MPF afirma que Lula é o comandante máximo da corrupção no esquema da Petrobras
set14

MPF afirma que Lula é o comandante máximo da corrupção no esquema da Petrobras

Defesa do ex-presidente compara denúncia com truque de ilusionismo, espetáculo midiático e diz que não há provas. Partido dos Trabalhadores, diz que é “perseguição política”.

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No que deu a CPI da Petrobras? Pelo jeito nada, mas não pergunte para a raposa…
out20

No que deu a CPI da Petrobras? Pelo jeito nada, mas não pergunte para a raposa…

Tentando denegrir a Operação Lava Jato da Polícia Federal, sem sucesso, a CPI da Petrobras gastou verbas públicas para chegar a nenhuma conclusão. Pudera, colocaram a raposa para cuidar do galinheiro.

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CPI da Petrobras: Venina diz que foi perseguida e ameaçada
set24

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Ela também disse ter sido “exilada”, ao ser transferida para o escritório da empresa em Cingapura.

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CPI da Petrobras: ex-gerente diz que sofreu por denunciar irregularidades
set24

CPI da Petrobras: ex-gerente diz que sofreu por denunciar irregularidades

A ex-gerente executiva da estatal denunciou superfaturamento em obras da construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A refinaria teve um custo inicial estimado em 2,5 bilhões de dólares, mas já consumiu cerca de 18,5 bilhões de dólares.

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Polícia Federal quer ouvir Lula e ex-ministros no escândalo do Petrolão
set11

Polícia Federal quer ouvir Lula e ex-ministros no escândalo do Petrolão

O pedido foi feito ao Supremo Tribunal Federal (STF). Antes de tomar uma decisão, Zavascki deverá pedir parecer do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sobre a viabilidade dos depoimentos.

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CGU abre processo contra mais cinco empresas da Lava Jato
abr02

CGU abre processo contra mais cinco empresas da Lava Jato

Quinta-feira, 2 de abril de 2015, às 20h58   Da Agência Brasil – A Controladoria-Geral da União (CGU) determinou a abertura de processo administrativo contra mais cinco empresas envolvidas na Operação Lava Jato. Com essas ações, chega a 29 o número de empreiteiras com processos por suspeita de irregularidades. As informações constam de nota divulgada pela assessoria da CGU. As empresas serão notificadas nos próximos dias. Caso sejam responsabilizadas, elas podem ser multadas e impedidas de celebrar novos contratos, entre outras penalidades. Os processos foram abertos contra a Techint Engenharia e Construções Ltda, NM Engenharia e Construções Ltda, Construcap CCPS Engenharia e Comércio S/A, Niplan Engenharia S/A e Jaraguá Equipamentos Industriais Ltda. De acordo com a CGU, novos processos podem ser abertos contra outras empresas. CPI da Petrobras O depoimento do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, deve ocorrer no dia 23 de abril. Antes, a comissão deve ouvir, no dia 16, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho. A CPI aprovou a convocação de Vaccari na semana passada, durante reunião deliberativa em que também foram aprovados mais de 100 requerimentos de convocação para depoimentos, quebra de sigilos e de compartilhamento de documentos e informações. Entre os requerimentos aprovados também está o da ex-gerente de Abastecimento da Petrobras Venina Velosa da...

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Denunciado por lavagem de dinheiro, Duque se nega a responder à CPI
mar19
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Renato Duque foi acusado de receber propinas por seis delatores na Lava Jato
mar19

Renato Duque foi acusado de receber propinas por seis delatores na Lava Jato

Quinta-feira, 19 de março de 2015, às 17h26 Agência Câmara de Notícias – O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco , em depoimento à CPI, disse que começou a dividir propinas com Renato Duque em 2007, quando a Petrobras fez um contrato com a empresa holandesa SBM para o fornecimento de um navio-plataforma chamado P57, no valor de R$ 1,25 bilhão. Barusco era então gerente executivo de Engenharia e recebeu 1% do total entre 2007 e 2010. Segundo ele, a propina paga pelas empresas contratadas pela Petrobras era dividida da seguinte maneira: metade ia para ele e Renato Duque, e a outra metade ia para João Vaccari Neto, tesoureiro do PT. Barusco também disse que parte da propina foi usada nas eleições de 2010, quando Renato Duque (então diretor de Serviços da Petrobras, ao qual Barusco era subordinado) pediu ao empresário Júlio Faerman, representante da SBM, US$ 300 mil como “reforço” de campanha eleitoral, “provavelmente” a pedido de João Vaccari Neto, quantia que teria sido “contabilizada” por ele como “pagamento destinado ao PT”. Vaccari também nega as...

