Todos arcarão com a vitória do atual governo
out28

Todos arcarão com a vitória do atual governo

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 08h45 – atualizado às 13h20 Assim é a democracia, onde a maioria vence, mesmo que por pouco. Gerson Soares Quem votou a favor de Dilma Roussef, concorda com a pior educação e a maior desvalorização dos professores do ensino público em todos os tempos, onde os alunos brasileiros ficam entre os piores colocados da América Latina, sem citar Europa, América do Norte e Ásia. Concorda com a situação dos hospitais públicos, com os investimentos pífios em saúde perante as estatísticas mundiais. A falta de segurança nos remete a uma das propostas do candidato Aécio Neves, da qual não abriu mão nem mesmo para ter o apoio de Marina Silva, a de mudar a maioridade legal. Essa mudança – que terá no Senado o apoio do eleito José Serra – vai de encontro aos crimes absurdos, como o que foi cometido no bairro do Belém em São Paulo, onde um menor matou um jovem na porta de casa para roubar um celular. E o de outro menor, que disse abertamente à imprensa ter matado a namorada, por motivo fútil, a poucos dias de completar 18 anos, por saber que não seria punido com o rigor que sua frieza merece. Hoje, a população e a polícia temem os bandidos, não por serem covardes, sim porque as leis conferem mais direitos de proteção e defesa aos criminosos, do que aos que procuram ter uma vida dentro daquilo que se espera ser normal, como trabalhar, estudar, construir uma família, ver os filhos e os netos crescerem e um dia morrer em paz. Quem votou a favor da continuidade, concorda que a maior potência da América Latina, que oscila na 7ª posição entre as economias mundiais, permita haver pessoas que sobrevivam da comida e daquilo que recolhem dos lixões nas grandes cidades. Aqueles que não quiseram trocar a presidência concordam que a corrupção é um costume e deve continuar, apesar de todo o empenho da Justiça em desmontar esquemas que beneficiam empresas, partidos e políticos ligados ao atual governo, como vem sendo mostrado e divulgado pela imprensa mundial. Os bilhões desviados, certamente serviriam para melhorar o desenvolvimento do país, justamente nas regiões que apoiaram a continuidade. Que nos perdoem a sinceridade, mas se em doze anos, tudo o que foi descrito aqui não mudou, esperar que nos próximos quatro anos um milagre aconteça é muita ingenuidade. O Rio São Francisco, que assiste a construção de um curso artificial para suas águas, sendo construído há anos sob o pretexto de levar água ao Nordeste e que já consumiu muito mais dinheiro e extrapolou os prazos previstos, que o...

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Cada metade tem o que merece
out28

Cada metade tem o que merece

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 07h59 – atualizado às 13h05 Com o país literalmente dividido, Dilma Roussef do Partido dos Trabalhadores recebe da metade da população mais quatro anos para governar o país, uma decisão que fez beirar o desejo de separatismo. Gerson Soares O Brasil já demonstrou isso antes, uma vez por São Paulo e outra pelo Rio Grande do Sul, dois Estados brasileiros que votaram contra Dilma. Separar a nação, que se dividiu entre a parte mais desenvolvida e a mais dependente, é o pensamento que vem a mente da metade que pede mudanças já. A eleição disputadíssima mostrou claramente ao mundo que uma parte do país avança e outra ainda não consegue alcançar independência do governo. Generalizando, a metade que elegeu Dilma Roussef para um segundo mandato, é aquela onde tudo ou quase tudo está atrelado aos favores da máquina governamental, que soube controlar bem os seus investimentos cobrando o retorno dos benefícios doados a essas populações através do bolsa família, auxílio isso e aquilo. Enquanto essa situação for mantida, todo o país pagará caro. Por um lado, aqueles que recebem os benefícios ficam acomodados à situação precária em que vivem e talvez, não enxerguem que com a melhoria do aparelhamento básico que deve obrigatoriamente ser providenciado pelo governo, sua situação já deveria ter melhorado, com melhor educação, desenvolvimento e principalmente justiça. Por outro lado vem o pensamento de quem trabalha para conseguir e almejar uma vida melhor. O Sul e o Sudeste, além do Centro-Oeste que votaram contra Dilma, possuem as áreas mais desenvolvidas do país nos mais diversos setores da economia. Essa infraestrutura foi construída através da industrialização e do comércio, enquanto o Norte e o Nordeste, inclusive Minas Gerais, tiveram experiências mais restritas aos coronéis – grandes proprietários de terras, espécies de senhores feudais modernos que detêm o poder econômico e o povo sob seu jugo. A parte do país que votou a favor de Aécio quer ver a água chegar ao Nordeste, mas esse fenômeno natural, o da seca e desertificação de algumas áreas, foi agravado e explorado ao longo das décadas através da fome e da pobreza. O Brasil remete dinheiro e poder ao Norte e ao Nordeste há tanto tempo que já se perde a conta. A região precisa se desenvolver e quem deve promover isso é o governo que detém as ferramentas para tanto. Os auxílios ajudam, mas parece que a ideia é torná-los perpétuos; ao invés de resolver os problemas, tapa-se o sol com a peneira. E é para isso que chamamos a atenção. Uma visão mais ampla nos leva a esta conclusão. Logicamente que se...

