Após 24 anos, Alemanha conquista o tetracampeonato
jul14

Após 24 anos, Alemanha conquista o tetracampeonato

Segunda-feira, 14 de julho de 2014 às 10h42 – Atualizado às 15h22 Ivan Richard e Carolina Pimentel – Repórteres da Agência Brasil Editores: Carolina Pimentel e Valéria Aguiar Edição final: Alô São Paulo Final da Copa do Mundo, Rio de Janeiro – Vinte e quatro anos depois e novamente com vitória sobre a Argentina, a Alemanha vence a Copa do Mundo e torna-se tetracampeã, assim como a Itália e com um título a menos que a seleção brasileira. Organização, disciplina, técnica e carisma marcaram a campanha dos europeus, que nas semifinais golearam o Brasil por 7 a 1, no Estádio do Mineirão. Autor do gol que deu o título para a Alemanha, a oito minutos do fim da prorrogação, Mario Götze foi escolhido o melhor em campo.       Os alemães terminam o Mundial invictos e com o melhor ataque da competição. Liderada por Lionel Messi, eleito quatro vezes melhor jogador do mundo, a seleção argentina segurou o ataque alemão até os sete minutos do segundo tempo da prorrogação. Com o título, a Alemanha torna-se a terceira tetracampeã de futebol, e a primeira seleção europeia a vencer uma Copa do Mundo fora do continente europeu. O time de Joachim Löw recebeu a Taça da Copa das mãos da presidenta Dilma Rousseff. O time levará para Berlim uma réplica banhada a ouro do troféu. Com o título, os alemães repetem a história de Brasil e Itália na conquista do tetracampeonato. Depois de se tornar tricampeão em 1970, o Brasil só voltou a vencer em 1994, 24 anos depois. Já a seleção italiana, conquistou o tri em 1982 e duas décadas e quatro anos voltou a erguer a taça. Assim como a agora tetracampeã Alemanha, cujo o último título havia sido em 1990.   Copa no Brasil foi um sucesso, diz Blatter ao passar sede à Russia O presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Joseph Blatter, disse ontem (13), em cerimônia fechada no Estádio do Maracanã que marcou a transferência da sede do Brasil para a Rússia, com a presença dos presidentes Dilma Rousseff e Vladimir Putin, que a Copa do Mundo de 2014 foi um sucesso. Na ocasião, Blatter apresentou um certificado de transferência simbólica do evento para Putin e entregou bolas oficiais da partida autografadas aos dois chefes de...

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Legado da Copa é sempre mencionado por autoridades
jul14

Legado da Copa é sempre mencionado por autoridades

Segunda-feira, 14 de julho de 2014 às 11h14 – Atualizado às 15h12 Gerson Soares “A Copa do Mundo da Fifa no Brasil apresentou uma mensagem muito especial – uma mensagem de união, conectando as pessoas, uma mensagem de paz e antidiscriminação”, disse Blatter antes do jogo entre Argentina e Alemanha. “A Copa do Mundo em 2014 foi de muito sucesso e certamente veremos um legado neste país”, divulgou a Agência Brasil. A preocupação em deixar um legado foi uma constante nas falas da presidente Dilma Roussef, do ministro Aldo Rebelo e do presidente da Fifa Joseph Blatter. A maneira como isso foi dito durante os últimos sete anos, ficou parecendo que só a Copa da Fifa poderia executar tal benefício no Brasil. A verdade é que para garantir o legado – que deveria ser devidamente relacionado para que todos pudessem ter acesso –, os gastos foram gerados e a conta será paga pelos brasileiros. Quanto ao famigerado legado, só o tempo poderá mostrar, o que se espera é que venha mesmo.     Quanto aos exemplos de abnegação, esforço, equipe, sacrifício, disciplina, autoestima, honestidade e educação, entre outras qualidades que a prática esportiva proporciona, vieram da equipe alemã, tão bem demonstrados em campo e fora dele. Outro exemplo foi dado pela Delegação da Argélia que doou o prêmio de 9 milhões de euros pela sua colocação na Copa aos palestinos da faixa de Gaza. Estes são feitos que os atletas nos legam, pois aprendem humildade suando e conhecendo suas limitações e habilidades. Estas atitudes, como a da delegação alemã que doou uma ambulância aos índios Pataxós, na verdade já seria um bom legado a quaisquer povos, boas lembranças da Copa e motivo de inspiração aos jovens, às crianças de todo o mundo, não só aos brasileiros. No entanto, as máximas autoridades e organizadores da Copa do Mundo no Brasil subvertem-nos, diante de mais alguns episódios deprimentes de irregularidades e maus costumes – não que os brasileiros não estejam habituados – como a venda ilegal de ingressos e prisões de envolvidos pelos agentes da Polícia Federal, casos de corrupção na CBF, cujo presidente atual é José Maria Marin que assumiu após a renúncia do ex-presidente da entidade Ricardo Teixeira. A isenção de impostos à Fifa com mudanças na legislação brasileira exclusivamente para beneficiar a entidade, construção faraônica de estádios e as obras terminadas às pressas como a Arena Corinthians, construído principalmente pela preferência animada do declarado corintiano ex-presidente Lula.     Quanto ao Estádio Mané Garrincha, por exemplo, erguido em Brasília que nem sequer tem um time na primeira divisão do futebol brasileiro, um dos responsáveis pela administração disse que...

