NI e as manifestações no Brasil pelo Impeachment Já!
mar14

NI e as manifestações no Brasil pelo Impeachment Já!

O Notícias em Imagens (NI) traz os flagrantes das manifestações deste domingo (13/03) em todo o Brasil. De acordo com as polícias militares, mais de 3,5 milhões de pessoas estiveram nas ruas do país para pedir o afastamento da presidente Dilma Roussef, do fim da corrupção e desvio de dinheiro público, dos desmandos políticos e volta do crescimento da economia. A Operação Lava Jato da Polícia Federal e o juiz Sérgio Moro, foram os grandes protagonistas do apoio...

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SP pede Impeachment Já! com a maior manifestação desde as Diretas
mar14

SP pede Impeachment Já! com a maior manifestação desde as Diretas

Segundo o Datafolha, 500 mil pessoas estiveram na Avenida Paulista, palco central das manifestações em São Paulo. Para a PM foram 1,4 milhão, número parecido com o obtido pelos organizadores.

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Protestos e manifestações contra o governo e a favor do impeachment
dez14

Protestos e manifestações contra o governo e a favor do impeachment

Em São Paulo e Brasília, milhares de pessoas fizeram manifestações portando faixas, bonecos infláveis e bandeiras do Brasil. Eles querem o fim da corrupção, pedem ética e a prisão dos corruptos.

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PEC 215: texto cada vez pior
out29

PEC 215: texto cada vez pior

“Trevas e lutas de outubro. A causa indígena está sob fogo serrado. Os inimigos desses povos não dão trégua. Fazem avançar seus decretos e projetos de extermínio. Porém não estão frente a guerreiros apáticos ou desesperançados. Muito pelo contrário suas lutas pelos direitos ganham maior densidade, amplitude, solidariedade e apoio. Não passarão. Avançaremos. São os gritos de vida pedindo passagem”, escreve Egon Heck, do secretariado nacional do Conselho Indigenista Missionário –...

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Após protestos, Dilma diz que governo vai dialogar com humildade e firmeza
mar17

Após protestos, Dilma diz que governo vai dialogar com humildade e firmeza

Terça-feira, 17 de março de 2015, às 11h26 Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil Edição: Luana Lourenço A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (16) que recebeu com humildade, mas firmeza, as manifestações deste domingo contra seu governo. Segundo ela, as manifestações mostram que o “governo tem que dialogar, escutar, saber do que tratam” os protestos. ”Ouvir é a palavra, e dialogar é a ação”, avaliou.     “Estamos em uma fase de buscar o consenso mínimo. É da democracia não haver concordância e unanimidade. Só em um regime [ditatorial], alguns pensam que falam e os outros que calem a boca. Não quero consenso. Você tem que aceitar que vozes são diferentes em um país complexo como este, mas tem de haver responsabilidade com as instituições”, disse, citando o Congresso Nacional, o Executivo e o Judiciário Ao discursar durante cerimônia de sanção do novo Código de Processo Civil, Dilma comentou os protestos em todas as regiões do país. “Ontem, quando eu vi centenas e milhares de cidadãos se manifestando, não pude deixar de pensar que valeu a pena lutar pela liberdade e pela democracia. Este país está mais forte do que nunca.” Em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto, a presidenta voltou a comentar as manifestações, que considerou pacíficas e sem violência. Ela disse que, em uma postura humilde, é preciso aceitar o diálogo. “Então, nós temos de ser humildes. Estou aberta ao diálogo. Ao mesmo tempo, o governo tem que ter uma postura firme naquilo que ele acha que é importante.” Segundo Dilma, o governo federal tem dado respostas coerentes aos pedidos que vêm das ruas, como o anúncio do pacote de medidas de combate à corrupção, que será feito nos próximos dias. No entanto, há algumas divergências em outras demandas dos manifestantes, como no caso do ajuste econômico. “Nós achamos que o ajuste é essencial”, defendeu. “Não vou deixar de dizer para todo mundo que queremos fazer o ajuste”, afirmou a presidenta, reconhecendo que as armas de combate à crise se esgotaram e que agora o governo precisa “iniciar outro caminho”. Depois de enumerar as medidas que tomou na área econômica em seu primeiro mandato para amortecer os efeitos da crise internacional e de garantir que, apesar dos ajustes, o governo não vai acabar com o crédito, nem com a desoneração da folha de pagamento, Dilma reconheceu que as medidas podem ter falhado, mas não acredita que tenham piorado a situação do país. “É possível que possamos ter até cometido algum erro de dosagem na reação à crise”, admitiu. “[Mas] ninguém pode negar que não fizemos de tudo para a economia reagir. Em qualquer atividade...