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Após protestos, Dilma diz que governo vai dialogar com humildade e firmeza
mar17

Após protestos, Dilma diz que governo vai dialogar com humildade e firmeza

Terça-feira, 17 de março de 2015, às 11h26 Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil Edição: Luana Lourenço A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (16) que recebeu com humildade, mas firmeza, as manifestações deste domingo contra seu governo. Segundo ela, as manifestações mostram que o “governo tem que dialogar, escutar, saber do que tratam” os protestos. ”Ouvir é a palavra, e dialogar é a ação”, avaliou.     “Estamos em uma fase de buscar o consenso mínimo. É da democracia não haver concordância e unanimidade. Só em um regime [ditatorial], alguns pensam que falam e os outros que calem a boca. Não quero consenso. Você tem que aceitar que vozes são diferentes em um país complexo como este, mas tem de haver responsabilidade com as instituições”, disse, citando o Congresso Nacional, o Executivo e o Judiciário Ao discursar durante cerimônia de sanção do novo Código de Processo Civil, Dilma comentou os protestos em todas as regiões do país. “Ontem, quando eu vi centenas e milhares de cidadãos se manifestando, não pude deixar de pensar que valeu a pena lutar pela liberdade e pela democracia. Este país está mais forte do que nunca.” Em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto, a presidenta voltou a comentar as manifestações, que considerou pacíficas e sem violência. Ela disse que, em uma postura humilde, é preciso aceitar o diálogo. “Então, nós temos de ser humildes. Estou aberta ao diálogo. Ao mesmo tempo, o governo tem que ter uma postura firme naquilo que ele acha que é importante.” Segundo Dilma, o governo federal tem dado respostas coerentes aos pedidos que vêm das ruas, como o anúncio do pacote de medidas de combate à corrupção, que será feito nos próximos dias. No entanto, há algumas divergências em outras demandas dos manifestantes, como no caso do ajuste econômico. “Nós achamos que o ajuste é essencial”, defendeu. “Não vou deixar de dizer para todo mundo que queremos fazer o ajuste”, afirmou a presidenta, reconhecendo que as armas de combate à crise se esgotaram e que agora o governo precisa “iniciar outro caminho”. Depois de enumerar as medidas que tomou na área econômica em seu primeiro mandato para amortecer os efeitos da crise internacional e de garantir que, apesar dos ajustes, o governo não vai acabar com o crédito, nem com a desoneração da folha de pagamento, Dilma reconheceu que as medidas podem ter falhado, mas não acredita que tenham piorado a situação do país. “É possível que possamos ter até cometido algum erro de dosagem na reação à crise”, admitiu. “[Mas] ninguém pode negar que não fizemos de tudo para a economia reagir. Em qualquer atividade...

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Governo está aberto ao diálogo, destaca Cardozo
mar16

