Todos arcarão com a vitória do atual governo
out28

Todos arcarão com a vitória do atual governo

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 08h45 – atualizado às 13h20 Assim é a democracia, onde a maioria vence, mesmo que por pouco. Gerson Soares Quem votou a favor de Dilma Roussef, concorda com a pior educação e a maior desvalorização dos professores do ensino público em todos os tempos, onde os alunos brasileiros ficam entre os piores colocados da América Latina, sem citar Europa, América do Norte e Ásia. Concorda com a situação dos hospitais públicos, com os investimentos pífios em saúde perante as estatísticas mundiais. A falta de segurança nos remete a uma das propostas do candidato Aécio Neves, da qual não abriu mão nem mesmo para ter o apoio de Marina Silva, a de mudar a maioridade legal. Essa mudança – que terá no Senado o apoio do eleito José Serra – vai de encontro aos crimes absurdos, como o que foi cometido no bairro do Belém em São Paulo, onde um menor matou um jovem na porta de casa para roubar um celular. E o de outro menor, que disse abertamente à imprensa ter matado a namorada, por motivo fútil, a poucos dias de completar 18 anos, por saber que não seria punido com o rigor que sua frieza merece. Hoje, a população e a polícia temem os bandidos, não por serem covardes, sim porque as leis conferem mais direitos de proteção e defesa aos criminosos, do que aos que procuram ter uma vida dentro daquilo que se espera ser normal, como trabalhar, estudar, construir uma família, ver os filhos e os netos crescerem e um dia morrer em paz. Quem votou a favor da continuidade, concorda que a maior potência da América Latina, que oscila na 7ª posição entre as economias mundiais, permita haver pessoas que sobrevivam da comida e daquilo que recolhem dos lixões nas grandes cidades. Aqueles que não quiseram trocar a presidência concordam que a corrupção é um costume e deve continuar, apesar de todo o empenho da Justiça em desmontar esquemas que beneficiam empresas, partidos e políticos ligados ao atual governo, como vem sendo mostrado e divulgado pela imprensa mundial. Os bilhões desviados, certamente serviriam para melhorar o desenvolvimento do país, justamente nas regiões que apoiaram a continuidade. Que nos perdoem a sinceridade, mas se em doze anos, tudo o que foi descrito aqui não mudou, esperar que nos próximos quatro anos um milagre aconteça é muita ingenuidade. O Rio São Francisco, que assiste a construção de um curso artificial para suas águas, sendo construído há anos sob o pretexto de levar água ao Nordeste e que já consumiu muito mais dinheiro e extrapolou os prazos previstos, que o...

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Cada metade tem o que merece
out28

Cada metade tem o que merece

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 07h59 – atualizado às 13h05 Com o país literalmente dividido, Dilma Roussef do Partido dos Trabalhadores recebe da metade da população mais quatro anos para governar o país, uma decisão que fez beirar o desejo de separatismo. Gerson Soares O Brasil já demonstrou isso antes, uma vez por São Paulo e outra pelo Rio Grande do Sul, dois Estados brasileiros que votaram contra Dilma. Separar a nação, que se dividiu entre a parte mais desenvolvida e a mais dependente, é o pensamento que vem a mente da metade que pede mudanças já. A eleição disputadíssima mostrou claramente ao mundo que uma parte do país avança e outra ainda não consegue alcançar independência do governo. Generalizando, a metade que elegeu Dilma Roussef para um segundo mandato, é aquela onde tudo ou quase tudo está atrelado aos favores da máquina governamental, que soube controlar bem os seus investimentos cobrando o retorno dos benefícios doados a essas populações através do bolsa família, auxílio isso e aquilo. Enquanto essa situação for mantida, todo o país pagará caro. Por um lado, aqueles que recebem os benefícios ficam acomodados à situação precária em que vivem e talvez, não enxerguem que com a melhoria do aparelhamento básico que deve obrigatoriamente ser providenciado pelo governo, sua situação já deveria ter melhorado, com melhor educação, desenvolvimento e principalmente justiça. Por outro lado vem o pensamento de quem trabalha para conseguir e almejar uma vida melhor. O Sul e o Sudeste, além do Centro-Oeste que votaram contra Dilma, possuem as áreas mais desenvolvidas do país nos mais diversos setores da economia. Essa infraestrutura foi construída através da industrialização e do comércio, enquanto o Norte e o Nordeste, inclusive Minas Gerais, tiveram experiências mais restritas aos coronéis – grandes proprietários de terras, espécies de senhores feudais modernos que detêm o poder econômico e o povo sob seu jugo. A parte do país que votou a favor de Aécio quer ver a água chegar ao Nordeste, mas esse fenômeno natural, o da seca e desertificação de algumas áreas, foi agravado e explorado ao longo das décadas através da fome e da pobreza. O Brasil remete dinheiro e poder ao Norte e ao Nordeste há tanto tempo que já se perde a conta. A região precisa se desenvolver e quem deve promover isso é o governo que detém as ferramentas para tanto. Os auxílios ajudam, mas parece que a ideia é torná-los perpétuos; ao invés de resolver os problemas, tapa-se o sol com a peneira. E é para isso que chamamos a atenção. Uma visão mais ampla nos leva a esta conclusão. Logicamente que se...

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Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula
out27

Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 12h14 Reeleita, presidente destaca união e reforma política em primeiro discurso. Mariana Jungmann – Agência Brasil Edição: Fábio Massalli A presidente reeleita Dilma Rousseff falou em união e reformas em seu primeiro discurso após o resultado das urnas. Em Brasília, Dilma negou que o país esteja dividido e pediu paz entre todos. “Conclamo, sem exceção, todas as brasileiras e brasileiros a nos unirmos em favor de nossa pátria, de nosso país, do nosso povo. Não creio que essas eleições tenham dividido o país. Entendo que elas tenham mobilizado ideias e emoções, às vezes contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca por um futuro melhor para o Brasil”, disse.     A presidente disse também que entendeu o recado das urnas sobre a necessidade de mudanças. “O caminho é muito claro. Algumas palavras e temas dominaram essa campanha. A palavra mais repetida, mais falada, foi mudança. O tema mais amplamente convocado foi reforma. Sei que estou sendo reconduzida para ser a presidente que irá fazer as grandes mudanças que a sociedade precisa”, disse. Segundo a presidente, a primeira reforma que ela buscará será a política. Dilma disse que vai procurar o Congresso Nacional para conversar, assim como movimentos da sociedade civil. Ela voltou a insistir na necessidade de um plebiscito para “dar força e legitimar” a reforma. “Entre as reformas, a primeira e mais importante deve ser a reforma política. Deflagrar essa reforma, que é de responsabilidade do Congresso, deve mobilizar a sociedade por meio de um plebiscito, de uma consulta popular. Somente com um plebiscito nós vamos encontrar a força e a legitimidade para levar adiante este tema. Quero discutir isso com o novo Congresso eleito. Quero discutir igualmente com os movimentos sociais e as forças da sociedade civil.” Em seguida, Dilma voltou a prometer empenho no combate à corrupção. “Terei um compromisso rigoroso com o combate à corrupção, fortalecendo os mecanismos de controle e propondo mudanças na legislação para acabar com a impunidade, que é a protetora da corrupção”, disse Dilma. Na área econômica, a presidente disse que vai promover “com urgência” ações localizadas na economia para a recuperação do ritmo de crescimento com a manutenção de empregos e da renda dos trabalhadores. O combate à inflação também será uma prioridade, segundo ela. “Vou estimular, o mais rápido possível, o diálogo e a parceria com todos os setores produtivos do país”, disse. Por fim, Dilma disse que hoje está “muito mais forte, mais serena e mais madura” para a tarefa que lhe foi delegada.   Assuntos relacionados “Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou...

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“Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio
out27

“Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 12h25 Danilo Macedo – Agência Brasil Edição: Aécio Amado O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, fez um pronunciamento de menos de três minutos à imprensa em um hotel no Centro de Belo Horizonte, logo depois de saber da vitória de Dilma Rousseff, candidata do PT. O tucano agradeceu a todos os brasileiros e disse que ligou para a presidente reeleita, desejando-lhe sucesso no próximo mandato. “Cumprimentei agora há pouco por telefone a presidente eleita e desejei a ela [Dilma] sucesso na condução do seu próximo governo e ressaltei: considero que a maior de todas as prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros”, disse. O tucano lembrou dos momentos vividos durante a campanha e agradeceu a todos que votaram em sua candidatura. “Serei eternamente grato a cada um, a cada uma de vocês que me permitiram voltar a sonhar na reconstrução de um novo projeto. As cenas que eu vivi ao longo desses últimos meses jamais sairão da minha mente e do meu coração”. Aécio também destacou que sai fortalecido da campanha. “Mais vivo do que nunca, mais sonhador do que nunca, deixo essa campanha, ao final, com o sentimento de que cumprimos o nosso papel”, disse. Depois, citou mais uma vez São Paulo, como fez nos últimos dias, dizendo que é o que retrata de forma mais clara o sentimento que tem hoje: “Combati o bom combate, cumpri minha missão e guardei a fé”. Entre os tucanos presentes, estavam o candidato a vice, senador Aloysio Nunes, elogiado durante o pronunciamento, e o senador eleito José Serra. Serra, que acompanhou o pronunciamento na área reservada aos jornalistas, disse que Aécio foi muito bem nacionalmente e melhor ainda em alguns estados, como São Paulo e os do Sul, o que aumenta a responsabilidade do PSDB. “Temos uma responsabilidade muito grande agora de atuar como oposição, sem destrutividade, mas com firmeza, esse é o grande desafio”, disse.   Assuntos relacionados “Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou Oposição aumenta após eleições Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula Dilma é...

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Dilma é reeleita
out27

Dilma é reeleita

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 11h08 Dilma vence no Norte e no Nordeste, Aécio ganha nas outras três regiões. Da Agência Brasil Edição: Wellton Máximo O mapa das votações no Brasil revela um país dividido. A presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) venceu no Norte e no Nordeste. O senador Aécio Neves (PSDB) ganhou no Centro-Oeste, no Sudeste e no Sul. Dilma obteve a maior vantagem no Nordeste, onde conseguiu 71,69% contra 28,31% de Aécio, com diferença de 12,2 milhões de votos. No Norte, a presidente reeleita ganhou por 56,54% contra 43,46%. A vantagem na região chegou a 1,01 milhão de votos. Em termos percentuais, Aécio conseguiu a maior vantagem no Sul, onde venceu Dilma por 58,9% a 41,1%. No Centro-Oeste, o candidato da oposição obteve 57,42%, contra 42,58% da presidente. No Sudeste, Aécio venceu por 56,18% a 43,82%. Em número de eleitores, no entanto, o senador tucano teve a maior vitória no Sudeste, com diferença de 5,6 milhões de votos sobre Dilma. A vantagem correspondeu a 2,9 milhões de votos no Sul e a 1,1 milhão no Centro-Oeste. O desempenho foi insuficiente para impedir vitória de Dilma, que ganhou por 3,46 milhões de votos de diferença. Em algumas regiões, no entanto, a vitória não foi unânime. Dilma venceu em todos os estados do Nordeste. Aécio ganhou em todos os estados do Sul e do Centro-Oeste. No Norte, porém, Aécio venceu no Acre (63,68%), em Roraima (58,9%) e em Rondônia (54,85%). No Sudeste, Dilma ganhou em Minas Gerais (52,41%) e no Rio de Janeiro (54,94%).   Assuntos relacionados “Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou Oposição aumenta após eleições Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula Dilma é reeleita...

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Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou
out27

Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014, às 11h28 Dilma venceu em 15 estados, Aécio em 12. Wellton Máximo – Agência Brasil Edição: Nádia Franco A divisão no resultado das eleições presidenciais refletiu-se nos estados. Das 27 unidades da Federação, a candidata do PT, Dilma Rousseff, venceu em 15 e o candidato do PSDB, Aécio Neves, em 12. Dilma venceu nos estados de Alagoas, do Amazonas, do Amapá, da Bahia, do Ceará, do Maranhão, de Minas Gerais, do Pará, da Paraíba, de Pernambuco, do Piauí, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Norte, de Sergipe e do Tocantins. Os melhores resultados foram obtidos no Maranhão (78,76%), no Piauí (78,29%) e no Ceará (76,75%). Aécio Neves ganhou a disputa no Distrito Federal e nos estados do Espirito Santo, de Goiás, de Mato Grosso do Sul, de Mato Grosso, do Paraná, de Rondônia, de Roraima, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de São Paulo. Os estados que mais deram vantagem ao tucano foram Santa Catarina (64,59%), São Paulo (64,31%) e Acre (63,86%, com resultado parcial). No estado natal dos dois candidatos, Minas Gerais, Dilma derrotou Aécio. Dilma ficou com 52,41% dos votos e Aécio, com 47,59%. De um universo de 15,2 milhões de eleitores, a petista venceu o tucano por uma diferença de 550,5 mil votos. Embora nascida em Minas, Dilma começou a carreira política no Rio Grande do Sul. No estado, onde tem domicílio eleitoral, a presidente obteve 46,47% dos votos, contra 53,53% do adversário. Em um colégio de 8,4 milhões de eleitores, Aécio venceu Dilma por 455 mil votos de diferença.   Assuntos relacionados “Cumprimos o nosso papel”, diz Aécio Minas Gerais se dividiu, Dilma ganhou Oposição aumenta após eleições Dilma faz primeiro discurso ao lado de Lula Dilma é...