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Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula
out27

Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 12h14 Reeleita, presidente destaca união e reforma política em primeiro discurso. Mariana Jungmann – Agência Brasil Edição: Fábio Massalli A presidente reeleita Dilma Rousseff falou em união e reformas em seu primeiro discurso após o resultado das urnas. Em Brasília, Dilma negou que o país esteja dividido e pediu paz entre todos. “Conclamo, sem exceção, todas as brasileiras e brasileiros a nos unirmos em favor de nossa pátria, de nosso país, do nosso povo. Não creio que essas eleições tenham dividido o país. Entendo que elas tenham mobilizado ideias e emoções, às vezes contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca por um futuro melhor para o Brasil”, disse.     A presidente disse também que entendeu o recado das urnas sobre a necessidade de mudanças. “O caminho é muito claro. Algumas palavras e temas dominaram essa campanha. A palavra mais repetida, mais falada, foi mudança. O tema mais amplamente convocado foi reforma. Sei que estou sendo reconduzida para ser a presidente que irá fazer as grandes mudanças que a sociedade precisa”, disse. Segundo a presidente, a primeira reforma que ela buscará será a política. Dilma disse que vai procurar o Congresso Nacional para conversar, assim como movimentos da sociedade civil. Ela voltou a insistir na necessidade de um plebiscito para “dar força e legitimar” a reforma. “Entre as reformas, a primeira e mais importante deve ser a reforma política. Deflagrar essa reforma, que é de responsabilidade do Congresso, deve mobilizar a sociedade por meio de um plebiscito, de uma consulta popular. Somente com um plebiscito nós vamos encontrar a força e a legitimidade para levar adiante este tema. Quero discutir isso com o novo Congresso eleito. Quero discutir igualmente com os movimentos sociais e as forças da sociedade civil.” Em seguida, Dilma voltou a prometer empenho no combate à corrupção. “Terei um compromisso rigoroso com o combate à corrupção, fortalecendo os mecanismos de controle e propondo mudanças na legislação para acabar com a impunidade, que é a protetora da corrupção”, disse Dilma. Na área econômica, a presidente disse que vai promover “com urgência” ações localizadas na economia para a recuperação do ritmo de crescimento com a manutenção de empregos e da renda dos trabalhadores. O combate à inflação também será uma prioridade, segundo ela. “Vou estimular, o mais rápido possível, o diálogo e a parceria com todos os setores produtivos do país”, disse. Por fim, Dilma disse que hoje está “muito mais forte, mais serena e mais madura” para a tarefa que lhe foi delegada.   Assuntos relacionados “Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou...

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“Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio
out27

“Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 12h25 Danilo Macedo – Agência Brasil Edição: Aécio Amado O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, fez um pronunciamento de menos de três minutos à imprensa em um hotel no Centro de Belo Horizonte, logo depois de saber da vitória de Dilma Rousseff, candidata do PT. O tucano agradeceu a todos os brasileiros e disse que ligou para a presidente reeleita, desejando-lhe sucesso no próximo mandato. “Cumprimentei agora há pouco por telefone a presidente eleita e desejei a ela [Dilma] sucesso na condução do seu próximo governo e ressaltei: considero que a maior de todas as prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros”, disse. O tucano lembrou dos momentos vividos durante a campanha e agradeceu a todos que votaram em sua candidatura. “Serei eternamente grato a cada um, a cada uma de vocês que me permitiram voltar a sonhar na reconstrução de um novo projeto. As cenas que eu vivi ao longo desses últimos meses jamais sairão da minha mente e do meu coração”. Aécio também destacou que sai fortalecido da campanha. “Mais vivo do que nunca, mais sonhador do que nunca, deixo essa campanha, ao final, com o sentimento de que cumprimos o nosso papel”, disse. Depois, citou mais uma vez São Paulo, como fez nos últimos dias, dizendo que é o que retrata de forma mais clara o sentimento que tem hoje: “Combati o bom combate, cumpri minha missão e guardei a fé”. Entre os tucanos presentes, estavam o candidato a vice, senador Aloysio Nunes, elogiado durante o pronunciamento, e o senador eleito José Serra. Serra, que acompanhou o pronunciamento na área reservada aos jornalistas, disse que Aécio foi muito bem nacionalmente e melhor ainda em alguns estados, como São Paulo e os do Sul, o que aumenta a responsabilidade do PSDB. “Temos uma responsabilidade muito grande agora de atuar como oposição, sem destrutividade, mas com firmeza, esse é o grande desafio”, disse.   Assuntos relacionados “Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou Oposição aumenta após eleições Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula Dilma é...

