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Creci divulga pesquisa sobre imóveis usados na capital paulista
maio07

Creci divulga pesquisa sobre imóveis usados na capital paulista

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis, divulgou hoje uma pesquisa dando um panorama a respeito da venda e locação de imóveis residenciais na cidade de São Paulo em fevereiro deste ano. Leia a seguir. Salário mínimo não paga aluguel nem de quitinete em várias regiões de São Paulo. Alugar uma quitinete com pouco mais de 30 metros quadrados na cidade de São Paulo custa mais que um salário mínimo por mês em várias regiões da Capital. Nas Zonas A e B, nenhum apartamento desse tipo tinha em fevereiro aluguel inferior ao salário mínimo – tanto o nacional de R$ 724,00 quanto o regional paulista de R$ 820,00. Pesquisa feita com 402 imobiliárias pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECISP) constatou que o aluguel desse tipo de imóvel na Capital variava em fevereiro de R$ 1.200,00 em bairros da Zona A, como Itaim Bibi e os Jardins, a R$ 935,00 nos bairros da Zona B, como Aclimação e Brooklin. Nessa mesma zona de valor estão bairros típicos de classe média, como Paraíso e Pinheiros. “O aluguel está estrangulando, literalmente, a renda de muitas famílias, o que fica evidente quando se considera que o rendimento médio real dos assalariados da Capital era de R$ 1.854,00 em fevereiro”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP. “Pressionadas, as famílias se vêem obrigadas a morar cada vez mais longe, acomodar-se em moradias precárias ou até mesmo apelar para as invasões como último recurso”, acrescenta. “Já passou da hora de o governo perceber que o programa Minha Casa, Minha Vida não resolve esse grave problema social, que demanda soluções imediatas”, argumenta Viana Neto. O presidente do Creci paulista vê como “absolutamente necessária e urgente” a implantação de um programa nacional de aluguel social. “Da mesma forma que se concede subsídio para as famílias de baixa renda no Minha Casa, Minha Vida, é preciso subsidiar, com valores realistas, o aluguel de casas e apartamentos para as famílias que estão nessa situação dramática”, enfatiza. Além disso, Viana enfatizou a necessidade de se estabelecer uma tributação especial para estimular os investimentos em locações para a baixa renda. O presidente também ressaltou a importância de o Programa Minha Casa Minha Vida incluir os imóveis usados nos benefícios para que se tenha uma redução no valor dos imóveis por conta do aumento da oferta.   Saiba mais  Aluguel pressiona renda Vendas têm forte recuperação com crescimento de 27,66% em fevereiro “Zonas de valor”...

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Aluguel pressiona renda
maio07

Aluguel pressiona renda

Pesquisa Crecisp: A pressão do aluguel sobre a renda das famílias explica porque os imóveis mais procurados são os de aluguel mais barato. Em fevereiro, segundo a pesquisa CRECISP, casas e apartamentos com aluguel mensal de até R$ 1.000,00 representaram 38,83% do total de imóveis alugados. A maioria das novas locações – 29,13% do total – concentrou-se em bairros da Zona D, seguidos pelos das Zonas C (26,76%), A (18,38%), E (13,48%) e B (12,25%). Quem alugou em fevereiro obteve descontos sobre o valor inicial do aluguel que variaram de 7,96% na Zona B a 13,13% na Zona E, onde estão os bairros mais afastados do centro e com valores de venda e locação menores que os das demais regiões. As 402 imobiliárias que responderam à pesquisa do Creci de São Paulo alugaram 4,73% a mais que em Janeiro. “Esse aumento é mais comum nos primeiros meses do ano, quando famílias costumam se mudar por causa da troca de emprego ou da escola dos filhos, e também em consequência dos migrantes e estudantes que vêm para a Capital iniciar curso ou faculdade”, explica Viana Neto. Foi esse aumento de procura o responsável pela alta de 2,79% na média dos aluguéis em fevereiro comparado a janeiro. Em 2013, a locação do mês de fevereiro teve uma expansão de 26,59% na comparação com janeiro. Os apartamentos, com 54,29% de participação no total de novas locações, dominaram o mercado em fevereiro. As casas somaram 45,71% do total. Como garantia de pagamento em caso de inadimplência dos inquilinos, os proprietários preferiram os fiadores, presentes em 41,09% dos contratos assinados nas imobiliárias pesquisadas (ver quadro abaixo). Dos preços praticados em fevereiro, a locação de casas de 2 dormitórios situadas em bairros da Zona B passou de R$ 1.450,00 para R$ 1.945,83, aumentando 34,20% no período. Já o aluguel de apartamentos tipo quitinete na Zona D sofreu queda de 28,57%, passando de R$ 700,00 em janeiro para R$ 500,00 em fevereiro. Nas imobiliárias consultadas pelo CRECISP, foi devolvido um número de chaves equivalente a 62,87% do total de novas locações. O número é 0,08% maior que o apurado em janeiro e na maioria dos casos, a devolução se deu pelo fato de o locatário não suportar o valor do novo aluguel, sendo levado a buscar uma nova moradia em regiões mais periféricas em que haja disponibilidade de locação. A inadimplência aumentou – 5,45% dos inquilinos estavam inadimplentes em fevereiro, ou 59,36% a mais que os 3,42% do mês anterior. O número de ações judiciais aumentou 12,98%. Pesquisa feita pelo CRECISP nos Fóruns da Capital constatou que foram propostas 4.509 ações em Fevereiro e 3.991 em Janeiro....

