Coral invasor da costa brasileira apresenta grande capacidade de regeneração
maio11

Coral invasor da costa brasileira apresenta grande capacidade de regeneração

Detectado pela primeira vez no país no litoral do Sudeste no fim dos anos 1980 – quando começaram os trabalhos de prospecção de óleo e gás na Bacia de Campos – o coral-sol vem se espalhando pelos costões das ilhas brasileiras com grande velocidade e é considerado um invasor biológico.

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Consórcio quer sequenciar o DNA de toda a vida na Terra
abr24

Consórcio quer sequenciar o DNA de toda a vida na Terra

Estima-se que existam na Terra entre 10 milhões e 15 milhões de espécies eucarióticas, como plantas, animais, fungos e outros organismos cujas células têm um núcleo que abriga seu DNA cromossômico. Mas apenas 14% deles (2,3 milhões) são conhecidos e menos de 0,1% (15 mil) tiveram seu DNA sequenciado completamente.

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Poluição por metais pesados atinge ilhas remotas
mar17

Poluição por metais pesados atinge ilhas remotas

Bilhões de toneladas de metais pesados são emitidos anualmente por chaminés e esgotos das indústrias. Tais elementos são nocivos aos seres vivos e atingem a hidrosfera, poluindo rios, lagos e mares. É difícil encontrar nos oceanos um lugar livre dessa poluição, não importa o quão remoto ele esteja.

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Ausência de políticas de conservação de cardumes ameaça espécies de peixes
jan19

Ausência de políticas de conservação de cardumes ameaça espécies de peixes

O esgotamento mundial dos cardumes, a redução na diversidade do que é pescado e a diminuição no tamanho dos peixes capturados são grandes desafios para a atividade pesqueira. O enfrentamento dessas questões envolve o desenvolvimento de políticas de conservação de cardumes e de pesca sustentável.

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Madeira manchada de sangue
nov26

Madeira manchada de sangue

Dentre tantas atrocidades cometidas em nome da falta de responsabilidade e patriotismo que permeia o Congresso Nacional, temos um quadro que há muito tenta se tornar permanente, a exploração ilegal da Amazônia brasileira, sob diversos aspectos, buscando através da corrupção os meios “legais” para legalizar o crime.

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Projeto quer sequenciar todas as espécies da Terra, vídeo
set14

Projeto quer sequenciar todas as espécies da Terra, vídeo

Sequenciar o DNA de todas as espécies conhecidas no planeta Terra em um período de 10 anos – desde microrganismos invisíveis a olho nu até os mais complexos vertebrados e plantas. Esta é a ambiciosa meta do Earth Biogenome Project (EBP), iniciativa internacional prevista para ser lançada oficialmente em 2018.

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Diário de bordo: golfinhos voltam para a despedida nos Corais da Amazônia
fev23

Diário de bordo: golfinhos voltam para a despedida nos Corais da Amazônia

Chegando ao fim da nossa expedição a bordo do Esperanza, nosso coração ficou bem apertado.

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Desmatamento dispara na Amazônia, vídeo
dez10

Desmatamento dispara na Amazônia, vídeo

  Sábado, 10 de dezembro de 2016, às 07h36   Péssima notícia para o clima e para o Brasil: governo revela crescimento de 29% no desmatamento na Amazônia, é o segundo aumento consecutivo. Do Greenpeace Brasil O Acordo de Paris, que visa reduzir as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em escala global e foi recentemente ratificado pelo Brasil, já enfrenta uma grande ameaça com mais um aumento na taxa de desmatamento na Amazônia. O índice foi divulgado nesta terça-feira (29) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Desta vez, o desmatamento no período de agosto de 2015 à julho de 2016 foi de 7989 km², 29% maior que o período anterior.     A estimativa é de que essa destruição tenha liberado na atmosfera 586 milhões de toneladas de carbono equivalente – o mesmo que 8 anos de emissões por todos os automóveis no Brasil. Isso faz com que o país se distancie das ações necessárias para limitar o aquecimento do planeta em no máximo 1.5ºC e evitar graves consequências das mudanças climáticas. O aumento também coloca em risco o avanço obtido na redução do desmatamento entre 2005 e 2012. É a primeira vez em 12 anos que o desmatamento na maior floresta tropical do planeta apresenta aumento consecutivo. Essa perda de controle ilustra a falta de ambição do governo em lidar com o desafio de cessar a perda de florestas. Leia a matéria completa clicando no link abaixo você direcionado para o site do Greenpeace: Desmatamento dispara na...

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Belo Monte: Depois da Inundação, vídeo
dez10

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Lançamento de documentário sobre uma das obras mais controversas do mundo conta com a presença de diversos povos indígenas ameaçados pela construção de hidrelétricas.

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Reforço mundial a favor das baleias
out17

Reforço mundial a favor das baleias

A União Internacional para Conservação da Natureza declara seu apoio à criação do santuário no Atlântico Sul.

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As baleias não podem mais esperar
out17

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O Brasil lança uma grande campanha pela criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul, em outubro.

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Um milhão pelo Tapajós!
jul17

Um milhão pelo Tapajós!

Campanha global pela proteção do Rio Tapajós e do povo Munduruku alcança o apoio de um milhão de pessoas durante visita da Diretora Executiva Internacional do Greenpeace.

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Do coração da Amazônia ao centro do poder
jul17

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Após conhecer povo Munduruku, Diretora Internacional do Greenpeace vai a Brasília discutir construção de hidrelétrica com MMA; “Tapajós não tem jeito”, diz ministro.