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Mudança ou continuidade? Hoje saberemos
out26

Mudança ou continuidade? Hoje saberemos

Domingo, 26 de outubro de 2014, às 08h55 Finalmente, depois de uma intensa divulgação e cobertura midiática, o Brasil saberá se o país realmente deseja mudanças ou se quer conservar o que já conhece. A um dia do segundo turno, pesquisa Ibope divulgada ontem (25) mostrava a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, com 53% das intenções de votos, e Aécio Neves, do PSDB, com 47%, considerando os votos válidos (excluindo-se os brancos, nulos e indecisos). A pesquisa tem margem de erro de dois pontos. A pesquisa Datafolha divulgada mostrava a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, com 52% das intenções de votos, e Aécio Neves, do PSDB, com 48%, considerando os votos válidos (excluindo-se os brancos, nulos e indecisos). O instituto de pesquisas Vox Populi divulgou também ontem, o novo levantamento que mostra a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) com 54% das intenções de voto contra 46% de Aécio Neves (PSDB), considerando os votos válidos (que excluem votos brancos, nulos e indecisos). A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos. Conclui-se que esta é mais acirrada disputa presidencial de todos os tempos, pós ditadura militar, onde, segundo os institutos de pesquisas, quem decidirá pela mudança ou continuidade serão os indecisos. Com informações da Agência Brasil de...

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Debate na Globo foi criativo com perguntas populares
out25

Debate na Globo foi criativo com perguntas populares

Sábado, 25 de outubro de 2014, às 08h41 – atualizado às 10h51   Gerson Soares Apesar de toda a isenção que a ética nos propõe é impossível e seria antipatriótico não comentar as evasivas de Dilma Roussef a todas as perguntas. O debate de ontem (24), promovido pela Rede Globo de televisão, teve na criatividade um ponto a favor da monotonia dos últimos encontros entre os candidatos à presidência do país, onde os assuntos naturalmente podem ser os mesmos, como educação, saúde, inflação, segurança ou habitação, porém as questões mais prementes são criteriosamente evitadas pela candidata do PT. Se buscamos por justiça e isenção para que a opinião jornalística não tenha o peso de adernar para este ou aquele lado, restringindo-nos aos fatos apenas, é por essa razão que não podemos deixar de comentar as evasivas de Dilma Roussef (PT), até mesmo quando se tratou das perguntas populares. É notória a titubeação da atual presidente e candidata à reeleição, suas respostas deixam a desejar e sua fala é estritamente para leigos, pois não há no país quem esteja minimamente informado sobre o novo escândalo que tenha se contentado quanto à sua posição nos casos do Mensalão e Petrolão, quando tergiversou. Seria injusto para com a Democracia aceitar caladamente a maneira como Dilma tratou até aqui, todos os assuntos levantados nos debates, os quais acompanhamos. Posar para fotos com o ex-presidente Lula numa das áreas do Rio São Francisco onde a água corre muito lentamente, não justifica os rios de dinheiro que a obra já levou. Falar que vai melhorar a saúde depois que for reeleita é uma afronta. Falar sobre o (santo) Pronatec, quanto a área educacional não melhora as péssimas condições do ensino no país, investigadas pelo MPEduc (Ministério Público da Educação), criado exclusivamente pelo Ministério Público Federal para esse setor. Não é justo que em nome da isenção partidária o jornalismo não deva esclarecer à população sobre os fatos que ocorrem diariamente. As mais diversas áreas de atuação do governo federal estão sob alguma investigação, como a de extração de petróleo e a própria Petrobrás. O Amazonas está sendo lentamente consumido, como se fantasmas lhe arrancassem um naco todas as assombradas noites, sem que o governo tome uma atitude real ao invés de medidas paliativas. Estes e outros vários pontos existem de verdade contra o atual governo, que teve 12 anos para se sustentar e manter-se, mas não avançou o quanto deveria e poderia. Já diziam os especialistas internacionais do mercado financeiro há pelo menos cinco anos, em meio ao início das crises europeia e americana: “O único motivo para que o Brasil não avance é a...

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Dia decisivo para o eleitor, termina com debate na Globo
out24

Dia decisivo para o eleitor, termina com debate na Globo

Sexta-feira, 24 de outubro de 2014, às 21h03   A Rede Globo transmite hoje (24), o último debate entre os candidatos à presidência da República. Apesar de as coordenações de campanha terem acordado a diminuição das ofensas pessoais entre os candidatos, o clima deve esquentar com a notícia bombástica publicada hoje pela revista Veja. O encontro está programado para as 22 horas, com duração prevista em 1 hora e 50 minutos, de acordo com o G1. A mediação será feita pelo jornalista William...

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Dilma e Aécio fazem acordo no TSE para acabar com ataques
out23

Dilma e Aécio fazem acordo no TSE para acabar com ataques

Quinta-feira, 23 de outubro de 2014 às 05h51 Andre Richter – Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado As coordenações jurídicas das campanhas dos candidatos que disputam o segundo turno das eleições presidenciais entraram em acordo ontem (22) para arquivar todas representações que foram protocoladas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Todas são referentes às eleições de 2014. O acordo firmado entre as coligações da candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) e de Aécio Neves (PSDB) foi homologado por unanimidade pelos ministros do TSE. Com a decisão, as coligações comprometeram-se a priorizar o debate de ideias no espaço horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. O acordo foi acertado entre os advogados das duas coligações após a decisão na qual o tribunal entendeu que a propaganda eleitoral não pode ser usada para ofensas pessoais. O novo entendimento sobre a matéria, firmado na semana passada, provocou suspensões de trechos da propaganda dos dois candidatos. A propaganda eleitoral gratuita veiculadas no rádio e na televisão termina na próxima sexta-feira (24). Também é a data limite para a divulgação da propaganda eleitoral paga na mídia escrita e para os debates. Saiba mais TSE suspende programas de Dilma e Aécio no rádio e na TV...

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TSE suspende programas de Dilma e Aécio no rádio e na TV
out23

TSE suspende programas de Dilma e Aécio no rádio e na TV

Quinta-feira, 23 de outubro de 2014 às 05h45 Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso O novo entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre campanhas políticas gerou uma onda de suspensões de trechos de propagandas dos candidatos à Presidência da República. Da última quinta-feira (16) até o dia 20, foram suspensos quatro trechos de propagandas de Aécio Neves (PSDB) e quatro de Dilma Rousseff (PT). Por insistir em propagandas já suspensas, o candidato tucano perdeu dois minutos e 30 segundos do tempo de inserções na televisão, enquanto a candidata petista perdeu um minuto e 12 segundos do horário no rádio, além de quatro minutos de inserções na televisão. Além de trechos suspensos, os dois candidatos perderam tempo em propagandas. Em decisão divulgada hoje, o TSE determinou a perda de dois minutos e 30 segundos da propaganda de Aécio, por relacionar a candidata petista às denúncias de corrupção na Petrobras, quando tal propaganda já havia sido suspensa. O trecho foi exibido em inserções ao longo do dia na televisão. A coligação do tucano perderá esse tempo, fracionado entre as próximas inserções. Durante o tempo suspenso, terá de informar que houve infração da Lei Eleitoral. Por reproduzir no dia 19, no rádio, uma música já suspensa pelo TSE, Dilma Rousseff perdeu 36 segundos em cada uma dos dois blocos reservados ao PT e sua coligação no horário eleitoral no rádio. “Ainda que a propaganda não utilize expressões grosseiras, foi elaborada em tom jocoso, com o claro propósito de enfuscar a imagem do primeiro representante”, ressaltou o ministro Admar Gonzaga. Além disso, a coligação de Dilma perdeu outros quatro minutos na televisão, por informar que Aécio teria “dificuldades em respeitar as mulheres”. Esse tempo também deverá ser fracionado entre as próximas inserções da coligação. No dia 16, o ministro Dias Toffoli declarou que, a partir da decisão de suspender um programa de rádio de Dilma Rousseff , estava sendo criada uma jurisprudência para a questão. Acrescentou que as campanhas políticas deveriam ser “programáticas e propositivas” e não baseadas em ataques entre os candidatos. A propaganda dizia que Aécio intimidava e perseguia jornalistas que criticavam seu governo em Minas Gerais. Essa foi a primeira de uma série de suspensões de propagandas dos dois candidatos. No dia 18 de outubro, liminares do TSE suspenderam outras duas propagandas de Dilma Rousseff, uma no rádio e outra na televisão. Um dos trechos suspensos da coligação de Dilma mostrava, de acordo com a defesa do tucano, a paródia da música “Oh, Minas Gerais” “ridicularizando” Aécio. Em outro trecho, extraído do debate no SBT, foi utilizado, conforme a defesa de Aécio, “fora de contexto e...

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Aécio beija as mãos de Marina e demonstra gratidão
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Sexta-feira, 17 de outubro de 2014 às 19h43 No primeiro encontro oficial, candidato diz que acatará sugestões da ex-ministra. Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, confirmou hoje (17) que vai incorporar medidas sugeridas pela ex-senadora Marina Silva, do PSB, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno. Entre as propostas de Marina, estão a consolidação e ampliação das políticas sociais do atual governo, como o Bolsa Família, e o desenvolvimento econômico com sustentabilidade.       No primeiro encontro oficial dos dois, em um espaço empresarial, no bairro da Lapa, sem o seu tradicional coque e penteada com um rabo de cavalo que deixou à mostra os longos cabelos cacheados, Marina Silva causou impacto entre os presentes, em sua maioria líderes, do PDSB, PSB e das siglas que estão apoiando Aécio no segundo turno. Brincando, ela justificou que, por estar com gripe, não pôde prender os cabelos como de costume. Aécio disse que o apoio de Marina o deixa em uma condição mais confortável na disputa com a candidata do PT, Dilma Rousseff. “Estou hoje vivendo um momento muito, mas muito marcante, eu diria histórico, desta caminhada”. Ele, no entanto, evitou comentar se a ex-ministra o acompanhará em comícios e atos públicos. “A forma como Marina vem participando é a melhor possível. É em torno de um projeto. Estou extremamente agradecido à generosidade da Marina, que não fez qualquer tipo de exigência. Apenas propôs o aprofundamento de algumas questões de que nós já tratávamos”, acrescentou o candidato. Ele reafirmou que há convergências entre sua plataforma e a da ex-ministra. O tucano comparou a união partidária ao momento vivido no país, há 30 anos, quando seu avô, o presidente Tancredo Neves obteve a adesão de siglas de todas as tendências em torno da intenção em encerrar um ciclo autoritário. Tancredo adoeceu antes de tomar posse e morreu em março de 1985, sem assumir o cargo. “Essa aliança foi vitoriosa. Infelizmente, o destino não permitiu que meu avô, Tancredo, assumisse a Presidência da República, mas as instituições estão aí, sólidas, e cada brasileiro pode escolher o seu destino. Fizemos a travessia em uma união de forças de pensamentos distintos”, lembrou ele. Com críticas à sua adversária no segundo turno, Dilma Rousseff, Aécio lamentou o tom do debate de ontem (16), no SBT, e disse que apenas procurou se defender dos ataques. “Eu propus, todas as vezes que pude, o debate em torno de temas. Sugeri à presidenta que falasse de segurança pública, que falasse de educação, mas a estratégia dela, ou de seu marqueteiro, não foi essa....

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Aécio sobre o escândalo: “É algo institucionalizado”, disse
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Sexta-feira, 10 de outubro de 2014, às 20h50 Aécio Neves, considera “algo institucionalizado”, a corrupção na estatal, falando sobre denúncia de ex-diretor da Petrobras. Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse hoje (9) que as declarações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef sobre irregularidades na estatal apontam para “algo institucionalizado” na empresa. “O que parece nas denúncias de hoje é que sim [ao ser questionado sobre se a corrupção era institucionalizada]. Porque segundo, não a oposição, segundo alguém que fazia parte desse esquema”, disse. “Aquilo que era chamado pelo governo de malfeito, de desvio de conduta, de caráter, do que quer que fosse, agora chega de forma institucional a um partido político”, acrescentou em entrevista coletiva, na sede de campanha do partido. Em depoimento à Justiça Federal, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, disse que empreiteiras repassavam 3% do valor de contratos superfaturados da empresa ao PP, PT e...

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PSB decide apoiar Aécio Neves no segundo turno
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Quarta-feira, 8 de outubro de 2014, às 20h47 Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado A Executiva Nacional do PSB decidiu apoiar a candidatura de Aécio Neves (PSDB) para a Presidência da República, no segundo turno. Após cerca de três horas de reunião, os 22 membros da executiva votaram pelo apoio a Aécio, 7 pela neutralidade e apenas o senador João Capiberibe (AP) votou pelo apoio a Dilma.     Os que votaram pela neutralidade foram a senadora Lídice da Mata (BA), o senador Antônio Carlos Valadares (SE), Katia Born, o secretário de Juventude, Bruno da Mata, o presidente do partido Roberto Amaral, a deputada Luiza Erundina (SP) e o secretário da Área Sindical, Joílson Cardoso. Ao tomar conhecimento da decisão, Aécio Neves foi até a sede do PSB, em Brasília, e ouviu dos pessebistas que a aliança será condicionada a acordos programáticos no plano de governo. “Esta indicação de apoio fica condicionada a acordo a ser discutido e firmado sob bases programáticas, considerando a urgência de se criar o ambiente necessário a um novo ciclo de desenvolvimento”, disse o presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, ao anunciar a decisão. O candidato estava acompanhado do senador eleito Tasso Jereissati (PSDB-CE), que chefiará a equipe responsável pela formulação do plano de governo. Aécioo ressaltou que a aliança com o PSB será mantida pelos próximos quatro anos, caso seja eleito. “Este apoio que aqui recebo da direção nacional do PSB, de governadores, de senadores e deputados, fortalece muito a minha candidatura que, a partir deste instante, deixa de ser uma candidatura do meu partido e de um grupo de aliados, e passa a ser a candidatura do amplo sentimento de mudança que hoje permeia a sociedade brasileira”, disse. Ele também mencionou o ex-presidente do PSB e ex-candidato do partido à Presidência da República Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em agosto deste ano. Aécio destacou a honra de levar adiante os ideais de Campos de fazer “uma nova política”. “Os seus sonhos, Eduardo, passam a ser os meus sonhos. Os seus compromissos, meus compromissos. a partir de agora caminharemos juntos”, disse em discurso. Amanhã (9) os demais partidos que se coligaram com o PSB no primeiro turno – PPS, PSL, PHS, PPL e PRP – se reunirão para decidir se também apoiarão o candidato do...