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Governo está aberto ao diálogo, destaca Cardozo
mar16

Governo está aberto ao diálogo, destaca Cardozo

Segunda-feira, 16 de março de 2015, às 16h58 Yara Aquino – Repórter da Agência Brasil Edição: Beto Coura Após a reunião da coordenação do governo da presidenta Dilma Rousseff para avaliar as manifestações de ontem, ministros falaram em manter o diálogo com setores políticos e movimentos sociais e em buscar convergência de propostas e ações. A reunião de hoje (16) teve a participação de ministros e do vice-presidente, Michel Temer.     “Venho deixar claro que o governo está inteiramente aberto ao diálogo e assume como postura central o diálogo com todas as forças sociais, e pouco importa se são forças sociais que apoiam ou são contra o governo. Pouco importa se são lideranças políticas que apoiam o governo ou se são oposicionistas. O governo está aberto ao diálogo com todos”, disse o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, em entrevista coletiva. Cardozo disse que a primeira resposta que se dá as manifestações é ouvi-las. Ele reforçou a avaliação de que a indignação contra a corrupção foi a forte reivindicação dos protestos de ontem. “O governo está ouvindo as manifestações. O governo democrático ouve a voz das ruas e, pouco importa se as pessoas que estão nas ruas aplaudem ou vaiam o governo. Ao ouvir, precisamos captar esse sentimento e nos parece muito claro que ele que tem profunda relação com a indignação por conta da corrupção”, disse Cardozo. Ele reafirmou o compromisso do governo com o combate à corrupção. O ministro da Justiça explicitou que é hora de buscar convergência para encontrar alternativas no campo da política e da economia. “Queremos dialogar com todas as forças políticas para que possamos encontrar convergências. Sinceramente, acho que esse é o papel que um governo democrático deve fazer, agindo com firmeza, mas com humildade”, sinalizou. A exemplo do que disse ontem, Cardozo defendeu a reforma política, ao avaliar que os brasileiros que foram às ruas ontem demonstraram insatisfação com o sistema político do país. “Me pareceu que há um desconforto da população com nosso sistema político. Sinto isso quando líderes oposicionistas foram impedidos de falar. O sistema político hoje não permite ao brasileiro que se sinta representado”, avaliou. Para o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, os manifestantes pediram sobretudo o combate à corrupção. “Compreendemos o recado das ruas nos últimos dias. Ninguém estava reivindicando mais programas sociais ou dizendo que o desemprego está matando nossas oportunidades. Estavam às ruas dizendo que querem o combate à corrupção e entender o que o governo está fazendo na área de economia”. Ele defendeu que o governo tem enfrentado com “humildade” os efeitos da crise econômica e disse que os ajustes feitos ocorreram em...

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“Fora, Dilma”: o povo tem foco, quem está desfocado é o governo
mar16

“Fora, Dilma”: o povo tem foco, quem está desfocado é o governo

Segunda-feira, 16 de março de 2015, às 08h15 Centenas de milhares, que somaram quase dois milhões de pessoas – um milhão só em São Paulo – foram às ruas para exigir que o governo mude suas políticas e que está enganado na forma de exercer o poder a ele concedido. Com brados de “Fora, Dilma”, pediram a saída da presidente, eleita há menos de cinco meses. Gerson Soares Sem saber avaliar o número de manifestantes envolvidos nos protestos que ocorreram ontem em todo o país, o governo do PT menosprezava as concentrações populares em capitais como o Rio de Janeiro, chegando a dizer que as manifestações não tinham foco. Até que São Paulo demonstrou mais uma vez toda a sua pujança cívica. Por volta das 14h e daí em diante, a Avenida Paulista e seus arredores, na capital do estado de São Paulo, foi tomada por pessoas que tinham um objetivo e estavam totalmente focadas em demonstrar sua insatisfação quanto ao governo, que por falta de discernimento postou uma nota no facebook do Ministério da Justiça, classificando as mais de 600 mil pessoas de estarem promovendo o ódio. Esse número alcançou mais de 1 milhão (dados da Polícia Militar) e foi sendo composto ao longo da tarde por donas de casas, bebês, crianças, jovens, pais, avôs, vovós, filhos, sobrinhos e netos, tios. Tivessem eles sacadas gourmets, carrinhos de pipoca ou coragem para permanecer com seus comércios abertos, lá estavam unidos para dizer basta de tanta corrupção e descaramento. Compareceram vendedores de água e refrigerantes, certamente não faltaram os guardadores de carros e ainda outros carregavam cruzes, simbolizando bem a carga que o lulopetismo depositou nos costados dos brasileiros, na avaliação dos seus 12 anos de governo.   Veja as demais imagens em nossa página do Facebook e no Google+   No início da noite, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e o secretário-geral da presidência Miguel Rossetto, vieram a público para dizer que a manifestação era daqueles que não votaram em Dilma Roussef, que terminou o primeiro mandato em alvoroço e agora está desorientada, à frente de um gigante como o Brasil, que sem rumo requer comando. O cinismo, com que o governo tem tratado assuntos de suma importância, tais como os econômicos, de justiça e as apurações do Petrolão, é digno de admiração e espanto. Na coletiva de imprensa em Brasília, Cardozo e Rossetto, disseram os porta-vozes que o governo vai anunciar medidas, ainda nesta semana, mas não citaram quais, nem o tipo de providências que seriam tomadas. Questionado sobre a publicação no facebook de ser a manifestação deste domingo promovida por quem tem ódio ao governo,...

