Roda Viva destaca o financiamento à ciência e tecnologia no Brasil
nov27

Roda Viva destaca o financiamento à ciência e tecnologia no Brasil

A importância da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento do Brasil foi tema do programa Roda Vida, da TV Cultura. Exibido no dia 6 de novembro, o programa pode ser assistido pela internet.

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No primeiro dia, vamos apresentar ao Brasil a nova estrutura de governo
jun03

No primeiro dia, vamos apresentar ao Brasil a nova estrutura de governo

03 de junho de 2014 às 12h30 Gerson Soares Sabatinado nesta segunda-feira (2), no programa Roda Viva da TV Cultura, o pré-candidato à presidência da República do Brasil, senador Aécio Neves (PSDB-MG), deixou claro que se eleito pretende profissionalizar a gestão do país. Afirmou que apresentará uma proposta de mudanças e apontou dentre as necessidades de mudanças, o pífio crescimento do Brasil. Leia a seguir alguns destaques do programa e assista ao vídeo completo. O apresentador do programa Roda Viva, jornalista Augusto Nunes, indo direto ao assunto, abriu o primeiro quadro com a seguinte pergunta: Se o senhor for vitorioso na eleição de outubro, qual será a primeira medida anunciada pelo presidente Aécio Neves. “No primeiro dia de um próximo governo, se eu tiver a ventura de vencer as eleições, nós vamos apresentar ao Brasil a nova estrutura do governo brasileiro. Cortaremos metade desses ministérios que estão aí e vamos anunciar homens e mulheres, não filiados a este ou aquele partido, mas que representem um tempo novo, pessoas extremamente qualificadas que irão nos ajudar a administrar o país”, respondeu. Crescimento Sobre o crescimento do Brasil exemplificou que “este é o pior crescimento desde a Proclamação da República, será o menor da América do Sul. Crescemos menos do que em qualquer outro governo, ficando ao nível de Floriano Peixoto e Collor”. Petrobrás “Iremos reestatizar a Petrobrás”, disse. Expondo que a empresa estava entre as 12 mais prósperas do mundo e hoje está acima do 120º lugar. “Deixou de frequentar as páginas de economia para frequentar as páginas policiais”. Bolsa-família Aécio citou que o benefício é usado politicamente e que pretende inseri-lo na Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), desvinculando o programa da atual conjuntura em que se encontra. Disse também que “o DNA do Bolsa Família está no governo de Fernando Henrique Cardoso”. O tucano pretende ampliá-lo para seis meses após o beneficiário arranjar emprego, dando a este o tempo necessário para se desvincular do benefício, associando esse ponto ao crescimento do país. “No nosso governo, o Bolsa Família será o ponto de partida e não a chegada, como acontece hoje”.   Ministérios e cargos Segundo o pré-candidato existem por volta de 22 mil cargos comissionados, além de 39 ministérios. Em seu governo ele pretende reduzir esse número pela metade. “Algo em torno de 20 a 23 ministérios”. Ele foi instigado a revelar o nome do vice da sua chapa, os nomes que irão compor os ministérios, caso seja eleito, e o seu programa de governo. Mas, deixou claro que só irá divulgá-los durante a sua campanha eleitoral. Base governamental O governo petista tem hoje a maior base no Senado...

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“Não tem espaço para picuinha na política”
maio31

“Não tem espaço para picuinha na política”

Atualizado em 4 de junho de 2014 às 20h52 Esta matéria foi postada originalmente no dia 27 de maio. Porém, devido à configuração deste site, o candidato Aécio Neves, sobressairia durante vários dias até que outra matéria tomasse seu lugar no destaque. Portanto, atualizamos a data do post para que ambos pudessem ocupar esse destaque, até as matérias subsequentes.   A frase foi dita pelo candidato à presidência da República Eduardo Campos (PSB-PE), durante o programa Roda Viva da TV Cultura na noite desta segunda-feira (26). Ele atacou a gestão de Dilma Rousseff, mas poupou Lula. Também pediu união estratégica dos brasileiros para ‘aposentar’ nomes da Câmara Federal e do Senado.   As informações são da TV Cultura – O pré-candidato à Presidência da República pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro), Eduardo Campos, foi o entrevistado do Roda Viva desta segunda-feira (26). Assuntos referentes aos desafios da corrida eleitoral de 2014 foram os principais destaques da sabatina. Ex-ministro de Ciência e Tecnologia durante o governo Lula (PT), o pernambucano não poupou a presidente Dilma (PT) de críticas. “O Brasil vinha melhorando e parou. Nos últimos três anos, a presidente não soube preservar os avanços do país. A economia cresceu pouco e voltou à velha política.”, afirmou Campos. A bancada questionou Eduardo Campos sobre os planos do PSB em São Paulo também. O partido ainda não apresentou nenhum indicado de peso ao maior estado do país. O pré-candidato presidencial pelo PSB colocou em cheque a distribuição de pastas na Esplanada e declarou que o Brasil precisa melhorar a qualidade da política. Um dos principais pontos de ataque à gestão petista está na formação da base aliada com o PMDB na Câmara dos Deputados e no Senado. Em resposta à pergunta de um telespectador via Twitter, Campos disse que haverá “apoio da sociedade” para tirar nomes como o de José Sarney da Casa, e os que não forem aposentados pelo eleitor “serão colocados na oposição”. Questionado pela jornalista Dora Kramer, do jornal O Estado de S. Paulo, sobre o que seria a “nova política”, termo que o candidato sempre usa em seus discursos, Campos respondeu que “é quando você coloca a agenda da sociedade na política”. Além disso, afirmou que é preciso garantir ao povo brasileiro que os projetos sociais implantados pelo PT (Partido dos Trabalhadores) vão ser mantidos. Uma das falas de Campos retoma a visão de que o país vive em um momento em que a união deve ser a principal estratégia entre base aliada e oposição. Durante a sabatina, garantiu que, “na agenda do PSB não tem espaço para picuinha, é preciso fazer política”. O Roda Viva teve bancada...

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