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São Luiz do Tapajós: uma tragédia para a biodiversidade
jul02

São Luiz do Tapajós: uma tragédia para a biodiversidade

A construção de uma barragem no Rio Tapajós pode levar à extinção espécies de animais e plantas, além de impactar profundamente a vida de populações tradicionais, leia a reportagem.

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Ibama suspende licenciamento de hidrelétrica no Tapajós
abr27

Ibama suspende licenciamento de hidrelétrica no Tapajós

Ação do órgão ambiental reconhece os impactos da instalação da hidrelétrica para os povos indígenas do rio Tapajós.

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Funai reconhece território tradicional do povo Munduruku no rio Tapajós
abr27

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Na data em que se celebra o Dia do Índio, a Funai publicou, no Diário Oficial da União, o Relatório Circunstanciado de Identificação e Delimitação da Terra Indígena Sawré Muybu, do povo Munduruku, e de outras três terras indígenas no Brasil, permitindo o prosseguimento da demarcação desses territórios.

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Hidrelétricas na Amazônia: um mau negócio para o Brasil e para o mundo, vídeos
abr16

Hidrelétricas na Amazônia: um mau negócio para o Brasil e para o mundo, vídeos

Ao mesmo tempo que deputados debatem o óbvio no Congresso Nacional tentando tirar do poder uma presidente eleita e impedir a continuidade de seu governo pelos motivos mais do que explicitados nos últimos tempos, forças da Natureza se debatem para impedir que a irracionalidade humana continue provocando desastres como o mostrado na edição passada de Meio ambiente, sobre Mariana em Minas Gerais e a maior agressão ambiental já registrada no...

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A maior tragédia ambiental do Brasil em Realidade Virtual, vídeos
abr12

A maior tragédia ambiental do Brasil em Realidade Virtual, vídeos

Meio ambiente: nem só de tragédias político-econômicas vive o pior governo que o Brasil já teve. Depois de Belo Monte e Mariana, caso não seja impedido, o governo brasileiro vai invadir o Rio Tapajós com outra obra espetacular, em que participa a Camargo Corrêa – uma das empresas envolvidas na Lava Jato.

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Guia ilustrado apresenta todas as serpentes identificadas no Cerrado brasileiro
mar15

Guia ilustrado apresenta todas as serpentes identificadas no Cerrado brasileiro

Livro contribui para a preservação e cada serpente apresentada traz informações de tamanho, habitat, reprodução, e entre outros dados, explica se a espécie oferece risco aos seres humanos.

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Visite Abrolhos
fev10

Visite Abrolhos

A visitação ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos é incentivada e coordenada pelo Instituto Chico Mendes que dispõe de guias e embarcações para fazer com que a visita seja inesquecível para os turistas.

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Azul da Cor de Abrolhos
fev10

Azul da Cor de Abrolhos

Quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016 às 20h47 Destacamos o vídeo da TV Brasil que fez uma excelente reportagem sobre o arquipélago brasileiro. Caminhos da Reportagem – Azul da Cor de Abrolhos   Visite Abrolhos 0 0 Ibama e ICMBio atuam desde o início da tragédia provocada pela Samarco 0 0 Samarco, Vale, BHP e governo diante da tragédia 0 0 Abrolhos: conheça um pouco dessa maravilha oceânica ameaçada pela Samarco 0 0 Expedição avalia vida marinha em Abrolhos 0 0 Resultados do desastre ambiental no rio Doce são apresentados pela Ufes 0 0 Mar Sem Fim visitou Abrolhos antes da tragédia de Mariana, assista os vídeos 0 0 Azul da Cor de Abrolhos 0 0...

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Mar Sem Fim visitou Abrolhos antes da tragédia de Mariana, assista aos vídeos
fev10

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Conheça Abrolhos e os detalhes com João Lara Resende, do Mar Sem Fim.

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Ibama e ICMBio atuam desde o início da tragédia provocada pela Samarco
fev10

Ibama e ICMBio atuam desde o início da tragédia provocada pela Samarco

Três meses depois do rompimento da barragem da empresa Samarco, ainda não é possível ter uma ideia formada sobre o assunto no que diz respeito ao diversos tipos de prejuízos irreparáveis à natureza, incluindo aí os próprios seres humanos  que fazem parte dos diversos nichos extremamente prejudicados.

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Resultados do desastre ambiental no rio Doce são apresentados pela Ufes
fev10

Resultados do desastre ambiental no rio Doce são apresentados pela Ufes

O grupo de trabalho formado por pesquisadores da Ufes para monitorar os impactos ambientais, econômicos e sociais no Espírito Santo, em função do rompimento da barragem de rejeito de minério localizada em Mariana (MG), apresentou nesta sexta-feira, 5, um boletim com os resultados das 2.785 análises feitas desde de 13 de novembro, quando o grupo foi criado.

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Expedição avalia vida marinha em Abrolhos
fev10

Expedição avalia vida marinha em Abrolhos

Pesquisadores coletam amostras de água e animais.

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Samarco, Vale, BHP e governo diante da tragédia
fev10

Samarco, Vale, BHP e governo diante da tragédia

Este artigo foi originalmente escrito para o site Dislexia de Bacamarte e também publicado no site do Greenpeace Brasil.

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Abrolhos: conheça um pouco dessa maravilha oceânica ameaçada pela Samarco
fev10

Abrolhos: conheça um pouco dessa maravilha oceânica ameaçada pela Samarco

As próximas reportagens mostram Abrolhos. Separamos algumas imagens, destacamos dois vídeos do programa Mar Sem Fim: Parque Nacional Marinho dos Abrolhos [partes 1 e 2] publicados em outubro de 2015, exibidos pela TV Cultura, antes do lamaçal; e o vídeo da matéria especial da TV Brasil, Caminhos da Reportagem: Azul da Cor de Abrolhos, editado após o derramamento de rejeitos minerais no Vale do Rio Doce que percorreram centenas de quilômetros até a foz no Oceano...