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Geraldo Alckmin é reeleito em SP
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Geraldo Alckmin é reeleito em SP

Segunda-feira, 6 de outubro de 2014, às 17h13 Alckmin, 61 anos, médico, é o político que detém o recorde absoluto como governador do maior estado brasileiro. Nenhum outro governou São Paulo durante tanto tempo. Com 57,31% dos votos válidos, Geraldo Alckmin (PSDB) está eleito no 1º turno para o governo do Estado de São Paulo, tendo como vice o ex-prefeito de São Vicente, Marcio França (PSB) que ontem em entrevista ao Band News, disse ter advertido Marina Silva, quanto à sua postura de não apoiar sua candidatura em São Paulo. “Eu falei com ela diversas vezes, mas ele quis fazer as coisas à sua maneira”, afirmou. São Paulo é maior colégio eleitoral do país com 31.979.717 votantes, conforme os dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), número que não pode ser desprezado, já que representa mais de 22% do eleitorado nacional. Natural de Pindamonhangaba, foi Prefeito da sua cidade e disputou a presidência da República na eleição de 2010. O atual governador detém o recorde de permanência no Palácio dos Bandeirantes. Vice-governador eleito, assumiu o governo interinamente durante o afastamento e após o falecimento do governador Mário Covas em 2001, permanecendo no cargo até 2003, quando foi eleito para o seu primeiro mandato até 2006. No ano de 2010, disputou as eleições e ganhou, assumindo novamente o cargo de 2011 a 2014. Reeleito agora até 2015, Geraldo Alckmin dificilmente perderá a hegemonia de ter permanecido por tanto tempo à frente da maior cidade do país. Somando-se o tempo total de todos os seus governos, somados ao novo mandato para o qual foi eleito, serão 14 anos de...

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Mais de 27,6 milhões não votaram
out06

Mais de 27,6 milhões não votaram

Segunda-feira, 6 de outubro de 2014, às 16h40 Abstenção, brancos e nulos são 29% dos votos; eleitor tem descrença no candidato. Da Agência Brasil Edição: Lana Cristina e Fábio Massalli Com 99,99% das urnas apuradas, um percentual que representa 142.820.810 eleitores, as eleições de 2014 tiveram 90,36% de votos válidos. Os números foram computados até as 1h30 desta segunda-feira (6). Brancos e nulos somaram 9,64% dos votos totais, e os eleitores que não compareceram às urnas somaram 27.698.199, o que significa 19,39% do total. Os percentuais relativos aos votos que não entram nas contas dos votos válidos aumentaram nas três modalidades. No primeiro turno das eleições presidenciais de 2010, quando o país tinha 135 milhões de eleitores, 18,12% deles não votaram. Em 2002, a abstenção atingiu 17,74% e em 2006, 16,75%.       A percentagem de votos em branco, neste ano, também cresceu. Em 2010, eles foram 3,13% do total; em 2006, 2,73%; e em 2002, 3,03%. Neste ano, os votos em branco representam 3,84%. Já os votos nulos, que vinham caindo nas três eleições anteriores, tendo registrado 7,35% em 2002; 5,68% em 2006; e 5,51% em 2010, tiveram um ligeiro aumento neste ano, atingindo 5,8%. Com isso, abstenções, brancos e nulos somam 29%. Considerado o típico voto de protesto, o voto nulo tem o mesmo efeito do voto em branco por não entrar nas contas na hora de bater o martelo sobre quem está eleito. Embora não se possa dizer se esses percentuais crescentes revelam desinteresse por parte da população em relação à política, já que o voto é obrigatório, uma pesquisa do Instituto Data Popular, feita antes das eleições, mostrou que há um alto grau de desconfiança, por parte do eleitorado brasileiro, em relação à classe política. Foram entrevistadas 15.652 pessoas, em 159 municípios, e 73% delas disseram não confiar nos candidatos que postulam um cargo eletivo neste ano. Segundo o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, registrou-se que o brasileiro não confia até mesmo nos candidatos que escolhe e os deputados estaduais lideram o ranking. “Se a gente olhar a escala, os candidatos em quem os eleitores menos confiam são os deputados estaduais 82%”, disse Meirelles. Em seguida, aparecem os candidatos a deputado federal, com 75% de desconfiança; os postulantes ao Senado, 65%; os que concorrem ao cargo de governador, com 40%; e os candidatos à Presidência da República, com 30% de desconfiança. Meirelles disse que os entrevistados foram convidados a responder se concordavam ou não com frases apresentadas pelos pesquisadores. Entre eles, 65% disseram, por exemplo, concordar com a seguinte frase: “Os políticos são todos iguais”. Segundo o presidente do Data Popular, parte...

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PSDB e PT disputam mais uma vez a presidência
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Brasileiros elegem Dilma e Aécio para o 2º turno
out06

Brasileiros elegem Dilma e Aécio para o 2º turno

Segunda-feira, 6 de outubro de 2014, às 12h46 Urnas não refletiram a rápida ascensão de Marina Silva, após a morte de Eduardo Campos, colocando Aécio Neves novamente em segundo lugar. Gerson Soares Depois de uma das coberturas mais completas das eleições pela mídia, onde as informações e os debates foram amplamente divulgados em rede nacional das emissoras de TV aberta e a cabo, além das reprises e a disponibilidade na internet, a população brasileira elegeu Dilma Roussef (PT) e Aécio Neves (PSDB) para o segundo turno da eleição presidencial, deixando Marina Silva (PSB) em terceiro lugar e fora da disputa. Em seu pronunciamento, após a constatação da derrota, inegável diante dos recursos dos oponentes, Marina parecia mais sorridente do que nunca, talvez pelo alívio ou pelo sentido de dever cumprido, porém sem alcançar seu objetivo de impor a a retidão na política, direcionando recursos para as áreas onde a Nação carece de medidas urgentes. Parte de sua assessoria atribui a derrota ao horário na TV: Marina teve 1m54s contra 4m33s de Aécio e os 11m21s de Dilma. Aécio demonstrou nervosismo e um ar de surpresa em sua coletiva à imprensa, parte desta também surpreendida pelas primeiras parciais à partir da divulgação de boca de urna às 19h deste domingo (5). Logo em seguida, houve a confirmação pelo Tribunal Superior Eleitoral, após a apuração de quase 70% das urnas, de que o candidato do PSDB havia ultrapassado a candidata do PSB em mais de 30% da votação. Aécio prometeu diante das câmeras que o Brasil voltará a crescer e fez questão de frisar que o trabalho deve continuar para o segundo turno, pois ainda há metade do caminho a ser percorrido. “Agradecer nunca é demais”, dizia Dilma Roussef ontem, comemorando a vitória. Primeira colocada com 41,59% dos votos tentava diminuir o impacto da votação do segundo colocado que obteve 33,55% da votação, um número preocupante se as coligações políticas entre os opositores do petismo forem concretizadas em favor de Aécio. O Brasil demonstra mais uma vez a maturidade que adquire com o exercício do voto. Agora é esperar o dia 26, e até lá ouvir com igualdade de horários na televisão, as propostas de ambos os candidatos, que terá nas mãos a responsabilidade de por em prática as mudanças exigidas pela população e demonstradas neste...

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Primeira parcial da votação para presidência da República
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Primeira parcial da votação para presidência da República

Domingo, 5 de outubro de 2014 às 19h   O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acaba de divulgar a primeira parcial da votação para a presidência da República. Veja como está a classificação dos três primeiros colocados. Resultado da boca de urna: Dilma Roussef – 44% Aécio Neves – 30% Marina Silva – 22% Com este resultado teremos Dilma e Aécio disputando o segundo das eleições 2014. Divulgação oficial do TSE divulgado às 19h22 com mais de 78,66% das urnas apuradas Dilma Roussef – 40, 30 Aécio Neves – 35,15 Marina Silva –...

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Executivo e Legislativo sob o olhar dos brasileiros
out05

Executivo e Legislativo sob o olhar dos brasileiros

Domingo, 5 de outubro de 2014, às 12h46 Brasileiros vão às urnas eleger seus representantes no Executivo e Legislativo Iolando Lourenço – Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto Eleitores de todo o país e residentes no exterior vão às urnas hoje (5) para votar nos candidatos de sua preferência a deputados estaduais, distritais, federais, senadores, governadores e presidente da República. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estão aptos a votar 142.822.046 eleitores, sendo 52,13%, mulheres e 47,78%, homens, uma diferença de 4% a mais de mulheres. Esse eleitorado deverá comparecer a uma das 3.033 zonas eleitorais do o país e do exterior. Estarão disponíveis para serem usadas nesse pleito 534 mil urnas eletrônicas, entre as principais, as reservas e as receptoras de justificativa de falta de voto. Estão escalados para trabalhar 3.033 juízes eleitorais e cerca de 22 mil servidores da Justiça Eleitoral. Os eleitores residentes no exterior só poderão votar para presidente.       Vivem fora do Brasil e estão aptos a votar 354 mil eleitores. Eles moram em uma das 135 cidades espalhadas por 89 países. O maior eleitorado está nos Estados Unidos, com 112,2 mil pessoas, seguido do Japão, com 30,6 mil, de Portugal, com 30,4 mil, da Itália, com 20,9 mil, e Alemanha, com 17,5 mil. Mesmo estando aptos a votar, os brasileiros que vivem em países onde há menos de 30 eleitores não irão às urnas. Nas eleições de hoje, os brasileiros poderão votar nos cinco cargos em disputa: presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou distrital. Serão eleitos neste domingo 27 senadores – um de cada estado e do Distrito Federal, 513 deputados federais, 1.035 estaduais e 24 distritais. Também serão eleitos os 27 governadores. Para alguns desses cargos, a decisão poderá sair hoje ou ficar para o segundo turno, no próximo dia 26, entre os dois mais votados. A Presidência da República está sendo disputada por 11 candidatos. Os 27 cargos de governador dos estados ou do DF estão sendo disputados por 176 candidatos. Cento e oitenta e cinco disputam as 27 vagas do Senado, 7.140 concorrem a uma das 513 vagas de deputado federal, 17.010 disputam uma das 1.035 vagas de deputado estadual e 1.028 concorrem a uma das 24 cadeiras de deputado distrital. A ordem de votação é deputado estadual ou distrital, deputado federal, senador, governador e presidente da República. A votação será das 8h às 17h, obedecendo o horário da localidade. O eleitor deverá comparecer à seção de votação com documento oficial com foto e com o título. A previsão do TSE é que, em média, o eleitor gaste 1 minuto e...

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set29

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Segunda-feira, 28 de setembro de 2014, às 12h36 Especialistas discutem razões para afastamento dos cidadãos da política Guilherme Oliveira – Agência Senado Nas últimas eleições presidenciais brasileiras, em 2010, a abstenção eleitoral cresceu pela primeira vez desde 1998. A taxa de 18,12% é inferior à média registrada nos últimos 16 anos (18,53%), mas quebrou a tendência de comparecimento eleitoral crescente que o Brasil vinha experimentando nas décadas anteriores. Para especialistas, porém, esse número não é motivo de preocupação. Segundo Manoel Leonardo Santos, professor de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), uma abstenção de até 20% não chega a ser sinal de problemas em uma democracia.     — A política não interessa a todo mundo mesmo, não. Isso é natural. Mesmo em democracias altamente consolidadas a participação não é total — minimiza ele. Santos acredita que o país passa por um momento de afastamento dos cidadãos em relação à política, o que teria culminado nas manifestações de rua de junho de 2013. — Tivemos um evento incomum, onde um forte sentimento antipolítica foi repercutido. As pessoas reagem a isso. Acho que esse é um problema residual. A partir do momento em que o debate vá se aprofundando, as pessoas se envolvem mais — acredita o professor. De acordo com Acir Almeida, técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), essa tendência de distanciamento dos eleitores pôde ser registrada em diferentes países em tempos recentes. — O engajamento das pessoas tem aparentado declínio mesmo nas democracias mais consolidadas. É um padrão internacional, mas ainda não há explicação consolidada para isso — observa. Santos e Almeida participaram do 1º Seminário de Estudos e Pesquisas no Poder Legislativo, promovido pelo Instituto Legislativo Brasileiro (ILB). A instituição funciona como centro de estudos, destinado tanto à qualificação dos servidores do Senado quanto a atividades de educação à distância, várias das quais abertas a todos os brasileiros. O porquê da abstenção Os motivos que levam o eleitor a não votar são tão desconhecidos para estudiosos da Ciência Política quanto os que o impulsionam às urnas. — As razões que movem o eleitor são uma esfinge. Por que as pessoas votam quando sabem que sua possibilidade de influenciar o resultado é ínfima? Votam por algum sentimento de pertença, ou porque acham importante a democracia, e uns votam só porque é obrigatório — avalia Santos. A obrigatoriedade do voto é, por razões óbvias, apontada como o principal motor da participação eleitoral no Brasil. Almeida, porém, não acredita que ela conte a história toda. — Voto obrigatório significa comparecimento obrigatório. Se você vai pensar no seu voto é outra história. É...