Governo está aberto ao diálogo, destaca Cardozo

Segunda-feira, 16 de março de 2015, às 16h58 Yara Aquino – Repórter da Agência Brasil Edição: Beto Coura Após a reunião da coordenação do governo da presidenta Dilma Rousseff para avaliar as manifestações de ontem, ministros falaram em manter o diálogo com setores políticos e movimentos sociais e em buscar convergência de propostas e ações. A reunião de hoje (16) teve a participação de ministros e do vice-presidente, Michel Temer.     “Venho deixar claro que o governo está inteiramente aberto ao diálogo e assume como postura central o diálogo com todas as forças sociais, e pouco importa se são forças sociais que apoiam ou são contra o governo. Pouco importa se são lideranças políticas que apoiam o governo ou se são oposicionistas. O governo está aberto ao diálogo com todos”, disse o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, em entrevista coletiva. Cardozo disse que a primeira resposta que se dá as manifestações é ouvi-las. Ele reforçou a avaliação de que a indignação contra a corrupção foi a forte reivindicação dos protestos de ontem. “O governo está ouvindo as manifestações. O governo democrático ouve a voz das ruas e, pouco importa se as pessoas que estão nas ruas aplaudem ou vaiam o governo. Ao ouvir, precisamos captar esse sentimento e nos parece muito claro que ele que tem profunda relação com a indignação por conta da corrupção”, disse Cardozo. Ele reafirmou o compromisso do governo com o combate à corrupção. O ministro da Justiça explicitou que é hora de buscar convergência para encontrar alternativas no campo da política e da economia. “Queremos dialogar com todas as forças políticas para que possamos encontrar convergências. Sinceramente, acho que esse é o papel que um governo democrático deve fazer, agindo com firmeza, mas com humildade”, sinalizou. A exemplo do que disse ontem, Cardozo defendeu a reforma política, ao avaliar que os brasileiros que foram às ruas ontem demonstraram insatisfação com o sistema político do país. “Me pareceu que há um desconforto da população com nosso sistema político. Sinto isso quando líderes oposicionistas foram impedidos de falar. O sistema político hoje não permite ao brasileiro que se sinta representado”, avaliou. Para o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, os manifestantes pediram sobretudo o combate à corrupção. “Compreendemos o recado das ruas nos últimos dias. Ninguém estava reivindicando mais programas sociais ou dizendo que o desemprego está matando nossas oportunidades. Estavam às ruas dizendo que querem o combate à corrupção e entender o que o governo está fazendo na área de economia”. Ele defendeu que o governo tem enfrentado com “humildade” os efeitos da crise econômica e disse que os ajustes feitos ocorreram em...

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Ministério Público denuncia tesoureiro do PT e mais 26 investigados na Lava Jato
mar16

Ministério Público denuncia tesoureiro do PT e mais 26 investigados na Lava Jato

Segunda-feira, 16 de março de 2015, às 17h06 André Richter – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco O Ministério Público Federal (MPF) denunciou hoje (16) à Justiça Federal em Curitiba 27 investigados na Operação Lava Jato. Entre eles estão o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e o ex-gerente da estatal Pedro Barusco, além outros investigados na décima fase da operação, deflagada hoje (16). Entre os denunciados também estão o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e executivos de empreiteitas, já investigados em outras fases da Operação Lava Jato. Todos são acusados dos crimes de lavagem de dinheiro e corrupçao. As acusações serão julgadas pelo juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba. Na denúncia, os procuradores apontam novos desvios de recursos em contratos com a Petrobras. Desta vez, as obras investigadas foram a Refinaria Getúlio Vargas, em Araucária, no Paraná, e na Refinaria de Paulínia, em São...

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“Fora, Dilma”: o povo tem foco, quem está desfocado é o governo
mar16