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Dilma é reeleita
out27

Dilma é reeleita

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 11h08 Dilma vence no Norte e no Nordeste, Aécio ganha nas outras três regiões. Da Agência Brasil Edição: Wellton Máximo O mapa das votações no Brasil revela um país dividido. A presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) venceu no Norte e no Nordeste. O senador Aécio Neves (PSDB) ganhou no Centro-Oeste, no Sudeste e no Sul. Dilma obteve a maior vantagem no Nordeste, onde conseguiu 71,69% contra 28,31% de Aécio, com diferença de 12,2 milhões de votos. No Norte, a presidente reeleita ganhou por 56,54% contra 43,46%. A vantagem na região chegou a 1,01 milhão de votos. Em termos percentuais, Aécio conseguiu a maior vantagem no Sul, onde venceu Dilma por 58,9% a 41,1%. No Centro-Oeste, o candidato da oposição obteve 57,42%, contra 42,58% da presidente. No Sudeste, Aécio venceu por 56,18% a 43,82%. Em número de eleitores, no entanto, o senador tucano teve a maior vitória no Sudeste, com diferença de 5,6 milhões de votos sobre Dilma. A vantagem correspondeu a 2,9 milhões de votos no Sul e a 1,1 milhão no Centro-Oeste. O desempenho foi insuficiente para impedir vitória de Dilma, que ganhou por 3,46 milhões de votos de diferença. Em algumas regiões, no entanto, a vitória não foi unânime. Dilma venceu em todos os estados do Nordeste. Aécio ganhou em todos os estados do Sul e do Centro-Oeste. No Norte, porém, Aécio venceu no Acre (63,68%), em Roraima (58,9%) e em Rondônia (54,85%). No Sudeste, Dilma ganhou em Minas Gerais (52,41%) e no Rio de Janeiro (54,94%).   Assuntos relacionados “Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou Oposição aumenta após eleições Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula Dilma é reeleita...

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Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou
out27

Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 11h28 Dilma venceu em 15 estados, Aécio em 12. Wellton Máximo – Agência Brasil Edição: Nádia Franco A divisão no resultado das eleições presidenciais refletiu-se nos estados. Das 27 unidades da Federação, a candidata do PT, Dilma Rousseff, venceu em 15 e o candidato do PSDB, Aécio Neves, em 12. Dilma venceu nos estados de Alagoas, do Amazonas, do Amapá, da Bahia, do Ceará, do Maranhão, de Minas Gerais, do Pará, da Paraíba, de Pernambuco, do Piauí, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Norte, de Sergipe e do Tocantins. Os melhores resultados foram obtidos no Maranhão (78,76%), no Piauí (78,29%) e no Ceará (76,75%). Aécio Neves ganhou a disputa no Distrito Federal e nos estados do Espirito Santo, de Goiás, de Mato Grosso do Sul, de Mato Grosso, do Paraná, de Rondônia, de Roraima, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de São Paulo. Os estados que mais deram vantagem ao tucano foram Santa Catarina (64,59%), São Paulo (64,31%) e Acre (63,86%, com resultado parcial). No estado natal dos dois candidatos, Minas Gerais, Dilma derrotou Aécio. Dilma ficou com 52,41% dos votos e Aécio, com 47,59%. De um universo de 15,2 milhões de eleitores, a petista venceu o tucano por uma diferença de 550,5 mil votos. Embora nascida em Minas, Dilma começou a carreira política no Rio Grande do Sul. No estado, onde tem domicílio eleitoral, a presidente obteve 46,47% dos votos, contra 53,53% do adversário. Em um colégio de 8,4 milhões de eleitores, Aécio venceu Dilma por 455 mil votos de diferença.   Assuntos relacionados “Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou Oposição aumenta após eleições Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula Dilma é...

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Mudança ou continuidade? Hoje saberemos
out26

Mudança ou continuidade? Hoje saberemos

Domingo, 26 de outubro de 2014, às 08h55 Finalmente, depois de uma intensa divulgação e cobertura midiática, o Brasil saberá se o país realmente deseja mudanças ou se quer conservar o que já conhece. A um dia do segundo turno, pesquisa Ibope divulgada ontem (25) mostrava a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, com 53% das intenções de votos, e Aécio Neves, do PSDB, com 47%, considerando os votos válidos (excluindo-se os brancos, nulos e indecisos). A pesquisa tem margem de erro de dois pontos. A pesquisa Datafolha divulgada mostrava a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, com 52% das intenções de votos, e Aécio Neves, do PSDB, com 48%, considerando os votos válidos (excluindo-se os brancos, nulos e indecisos). O instituto de pesquisas Vox Populi divulgou também ontem, o novo levantamento que mostra a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) com 54% das intenções de voto contra 46% de Aécio Neves (PSDB), considerando os votos válidos (que excluem votos brancos, nulos e indecisos). A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos. Conclui-se que esta é mais acirrada disputa presidencial de todos os tempos, pós ditadura militar, onde, segundo os institutos de pesquisas, quem decidirá pela mudança ou continuidade serão os indecisos. Com informações da Agência Brasil de...

