Presidente da Sabesp participa de negociação de dívidas com clientes em SP
nov23

Presidente da Sabesp participa de negociação de dívidas com clientes em SP

Jerson Kelman estará nesta sexta-feira (25) na Semana Nacional da Conciliação, em que os moradores poderão facilitar o pagamento de seus débitos. A informação foi divulgada pela assessoria da Sabesp na manhã desta quarta-feira (23). Outras pendências também poderão ser resolvidas no Parque da Água Branca em São Paulo.

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Voluntários da Sabesp distribuem agasalhos a moradores de rua do Belenzinho, vídeo
jun21

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Na verdade, o local está entre os bairros da Mooca e Belém, nos baixos do viaduto Bresser. Ação aconteceu na manhã desta segunda-feira (20), primeiro dia do inverno; entre 2002 e 2015, companhia arrecadou 44 milhões de peças em todas as regiões do estado.

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Pela primeira vez governo de São Paulo reconhece falta de água
ago25

Pela primeira vez governo de São Paulo reconhece falta de água

Menos de uma semana após termos publicado artigo no UOL com críticas ao governador Geraldo Alckmin e a dirigentes da Sabesp por continuarem negando a falta de água em São Paulo, finalmente o Governo do Estado reconheceu que, sim, enfrentamos uma crise hídrica.

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Cantareira volta a ter elevação do nível de água
mar11

Cantareira volta a ter elevação do nível de água

Quarta-feira, 11 de março de 2015, às 12h43 Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil Edição: Valéria Aguiar São Paulo – O Sistema Cantareira ganhou mais 26,6 milímetros (mm) de chuva de ontem (10) para hoje (11), com o nível em elevação pelo quinto dia seguido, passando de 13,3% para 13,7% de sua capacidade total. No mês, a pluviometria desse sistema acumula 127,1 mm, mais da metade da média histórica para esse período (178 mm). O volume de água armazenada nos demais mananciais de abastecimento administrados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo também subiu. No Alto Tietê, o índice aumentou de 19,9% para 20,2%; na Represa do Guarapiranga (de 70,4% para 71,6%); no Alto Cotia (de 51,4% para 52,3%); no Rio Grande (de 92,4% para 92,7%) e no Rio Claro (de 39,6% para...

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Tratamentos de água
ago19

Tratamentos de água

Terça-feira, 19 de agosto de 2014 às 14h45 Por Roberto Naime* Os tratamentos de água são necessários para águas residuárias de sistemas industriais ou para os esgotos coletados nas áreas com populações. Objetivam devolver características físico-químicas às águas, antes das mesmas serem dispostas ou retornarem aos sistemas hídricos naturais, superficiais ou subterrâneos.   Os tratamentos envolvem vários tipos de processos, desde a remoção física dos poluentes, passando por processos químicos e podendo ser finalizados por refinamentos biológicos. Existem tratamentos denominados primários, secundários e terciários, cada um deles sendo constituído de vários processos unitários individuais. Processos unitários é a denominação que se dá para cada procedimento físico ou químico que integra o elenco de ações que objetiva dotar o efluente residuário considerado, de condições para retornar ao fluxo natural das águas sem causar danos e impactos ambientais. Os denominados tratamentos primários são constituídos por processos físico químicos, por coagulação e floculação das águas residuárias e objetivam a remoção de poluentes inorgânicos, materiais insolúveis, metais pesados, matéria orgânica não-biodegradável, sólidos em suspensão e outros. O tratamento físico-químico por coagulação-floculação difere muito pouco dos sistemas empregados no tratamento de água bruta para abastecimento público, onde sua concepção básica consiste em transformar em flocos as impurezas em estado coloidal e as suspensões, para posteriormente remover estes materiais em decantadores. A floculação é obtida com coagulantes químicos como os sais de Alumínio e Ferro, que reagem com a alcalinidade contida ou adicionada nas águas residuárias para correção do pH muito ácido, formando hidróxidos que desestabilizam coloides e partículas em suspensão. Para obtenção de eficiência nos tratamentos, é necessário escolher os processos de forma adequada. Os processos físico-químicos são recomendados na remoção de poluentes inorgânicos, metais pesados, óleos e graxas, sólidos sedimentáveis e sólidos em suspensão através de processos de coagulação-floculação e remoção de matérias orgânicas não-biodegradáveis e sólidos dissolvidos, por precipitação química. A remoção de compostos ocorre através de oxidação química. Na remoção de sólidos voláteis, dissolvidos e em suspensão, o tratamento biológico é mais indicado. Para remover sólidos fixos dissolvidos, são necessários tratamentos mais avançados como troca iônica, adsorção em leitos de carvão ativado e outros. Na escolha do tratamento, a relação entre Digestão Química de Oxigênio (DQO) e Digestão Biológica de Oxigênio (DBO) é o parâmetro definidor fundamental: 1) o caso em que a DQO seja o dobro da DBO, é provável que parte da matéria orgânica seja biodegradável, podendo ser adotados tratamentos biológicos convencionais; 2) na hipótese do DQO ser muito além do dobro da DBO (3 ou 4 vezes maior), é provável que grande parte da matéria orgânica não seja biodegradável e tratamentos químicos podem ser mais adequados; caso haja...

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