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Conheça a nova forma de visualização do cálculo do armazenamento de água
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Terça-feira, 17 de março de 2015, às 16h47 Atendendo ao Ministério Público, companhia disponibiliza mais um gráfico que apresentará a situação dos mananciais em São Paulo. A Sabesp disponibiliza, a partir desta terça, 17/3, mais uma forma de visualização do cálculo de medição do armazenamento de água do Sistema Cantareira. Até hoje, no gráfico e no boletim divulgados diariamente, era apresentado o índice que considera como resultado a divisão entre volume útil de água armazenado no dia e o volume útil total do sistema. Como exemplo, hoje (17/03), o índice é de 15,3% (150,6 milhões de metros cúbicos dividido por 982 milhões de metros cúbicos). A partir de agora, a Sabesp vai apresentar também um gráfico considerando o volume útil e o volume útil acrescido dos volumes autorizados, pelo órgão regulador, referentes às reservas técnicas I e II (182,5 milhões de metros cúbicos + 105 milhões de metros cúbicos, respectivamente), especificando o volume total do sistema para cada situação. Como exemplo, nesta terça, o índice é de 11,9% (150,6 milhões de metros cúbicos dividido por 1.269,5 milhões de metros cúbicos).     Na prática, o volume armazenado no Sistema Cantareira não muda: hoje existem 150,6 milhões de metros cúbicos para abastecer a população. O volume útil total do sistema Cantareira é de 982 milhões de metros cúbicos. Considerando as duas reservas técnicas, respectivamente 182,5 milhões e 105 milhões de metros cúbicos, o volume armazenável sobe para 1.269,5 milhões de metros cúbicos. As duas formas de medição podem ser encontradas na página onde são publicadas as informações dos mananciais A iniciativa faz parte da estratégia da Companhia de dar ainda mais transparência às informações sobre índices de mananciais e em atendimento à recomendação do Ministério Público para que fossem detalhados, em formato gráfico, os volumes existentes...

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Justiça limita retirada de água do Sistema Cantareira
mar06

Justiça limita retirada de água do Sistema Cantareira

Sexta-feira, 6 de março de 2015, às 16h19 Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto A Justiça Federal limitou a retirada de água do Sistema Cantareira para que seja preservados ao menos 10% do volume útil original para a época de estiagem, que começa em 30 de abril. A liminar da juíza substituta Renata Coelho Padilha ratifica outra decisão provisória, concedida em outubro do ano passado pela 3ª Vara Federal em Piracicaba, mas que havia sido derrubada em recurso. O pedido conjunto do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público Federal busca garantir que não haja prejuízo às vazões para a Bacia Hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. A Justiça determinou ainda que a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas do Estado de São Paulo (Daee) estipulem semanalmente metas de restrição para permitir a recomposição dos níveis dos reservatórios. O objetivo é que em cinco anos o Sistema Cantareira volte a 95% da capacidade. Desde o último dia 2, o sistema opera com 11,7% de seu nível total, segundo medição diária feita pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. Para repor o volume da primeira cota da reserva técnica, que começou a ser usada em maio do ano passado, a capacidade deveria subir de 11,7% para 29,2%. Em nota, a Sabesp informou que, para os reservatórios chegarem ao fim de abril com 10% da capacidade total, é necessária vazão média de 56 metros cúbicos por segundo (m³/s) nas próximas semanas. A vazão média no período de 1º de janeiro a 5 de março de 2015 é 25m³/s. “Assim, mesmo que a ANA e o Daee determinem que a Sabesp interrompa completamente a retirada de água do Sistema Cantareira, o cumprimento da decisão será impossível, a não ser que ocorram chuvas, com baixíssima probabilidade.” A empresa lembrou que já reduziu em 56% a retirada de água do Cantareira. “Reduções adicionais implicariam sacrifícios ainda maiores para a população da região metropolitana de São Paulo. E, por isonomia, a imposição de restrições de consumo à população da Bacia do Piracicaba [Campinas, Piracicaba, Americana]”, acrescenta o comunicado. O Daee informou que a Procuradoria-Geral do Estado vai recorrer da...

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Água que vem do chão
mar06

Água que vem do chão

Sexta-feira, 6 de março de 2015, às 15h42 Por Daniel Pérez Nem todo mundo sabe, mas o solo tem estreita relação com a disponibilidade de água e as mudanças climáticas. Num momento em que sobretudo São Paulo e Rio de Janeiro vivem uma séria crise de abastecimento, provocada por diversas razões, temos que nos lembrar da falta de aproveitamento da água de chuva em diversas frentes — seja no meio urbano ou rural. A crise hídrica está intimamente ligada ao manejo do solo. Atuando como um filtro, ele deve estar permeável para que o líquido se acumule nos lençóis freáticos e aquíferos. Assim, percebe-se que o problema da crise hídrica no Sudeste é provocado não só por baixa precipitação, mas principalmente pela impermeabilização do solo nas áreas urbanas e o não armazenamento das águas pluviais. Algumas cidades como Paris e Kuala Lampur utilizaram medidas de contenção de enchentes, como a construção de reservatórios subterrâneos (“piscinões”) para melhorar aproveitamento da água da chuva. Além disso, muitas cidades estão abrindo grandes parques para viabilizar a infiltração e retenção da água. Nesse contexto, talvez possamos dizer que o problema hídrico começa bem antes, com a erosão das cabeceiras dos córregos e rios que compõem nossas principais bacias de captação de água. Não há dispositivo em nossa atual legislação ambiental que preveja a necessidade de acompanhamento técnico que garanta o manejo adequado do solo nessas áreas tão frágeis — mesmo se estiverem no coração da recarga de aquíferos. Com isso, em um solo descoberto ou com pouca cobertura vegetal, as águas da chuva apenas “varrem” o solo, não se infiltrando e não promovendo o reabastecimento dos aquíferos e a manutenção dos lençóis freáticos dos rios e córregos que alimentam os reservatórios. Da mesma forma, o aquecimento global pode ser influenciado pelo manejo do solo. Segundo documento das Nações Unidas, até o fim desta década, é necessário que as emissões de carbono parem de crescer e caiam para zero até 2050, e o manejo adequado do solo pode ser o fiel da balança no sequestro de carbono. Diversas práticas agropecuárias, como o plantio direto, o reflorestamento de áreas degradadas, a integração lavoura/pecuária/floresta e a fixação biológica de nitrogênio em leguminosas e algumas gramíneas, como a cana-deaçúcar, elevam a acumulação de carbono na terra. Mas precisamos avançar na criação de indicadores nacionais que demonstrem, entre outros, a extensão desse estoque de carbono e sua variação em função dos diversos tipos de manejo realizados nos diferentes biomas brasileiros. Por sua multifuncionalidade, o solo deve estar na pauta dos agentes públicos, sob a responsabilidade de quem faz a gestão de um recurso finito. Só assim haverá mais...

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