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Debate na Globo foi criativo com perguntas populares
out25

Debate na Globo foi criativo com perguntas populares

Sábado, 25 de outubro de 2014, às 08h41 – atualizado às 10h51   Gerson Soares Apesar de toda a isenção que a ética nos propõe é impossível e seria antipatriótico não comentar as evasivas de Dilma Roussef a todas as perguntas. O debate de ontem (24), promovido pela Rede Globo de televisão, teve na criatividade um ponto a favor da monotonia dos últimos encontros entre os candidatos à presidência do país, onde os assuntos naturalmente podem ser os mesmos, como educação, saúde, inflação, segurança ou habitação, porém as questões mais prementes são criteriosamente evitadas pela candidata do PT. Se buscamos por justiça e isenção para que a opinião jornalística não tenha o peso de adernar para este ou aquele lado, restringindo-nos aos fatos apenas, é por essa razão que não podemos deixar de comentar as evasivas de Dilma Roussef (PT), até mesmo quando se tratou das perguntas populares. É notória a titubeação da atual presidente e candidata à reeleição, suas respostas deixam a desejar e sua fala é estritamente para leigos, pois não há no país quem esteja minimamente informado sobre o novo escândalo que tenha se contentado quanto à sua posição nos casos do Mensalão e Petrolão, quando tergiversou. Seria injusto para com a Democracia aceitar caladamente a maneira como Dilma tratou até aqui, todos os assuntos levantados nos debates, os quais acompanhamos. Posar para fotos com o ex-presidente Lula numa das áreas do Rio São Francisco onde a água corre muito lentamente, não justifica os rios de dinheiro que a obra já levou. Falar que vai melhorar a saúde depois que for reeleita é uma afronta. Falar sobre o (santo) Pronatec, quanto a área educacional não melhora as péssimas condições do ensino no país, investigadas pelo MPEduc (Ministério Público da Educação), criado exclusivamente pelo Ministério Público Federal para esse setor. Não é justo que em nome da isenção partidária o jornalismo não deva esclarecer à população sobre os fatos que ocorrem diariamente. As mais diversas áreas de atuação do governo federal estão sob alguma investigação, como a de extração de petróleo e a própria Petrobrás. O Amazonas está sendo lentamente consumido, como se fantasmas lhe arrancassem um naco todas as assombradas noites, sem que o governo tome uma atitude real ao invés de medidas paliativas. Estes e outros vários pontos existem de verdade contra o atual governo, que teve 12 anos para se sustentar e manter-se, mas não avançou o quanto deveria e poderia. Já diziam os especialistas internacionais do mercado financeiro há pelo menos cinco anos, em meio ao início das crises europeia e americana: “O único motivo para que o Brasil não avance é a...

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Dia decisivo para o eleitor, termina com debate na Globo
out24

Dia decisivo para o eleitor, termina com debate na Globo

Sexta-feira, 24 de outubro de 2014, às 21h03   A Rede Globo transmite hoje (24), o último debate entre os candidatos à presidência da República. Apesar de as coordenações de campanha terem acordado a diminuição das ofensas pessoais entre os candidatos, o clima deve esquentar com a notícia bombástica publicada hoje pela revista Veja. O encontro está programado para as 22 horas, com duração prevista em 1 hora e 50 minutos, de acordo com o G1. A mediação será feita pelo jornalista William...

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Dilma e Aécio fazem acordo no TSE para acabar com ataques
out23

Dilma e Aécio fazem acordo no TSE para acabar com ataques

Quinta-feira, 23 de outubro de 2014 às 05h51 Andre Richter – Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado As coordenações jurídicas das campanhas dos candidatos que disputam o segundo turno das eleições presidenciais entraram em acordo ontem (22) para arquivar todas representações que foram protocoladas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Todas são referentes às eleições de 2014. O acordo firmado entre as coligações da candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) e de Aécio Neves (PSDB) foi homologado por unanimidade pelos ministros do TSE. Com a decisão, as coligações comprometeram-se a priorizar o debate de ideias no espaço horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. O acordo foi acertado entre os advogados das duas coligações após a decisão na qual o tribunal entendeu que a propaganda eleitoral não pode ser usada para ofensas pessoais. O novo entendimento sobre a matéria, firmado na semana passada, provocou suspensões de trechos da propaganda dos dois candidatos. A propaganda eleitoral gratuita veiculadas no rádio e na televisão termina na próxima sexta-feira (24). Também é a data limite para a divulgação da propaganda eleitoral paga na mídia escrita e para os debates. Saiba mais TSE suspende programas de Dilma e Aécio no rádio e na TV...

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TSE suspende programas de Dilma e Aécio no rádio e na TV
out23

