Uma luz à saúde cardíaca feminina
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Uma luz à saúde cardíaca feminina

Durante muito tempo as doenças cardiovasculares no sexo feminino receberam pouca atenção. Existia o mito de que elas não eram um grupo de risco importante.

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Saúde da mulher e critérios do SUS
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Saúde da mulher e critérios do SUS

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Outubro Rosa ilumina prédios públicos de Brasília
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Outubro Rosa ilumina prédios públicos de Brasília

Quinta-feira, 2 de outubro de 2014, às 05h41 A partir do dia 1º de outubro, até o último dia do mês, várias cidades do mundo vão ressaltar a cor rosa. Os principais monumentos é prédios conhecidos estão iluminados com a cor que representa a luta contra o câncer de mama. Em Brasília, uma cerimônia oficial marcou o início da campanha “Outubro Rosa”. Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado “Ao ver a cidade iluminada de rosa, mesmo que a pessoa não saiba o que é, vai querer saber”, disse a ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República. “Por mais que tenhamos feito, ainda temos o que fazer, temos que tornar o atendimento e as ações do SUS [Sistema Único de Saúde] cada vez melhores e com mais qualidade”.     O câncer da mama é o que mais atinge mulheres em todo o mundo. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Brasil, em 2014, são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama, com um risco estimado de 56,09 casos a cada 100 mil mulheres. Apesar de mais raro, o câncer de mama também acomete homens. Quando diagnosticado cedo, a chance de cura chega a 95%. “Tem que ter autocuidado, tem que conhecer a mama, conhecer o próprio corpo, ir uma vez por ano ao ginecologista, fazer também o exame clínico da mama, ter hábitos saudáveis. São atitudes que não evitam, mas diminuem as chances”, disse a presidenta da organização não governamental (ONG) Recomeçar, Joana Jeker. Leia a matéria Câncer de mama continua a ser o vilão da saúde feminina e veja as imagens de Joana e Lourdes na exposição Recomeço da ONG Recomeçar Joana foi diagnosticada com câncer de mama aos 30 anos, em 2007. Ela sentiu a presença do nódulo no banho, enquanto fazia o autoexame. “De repente você perde a sua mama, perde o seu cabelo, pode perder a sua vida. É tudo muito difícil para a mulher”, disse. “Mas a gente tem que ter a perspectiva que é uma fase, que vai passar. É sofredor, a mulher fica abalada, mas tem que ter fé, não pode desistir”, completou. No Outubro Rosa, a ONG lança a exposição Recomeço, de mulheres mastectomizadas. Nas fotos, elas aparecem sorrindo, com a mama reconstruída e com cabelo, mostrando que venceram a doença. A mostra é itinerante e deve passar por vários pontos turísticos da cidade e por hospitais. Cada uma das fotos é acompanhada por um depoimento pessoal sobre a luta contra a doença.       Lourdes Capitulino é uma das mulheres que participaram do ensaio. Ela foi...

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Congresso é iluminado em rosa para campanha contra câncer de mama
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Congresso é iluminado em rosa para campanha contra câncer de mama

Quinta-feira, 2 de outubro de 2014, às 07h59 Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco Às 17h de ontem (1º) luzes cor de rosa foram acesas do Congresso Nacional, dando ao prédio o tom da campanha “Outubro Rosa”, que lembra a luta contra o câncer de mama. Uma cerimônia para as funcionárias da Câmara dos Deputados e do Senado marcou o início da campanha, que tem vários eventos previstos ao longo do mês.     As funcionárias foram lembradas por médicos da necessidade de fazer exames preventivos e observar qualquer alteração nos seios, que deve ser levada ao conhecimento de um ginecologista ou mastologista o quanto antes. O diagnóstico precoce é o principal fator de cura do câncer de mama. As mulheres, no entanto, tendem a evitar o assunto por medo dos efeitos de um possível tratamento ou de ficar mutiladas, o que acaba atrasando o diagnóstico e prejudicando o tratamento. O câncer de mama é o que mais acomete mulheres em todo o mundo. No ano passado, foram 52,6 mil casos no Brasil, segundo dados divulgados pelo governo federal. A projeção de risco gira em torno de 52 casos para cada grupo de 100 mil mulheres. A campanha “Outubro Rosa” é mundial e começou no Brasil em 2002, ocorrendo todos os anos sempre no mês de outubro. Em Brasília outros prédios da Esplanada dos Ministérios também estão iluminados de rosa para lembrar a luta contra o câncer de mama. Assuntos relacionados O rosa chega a São Paulo: Outubro Rosa 2014 Saúde da mulher e critérios do SUS Outubro Rosa ilumina prédios públicos de Brasília Campanha tem o objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher Congresso é iluminado em rosa para campanha contra câncer de mama Câncer de mama continua a ser o vilão da saúde feminina Tatuapé no Outubro Rosa 2014 Outubro Rosa em...