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Mais de 1 milhão na Av. Paulista, contra o governo petista de Dilma
mar15

Mais de 1 milhão na Av. Paulista, contra o governo petista de Dilma

Domingo, 15 de março de 2015, às 15h39 Com faixas e gritos de fora Dilma e fora PT, paulistanos pedem o fim da corrupção. Mesmo levando em conta o seu conservadorismo na divulgação de números, a PM divulgou às 15h30 mais de 1 milhão de pessoas nas imediações da Avenida Paulista. Com faixas de Fora Dilma, Chega de Corrupção pediam o impeachment da presidente, apesar da opinião contrária também existir. Por sua vez, o Metrô computava 4.000 pessoas a cada 2 minutos chegando à região. Esta é a maior manifestação de protestos que se tem registro contra os desmandos do governo federal brasileiro. Nem mesmo as Diretas Já levou tantos às ruas. Agências de notícias internacionais começam a divulgar a marcha dos brasileiros. Em outras capitais, mesmo em menor número, as manifestações contra o governo petista repercutem em todo o país. Até o final da tarde, espera-se que o governo se manifeste. Até este horário, as manifestações de protestos não causaram nenhum incidente que merecesse destaque pelas autoridades policiais. Não há registro da presença de políticos entre os manifestantes. Portanto, trata-se de um movimento estritamente de insatisfação popular, superando todas as expectativas do governo, que até a entrada de São Paulo nas manifestações de hoje, desconsiderou o poder da movimentação popular. Diante dessa situação a presidente Dilma Roussef, alvo principal dos ataques nas últimas semanas, sairá bastante enfraquecida e a tentativa de defendê-la feita pela CUT, na última sexta-feira (13), não passou de outro erro. Lembrando que antes do impeachment de Fernando Collor, a insatisfação da população estava nos mesmos níveis obtidos pela presidente Dilma, que nesta sexta-feira chegou a um dígito. Às 16h30 um grupo, autointitulado Carecas do Subúrbio, foi detido pela PM e se trata do único incidente. Eles estavam armados com rojões, socos ingleses e os próprios policiais militares os salvaram de um linchamento ao detê-los, já que a população é pacífica e não tolera esse tipo de infiltrados a fim de causar distúrbios. Às 17h05, o Ministério da Justiça, qualificou de odiosa as manifestações. Veja abaixo, a nota publicada no facebook do ministério. “Discurso de ódio é diferente de liberdade de expressão! O discurso do ódio é usado para insultar, perseguir e justificar a privação dos direitos humanos. Já liberdade de expressão, é o direito de todos se manifestarem, mas não deve afrontar o direito alheio, como a honra e a dignidade de uma pessoa ou determinado grupo”. Veja outras imagens em nossa página do...

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Pontos de encontro das manifestações em todo o Brasil
mar15
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Corrupção e mentiras podem levar milhões às ruas neste domingo pelo impeachment
mar15

Corrupção e mentiras podem levar milhões às ruas neste domingo pelo impeachment

Domingo, 15 de março de 2015, às 07h03   A bagunça promovida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) está arrastando o Brasil para mais de uma década atrás. A inflação em plena alta, muito maior do que os dados oficiais – fato observado também naqueles tempos – fazem os investimentos no país retroagirem. Gerson Soares O dólar subindo, apesar de a moeda americana ter-se valorizado diante de todas as outras nas cotações mundiais, é outra mostra do que se pode esperar. Diante de sua fragilidade, o atual governo brasileiro se esconde atrás de uma cortina e diz que está tudo bem, demonstrando viver realmente num mundo de fantasias, de irresponsabilidades sem precedentes.     De fato o governo do PT deixará marcas na história do país. Será lembrado como o partido que mais aviltou os cofres públicos e ao mesmo tempo, aquele que consolidou a dignidade de muitas famílias pobres com as chamados “bolsas” e tentou mudar a natureza, levando água às regiões mais desérticas do país – ao custo de bilhões e promessas não cumpridas. Nesse caso, explorando a própria condição de “retirante ou pau-de-arara”, na qual o ex-presidente Lula se coloca, orgulhosamente exaltando-a, demonstrando que é possível a um pobre alcançar o mais alto posto do país. As obras de transposição do Rio São Francisco para abastecer de água o árido Nordeste do país também devem ser investigadas para apurar o porquê dos gastos excessivos e a demora em concluí-las, já que esse era um ponto de honra para o nordestino Luiz Inácio da Silva. O Brasil, gigante da América Latina, crescerá menos que o Peru, Chile, Colômbia e México. A corrupção no país, como disse Pedro Barusco em seu depoimento à CPI da Petrobrás, “está institucionalizada”. Portanto, traduzindo para a linguagem popular virou moda. Os absurdos com os quais o povo se acostumou – pelo menos metade dele – e muito pior do que isso aprovou nas urnas, reelegendo a presidente Dilma Roussef, está levando o país a uma crise muito maior do que a financeira ou a institucional, a moral também está em queda livre. Ao perder a moralidade, os exemplos que devem vir daqueles que governam os povos, perde-se a referência e como bem está sendo frizado a cada momento, o Brasil é hoje uma nau sem rumo, um navio imenso em que se perde décadas de avanço em meses, no qual cada canhão atira para um lado, onde os tribunais são mais necessários do que as carteiras escolares. Tantos desvios de conduta, diante da falta de moral e de autoridade, levam ao que se espera hoje nas ruas do país: um pedido de impeachment...