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Elefante no Cerrado exerceria papel que já foi de mastodontes
nov03

Elefante no Cerrado exerceria papel que já foi de mastodontes

Qual é o continente que reúne a maior quantidade de animais de grande porte do planeta?. A África, óbvio, mas nem sempre foi assim. A chamada megafauna, os mamíferos de grande porte pesando mais de 1 tonelada, habitou todos os continentes. Tinha papel fundamental no meio ambiente, por exemplo, espalhando as sementes da flora de cada ecossistema que habitavam, além de comer a vegetação e reciclar nutrientes com suas...

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Incêndio devasta uma das principais terras indígenas do Maranhão
out28

Incêndio devasta uma das principais terras indígenas do Maranhão

Há mais de dois meses em chamas, a Terra Indígena Arariboia, que abriga o povo Guajajara e um grupo de índios isolados Awá-Guajá, é palco de um drama de dimensões gigantescas. O fogo consumiu quase a metade do território e já atingiu algumas aldeias.

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FAO: países pedem reconhecimento da Amazônia no controle do aquecimento global
out21

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Países se reuniram para fazer declaração para a Conferência do Clima (COP 21), que acontecerá em Paris em dezembro. A Amazônia abrange o Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, com 33 milhões de pessoas dependentes de seus recursos naturais.

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Acre cria marco legal para a aprovação de acordos de pesca no estado
out14

Acre cria marco legal para a aprovação de acordos de pesca no estado

A notícia foi veiculada a semana passada pela organização WWF Brasil. Segundo a ONG, “A pescaria deve ser sustentável para manter a conservação do estoque pesqueiro, a que a certificação se destina, da qualidade ambiental dos ecossistemas, bem como atender a todas as legislações locais, nacionais e internacionais”.

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Greenpeace: 44 anos dedicados a proteger o meio ambiente
set19

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Em 1971 um grupo de ativistas partia em direção ao Alasca para tentar impedir testes nucleares que aconteciam na região e, sem saber, fundavam o Greenpeace.

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Ka’apor integram tecnologia no monitoramento e proteção do seu território tradicional
set10

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Em parceria com o Greenpeace, indígenas aprendem a usar armadilhas fotográficas e rastreadores para combater a invasão de madeireiros na TI Alto Turiaçu, no Maranhão.

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Povo Ka’apor protesta no Maranhão contra atentados
set10

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Indígenas fecham BR-316 e pedem justiça por morte de liderança que atuava contra a exploração ilegal de madeira em TI.

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Mais um assassinato na conta da madeira ilegal
set10

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Greenpeace | Matéria publicada em 28 de abril 2015. Liderança da Terra Indígena Alto Turiaçu, no Maranhão, foi assassinada no último domingo, dia 26; Indígenas deunciam madeireiros como responsáveis.

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Amazônia, natureza sem paralelo
set09

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No Dia da Amazônia, lembramos porque a floresta é tão importante e porque temos o dever de defendê-la.

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Testes sísmicos utilizados na busca por petróleo e gás podem deixar animais marinhos surdos, afetando o rico bioma da região.

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  Domingo, 30 de agosto de 2015, às 06h59 O WWF-Brasil lança o projeto Ecodrones com foco na proteção ambiental. Assista o vídeo e leia mais sobre esse assunto. Projeto Ecodrones reúne ecologistas em prol da biodiversidade Meio Ambiente Natureza | Ecologia Projeto Ecodrones Brasil: um novo ponto de vista para a conservação...

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Com a revisão dos dados preliminares, o índice de queda no desmatamento ficou abaixo do que havia sido divulgado em novembro, passando de 18% para 15%.

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Campanha da CI, “A Natureza Está Falando”, ganha voz de brasileiros
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  Quinta-feira, 13 de agosto de 2015, às 17h24 A Conservação Internacional (Conservation International), uma ONG (organização não-governamental) norte-americana, lançou a campanha “Nature Is Speaking” (“A Natureza Está Falando”) em outubro do ano passado, com oito vídeos, para sensibilizar a humanidade quanto aos seus desajustes com relação à Natureza. Os vídeos ganharam ainda mais projeção nas vozes de atores consagrados. Julia Roberts é Mãe Natureza; Harrison Ford, O Oceano; Kevin Spacey, A Floresta; Edward Norton, O Solo; Penélope Cruz, Água; Robert Redford é Árvores (em inglês Redwood, que pode fazer alusão às sequóias – árvores gigantes – ou também ao pau-brasil), Lupita Nyong’o é Flor e Ian Somerhalder é Recife de Corais. Todos juntam forças para dar voz à natureza. Ontem (12), os oito vídeos ganharam uma versão traduzida nas vozes de atores brasileiros que se engajaram nessa nobre causa. Maria Bethânia, Rodrigo Santoro, Juliana Paes, Max Fercondini, Maitê Proença, Gilberto Gil e Pedro Bial, também uniram suas energias em nome do meio ambiente em que vivemos, num clamor pelo planeta onde habitamos. Veja como se engajar e assista os filmes na versão original (inglês com legendas) em Conservation International ou acesse “A Natureza Está Falando”, em...

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Sábado, 25 de julho de 2015, às 08h55 As consequências da mudança climática podem afetar diretamente as crianças. De acordo com o Prêmio Nobel da Paz, Kailash Satyarthi, ela cria condições para o aumento do tráfico de crianças e o trabalho forçado. Ele falou a líderes globais na sede da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em uma conferência em junho de 2015. Assista o...