TSE suspende programas de Dilma e Aécio no rádio e na TV

Quinta-feira, 23 de outubro de 2014 às 05h45 Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso O novo entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre campanhas políticas gerou uma onda de suspensões de trechos de propagandas dos candidatos à Presidência da República. Da última quinta-feira (16) até o dia 20, foram suspensos quatro trechos de propagandas de Aécio Neves (PSDB) e quatro de Dilma Rousseff (PT). Por insistir em propagandas já suspensas, o candidato tucano perdeu dois minutos e 30 segundos do tempo de inserções na televisão, enquanto a candidata petista perdeu um minuto e 12 segundos do horário no rádio, além de quatro minutos de inserções na televisão. Além de trechos suspensos, os dois candidatos perderam tempo em propagandas. Em decisão divulgada hoje, o TSE determinou a perda de dois minutos e 30 segundos da propaganda de Aécio, por relacionar a candidata petista às denúncias de corrupção na Petrobras, quando tal propaganda já havia sido suspensa. O trecho foi exibido em inserções ao longo do dia na televisão. A coligação do tucano perderá esse tempo, fracionado entre as próximas inserções. Durante o tempo suspenso, terá de informar que houve infração da Lei Eleitoral. Por reproduzir no dia 19, no rádio, uma música já suspensa pelo TSE, Dilma Rousseff perdeu 36 segundos em cada uma dos dois blocos reservados ao PT e sua coligação no horário eleitoral no rádio. “Ainda que a propaganda não utilize expressões grosseiras, foi elaborada em tom jocoso, com o claro propósito de enfuscar a imagem do primeiro representante”, ressaltou o ministro Admar Gonzaga. Além disso, a coligação de Dilma perdeu outros quatro minutos na televisão, por informar que Aécio teria “dificuldades em respeitar as mulheres”. Esse tempo também deverá ser fracionado entre as próximas inserções da coligação. No dia 16, o ministro Dias Toffoli declarou que, a partir da decisão de suspender um programa de rádio de Dilma Rousseff , estava sendo criada uma jurisprudência para a questão. Acrescentou que as campanhas políticas deveriam ser “programáticas e propositivas” e não baseadas em ataques entre os candidatos. A propaganda dizia que Aécio intimidava e perseguia jornalistas que criticavam seu governo em Minas Gerais. Essa foi a primeira de uma série de suspensões de propagandas dos dois candidatos. No dia 18 de outubro, liminares do TSE suspenderam outras duas propagandas de Dilma Rousseff, uma no rádio e outra na televisão. Um dos trechos suspensos da coligação de Dilma mostrava, de acordo com a defesa do tucano, a paródia da música “Oh, Minas Gerais” “ridicularizando” Aécio. Em outro trecho, extraído do debate no SBT, foi utilizado, conforme a defesa de Aécio, “fora de contexto e...

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Aécio beija as mãos de Marina e demonstra gratidão
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Sexta-feira, 17 de outubro de 2014 às 19h43 No primeiro encontro oficial, candidato diz que acatará sugestões da ex-ministra. Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, confirmou hoje (17) que vai incorporar medidas sugeridas pela ex-senadora Marina Silva, do PSB, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno. Entre as propostas de Marina, estão a consolidação e ampliação das políticas sociais do atual governo, como o Bolsa Família, e o desenvolvimento econômico com sustentabilidade.       No primeiro encontro oficial dos dois, em um espaço empresarial, no bairro da Lapa, sem o seu tradicional coque e penteada com um rabo de cavalo que deixou à mostra os longos cabelos cacheados, Marina Silva causou impacto entre os presentes, em sua maioria líderes, do PDSB, PSB e das siglas que estão apoiando Aécio no segundo turno. Brincando, ela justificou que, por estar com gripe, não pôde prender os cabelos como de costume. Aécio disse que o apoio de Marina o deixa em uma condição mais confortável na disputa com a candidata do PT, Dilma Rousseff. “Estou hoje vivendo um momento muito, mas muito marcante, eu diria histórico, desta caminhada”. Ele, no entanto, evitou comentar se a ex-ministra o acompanhará em comícios e atos públicos. “A forma como Marina vem participando é a melhor possível. É em torno de um projeto. Estou extremamente agradecido à generosidade da Marina, que não fez qualquer tipo de exigência. Apenas propôs o aprofundamento de algumas questões de que nós já tratávamos”, acrescentou o candidato. Ele reafirmou que há convergências entre sua plataforma e a da ex-ministra. O tucano comparou a união partidária ao momento vivido no país, há 30 anos, quando seu avô, o presidente Tancredo Neves obteve a adesão de siglas de todas as tendências em torno da intenção em encerrar um ciclo autoritário. Tancredo adoeceu antes de tomar posse e morreu em março de 1985, sem assumir o cargo. “Essa aliança foi vitoriosa. Infelizmente, o destino não permitiu que meu avô, Tancredo, assumisse a Presidência da República, mas as instituições estão aí, sólidas, e cada brasileiro pode escolher o seu destino. Fizemos a travessia em uma união de forças de pensamentos distintos”, lembrou ele. Com críticas à sua adversária no segundo turno, Dilma Rousseff, Aécio lamentou o tom do debate de ontem (16), no SBT, e disse que apenas procurou se defender dos ataques. “Eu propus, todas as vezes que pude, o debate em torno de temas. Sugeri à presidenta que falasse de segurança pública, que falasse de educação, mas a estratégia dela, ou de seu marqueteiro, não foi essa....

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Aécio sobre o escândalo: “É algo institucionalizado”, disse
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Sexta-feira, 10 de outubro de 2014, às 20h50 Aécio Neves, considera “algo institucionalizado”, a corrupção na estatal, falando sobre denúncia de ex-diretor da Petrobras. Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse hoje (9) que as declarações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef sobre irregularidades na estatal apontam para “algo institucionalizado” na empresa. “O que parece nas denúncias de hoje é que sim [ao ser questionado sobre se a corrupção era institucionalizada]. Porque segundo, não a oposição, segundo alguém que fazia parte desse esquema”, disse. “Aquilo que era chamado pelo governo de malfeito, de desvio de conduta, de caráter, do que quer que fosse, agora chega de forma institucional a um partido político”, acrescentou em entrevista coletiva, na sede de campanha do partido. Em depoimento à Justiça Federal, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, disse que empreiteiras repassavam 3% do valor de contratos superfaturados da empresa ao PP, PT e...