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Comandos para disciplinar a propaganda eleitoral
set29

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Segunda-feira, 28 de setembro de 2014, às 10h38 Fiscalização e apreensão foram feitas nos seis distritos da Subprefeitura Mooca. Em nota, enviada à imprensa na manhã desta segunda-feira (29), a Assessoria de Comunicação da Subprefeitura Mooca, advertiu que o órgão está realizando fiscalizações quanto aos abusos de propagandas eleitorais.       Durante quatro dias de comandos conjuntos, realizados entre os dias 22 e 25 de setembro, o órgão da Prefeitura da cidade de São Paulo, o Tribunal Regional Eleitoral e a Polícia Militar recolheram cerca de 300 placas, cartazes, faixas e cavaletes nos distritos da Mooca, Belém, Tatuapé, Água Rasa, Pari e Brás. De acordo com a assessoria, atendendo reclamações de moradores sobre desrespeito à lei eleitoral. O material que se encontrava irregular foi armazenado no depósito da Subprefeitura Mooca. Cavaletes amarrados em postes ou árvores, publicidade bloqueando o passeio e atrapalhando o tráfego de veículos constituíram a maioria dos problemas encontrados. A propaganda eleitoral pode ser colocada ao longo das vias públicas entre 6 e 22 horas, no entanto deve ser retirada...

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Alckmin alcança 51% dos votos em SP
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Sábado, 27 de setembro de 2014, às 21h09 O candidato à reeleição ao governo do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), venceria no 1º turno do pleito se a eleição fosse hoje, conforme pesquisa do Datafolha.       O último levantamento feito no dia 10 de setembro, Alckmin tinha 49% dos votos e agora está com 51%, enquanto seu concorrente mais próximo, Paulo Skaf (PMDB) manteve os 22%. Alexandre Padilha (PT) está com 9%; brancos e nulos somam 16%. Durante o debate realizado ontem pela Rede Record de Televisão, Alckmin disse ter sofrido ataques paralelos dos dois concorrentes, mas não fez perguntas a eles, que reclamaram de não terem a chance de se defender. Antes do debate os candidatos avaliaram o encontro. Perguntado se os 51% garantiam a eleição, o candidato do PSDB disse que a eleição só está ganha após a apuração. “Mas quero agradecer a confiança, é com enorme humildade que a gente recebe esse resultado”, afirmou. Skaf disse que “todo debate é sempre e uma oportunidade para que os candidatos possam expor suas ideias”. Questionado sobre o debate Padilha aproveitou para atacar. “Acho que é um primeiro debate, já que o candidato Alckmin vem fugindo dos debates anteriores, nós desafiamos ele para estar presente e discutir abertamente”. Na avaliação final, o debate seguiu a previsão de críticas e ataques ao candidato Geraldo Alckmin. Foram levantadas questões sobre a crise da água e segurança pública, transportes, saúde e educação. Além dos pretendentes ao governo de São Paulo, já citados, também participaram Gilberto Natalini (PV), Gilberto Maringoni (PSOL), Laércio Benko (PHS) e Walter Ciglioni...

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Quinta-feira, 25 de setembro de 2014, às 20h44 Da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) lacra, até dia 1º de outubro, as urnas eletrônicas que serão usadas durante as eleições do dia 5. As primeiras urnas começaram a ser lacradas e carregadas nesta quarta-feira (24). Além de lacrados, os terminais vão ser carregados com informações de todos os candidatos. Depois disso, serão transferidos para as seções eleitorais e montados na véspera do pleito. Ao todo, 7.445 aparelhos serão lacrados. Segundo Ricardo Negrão, secretário de Tecnologia do TRE-DF, depois do procedimento nada mais pode ser alterado. “Agora o sistema de candidatura foi fechado e não temos mais condições de modificar nenhum candidato na urna”, disse. A expectativa do TRE é que compareçam às seções 1.897.677 eleitores em todo o...

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Marina se recusa a atacar concorrentes e reafirma manutenção de programas sociais
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Segunda-feira, 23 de setembro de 2014, às 17h01 “Não podemos continuar com a cultura da polarização”, afirma em Brasília. Candidata à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil, Marina Silva reafirmou nesta segunda-feira (22) a necessidade de um debate programático em torno dos problemas do Brasil e alertou para as distorções impostas pela tradicional polarização entre PT e PSDB. Para ela, a intolerância política já contamina outros aspectos da vida em sociedade, movimento que deve ser freado. “Nós não podemos continuar com a cultura da polarização. Tudo o que a gente vê é uma guerra entre o azul e o vermelho e nós não queríamos entrar num jogo de que, agora, seria uma guerra do azul com o vermelho, o verde e o amarelo”, afirmou. “Nós sempre tivemos uma convivência adequada na diversidade social, cultural e religiosa. Não podemos aprofundar a polarização, que acontece erradamente na política, na sociedade”, alertou. Na abertura da 5ª Assembleia Geral Eletiva da Associação Nacional de Educação Católica (Anec), Marina reafirmou sua determinação de não atacar seus adversários na disputa eleitoral e manter o debate do seu Programa de Governo. A candidata do PSB voltou a rejeitar a ideia de uma gestão fragmentada e disse que governará para todos os brasileiros. “Como presidente da República, serei a presidente de todos os brasileiros. Nosso Estado laico assegura o direito de quem crê, de quem não crê e assegura, sobretudo, que um Estado laico não é ateu, é Estado para defender os interesses de quem crê, de quem não crê, na sua diversidade social, cultural e religiosa”. A presidenciável foi categórica ao negar a extinção dos programas sociais em andamento e pediu respeito ao povo brasileiro. “Estão dizendo que eu vou acabar com tudo e mais um pouco”, brincou. “Contra o marketing selvagem, não valem argumentos. Eu peço a Deus pelo discernimento do povo brasileiro”, declarou, referindo-se à tática de seus oponentes, que partiram para a disseminação de mentiras para influenciar o eleitor. “Não é possível uma pessoa acabar com o pré-sal, Fies, Pronatec, Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, transposição do Rio São Francisco, (ferrovia) Transnordestina, décimo terceiro salário, férias, Petrobras, Caixa Econômica, Banco do Brasil… Se uma pessoa pode fazer tudo isso é por nós termos um país que é o quê, de papel? Não é. Isso fere o bom senso e a inteligência dos brasileiros”, disse. Segundo ela, a sociedade brasileira deixou um recado claro, exigindo mudanças e mais qualidade na política: mudem, antes de serem mudados. “Nós queremos criar uma nova lógica e tomar posição. Não seremos nem oposição raivosa, nem situação cega, mas teremos compromisso com o Brasil”, afirmou. “Não...

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Dilma exalta ações de seu governo e faz promessas
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Terça-feira, 23 de setembro de 2014, às 17h33 Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco A presidenta Dilma Rousseff, que disputa a reeleição pelo PT, visitou ontem (22) Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte. Em uma caminhonete, ao lado de candidatos locais, Dilma acenou para o público. Em seguida, durante entrevista, ela citou ações de seu governo para a mobilidade urbana e voltou a prometer maior integração das forças de segurança pública, em um eventual segundo mandato.     No Dia Mundial sem Carro, a candidata defendeu as ações que vem realizando no transporte público. Segundo ela, o governo federal já estudou a abertura de uma linha de financiamento específica para as bicicletas, além da isenção de tributos que já existe na Zona Franca de Manaus. Dilma voltou a mencionar que foram aplicados R$ 143 bilhões, como financiamento, e recursos do Orçamento para ações de mobilidade. Antes das manifestações de junho do ano passado, o aporte estava em torno de R$ 93 bilhões, porém, mais R$ 50 bilhões entraram na promessa, priorizando capitais e regiões metropolitanas. Antes de repetir que a participação dos bancos públicos é importante para que ações como as de mobilidade sejam viabilizadas, a candidata enumerou investimentos no transporte público, para a construção de metrôs, veículos leves sobre trilhos e corredores exclusivos de ônibus, citando obras que já foram construídas e outras ainda em construção. “O tempo é algo de que todos precisamos para viver com a família, com os amigos. Enfim, desfrutar da vida, e garantimos isso”, disse, na entrevista. Outra promessa reafirmada por Dilma foi a integração das forças de segurança pública de diferentes estados e a ampliação para todas as capitais dos centros integrados de Comando e Controle. “Nossa proposta é expandi-los para todo o Brasil, para os 27 estados. Além disso, o que consideramos fundamental é a ação conjunta de todos os estados. O Brasil é um país continental, então a mesma preocupação que temos nas fronteiras, precisamos ter nas [divisas] estaduais”, defendeu. A candidata participou nesta terça-feira, como atual presidente do Brasil, da Cúpula do Clima 2014. “Precisamos reverter lógica de que combater mudança do clima é danoso à economia”, afirmou seu...

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Terça-feira, 23 de setembro de 2014, às 16h33 No Dia Mundial sem Carro, Marina defende ciclovias e redução de impostos na fabricação de bicicletas     No início da manhã desta segunda-feira (22), Marina Silva participou de um ato para marcar o Dia Mundial sem Carro, na região central de Brasília. Acompanhada pelo candidato do PSB ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, ela assinou uma carta reconhecendo as reivindicações da União Brasileira dos Ciclistas. A candidata à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil defendeu a redução dos impostos na fabricação de bicicletas, a criação de ciclovias e o incremento do transporte público de qualidade como pontos importantes da agenda de mobilidade urbana. O Programa de Governo de Marina e Beto Albuquerque defende o incentivo à mobilidade não motorizada (a pé e de bicicleta) por ser o modo mais sustentável de começar a mudar a realidade nas cidades, em especial no sistema de intermodalidade. Depois do evento, Marina participou da abertura da V Assembleia Geral Eletiva da Associação Nacional de Educação Católica (Anec), onde defendeu hoje a adoção de políticas públicas que corrijam a remuneração do professor brasileiro e apóiem sua qualificação...

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Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 12h36 País deve dar prioridade a reformas estruturais para evitar recessão. Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Edição: Lílian Beraldo Para segurar o aumento de preços, o próximo governante precisará adotar medidas recessivas, acreditam especialistas ouvidos pela Agência Brasil. De acordo com eles, a redução do controle sobre preços administrados (como tarifas públicas e combustíveis nas refinarias) terá impacto temporário na inflação em 2015. Dessa forma, o Banco Central deve manter os juros altos, e o governo vai ter de cortar gastos públicos, o que pode impedir a retomada do crescimento da economia no próximo ano.     “O próximo presidente terá de adotar medidas fortes em 2015, para que a economia volte aos trilhos. Algumas serão impopulares, mas todas são necessárias para recuperar a credibilidade dos investidores na economia brasileira, o que vai destravar o crescimento mais tarde”, diz a professora de economia Virene Matesco, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Além disso, serão necessárias reformas estruturais, acreditam os economistas ouvidos pela reportagem. “Para as expectativas melhorarem de forma definitiva e o crescimento ser sustentável, o ideal seriam reformas estruturais, como a redução da carga tributária e a melhoria da infraestrutura”, destaca Virene. O coordenador do curso de economia do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), Márcio Salvato, considera inevitável a tomada de medidas recessivas no próximo ano. “Não espero que a taxa de crescimento se recupere em 2015. As medidas são como um remédio amargo, com efeitos colaterais em um primeiro momento, mas que curam o doente depois”, alega. O aumento de tarifas em 2015 é praticamente dado como certo pelos economistas porque muitos preços de empresas que prestam serviços públicos ficaram represados nos últimos anos. Além disso, a Petrobras será cada vez mais pressionada a aumentar o preço da gasolina e do diesel por causa do endividamento com a exploração da área pré-sal. “Esse realinhamento de preços poderá ser mais gradual ou mais intenso. Dependerá do interesse do próximo governo em resolver o problema porque quando se segura um preço, todo o sistema de preços fica distorcido”, acredita Virene. “Haverá repique na inflação, mas será momentâneo. Não é uma situação que vai se perpetuar.” Para impedir que a alta das tarifas contamine os demais preços da economia, declaram os especialistas, o próximo governo terá de agir tanto na política monetária quanto na fiscal. Primeiramente, o Banco Central terá de manter os juros altos e tomar medidas de regulação que restrinjam o acesso ao crédito, como o aumento do compulsório, parcela que os bancos não podem emprestar. “Não creio que o Banco Central reduza os juros em 2015. Os...