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Domingo, 12 de julho de 2015, às 10h57   Chico Bento, o simpático personagem criado por Mauricio de Sousa, foi nomeado embaixador da proteção das nascentes do Pantanal. Assista o vídeo.     Na animação produzida com exclusividade, veja o Chico usando seu jeito caipira para conscientizar a população sobre a importância dos rios para o meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas. A iniciativa é fruto da inédita parceria entre o WWF-Brasil e a Mauricio de Sousa Produções. Chico Bento, protetor das nascentes do Pantanal WWF-Brasil  ...

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Ativistas do Greenpeace vão ao Ministério da Fazenda pedir incentivos à energia solar no Brasil.

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Senado: novo marco legal da biodiversidade deve ser votado em Plenário
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Terça-feira, 31 de março de 2015, às 09h22 Agência Senado | Iara Guimarães Altafin e Augusto Castro Nesta terça-feira (31), os senadores devem concluir a votação do chamado novo marco legal da biodiversidade (PLC 2/2015). Entretanto, como os senadores devem promover mudanças no texto, a matéria, que tramita com urgência constitucional, poderá voltar para análise da Câmara dos Deputados. Mas se for aprovado sem modificação ou apenas com emendas de redação, seguirá para sanção presidencial. Devido à urgência, a proposta precisa ser votada até o dia 10 de abril, para não trancar a pauta de votações.     A nova lei vai facilitar a pesquisa com o patrimônio genético, estimular a fabricação de produtos oriundos do conhecimento gerado por essa pesquisa e ampliar a compensação às comunidades tradicionais, que detêm o conhecimento sobre a utilização de plantas e animais nativos. Os senadores Jorge Viana (PT-AC) e Telmário Mota (PDT-RR) demonstraram otimismo na aprovação do projeto na próxima semana, mesmo ainda havendo pontos específicos sobre os quais ainda não há consenso. — A ideia é votar na terça-feira, já falei com o presidente Renan e o propósito é votar na terça-feira. Devem ter uns quatro pontos que serão destacados, mas acredito que o texto-base, que a gente trabalhou na Comissão de Meio Ambiente, que é fruto de entendimento, possa ser aprovado e os pontos divergentes serão destacados e vamos votar separadamente — disse Jorge Viana, que relatou a matéria na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). Telmário acrescentou que “há muitos interesses envolvidos” no sentido de manter o mesmo texto aprovado pela Câmara, porém ele aponta algumas imperfeições desse texto em sua opinião. — Ele não dá garantia da manutenção do nosso patrimônio da biodiversidade, não faz justiça com quem é detentor de conhecimento, não reconhece os indígenas como povo, mas apenas como população. É preciso fazer alguns reparos, que já foram propostos nas diversas comissões. Mas acho que dá para votar, algumas questões serão destacadas e votadas no Plenário. Acho que vai ter esforço conjunto para votar em Plenário na próxima semana — afirmou Telmário, que relatou a proposta na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). “Tramitação peculiar” O PLC 2/2015 vem tendo uma “tramitação peculiar” desde que chegou ao Senado no final de fevereiro, segundo palavras do secretário-geral da Mesa do Senado, Luiz Fernando Bandeira de Mello. — O projeto da biodiversidade teve uma peculiaridade. Ele tramita sob urgência constitucional, requerida pela presidência da República. O projeto foi distribuído simultaneamente para três comissões [CCJ, CAE e CMA], depois foram aprovados requerimentos para ele passar por outras duas comissões [CCT...

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Segunda-feira, 23 de março de 2015, às 19h09   WWF-Brasil – Todos sabemos que o Brasil é um país riquíssimo em água. Somos os detentores de 12% da água doce de todo o planeta. Ainda assim, 2014 ficou marcado, e 2015 infelizmente segue pelo mesmo caminho, por uma crise hídrica que afetou milhares de pessoas da região sudeste, deixando bairros reféns do racionamento em São Paulo, ameaçando indústrias e empresas de migração e deixando Rio de Janeiro e Minas Gerais em estado de atenção. No dia em que comemoramos o Dia Mundial da Água, o WWF-Brasil defende que a crise hídrica instalada no nosso país é uma crise de gestão. Há muito que ser feito a curto, médio e longo prazo, mas acreditamos que o foco principal das ações deve ser equacionar a demanda e a oferta de água. Essa equação está desbalanceada nas cidades, onde se concentra mais de 80% da população brasileira atualmente. Para isso, é muito importante que as ações invistam na diminuição da demanda e aumento da oferta.     Nesse sentido, o WWF-Brasil defende que o modelo de gestão de oferta proposto pelas autoridades precisa ser revisto. Somente a construção de novos reservatórios, como vem sendo proposto pelos governos, para aumentar o armazenamento não é suficiente. É preciso aumentar a oferta por meio da proteção de toda a bacia hidrográfica, especificamente da vegetação que protege os corpos d’água e as nascentes. Se não começarmos a investir na proteção para aumentarmos a oferta, corremos o risco de enfrentarmos os mesmos problemas que estamos enfrentando agora: reservatórios secos e/ou abaixo de suas capacidades de abastecimento e de geração de energia hidrelétrica. Portanto, defendemos uma ação robusta e de larga escala de proteção de sistemas de cabeceiras de rios, nascentes e mananciais. Isso só é possível se houver o engajamento e o comprometimento dos setores público, privado e de toda a sociedade. O setor privado, por exemplo, deve atuar além dos muros da fábrica: avaliando os riscos coletivos de toda a bacia hidrográfica e garantindo seu uso múltiplo, além de se comprometer seriamente na redução desses riscos, com o apoio da comunidade local. É primordial que o setor privado participe das instâncias de gestão (comitês de bacia, por exemplo). Por sua vez, o setor público, após décadas de negligência, precisa definir uma agenda estratégica e prioritária, garantindo que no mínimo 0,5% do PIB nacional seja investido na gestão e na preservação das bacias hidrográficas críticas. Não podemos deixar de mencionar que o novo Código Florestal (Lei 12.651/2012) é um grave retrocesso que inevitavelmente provocará crises mais drásticas no futuro. O inciso IV do seu artigo 4º excluiu...

