Dilma, abra o Palácio para o sol
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abr08

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Atlas de zoologia traz animais desenhados há 170 anos
abr17

Atlas de zoologia traz animais desenhados há 170 anos

Um Atlas de Zoologia publicado em 1844, com ilustrações de animais vistos há 170 anos, pode ser baixado na internet. As ilustrações foram feitas por diversos artistas – e muitas das espécies que ele retratou estão extintas nos dias atuais. Algumas das criaturas são facilmente reconhecidas; outras não se assemelham aos animais com os quais convivemos hoje. O Atlas completo pode ser visto no site www.biodiversitylibrary.org Um Atlas de Zoologia publicado em 1844, com ilustrações de animais existentes há 170 anos, pode agora ser baixado na internet. Um dos animais retratados é este demônio-da-Tasmânia. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   As ilustrações foram feitas por diversos artistas – e muitas das espécies que eles retrataram estão extintas nos dias atuais. Acima, um primata “Semnopithecus sp”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Acredita-se que esta ave dodo, que habitava as ilhas Maurício, no oceano Índico, tenha sido extinta por volta de 1690. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   A ave acima é descrita como “Pica-pau do México”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Algumas das criaturas são facilmente reconhecidas; outras não se assemelham aos animais com os quais convivemos hoje. A ilustração acima é do felino “Felis elegans”, do Brasil. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   O “Thylacine”, acima, era um marsupial carnívoro que está extinto desde 1936. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Este “Colin da Califórnia” é um elegante pássaro registrado no livro francês. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Este coala (“Phascolarctos cinereus”) está entre os animais cujo desenho é difícil de se associar ao aspecto real da espécie. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Aqui, um Apteryx, ave da Nova Zelândia. Segundo o Atlas, esses pássaros têm ovos com o maior peso em proporção ao seu corpo. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Acima, animal semelhante a uma raposa que foi descrito no Atlas como “um cachorro de orelhas grandes”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   As aves tinham grande destaque no Atlas. Um exemplo é este espécime chileno chamado “Pitylus crysogaster”. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Entre a extensa fauna retratada no livro está o musaranho, pequeno animal hoje registrado como “M. proboscideus”. O Atlas completo pode ser visto no site www.biodiversitylibrary.org. (Foto: Biodiversity Heritage Library)   Fonte: BBC Brasil / Portal do Meio...

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Presidente Dilma Rousseff: Ajude a proteger Abrolhos
abr16

Presidente Dilma Rousseff: Ajude a proteger Abrolhos

Pedimos prioridade para o funcionamento efetivo das unidades de conservação atuais e a retomada do processo de ampliação das áreas marinhas protegidas na região dos Abrolhos. Baleias, tartarugas, aves marinhas, peixes, corais, crustáceos e moluscos ilustram a riqueza da região dos Abrolhos, situada no extremo sul da Bahia e norte do Espírito Santo. Esse santuário com a maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul está ameaçado e precisa da sua ajuda para continuar existindo! Através da criação de novas áreas protegidas e do fortalecimento e ampliação das áreas já existentes, será possível recuperar e manter a biodiversidade, eliminar a pesca excessiva, evitar que atividades de exploração de petróleo, minerais e portuárias possam destruir nosso maior patrimônio natural marinho, e garantir o sustento de mais de 100 mil famílias que vivem da pesca e do turismo. Hoje, menos de 1,6% da plataforma continental de Abrolhos é protegida da pesca e outros tipos de exploração direta, pelo Parque Nacional Marinho dos Abrolhos e demais áreas de proteção integral. E apenas outros 5,4% têm pescarias regulamentadas e manejadas em Reservas Extrativistas. Isso é insuficiente, especialmente considerando que a manutenção da integridade destas áreas encontra grandes dificuldades, como equipes pequenas e falta de recursos e estrutura para fiscalização. Estimamos que é preciso chegar em, pelo menos, 20% de áreas de proteção mais restrita para proteger a biodiversidade e promover atividades como a pesca e o turismo de maneira sustentável na região. A decisão está nas mãos dos governos federal e estaduais. Com essa petição, esperamos que a presidente Dilma e os governadores da Bahia e do Espírito Santo garantam imediatamente o funcionamento efetivo das unidades de conservação existentes em Abrolhos e retomem o processo de ampliação e criação das áreas marinhas protegidas na região. Contamos com seu apoio assinando esta petição e participando das demais ações da campanha Adote Abrolhos criada pela Conservação Internacional e pela SOS Mata Atlântica para garantir a preservação de um dos nossos maiores santuários de vida marinha – a região dos Abrolhos. Mais informações: www.adoteabrolhos.org.br Fonte: Avaaz / Portal do Meio...

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