Anglo contesta nove questões do ENEM
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Anglo contesta nove questões do ENEM

Para um dos mais respeitados sistemas de ensino do país, pelo menos nove questões do gabarito oficial do ENEM 2013, divulgado na terça-feira, 29, pelo Ministério da Educação (MEC), criou confusão entre os alunos. Nove questões do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), realizado pelo MEC nos dias 26 e 27 de outubro, estão sendo contestadas pelo Sistema Anglo de Ensino, que nos dias de prova não apenas divulgou o gabarito das questões, como também as resoluções comentadas pelos seus professores. Tanto gabarito como questões podem ser vistos pela página do Enem no Anglo, divulgadas na quarta-feira, 30. Segundo o coordenador-geral do Anglo Vestibulares e de material de Ensino Médio do Sistema Anglo de Ensino, Luís Ricardo Arruda, não há nenhum reparo a fazer no gabarito do Anglo. “Temos todas as resoluções comentadas. Se o MEC colocasse as respostas comentadas também, teríamos uma melhor ideia do porquê das diferenças”, afirmou no site da empresa. Siga o link para ver na página do Anglo:...

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E nem o PNE

Com mais de 7,1 milhões de inscritos em 2013, o ENEM só perde em volume para o Vestibular da China. Criado em 1998 para avaliar a qualidade do ensino nacional, se tornou o principal meio de acesso às universidades públicas brasileiras. Para muitos a única porta para o ensino superior; uma chance de crescimento pessoal e intelectual, num Brasil onde os investimentos em qualidade de ensino e principalmente no incentivo aos educadores deixou de ser prioridade há muito tempo e agora tenta correr para superar o enorme atraso em relação a países como o Chile na América do Sul ou a Coreia do Sul, hoje considerada uma superpotência da educação. O presidente da Fiat, Cledorvino Belini, expôs durante o EXAME Fórum 2013, segundo publicado pela revista VEJA, que “Há 60 anos Brasil e Coreia do Sul tinham o mesmo nível de educação, com 35% de analfabetismo. Atualmente a Coreia do Sul possui 88% dos jovens na universidade, enquanto o Brasil tem 18%”, afirmou o presidente da Fiat durante o Fórum, cujo tema foi “Como aumentar nossa produtividade”. Atualmente a Coreia do Sul investe 4,2% do PIB em educação. No Brasil, existem diversas leis e diretrizes constitucionais que obrigam os investimentos em educação e para cumpri-las já foram criadas centenas de siglas. Dados recentes divulgados pelo MEC (Ministério da Educação) e o INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), indicam que atualmente o Brasil investe 6,1% do PIB no setor. Os dados foram exibidos pelo Portal Terra em Junho deste ano, expostos pelo ministro Aloízio Mercadante, com base no ano de 2011. No entanto, não existem dados exatos e atualizados quanto aos investimentos no setor educacional. Há um projeto em tramitação no Congresso Nacional, entitulado de PNE (Plano Nacional de Educação), prevendo metas para melhorar a educação no país até 2020, daqui a sete anos. Há situações no Brasil que a abundância de siglas não conseguem resolver. E nem o PNE...

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