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Polícia Militar terá reforço na Av. Paulista durante manifestações
mar12

Polícia Militar terá reforço na Av. Paulista durante manifestações

Quinta-feira, 12 de março de 2015, às 11h11 A PM quer garantir o direito de todos, mas estará preparada para controlar situações de dirtúrbios, afirmou em nota. Devido às manifestações marcadas para os dias 13 e 15 de março, a assessoria de Comunicação da Polícia Militar informou hoje que está preparando um reforço no policiamento em toda a cidade de São Paulo, com uma atuação mais específica nas áreas, já identificadas, onde ocorrerão as maiores concentrações de pessoas – principalmente na Avenida Paulista. A Polícia Militar atuará para garantir o direito de manifestação de todos, evitando qualquer confronto de grupos antagônicos que possa vir a ocorrer, bem como o direito da população que fará uso dos mesmos locais, e que não desejam participar da manifestação. Com esses objetivos, foi realizada uma reunião preparatória na tarde de 09 de março na sede do Comando de Policiamento da Capital, com as principais entidades representativasdos movimentos que marcaram seus atos para os dias 13 e ou 15 de março. Estiveram presentes o “Movimento Renovação Liberal”, “Revoltados OnLine”, “Movimento Vem pra Rua”, “Movimento Brasil Livre”, “Movimento Intervencionista Independente”, “CUT” e “APEOESP”, os quais confirmaram que, apesar de alguns grupos possuírem ideais antagônicos, todos estarão nas ruas pacificamente e não aceitarão nenhum tipo de violência em seus movimentos. No dia 13 a concentração ocorrerá na Avenida Paulista a partir das 14h, sendo que a CUT (Central Única dos Trabalhadores), juntamente com a APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) se deslocarão a partir das 16h até a Praça da República, local onde encerrarão seus atos. No dia 15 a concentração ocorrerá novamente na Avenida Paulista, só que a partir das 15h, não havendo previsão de término para nenhum dos dois dias. A Polícia Militar atuará com um efetivo necessário e adequado para garantir o direito à manifestação e para o restabelecimento da ordem pública, caso a mesma venha a ser quebrada. De acordo com a demanda apresentada no momento das manifestações, se necessário for, a Polícia Militar irá realocar o efetivo de serviço para a Avenida Paulista, para reforçar o policiamento no local, sempre no intuito de garantir o direito dos cidadãos se manifestarem com segurança. Leia também: Polícia Militar terá reforço na Av. Paulista durante manifestações PSDB divulga nota sobre manifestações de domingo Por um país melhor e mais unido centenas de milhares poderão se reunir domingo...

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Bloqueios em rodovias continuam, mesmo com acordo entre governo e caminhoneiros
fev26

Bloqueios em rodovias continuam, mesmo com acordo entre governo e caminhoneiros

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 13h19 Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger Mesmo com acordo firmado entre governo e caminhoneiros nessa quarta-feira (25), a categoria mantém diversos pontos de rodovias federais parcialmente ou totalmente bloqueados na manhã de hoje (26). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Rio Grande do Sul, há 27 trechos interditados pelos manifestantes nas seguintes BRs: 101, 116, 158, 285, 386, 392, 468, 470 e 272. Em Santa Catarina, ainda há 11 pontos de bloqueios com interdição parcial das pistas. Os caminhoneiros ocupam trechos das BRs 116, 282, 470, 158 e 163. No Paraná, as interdições continuam em 18 trechos nas BRs 376, 272, 369, 467, 163, 476, 487, 158, 277 e 373. A PRF informou que carros de passeio, ambulâncias, ônibus e caminhões com cargas perecíveis estão sendo liberados. Na BR-163, em Mato Grosso do Sul, manifestantes bloqueiam os quilômetros 256, 267 e 270, em Dourados, e os quilômetros 614 e 618, em São Gabriel do Oeste. Na BR-463, no quilômetro 102, em Ponta Porã, também há interdição total. Em Mato Grosso, dez interdições iniciadas ontem (24) continuam nas BRs 364, 163 e 70. Segundo a PRF, os manifestantes estão liberando a passagem de caminhões com carga viva e produtos perecíveis, carros de passeio e ônibus. Pela proposta apresentada ontem, o governo promete sancionar a Lei dos Caminhoneiros sem vetos, prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro, além de criar, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, uma tabela referencial de frete. Nesse item, os representantes dos caminhoneiros pediram que o governo atue na mediação com os empresários. As manifestações dos caminhoneiros, que tiveram reflexo em mais de dez estados, já provocam desabastecimento de combustível e alimentos em algumas cidades. *Matéria ampliada às 9h57 e às 10h46 para incluir balanços parciais das polícias rodoviárias federais no Paraná, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul Fila de caminhões na BR-060, que liga Brasília a GoiâniaValter Campanato/Agência...

