Conselho de Ética decide pela cassação de Cunha por 11 votos a 9, assista ao vivo
jun14

Conselho de Ética decide pela cassação de Cunha por 11 votos a 9, assista ao vivo

  Terça-feira, 14 de junho de 2016, às 16h15 – atualizado às 19h51   Conselho de Ética vota pela cassação de Eduardo Cunha, presidente afastado da Câmara dos Deputados, decisão final será no plenário. A votação ficou em 11 a 9. Assista a Reunião Deliberativa do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar que decidirá sobre a cassação do deputado Eduardo Cunha, afastado da presidência da Câmara dos Deputados. Neste momento seguirá com a palavra o relator e em seguida a manifestação da defesa. Antes, apenas os oradores líderes indicados pelos partidos fizeram uso da palavra, conforme as regras do regimento, já que foram esgotadas todas as possibilidades de debates após nove meses de julgamento. A reunião desta terça-feira (14) deve finalmente decidir a favor ou contra o relatório do deputado Marcos Rogério (DEM-RO) que pede a cassação do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afastado da presidência da Câmara e acusado de mentir, quando disse que não tinha contas no exterior. A deputada Tia Eron (PRB-BA) poderá decidir o futuro de Cunha. Pela contagem do colegiado que integra a comissão, ele tem a seu favor dez votos e nove contra, caso Tia Eron vota contra, o voto de Minerva caberá então ao presidente do conselho, José Carlos Araújo...

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Relator diz que dará continuidade ao processo contra Cunha
dez10

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O novo relator do processo contra o presidente da Câmara dos Deputados no Conselho de Ética, Marcos Rogério (PDT-RO), disse nesta quinta-feira (10) que na apresentação de seu relatório na reunião próxima terça-feira (15) vai aproveitar o texto já elaborado pelo ex-relator Fausto Pinato (PRB-SP), pela admissibilidade do processo.

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Conselho de Ética fará sorteio para escolha de novo relator do caso Cunha
dez09

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O presidente do Conselho de Ética da Câmara, José Carlos Araújo (PSD-BA), suspendeu a sessão que votaria o parecer preliminar do deputado Fausto Pinato (PRB-SP) que pede a continuidade do processo de cassação do mandato do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A suspensão ocorreu após uma decisão da Mesa Diretora da Câmara determinar a saída de Pinato da relatoria e a suspensão da sessão até a proclamação de um novo relator. Uma nova sessão foi marcada para amanhã...

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Deputado Ricardo Izar devolve R$ 200 mil para a Friboi
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Conselho de Ética aprova cassação de André Vargas
ago20

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Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 18h48 Parecer pela perda de mandato do ex-primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, ainda terá de ser analisado pelo Plenário, agora em votação aberta, antiga reivindicação do deputado federal Ricardo Izar, falecido no dia 2 de maio de 2008, que no cargo de presidente reclamava durante o julgamento dos acusados do Mensalão: “O Conselho de Ética condenou os envolvidos e o Plenário absolve devido à votação ser fechada. Se o voto fosse aberto seria diferente”. Ricardo Izar Jr., depois de ser eleito deputado federal em 2010, foi escolhido e assumiu o antigo cargo do pai em abril de 2013. Ainda caberá recurso da decisão.     Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Marcelo Oliveira O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar aprovou nesta quarta-feira (20), por unanimidade, o parecer do deputado Júlio Delgado (PSB-MG) que recomenda a perda de mandato do deputado André Vargas (PT-PR) em razão de conduta incompatível com a atuação parlamentar. Dessa decisão cabe recurso à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Conforme o relatório apresentado por Delgado, Vargas quebrou o decoro parlamentar ao ter atuado na intermediação junto ao Ministério da Saúde em favor do laboratório Labogen, do doleiro Alberto Youssef, preso em março por participação em esquema de lavagem de dinheiro. O parecer enfatizou ainda o alto custo da alocação da aeronave usada por Vargas – cerca de R$ 105 mil –, quantia que foi financiada pelo doleiro. De acordo com Delgado, a votação do relatório reforça a missão do conselho de prestar contas à sociedade da atuação parlamentar, principalmente quando há suspeitas de corrupção. “O deputado André Vargas insere-se no contexto de uma imensa rede criminosa especializada na lavagem de dinheiro e na evasão de divisas como o agente responsável por abrir as portas de órgãos da administração pública para que a Labogen pudesse voltar a atuar no mercado bioquímico, principalmente em parcerias com o próprio governo”, diz a conclusão do parecer do relator.     A deputada Rosane Ferreira (PV-PR), favorável à cassação, defendeu que a investigação fosse ampliada para apurar a possibilidade de tráfico de influência no Ministério da Saúde em favor do laboratório Labogen. Defesa O advogado de André Vargas, Michel Saliba, considerou exagerada a punição e enfatizou o desrespeito ao devido processo legal nas investigações conduzidas pelo conselho. Segundo ele, a sanção de perda de mandato foi “extremamente desproporcional”, tendo em vista que, “em investigações anteriores, motivadas por razões mais graves, concluiu-se pela pena de suspensão”. Para Saliba, houve violação ao princípio da ampla defesa e “atropelamento” dos prazos regimentais. “As testemunhas foram ouvidas antes de o acusado defender-se...

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