“Fora, Dilma”: o povo tem foco, quem está desfocado é o governo

Segunda-feira, 16 de março de 2015, às 08h15 Centenas de milhares, que somaram quase dois milhões de pessoas – um milhão só em São Paulo – foram às ruas para exigir que o governo mude suas políticas e que está enganado na forma de exercer o poder a ele concedido. Com brados de “Fora, Dilma”, pediram a saída da presidente, eleita há menos de cinco meses. Gerson Soares Sem saber avaliar o número de manifestantes envolvidos nos protestos que ocorreram ontem em todo o país, o governo do PT menosprezava as concentrações populares em capitais como o Rio de Janeiro, chegando a dizer que as manifestações não tinham foco. Até que São Paulo demonstrou mais uma vez toda a sua pujança cívica. Por volta das 14h e daí em diante, a Avenida Paulista e seus arredores, na capital do estado de São Paulo, foi tomada por pessoas que tinham um objetivo e estavam totalmente focadas em demonstrar sua insatisfação quanto ao governo, que por falta de discernimento postou uma nota no facebook do Ministério da Justiça, classificando as mais de 600 mil pessoas de estarem promovendo o ódio. Esse número alcançou mais de 1 milhão (dados da Polícia Militar) e foi sendo composto ao longo da tarde por donas de casas, bebês, crianças, jovens, pais, avôs, vovós, filhos, sobrinhos e netos, tios. Tivessem eles sacadas gourmets, carrinhos de pipoca ou coragem para permanecer com seus comércios abertos, lá estavam unidos para dizer basta de tanta corrupção e descaramento. Compareceram vendedores de água e refrigerantes, certamente não faltaram os guardadores de carros e ainda outros carregavam cruzes, simbolizando bem a carga que o lulopetismo depositou nos costados dos brasileiros, na avaliação dos seus 12 anos de governo.   Veja as demais imagens em nossa página do Facebook e no Google+   No início da noite, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e o secretário-geral da presidência Miguel Rossetto, vieram a público para dizer que a manifestação era daqueles que não votaram em Dilma Roussef, que terminou o primeiro mandato em alvoroço e agora está desorientada, à frente de um gigante como o Brasil, que sem rumo requer comando. O cinismo, com que o governo tem tratado assuntos de suma importância, tais como os econômicos, de justiça e as apurações do Petrolão, é digno de admiração e espanto. Na coletiva de imprensa em Brasília, Cardozo e Rossetto, disseram os porta-vozes que o governo vai anunciar medidas, ainda nesta semana, mas não citaram quais, nem o tipo de providências que seriam tomadas. Questionado sobre a publicação no facebook de ser a manifestação deste domingo promovida por quem tem ódio ao governo,...

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Mais de 1 milhão na Av. Paulista, contra o governo petista de Dilma
mar15

Mais de 1 milhão na Av. Paulista, contra o governo petista de Dilma

Domingo, 15 de março de 2015, às 15h39 Com faixas e gritos de fora Dilma e fora PT, paulistanos pedem o fim da corrupção. Mesmo levando em conta o seu conservadorismo na divulgação de números, a PM divulgou às 15h30 mais de 1 milhão de pessoas nas imediações da Avenida Paulista. Com faixas de Fora Dilma, Chega de Corrupção pediam o impeachment da presidente, apesar da opinião contrária também existir. Por sua vez, o Metrô computava 4.000 pessoas a cada 2 minutos chegando à região. Esta é a maior manifestação de protestos que se tem registro contra os desmandos do governo federal brasileiro. Nem mesmo as Diretas Já levou tantos às ruas. Agências de notícias internacionais começam a divulgar a marcha dos brasileiros. Em outras capitais, mesmo em menor número, as manifestações contra o governo petista repercutem em todo o país. Até o final da tarde, espera-se que o governo se manifeste. Até este horário, as manifestações de protestos não causaram nenhum incidente que merecesse destaque pelas autoridades policiais. Não há registro da presença de políticos entre os manifestantes. Portanto, trata-se de um movimento estritamente de insatisfação popular, superando todas as expectativas do governo, que até a entrada de São Paulo nas manifestações de hoje, desconsiderou o poder da movimentação popular. Diante dessa situação a presidente Dilma Roussef, alvo principal dos ataques nas últimas semanas, sairá bastante enfraquecida e a tentativa de defendê-la feita pela CUT, na última sexta-feira (13), não passou de outro erro. Lembrando que antes do impeachment de Fernando Collor, a insatisfação da população estava nos mesmos níveis obtidos pela presidente Dilma, que nesta sexta-feira chegou a um dígito. Às 16h30 um grupo, autointitulado Carecas do Subúrbio, foi detido pela PM e se trata do único incidente. Eles estavam armados com rojões, socos ingleses e os próprios policiais militares os salvaram de um linchamento ao detê-los, já que a população é pacífica e não tolera esse tipo de infiltrados a fim de causar distúrbios. Às 17h05, o Ministério da Justiça, qualificou de odiosa as manifestações. Veja abaixo, a nota publicada no facebook do ministério. “Discurso de ódio é diferente de liberdade de expressão! O discurso do ódio é usado para insultar, perseguir e justificar a privação dos direitos humanos. Já liberdade de expressão, é o direito de todos se manifestarem, mas não deve afrontar o direito alheio, como a honra e a dignidade de uma pessoa ou determinado grupo”. Veja outras imagens em nossa página do...