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Tatuapé toma parte nas manifestações do país
jun23

Tatuapé toma parte nas manifestações do país

Publicado em 23 de junho de 2014 às 21h33 22 de junho de 2013 Gerson Soares Às 16h30 de ontem (dia 21/06), a reportagem do Alô Tatuapé seguiu a pé pela Rua Cantagalo e depois pela Rua Serra de Bragança, desde a confluência com a Rua Monte Serrat. A situação era de calma e tranquilidade, com poucos veículos transitando – situação totalmente adversa do que se vê numa sexta-feira nesse horário no agitado bairro do Tatuapé. Caminhando, constatamos que o assunto nas ruas era a manifestação programada para a Praça Silvio Romero. Nas conversas, notamos os semblantes carrancudos, com a situação do país.     Ao atingirmos a Rua Coelho Lisboa, por volta das 17h, já na Silvio Romero, acompanhamos a chegada da faixa que dizia: “Não à PEC 137”, abaixo da inscrição lia-se “movimento sem partido”. Com mais de três metros a faixa parava o trânsito e a seguimos até o encontro com algumas dezenas de pessoas que já estavam na famosa praça. Assim que chegou, os manifestantes se aglutinaram ao lado dos outros que carregavam o emblemático protesto contra a PEC37, que tira o poder do Ministério Público, que com coragem vem colocando os políticos no banco dos réus. Em pouquíssimo tempo, mais e mais pessoas se juntavam ao encontro marcado para as 17h. Logo, milhares estavam gritando palavras de ordem, trazendo cartazes de todos os matizes. Inclusive um que dizia: “Fora Dilma”. “Saúde, educação e trabalho”, cantavam em coro. Para os manifestantes, a Copa do Mundo no Brasil é carta fora do baralho. E assim eles se manifestaram pacificamente, pedindo: “Sem vandalismo, sem vandalismo”, que realmente não houve.     “Da minha geração não tem mais ninguém”, nos disse um simpático senhor ao lado do amigo. Talvez, em seu coração e no espírito, estivesse a vontade e o clamor de ver um Brasil melhor e mais justo que através dos seus longos anos não pode ver. Juntando-se aos jovens, representou sua geração com a esperança renovada.   Leia as reportagens Muda Brasil Governo e Prefeitura de SP reduzem tarifas de ônibus, metrô e trem Causa definida: Mudar o Brasil Tatuapé toma parte nas manifestações do país Muda Brasil: Isto não é festa Milhares fazem a maior manifestação já vista no Tatuapé Protestos no Tatuapé, passam para a história de...

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Milhares fazem a maior manifestação já vista no Tatuapé
jun23

Milhares fazem a maior manifestação já vista no Tatuapé

Publicado em 23 de junho de 2014 às 21h31 21 de junho de 2013 Gerson Soares Tomada pela multidão, a Rua Tuiuti teve seu momento histórico nesta nova fase pela qual passa o Brasil. Um dos bairros mais importantes de São Paulo, o Tatuapé mandou sua mensagem e não recuou diante da ideia de que após a baixa das tarifas o movimento para mudar o país esfriaria.     Chegando à Radial Leste, a multidão passou pela faixa Centro–Bairro, que havia sido interditada pela CET na altura do viaduto Pires do Rio com o trânsito sendo desviado para uma das alças de acesso à Av. Salim Farah Maluf. Poucos minutos, até que o semáforo do cruzamento com a Rua Itapura fechasse, foi o tempo que demorou para que a via Bairro-Centro fosse ocupada pelos manifestantes. A tensão desse momento foi para a liberação para que três carros passassem pelo bloqueio feito, depois disso não houve mais condições de irromper diante da multidão que ocupou a via. Os líderes do movimento pediam para que o pessoal sentasse e nenhum outro veículo passou. Os últimos três conseguiram por pouco, sob palavras de ordem: “Não vai passar, não vai passar”. Daí em diante, mais e mais aderiam aos manifestantes e foram se aglomerando. A passarela e os acessos do Metrô Tatuapé estavam tomados. Com suas câmeras e celulares os pedestres registravam o evento, enquanto a multidão se adensava. Aproximadamente 30 minutos, após tomar a Radial, o grupo iniciou sua marcha rumo ao centro da cidade de São Paulo, em direção à Avenida Paulista, onde dezenas de milhares já protestavam contra a situação política do país.     Segundo um soldado da Polícia Militar, por volta das 19h30, o levantamento feito pela corporação era de que 10 a 12 mil pessoas participaram dos protestos no Tatuapé e nenhum incidente fora registrado até aquele momento. Em frente à Ponte estaiada Dom Luciano Mendes de Almeida, para o Alô Tatuapé simplesmente o emblemático Viaduto Padre Adelino, deixamos a marcha que seguiu em direção ao centro, voltando para escrever e postar as reportagens.   Leia as reportagens Muda Brasil Governo e Prefeitura de SP reduzem tarifas de ônibus, metrô e trem Causa definida: Mudar o Brasil Tatuapé toma parte nas manifestações do país Muda Brasil: Isto não é festa Milhares fazem a maior manifestação já vista no Tatuapé Protestos no Tatuapé, passam para a história de...

