Sabesp lança APP para indicar vazamento de água e esgoto pelo celular
jun02

Sabesp lança APP para indicar vazamento de água e esgoto pelo celular

A Sabesp promoveu nesta quarta-feira (1º) a 1ª Feira de Tecnologia com o objetivo de promover a troca de informações e incentivar a aplicação de novas tecnologias para controle e diminuição de perdas na rede da companhia. O destaque do evento foi a apresentação do novo APP (aplicativo) para a comunicação e identificação de vazamentos de água e esgoto.

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Cantareira volta a abastecer mais 1 milhão de pessoas em abril, diz Sabesp
abr15

Cantareira volta a abastecer mais 1 milhão de pessoas em abril, diz Sabesp

A notícia foi divulgada hoje pela concessionária que ressalta o aumento no abastecimento entre o auge da crise hídrica paulista e a atualidade. Apesar disso, o mês de abril está bastante seco e já são 14 dias sem chuva, um número atípico para o mês de abril.

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Carunchos são encontrados em massa Barilla adquirida no Supermercado Yamauchi do Tatuapé
abr09

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O consumidor que passa por esse tipo de experiência não esquece. Por esse motivo, fazemos este alerta que vale tanto para quem compra ou vende, assim como aos que fabricam e armazenam para distribuição. O fato ocorreu na semana passada e está sendo revelado hoje.

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Nível de água dos reservatórios da Grande São Paulo
mar21

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Há duas semanas, a Sabesp informava que o nível dos reservatórios da Grande São Paulo ultrapassava o volume de antes da crise hídrica e mesma sem contar com as reservas técnicas, a quantidade de água nas represas já superava a de março de 2014. As chuvas e a economia do bônus oferecido pela empresa, mais a engajamento da população no uso racional da água colaboram para esse alívio.

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Governo de SP inaugura principal obra de 2015 contra a crise hídrica
out03

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A interligação entre os sistemas Rio Grande (Represa Billings) e Alto Tietê vai transferir até 4 mil litros de água por segundo, beneficiando a zona Norte da capital, além de São Caetano e parte de Guarulhos. Entre os bairros da zona Leste que também serão abastecidos estão a Mooca, Parque da Moca, Tatuapé, Quarta Parada, Belenzinho, Belém e Catumbi.

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Canadense que levou  água para 1 milhão de africanos conta sua história no Brasil
set28

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“Disponibilidade de água muda a vida das pessoas”, afirma Ryan Hreljac, que participou, no Brasil, do maior congresso de conservação da natureza da América Latina.

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Chuva forte faz nível de mananciais subir na Grande São Paulo
set10

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Entre os dias 8 e 9, choveu cerca de 45,8 milímetros no sistema, mais da metade do que é esperado para todo o mês (86,6 mm). Mesmo assim, o nível do sistema é crítico, já que ele ainda opera no volume morto.

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ago31

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De acordo com o PNUMA, o tratamento de águas residuais está provando ser um bom investimento, com exemplos em todo o mundo mostrando que os benefícios vão além da saúde humana.

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Os princípios de sustentabilidade podem ser aplicados a diversas partes de um edifício, como o manejo das suas águas.

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Água de beber
abr08

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Parafraseamos o título da canção de Tom Jobim, “Água de Beber”, em cujas estrofes também se encontram a palavra camará – uma planta brasileira – para lembrarmos a qualidade da água servida hoje às torneiras de São Paulo e também no bairro do Tatuapé.

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Conheça a nova forma de visualização do cálculo do armazenamento de água
mar17

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Terça-feira, 17 de março de 2015, às 16h47 Atendendo ao Ministério Público, companhia disponibiliza mais um gráfico que apresentará a situação dos mananciais em São Paulo. A Sabesp disponibiliza, a partir desta terça, 17/3, mais uma forma de visualização do cálculo de medição do armazenamento de água do Sistema Cantareira. Até hoje, no gráfico e no boletim divulgados diariamente, era apresentado o índice que considera como resultado a divisão entre volume útil de água armazenado no dia e o volume útil total do sistema. Como exemplo, hoje (17/03), o índice é de 15,3% (150,6 milhões de metros cúbicos dividido por 982 milhões de metros cúbicos). A partir de agora, a Sabesp vai apresentar também um gráfico considerando o volume útil e o volume útil acrescido dos volumes autorizados, pelo órgão regulador, referentes às reservas técnicas I e II (182,5 milhões de metros cúbicos + 105 milhões de metros cúbicos, respectivamente), especificando o volume total do sistema para cada situação. Como exemplo, nesta terça, o índice é de 11,9% (150,6 milhões de metros cúbicos dividido por 1.269,5 milhões de metros cúbicos).     Na prática, o volume armazenado no Sistema Cantareira não muda: hoje existem 150,6 milhões de metros cúbicos para abastecer a população. O volume útil total do sistema Cantareira é de 982 milhões de metros cúbicos. Considerando as duas reservas técnicas, respectivamente 182,5 milhões e 105 milhões de metros cúbicos, o volume armazenável sobe para 1.269,5 milhões de metros cúbicos. As duas formas de medição podem ser encontradas na página onde são publicadas as informações dos mananciais A iniciativa faz parte da estratégia da Companhia de dar ainda mais transparência às informações sobre índices de mananciais e em atendimento à recomendação do Ministério Público para que fossem detalhados, em formato gráfico, os volumes existentes...