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Segunda-feira, 1 de setembro de 2014 às 19h36 Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, disse hoje (1º) que o Brasil não pode desperdiçar o espírito empreendedor dos jovens. Ela destacou os últimos resultados do desempenho da economia do país e ressaltou que a situação está prejudicando o desenvolvimento profissional da juventude.       “A ideia de ter saúde e educação de qualidade, desenvolvimento econômico, tudo isso dialoga com uma questão fundamental, que é o fato de nossos jovens estarem cada vez mais aguçando em si o espírito empreendedor. Mas esse empreendedorismo, que é caracterizado pelo esforço, pela busca da formação, inclusive da formação profissional, está sendo comprometido em função das dificuldades econômicas que o nosso país está encontrando”, afirmou a candidata. Marina disse que tem apresentado medidas de apoio ao empreendedorismo dos jovens, mas não as detalhou. “Temos feito um esforço muito grande de contribuir com esse debate, procurando medidas que possam fazer com que o Brasil não perca as conquistas que, a duras penas, alcançou e, ao mesmo tempo, venham a comprometer o futuro, principalmente, da nossa juventude empreendedora”. Marina falou com a imprensa em frente a sua residência na capital paulista, no bairro de Moema. A candidata voltou a falar sobre a retirada de seu programa de governo do trecho que propunha apoio ao casamento de pessoas do mesmo sexo. Segundo ela, houve um “erro de processo”, e o que foi publicado originalmente no plano de governo não havia sido o acordado entre os participantes do processo de elaboração do documento. “A minha posição sobre o tema é a posição que nós discutimos e debatemos dentro do processo de elaboração do programa, a posição que eu já vinha defendendo desde 2010: a afirmação da defesa do estado laico, como uma conquista de todos os brasileiros e da nossa Constituição, a defesa dos direitos civis de todos os brasileiros”. Marina ressaltou que é a favor da união civil entre pessoas do mesmo sexo, mas não deixou claro se defende o casamento entre elas. “O casamento é estabelecido entre pessoas de sexos diferente. É isso que está assegurado na Constituição, na legislação brasileira. Mas os direitos são iguais. O que eu tenho defendido são os direitos civis e a união civil entre pessoas do mesmo...

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Quarta-feira, 27 de agosto de 2014 às 21h10 “Nosso compromisso é de que o Brasil seja passado a limpo”, defende Marina, no site do partido Rede Sustentabilidade. Leia a matéria publicada após o debate de ontem (26). Rede Sustentabilidade – No primeiro debate entre os candidatos à Presidência, a candidata da Coligação Unidos do Brasil, Marina Silva, teve uma participação bastante destacada, com posicionamentos firmes e aberta ao diálogo e ao debate de ideias. Marina defendeu uma agenda propositiva, voltada para o desenvolvimento sustentável, a renovação política e econômica do país.     “O nosso compromisso é de que o Brasil seja passado a limpo, fazendo a reforma das reformas, que é a reforma política e, a partir daí, nós possamos avançar”, defendeu a candidata. Ela ainda reforçou que há um desejo de mudança da população, expresso nas manifestações de 2013. “As manifestações de junho apresentam um pacto para atender as reivindicações da população”, comentou. Esse movimento social, para Marina, foi um claro sinal de busca por mudanças e um novo jeito de fazer política. “A reforma política começa agora, com o debate de ideias, com políticas de juros baixos, controle de inflação e crescimento, desenvolvimento econômico e social. Os parlamentares serão eleitos pela sociedade brasileira a partir dessa nova escolha que fizermos”, pontuou. A candidata também criticou a atual polarização entre PT e PSDB como um entrave para a evolução do sistema político brasileiro. “Temos de combater a polarização que, há 20 anos, constitui um verdadeiro atraso para o País. Precisamos de políticas coerentes com a renovação e o compromisso com o futuro do Brasil”, disse. “Uma das coisas mais importantes para que a gente possa resolver os problemas, em primeiro lugar, é reconhecer que eles existem”, completou. Em tom crítico, rebateu a candidata Dilma Rousseff, que apresentou um Brasil mais “virtual” do que real. “Esse Brasil que a presidente Dilma acaba de mostrar, colorido, quase cinematográfico, não existe para as pessoas, que continuam presas no trânsito e em situação de penúria na saúde e na segurança”, reforçou. “O Brasil precisa de visão estratégica. Se olharmos o histórico das conquistas dos últimos 20 anos, veremos que o País não teve presidentes com perfil de gerente. Porém, no último governo, o Brasil será entregue em condições piores por uma candidata que se coloca como gerente”. Em linha com esse raciocínio, a candidata também reiterou sua visão de Estado como agente de mobilização da sociedade. “Defendo um Estado capaz de mobilizar o melhor da iniciativa privada, do empreendedorismo e de todos os atores da sociedade para atender às necessidades dos cidadãos brasileiros”, reforçou. A candidata também tratou da urgência da...

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ago27

Aécio Neves defende trabalho de voluntários

Quarta-feira, 27 de agosto de 2014 às 21h04 Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, disse hoje (27) que, caso eleito, irá apoiar iniciativas de empreendedores voluntários. Ele participou da cerimônia de lançamento do portal Vamos Agir, um site de apoio à sua candidatura tocado por voluntários.     “Estamos abrindo canais de participação da sociedade brasileira em nosso projeto, o Fórum Brasil, para buscar iniciativas de anônimos que procuram melhorar a vida de pequenas comunidades”, defendeu o tucano. Entre essas ações, ele mencionou a convocação para doações de sangue e para a limpeza de praças públicas. “Muitas vezes não é o Poder Público que resolve a vida das pessoas, muitas vezes são as iniciativas da própria comunidade que melhoram a vida no seu entorno”, pontuou o candidato. O candidato acrescentou que não mudará a estratégia de campanha até as eleições, em outubro, mantendo a rotina de disputar os votos em encontros com os eleitores nas ruas de todo o país. Aécio Neves voltou a defender a proposta de criação do Mutirão de Oportunidades, que pretende dar estímulos a jovens na faixa de 18 a 29 anos que não tenham concluído os cursos do ensino médio e fundamental. A ideia é conceder uma bolsa no valor de um salário mínimo a cada um dos jovens para voltarem a estudar. Pelos cálculos de seu programa de governo, existem cerca de 20 milhões de jovens nessas condições, sendo 11 milhões sem terem terminado o ensino fundamental. De acordo com o critério estabelecido, a medida será desenvolvida em localidades onde a taxa de abandono escolar ultrapasse...

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Dilma almoço em restaurante popular no Rio de Janeiro
ago27

Dilma almoço em restaurante popular no Rio de Janeiro

Quarta-feira, 27 de agosto de 2014 às 20h47 Isabela Vieira – Repórter da Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel Candidata à reeleição, a presidenta da República Dilma Rousseff (PT) almoçou hoje (27) em um restaurante popular na zona oeste do Rio de Janeiro. A candidata chegou ao local por volta das 12h e saiu às 13h, sem dar declarações à imprensa ou fazer discursos.     Dilma Rousseff almoçou ao lado do candidato ao governo do estado Anthony Garotinho (PR) e de Lilian Sá (PROS), que concorre ao Senado. Dilma serviu-se e comeu junto com os usuários habituais. A visita dos candidatos foi monitorada e registrada por cerca de dez fiscais do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Eles estiveram no local para apurar denúncia sobre o uso do espaço público para campanha política. O relatório deles será submetido a um juiz, que avaliará se houve ou não violação da lei eleitoral. Durante o almoço, a presidenta cumprimentou apoiadores, tirou várias fotos e causou um pequeno tumulto ao deixar o restaurante. Funcionários cumprimentaram os candidatos e reuniram-se para uma foto ao final. Entre as opções do cardápio, a presidenta escolheu arroz, feijão, abóbora, frango e salada. Serviu-se também de suco e sopa, mas não os saboreou. O restaurante popular Getúlio Vargas foi construído na gestão de Anthony Garotinho à época em que ele era governador do Rio de Janeiro. Vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social, a unidade serve aproximadamente 3,8 mil refeições por R$ 1 ao dia....

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Marina abre 10 pontos sobre Aécio
ago27

Marina abre 10 pontos sobre Aécio

Quarta-feira, 27 de agosto de 2014 às 19h52 Segundo mostram as pesquisas, se as eleições fossem realizadas hoje, Marina Silva venceria Dilma Roussef no segundo turno. Gerson Soares A candidata Marina Silva (PSB) teve uma participação satisfatória ontem, durante o primeiro debate dos presidenciáveis, promovido pela Band. Aécio Neves (PSDB) não se saiu tão bem quanto poderia, talvez pelo nervosismo e o compromisso que cresce com uma ala de diversos setores que não se alinham plenamente nem com Marina e já não aguenta mais, o que foi chamado de mundo da fantasia petista durante o debate. Dilma Roussef, conhecedora das muitas áreas pelas quais o país se divide, vem demonstrando nervosismo durante as entrevistas e ontem não foi diferente.     O PT de Dilma está esgotado com tantos descalabros praticados através dos anos que dispôs do mais alto cargo do poder. Aécio Neves defende a nova política, mas centra-se principalmente em suas propostas o que é saudável para ele e também para o Brasil que precisa de políticos com ideias renovadoras. Os demais candidatos presentes ao debate também tiveram um papel importante, suas propostas não podem ser menosprezadas e deveriam ser analisadas pelos concorrentes que despontam na corrida presidencial. Marina Silva já supera Aécio Neves nas pesquisas e seria a nova presidente do Brasil se as eleições fossem hoje, pois venceria Dilma Roussef no segundo turno. Eis as mudanças mais contundentes que o cenário político apresenta, depois do lamentável falecimento de Eduardo Campos, tido também como um político com a mente voltada para as inovações e as tão requeridas mudanças pleiteadas pelos brasileiros, que ficaram a cargo de Marina levar à frente. A candidata mantém uma postura tida por muitos como radical, pois a maioria está acostumada com os sorrisos dos políticos, com as facilidades com que prometem e não cumprem e o jeito fácil de encontrar soluções. Com ela, o sorriso não vem a cada palavra, que são duras, mesmo em momentos, em que se imagina deveriam ser condescendentes ou mais suaves, a fim de que ela possa obter os tão almejados votos.     As pesquisas estão mostrando que a preferência dos brasileiros estará recaindo sobre quem tiver coragem de enfrentar o toma lá, dá cá, da política tradicional brasileira e Marina Silva está se encaixando nesse novo modelo de político que não está muito a fim de mostrar os dentes e de dizer não quando a palavra for essa a palavra a ser dita. Caberá a ela manter-se firme diante do que afirma. Como disse ontem a candidata: “Existem pessoas com boas intenções em todos os partidos”. Segundo Marina deixa a entender, estes poderão somar...

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Band promove 1º debate com presidenciáveis hoje às 22h
ago26

Band promove 1º debate com presidenciáveis hoje às 22h

Terça-feira, 26 de agosto de 2014 às 11h26 – Atualizado às 18h04   Rede Bandeirantes promove o primeiro debate com os candidatos à Presidência da República, na noite de hoje. Gerson Soares Os canais da Rede Bandeirantes e o Portal da Band transmitem a partir das 22h, ao vivo para todo o país, o primeiro encontro com os candidatos Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB).     Segundo a emissora, o internauta que acompanhar o debate através do Portal da Band, também poderá conferir os bastidores e uma análise especial do evento com os cientistas políticos Pedro Fassoni e Vera Chaia, ambos da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). A partir das 20 horas, os internautas já poderão conferir os bastidores, com fotos dos convidados e entrevistas com autoridades. O momento em que o país vive, confere uma importância ainda mais especial ao encontro dos presidenciáveis que estarão frente a frente. Para Marina Silva esta será uma boa oportunidade. Apesar de ser uma das mais bem cotadas ao cargo, o horário da propaganda política destinado à candidata, é muito menor do que o dos concorrentes. Enquanto Dilma possui 11 minutos e 24 segundos e Aécio Neves fica com 4 minutos mais 35 segundos, Marina Silva, que substituiu Eduardo Campos – falecido em acidente aéreo no dia 13/8 – vai dispor de apenas 2 minutos e 3 segundos para sua propaganda eleitoral. As regras para o debate foram definidas após encontros com os partidos e terá seis blocos. A apresentação será do jornalista Ricardo Boechat, comandante do Jornal da Band. Últimos ajustes Os estúdios da Band, no Morumbi, em São Paulo, recebem os últimos ajustes para o primeiro debate entre os candidatos à presidência, uma tradição do Grupo Bandeirantes, que destacou cerca de 300 profissionais que estarão envolvidos nos trabalhos. Foram credenciados cento e cinquenta profissionais de imprensa para a cobertura do evento. Segundo divulgado pelo Portal da Band (onde nos intervalos os internautas poderão acompanhar análises exclusivas), entre os convidados estão Michel Temer, vice-presidente da República; Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal; Renan Calheiros, presidente do Senado Federal; Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara dos Deputados; Alberto Toron, juiz do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo; Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco; Jorge Nasser, diretor de marketing do Bradesco; Joesley Batista, presidente da JBS; Caco Alzugaray, presidente da Editora Três e o empresário Carlos Jereissati. Com informações do Portal da...