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Protestos no Tatuapé, passam para a história de SP
jun23

Protestos no Tatuapé, passam para a história de SP

Publicado em 23 de junho de 2014 às 21h29 23 de junho de 2013 Gerson Soares Nossa reportagem acompanhou toda a manifestação que ocorreu na sexta-feira, dia 21 no Tatuapé desde as 17h até 19h45, aproximadamente. Foram momentos marcantes em meio aos jovens, moradores, senhoras e senhores que se uniram para protestar contra governos que com o passar dos anos não se modernizam, pelo contrário adotam métodos antiquados, parecem premiar a impunidade, a iniquidade e a corrupção. Há gerações, os governantes do Brasil não mudam sua forma de pensar, gerando mais e mais distanciamento de uma juventude globalizada, com ideias que devem ser ouvidas e aos poucos, mesmo sob tensão, se aproxima da política, mas a maioria ainda mantém certo distanciamento.     Por outro lado, acreditando nesse histórico afastamento, baseados talvez nas estatísticas de que o povo brasileiro não se interessa por política, o governo continua exercendo o poder de forma maléfica perante a maioria da população e seu riquíssimo território, onde apesar disso, impera uma das piores distribuições de renda do planeta, como noticiaram nesta semana os principais jornais mundiais. A inversão desse afastamento, causado pelo estopim do aumento das passagens de ônibus em São Paulo, gerou um movimento encabeçado pelo Movimento Passe Livre e se transformou nas maiores manifestações já vistas no Brasil, trazendo à pauta uma gama de reivindicações. Essa pauta precisa ser apreciada pelos líderes dos movimentos que estão surgindo e organizadas, para não perderem o foco e não deixar esfriar a ideia de que o Brasil precisa mudar imediatamente. Caso isso aconteça, contemplará aqueles que só esperam um esfriamento para começar a famosa deturpação do que é legítimo, verdadeiro e justo, devido a interesses próprios ou corporativos. Os interesses são muitos e dentre eles logicamente existem aqueles que olhando para tudo o que perdem com a vitória do povo não incentivará as manifestações. A população que vai para o trabalho feito cachos de bananas, paga fortunas para estudar em faculdades privadas, não consegue atendimento médico quando precisa e teme os bandidos ao sair cedo ou voltar tarde para casa é muito maior e seu peso também. Mas sempre perdeu para a minoria que detém o poder. G.S.S. Terminamos esta reportagem sobre os Protestos no Tatuapé contra o governo e a atual política do país com uma frase do Águia de Haia: “Com que palavras poderemos deplorar assaz o infortúnio de viver sob um governo como o nosso?” Rui Barbosa (1849–1923)   Leia as reportagens Muda Brasil Governo e Prefeitura de SP reduzem tarifas de ônibus, metrô e trem Causa definida: Mudar o Brasil Tatuapé toma parte nas manifestações do país Muda Brasil: Isto...

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Praça Silvio Romero recebeu manifestantes há um ano
jun22

Praça Silvio Romero recebeu manifestantes há um ano

Domingo, 22 de junho de 2014 às 17h19 Gerson Soares Há um ano, no final da tarde do dia 21 junho, manifestantes se reuniram na Praça Sílvio Romero, para protestar contra os desmandos no país. Em sua maioria jovens, gritavam palavras de ordem, como: “ão, ão, ão, prisão ao mensalão”.     Além disso, pediam ordem e diziam que bagunça não seria aceita em seu meio, como não houve. “Sem vandalismo, sem vandalismo”. Ao cair da noite centenas já lotavam a praça e logo começaram os pedidos: “vamos pra Radial, vamos pra Radial”. Na mais importante via da zona Leste, em direção ao centro, eles receberam adesões e se tornaram milhares, na maior manifestação já ocorrida na história recente do bairro. Alô Tatuapé, registrou tudo em vídeos e imagens. Algumas delas você verá amanhã, na reportagem sobre o...

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ONG dá “cartões vermelhos” para a Fifa e cobra mais ações sociais
jun22

