Guia ilustrado apresenta todas as serpentes identificadas no Cerrado brasileiro
mar15

Guia ilustrado apresenta todas as serpentes identificadas no Cerrado brasileiro

Livro contribui para a preservação e cada serpente apresentada traz informações de tamanho, habitat, reprodução, e entre outros dados, explica se a espécie oferece risco aos seres humanos.

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Projeto Tamar comemora 35 anos com nova geração de tartarugas
ago29
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Filhote de onça é encontrado em Cuiabá
jun19
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Vespa papel monta guarda no ninho
maio24

Vespa papel monta guarda no ninho

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Alteração comportamental de animais sinaliza, dias antes, a ocorrência de terremotos
abr27
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WWF Brasil: Onça-preta no Rio Tapajós
mar17

WWF Brasil: Onça-preta no Rio Tapajós

Terça-feira, 17 de março de 2015, às 12h18   Assista o vídeo Em recente viagem de campo, o WWF registrou a aparição de um dos mais raros predadores da Amazônia, a onça-preta. Enquanto cruzavam o rio Tapajós, nas proximidades do Parque Nacional do Juruena, localizado ao norte do Mato Grosso e sudeste do Amazonas, técnicos da organização avistaram a espécie, que também atravessava o rio ao lado do barco.   Clique na imagem e baixe a publicação do Arpa                   Assuntos relacionados com o ARPA count(page_images)2 Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida View More Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) View More < > Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida View More < > Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) View More Conheça o Parque Juruena count(page_images)3 SOS Juruena SOS Juruena View More SOS Juruena SOS Juruena View More O maior felino das Américas O maior felino das Américas View More < > SOS Juruena View More < > SOS Juruena View More < > O maior felino das Américas View More...

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O maior golfinho de água doce do mundo
out27

O maior golfinho de água doce do mundo

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 15h23 Animal tem sido utilizado como isca para pesca de peixe com baixo valor comercial. Populações estão sendo reduzidas a uma taxa de 10% ao ano desde que o consumo de piracatinga aumentou na Colômbia. Símbolo de diversas lendas da Amazônia, o boto-cor-de-rosa (Inia geoffrensis) é o maior golfinho de água doce do mundo. Também conhecido como boto-vermelho ou boto-da-amazônia, o animal é endêmico das bacias dos rios Amazonas e Orinoco. Dentre os golfinhos de água doce, é o que apresenta a maior distribuição geográfica, ocorrendo em uma área de cerca de 7 milhões de quilômetros quadrados e podendo ser encontrado em seis países da América do Sul: Bolívia, Brasil, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. Sua coloração pode variar de cinza-escuro a rosa brilhante, dependendo da idade e do sexo do animal, porém machos adultos e sexualmente ativos são muito mais rosados devido à intensa despigmentação. Os olhos são pequenos, mas possuem boa acuidade visual tanto dentro quanto fora d’água. A nadadeira caudal é larga; as nadadeiras peitorais são grandes, largas e espessas; e a nadadeira dorsal é longa e baixa. Machos adultos são bem maiores e mais robustos que as fêmeas, atingindo no máximo 2,55 metros de comprimento e podendo pesar 200 kg. As fêmeas chegam a medir 2,25 metros de comprimento e pesar 155 kg. Essencialmente piscívoro, o animal alimenta-se de mais de 45 espécies de peixes, embora existam registros de ingestão de caranguejos e tartarugas. Como predadores aquáticos de topo da cadeia alimentar, os botos exercem a importante função de manter as populações de peixes sadias e em equilíbrio, removendo os indivíduos parasitados e doentes e consumindo as espécies mais abundantes. Sem predadores naturais, uma das ameaças à espécie é a captura acidental em redes de pesca. Além disso, os botos têm sido utilizados como isca para pesca da piracatinga (Calophysus macropterus), peixe também conhecido como urubu-d’água por se alimentar de restos de animais mortos. Toneladas de piracatinga são exportadas para a Colômbia, onde é bastante aceita pela população. De acordo com a Fundação Omacha (Colômbia), a população de Bogotá, maior consumidor deste peixe, desconhece a forma como ele é capturado, assim como de que se trata de um animal carniceiro. A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) ainda não classifica o boto-cor-de-rosa como ameaçado de extinção por ser uma espécie da qual se tem “dados insuficientes”, mas as autoridades brasileiras o classificam como “vulnerável”. Reprodução Assim como outras espécies aquáticas, a reprodução do boto está fortemente associada ao ciclo hidrológico da região. Depois de uma gestação de cerca de 11 meses, nasce um único filhote, de...