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Pontos de encontro das manifestações em todo o Brasil
mar15
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Corrupção e mentiras podem levar milhões às ruas neste domingo pelo impeachment
mar15

Corrupção e mentiras podem levar milhões às ruas neste domingo pelo impeachment

Domingo, 15 de março de 2015, às 07h03   A bagunça promovida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) está arrastando o Brasil para mais de uma década atrás. A inflação em plena alta, muito maior do que os dados oficiais – fato observado também naqueles tempos – fazem os investimentos no país retroagirem. Gerson Soares O dólar subindo, apesar de a moeda americana ter-se valorizado diante de todas as outras nas cotações mundiais, é outra mostra do que se pode esperar. Diante de sua fragilidade, o atual governo brasileiro se esconde atrás de uma cortina e diz que está tudo bem, demonstrando viver realmente num mundo de fantasias, de irresponsabilidades sem precedentes.     De fato o governo do PT deixará marcas na história do país. Será lembrado como o partido que mais aviltou os cofres públicos e ao mesmo tempo, aquele que consolidou a dignidade de muitas famílias pobres com as chamados “bolsas” e tentou mudar a natureza, levando água às regiões mais desérticas do país – ao custo de bilhões e promessas não cumpridas. Nesse caso, explorando a própria condição de “retirante ou pau-de-arara”, na qual o ex-presidente Lula se coloca, orgulhosamente exaltando-a, demonstrando que é possível a um pobre alcançar o mais alto posto do país. As obras de transposição do Rio São Francisco para abastecer de água o árido Nordeste do país também devem ser investigadas para apurar o porquê dos gastos excessivos e a demora em concluí-las, já que esse era um ponto de honra para o nordestino Luiz Inácio da Silva. O Brasil, gigante da América Latina, crescerá menos que o Peru, Chile, Colômbia e México. A corrupção no país, como disse Pedro Barusco em seu depoimento à CPI da Petrobrás, “está institucionalizada”. Portanto, traduzindo para a linguagem popular virou moda. Os absurdos com os quais o povo se acostumou – pelo menos metade dele – e muito pior do que isso aprovou nas urnas, reelegendo a presidente Dilma Roussef, está levando o país a uma crise muito maior do que a financeira ou a institucional, a moral também está em queda livre. Ao perder a moralidade, os exemplos que devem vir daqueles que governam os povos, perde-se a referência e como bem está sendo frizado a cada momento, o Brasil é hoje uma nau sem rumo, um navio imenso em que se perde décadas de avanço em meses, no qual cada canhão atira para um lado, onde os tribunais são mais necessários do que as carteiras escolares. Tantos desvios de conduta, diante da falta de moral e de autoridade, levam ao que se espera hoje nas ruas do país: um pedido de impeachment...

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Termina de forma pacífica manifestação prol PT em São Paulo
mar14
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Gabrielli: Palestra técnica no lugar de respostas
mar13

Gabrielli: Palestra técnica no lugar de respostas

Sexta-feira, 13 de março de 2015, às 19h13 Parece brincadeira, mas não é! Gabrielli foi brincar na CPI da Petrobrás. Gerson Soares O ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, depois de fazer uma palestra técnica, gastou um tempo precioso para quem tem pressa em apurar o escândalo do Petrolão. À conversa fiada do ex-presidente, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), disse desconfiado: “parece estar combinado com o relator”, referindo-se ao deputado Luiz Sérgio (PT-RJ). De fato Gabrielli provocou a paciência dos membros da CPI, ao falar do que não interessava a ninguém durante as perguntas reservadas prioritariamente ao relator. “E eu não estou gostando disso”, completou Lorenzoni, lembrando a CPI dos Correios, onde de acordo com ele “estava tudo combinado”. Gabrielli disse que é impossível saber como o dinheiro é desviado na Petrobras, já que saia dos caixas das empresas envolvidas, no que foi desmentido. Afirmou que a compra da Refinaria de Passadena, estopim da derrocada da atual gestão da empresa, foi um bom negócio. “Foi um ótimo negócio”, disse o ex-presidente, que foi chamado de incompetente ou conivente com a roubalheira na Petrobras. “Ou o senhor é um incompetente de mão cheia ou é um dos capos. Pedro Barusco devolveu 97 milhões de dólares que não eram dele. Eram seus?”, perguntou o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). “O senhor tinha que ter vergonha. O senhor é cúmplice de um assalto de proporções gigantescas”. Na próxima quinta-feira (19) está marcado o depoimento do ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, que chegou a ser preso e depois solto por decisão do Supremo. Ao contrário de Barusco, que se limitou a responder às perguntas dos parlamentares, Gabrielli enrolou e brincou. Sínico,...