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Cantareira volta a ter elevação do nível de água
mar11

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Quarta-feira, 11 de março de 2015, às 12h43 Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil Edição: Valéria Aguiar São Paulo – O Sistema Cantareira ganhou mais 26,6 milímetros (mm) de chuva de ontem (10) para hoje (11), com o nível em elevação pelo quinto dia seguido, passando de 13,3% para 13,7% de sua capacidade total. No mês, a pluviometria desse sistema acumula 127,1 mm, mais da metade da média histórica para esse período (178 mm). O volume de água armazenada nos demais mananciais de abastecimento administrados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo também subiu. No Alto Tietê, o índice aumentou de 19,9% para 20,2%; na Represa do Guarapiranga (de 70,4% para 71,6%); no Alto Cotia (de 51,4% para 52,3%); no Rio Grande (de 92,4% para 92,7%) e no Rio Claro (de 39,6% para...

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Água que vem do chão
mar06

Água que vem do chão

Sexta-feira, 6 de março de 2015, às 15h42 Por Daniel Pérez Nem todo mundo sabe, mas o solo tem estreita relação com a disponibilidade de água e as mudanças climáticas. Num momento em que sobretudo São Paulo e Rio de Janeiro vivem uma séria crise de abastecimento, provocada por diversas razões, temos que nos lembrar da falta de aproveitamento da água de chuva em diversas frentes — seja no meio urbano ou rural. A crise hídrica está intimamente ligada ao manejo do solo. Atuando como um filtro, ele deve estar permeável para que o líquido se acumule nos lençóis freáticos e aquíferos. Assim, percebe-se que o problema da crise hídrica no Sudeste é provocado não só por baixa precipitação, mas principalmente pela impermeabilização do solo nas áreas urbanas e o não armazenamento das águas pluviais. Algumas cidades como Paris e Kuala Lampur utilizaram medidas de contenção de enchentes, como a construção de reservatórios subterrâneos (“piscinões”) para melhorar aproveitamento da água da chuva. Além disso, muitas cidades estão abrindo grandes parques para viabilizar a infiltração e retenção da água. Nesse contexto, talvez possamos dizer que o problema hídrico começa bem antes, com a erosão das cabeceiras dos córregos e rios que compõem nossas principais bacias de captação de água. Não há dispositivo em nossa atual legislação ambiental que preveja a necessidade de acompanhamento técnico que garanta o manejo adequado do solo nessas áreas tão frágeis — mesmo se estiverem no coração da recarga de aquíferos. Com isso, em um solo descoberto ou com pouca cobertura vegetal, as águas da chuva apenas “varrem” o solo, não se infiltrando e não promovendo o reabastecimento dos aquíferos e a manutenção dos lençóis freáticos dos rios e córregos que alimentam os reservatórios. Da mesma forma, o aquecimento global pode ser influenciado pelo manejo do solo. Segundo documento das Nações Unidas, até o fim desta década, é necessário que as emissões de carbono parem de crescer e caiam para zero até 2050, e o manejo adequado do solo pode ser o fiel da balança no sequestro de carbono. Diversas práticas agropecuárias, como o plantio direto, o reflorestamento de áreas degradadas, a integração lavoura/pecuária/floresta e a fixação biológica de nitrogênio em leguminosas e algumas gramíneas, como a cana-deaçúcar, elevam a acumulação de carbono na terra. Mas precisamos avançar na criação de indicadores nacionais que demonstrem, entre outros, a extensão desse estoque de carbono e sua variação em função dos diversos tipos de manejo realizados nos diferentes biomas brasileiros. Por sua multifuncionalidade, o solo deve estar na pauta dos agentes públicos, sob a responsabilidade de quem faz a gestão de um recurso finito. Só assim haverá mais...

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Comitê de Estudo da Situação Hídrica do Estado faz reunião na Assembleia
mar04

Comitê de Estudo da Situação Hídrica do Estado faz reunião na Assembleia

Quarta-feira, 4 de março de 2015, às 16h19 Da Redação da Alesp Reunidos na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) na manhã desta quarta-feira, os deputados integrantes do Comitê de Estudo da Situação Hídrica do Estado, coordenado pelo deputado Edson Giriboni (PV), discutiram evento que será realizado pelo comitê no dia 8 de abril com a finalidade de apresentar um painel sobre as diversas alternativas técnicas e políticas para solucionar a questão. Os deputados também deliberaram que o comitê irá realizar um levantamento de todos os projetos em tramitação no Legislativo que tratam do tema e colocar em destaque para a apreciação dos deputados aqueles que possam ter impacto positivo na crise hídrica que o Estado atravessa. Estiveram presentes na reunião, além do coordenador do comitê, os deputados Sebastião Santos (PRB), Davi Zaia (PPS), Rita Passos (PSD), André Soares (DEM) e Rodrigo Moraes...