ONG dá “cartões vermelhos” para a Fifa e cobra mais ações sociais

Domingo, 22 de junho de 2014 às 16h48 Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil Edição: Andréa Quintiere A organização não governamental (ONG) Rio de Paz fez ontem (21) um protesto na Praia de Copacabana em que deu “cartões vermelhos” para a Fifa, cobrando maior contrapartida social na Copa do Mundo. A ONG critica isenções de impostos dadas à entidade que representa o futebol internacional e afirma que o valor desses impostos não pagos chega a R$ 1 bilhão. “Queremos que ela pegue o dinheiro que pagaria de impostos e invista em quadras esportivas em escolas públicas, por exemplo, ou nas favelas brasileiras. Seria uma forma de dar um retorno ‘padrão Fifa’. A Fifa está manchando sua imagem perante o mundo inteiro”, disse o fundador da ONG, Antônio Carlos Costa.     Doze cartões vermelhos com 2 metros de altura foram posicionados na areia da praia, em frente ao Hotel Copacabana Palace, e cerca de 30 pessoas mostravam cartões menores no ato, que, segundo Costa, não é contra a Copa, mas contra o modo como ela foi realizada, com muitos gastos públicos. No protesto, cartazes comparavam os custos dos estádios e das estruturas com hospitais, escolas e o combate à miséria. “Quem não está lucrando é a democracia brasileira. Na cabeça de milhões de pessoas, a democracia não está mais associada à justiça social e à distribuição de renda, mas associada à proteção dos poderosos. Quando o pobre olha isso, ele diz: ‘a democracia não serve mais para nós’. Isso é péssimo porque ela deveria ser um valor inegociável em toda a sociedade”, criticou.     O Departamento de Imprensa da Fifa respondeu que a entidade depende da renda de uma Copa do Mundo para manter seus projetos de desenvolvimento do futebol ao longo dos quatro anos entre uma Copa e outra e que muitas federações nacionais não conseguiriam se manter sem ajuda financeira. A Fifa também afirma que criou um fundo para o desenvolvimento do futebol no Brasil que terá o valor divulgado depois da Copa do Mundo, mas que, inicialmente, tem a aprovação de 20 milhões de dólares. Entre os 108 programas de desenvolvimento do futebol que apoia em todo o mundo, a Fifa informa que há 26 entidades brasileiras.     Sobre a isenção de impostos, a federação informa que “diz respeito primordialmente à importação de bens (isto é, uniformes para voluntários, frotas de automóveis e ônibus)” e afirma que paga impostos sobre a venda de ingressos e que tem suas subsidiárias tributadas. A federação também paga impostos à Suíça, onde fica sua sede. Acrescentamos que a lei que isentou a Fifa, inclui banquetes e comidas....

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jun18

MTST faz manifestação contra lobby do setor imobiliário

Quarta-feira, 18 de junho de 2014 às 17h16 Gerson Soares Em frente ao Secovi (Sindicato da Habitação), na Vila Clementino, em São Paulo, a coordenadora estadual do MTST, Jussara Basso disse: “Quero lembrar a PM que aqui tem mais de 15 mil trabalhadores, não 3.000 como disseram. E nossa luta só vai terminar quando acabar a especulação imobiliária no Brasil. Hoje foi um aviso se os vereadores patrocinados pelas empreiteiras não aprovarem o Plano Diretor, amanhã tem mais e não vamos ficar só na porta não”, completou. “Se não resolver vamos colocar 30 mil em frente à Câmara Municipal”, postou no facebook.       A coordenação do movimento se refere à denúncia de lobby no setor imobiliário durante a votação das ZEIS no Plano Diretor Estratégico. Alô Tatuapé, tem comentado o assunto, referindo-se à construção desenfreada no bairro, um dos puxam o setor imobiliário na capital. As pessoas comentam que “não cabe mais ninguém aqui”, referindo-se ao trânsito.     No entanto, a Câmara Municipal enviou ao Executivo texto substitutivo autorizando a construção de prédios com mais de oito andares nos quarteirões onde já existirem edifícios acima dessa altura. A primeira votação só autorizava edifícios com até 25 metros, o equivalente a oito andares no interior dos bairros. Indepedentemente dos movimentos sociais, São Paulo vive diariamente as consequências da falta de planejamento, a eclosão de inúmeros protestos se dá justamente pela desigualdade. O Brasil mostra uma cara e esconde milhares...

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MTST voltará a protestar contra Plano Diretor de São Paulo, diz coordenador
jun18

MTST voltará a protestar contra Plano Diretor de São Paulo, diz coordenador

Quarta-feira, 18 de junho de 2014 às 16h40   Mariana Tokarnia – Agência Brasil / 17.06.2014 – 23h59 | Atualizado em 18.06.2014 – 08h58 Edição: Carolina Pimentel O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) deve voltar a protestar nesta quarta-feira (18) contra a condução da revisão do Plano Diretor da cidade de São Paulo, informou o coordenador nacional do movimento, Guilherme Boulos, em entrevista ao programa Espaço Público, da TV Brasil, na noite de hoje (17). A expectativa do MTST é reunir 15 mil pessoas na manifestação, que ocorrerá na Avenida Paulista. Boulos disse que apesar do acordo com o governo federal, o movimento não deixará as ruas. “Para o MTST, estar nas ruas e fazer mobilização não é um ponto negociável. Não fechamos nenhum acordo nesse sentido”, disse. “O que nos comprometemos foi a não fazer mobilizações que inviabilizem a Copa do Mundo. E não iremos inviabilizar. Foram R$ 2 bilhões em segurança para impedir que a Copa seja inviabilizada”. A intenção da manifestação, explica ele, é denunciar o lobby do setor imobiliário no plano diretor. O Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo é o principal instrumento de planejamento urbano. Os instrumentos estão sendo revistos “para organizar melhor os espaços da cidade”, como informa o site da prefeitura. O plano vigente é o de 2002. Boulos explica que não apenas São Paulo, mas o país precisa reverter a lógica urbana. A política urbana não pode ser apenas habitacional é preciso oferecer infraestrutura – escolas, transporte, saúde, bibliotecas – aos moradores, segundo ele. “É preciso uma política que não seja excludente. É disso que se trata quebrar os muros sociais. Temos os bairros centrais que são providos de infraestrutura e os periféricos, onde os trabalhadores são jogados, os serviços são precários e a estrutura é precária”. Nesse sentido, o coordenador do MTST critica o Programa Minha Casa, Minha Vida, um dos principais do governo federal. “O programa faz moradias ruins e mal localizadas”, disse e acrescenta que os grandes beneficiados são as empreiteiras, que recebem a mesma quantia do governo independente do local e da qualidade do que constroem. Apesar disso, reconhece que o programa “foi a grande política habitacional depois de 30 anos, desde a década de 80”. Boulos também diz que o problema habitacional do Brasil poderia ser resolvido com desapropriações, que não são feitas por falta de legislação e porque esbarram em interesses econômicos de grandes grupos imobiliários. De acordo com ele, o déficit habitacional do Brasil chega a 7 milhões de unidades habitacionais. Na outra ponta, o número de unidades ociosas é 6,1 milhões. “A maioria dos prédios não está condenada. Está vazia...