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Não interferir, interferindo. Dá para entender?
jul13

Não interferir, interferindo. Dá para entender?

Domingo, 13 de julho de 2014 às 11h03   Gerson Soares Depois das lambanças e gastanças, Dilma e Rebelo, agora querem interferir também no futebol, mas negam o que afirmam. Escandalizados pelos fatos, os brasileiros se retiram para seus pensamentos, no que diz respeito à Seleção Brasileira, Copa do Mundo, Fifa, lucros, prejuízos e vergonha. A pior delas, é o sórdido envolvimento da Fifa na venda ilegal de ingressos, com a prisão de pessoas ligadas a empresas vinculadas à entidade, que também está sendo negado, mas os fatos mostram o contrário. A Polícia Federal prende, os habeas corpus soltam, a imprensa denuncia e um dos cabeças da venda ilegal foge pela ala de funcionários do Copacabana Palace.       Não bastasse o que todos assistiram no campo e na TV, reprisado nos mais diversos meios de comunicação existentes, o ministro do Esporte Aldo Rebelo, acredita que o problema está na ingerência (ou falta dela) governamental no futebol. Ao seu lado, fazendo coro, a presidente Dilma Roussef. O primeiro diz que “o governo e o próprio Estado brasileiros devem recuperar a capacidade de fiscalizar o que há de interesse público e nacional na administração do esporte”. Traduza-se futebol. “O Brasil não quer criar a Futebras. Quer, sim, acabar com a Futebrax e deixar de ser um mero exportador de talentos”, apoiou Dilma, também em nome do interesse público, referindo à saída dos jogadores do país para equipes do exterior. De acordo com a presidente, “o futebol, que é atividade privada, precisa ter as melhores práticas da gestão privada, nas áreas comercial, financeira e futebolística”, disse ontem (12). Ora, se assim é, esse assunto não deveria nem estar sendo debatido pelo governo. Parece que os dividendos da Copa ainda não foram suficientes e o PT quer continuar a enfadonha saga futebolística que iniciou desde quando o país conseguiu a façanha de ser eleito sede do mundial.     É hora de dar um basta nessa questão. Os placares dos dois últimos jogos (Alemanha 7 x 1 Brasil e Holanda 3 x 0 Brasil) já entraram para a história e estarão também nas estórias, anedotas e piadas. Chega! O governo brasileiro já se intrometeu o bastante e conseguiu desmoralizar a única esperança que restava espalhada nos ídolos do passado e do presente e nas conquistas. Se existe algum culpado pela desastrosa campanha da Seleção Brasileira de Futebol é o Comitê Organizador da Copa e o próprio governo que se fosse realmente voltado ao interesse nacional, jamais traria a Copa do Mundo para cá, não da forma como o país se encontra, não com a injustiça social reinante, a corrupção ativa e...

