Muito além da nutrição
set14

Muito além da nutrição

Embora não sejam digeríveis pelo organismo humano, alguns tipos de polissacarídeos encontrados em alimentos – como, por exemplo, a pectina – parecem ter a capacidade de modular o funcionamento de células do sistema imunológico.

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Blog científico desmistifica nutrição e exercício físico
maio10
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Nutricionistas do Consea falam sobre  o novo Guia Alimentar
fev18

Nutricionistas do Consea falam sobre o novo Guia Alimentar

O novo Guia Alimentar da População Brasileira (edição 2014) elaborado pelo Ministério da Saúde (MS) orienta os brasileiros sobre os cuidados com a saúde e como manter uma alimentação saudável e balanceada: a recomendação é pelo consumo de alimentos frescos, de procedência conhecida e utilizando como base da dieta alimentos in natura (de origem vegetal e animal), como carnes, verduras, legumes e frutas. O manual também recomenda que as pessoas optem por refeições caseiras e evitem a alimentação em redes de fast food (refeições prontas). A iniciativa de rever o Guia Alimentar para a População Brasileira é bem vinda e necessária, avalia a nutricionista Elisabetta Recine, conselheira do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). Documentos desta natureza precisam atualizar suas recomendações à medida que a realidade muda. E isto certamente aconteceu em relação à alimentação. Do ponto de vista populacional tivemos mudanças profundas na estrutura de renda e consumo e, por outro lado, a alimentação tem ocupado espaços importantes na mídia em geral com informações, em grande parte das vezes, limitadas, simplistas e que expressam poderosos conflitos de interesses , diz a conselheira, que é professora da Universidade de Brasília (UnB). Articular a dimensão individual com a coletiva, propor recomendações que também articulem o espaço do indivíduo com os fatores de determinação social da alimentação, diferenciar-se de uma revista ou reportagem descartável são vocações de um Guia Alimentar , complementa. O manual foi elaborado em linguagem acessível e destina-se tanto ao cidadão como a educadores e profissionais de saúde. O documento foi formulado com o apoio do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (USP) e da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS). Para Anelise Rizzolo, que também é conselheira e professora da UnB, o Guia Alimentar é o parâmetro norteador das diretrizes alimentares brasileiras. Nele devem estar contempladas as múltiplas relações e condições que envolvem as escolhas alimentares, visando propor alternativas saudáveis, éticas, economicamente viáveis e sustentáveis para o sistema agro-alimentar. É fundamental que o Guia dialogue com problemáticas geradoras de insegurança alimentar e nutricional, como o uso abusivo de agrotóxicos e a regulação da propaganda de alimentos ultraprocessados, sinalizando o papel das políticas públicas para seu enfrentamento . O guia também recomenda a utilizar com moderação óleos, gorduras, sal e açúcar. Produtos industrializados devem dar lugar aos alimentos in natura. Isso porque os produtos processados têm adição de sal ou açúcar para torná-los mais duráveis, palatáveis e atraentes. De acordo com a presidenta do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional do Piauí (Consea-PI), Norma Sueli Alberto, o Guia Alimentar da População Brasileira...

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Governo lança novo Guia Alimentar
fev18

Governo lança novo Guia Alimentar

Ministério da Saúde recomenda o consumo de produtos naturais e que brasileiro avalie a procedência dos alimentos. Novo guia orienta evitar produtos industrializados prontos para o consumo. População poderá enviar sugestões até 7 de maio Essas são as principais recomendações do novo Guia Alimentar da População Brasileira (edição 2014), que está sendo elaborado pelo Ministério da Saúde. A publicação orienta os brasileiros sobre os cuidados com a saúde e como manter uma alimentação saudável e balanceada: a recomendação é pelo consumo de alimentos frescos, de procedência conhecida e utilizando como base da dieta alimentos in natura (de origem vegetal e animal), como carnes, verduras, legumes e frutas. O manual também recomenda que as pessoas optem por refeições caseiras e evitem a alimentação em redes de fast food (refeições prontas). A população poderá contribuir com a elaboração do novo guia, que encontra-se em consulta pública até o dia 7 de maio, acessando o endereço eletrônico www.saude.gov.br/consultapublica. As contribuições serão avaliadas pelo Ministério da Saúde e poderão constar do documento final. “O guia é uma fonte segura para orientar os brasileiros para uma alimentação saudável, com base em evidências científicas e com recomendações debatidas com diferentes especialistas e setores da sociedade”, afirma o ministro da Saúde, Arthur Chioro. “A intenção é promover a saúde da população e contribuir para a prevenção de doenças como a obesidade, diabetes e outras doenças crônicas relacionadas à alimentação”, enfatiza. O manual foi elaborado em linguagem acessível e destina-se tanto ao cidadão como a educadores e profissionais de saúde. O documento foi formulado com o apoio do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (USP) e da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS). Por Fabiane Schmidt, da Agência...

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