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A candidata Marina Silva visita a Bienal do Livro em SP
ago26

A candidata Marina Silva visita a Bienal do Livro em SP

Terça-feira, 26 de agosto de 2014 às 11h26 Educação de qualidade passa pelo incentivo à leitura, diz Marina na Bienal do Livro Educação de qualidade é foco prioritário para a presidenciável da Coligação Unida pelo Brasil, Marina Silva, e foi o que motivou sua visita, na tarde desta terça-feira, à 23ª Bienal do Livro, em São Paulo, ao lado de seu vice, Beto Albuquerque. Cercada por jovens estudantes e adolescentes por todo o tempo em que esteve no pavilhão da feira de livros – e incapaz de negar os incontáveis pedidos para selfies – Marina levou quase uma hora para percorrer meros 100 metros. Mais que isso, a candidata repetiu a todos o mesmo conselho: ler e estudar é muito importante.     “Nós queremos dar foco à educação qualidade para que as pessoas sejam capazes de acessar ocupações que melhorem suas vidas e, principalmente, para formarmos cidadãos de acordo com as necessidades do nosso País”, ressaltou Marina. “A nossa visita à Bienal é para deixar bem claro que a educação tem dois processos. Um de formação escolar, onde defendemos a preparação de tempo integral. Outro que envolve outros agentes e, por isso, queremos valorizar o exercício da leitura, como uma forma de completar a formação, com a valorização de bibliotecas e equipamentos públicos que favoreçam a leitura”. O comprometimento de Marina com a área educacional vem de longa data. Aluna tardia, alfabetizada na adolescência, ela cultiva carinho especial pelos livros. “Que sorte poder entrar aqui e folhear um livro que fala justamente sobre a arte da leitura”, festejou Marina, ao visitar um dos estandes e encontrar na prateleira a obra do educador Paulo Freire “A importância do ato de ler”. A candidata acabou presenteada com o exemplar pelo atendente Marcel Cleante. Melhorar a educação no Brasil, afirma, passa por melhorar as verbas de ensino. Perguntada sobre o tema, Marina respondeu que já está aprovada pelo Congresso a destinação de 10% do PIB para a Educação. “O que nós vamos fazer é assumir o compromisso de antecipar para quatro anos a metas para o ensino integral, que estavam previstas para oito anos”, garantiu. Marina fez questão de frisar que uma educação de qualidade passa por uma valorização econômica e simbólica dos professores. Educação boa é a educação que forma cidadãos para o exercício da cidadania, frisou. Na chegada à Bienal, Marina recebeu dos organizadores do evento, a Câmara Brasileira do Livro (CBL), uma carta pedindo sua atenção para iniciativas que venham a incentivar à leitura, e que são praticadas com sucesso em países da Europa e também em alguns da América Latina, como Argentina e Chile. A candidata à...

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Marina pede renovação na política
ago23

Marina pede renovação na política

Sábado, 23 de agosto de 2014 às 10h08 – Atualizado às 16h47   Em caminhada no Recife, Marina pede renovação na política brasileira Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Edição: Juliana Andrade A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, pediu hoje (23) que os eleitores votem pela renovação da política brasileira. Em caminhada na zona norte do Recife, ela defendeu que a campanha seja baseada no debate de propostas, principalmente relacionadas à educação, à saúde e à segurança.       “Queremos que a renovação na política venha do compromisso de ter posições para melhorar a saúde, a educação, a segurança”, declarou Marina, que estava acompanhada pelo candidato a vice, Beto Albuquerque, e pelo candidato do PSB ao governo de Pernambuco, Paulo Câmara. O evento marcou o primeiro ato de Marina nas ruas desde que ela teve a candidatura à Presidência confirmada pelo PSB. Segundo Marina, sua campanha se caracterizará pela discussão de ideias, não pelos ataques aos adversários. “Nós queremos o debate, não o embate”, disse. Ela destacou que a educação será prioridade caso seja eleita: “A educação fez a diferença na minha vida. Se a escola for boa para todo mundo, a gente muda a vida do nosso povo.” A candidata defendeu a união dos brasileiros em torno da manutenção do projeto político de Eduardo Campos, morto num acidente aéreo em Santos no último dia 13. “As coisas verdadeiramente grandiosas precisam ser feitas por todos”, declarou. Para Marina, a renovação da política depende de uma mudança coletiva de atitude. “Quem ganhará esta eleição não são as velhas estruturas. Quem vai ganhar esta eleição é a nova postura do cidadão brasileiro.” O indicado a vice-presidente na chapa de Marina, Beto Albuquerque, fez um discurso após a caminhada. Ele destacou que a coligação Unidos pelo Brasil tem como tarefa concluir o caminho da mudança iniciado pelo ex-governador pernambucano Eduardo Campos. “Eduardo Campos será eterno entre todos nós. Eu e Marina temos uma tarefa, de concluir o caminho que Eduardo Campos começou. O caminho da mudança. O caminho do compromisso com o povo, o compromisso de tirar o Brasil das mãos dos sanguessugas, das velhas raposas da política, e entregar esse Brasil ao povo sofrido, para junto com Marina Silva governarmos de olho naquilo que o povo quer, o povo exige e o povo determina.” A caminhada foi o primeiro compromisso do dia de Marina na capital pernambucana. Às 18h, ela fará um pronunciamento no Clube Internacional, no Recife. A candidata do PSB não tem agenda prevista para amanhã...

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Marina Silva está animada e confiante, diz Pedro Simon
ago20

Marina Silva está animada e confiante, diz Pedro Simon

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 18h48 – Atualizado às 21h05 Karine Melo e Carolina Gonçalves – Repórteres da Agência Brasil Edição: Lílian Beraldo A ex-senadora Marina Silva passou a manhã de hoje (20) na Fundação João Mangabeira, em Brasília, onde se reuniu com assessores e lideranças políticas, entre elas, o deputado federal Beto Albuquerque (RS), o presidente do PSB, Roberto Amaral, e os governadores Renato Casagrande (ES) e João Lyra (PE). O senador Pedro Simon (PMDB-RS), amigo pessoal de Marina, disse que veio ao seu encontro para dar alguns “palpites” sobre a campanha.     Simon disse que Marina está animada, confiante e firme. “A Marina é a candidata da esmagadora maioria do Brasil e quer mudar”, disse. Segundo ele, Marina achou “ótima” a escolha do deputado federal Beto Albuquerque, líder do PSB na Câmara, para acompanhá-la como vice na chapa. Simon destacou que o fato de Albuquerque não ser conhecido nacionalmente não deve ser motivo de preocupação para o PSB que queria um nome que simbolizasse a legenda. “A linha dele é correta, ele é bom de tribuna e tem uma boa biografia. Ele é jovem, é brilhante, grande orador, tinha uma intimidade muito grande com Eduardo Campos e tem com a Marina. É importante para a afirmação do partido”, explicou. Para compor a chapa, Albuquerque, que era candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul, teve que abrir mão da disputa no estado. Pedro Simon, que poderia assumir a candidatura, descartou qualquer possibilidade de campanha alegando problemas de saúde, mas garantiu que Marina terá o apoio do PMDB no território gaúcho.     As articulações entre Marina e outros políticos ocorreram ao mesmo tempo em que parlamentares e dirigentes do PSB se reuniam para construir uma carta reafirmando os compromissos de Eduardo Campos e apoiando a nova composição da chapa. O documento será apresentado na reunião da Executiva Nacional do partido marcada para as 15h de hoje em Brasília, quando o PSB oficializa a chapa com os nomes de Marina Silva e Beto Albuquerque. Em nota, o PPS reafirmou o compromisso com a coligação. “Temos a certeza de que a chapa Marina Silva e Beto Albuquerque honrará o compromisso de Eduardo de não desistir do Brasil, mantendo acesa a chama da mudança. O PPS compromete-se com a candidatura de Marina-Beto Albuquerque com o mesmo empenho e com a mesma dedicação com que se lançou como partícipe do projeto Eduardo-Marina”, disse em nota o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, que se reuniu com a Executiva Nacional do partido hoje...

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Marina Silva é oficializada candidata à presidência
ago20

Marina Silva é oficializada candidata à presidência

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 20h27   Marina Silva foi oficializada pelo PSB como candidata à Presidência da República na tarde de hoje (20).       A notícia já era esperada desde sábado (16). Com a mudança assumem também novos coordenadores de campanha. O assessor da ex-senadora, deputado Walter Feldmann assumirá ao lado de Carlos Siqueira do PSB a coordenação-geral da campanha. Segundo, divulgado pela Folha de São Paulo, Marina irá manter a postura assumida com Eduardo Campos quanto aos palanques e não deverá compartilhá-los em São Paulo, Paraná e Santa...

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Campos já mudou o Brasil
ago18

Campos já mudou o Brasil

Segunda-feira, 18 de agosto de 2014 às 10h06 – Atualizado às 19h06 De uma forma ou de outra, Eduardo Campos mudou o Brasil. Gerson Soares Como disse neste final de semana, um emérito professor de Física, para obter-se uma reação é necessário haver massa crítica. Eduardo Campos, com seu sorriso que resplandecia no olhar claro estava predestinado a mudar o Brasil e nem mesmo ele sabia disso. Mas, acreditava e disse: “Nós não vamos desistir do Brasil”. Sua frase ainda ficará na memória por muito tempo e as palavras estarão eternizadas nas imagens de sua despedida.       Menos conhecido no sudeste do que na região nordestina, onde se sobressaiu com políticas importantes, Campos vinha num crescente entendimento com a classe empresarial brasileira que vislumbrava nele as perspectivas de mudanças para fazer o país voltar a crescer. Setores progressistas e populares também enxergavam com bons olhos o jovem estadista. Campos desenvolveu-se num meio familiar voltado para a política, dela se alimentou, cresceu e se destacou, a ponto de pleitear o mais alto posto eletivo do país. Era a esperança de uma nova linhagem política no país que clama por mudanças urgentes. Com Miguel Arraes, pai de Ana sua mãe, embrenhou-se certamente pelas mais longínquas e pequenas distâncias que separam o Brasil irreal daquele verdadeiro, onde as necessidades humanas mais elementares foram esquecidas. Em que a dádiva de ter apenas água para beber é capaz de suplantar a dor da doença e até a fome, essa outra calamidade que também deve ter cruzado seus caminhos em seu assaz desejo de ser saciada por um prato de comida, numa das regiões mais castigadas. A morte trágica e surpreendente de Eduardo Campos, tão rápida quanto a explosão que lhe ceifou a vida e a promissora carreira política, provocou imediata comoção e mudança na atitude do povo brasileiro, por tradição indiferente à política. Sua morte, no mesmo dia em que nove anos atrás falecia o avô, 13 de agosto, levou muita gente à reflexão; um breve olhar para o quanto é preciso amadurecer politicamente e todo o sacrifício necessário para que o país atinja maturidade para reivindicar seus anseios e a forma como o fará. Campos deixa um legado com sua repentina ascensão e morte, ao mesmo tempo em que abre as portas para que a vice de sua chapa, Marina Silva – mulher de fibra e opinião forte – tome as rédeas da carruagem em que viajavam; um terreno pedregoso de dificuldades a serem vencidas. Ela mesma impedida de disputar a Presidência da República sob sua própria legenda, por manobras que impossibilitaram o registro do seu partido Rede Solidariedade. Através de...

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Definição da chapa do PSB, só sai na quarta-feira
ago18

Definição da chapa do PSB, só sai na quarta-feira

Segunda-feira, 18 de agosto de 2014 às 12h01 – Atualizado às 17h19 Qualquer decisão passará por Renata e Marina, diz presidente nacional do PSB Agência Brasil Ivan Richard – Enviado Especial Edição: Talita Cavalcante O presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, disse há pouco, em reunião do partido no Recife, que qualquer decisão da sigla sobre o nome que substituirá Eduardo Campos na disputa à Presidência passará por Renata Campos, viúva do ex-presidenciável, e por Mariana Silva, vice na chapa Unidos pelo Brasil.     “Vamos conversar com os cinco partidos e depois vamos conversar com a Marina e com a Renata para tomarmos nossa decisão”, disse Amaral. O presidente do PSB de Pernambuco, Celino Guedes, destacou que Eduardo Campos morreu fazendo política. “Então, com certeza, ele iria querer que continuássemos a campanha”, disse ao responder se é cedo para tal discussão. Sobre especulações de que Renata pudesse integrar a chapa como vice de Marina, Amaral disse que a viúva de Campos “pode ser o que ela quiser”, mas que o partido aguarda uma posição dela. “Não posso dizer nada antes de conversar com ela e respeitá-la. É uma mulher que vocês estão vendo, que se supera com as dificuldades”. Renata Campos é filiada ao PSB de Pernambuco. Um dia após o enterro do ex-governador de Pernambuco, o PSB no estado decidiu promover uma reunião hoje, que havia sido convocada por Eduardo. Segundo Amaral, a própria viúva pediu a manutenção do encontro para tratar de questões estaduais, como forma de mostrar unidade em torno do nome de Paulo Câmara na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. O presidente do PSB voltou a dizer que o substituto de Campos deve ter o compromisso com os ideais dele e com o combate às desigualdades sociais. No último sábado (16), o presidente do partido afirmou que a decisão só sairá nesta quarta-feira. “É a Executiva Nacional que vai decidir o nosso candidato à Presidência e à vice. Nos reuniremos na quarta-feira, às 15h, na sede do partido, em Brasília. Antes disso, qualquer coisa é especulação. Não tomaremos nenhuma decisão antes de enterrar o Eduardo”, disse Amaral ao deixar a casa da família de Campos, no Recife. Dentro do partido, o nome do deputado federal Beto Albuquerque (RS) surge com grande força para ocupar a vaga de vice, apesar do apelo em torno do nome da viúva. “A Renata pode ser candidata à vice, à Presidência, ela é um quadro excepcional. Vocês não fiquem vendo a Renata como a esposa de Eduardo. Ela é um quadro político da maior importância e uma fortaleza extraordinária. Se ela autorizar, o nome será considerado”, frisou...