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7 x 1
jul10

7 x 1

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 12h14   Gerson Soares Sete a um, foi o resultado do jogo de terça-feira (8), onde a Seleção Brasileira sofreu uma derrota histórica. Esse time, da camisa amarelinha, a equipe canarinho é a única força existente no país capaz de unir todas as mentes. Nada mais no Brasil mescla um só pensamento como a Seleção.     Talvez, você não vá gostar do que lerá daqui em diante, por isso não peço que continue lendo. Mas se seguir e não acreditar em coisas inexplicáveis, acredite se quiser que o vexame de terça-feira, dia 8 de julho, também ficará marcado na história e na consciência nacional como algo sem explicação plausível. Não existe ciência no futebol, mas a catástrofe ficou estampada nos rostos e no choro incontido das crianças. Há vários tipos de especulações. Pode-se aventar a Máfia das Apostas, que teria ameaçado os jogadores. Pode-se buscar culpados entre a Comissão Técnica e em toda a equipe. A Fifa seria culpada, talvez a presidente Dilma. Quem sabe o maldito som das buzinas de mão – que estão muito acima do permitido e suportável –, aos menos ofensivos sons das cornetas ou vuvuzelas – como são chamadas na África – ou dos fogos de artifício que atormentam a vida de quem precisa descansar, trabalhar, estudar. Muita gente torceu a favor, porém um outro contingente queria que a bagunça terminasse logo. Pessoas doentes não estão comemorando nada com as bombas a espocar ao lado de suas janelas, bebês não entendem a barulheira que atormenta seus ouvidos sensíveis, ainda em formação e choram. Dependendo da distância, as bombas podem causar danos permanentes às crianças. Fato pior acontece à audição dos animais domésticos. A mídia, que deixará de faturar alguns milhões devido ao fim antecipado da Copa do Mundo faz comentários desde as 19h do dia 8 sobre o fato e ainda não conseguiu encontrar um culpado ou responder como aconteceu o 7 x 1. A fim de preencher os horários, tenta explicar a situação aos telespectadores, envolvendo-os entre a euforia e o conformismo. “O futebol é assim mesmo”, diria um dos apresentadores das grandes redes. Não acredito nisso. Diria que algo muito maior aconteceu ontem. Vindo dos céus ou da terra mesmo, uma gigantesca mão invisível colocou os gols da Alemanha nas redes do Brasil. Reflito: isto não é possível. Muito mais provável os jogadores terem deixado o time alemão vencer para mostrar ao mundo que tipo de país foi construído desde a última derrota em 1950, quando diante de um Maracanã transbordante, o Brasil chorou. Esta derrota foi muito pior, não houve nada para lembrar,...

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Felipão prepara duelo contra Alemanha
jul07
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Zúñiga tira Neymar da Copa e sai ileso
jul07

Zúñiga tira Neymar da Copa e sai ileso

Segunda-feira, 7 de julho de 2014 às 20h51 – Atualizado às 21h50 Fifa decide não punir zagueiro colombiano que atingiu Neymar pelas costas Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco A Federação Internacional de Futebol (Fifa) decidiu não punir o zagueiro colombiano Zúñiga pela falta cometida no final do segundo tempo do jogo das quartas de final que tirou o atacante Neymar da Copa do Mundo. O Comitê Disciplinar da entidade distribuiu um comunicado oficial explicando os motivos pelos quais não poderia punir o atleta.       No documento, o comitê informou também que não poderá atender ao pedido da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de cancelar o cartão amarelo aplicado ao jogador Thiago Silva durante a mesma partida, na última sexta-feira (4). Segundo o comitê, não há base legal para concessão de tal pedido. A nota ressalta que o comitê lamenta profundamente o incidente e as graves consequências para a saúde de Neymar. O documento informa ainda que, depois de analisar a questão e os documentos enviados pela CBF, a Fifa concluiu que as condições descritas em seu código disciplinar (CDF) não permitem que o Comitê Disciplinar intervenha em tal situação. De acordo com a Fifa, no caso da falta sofrida pelo jogador brasileiro, nenhuma ação retrospectiva pode ser tomada pelo comitê, já que o incidente envolvendo Neymar e Zúñiga não escapou da atenção dos árbitros, primeira das duas condições cumulativas e necessárias para que o Artigo 77-A do Código Disciplicar da Fifa seja aplicado. A federação lembra que, ao mesmo tempo, o Artigo 77-B do CDF, que habilita a Comitê Disciplinar a corrigir erros óbvios nas decisões disciplinares do árbitro, também não pode ser aplicado neste caso, já que o árbitro não mostrou cartão amarelo, nem vermelho ao atleta colombiano. Tal artigo estipula que o Comitê Disciplinar pode corrigir erros óbvios nas decisões disciplinares do árbitro, o que só é possível em caso de confusão na identificação, quando um árbitro mostra cartão amarelo ou vermelho para o jogador...