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PSB decide apoiar Aécio Neves no segundo turno
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Quarta-feira, 8 de outubro de 2014, às 20h47 Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado A Executiva Nacional do PSB decidiu apoiar a candidatura de Aécio Neves (PSDB) para a Presidência da República, no segundo turno. Após cerca de três horas de reunião, os 22 membros da executiva votaram pelo apoio a Aécio, 7 pela neutralidade e apenas o senador João Capiberibe (AP) votou pelo apoio a Dilma.     Os que votaram pela neutralidade foram a senadora Lídice da Mata (BA), o senador Antônio Carlos Valadares (SE), Katia Born, o secretário de Juventude, Bruno da Mata, o presidente do partido Roberto Amaral, a deputada Luiza Erundina (SP) e o secretário da Área Sindical, Joílson Cardoso. Ao tomar conhecimento da decisão, Aécio Neves foi até a sede do PSB, em Brasília, e ouviu dos pessebistas que a aliança será condicionada a acordos programáticos no plano de governo. “Esta indicação de apoio fica condicionada a acordo a ser discutido e firmado sob bases programáticas, considerando a urgência de se criar o ambiente necessário a um novo ciclo de desenvolvimento”, disse o presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, ao anunciar a decisão. O candidato estava acompanhado do senador eleito Tasso Jereissati (PSDB-CE), que chefiará a equipe responsável pela formulação do plano de governo. Aécioo ressaltou que a aliança com o PSB será mantida pelos próximos quatro anos, caso seja eleito. “Este apoio que aqui recebo da direção nacional do PSB, de governadores, de senadores e deputados, fortalece muito a minha candidatura que, a partir deste instante, deixa de ser uma candidatura do meu partido e de um grupo de aliados, e passa a ser a candidatura do amplo sentimento de mudança que hoje permeia a sociedade brasileira”, disse. Ele também mencionou o ex-presidente do PSB e ex-candidato do partido à Presidência da República Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em agosto deste ano. Aécio destacou a honra de levar adiante os ideais de Campos de fazer “uma nova política”. “Os seus sonhos, Eduardo, passam a ser os meus sonhos. Os seus compromissos, meus compromissos. a partir de agora caminharemos juntos”, disse em discurso. Amanhã (9) os demais partidos que se coligaram com o PSB no primeiro turno – PPS, PSL, PHS, PPL e PRP – se reunirão para decidir se também apoiarão o candidato do...

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Geraldo Alckmin é reeleito em SP
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Geraldo Alckmin é reeleito em SP

Segunda-feira, 6 de outubro de 2014, às 17h13 Alckmin, 61 anos, médico, é o político que detém o recorde absoluto como governador do maior estado brasileiro. Nenhum outro governou São Paulo durante tanto tempo. Com 57,31% dos votos válidos, Geraldo Alckmin (PSDB) está eleito no 1º turno para o governo do Estado de São Paulo, tendo como vice o ex-prefeito de São Vicente, Marcio França (PSB) que ontem em entrevista ao Band News, disse ter advertido Marina Silva, quanto à sua postura de não apoiar sua candidatura em São Paulo. “Eu falei com ela diversas vezes, mas ele quis fazer as coisas à sua maneira”, afirmou. São Paulo é maior colégio eleitoral do país com 31.979.717 votantes, conforme os dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), número que não pode ser desprezado, já que representa mais de 22% do eleitorado nacional. Natural de Pindamonhangaba, foi Prefeito da sua cidade e disputou a presidência da República na eleição de 2010. O atual governador detém o recorde de permanência no Palácio dos Bandeirantes. Vice-governador eleito, assumiu o governo interinamente durante o afastamento e após o falecimento do governador Mário Covas em 2001, permanecendo no cargo até 2003, quando foi eleito para o seu primeiro mandato até 2006. No ano de 2010, disputou as eleições e ganhou, assumindo novamente o cargo de 2011 a 2014. Reeleito agora até 2015, Geraldo Alckmin dificilmente perderá a hegemonia de ter permanecido por tanto tempo à frente da maior cidade do país. Somando-se o tempo total de todos os seus governos, somados ao novo mandato para o qual foi eleito, serão 14 anos de...

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Mais de 27,6 milhões não votaram
out06