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Marina já empata com Aécio
ago18

Marina já empata com Aécio

Datafolha aponta empate técnico entre Marina Silva e Aécio Neves Karine Melo – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger A primeira pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial, realizada depois da morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB), foi publicada nesta segunda-feira (18) e aponta a presidenta Dilma Rousseff com 36% das intenções de voto. Em um cenário com Marina Silva ocupando a vaga deixada por Campos, que deve se confirmar oficialmente até quarta-feira (20), a ex-senadora aparece com 21% das intenções de voto, seguida pelo candidato do PSDB, Aécio Neves com 20%. Nesta simulação, Marina e Aécio aparecem em empate técnico na segunda colocação e devem disputar uma das vaga para o segundo turno.       Entre os demais candidatos, o Pastor Everaldo (PSC) soma 3% das intenções de voto. Zé Maria (PSTU) e Eduardo Jorge (PV) aparecem com 1%. Luciana Genro (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) não pontuaram. Na simulação com Marina como candidata, os números de voto nulo ou em branco caíram 5%. Na última pesquisa, ainda com Campos, esse grupo somava 13% e, agora, recuou para 8%. Indecisos eram 14%, caindo para 9% nesta pesquisa. O Datafolha também ouviu eleitores em um cenário sem nomes para substituir Campos. Nessa simulação, Dilma tem 41% das intenções de voto, Aécio aparece com 25%, Pastor Everaldo com 4%; Zé Maria, Eduardo Jorge, Luciana Genro e Rui Costa Pimenta somam 1% cada. Brancos e nulos somam 13% e indecisos 12%. Na resposta espontânea, em que a intenção de voto é declarada sem a sugestão de nomes, a presidente Dilma lidera com 24%, Aécio aparece com 11% e Marina com 5%. Na última pesquisa, a candidata do PT tinha 22%, contra 9% do tucano. Na última pesquisa divulgada pelo Datafolha em meados de julho, quando Campos era o candidato do PSB, Dilma tinha 36% das intenções de voto diante de 20% de Aécio e 8% de Campos. O Pastor Everaldo (PSC) aparecia com 3%. José Maria (PSTU), Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro, Rui Costa Pimenta (PCO) e Eymael (PSDC) tinham 1% cada. Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) não pontuavam. Brancos e nulos somavam 13% e indecisos, 14%. O levantamento Datafolha foi realizado entre 14 e 15 de agosto, com 2.843 eleitores em 176 municípios do país. A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-00386/2014, tem margem de erro máxima de 2 pontos porcentuais e nível de confiança de...

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“Guerreiro do povo brasileiro”
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Comovente adeus a Eduardo Campos
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Notas oficiais da Coligação Unidos pelo Brasil
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Eduardo Campos no JN, última entrevista
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Eduardo Campos no JN, última entrevista

Quarta-feira, 13 de agosto de 2014 às 16h22   O site do partido Rede Sustentabilidade divulgou hoje, não é possível estimar se antes ou depois do acidente com o candidato à presidência Eduardo Campos, um resumo e o vídeo da entrevista durante o Jornal Nacional da Rede Globo. Veja a seguir: No Jornal Nacional, Eduardo Campos defende propostas e aliança com Marina Rede Sustentabilidade – Eduardo Campos, candidato à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil, afirmou em entrevista nesta terça-feira (12) ao “Jornal Nacional”, da Rede Globo, que sua candidatura, ao lado de Marina Silva como vice, representa a nova agenda exigida pela sociedade brasileira, que espera por “desenvolvimento, com respeito ao meio ambiente e com inclusão social”.     Nos 15 minutos de entrevista para William Bonner e Patrícia Poeta, Eduardo disse que haverá dinheiro para implantar propostas como o Passe Livre e as escolas em tempo integral, que farão parte de seu programa de governo. Lembrou que, quando o Banco Central decide aumentar a taxa básica de juros em 0,5%, isso representa um custo de R$ 14 bilhões ao país: “O Passe Livre, que é um compromisso nosso com os estudantes, custa menos do que isso”. Eduardo declarou que seu governo trará a inflação para o centro da meta e fará o Brasil crescer. Para atingir esses objetivos, haverá “responsabilidade na condução macroeconômica, Banco Central com independência, Conselho Nacional de Responsabilidade Fiscal, gente séria e competente governando”, disse. “A inflação não pode ser combatida só com a taxa de juros, como está sendo feito no país.” O programa de governo da Coligação Unidos pelo Brasil, disse Eduardo, está em fase final e será a síntese de muitas contribuições, não apenas de especialistas e técnicos, mas de segmentos da sociedade, de jovens, que manifestaram sua opinião pela internet. “É possível cumprir todas as promessas e fazer o Brasil voltar a crescer com responsabilidade”, declarou. Questionado se 2015 será um ano difícil, afirmou que “difícil está sendo este ano”. “O Brasil perdeu de 7 a 1 dentro do campo na Copa do Mundo e está perdendo também de 7 a 1 fora do campo. Porque é 7 de inflação, com a presidente guardando na gaveta o aumento da energia e o aumento do combustível para depois da eleição e, mesmo assim, com menos de 1% de crescimento”. “Acho que 2015 vai ser um ano que nós vamos terminar melhor do que 2014, porque nós vamos enfrentar os problemas. A pior coisa na vida de uma pessoa, de uma família, de um governo, é a gente ficar escondendo os problemas. É não ter a humildade, a coragem, de...

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Rede está em luto por Eduardo Campos e equipe
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Rede está em luto por Eduardo Campos e equipe

Quarta-feira, 13 de agosto de 2014 às 16h16   Nota Oficial do Partido Rede Sustentabilidade     Neste momento de dor e perplexidade, a Rede Sustentabilidade manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Eduardo Campos e pelos companheiros de equipe Pedro Valadares Neto, Marcelo Lira, Alexandre Gomes da Silva, Carlos Percol e dos pilotos Geraldo da Cunha e Marcos Martins em um acidente aéreo na manhã desta quarta-feira. A REDE se solidariza com seus familiares, amigos e assessores e convida a todos a manter Eduardo Campos e sua equipe em seus pensamentos. Rede Sustentabilidade...

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Marina, vice de Campos, está chocada
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Marina, vice de Campos, está chocada

Quarta-feira, 13 de agosto de 2014 às 15h54   Marina Silva segue para Santos (SP), a fim de acompanhar os desdobramentos do acidente aéreo que matou Campos. Portal EBC – O partido de Marina Silva, Rede Sustentabilidade, divulgou informação agora (13h53) de que a ex-senadora segue para Santos (SP) para acompanhar os desdobramentos do acidente aéreo que matou o candidato à presidência da República Eduardo Campos na manhã de hoje (13).     “Todos estamos chocados com a morte de Eduardo Campos, em queda de avião hoje de manhã. Marina Silva segue agora para Santos (SP)”, informou o partido pelo Twitter. Marina é vice-candidata à presidente pela chapa de Eduardo Campos e não estava na aeronave. De acordo com a Aeronautica, aeronave Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao Aeroporto de Guarujá (SP). O canditado do PSB à presidência da República não apareceu aos compromissos que iria cumprir no estado de São Paulo. Às 10h30, Campos daria entrevista coletiva na Praia do Mercado e às 12h, participaria de seminário no...

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Nota oficial do PSB sobre falecimento de Campos
ago13

Nota oficial do PSB sobre falecimento de Campos

Quarta-feira, 13 de agosto de 2014 às 15h41   Luto – 13/08/2014 No dia em que são passados nove anos do falecimento de Miguel Arraes, o Partido Socialista Brasileiro cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento, nesta data, vítima de acidente aéreo, do seu presidente, ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nosso candidato à Presidência da República.     Aos 49 anos recém completados, Eduardo Campos vivia o auge de sua brilhante carreira política: deputado estadual, secretario de Estado de Pernambuco, deputado federal, ministro de Estado, governador de Pernambuco reeleito por consagradora maioria, oferecia sua experiência e juventude ao serviço do País. Candidato à Presidência da República, apresentou-se ao debate de nossas questões fundamentais, coerente com os princípios que sempre nortearem sua vida, e o primeiro deles era a busca por justiça social, razão de existência do Partido Socialista Brasileiro. Perdemos Eduardo Campos quando mais o Brasil precisava de seu patriotismo, seu despreeendimento, seu destemor e sua competência. Não é só Pernambuco e sua gente que perdem seu líder; não é só o PSB que perde seu líder. É o Brasil que perde um jovem e promissor estadista. Estamos todos de luto. Brasília, 13 de agosto de 2014 Roberto Amaral Primeiro vice-presidente do Partido Socialista...

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Eduardo Campos morre em queda de avião

Quarta-feira, 13 de agosto de 2014 às 13h09 – Atualizado às 15h18 O candidato à presidência da República Eduardo Campos (PSB) faleceu em acidente aéreo nesta chuvosa manhã na cidade de Santos, litoral Sul de São Paulo.   A aeronave caiu por volta das 10h. De acordo com o Comando da Aeronáutica, o Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao Aeroporto de Guarujá (SP). Quando se preparava para o pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave. Marina Silva, vice na chapa de Eduardo Campos, não estava no avião e já deve estar na baixada santista. Também se dirigiu para lá o governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin. A presidente Dilma Roussef decretou três dias de luto oficial no país. A prefeitura de Santos também estabeleceu três dias de luto na cidade. Com informações da Agência...

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Eleições 2014, conheça todos os candidatos
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Eleições 2014, conheça todos os candidatos

Sexta-feira, 8 de agosto de 2014 às 12h19   As eleições batem à porta, é hora de estudar, de conhecer, se aprofundar na política. Escolher os governantes chamados majoritários, que aceitem ser responsabilizados e responsabilizá-los por mais um fracasso ou então pelas reais mudanças progressistas e ao mesmo tempo sustentáveis que levem o país ao reconhecimento mundial de plena e grande Nação. Lugar jamais ocupado pelo gigante da América do Sul. Vale lembrar: O 1º turno das eleições irá ocorrer no dia 5 de outubro e o 2º turno no dia 26 de outubro de 2014. O pleito vai eleger o presidente e vice-presidente da República, deputados federais, senadores, governadores e vice-governadores, deputados estaduais; o governador e vice-governador do Distrito Federal e os deputados do Distrito Federal. Saiba mais sobre as eleições acessando o site: Eleições 2014. Neste site você pode conhecer todos os candidatos ao pleito de 2014 e os partidos aos quais estão filiados. No site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitor também encontrará outros...

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Agronegócios: sustentabilidade não será barreira, diz Campos
ago07

Agronegócios: sustentabilidade não será barreira, diz Campos

Quinta-feira, 7 de agosto de 2014 às 19h39 Campos promete ampliar acordos internacionais e “destravar” demarcações de terras indígenas Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil Edição: Juliana Andrade O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, disse hoje (6) que o princípio da sustentabilidade, uma das principais bandeiras do seu programa de governo, não deverá ser uma barreira para o agronegócio. Campos prometeu expandir os acordos comerciais do Brasil com outros países, que, para ele, estão “travados pelo Mercosul”, e fazer a “pauta andar” em relação às demarcações de terras indígenas.     O presidenciável argumentou que os princípios da sustentabilidade já fazem parte da realidade mundial e que grandes empresas, inclusive do setor rural, estão comprometidas com propostas de produção e geração de energia mais limpa. “Temos consciência que existe no agronegócio brasileiro uma compreensão de que representamos a possiblidade de marcar o encontro com o futuro. Defendemos valores reclamados pela sociedade global de hoje”, disse em resposta a perguntas de jornalistas após sabatina promovida pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Perguntado sobre a política de demarcação de terras indígenas, criação de unidades de conservação e reforma agrária, Eduardo Campos criticou a gestão do atual governo e prometeu destravar o debate acerca do tema. “Essa é uma pauta que é finita porque a Constituição imaginou que em cinco anos seria possível fazer toda a demarcação. Não foi possível em cinco anos, mas não são necessários 50 anos. O grande desafio é exatamente discutir o plano de manejo, o desenvolvimento das comunidades que estão ali. Temos que ter um olhar para todos”, argumentou Campos, ao lado de Marina Silva, candidata a vice. O presidenciável criticou a política cambial brasileira e postura do governo em relação ao comércio bilateral. Eduardo Campos questionou a atuação brasileira no Mercosul e prometeu ampliar os acordos do Brasil com outros países para ampliar as exportações, principalmente do setor rural. “É fundamental uma governança macroeconômica que coloque o câmbio no lugar certo para que as exportações sejam prejudicadas. Precisamos investir em infraestrutura, em ciência e tecnologia, educação profissional e revisão do sistema tributário. Vamos rever a atitude do Brasil diante de um mundo que cada vez mais faz acordos bilaterais. O Brasil ficou amarrado nos debates do Mercosul e o fato é que o mundo avançou, como no acordo transpacífico, e isso deixa o caminho mais estreito para nós...