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Quarta-feira, 12 de novembro de 2014, às 15h53 Carregamento surpreendido pelo Greenpeace na Holanda na semana passada deve ser investigado pelas autoridades belgas. Na quinta-feira passada (6), ativistas do Greenpeace surpreenderam um navio que se aproximava do Porto de Roterdã, na Holanda, com madeira exportada pela serraria Rainbow Trading, denunciada por receber e comercializar madeira ilegal, informa a ONG. A madeira será inspecionada pela alfândega de acordo com a Cites (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção), que controla o comércio de espécies ameaçadas entre países signatários, como o Mogno e algumas espécies de Cedro. No entanto, não é competência da alfândega avaliar a origem da madeira. Como o destino final dessa madeira é Antuérpia, na Bélgica, as autoridades competentes holandesas alegam não ser de sua responsabilidade realizar uma investigação, mas garantiram ao Greenpeace que irão entrar em contato com as autoridades belgas para assegurar que elas obtenham as informações necessárias sobre o carregamento para que possam acompanhar a chegada da madeira e aplicar a EUTR (European Union Timber Regulation) – legislação que proíbe a importação de madeira ilegal para o mercado europeu. As autoridades competentes holandesas disseram também que irão colaborar com as autoridades brasileiras para que tomem atitudes. Ainda não foi possível confirmar os resultados sobre a inspeção da alfândega no Porto de Roterdã. No entanto, ela não traduz toda a preocupação do Greenpeace em relação à origem da madeira, mesmo esta não sendo espécie ameaçada. Apenas uma verificação no âmbito da EUTR poderia ter algum efeito para apreensão e investigação dessa madeira. Segundo nossas investigações, o navio carregava containers com Ipê, madeira nobre da Amazônia, para ser descarregada na Bélgica. Esse foi o terceiro carregamento indo da Rainbow para a Europa no ultimo mês. “As empresas são obrigadas por lei a manter a madeira de alto risco fora do mercado da União Europeia. Comprar madeira de serrarias como a Rainbow Trading é o mesmo que descumprir a lei, já que sua origem foi contaminada por madeira ilegal. Essa madeira deve ser apreendida e investigada, e não vendida direto no mercado. As autoridades belgas devem assumir as suas responsabilidades e as empresas devem ter pleno controle de suas cadeias de abastecimento”, afirma Marina Lacôrte, da Campanha da Amazônia do Greenpeace. As empresas europeias que estão comprando madeira amazônica da Rainbow Trading foram avisadas pelo Greenpeace de que estavam arriscando comprar madeira ilegal – independentemente da pilha de documentação oficial e papelada que acompanha essa madeira. Como o Greenpeace tem mostrado desde maio na Campanha Chega de Madeira Ilegal, a documentação oficial usada por madeireiros na Amazônia não serve...

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out31

Amazônia acumula 762 mil km² de desmatamento em 40 anos

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014, às 08h32 Isso é o que afirma o estudo do pesquisador do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Inpe. Agência Brasil | Reportagem: Elaine Patricia Cruz | Edição: Nádia Franco Até o ano passado, o desmatamento acumulado na Floresta Amazônica, em 40 anos de análise, somou 762.979 quilômetros quadrados (km²), o que corresponde a três estados de São Paulo ou a 184 milhões de campos de futebol. É o que revela o relatório O Futuro Climático da Amazônia, coordenado pelo pesquisador Antonio Donato Nobre, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O relatório, divulgado na tarde desta quinta-feira (30) na Sala Crisantempo, na zona Oeste de São Paulo, reúne várias estudos feitos sobre a região e é destinado à população leiga. O objetivo é universalizar o acesso a mais de 200 estudos e artigos científicos e diminuir o que o pesquisador chama de “ignorância” sobre os problemas ambientais. Nobre calcula que a ocupação da Amazônia já destruiu 42 bilhões de árvores, ou seja, mais de 2 mil árvores por minuto, de forma ininterrupta, nos últimos 40 anos. Somando-se o desmatamento e a degradação (que considera áreas verdes, mas inutilizadas) da floresta, a destruição da Amazônia alcança mais de 2,062 milhões de km². De acordo com o relatório, o desmatamento pode pôr em risco a capacidade da floresta de rebaixar a pressão atmosférica, exportar sua umidade para outras regiões pelos chamados “rios voadores” e regular o clima, induzindo à seca. Os efeitos sobre a Região Sudeste, mais especificamente no estado de São Paulo, que enfrenta uma grande seca, ainda estão sendo estudados, mas Nobre acredita que parte disso seja reflexo do desmatamento da Mata Atlântica e do aquecimento climático. “Estamos na UTI climática”, afirmou o pesquisador, comparando o problema do clima ao de um paciente internado em um hospital. Segundo Nobre, é difícil prever se o “paciente” – no caso, a Amazônia – vai reagir, embora ainda exista uma solução para o problema. “Quando se está no processo de UTI no hospital, o médico vai dizer a que horas você vai morrer? Não vai. Depende do seu organismo e de muitos fatores, e o que o médico pode fazer é o que está ao alcance dele: informar. O que estou fazendo é informando sobre o problema ambiental na Amazônia. E acho que tem uma solução: desmatamento zero para anteontem e replantar em esforço de guerra. Mas, antes disso, um esforço de guerra real é acabar com a ignorância”, enfatizou. De acordo com Nobre, o esforço para zerar o desmatamento é insuficiente, já que é preciso também...