Mais de 27,6 milhões não votaram

Segunda-feira, 6 de outubro de 2014, às 16h40 Abstenção, brancos e nulos são 29% dos votos; eleitor tem descrença no candidato. Da Agência Brasil Edição: Lana Cristina e Fábio Massalli Com 99,99% das urnas apuradas, um percentual que representa 142.820.810 eleitores, as eleições de 2014 tiveram 90,36% de votos válidos. Os números foram computados até as 1h30 desta segunda-feira (6). Brancos e nulos somaram 9,64% dos votos totais, e os eleitores que não compareceram às urnas somaram 27.698.199, o que significa 19,39% do total. Os percentuais relativos aos votos que não entram nas contas dos votos válidos aumentaram nas três modalidades. No primeiro turno das eleições presidenciais de 2010, quando o país tinha 135 milhões de eleitores, 18,12% deles não votaram. Em 2002, a abstenção atingiu 17,74% e em 2006, 16,75%.       A percentagem de votos em branco, neste ano, também cresceu. Em 2010, eles foram 3,13% do total; em 2006, 2,73%; e em 2002, 3,03%. Neste ano, os votos em branco representam 3,84%. Já os votos nulos, que vinham caindo nas três eleições anteriores, tendo registrado 7,35% em 2002; 5,68% em 2006; e 5,51% em 2010, tiveram um ligeiro aumento neste ano, atingindo 5,8%. Com isso, abstenções, brancos e nulos somam 29%. Considerado o típico voto de protesto, o voto nulo tem o mesmo efeito do voto em branco por não entrar nas contas na hora de bater o martelo sobre quem está eleito. Embora não se possa dizer se esses percentuais crescentes revelam desinteresse por parte da população em relação à política, já que o voto é obrigatório, uma pesquisa do Instituto Data Popular, feita antes das eleições, mostrou que há um alto grau de desconfiança, por parte do eleitorado brasileiro, em relação à classe política. Foram entrevistadas 15.652 pessoas, em 159 municípios, e 73% delas disseram não confiar nos candidatos que postulam um cargo eletivo neste ano. Segundo o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, registrou-se que o brasileiro não confia até mesmo nos candidatos que escolhe e os deputados estaduais lideram o ranking. “Se a gente olhar a escala, os candidatos em quem os eleitores menos confiam são os deputados estaduais 82%”, disse Meirelles. Em seguida, aparecem os candidatos a deputado federal, com 75% de desconfiança; os postulantes ao Senado, 65%; os que concorrem ao cargo de governador, com 40%; e os candidatos à Presidência da República, com 30% de desconfiança. Meirelles disse que os entrevistados foram convidados a responder se concordavam ou não com frases apresentadas pelos pesquisadores. Entre eles, 65% disseram, por exemplo, concordar com a seguinte frase: “Os políticos são todos iguais”. Segundo o presidente do Data Popular, parte...

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PSDB e PT disputam mais uma vez a presidência
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Brasileiros elegem Dilma e Aécio para o 2º turno
out06

Brasileiros elegem Dilma e Aécio para o 2º turno

Segunda-feira, 6 de outubro de 2014, às 12h46 Urnas não refletiram a rápida ascensão de Marina Silva, após a morte de Eduardo Campos, colocando Aécio Neves novamente em segundo lugar. Gerson Soares Depois de uma das coberturas mais completas das eleições pela mídia, onde as informações e os debates foram amplamente divulgados em rede nacional das emissoras de TV aberta e a cabo, além das reprises e a disponibilidade na internet, a população brasileira elegeu Dilma Roussef (PT) e Aécio Neves (PSDB) para o segundo turno da eleição presidencial, deixando Marina Silva (PSB) em terceiro lugar e fora da disputa. Em seu pronunciamento, após a constatação da derrota, inegável diante dos recursos dos oponentes, Marina parecia mais sorridente do que nunca, talvez pelo alívio ou pelo sentido de dever cumprido, porém sem alcançar seu objetivo de impor a a retidão na política, direcionando recursos para as áreas onde a Nação carece de medidas urgentes. Parte de sua assessoria atribui a derrota ao horário na TV: Marina teve 1m54s contra 4m33s de Aécio e os 11m21s de Dilma. Aécio demonstrou nervosismo e um ar de surpresa em sua coletiva à imprensa, parte desta também surpreendida pelas primeiras parciais à partir da divulgação de boca de urna às 19h deste domingo (5). Logo em seguida, houve a confirmação pelo Tribunal Superior Eleitoral, após a apuração de quase 70% das urnas, de que o candidato do PSDB havia ultrapassado a candidata do PSB em mais de 30% da votação. Aécio prometeu diante das câmeras que o Brasil voltará a crescer e fez questão de frisar que o trabalho deve continuar para o segundo turno, pois ainda há metade do caminho a ser percorrido. “Agradecer nunca é demais”, dizia Dilma Roussef ontem, comemorando a vitória. Primeira colocada com 41,59% dos votos tentava diminuir o impacto da votação do segundo colocado que obteve 33,55% da votação, um número preocupante se as coligações políticas entre os opositores do petismo forem concretizadas em favor de Aécio. O Brasil demonstra mais uma vez a maturidade que adquire com o exercício do voto. Agora é esperar o dia 26, e até lá ouvir com igualdade de horários na televisão, as propostas de ambos os candidatos, que terá nas mãos a responsabilidade de por em prática as mudanças exigidas pela população e demonstradas neste...

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Primeira parcial da votação para presidência da República
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Primeira parcial da votação para presidência da República

Domingo, 5 de outubro de 2014 às 19h   O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acaba de divulgar a primeira parcial da votação para a presidência da República. Veja como está a classificação dos três primeiros colocados. Resultado da boca de urna: Dilma Roussef – 44% Aécio Neves – 30% Marina Silva – 22% Com este resultado teremos Dilma e Aécio disputando o segundo das eleições 2014. Divulgação oficial do TSE divulgado às 19h22 com mais de 78,66% das urnas apuradas Dilma Roussef – 40, 30 Aécio Neves – 35,15 Marina Silva –...