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Aécio: exportações agropecuárias não serão tributadas
ago07

Aécio: exportações agropecuárias não serão tributadas

Quinta-feira, 7 de agosto de 2014 às 19h27 Aécio Neves diz que criará superministério da Agricultura Mariana Branco e Ivan Richard – Repórteres da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, disse ontem (6) que seu governo vai criar um superministério da Agricultura, incorporando novamente à pasta o Ministério da Pesca e Aquicultura, e equiparando-o aos ministérios da Fazenda e do Planejamento em poder decisório. “O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento terá assento em igualdade de condições ao lado do Ministério da Fazenda e do Planejamento. No meu governo, o ministro da Agricultura não será subordinado ao ministro da Fazenda”, disse Aécio, em sabatina na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com os três candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de votos.     Aécio disse que a prioridade zero de seu governo será a redução do custo Brasil. “Da porteira para dentro, o Brasil é imbatível. Não há, no mundo, país com setor de agronegócio como o brasileiro. O problema começa da porteira para fora, com falta de logística, de infraestrutura”, declarou. Segundo ele, em sua gestão, “o Ministério da Agricultura será decisivo na formulação de políticas de investimento e infraestrutura”. O candidato, que já anunciou a criação de um Ministério da Infraestrutura, disse que sua gestão fará um “choque” no setor. “Foram dez anos demonizando as privatizações, afastando os investidores, querendo regular taxa de retorno. Estamos aí, com os mesmos gargalos de décadas atrás”, discursou Aécio Neves. Segundo o candidato, uma das primeiras medidas de seu governo será a apresentação de um projeto de simplificação do processo tributário, com desoneração dos investimentos e das exportações. “Não haverá qualquer tipo de tributação às exportações agropecuárias no nosso governo”, afirmou o candidato. Ainda com relação às exportações, o senador mineiro disse que a política externa será “comércio, pragmatismo e não será mais ideologia”. O candidato disse que o Brasil firmou poucos acordos comerciais e criticou a demora da abertura entre os mercados brasileiro e da União Europeia, em função da dependência do país das decisões dos países vizinhos, do Mercosul. Ao comentar os conflitos relacionados à terra, Aécio disse que, em seu governo, as fazendas invadidas não serão desapropriadas por dois anos. “Respeitamos o direito de propriedade e vamos atuar para que os assentamentos que ocorreram no Brasil, ou que venham a ocorrer, sejam geradores de renda”, defendeu. Com relação à demarcação de terras indígenas, o candidato disse que sua intenção é envolver outros atores no processo além da Fundação Nacional do Índio (Funai) e seguir o entendimento da súmula do Supremo Tribunal Federal (STF) editada...

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Dilma promete investimentos em infraestrutura
ago07

Dilma promete investimentos em infraestrutura

Quinta-feira, 7 de agosto de 2014 às 19h09 Candidata diz que trabalho escravo é “chaga” que tem de ser exterminada Luciano Nascimento e Mariana Branco – Repórteres da Agência Brasil Edição: Nádia Franco A presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, afirmou nesta quarta-feira (6) que buscará segurança jurídica para resolver conflitos relacionados à demarcação de terras indígenas e à regulamentação da Emenda à Constituição do Trabalho Escravo, que desapropria áreas e bens onde se verifique o regime análogo ao de escravidão. Os dois temas estão entre os que mais geram críticas ao governo por parte do agronegócio.     Dilma fechou a sabatina de ontem na Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), com os três presidenciáveis mais bem colocados nas pesquisas, até o momento. Os conflitos entre indígenas e produtores rurais têm se intensificado nos últimos anos, resultando inclusive em mortes. Segundo Dilma, a demarcação de terras indígenas é um dos principais desafios enfrentados pelo governo. Ela defendeu a revisão das normas administrativas para a demarcação e a instalação de mesas de diálogo com todas as partes envolvidas e lembrou que já deu esta determinação ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Para a presidenta, o trabalho escravo é uma “chaga a ser exterminada”, e a regulamentação da emenda para definir o que é trabalho escravo tem de ser feita de forma “extremamente específica”, para não deixar lacunas. “Acredito que avanços nessa direção passam pelo aprimoramento da legislação no Congresso Nacional.” Dilma citou a aprovação do novo Código Florestal como exemplo de legislação que trouxe segurança jurídica para o campo. “Temos feito esforço para delimitar o que é competência municipal, estadual e federal. A questão, por exemplo, de autorização para corte de vegetação, é típica e não pode ser vista como questão federal. Senão, nós vamos criar uma imensa burocracia.” A candidata destacou o diálogo com o setor, com o qual o governo mantém bem-sucedida parceria. Dilma ressaltou que, desde que o PT chegou ao Planalto, foram criadas políticas consistentes de apoio ao agronegócio e à agricultura familiar. Ela comparou a produção de grãos no final do período 2001-2002, de 96 milhões de toneladas, e a expectativa para a safra de 2014-2015, em torno de 200 milhões de toneladas. Dilma informou que pretende mais de R$ 180 bilhões em crédito para o segmento, em que, segundo ela, há quase 20 anos, o país não uma política estruturada de assistência técnica. Hoje o crédito para o setor avançou e “não é mais variável negativa, como já foi, com altas taxas de juros”, afirmou. Também terão prioridade investimentos em infraestrutura para escoar a produção agrícola, com ênfase na...

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Corrida presidencial milionária
ago07

Corrida presidencial milionária

Quinta-feira, 7 de agosto de 2014 às 17h47   Candidatos à Presidência arrecadaram R$ 22 milhões para campanhas, diz TSE André Richter – Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou ontem (6) o primeiro balanço da prestação de contas dos partidos políticos e candidatos às eleições de outubro. De acordo com o levantamento, oito candidatos à Presidência da República arrecadaram R$ 22 milhões em doações de empresas privadas. O total de despesas foi R$ 11,9 milhões. Segundo a prestação de contas, quem mais arrecadou foi a presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, com R$ 9,6 milhões; seguida por Aécio Neves (PSDB), R$ 8,1 milhões; e Eduardo Campos (PSB), R$ 4,07 milhões. Os candidatos que menos conseguiram arrecadar foram Luciana Genro (PSOL), R$ 96,6 mil; Zé Maria (PSTU), R$ 38,3 mil; Levi Fidelix (PRTB), R$ 31,2 mil; Mauro Iasi (PCB), R$ 16,6 mil e Eymael (PSDC), R$ 15 mil. Os candidatos Rui Costa Pimenta (PCO), Pastor Everaldo (PSC) e Eduardo Jorge (PV) informaram ao TSE que não tiveram arrecadação. O prazo para entrega da primeira parcial das contas de campanha terminou no último sábado, 2 de agosto. A entrega das informações é obrigatória. De acordo com a Lei Eleitoral, os candidatos que tiverem as contas consideradas irregulares podem ser cassados, mesmo após tomarem posse. Cabe ao TSE e aos tribunais regionais eleitorais julgar as informações fornecidas. A Justiça Eleitoral poderá aprovar as contas, se estiverem regulares; aprová-las com ressalvas, quando as falhas não comprometerem as contas; e desaprová-las, quando estiverem...

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Chapa Unidos pelo Brasil oficializa apoio a Eduardo Campos
jun30

Chapa Unidos pelo Brasil oficializa apoio a Eduardo Campos

Segunda-feira, 30 de junho de 2014 às 18h40   Carolina Gonçalves – Repórter da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante Por aclamação e em clima de festa, quase mil delegados dos partidos que integram a chapa Unidos pelo Brasil (PSB, Rede Sustentabilidade, PPS, PPL, PRP e PHS) formalizaram neste sábado (28), em Brasília, o apoio à candidatura de Eduardo Campos (PSB) à Presidência da República e de Marina Silva como vice-presidente.     O presidenciável reiterou as críticas ao atual modelo político que, segundo ele, está “esgotado” e tem efeito “paralisante da energia social”. Campos criticou o revezamento de legendas que dominam o cenário político dos últimos anos sem apresentar novas propostas. “Rejeitamos a trilha fácil da acomodação e conformismo. Rejeitamos a inércia e colocamos nossa indignação e sonho. Para continuarmos fiéis à nossa história tivemos que mudar e ter o compromisso de mudar junto com Marina. Escolhemos o caminho mais desafiador.” Eduardo Campos ainda garantiu que um dos principais objetivos é a manutenção de conquistas e assegurou que, eleito, manterá programas de sucesso como o Minha Casa, Minha Vida, o Bolsa Família e o Programa Universidade para Todos (ProUni), além da estabilidade econômica. “As conquistas do passado serão garantidas no nosso governo. Temos que acabar com essa política rasteira do medo e da difamação. O Brasil quer ir adiante, debater como avançar, quer um novo governo que em vez de discutir o que fez no passado, defina como vai resolver o que não resolveu.”     O candidato do PSB defendeu a reforma tributária. “Vou colocar a carga tributária numa descendente. Nessa reforma tributária vamos salvar os municípios brasileiros que estão de joelhos, mendigando, em Brasília, favores e migalhas.” Marina Silva lembrou que a aliança com Campos completou nove meses e comparou o período a uma gestação. “Essa criança nasceu. Nada melhor que a simbologia do nascimento de uma criança que traz esperança e alegria. Determinamos que nossa aliança era uma aliança programática no dia 5 de outubro”. A candidata à vice-presidência voltou a defender a mudança do atual modelo econômico “predatório” para um sistema sustentável de desenvolvimento. “Muita gente atribui a nós, ambientalistas, que somos os que defendem o verde pelo verde e que não nos preocupamos com as pessoas. Nada mais errado. Para ser sustentável tem que ser sustentável não apenas na dimensão ambiental, mas social, econômica e também cultural.” Roberto Freire, presidente do PPS, alertou que a disputa eleitoral deste ano vai exigir mais dos candidatos e que os partidos que integram a chapa “Unidos pelo Brasil” precisam consolidar um programa que reflita a mudança proposta pela junção das...

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PTC apoiará Aécio
jun30

PTC apoiará Aécio

Segunda-feira, 30 de junho de 2014 às 18h26 PTC confirma Aécio Neves como candidato à Presidência e Carolina Gonçalves-Repórter da Agência Brasileira Edição: Talita Cavalcante O PTC oficializou no último sábado (28) que defenderá a candidatura do senador Aécio Neves à Presidência da República. O apoio já havia sido anunciado no início do mês pelo presidente e fundador da legenda, Daniel Tourinho, e foi confirmado durante a convenção nacional, neste sábado, em Salvador.       O Partido Trabalhista Cristão segue a mesma trilha do PTB ao qual se juntou em 1989, quando era conhecido sob a sigla de Partido da Reconstrução Nacional (PRN). O PTB, que nos últimos anos integrou a base do governo de Dilma, agora também decidiu apoiar a candidatura do senador tucano. Como PRN, o partido lançou e elegeu, em 1989, Fernando Collor como presidente do Brasil. Com o impeachment, em 1992, a legenda perdeu força e seis anos depois mudou o nome para PTC. Criado em 1985, o partido se enquadra na linha centro-direita e defende a economia de mercado e o livre...

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A política no Brasil não tem jeito
jun22

A política no Brasil não tem jeito

Domingo, 22 de junho de 2014 às 8h53 – atualizado às 12h55 Gerson Soares “Eu quero dizer que é possível criador e criatura conviverem. É possível que a presidenta e o ex-presidente terminem juntos este governo”. Estas foram algumas das palavras usadas pelo ex-presidente Lula, para demonstrar seu apoio à candidatura da presidente Dilma Roussef ao Palácio do Planalto em Brasília, durante convenção do PT que oficializou sua reeleição. A maneira como o fez, coloca-a desconfortavelmente sob sua supervisão, numa alusão de quem manda e continuará mandando nas ações do governo é ele, Lula. Dilma exaltou a Copa do Mundo, como incansavelmente vem fazendo. O que o PT está fazendo pelo Brasil a história registra, resta saber se constará na memória dos brasileiros quando forem às urnas. Se o partido merecer ganhará. Se não, nem a vitória na Copa o salvará. Por outro lado, e se esta fosse uma estória de contos de fadas, estaria escrito assim: “Muito longe dali, num outro reino…”. Mas não estamos num mundo encantado, o candidato à presidência Aécio Neves, aceitou o apoio do Partido Solidariedade de Paulinho da Força Sindical. Ao lado do mineiro, neto de Tancredo, estava um dos homens com envolvimentos obscuros investigados pela Polícia Federal. Outro partido que o apoiará é o PTB do ex-deputado Roberto Jefferson, preso por envolvimento no Mensalão. Esses apoios vieram em boa hora, quando os minutos e segundos do horário político gratuito na TV contam, pelo que parece, mais do que os ideais – onde o importante é convencer o público indeciso e arregimentar as massas pode garantir o sucesso ou a derrota na campanha eleitoral. No palanque do Partido Solidariedade estavam os líderes do PSDB, Geraldo Alckmin e José Serra de São Paulo. Aécio foi imediatamente questionado pelos jornalistas sobre os apoios recebidos durante a convenção do partido de Paulinho do qual participou, e disse: “O apoio não muda minhas convicções”. Mas pegou mal. Essas alianças, que lhe darão a oportunidade de falar um pouco mais a um público que busca se definir, podem fazer a diferença. No entanto, poderão levar outro montante diretamente ao polo contrário desta campanha, que também demonstra carisma, Eduardo Campos e Marina Silva – segundo apontavam as pesquisas, sozinha, ela poderia derrotar Dilma Roussef nas próximas eleições. Porém, Marina amargou as injustiças do sistema burocrático que lhe impôs as regras rígidas à fundação de seu partido Rede Sustentabilidade. Com isso, não conseguiu ser registrado a tempo de concorrer em outubro, lembrando-nos do jargão advocatício: “Aos amigos o direito, aos inimigos a justiça”. Neste caso, acrescentaríamos a burocracia.     Marina não aceitou apoios que julgou incompatíveis com seus pensamentos,...

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