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O veneno do modelo agrícola
set30

O veneno do modelo agrícola

  Terça-feira, 28 de setembro de 2014, às 18h08   Após impactar o Brasil mostrando as perversas consequências do uso de agrotóxicos em O Veneno está na Mesa, o diretor Sílvio Tendler apresenta no segundo filme uma nova perspectiva. O Veneno Está Na Mesa 2 atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. O filme apresenta experiências agroecológicas empreendidas em todo o Brasil, mostrando a existência de alternativas viáveis de produção de alimentos saudáveis, que respeitam a natureza, os trabalhadores rurais e os consumidores. Com este documentário, vem a certeza deque o país precisar tomar um posicionamento diante do dilema que se apresenta: Em qual mundo queremos viver? O mundo envenenado do agronegócio ou da liberdade e da diversidade agroecológica? Apoiadores Realização: Caliban Cinema e Conteúdo Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida Fiocruz Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio Bem Te Vi Cineclube Crisantempo. Fonte: ecodesenvolvimento.org, via Portal do Meio...

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Jacarés e abutres em meio aos anjos do Uberaba: Srur
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Jacarés e abutres em meio aos anjos do Uberaba: Srur

Segunda-feira, 28 de setembro de 2014, às 19h O artista plástico Eduardo Srur, faz sua segunda intervenção no rio Pinheiros em São Paulo. Através dos portais, ele utiliza esculturas e alegorias de desfiles de escolas de samba para sensibilizar a população. No portal instalado bem na foz do Córrego Uberaba que desagua no Tietê, o artista utilizou um abutre e dois anjos, assim como no Jaguaré. A intenção do artista é promover a conscientização das pessoas e pressionar tomadores de decisão para a necessidade de recuperação da bacia hidrográfica do Rio Pinheiros. Acesse outras imagens na nossa página do facebook   Assunto relacionado Eduardo Srur faz intervenção no Rio Pinheiros...

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Ajude a preservar o berço das águas do Brasil
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Ajude a preservar o berço das águas do Brasil

  Quinta-feira, 25 de setembro de 2014, às 17h20   WWF-Brasil no Dia do Cerrado O WWF-Brasil promoveu uma campanha de conscientização nos meios online (mídias sociais e web), ao longo do último mês, denominada Salve o Cerrado. A instituição também lançou dois vídeos (assista acima a “Cerrado: berço das águas do Brasil” e clique aqui para assistir “Você conhece o Cerrado?”) e apoiamos a exposição “Cerrado, uma janela para o planeta”, no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, aberta até 19/10. “Também promovemos um plantio simbólico de mudas de árvores nativas do Cerrado com participação da comunidade, afiliados e parceiros no Parque Ecológico da Asa Sul, em Brasília. Queremos o Cerrado por inteiro e convidamos você a nos ajudar a salvá-lo hoje e nos outros 364 dias no ano. Junte-se ao WWF-Brasil!”   Assuntos relacionados: Brasil não assina a Declaração de Nova Iorque Na Cúpula do Clima, país decepciona ambientalistas Dia Nacional do Cerrado teve pouco a comemorar Ajude a preservar o berço das águas do Brasil...

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Biotropica publica edição especial sobre ecossistemas brasileiros
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Biotropica publica edição especial sobre ecossistemas brasileiros

Sexta-feira, 12 de setembro de 2014, às 17h07   Agência FAPESP – A revista científica Biotropica publicou edição especial intitulada “Biologia e Conservação dos Ecossistemas Brasileiros”, com artigos open access de pesquisadores que atuam no Brasil e em outros países. Publicada pela Association of Tropical Biology and Conservation, a Biotropica é um dos principais periódicos científicos internacionais sobre ecologia, conservação e gestão dos ecossistemas tropicais e evolução, comportamento e biologia populacional de organismos tropicais. O editor-chefe da publicação, Emilio Bruna, professor de Ecologia Tropical e Estudos Latino-americanos na University of Florida, nos Estados Unidos, e diretor do Florida-Brazil Linkage Institute, apresentou a edição, lembrando que o Brasil sempre exerceu fascínio sobre os naturalistas. “Muitos estarão familiarizados com os escritos de Charles Darwin, Alfred Russel Wallace, Theodore Roosevelt, Alexander von Humboldt e João Teodoro Descourtilz descrevendo suas experiências formativas neste vasto e exuberante país”, disse na introdução do periódico. “O Brasil continua a ser uma inspiração para os biólogos contemporâneos, resultando em uma literatura sofisticada que nos permite avançar na nossa compreensão dos fatores ecológicos e evolutivos que estruturam ecossistemas tropicais, documentando as ameaças à sua continuidade e descrevendo estratégias inovadoras para a sua conservação.” Os artigos reunidos destacam os ecossistemas e a biodiversidade única do Brasil, as abordagens utilizadas na sua compreensão e conservação e a diversidade de estudos na área. “Você vai encontrar trabalhos sobre a Amazônia e a Mata Atlântica, claro, mas nós esperamos que aqueles menos familiarizados com o Brasil aproveitem a oportunidade de ler sobre biomas menos conhecidos, como a Caatinga, a floresta de araucária e o Cerrado”, disse Bruna. A edição está disponível para acesso no site da editora...