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Por um país melhor  e mais unido milhares poderão se reunir domingo
mar12

Por um país melhor e mais unido milhares poderão se reunir domingo

Quinta-feira, 12 de março de 2015, às 13h21 Em todo o Brasil, os opositores ao governo petista de Dilma Roussef pretendem se manifestar, entre eles um dos partidos que mais lhes faz oposição, o PSDB. A corrupção, a degradação moral e o enfraquecimento das instituições mais importantes do país, como o próprio STF (Supremo Tribunal Federal) está sendo divulgada na mídia não só do Brasil, mas em países como Inglaterra, Espanha, Itália, França e Estados Unidos. A revolta com o descaramento político assola a opinião mundial. De acordo com o regimento interno, pela falta de indicação de um nome para ocupar a vaga deixada pelo ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (cabe ao Poder Executivo do país essa indicação que ainda não foi feita), o presidente ministro Ricardo Lewandowski (indicado pelo ex-presidente Lula) aprovou ontem (11) a transferência do ministro José Antonio Dias Toffoli da primeira para a segunda turma. Portanto, passando ele a ser o mais novo membro dessa turma, conforme a tradição do STF deverá presidir o julgamento do escandaloso caso Petrolão. Ocupando a vaga de assessor da Casa Civil, quando o Ministro da pasta era José Dirceu – condenado no Mensalão –, durante a presidência de José Inácio Lula da Silva, foi indicado por este para ocupar uma vaga no STF. Toffoli fez carreira na área jurídica do PT e foi advogado do partido. Conforme divulgado pela revista Veja, em 2013 foi dele a iniciativa de patrocinar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma espécie de “lei da mordaça” para o Ministério Público Eleitoral, a PEC 37 (Proposta de Emenda Constitucional 37/2011). A norma estabelecia que os promotores e procuradores precisam de autorização prévia do juiz eleitoral para abrir uma investigação, com exceção dos casos de flagrante delito e ficou conhecido entre eles como “PEC da impunidade”. Manifestações em todo o país pressionaram o Congresso e impediram que a medida fosse à frente. O fenômeno das manifestações de 2013, que marcou a história brasileira, começou contra os aumentos das tarifas dos ônibus e se espalhou pelas capitais em todo o território nacional. Nas faixas, uma das reivindicações era o “não” para a PEC 37. Em 2014, manifestantes foram vistos protestando contra a Copa do Mundo, a Fifa e suas exigências e pedindo “Padrão Fifa” para a saúde, educação, segurança. Em 2015, estamos prestes a presenciar manifestantes que desejam moral na política e mudanças; sempre elas a movimentar a opinião pública. Essas alterações no comportamento dos políticos, que possuem a função de governar o país e o fim dos escândalos de corrupção, poderão levar a algum resultado se houver organização e entendimento entre os que assim desejam um país...

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PSDB divulga nota sobre manifestações de domingo
mar12