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Alemanha treina no Mineirão
jul07

Alemanha treina no Mineirão

Segunda-feira, 7 de julho de 2014 às 21h19   Técnico alemão descarta favoritismo e aponta vantagem de jogar em casa Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco O técnico da Alemanha, Joachim Löw, descartou hoje (7) o favoritismo de sua seleção na partida desta terça-feira (8), contra o Brasil, na primeira semifinal da Copa do Mundial. Em entrevista coletiva no Mineirão, em Belo Horizonte, onde as duas seleções se enfrentarão às 17h de amanhã, Löw disse que favoritos são os brasileiros, que terão a vantagem de jogar em casa, com o apoio de seus torcedores. “A semifinal tem sua própria dinâmica, e não podemos sempre prever o resultado. Ambos os times vão tentar fazer o seu jogo e tentar ganhar. Todos os times têm sua motivação para chegar à final. E, para nós, é um grande desafio jogar contra o país-sede, por razões óbvias”, disse Löw. Para ele, o fato de o Brasil jogar sem o capitão, o zagueiro Thiago Silva, que foi suspenso após receber o segundo cartão amarelo, e a principal estrela, Neymar, que fraturou uma vértebra, não deixam sua seleção em vantagem. “Com certeza não. A ausência de Neymar e Thiago Silva não é desvantagem para o Brasil”, afirmou o técnico. Segundo Low, Dante, que deve substituir Thiago Silva, é um excelente jogador. E os outros jogadores vão se sentir mais liberados para jogar. Isso acontece em todas as seleções em que grandes jogadores se ausentam. Eles vão jogar pelo Neymar”, afirmou o treinador alemão. “Acredito que o Brasil amanhã irá liberar toda sua paixão e emoções fortes e colocá-las no jogo. Isso é algo que foi muito fácil de ver nos jogos anteriores”, acrescentou. A grande preocupação do técnico é que, no jogo de amanhã, não se repita o que ocorreu no partida entre Brasil e Colômbia, pelas quartas de final: o excesso de faltas desleais e carrinhos por trás. Para ele, o árbitro mexicano Marco Rodríguez terá uma grande tarefa amanhã: conter tais excessos. “Amanhã o arbitro mexicano terá que agir neste sentido. A energia física no jogo do Brasil contra a Colômbia foi além dos limites [tolerados] na Europa.” De acordo com Löw, na Europa, os 22 atletas brasileiros e colombianos não teriam terminado o jogo. “Foram faltas brutais. Esse tipo de combate físico, de bloquear o adversário, foi um pouco exagerado. Teremos que ver se essas faltas muito violentas serão paradas, senão, não teremos Neymar, Messi. E esta é uma Copa que está com o título de ser dinâmica e exigir força física, mas houve jogos em que os limites foram ultrapassados.” No início da entrevista, Löw lamentou...

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Neymar grava depoimento para fãs e torcida brasileira
jul05

Neymar grava depoimento para fãs e torcida brasileira

    Sábado, 5 de junho de 2014 às 19h29   Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil Edição: Davi Oliveira O atacante Neymar gravou hoje (5) um depoimento dirigido ao país, dizendo que seu sonho de ser campeão não acabou e que ele voltará o mais breve possível ao futebol. O vídeo foi mostrado pouco depois das 16h, no início da entrevista coletiva com o médico da seleção brasileira, José Luís Runco, na Granja Comary. Neymar deixou o centro de treinamento em Teresópolis de helicóptero, no início da tarde, e foi para sua casa, no Guarujá, em São Paulo. No vídeo, com um minuto e vinte segundos de duração, o craque se apresenta sentado e com os olhos vermelhos e inchados, mas demonstra serenidade, apesar da tristeza de ter sido cortado da Copa por causa da lesão na coluna, ocasionada pela joelhada recebida ontem (4) do colombiano Zúñiga, no segundo tempo da partida. “Rapaziada brasileira, jogadores, comissão técnica, torcedores. É um momento muito difícil, em que faltam palavras para dizer o que está se passando pela minha cabeça, pelo meu coração. Só queria dizer que eu vou voltar o mais rápido possível. Quando menos esperarem, eu estou de volta. Queria agradecer todo apoio, todo o carinho que tiveram por mim, pelo que escreveram, pelas mensagens, por tudo”, disse Neymar, no primeiro trecho do depoimento. Em seguida, o craque fez questão de ressaltar que continua acalentando o sonho de ser campeão do mundo e que deixava a tarefa para os seus companheiros realizarem. “Queria dizer que o meu sonho não acabou. Foi interrompido por uma jogada, mas ele continua. Os meus companheiros vão fazer de tudo para que eu possa realizar o meu sonho, que é ser campeão. O meu sonho também era jogar uma final de Copa do Mundo, mas desta vez não vai dar. Tenho certeza que eles vão vencer esta e vão ser campeões. Eu vou ser junto, e vou estar com eles. E nós, brasileiros, vamos estar comemorando tudo isso. Obrigado a todos.” Mais cedo, Neymar ainda teve tempo de almoçar com os jogadores e com a comissão técnica na Granja Comary. Em cinco jogos nesta Copa, ele marcou quatro gols. A fratura no processo transverso da terceira vértebra o tirou da competição. O médico da seleção garantiu aos jornalistas, durante a coletiva, que Neymar vai se recuperar totalmente, devendo ficar em repouso de três a seis semanas, quando poderá voltar a praticar exercícios físicos mais intensos. Segundo Runco, a fratura não é grave e o jogador poderá, inclusive, se estiver se sentido bem e sem dor, acompanhar a partida do Brasil contra a Alemanha,...