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Abelhas vigiadas
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Abelhas vigiadas

Quinta-feira, 14 de agosto de 2014 às 19h28 Por Dinorah Ereno Revista Pesquisa FAPESP – A população de abelhas registra um expressivo declínio em vários países, inclusive no Brasil. Em agosto do ano passado, a revista Time trazia na capa um alerta para o risco de desaparecimento das abelhas melíferas, com a chamada “O mundo sem abelhas” e o alerta: “O preço que pagaremos se não descobrirmos o que está matando as melíferas”. O desaparecimento das fabricantes de mel preocupa não só pela ameaça à existência desse produto, mas também porque as abelhas têm chamado a atenção principalmente pelo importante papel que representam na produção de alimentos. Não é para menos. Elas são responsáveis por 70% da polinização dos vegetais consumidos no mundo ao transportar o pólen de uma flor para outra, que resulta na fecundação das flores. Algumas culturas, como as amêndoas produzidas e exportadas para o mundo inteiro pelos Estados Unidos, dependem exclusivamente desses insetos na polinização e produção de frutos. A maçã, o melão e a castanha-do-pará, para citar alguns exemplos, também são dependentes de polinizadores. Entre as prováveis causas para o desaparecimento das abelhas estão os componentes químicos presentes nos neonicotinoides, classe de defensivos agrícolas amplamente utilizados no mundo. Além de pesticidas, outros fatores, como mudanças climáticas com maior ocorrência de eventos extremos, infestação por um ácaro que se alimenta da hemolinfa (correspondente ao sangue de invertebrados) das abelhas, monoculturas que fornecem pouco pólen como milho e trigo e até técnicas para aumentar a produção de mel, podem ser responsáveis pelo fenômeno conhecido como distúrbio de colapso de colônias (CCD, na sigla em inglês), que provoca a desorientação espacial desses insetos e morte fora das colmeias. O distúrbio já provocou a morte de 35% das abelhas criadas em cativeiro nos Estados Unidos. Na busca por respostas que ajudem a combater o problema, o Instituto Tecnológico Vale (ITV), em Belém, no Pará, desenvolveu em colaboração com a Organização de Pesquisa da Comunidade Científica e Industrial (CSIRO), na Austrália, microssensores – pequenos quadrados com 2,5 milímetros de cada lado e peso de 5,4 miligramas –, que são colados no tórax das abelhas da espécie Apis mellifera africanizada (abelhas com ferrão resultantes de variedades europeias e africanas) para avaliação do seu comportamento sob a influência de pesticidas e de eventos climáticos. Uma parte do experimento está sendo conduzida na Austrália e a outra no Brasil. No estado australiano da Tasmânia, ilha ao sul do continente da Oceania, será feito um estudo comparativo com 10 mil abelhas para avaliar como elas reagem quando expostas a pesticidas. Para isso, duas colmeias foram colocadas em contato com pólen contaminado e outras...

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Brasil vacila em ratificar protocolo sobre biodiversidade
jul23

Brasil vacila em ratificar protocolo sobre biodiversidade

Quarta-feira, 23 de julho de 2014 às 20h38 A demora do Congresso Nacional em votar a ratificação do Protocolo de Nagoya, assinado pelo País em 2010, pode custar a cadeira brasileira na mesa de discussões da COP-12 O Brasil foi um dos primeiros países a assinar o Protocolo de Nagoya, proposto na 10ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP-10), em 2010, como alternativa para regulamentação do uso de recursos da biodiversidade do planeta.     Depois de quatro anos, no entanto, o País acaba de perder a chance de participar ativamente da discussão sobre o assunto. As propostas contidas no protocolo não foram ratificadas pelo Congresso Nacional. Para entrar em vigor, 50 dos 92 signatários da Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB) precisavam confirmar sua validade, incorporando-o a legislação, até junho deste ano. O que aconteceu nesta segunda-feira 11, sem a participação do Brasil. “O Brasil perdeu uma grande chance deixando de votar este projeto, uma vez que o País foi protagonista da proposta, junto com o próprio Japão. Mas se em casa a gente não consegue aprovar o que sugerimos internacionalmente, isso mostra que fomos muito bons de papo e pouco eficientes na ação”, avalia Marcio Astrini, coordenador da Campanha da Amazônia do Greenpeace Brasil. “De certa maneira isso é um reflexo da visão ambiental do atual governo, que ao invés de ver no Meio Ambiente uma oportunidade, vê nele um empecilho”, completa Astrini. Parado desde 2012 no Congresso Nacional, o projeto foi designado para uma comissão especial, que nunca foi criada. O assunto sofre forte resistência por parte da bancada ruralista, que acredita que a ratificação da proposta poderia aumentar os custos do agronegócio no Brasil. Um dos pontos mais polêmicos refere-se ao pagamento de royalties a países pela repartição de benefícios aos detentores de conhecimentos tradicionais associado ao uso de recursos genéticos oriundos da biodiversidade, como povos indígenas e comunidades tradicionais. “O objetivo central do protocolo é aumentar a proteção sobre as reservas naturais do planeta e, para isso, deve criar uma série de regras para controlar a utilização dos recursos, estabelecendo, inclusive regras econômicas. Isso vai no caminho do que precisa ser feito no mundo todo e precisamos participar desta discussão”, observa Astrini. O Brasil concentra aproximadamente 20% de toda a biodiversidade do planeta. A regulação contribuiria para o combate a biopirataria, com ganhos no campo da ciência e também para as populações tradicionais, que teriam seus saberes reconhecidos e valorizados. Outro ponto importante do protocolo é o plano estratégico de preservação, que aumenta as áreas terrestres e marítimas a serem protegidas no planeta. As regiões terrestres protegidas passariam de...