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Vendas têm forte recuperação com crescimento de 27,66% em fevereiro
maio07

Vendas têm forte recuperação com crescimento de 27,66% em fevereiro

Pesquisa divulgada hoje (07/05) pelo Crecisp, indica recuperação das vendas em fevereiro. Depois de iniciarem o ano em queda de 17,84% sobre dezembro de 2013, as vendas de imóveis usados recuperaram-se em fevereiro. As 402 imobiliárias que o CRECISP consultou venderam 27,66% a mais em fevereiro na Capital, fazendo o índice de vendas subir de 0,2391 em janeiro para 0,4154 em fevereiro. Em consequência, o preço médio do metro quadrado dos imóveis usados subiu 2,9% em relação a janeiro. Foram vendidos 59,88% do total em apartamentos e 40,12% em casas, a maioria com financiamento bancário – 54,49% tiveram o suporte do empréstimo feito pela Caixa Econômica Federal e por outros bancos. As vendas à vista representaram 37,72% do total negociado pelas imobiliárias e as vendas financiadas pelos proprietários somaram 4,19%. As vendas por intermédio de consórcio somaram 3,59%. Os descontos concedidos pelos proprietários sobre os preços originalmente pedidos foram de 6% na Zona D; 11,54% na Zona C; 13,68% na Zona A; 8,2% na Zona E; e 14,88% na Zona B. Imóveis com valor médio de até R$ 400 mil somaram 56,89% das vendas feitas pelas 402 imobiliárias. A pesquisa CRECISP apurou que, na distribuição dos imóveis vendidos por faixa de preços, a maioria – 59,84% do total – enquadrou-se na faixa de até R$ 5.000,00 o metro quadrado. Em fevereiro, os preços praticados para os apartamentos de padrão médio com até 7 anos de construção e situados em bairros da Zona C passaram de R$ 6.500,00 para R$ 7.693,71, com um aumento de 18,36%. Para as casas de padrão médio construídas há mais de 15 anos e situadas na Zona D, o preço médio praticado do metro quadrado baixou 18,25%, de R$ 3.405,71 em janeiro para R$ 2.783,70 em fevereiro. As vendas dos imóveis usados na Capital distribuíram-se da seguinte forma entre as zonas de valor: 31,7% na Zona A; 21,59% na Zona D; 24,58% na Zona C; 15,55% na Zona E; e 6,58% na Zona B.   Saiba mais  Salário mínimo não paga aluguel de quitinete em SP Aluguel pressiona renda “Zonas de...

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“Zonas de valor”
maio07

“Zonas de valor”

Saiba como o Crecisp dividiu a cidade em zonas de acordo com a valorização. O Tatuapé encontra-se na C, enquanto o Jardim Anália Franco está cotado na Zona A. Zona A – Alto da Boa Vista, Alto de Pinheiros, Brooklin Velho, Campo Belo, Cidade Jardim, Higienópolis, Itaim Bibi, Jardim América, Jardim Anália Franco, Jardim Europa França, Jardim Paulista, Ibirapuera, Moema, Morro dos Ingleses, Morumbi, Real Parque, Pacaembu, Perdizes, e Vila Nova Conceição. Zona B – Aclimação, Alto da Lapa, Bela Vista, Alto de Santana, Brooklin, Cerqueira César, Chácara Flora, Alto da Lapa, Consolação, Granja Viana, Indianópolis, Jardim Guedala, Jardim Marajoara, Jardim Paulistano, Jardim São Bento, Jardim São Paulo, Paraíso, Pinheiros, Planalto Paulista, Pompéia, Sumaré, Sumarezinho, Vila Clementino, Vila Madalena, Vila Mariana, Vila Olímpia. Vila Sônia. Zona C – Aeroporto, Água Branca, Bosque da Saúde, Barra Funda, Butantã, Cambuci, Chácara Santo Antônio, Cidade Universitária, Horto Florestal, Ipiranga (Museu), Jabaquara, Jardim Bonfiglioli, Jardim Prudência, Jardim Umuarama, Lapa, Mandaqui, Mirandópolis, Mooca, Santa Cecília, Santana, Santo Amaro, Saúde, Tucuruvi, Vila Alexandria, Vila Buarque, Vila Leopoldina, Vila Mascote, Vila Mazzei, Vila Romana, Vila Sofia, Tatuapé. Zona D – Água Rasa, Americanópolis, Aricanduva, Belém, Bom Retiro, Brás, Butantã (periferia), Campo Grande, Campos Elíseos, Carandiru, Casa Verde, Centro, Cidade Ademar, Cupecê, Freguesia do Ó, Glicério, Imirim, Itaberaba, Jaçanã, Jaguaré, Jardim Miriam, Liberdade, Limão, Pari, Parque São Domingos, Penha, Pirituba, Rio Pequeno, Sacomã, Santa Efigênia, Sapopemba, Socorro, Tremembé, Veleiros, Vila Alpina, Vila Carrão, Vila Formosa, Vila Guilherme, Vila Maria, Vila Matilde, Vila Medeiros, Vila Prudente. Zona E – Brasilândia, Campo Limpo, Cangaíba, Capão Redondo, Cidade Dutra, Ermelino Matarazzo, Grajaú, Guaianases, Itaim Paulista, Itaquera, Jardim Ângela, Jardim Brasil, Jardim São Luis, Lauzane Paulista, M’Boi Mirim, Parelheiros, Pedreira, Santo Amaro (periferia), São Mateus, São Miguel Paulista, Vila Arpoador, Vila Curuçá, Vila Indiana, Vila Nova Cachoeirinha.   Saiba mais  Salário mínimo não paga aluguel de quitinete em SP Aluguel pressiona renda Vendas têm forte recuperação com crescimento de 27,66% em...

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