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Audiência sobre uso de cobaias acontece em SP
out22
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A favor dos animais: WildLeaks
set06

A favor dos animais: WildLeaks

Sábado, 6 de setembro de 2014, às 18h53   WildLeaks, a plataforma contra a caça ilegal e o tráfico de animais selvagens. Projeto online é a primeira plataforma de denúncias dedicada à vida selvagem e aos delitos florestais. Por José Eduardo Mendonça, do blog Planeta Urgente – Planeta Sustentável Os caçadores ilegais que estão devastando populações de rinocerontes e elefantes na África são muitas vezes protegidos da polícia por suas conexões com o poder, mas um grupo de conservacionistas está usando denúncias anônimas para tentar deter os crimes. Os fundadores do WildLeaks, uma espécie de WikiLeaks para o ambiente, dizem que esta é a primeira plataforma de denúncias dedicada à vida selvagem e aos delitos florestais.     Enquanto guardas florestais encaram criminosos armados, o projeto online quer mirar os maiores traficantes de chifres de rinocerontes e presas de elefantes, que lucram milhões de dólares com sua atividade. Um de seus fundadores é Andrea Crosta, diretor executivo da Elephant Action League, baseada na Califórnia, com 25 anos de experiência em projetos de conservação e pesquisa e 15 anos de treino em segurança de alto nível e gerenciamento de riscos. Segundo ele, a plataforma recebe todo tipo de denúncia. Uma delas, por exemplo, envolve um homem muito poderoso no Quênia ligado ao governo, e que está por trás do comércio de marfim. Há denúncias de caça a tigres no norte de Sumatra, de contrabando de macacos, em particular chimpanzés, na África Central, atividades madeireiras ilegais no México, Malawi e Rússia, pesca ilegal na costa do Alasca. Uma vez verificada a confiabilidade da informação, a organização tem três opções, diz Crosta. Pode iniciar uma investigação com seus próprios recursos em colaboração com seus parceiros, partilhar a denúncia com outros grupos ou com agências de execução da lei. “Esta parece ser uma nova abordagem para a questão das gangues criminosas”, afirma Richard Thomas, da Traffic, o principal grupo mundial de monitoramento do comércio de vida selvagem. “Pode se provar útil com o tempo.” Representantes do Grupo de Conservação do Instituto Max Plank de Antropologia Evolucionária também se mostram otimistas em relação à plataforma, da qual são parceiros. “Acho uma ideia verdadeiramente inteligente”, afirma Mimi Arandjelovic, membro da iniciativa. Mas um dos problemas do projeto é que, para ter sucesso, precisa se tornar conhecido, admite Crosta, segundo a Deutsche Welle. Fonte: National Geographic Brasil, via Portal do Meio...

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Projeto institui “Dia da Abolição Animal”
ago26

Projeto institui “Dia da Abolição Animal”

Terça-feira, 26 de agosto de 2014 às 16h42   O dia 18 de outubro de 2013, ficou marcado pela maior ação de ativismo em prol dos animais já vista no Brasil. Nessa data grupo de ativistas libertaram, em uma única ação, 178 cães da raça Beagle (todos foram adotados) e 7 coelhos usados em testes no Instituto Royal. Semanas depois centenas de ratos também foram libertados, de acordo com Monica Campos, membro da Frente Antivivisseccionista do Brasil, uma comunidade que desaprova testes com animais. O autor do Projeto de Lei é o deputado Ricardo Izar (PSD/SP) que defende que os testes em animais sejam realizados através de métodos substitutivos. Segundo Adriana Khouri, uma das responsáveis pela ação no Instituto Royal e presidente da ONG Frente Antivivisseccionista do Brasil, “o país já conta com métodos substitutivos, falta apenas validá-los”. Desde 2009 a União Europeia proíbe os testes de cosméticos em animais e há um ano também passou a ser proibida a venda de cosméticos testados em animais. Conheça o Projeto de Lei na íntegra Saiba mais Conheça o Projeto de Lei na...