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Copa do Mundo: Mais protestos no Tatuapé
jun13
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Metroviários não param, mas marcam manifestação para o Tatuapé
jun11

Metroviários não param, mas marcam manifestação para o Tatuapé

Quarta-feira, 11 de junho de 2014 às 23h40 Em nota, o Sindicato dos Metroviários avisa que não haverá paralisação nesta 5ª feira (12). No entanto, foi aprovada grande campanha pela readmissão dos 42 funcionários e uma manifestação contra a Copa que começará no bairro do Tatuapé, às 10 horas.       Leia a Nota: A assembleia do dia 11 decidiu suspender a greve marcada para o dia 12. Foi votada uma grande campanha nacional e internacional pela readmissão dos 42 companheiros demitidos. A primeira atividade será a realização do ato “Na Copa Vai Ter Luta”. Diversas entidades do movimento sindical, popular e estudantil realizam no dia 12 (quinta-feira), às 10h, um ato contra os gastos com a Copa, que incorporou a luta pela reintegração dos demitidos pelo governo Alckmin. A concentração do ato será na sede do Sindicato (Rua Serra do Japi, 31 Tatuapé). Também por conta da realização da Copa do Mundo, será confeccionado um adesivo em três línguas (português, espanhol e inglês) pela readmissão. Um adesivo para carro também será elaborado. Será feito um manifesto com a adesão de artistas, esportistas, intelectuais e várias personalidades exigindo a reintegração dos companheiros. Ou seja, uma ampla campanha será deflagrada e todos os caminhos serão buscados para que os 42 trabalhadores voltem ao trabalho....

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Muda Brasil no Tatuapé
out01

Muda Brasil no Tatuapé

Às 16h30 do dia 21/06, a reportagem do Alô Tatuapé seguiu a pé pela Rua Cantagalo e depois pela Rua Serra de Bragança, desde a confluência com a Rua Mont Serrat. A situação era de calma e tranquilidade, com poucos veículos transitando – situação totamente adversa do que se vê numa sexta-feira nesse horário do agitado bairro do Tatuapé. Caminhando, constatamos que o assunto nas ruas era a manifestação programada para aquela tarde na Praça Silvio Romero. Nas conversas, notamos os semblantes carrancudos, com a situação do país. Ao atingirmos a Rua Coelho Lisboa, já na Silvio Romero, acompanhamos a chegada da faixa que já parava o trânsito (foto) e a seguimos até o encontro com algumas dezenas de pessoas que já estavam na famosa praça. Assim que chegou, os manifestantes se aglutinaram ao lado dos outros que carregavam o emblemático protesto contra a PEC37, que tira o poder do Ministério Público, que com coragem vem colocando os políticos no banco dos réus. Em pouquíssimo tempo, mais e mais pessoas se juntavam ao encontro marcado para as 17h. Logo, milhares estavam gritando palavras de ordem, trazendo cartazes de todos os matizes. Inclusive um que dizia: “Fora Dilma”. “Saude, educação e trabalho”, cantavam em coro. Para os manifestantes, a Copa é carta fora do baralho. E assim eles se manifestaram pacificamente, pedindo: “Sem vandalismo, sem vandalismo”, que realmente não houve. “Da minha geração não tem mais ninguém”, nos disse um simpático senhor ao lado do amigo (foto). Talvez, em seu coração e no espírito, estivesse a vontade e o clamor de ver um Brasil melhor e mais justo que através dos seus longos anos não pode ver; juntando-se aos jovens, representou sua geração com a esperança renovada. Dias depois de acompanharmos esse movimento, por motivos técnicos no servidor nosso site saiu do ar e não pudemos concluir as reportagens. Mas por motivo histórico faremos as publicações agora. Depois das manifestações acirradas contra a indecente proposta da PEC37, para a qual o Brasil disse não, ela foi retirada da pauta de votação. Várias reivindicações foram contornadamente atendidas, mas com certeza o governo federal ouviu as vozes nas...

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