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Campanha tem o objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher
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Campanha tem o objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher

Quinta-feira, 2 de outubro de 2014, às 08h20 Organizador do Outubro Rosa pede transparência no tratamento do câncer de mama. Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli O Grupo de Trabalho do Outubro Rosa, que organiza a campanha no Distrito Federal, recomenda a transparência entre médico e paciente no tratamento do câncer de mama. Em carta aberta, o grupo pede uma “comunicação clara e baseada em evidências científicas entre a usuária e os profissionais de saúde”.     A campanha, que começou ontem (1º) e segue até o fim do mês, tem como objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher e conscientizar a população sobre o câncer de mama. O grupo de trabalho é formado por órgãos do governo federal, do Congresso Nacional, do governo do DF, entidades internacionais e da sociedade civil. No tratamento do câncer, especialmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o grupo recomenda que os profissionais de saúde abordem os riscos e benefícios “de quaisquer comportamentos, exames ou procedimentos, possibilitando, dessa forma, que a mulher possa emergir como parte atuante e decisiva em todo o processo de atenção integral à saúde”. A carta também destaca as obrigações do SUS. “Na unidade de saúde, a mulher será acompanhada por profissionais da equipe da [unidade do Programa] Saúde da Família que deverão orientá-la”. Entre os deveres da unidade estão a coleta do exame citopatológico, o papanicolau, com posterior encaminhamento para consultas especializadas ou outros exames necessários, e o exame de mamografia a cada dois anos para todas as mulheres de 50 a 69 anos e sempre que houver indicação clínica. Além disso, a orientação quanto a percepções da mulher sobre alterações em seu corpo e quanto a fatores de risco para o desenvolvimento de doenças, como o câncer de mama e de colo do útero, incluindo as formas de prevenção. O câncer da mama é o que mais acomete as mulheres em todo o mundo. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), no Brasil, em 2014, são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama, com um risco estimado de 56,09 casos a cada 100 mil mulheres. Apesar de mais raros, o câncer de mama também acomete homens. Quando descoberto no início, a chance de cura chega a 95%. Assuntos relacionados O rosa chega a São Paulo: Outubro Rosa 2014 Saúde da mulher e critérios do SUS Outubro Rosa ilumina prédios públicos de Brasília Campanha tem o objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher Congresso é iluminado em rosa para campanha contra câncer de mama Câncer de mama continua a ser o vilão...

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Câncer de mama continua a ser o vilão da saúde feminina
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Câncer de mama continua a ser o vilão da saúde feminina

Quinta-feira, 2 de outubro de 2014, às 09h01   Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger Uma em cada três mulheres que fazem exames de rotina no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) é diagnosticada com câncer de mama. Segundo o Icesp, que é vinculado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), mais da metade (52%) dos pacientes atendidos na instituição são do sexo feminino e 28% desse universo apresentam neoplasia mamária.     A doença “continua sendo a principal vilã dentro e fora do instituto”, cita um comunicado do Icesp, levando mais de 1,2 mil pacientes a procurar o Grupo de Mastologia entre consultas médicas e cirurgias. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), esse mal é o que mais mata e representa 22% de novos casos a cada ano no mundo. No Brasil, em 2011, foram registradas 13.345 mortes, sendo 120 em homens e 13.225 em mulheres. Para este ano, estima-se o surgimento de 57.120 novos casos. Além do câncer de mama, o Icesp tem diagnosticado grande incidência de tumores também em órgãos digestivos – esôfago, estômago, fígado e o colorretal (cólon e reto), com taxa de 22% entre as mulheres. O câncer de colo retal está entre os cinco mais frequentes entre as mulheres.     O diretor-geral do Icesp, Paulo Hoff, alerta que “quando a prevenção primária não é possível, o diagnóstico precoce é fundamental na busca pela cura e por uma boa qualidade de vida”. Ele recomenda que a partir da primeira relação sexual, a mulher deve adotar o hábito de visitas anuais ao ginecologista, além de fazer os exames de prevenção. Por meio do rastreamento tradicional de câncer de colo de útero, exame conhecido como papanicolau, é possível detectar precocemente a neoplasia de colo de útero, bem como lesões que antecedem ao tumor, permitindo tratamento mais eficaz e medidas que evitem o desenvolvimento da doença. Já com a mamografia, é possível checar a presença de lesões mamárias. Este exame deve ser feito por mulheres acima dos 50 anos ou sempre que solicitado por um médico.     Assuntos relacionados O rosa chega a São Paulo: Outubro Rosa 2014 Saúde da mulher e critérios do SUS Outubro Rosa ilumina prédios públicos de Brasília Campanha tem o objetivo chamar a atenção para a saúde da mulher Congresso é iluminado em rosa para campanha contra câncer de mama Câncer de mama continua a ser o vilão da saúde feminina Tatuapé no Outubro Rosa 2014 Outubro Rosa em...

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