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Neymar deixa a Copa por lance maldoso de Zúñiga
jul05
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Brasil está nas semifinais e pega a Alemanha
jul04

Brasil está nas semifinais e pega a Alemanha

Sexta-feira, 4 de julho de 2014 às 20h26   Depois de jogar o melhor primeiro tempo desde que começou o torneio, a Seleção Brasileira teve garra para segurar o 1 x 0 contra a Seleção da Colômbia, que teve o mérito de ser um adversário que jogou aberto de igual para igual. dessa forma não demorou para o Brasil começar a criar as melhores chances de gol que veio numa cobrança de escanteio com o capitão Thiago Silva, 1 x 0.     Um belo jogo de futebol que no segundo tempo de jogo, foi mais aguerrido ainda. Mas o Brasil tem David Luiz, o defensor sensação da Copa, que marcou o gol da segunda etapa numa perfeita cobrança de falta, na intermediária da Colômbia, um golaço. A lamentar a saída tensa do jogador Neymar, depois da jogada desleal do colombiano, que pelas costas pareceu ter atingido sua coluna. A imprensa aguarda os informes oficiais dos médicos. Além disso, Thiago Silva recebeu o segundo cartão amarelo e está fora da partida contra a Alemanha pela seminal, na próxima...

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Duelos continentais marcam o início das quartas de final
jul04

Duelos continentais marcam o início das quartas de final

Sexta-feira, 4 de junho de 2014 às 15h Marcelo Brandão* – Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro As quartas de final da Copa do Mundo começam hoje (4) com dois duelos entre rivais continentais. O Brasil enfrenta a Colômbia às 17h, horário de Brasília, em Fortaleza. Há poucos minutos, no Rio de Janeiro, a Alemanha eliminou a França e está nas semifinais, o jogo começou às 13h. Dos nove títulos mundiais em campo ao longo do dia, independentemente do que acontecer no jogo do Brasil x Colômbia, era certo que pelo menos um campeão mundial se despediria da Copa nesta sexta-feira e começou com os franceses.     Depois de uma partida de oitavas de final que quase deixou o país à beira de um colapso nervoso, o Brasil precisará corrigir algumas falhas para o jogo com a Colômbia. Com a saída de Luiz Gustavo, suspenso em virtude do segundo cartão amarelo recebido no torneio, o volante Paulinho volta ao time e reassume a vaga perdida no jogo contra o Chile. Fernandinho, que ganhou a vaga na última partida, fará o papel de Luiz Gustavo como primeiro volante. Com isso, o time pode ganhar mais poder ofensivo, já que Paulinho sobe melhor ao ataque do que seu companheiro suspenso. A preocupação é se Fernandinho terá desempenho semelhante ao de Luiz Gustavo, que tem se destacado pela boa proteção da defesa. Parar os habilidosos James Rodrígues e Cuadrado, da Colômbia, é fundamental para garantir a rede brasileira intacta. A Colômbia foi o time mais regular do torneio até agora, a única seleção que ainda não deu qualquer susto em seus torcedores e tem enchido os olhos do público mais do que se poderia imaginar. Após uma primeira fase irrepreensível, eliminou o Uruguai com facilidade. Mesmo sem o atacante Suárez, suspenso pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) após morder um jogador adversário durante a partida contra a Itália, esperava-se mais de um Uruguai que pouco ameaçou o gol de Ospina. Apesar de ter menos tradição que o Brasil, a história recente mostra equilíbrio entre as duas seleções. Nos últimos quatro confrontos, foram quatro empates. A Colômbia já tem a melhor participação de sua história em copas, e seu desempenho no Brasil se notabiliza ainda mais por estar fora de copas há 16 anos. A última participação foi em 1998, na França, quando caiu na primeira fase. Alemanha e França foi o único jogo das quartas de final envolvendo dois campeões mundiais. O jogo de hoje marcou o quarto encontro entre os dois países em uma Copa. A primeira vez foi na disputa do terceiro lugar na Copa de 1958, na...