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Faro de cães ajudam meio ambiente
ago22

Faro de cães ajudam meio ambiente

Sexta-feira, 22 de agosto de 2014 às 16h07 Faro do melhor amigo do homem é usado em prol da natureza. Organização dos EUA Working Dogs for Conservation usa cachorros para ajudar a preservar a natureza por redação eCycle Todos nós já ouvimos falar de cães que farejam drogas, bombas escondidas e pessoas soterradas. Até mesmo a capacidade desses animais de detectar câncer tem sido muito divulgada. Mas além dessas utilidades já conhecidas do aguçado faro canino, ele também presta serviço ao meio ambiente. A organização americana Working Dogs for Conservation foi fundada com esse objetivo: fazer com que o melhor amigo do homem dê uma mãozinha ao meio ambiente. Dirigida por quatro mulheres (Aimee Hurt, Alice Whitelaw, Deborah Woollett e Megan Parker), a organização leva cães treinados para detectar ameaças ambientais e animais raros em diversos ambientes pelo mundo e, assim, ajudar a preservar a natureza. As habilidades dos cães vão desde encontrar pequenos mamíferos e grandes carnívoros até pragas de plantações e substâncias tóxicas no ambiente. Você pode conhecê-los melhor e com muito bom humor aqui (em inglês). Entre diversos trabalhos, o grupo já atuou: :: Detectando rastros de animais ameaçados de extinção para ajudar projetos de preservação das espécies. Os cães já farejaram os rastros de gorilas em Camarões; de grandes felinos nas savanas de Zâmbia, Botswana e África do Sul; dos ursos-lua na China; de lagartos Gambelia sila na Califórnia e muitos outros; :: Retirando armadilhas de reservas ambientais, combatendo o tráfico de produtos derivados de animais selvagens; :: Participando de um projeto de monitoração de contaminantes aquáticos. Os cães encontravam fezes de lontras e martas, que são o topo da cadeia alimentar dos rios do estado de Montana, nos EUA. A presença desse material indica que os predadores estão se alimentando bem, mostra uma boa biodiversidade, e significa que o local é menos poluído; :: Combatendo ervas daninhas invasoras em plantações de alfafa em Montana. Os cães conseguiam detectar a praga antes do florescimento. Deste modo, a equipe podia evitar que se reproduzisse; :: Detectando um besouro que estava atacando florestas em Minnesota. Fonte: eCycle, via Portal do Meio...

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Campanha SOS Parques do Brasil
mar31