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Executivo e Legislativo sob o olhar dos brasileiros
out05

Executivo e Legislativo sob o olhar dos brasileiros

Domingo, 5 de outubro de 2014, às 12h46 Brasileiros vão às urnas eleger seus representantes no Executivo e Legislativo Iolando Lourenço – Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto Eleitores de todo o país e residentes no exterior vão às urnas hoje (5) para votar nos candidatos de sua preferência a deputados estaduais, distritais, federais, senadores, governadores e presidente da República. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estão aptos a votar 142.822.046 eleitores, sendo 52,13%, mulheres e 47,78%, homens, uma diferença de 4% a mais de mulheres. Esse eleitorado deverá comparecer a uma das 3.033 zonas eleitorais do o país e do exterior. Estarão disponíveis para serem usadas nesse pleito 534 mil urnas eletrônicas, entre as principais, as reservas e as receptoras de justificativa de falta de voto. Estão escalados para trabalhar 3.033 juízes eleitorais e cerca de 22 mil servidores da Justiça Eleitoral. Os eleitores residentes no exterior só poderão votar para presidente.       Vivem fora do Brasil e estão aptos a votar 354 mil eleitores. Eles moram em uma das 135 cidades espalhadas por 89 países. O maior eleitorado está nos Estados Unidos, com 112,2 mil pessoas, seguido do Japão, com 30,6 mil, de Portugal, com 30,4 mil, da Itália, com 20,9 mil, e Alemanha, com 17,5 mil. Mesmo estando aptos a votar, os brasileiros que vivem em países onde há menos de 30 eleitores não irão às urnas. Nas eleições de hoje, os brasileiros poderão votar nos cinco cargos em disputa: presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou distrital. Serão eleitos neste domingo 27 senadores – um de cada estado e do Distrito Federal, 513 deputados federais, 1.035 estaduais e 24 distritais. Também serão eleitos os 27 governadores. Para alguns desses cargos, a decisão poderá sair hoje ou ficar para o segundo turno, no próximo dia 26, entre os dois mais votados. A Presidência da República está sendo disputada por 11 candidatos. Os 27 cargos de governador dos estados ou do DF estão sendo disputados por 176 candidatos. Cento e oitenta e cinco disputam as 27 vagas do Senado, 7.140 concorrem a uma das 513 vagas de deputado federal, 17.010 disputam uma das 1.035 vagas de deputado estadual e 1.028 concorrem a uma das 24 cadeiras de deputado distrital. A ordem de votação é deputado estadual ou distrital, deputado federal, senador, governador e presidente da República. A votação será das 8h às 17h, obedecendo o horário da localidade. O eleitor deverá comparecer à seção de votação com documento oficial com foto e com o título. A previsão do TSE é que, em média, o eleitor gaste 1 minuto e...

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Por que os cidadãos afastam-se da política?
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Por que os cidadãos afastam-se da política?

Segunda-feira, 28 de setembro de 2014, às 12h36 Especialistas discutem razões para afastamento dos cidadãos da política Guilherme Oliveira – Agência Senado Nas últimas eleições presidenciais brasileiras, em 2010, a abstenção eleitoral cresceu pela primeira vez desde 1998. A taxa de 18,12% é inferior à média registrada nos últimos 16 anos (18,53%), mas quebrou a tendência de comparecimento eleitoral crescente que o Brasil vinha experimentando nas décadas anteriores. Para especialistas, porém, esse número não é motivo de preocupação. Segundo Manoel Leonardo Santos, professor de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), uma abstenção de até 20% não chega a ser sinal de problemas em uma democracia.     — A política não interessa a todo mundo mesmo, não. Isso é natural. Mesmo em democracias altamente consolidadas a participação não é total — minimiza ele. Santos acredita que o país passa por um momento de afastamento dos cidadãos em relação à política, o que teria culminado nas manifestações de rua de junho de 2013. — Tivemos um evento incomum, onde um forte sentimento antipolítica foi repercutido. As pessoas reagem a isso. Acho que esse é um problema residual. A partir do momento em que o debate vá se aprofundando, as pessoas se envolvem mais — acredita o professor. De acordo com Acir Almeida, técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), essa tendência de distanciamento dos eleitores pôde ser registrada em diferentes países em tempos recentes. — O engajamento das pessoas tem aparentado declínio mesmo nas democracias mais consolidadas. É um padrão internacional, mas ainda não há explicação consolidada para isso — observa. Santos e Almeida participaram do 1º Seminário de Estudos e Pesquisas no Poder Legislativo, promovido pelo Instituto Legislativo Brasileiro (ILB). A instituição funciona como centro de estudos, destinado tanto à qualificação dos servidores do Senado quanto a atividades de educação à distância, várias das quais abertas a todos os brasileiros. O porquê da abstenção Os motivos que levam o eleitor a não votar são tão desconhecidos para estudiosos da Ciência Política quanto os que o impulsionam às urnas. — As razões que movem o eleitor são uma esfinge. Por que as pessoas votam quando sabem que sua possibilidade de influenciar o resultado é ínfima? Votam por algum sentimento de pertença, ou porque acham importante a democracia, e uns votam só porque é obrigatório — avalia Santos. A obrigatoriedade do voto é, por razões óbvias, apontada como o principal motor da participação eleitoral no Brasil. Almeida, porém, não acredita que ela conte a história toda. — Voto obrigatório significa comparecimento obrigatório. Se você vai pensar no seu voto é outra história. É...

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