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“Copa é um sucesso”, disse Blatter
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Quinta-feira, 3 de julho de 2014 às 18h16 – Atualizado às 19h46 Gerson Soares Durante participação na abertura do Seminário de Gestão Esportiva da Fundação Getúlio Vargas, nesta quarta-feira (2) no Rio de Janeiro, o presidente da FIFA elogiou a estrutura, o clima festivo e a parceria com as várias instâncias de governo, ao lado do ministro do Esporte Aldo Rebelo. Joseph Blatter, afirmou ser indiscutível o sucesso da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. O dirigente elogiou a estrutura oferecida pelo país para receber o torneio, o clima festivo nas cidades-sede e as parcerias com os governos federal, estaduais e municipais. “Quando você trabalha com parceiros como os governos, onde a base é a confiança, é mais fácil. Ainda temos oito jogos pela frente, então, vamos torcer para que sejam no mesmo padrão e atmosfera de até agora. Tudo está ótimo, estádios estão magníficos. Posso dizer, indiscutivelmente, que é um sucesso. Onde estão todos os problemas que falaram antes? Só tenho a agradecer todo o povo brasileiro que aceitou a Copa”, disse Blatter.     O presidente da Fifa não desconhece totalmente os problemas do país. Quando diz que o clima da Copa do Mundo é festivo, ordeiro, os estádios estão ótimos, sabe bem do que fala. Afinal, o povo brasileiro é conhecido na Europa pela sua passividade em aceitar governantes tão desgastados e políticas que interessam às minorias e grupos organizados. O que continua sendo afirmado pelas vozes que têm coragem para falar é que a gastança para que a Fifa e seus representantes se sintam tão bem e faturem bilhões está sendo garantida a troco dos altíssimos impostos cobrados no país dos quais a entidade vergonhosamente aceitou a isenção. No entanto, o povo continua passando dificuldades com a saúde, educação, segurança e tantos outros problemas como a corrupção e a burocracia que a sustenta e com a falta de bom senso nas decisões governamentais – como sediar a Copa. Aqui os impostos são de primeiro mundo e os serviços prestados com sua arrecadação, subsaarianos. Para se ter uma ideia de como a aparência de um Brasil rico e a certeza de que tudo está bem é garantida, o impostômetro da Associação Comercial de São Paulo, marcava às 19h05 de hoje, a quantia de 817.401 bilhões arrecadados pelo governo brasileiro desde janeiro. Segundo o Portal da Copa, a importância do torneio foi exemplificada pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, ao lembrar que a partida entre Estados Unidos e Bélgica, disputada ontem pelas oitavas de final da Copa, mudou a agenda da Casa Branca. “O Brasil tem a fortuna de acolher e celebrar o mais importante evento...

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Segunda-feira, 30 de junho de 2014 às 8h29   Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil Edição: Luana Lourenço A presidente Dilma Rousseff comemorou, pelo Twitter, a vitória sofrida da seleção brasileira sobre o Chile ontem (28). “Foi difícil. Foi com raça, garra, lágrimas e defesas de Julio Cesar. Vencemos!”, escreveu a presidenta no perfil @dilmabr.       Em uma sequência de cinco postagens, Dilma voltou a dizer que foi uma vitória com a garra e a torcida do povo brasileiro e ressaltou a confiança de que a seleção seguirá ainda mais longe na Copa do Mundo. “Confio no time de Felipão e do Parreira. Confio na #seleçãobrasileira”, escreveu. E completou? “Confio na torcida do povo brasileiro! #VaiBrasil #CopadasCopas” Dilma ainda postou uma foto da comemoração de Julio Cesar e outros jogadores após o fim da decisão por pênaltis com a frase “Valeu Seleção” e acrescentou: “Obrigada, jogadores. O Brasil acredita em vocês”. A seleção brasileira conseguiu a vitória difícil sobre o Chile após empatar por 1 x 1 no tempo regulamentar e não conseguir novos gols na prorrogação de 30 minutos. A vitória por 3 x 2 nos pênaltis só veio no último lance, quando o chileno Jara chutou na trave. Dilma irá entregar a taça da Copa do Mundo para a seleção campeã após a final, no dia 13 de...