PSDB divulga nota sobre manifestações de domingo

Quinta-feira, 12 de março de 2015, às 13h17 Leia a seguir o documento oficial divulgado ontem pela executiva nacional do maior partido de oposição ao governo, assinado pelos senadores Aécio Neves (Presidente Nacional) e Cássio Cunha Lima (líder no Senado Federal), e pelo deputado Carlos Sampaio (líder na Câmara dos Deputados). O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) se solidariza com as manifestações de indignação dos brasileiros diante da flagrante degradação moral e do desastre econômico-social promovidos pelo governo Dilma Rousseff. O PSDB defende a livre manifestação de opinião e o direito à expressão dos cidadãos e, portanto, apoia os atos pacíficos e democráticos convocados para o próximo dia 15 de março em todo o país. Mais do que uma garantia constitucional, a liberdade de pensamento e de crítica é fundamento essencial para o fortalecimento da vida democrática e o enraizamento social dos valores republicanos. O PSDB repudia a atitude daqueles que, em nome de seus interesses partidários, cerceiam e deturpam o direito à livre manifestação, e tentam convencer a população de que a crítica aos governantes se confunde com atentados contra a ordem institucional e o Estado de Direito. Na verdade, ao contrário de que alguns tentam fazer crer, os protestos que ocorrem nas redes sociais e nas ruas não defendem um terceiro turno, mas a rigorosa apuração de responsabilidades sobre a corrupção endêmica incrustrada no corpo do estado nacional, e cobra o abandono dos compromissos assumidos publicamente com a população. São manifestações legítimas de um país que vive em plena democracia e se posiciona perante múltiplas e graves crises. Acreditamos que a participação popular melhora as instituições e eleva os padrões de governança pública. Por isso, o PSDB, através de seus militantes, simpatizantes e várias de suas lideranças participará, ao lado de brasileiros de todas as regiões do país, desse movimento apartidário que surge do mais legítimo sentimento de indignação da sociedade brasileira. O PSDB reitera seu compromisso com todos os que desejam um país mais forte, íntegro, justo, solidário e democrático. Leia também: Polícia Militar terá reforço na Av. Paulista durante manifestações PSDB divulga nota sobre manifestações de domingo Por um país melhor e mais unido centenas de milhares poderão se reunir...

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Barusco depõe na CPI da Petrobrás e diz que vai devolver 97 milhões de dólares
mar10

Barusco depõe na CPI da Petrobrás e diz que vai devolver 97 milhões de dólares

Terça-feira, 10 de março de 2015, às 17h18 O destaque da reunião ficou com a pressão dos petistas para expor o governo de FHC ao escândalo. O ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco, disse que irá devolver 97 milhões de dólares de suas contas no exterior, o valor foi obtido com as propinas. Ele está respondendo neste momento às perguntas dos deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados, sobre o escândalo que envolve a Petrobrás. Segundo suas informações, ele participa desde 2003 ativamente de uma quadrilha criminosa que surrupiou bilhões dos cofres públicos. Antes disso, Barusco afirmou que participou de esquema de propinas a partir de 1997, mas que não havia conotação política, assumindo para ele mesmo a culpa das extorsões em contratos com a Petrobras. Insistentemente, deputados do PT (Partido dos Trabalhadores) o questionaram sobre esse período (entre 1996 e 2003), demonstrando claramente que desconfiam de corrupção também no governo anterior ao de Lula, ou seja, do PSDB e Fernando Henrique Cardoso. À carga dos petistas, um deputado tucano disse que antes de 2003, portanto desde o início do governo Lula, “o PT estava empenhado no Mensalão”. Em tom mais sério, outro partidário tucano, afirmou que não se apurou nada antes de 2003, dizendo que o PT está à frente da Petrobrás há 12 anos e nunca levantou nenhuma questão sobre desvios na estatal, antes desse período. A verdade é que o depoimento de Pedro Barusco, deixa claro o uso de dinheiro de propinas na campanha presidencial de 2010, a favor do tesoureiro de campanha do PT, João Vaccari Neto – que nega –, quando Dilma Roussef saiu vencedora contra José Serra do PSDB. A divisão não foi feita somente para o Partido dos Trabalhadores, mas a vários outros, como PMDB e PSDB, além dos chamados partidos nanicos que orbitam entre eles. Em pesquisa da BBC Brasil, segundo afirmam juristas, se for provada a culpa da presidente Dilma nas denúncias do escândalo, juridicamente será possível levantar a hipótese do impeachment. Fato que alegraria uma ala dos tucanos, mas não a FHC. No final da reunião, devido ao esgotamento das perguntas, que se prolongaram desde as 09h30 da manhã de hoje, os deputados lembraram os prejuízos do povo. Para a CPI, o esquema de corrupção da quadrilha que atuava na Petrobras, acabou conduzindo inclusive à compra de ações da empresa, que após as denúncias apresentaram queda livre no mercado. O presidente da CPI, deputado Hugo Mota (PDMB-PB), declarou encerrada a reunião às 16h37, horário de Brasília, após 7 horas, anunciando o depoimento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha na próxima quinta-feira...

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