Campanha SOS Parques do Brasil

A maioria das espécies da fauna em risco de extinção no Brasil está na Mata Atlântica. A constatação se baseou no banco de dados do Ministério do Meio Ambiente, que lista as 627 espécies oficialmente reconhecidas como ameaçadas de extinção. O Eco disponibilizou um infográfico que resume a situação dos animais brasileiros ameaçados por classe e por Bioma de ocorrência. Os animais que vivem na Mata Atlântica veem seu habitat diminuir a cada dia, ameaçado pelas diversas pressões que a floresta sofre. Hoje, restam apenas 8,5 % desta floresta que originalmente abrangia uma área equivalente a 1.315.460 km² ao longo de 17 Estados. E as unidades de conservação – criadas para proteger esse valioso patrimônio – estão abandonadas pelo poder público. Um exemplo disso é a situação da onça-pintada: pesquisadores têm alertado para o risco de desaparecimento da espécie da Mata Atlântica brasileira. O Parque Nacional do Iguaçu é uma das áreas de ocorrência deste grande predador e já teve registro de 180 onças-pintadas. Atualmente, porém, a estimativa é de que existam apenas 18 indivíduos vivendo na área e que em 80 anos a espécie estará extinta. Apesar disso, o Parque sofre com a caça, pesca e exploração ilegal de palmito e há muitas estradas e pequenas propriedades na região. A situação se complica com a possibilidade de reabertura da antiga Estrada do Colono dentro do Parque. O drama do Parque Nacional do Iguaçu é apenas um dos exemplos do descaso com que o Governo Federal e o Ministério do Meio Ambiente vêm tratando parques, reservas e outras áreas protegidas brasileiras – as nossas Unidades de Conservação. Preocupada com esse quadro, a Fundação SOS Mata Atlântica lançou no aniversário do Parque Nacional do Iguaçu a campanha #SOSParquesdoBrasil (saiba mais sobre a campanha e como contribuir). A Fundação também atua no monitoramento do desmatamento da Mata Atlântica junto com o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), desenvolve ações de educação ambiental, políticas públicas e apoio a áreas protegidas, entre outras, no intuito de proteger essa floresta que é lar para tantos animais brasileiros ameaçados. saiba como apoiar este trabalho Fonte: SOS Mata...

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Gavião-real, o Uiruuetê
out24
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O maior felino das Américas
set27

O maior felino das Américas

Publicado em 27 de setembro de 2013 A onça-pintada às vezes deixa a impressão de ser menor do que a sua fama, mas isso não é bem verdade. Ocorrendo desde a América do Norte até a Argentina e Paraguai, o belíssimo animal varia em tamanhos podendo pesar entre 56 a 96, mas já foram registrados machos pesando até 160 Kg, o que equivale ao peso de uma leoa ou tigresa. Por sua vez, as fêmeas menores tiveram registros de apenas 36 Kg, mas normalmente são 10 a 20% menores do que os machos. A pintada, como também é chamada pelos caboclos brasileiros, é um dos mais ariscos dentre os felinos, e no Brasil os maiores exemplares são encontrados no Pantanal. No comprimento, assim como no peso, as onças também apresentam variações conforme as regiões de seu habitat. os indivíduos chegam a medir entre 1,2 m a 1,95 m entre as pontas do focinho e da cauda, sendo esta a de menor extensão dentre os grandes felinos, com 45 a 75 cm, enquanto a dos leopardos chega a ser 25 cm maior e a dos leões varia entre os 90 a 105 cm (machos) e 70 a 100 cm (fêmeas). O hábil caçador é o terceiro maior entre os grandes felinos, ficando abaixo dos tigres e leões, mas sua mordida ganha deles em força ficando a impressionantes 910 kgf, o dobro da mordida dos leões. Essa força é capaz de quebrar o casco de tartarugas, uma de suas presas. Devido ao biotipo de suas presas, como as antas que podem pesar 300 kg, o felino desenvolveu um corpo robusto e atarracado. Suas pernas são mais curtas e grossas considerando seu peso corporal, se comparadas ao de leões e tigres. A cabeça das onças são maiores e arredondadas se olharmos lado a lado com a dos leopardos, com quem são normalmente confundidas. A semelhança é grande, mas suas manchas variam em número, tamanho e formato. A onça assume um lado místico e de beleza entre os povos primitivos das Américas e certamente a ocorrência de indivíduos com variação melânica causava terror ou admiração, sendo esse misticismo usado até mesmo em filmes sobre a selva. A onça-preta é na verdade um poliformismo que ocorre nessa espécie, numa frequência que pode variar até 6% nas populações selvagens, segundo os estudos. O amarelo-acastanhado também pode ocorrer nessa mesma proporção. Na onça-preta, as rosetas características da espécie, podem ser vistas de perto sob a luz; uma visão rara e belíssima da natureza. Seus nomes variam entre os povos e locais onde habitam. Vejamos alguns deles: “Onça” origina-se do termo grego lygx, através do termo latino...

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