareira chega a 13,8%, o mais baixo desde que foi criado
mar28

Sistema Cantareira chega a 13,8%, o mais baixo desde que foi criado

O volume de água armazenado no Sistema Cantareira alcançou hoje (28) mais um recorde negativo, ficando, pela primeira vez, abaixo dos 14%. O nível da água do reservatório caiu, de ontem para hoje, mais 0,2 ponto percentual e chegou a 13,8%. Esse é o nível mais crítico desde que o sistema foi criado, na década de 1970. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão é de chuva, em São Paulo, até a próxima terça-feira (1º), mas o volume não será suficiente para melhorar a situação do Cantareira. “Essa chuva ajuda a diminuição a evaporação, mas não deve resolver o problema”, avaliou Helena Balbino, meteorologista do Inmet. Ela explicou que a precipitação ocorrerá com a chegada de uma frente fria vinda do Uruguai em direção ao Oceano Atlântico. Ao encontrar um canal de umidade proveniente da Amazônia, ocorrem as chuvas. Helena esclarece que o outono, que começou na quinta-feira (20), e o inverno são estações tradicionalmente mais secas. O diretor presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu Guillo, avaliou, em audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo, na última terça-feira (25), que 2014 será um ano “bastante difícil” para a população paulista. “Essa crise deve continuar durante todo o ano”, ressaltou ele, que ainda defendeu a utilização do volume morto do Cantareira como medida de curto prazo para ajudar na solução da crise de desabastecimento. Ele defendeu mudanças nas regras de renovação da outorga do Sistema Cantareira, maior complexo de abastecimento de água de São Paulo. A outorga deve ocorrer em agosto deste ano. “A nova outorga precisará ter regras. E aí, não importa de que partido é o governo. Aconteceu tal coisa, a população deve saber, porque existe um cuidado das empresas de saneamento de não passar risco ou intranquilidade [para a população]”, declarou. Fonte: Agência Brasil por Camila Maciel: Repórter da Agência Brasil Edição: Marcos...

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Para o Tião, a água é o bem mais precioso
mar20

Para o Tião, a água é o bem mais precioso

Já dizia um velho pescador: “Pode faltar dinheiro, comida, só não pode faltar água. Água é o bem mais precioso”. É, o velho Tião, sabia do que estava falando. Á agua que abastecia sua residência vinha do alto da serra através de canos finos de plástico. Não esses modernos de PVC, eram quilômetros de canos de plástico emendados. Ainda hoje são usados pelos caiçaras do litoral norte paulista, aonde a água da Sabesp nem sonha passar, mas também não falta. Enterrados e passando de um terreno ao outro, aparecem aqui e ali. Alguém que não tenha conhecimento de causa nem chega perto deles, com medo de mexer aonde não deve e provocar a faltar do líquido imprescindível. Fora o trabalho que dá para consertar. Com botas de borracha, calção vermelho, facão na mão, lá ia ele subindo pelas trilhas da mata até desaparecer, com sua camiseta branca suada e digamos, um pouco surrada, um furo maior aqui e outro menor ali. Era roupa de trabalho, já estava acostumada. A caminhada do Tião o levaria até o alto dos morros que devagar dão lugar à Serra do Mar. “Esta vindo pouca água, tenho de ir olhar. É bicho que passa, gente que mexe, folhagem que entope o cano, às vezes por causa da chuvarada”, explicava ele. Não muito feliz de ter que percorrer a mata depois da pescaria, que fazia na canoa cavada na casca de um certo tipo de árvore litorânea, assim como a dos índios. A borda da embarcação já estava afinada e apresentava cortes nas bordas de tanto passar as cordas das redes. Saía cedinho antes do dia clarear e chegava lá pelo meio dia. Ele nasceu pescando, esse entendia de água. Subir a trilha não é para qualquer um. Quando voltava do alto do morro, o Tião estava coberto de folhas, fustigado por espinhos e até os insetos ousavam picar sua pele grossa. Ele mostrava os calos da mão que mais parecia um casco. “Melhorou?”, perguntava para a esposa, que tinha os filhos com pouco mais de 10 anos, um menino e uma menina. Água não podia falta e o Tião respeitava isso como à sua família. Fora os campistas, cujas barracas ficavam espalhadas pelo seu terreno; no máximo sete, oito barracas; algumas bangalôs, outras menores. Eles dependiam da água que vinha da serra para tudo. Beber, tomar banho, preparar a comida, lavar as roupas, descarga dos banheiros. Na capital paulista e na maioria dos locais servidos pela Sabesp, ninguém precisa se preocupar com isso. Bem, que fique claro: Não precisa se preocupar em escalar a Serra do Mar para captar água, ela chega até a...

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Sabesp pede para economizar água
fev13

Sabesp pede para economizar água

Apesar das boas notícias de que São Paulo está conseguindo economizar água, a falta de chuvas causa tensão. O Sistema Cantareira, principal fonte de abastecimento da Grande São Paulo, enfrenta uma das piores estiagens dos últimos 10 anos. Os níveis dos reservatórios estão baixos e exigem a colaboração das pessoas no uso racional da água. O nível do reservatório da Cantareira caiu abaixo dos 20% de sua capacidade no dia 9 último. Cartazes, dicas e outros materiais foram produzidos para auxiliar na orientação de clientes da Sabesp em casas, prédios, escolas ou estabelecimentos comerciais. Condomínios, instituições comerciais, escolas e outras unidades podem colaborar ativamente com pequenas mudanças, poupando água especialmente no verão e nas épocas de estiagem. O material adverte sobre a lavagem de carros, calçadas e quintais. Aconselha o uso do balde e a retirar as sujeiras com a vassoura. Reaproveite o máximo de água que puder. O material educativo para orientar os clientes pode ser baixado e compartilhado com os amigos ou afixar no seu prédio ou trabalho. Siga o link abaixo e seja um guardião das águas. Colabore com o uso racional da água: http://site.sabesp.com.br/site/interna/Default.aspx?secaoId=544 Se preferir poderá copiar a imagem direto do post ou no facebook do Alô Tatuapé, o importante é divulgar para não faltar...

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