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Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 16h56 Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante Belo Horizonte – O técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, não revelou qual será a escalação nem o esquema tático do Brasil amanhã (28) contra o Chile, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. O jogo está marcado para as 13h, no Mineirão, em Belo Horizonte. Em entrevista coletiva concedida no final da manhã de hoje (27) no estádio mineiro, Felipão escondeu a estratégia para a partida, porque, segundo ele, é impossível revelar isso antes do treino desta tarde, quando eventualidades podem ocorrer.     “Não sei o time que vai jogar amanhã, porque sempre tem um problema ou outro acontecendo. Em um treinamento comum pode ter probleminha”, disse ele, ao ressaltar que a equipe brasileira já alcançou hoje 80% das condições em que estava na Copa das Confederações no ano passado, quando o Brasil foi campeão do torneio. De acordo com Scolari, o time vai pressionar e defender. “Vamos montar nossa equipe de acordo com nosso padrão de jogo, independentemente de como o Chile vai se oferecer para nós. Se dá certo ou se dá errado, temos alternativas que vamos conversar antes do jogo para que saibamos nos portar em determinadas situações.” Sobre o fato de jogar uma etapa eliminatória de Copa no Brasil, Felipão admitiu que isso mexe com o dia a dia da equipe, apesar de sua experiência. “É normal que a gente sinta ou que tenhamos algum incômodo e ansiedade. Na fase de mata-mata, não podemos perder. Ficamos um pouco mais envolvidos, diferentes, um pouco mais assustados, um pouco mais nervosos. E isso é normal em uma competição.” Felipão elogiou o técnico chileno Jorge Sampaoli e disse que a equipe tem condições de vencer o Brasil. “Penso que desde a chegada dele, a equipe teve nova dinâmica, joga muito melhor. Os jogadores se adaptaram perfeitamente ao esquema”, ponderou. “Taticamente, o Chile é bem evoluído, organizado. Se não formos corretos, poderemos ter dificuldade grande e até não passar dessa fase”, acresentou. Para o capitão da seleção brasileira, o zagueiro Thiago Silva, o Chile tem um dos melhores times na competição. “É uma equipe perigosa e extremamente habilidosa. Estamos tomando os cuidados para não sermos surpreendidos.” Competir no Brasil traz mais ânimo ao grupo, de acordo com o jogador. “Jogar em casa dá motivação melhor. É motivação a mais que temos, pois o torcedor brasileiro é apaixonado por sua seleção. Gostamos sempre de ganhar, nunca de perder. Mas do outro lado tem uma equipe que tem os mesmos sonhos que o nosso.” A imprensa chilena também...

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Domingo, 22 de junho de 2014 às 16h48 Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil Edição: Andréa Quintiere A organização não governamental (ONG) Rio de Paz fez ontem (21) um protesto na Praia de Copacabana em que deu “cartões vermelhos” para a Fifa, cobrando maior contrapartida social na Copa do Mundo. A ONG critica isenções de impostos dadas à entidade que representa o futebol internacional e afirma que o valor desses impostos não pagos chega a R$ 1 bilhão. “Queremos que ela pegue o dinheiro que pagaria de impostos e invista em quadras esportivas em escolas públicas, por exemplo, ou nas favelas brasileiras. Seria uma forma de dar um retorno ‘padrão Fifa’. A Fifa está manchando sua imagem perante o mundo inteiro”, disse o fundador da ONG, Antônio Carlos Costa.     Doze cartões vermelhos com 2 metros de altura foram posicionados na areia da praia, em frente ao Hotel Copacabana Palace, e cerca de 30 pessoas mostravam cartões menores no ato, que, segundo Costa, não é contra a Copa, mas contra o modo como ela foi realizada, com muitos gastos públicos. No protesto, cartazes comparavam os custos dos estádios e das estruturas com hospitais, escolas e o combate à miséria. “Quem não está lucrando é a democracia brasileira. Na cabeça de milhões de pessoas, a democracia não está mais associada à justiça social e à distribuição de renda, mas associada à proteção dos poderosos. Quando o pobre olha isso, ele diz: ‘a democracia não serve mais para nós’. Isso é péssimo porque ela deveria ser um valor inegociável em toda a sociedade”, criticou.     O Departamento de Imprensa da Fifa respondeu que a entidade depende da renda de uma Copa do Mundo para manter seus projetos de desenvolvimento do futebol ao longo dos quatro anos entre uma Copa e outra e que muitas federações nacionais não conseguiriam se manter sem ajuda financeira. A Fifa também afirma que criou um fundo para o desenvolvimento do futebol no Brasil que terá o valor divulgado depois da Copa do Mundo, mas que, inicialmente, tem a aprovação de 20 milhões de dólares. Entre os 108 programas de desenvolvimento do futebol que apoia em todo o mundo, a Fifa informa que há 26 entidades brasileiras.     Sobre a isenção de impostos, a federação informa que “diz respeito primordialmente à importação de bens (isto é, uniformes para voluntários, frotas de automóveis e ônibus)” e afirma que paga impostos sobre a venda de ingressos e que tem suas subsidiárias tributadas. A federação também paga impostos à Suíça, onde fica sua sede. Acrescentamos que a lei que isentou a Fifa, inclui banquetes e comidas....