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Madeira ilegal: na Amazônia, lavou, ficou legal
jul21

Madeira ilegal: na Amazônia, lavou, ficou legal

Segunda-feira, 21 de julho de 2014 às 21h10 Greenpeace expõe fragilidade do sistema de controle e protesta contra o descontrole generalizado do setor madeireiro da Amazônia Ativistas do Greenpeace ocuparam a madeireira Pampa Exportações Ltda, próximo a Belém (PA), para protestar contra a exploração ilegal e predatória de madeira na Amazônia e o descontrole que impera no setor. Faixas com as mensagens: “Lavando madeira para fora”; “Sua madeira lavada a sério”; “Apoio: governo brasileiro” e “Crime” foram espalhadas pelo local para expor a fragilidade do sistema de controle de comércio de produtos florestais. Veja aqui o site da campanha Chega de madeira ilegal Uma investigação de dois anos do Greenpeace no estado do Pará revelou que o atual sistema de controle não é apenas falho, mas alimenta a degradação florestal e o desmatamento. Frequentemente, em vez de conter o crime, ele é usado para ‘lavar’ madeira produzida de forma predatória e ilegal que, mais tarde, será vendida a consumidores no Brasil e no mundo como se fosse ‘legal’. Entre agosto de 2011 e julho de 2012, estima-se que 78% das áreas com atividades madeireiras no Pará, maior produtor e exportador de madeira da Amazônia, não tinham autorização de exploração. No Mato Grosso, segundo maior produtor, esse índice é de 54%.     Na maior parte das vezes, são as madeireiras e serrarias que desempenham o papel de lavanderia. As atividades da Pampa são um exemplo de como a madeira ilegal é ‘lavada’ na Amazônia. Entre os fornecedores da empresa estão planos de manejo que utilizam seus créditos para legalizar madeira retirada de outras áreas sem autorização. Com documentos oficiais, essa madeira sem origem chega ao mercado brasileiro e internacional – incluindo Estados Unidos e países europeus (sendo a França a principal importadora da Europa em volume). A empresa também foi multada em mais de R$2,5 milhões por receber e comercializar madeira sem as devidas licenças, além de responder a ação proposta pelo Ministério Público por receber madeira de empresas acusadas de fraude. Dois diretores da Pampa são membros da Aimex (Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará), que segundo seu site trata-se de uma “associação das empresas de base florestal comprometidas com o desenvolvimento sustentável da Amazônia e do Pará”. Para Marcio Astrini, coordenador da campanha da Amazônia do Greenpeace Brasil, “como representantes de uma associação que alega estar preocupada com a exploração sustentável, deveriam dar o exemplo e realizar todos os esforços para garantir a origem limpa da madeira”. A investigação do Greenpeace Brasil levantou cinco casos de planos de manejo com indícios de fraude. Dentre as principais estão: inflação do número de árvores de...

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A revolução silenciosa das energias renováveis
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A revolução silenciosa das energias renováveis

Quinta-feira, 17 de julho de 2014 às 7h10 Ricardo Abramovay Grandes saltos tecnológicos estão derrubando drasticamente custos da geração eólica e solar. Mas mega-corporações resistem às fontes limpas e decentralizadas. A renovação do Protocolo de Quioto não pode ser o objetivo dos países em desenvolvimento nas duas próximas conferências do clima, a que acontece em dezembro deste ano em Lima e a de 2015, em Paris, onde se espera um novo acordo global. A afirmação é chocante, uma vez que Quioto apoia-se em dois princípios aparentemente incontestáveis, sob o ângulo da justiça ambiental. O primeiro é que embora as responsabilidades pela redução nas emissões de gases de efeito estufa sejam comuns, elas devem ser diferenciadas: quem mais emite hoje e mais emitiu no passado deve obter as menores possibilidades de continuar lançando na atmosfera os gases que respondem pelo aquecimento global. Se há lugar remanescente para emissões este deve ser preenchido pelos países cuja ocupação do espaço carbono foi, até aqui, relativamente baixa. Disso decorre o segundo princípio que distingue países que historicamente mais emitiram (os do Anexo I, no jargão da diplomacia do clima) e os outros (não Anexo I). Os países do Anexo I deveriam, pelas regras de Quioto, ter responsabilidades legalmente obrigatórias de reduzir as emissões, enquanto que para os demais os compromissos seriam bem mais tênues.       Até recentemente, estes princípios e a diferenciação deles decorrente poderiam ser defendidos sobre a base da constatação de que as formas predatórias de acesso à energia eram as mais baratas: carvão, petróleo, gás e hidrelétricas construídas em situações que comprometem os serviços ecossistêmicos correspondiam à maneira mais acessível de garantir o direito à energia elétrica a populações pobres. E é sobre a base deste argumento que se intensifica a pressão sobre as áreas de reserva na Amazônia, bem como para novos empreendimentos em petróleo, gás e carvão, no mundo todo e em particular na América Latina. O que fica cada vez mais evidente, a partir do início da atual década é que este argumento vai deixando de ser verdadeiro. O avanço recente nas energias renováveis modernas (solar, eólica, biomassa e geotérmica) está superando as mais otimistas expectativas. E parte decisiva deste avanço ocorre acoplada à própria revolução digital, dando lugar a um processo inédito e altamente promissor de descentralização na maneira como, desde o início do século XX, a energia foi gerida. *Ricardo Abramovay é professor Titular do Departamento de Economia da FEA/USP Fonte: Rebia – original em Outras...

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