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Bloqueios em rodovias continuam, mesmo com acordo entre governo e caminhoneiros
fev26

Bloqueios em rodovias continuam, mesmo com acordo entre governo e caminhoneiros

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 13h19 Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger Mesmo com acordo firmado entre governo e caminhoneiros nessa quarta-feira (25), a categoria mantém diversos pontos de rodovias federais parcialmente ou totalmente bloqueados na manhã de hoje (26). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Rio Grande do Sul, há 27 trechos interditados pelos manifestantes nas seguintes BRs: 101, 116, 158, 285, 386, 392, 468, 470 e 272. Em Santa Catarina, ainda há 11 pontos de bloqueios com interdição parcial das pistas. Os caminhoneiros ocupam trechos das BRs 116, 282, 470, 158 e 163. No Paraná, as interdições continuam em 18 trechos nas BRs 376, 272, 369, 467, 163, 476, 487, 158, 277 e 373. A PRF informou que carros de passeio, ambulâncias, ônibus e caminhões com cargas perecíveis estão sendo liberados. Na BR-163, em Mato Grosso do Sul, manifestantes bloqueiam os quilômetros 256, 267 e 270, em Dourados, e os quilômetros 614 e 618, em São Gabriel do Oeste. Na BR-463, no quilômetro 102, em Ponta Porã, também há interdição total. Em Mato Grosso, dez interdições iniciadas ontem (24) continuam nas BRs 364, 163 e 70. Segundo a PRF, os manifestantes estão liberando a passagem de caminhões com carga viva e produtos perecíveis, carros de passeio e ônibus. Pela proposta apresentada ontem, o governo promete sancionar a Lei dos Caminhoneiros sem vetos, prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro, além de criar, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, uma tabela referencial de frete. Nesse item, os representantes dos caminhoneiros pediram que o governo atue na mediação com os empresários. As manifestações dos caminhoneiros, que tiveram reflexo em mais de dez estados, já provocam desabastecimento de combustível e alimentos em algumas cidades. *Matéria ampliada às 9h57 e às 10h46 para incluir balanços parciais das polícias rodoviárias federais no Paraná, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul Fila de caminhões na BR-060, que liga Brasília a GoiâniaValter Campanato/Agência...

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Pesquisadores do IPT explicam como garantir a qualidade da água de chuva coletada
fev25

Pesquisadores do IPT explicam como garantir a qualidade da água de chuva coletada

Quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015, às 17h58 É imprescindível desprezar as primeiras chuvas; são elas que vão arrastar os poluentes presentes no ar e lavar a sujeira acumulada na área de captação IPT – Apesar de ser uma técnica relativamente simples, o aproveitamento da água de chuva possui requisitos mínimos que devem ser respeitados para garantir o funcionamento do sistema e, principalmente, para assegurar a qualidade dos volumes coletados. O telhado ou a laje de cobertura da edificação funcionam como área de captação. “Jamais deve-se fazer a captação a partir de pisos”, explica o pesquisador Luciano Zanella, do Centro Tecnológico do Ambiente Construído do IPT. Calhas e tubos direcionam as águas até o reservatório. É preciso prever um sistema de tratamento, cuja complexidade vai depender dos usos pretendidos. Em alguns casos, pode-se pensar em uma rede de distribuição da água para pontos de consumo de água não potável, caso das bacias sanitárias. Em edificações já construídas, entretanto, é indicado optar por sistemas simplificados, uma vez que o custo de novas instalações hidráulicas prejudicará a viabilidade financeira do projeto. A capacidade de reservação é definida em função de diversos fatores, a começar pela localização da edificação. É preciso considerar o regime de chuvas na região, a existência e a regularidade de abastecimento de água potável por uma concessionária, além do custo do recurso. Entra no cálculo também a demanda por água não potável. O número de usuários e seus hábitos de consumo, além das diversas aplicações que essa água pode ter na edificação, como limpeza de pisos e rega de jardins, também precisam ser levados em conta. Dois aspectos não podem ser ignorados: o espaço disponível para a instalação do reservatório e, quando a intenção for instalá-lo sobre a laje de cobertura, a capacidade da estrutura para suportar o peso adicional. “A carga extra de um reservatório cheio de água pode não ser suportada por alguns tipos de construção”, ressalta Zanella. Descarte da primeira chuva É imprescindível, alertam os pesquisadores do IPT, desprezar as primeiras chuvas. São elas que vão arrastar os poluentes presentes no ar e lavar a sujeira acumulada na área de captação. As recomendação técnicas indicam um descarte em torno de um a dois litros de água da primeira chuva para cada metro quadrado de telhado. Assim, se a cobertura tem 20 metros quadrados, é necessário desconsiderar um volume entre 20 e 40 litros. Um sistema mínimo de tratamento das águas pluviais envolve não somente o descarte das primeiras águas, mas a remoção dos sólidos, como folhas, galhos e areia, por meio da utilização de filtro ou tela. “É recomendada a desinfecção com compostos de cloro,...

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