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jun21

Copa do Mundo: hora de torcer e educar

Sábado, 21 de junho de 2014 às 11h48   Como ensinar a competição para os filhos sem estimular a agressividade e ainda passar valores. A tão esperada Copa do Mundo chegou trazendo alegria, competitividade, turistas, união e festa por toda parte. Segundo especialistas, o evento também é uma ótima oportunidade para pais e educadores ensinarem às crianças a importância do respeito ao próximo, a tolerância, a coletividade, regras, moralidade, aprender com as derrotas, conhecer mais culturas e países e controlar as emoções. Com os jogos, o espírito de competitividade, já comum no dia a dia, tende a aumentar. A dica é utilizar o momento para dizer aos pequenos que ela pode ser saudável. “Quando uma competitividade é saudável não cria problemas”, exemplifica a psicóloga e orientadora educacional do colégio Madre Alix, Susana Orio. “Um exemplo é não comparar os filhos com os irmãos. Devemos compará-los com eles mesmos, provocando para que ultrapassem e melhorem suas habilidades tanto no esporte, quanto no estudo ou em algo que sirva de motivação para eles. Essa competitividade da criança com ela mesma faz com que se sinta motivada a se superar e esse crescimento deve ser valorizado”. Em geral, toda modalidade esportiva pode auxiliar. “Todas têm uma regra e exigem uma disciplina que a criança tem de seguir”, explica Suzana. Que o futebol é a paixão nacional todos já sabem. Os pais, no entanto, devem estimular que os filhos conheçam e aprendam outras modalidades, segundo a psicopedagoga e coordenadora pedagógica do colégio Nossa Senhora do Morumbi, Elizabete Duarte. “Muitos jovens, até pela questão econômica, idealizam ser jogador de futebol e acabam não conseguindo. Isso faz com se frustrem sem nunca ter pensando em outra possibilidade de carreira. Por isso, é importante que os pais incentivem outras atividades, além do esporte, para esse jovem ter um leque mais amplo de opções”, diz a especialista. Uma coisa é certa: bem trabalhada em casa e na escola a Copa traz benefícios ao aprendizado e ao aprimoramento. Pode servir para mostrar a rivalidade entre as nações e também para conhecer novas culturas. “Mostra a amplitude do mundo e com isso as crianças vão percebendo os costumes de cada país, o respeito, as regras, o esforço, e a disciplina que cada jogador e cada time possuem”, comenta Susana. Os colégios também podem fazer uso do evento para transmitir valores e conteúdos. “No Madre Alix estamos conseguindo fazer com que os alunos percebam que para ser um jogador de futebol não é preciso apenas ser o melhor”, ensina. “É preciso também ter disciplina, cumprir as regras, respeitar o próximo e, mais importante, ensinamos que jogam os mais disciplinados e...

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Segunda-feira, 16 de junho de 2014 às 18h07 Gerson Soares Temos sido críticos ferrenhos e opositores à realização da Copa do Mundo da FIFA no Brasil desde quando o país ganhou esse direito, devido a tudo o que os brasileiros têm demonstrado nas ruas e àquilo em que nós mesmos acreditamos e já explicitamos por diversas vezes. Porém, é justo, que após a emissão da nota que segue abaixo, disponibilizemos a oportunidade de divulgação dos esclarecimentos e conclusões aos quais a FIFA chegou, após a realização do seu congresso, realizado na semana passada em São Paulo. Ao analisar o documento, o leitor poderá tirar suas próprias conclusões. Leia a seguir.     Fifa – Perguntas frequentes: esclarecimento à situação A FIFA é uma organização sem fins lucrativos que compartilha o sucesso da Copa do Mundo da FIFA com a comunidade global do futebol para desenvolver o esporte a partir da base e difundir valores positivos dentro e fora de campo. Garantir que a Copa do Mundo da FIFA tenha um impacto positivo sobre o país-sede é fundamental e a FIFA realiza uma série de atividades que contribuem para deixar um legado futebolístico, ambiental, econômico e social positivo e duradouro. Organizar um evento esportivo global é um processo complicado e desafiador para a FIFA e o país-sede, e pode gerar críticas e um debate nacional. Algumas dessas críticas são justas, e a FIFA sempre procura ouvi-las para aprender como fazer melhor as coisas. Mas algumas dessas críticas são injustas e até mesmo se baseiam em uma deturpação dos fatos. O documento a seguir procura esclarecer alguns desses equívocos para promover uma maior compreensão da Copa do Mundo da FIFA 2014 entre o público.   Leia o documento em PDF Acesse aqui...

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